Fodida no Jogo de Futebol do Meu Filho
"É isso aí, acaba com eles, Ryan!" eu grito.
Meu nome é Lisa Reynolds, e estou no jogo de futebol do meu filho. Tenho mais ou menos 1,57m, tenho seios empinados tamanho D e uma bunda grande. Tenho 41 anos e cabelo preto comprido, e estou aqui no jogo do meu filho fazendo questão de ser bem barulhenta pra compensar o fato do pai dele ter faltado por causa do trabalho.
É um dia frio de outono, e estou usando um suéter branco justo, calça jeans preta e um tênis. Como não tinha nada pra mostrar meu apoio ao time do meu filho, pintei duas listras embaixo dos olhos, uma vermelha e outra azul, que são as cores do time dele.
No momento, o time do meu filho está ganhando com folga, com uma vantagem de 3 a 2, e meu filho marcou a maioria dos pontos. O outro time também está indo bem, e agora parece que o final dessa partida está imprevisível. Mas ainda acho que meu filho e o time dele vão continuar assim e vencer.
Enquanto estou torcendo, um dos caras do time adversário e meu filho se chocam, e eu pisco, perdendo o que exatamente aconteceu. Quando abro os olhos, vejo meu filho segurando a perna com dor. O cara que bateu nele se levanta, e o árbitro corre até os dois. Meu filho, o outro cara e o juiz discutem um pouco, antes do árbitro tirar um cartão vermelho e apitar.
Alguns meninos do time do meu filho o levantam e o carregam até as arquibancadas e o sentam. Eu me levanto e corro até ele pra ver se ele está bem.
"Ai, meu Deus, Ryan, você está bem?!?" pergunto, preocupada.
Ele olha pra mim e sorri, esfregando a perna agora.
"Tô bem, sim. O juiz falou pra eu ficar fora do jogo e deixar a perna descansar um pouco." ele me diz.
Solto um suspiro de alívio. Fico feliz que não tenha quebrado nada.
"Bom, fico feliz que você não se machucou muito." digo a ele.
Depois de falar isso, o técnico vem até nós dois.
"Ei, Ryan, tudo bem?" ele pergunta.
"Tudo bem, técnico." ele responde. "Acho que vou ali no vestiário me lavar rapidinho." ele diz, se levantando.
Meu filho se levanta meio trêmulo, mas tropeça um pouco.
"Espera aí." o técnico diz.
Ele corre até dois garotos do time do meu filho que estavam sentados na arquibancada e fala com eles. Eles correm até meu filho e o ajudam a se levantar de novo.
"O técnico quer que a gente te ajude a chegar no vestiário pra garantir que você chegue bem." um dos meninos diz.
"Ah... bom, tudo bem. Só não fiquem espiando quando eu for tomar banho!" Ryan brinca.
"Ah, cala a boca, Ryan! Ninguém aqui quer ver esse seu corpinho seco mesmo." o outro menino diz, rindo.
Os três vão entrando, rindo o tempo todo. Sorrio enquanto os vejo indo.
"Bom, fico feliz que ele esteja bem." penso comigo mesma enquanto volto para o meu lugar.
Sento e assisto ao jogo, dessa vez com menos entusiasmo já que meu filho não está mais jogando. Enquanto assisto, vejo alguém com o uniforme do outro time andando até onde estou sentada.
Viro e olho pra ele, e percebo quem é. É o cara que bateu no meu filho. Começo a sentir um pouco de raiva só de olhar pra ele.
Percebo que ele é bem alto, e na verdade tem um corpo bem bonito, fácil de notar já que o uniforme dele é bem justo. Ele tem cabelo castanho bagunçado e pele bronzeada, e o rosto dele até que é bonito. Claro que eu não deveria estar pensando essas coisas, mas é difícil não pensar.
"O que você quer?" pergunto, sem esconder minha raiva.
Ele coça um pouco a nuca e me olha bem nos olhos.
"Só queria pedir desculpas por ter batido no seu filho daquele jeito. Não foi minha intenção me chocar com ele assim, e eu vi como você ficou preocupada, então queria me desculpar." ele me diz.
E assim, sinto aquela raiva desaparecer. Eu não sabia o que ele estava planejando fazer, mas ouvi-lo se desculpar assim torna difícil continuar brava com ele.
"Ah, não, tudo bem, sério!" digo a ele. "Meu filho também está bem, não se preocupe. A perna dele só está um pouco machucada, mas nada muito sério." digo, sorrindo.
"Ah, que bom, estava preocupado de ter quebrado alguma coisa!" ele diz, parecendo genuinamente aliviado. "Aposto que você tá brava comigo, então vou indo..." ele diz, se virando.
"Não, tudo bem! Digo, eu estava brava no começo, mas você se desculpou, então eu te perdôo! Além disso, você já foi punido o suficiente por isso." digo, me referindo ao cartão vermelho que ele recebeu.
Ele ri disso. "É, fui punido mesmo." ele diz, sorrindo. "Mesmo assim, que jogo bom!" ele exclama.
"Né, tá muito disputado!" digo, sorrindo pra ele.
"É, seu filho foi incrível!" ele me diz, sentando ao meu lado.
Não me incomodo com o fato dele ter sentado ao meu lado. Na verdade, até fico feliz, porque agora tenho alguém pra conversar. Ainda assim, é um pouco estranho estar feliz conversando com a pessoa que acabou de machucar meu filho.
Enquanto conversamos, dou uma olhada e vejo algumas líderes de torcida olhando pra ele e rindo.
"Parece que você tem umas fãs." provoco.
Ele olha pra elas, e as garotas rapidamente desviam o olhar, ainda rindo.
"Ah, é." ele diz, rindo.
"Você não parece muito empolgado." brinco.
"Digo, é legal e tal, mas elas não são muito o meu tipo." ele me diz, sorrindo pra mim.
Essa conversa está ficando bem mais interessante.
"Ah é? E qual é o seu tipo, então?" pergunto, um sorriso malicioso se espalhando pelo meu rosto.
Ele sorri pra mim quando faço essa pergunta.
"Eu gosto de mulheres mais velhas. Tem alguma coisa nelas que as torna mais atraentes do que garotas da minha idade." ele me diz. "Tipo você." ele completa.
Fico meio surpresa com a confiança dele, mas também me sinto lisonjeada.
"Olha só você, flertando com uma mulher e ela nem sabe o seu nome." provoco.
Ele ri disso e se recosta, e consigo ver os braços dele flexionarem quando ele os coloca no assento da arquibancada atrás de nós. Tento não olhar, mas dou uma espiadinha nos antebraços cheios de veias dele.
"Bom, meu nome é Logan. Qual é o seu?" ele me pergunta.
Rio pela forma tão direta como ele está levando essa história toda.
"Meu nome é Lisa." digo, sem falar pra ele me chamar de senhora Reynolds.
"Bom, agora que sabemos os nomes um do outro, podemos flertar à vontade!" ele brinca.
Vejo ele olhar para a minha aliança de casamento.
"Ah, seu marido não está aqui?" ele pergunta.
"Não, ele ficou em casa pra terminar um trabalho." digo, suspirando.
"Meio bosta perder o jogo do filho, né." ele diz.
"Né? Foi o que eu pensei!" digo, feliz por ter alguém pra desabafar.
"Se eu fosse ele, iria querer passar o máximo de tempo possível com você." ele me diz, claramente flertando.
Rio disso, meio insegura de como responder ao flerte, já que faz tanto tempo que não recebo uma cantada assim. Mas estou gostando da atenção.
"E por que isso?" pergunto, provocando.
"Bom, eu não ia querer arriscar ter uns caras tentando dar em cima de você." ele brinca.
"Ah, tipo você está fazendo agora?" retruco, sorrindo pra ele.
Ele se inclina pra frente e mostra aquele sorriso perfeito de novo.
"É, mas ele não está aqui pra me impedir. E mais, acho que você está gostando." ele provoca.
"E como você sabe?" pergunto, apesar de eu saber que realmente estou gostando.
"Porque você ficou corando e olhando pros meus antebraços já tem um tempinho." ele diz.
Dou uma risada sem graça com isso, principalmente porque achei que ele não fosse perceber minhas espiadelas. Estou pensando em algo pra dizer, quando ele levanta o braço perto de mim.
"Você pode sentir, se quiser." ele diz, sorrindo.
Sorrio de volta e decido aceitar a oferta dele. Seguro o antebraço dele e aperto. Fico surpresa com o tamanho comparado à minha mão pequena, e também com a dureza.
"Uau, isso é... bem impressionante." digo, ainda segurando.
"Aposto que seu marido não malha muito, né?" ele pergunta, ainda sorrindo.
"Não... você é muito mais musculoso que ele!" digo, rindo.
"Bom, por que você não sente mais um pouco, então?" ele me diz, levando minha mão para o peito definido dele.
Não tiro a mão, e em vez disso, mantenho ela ali, apertando e sentindo o peitoral duro e os abdominais dele.
"Nossa, você mora na academia, por acaso?" pergunto, rindo.
Ele ri disso e se recosta, me deixando continuar apalpando o peitoral e os abdominais dele. Depois de um tempo, ele se senta de novo e coloca a mão na minha coxa.
Levanto uma sobrancelha e sorrio pra ele, mostrando que não vou tirar a mão dele.
"Ei, é justo. Quer dizer, você ficou me apalpando por um tempão." ele diz, com um sorriso convencido.
"Claro, não ia querer que você se sentisse excluído." brinco.
A mão dele foi subindo devagar pela minha coxa, se aproximando da minha virilha. Mas, em vez de empurrar a mão dele como qualquer mulher casada decente faria, eu abro mais as pernas pra ele, facilitando.
Ele sorriu com isso e moveu a mão ainda mais, a apenas um centímetro da minha boceta, que eu já sentia começar a ficar molhada.
Não sei por que estou fazendo isso. Sei que ele machucou meu filho e sei que sou uma mulher casada, mas por algum motivo, eu quero isso. Talvez seja porque ando carente de atenção há muito tempo. Talvez seja pela boa aparência e o corpo em forma dele. Pode ser qualquer coisa, mas uma coisa eu sei com certeza: eu quero isso. Não, eu preciso disso.
Olho pra baixo e vejo um volume se formando nas calças dele. Já dá pra perceber que ele é maior que o meu marido, mas continua crescendo, para a minha surpresa. Me inclino pra perto dele, com a boca perto do ouvido dele.
"A gente não devia fazer isso com tanta gente por perto." sussurro, tentando me controlar pra não puxar o pau dele pra fora aqui e agora.
"Então pra onde a gente devia ir?" ele me pergunta, ainda massageando minha coxa.
"Meu carro. É uma minivan vermelha, então vai ter espaço mais que suficiente pra... se divertir." sussurro de volta. "Eu saio primeiro, e você me segue depois de um ou dois minutos. Não quero que ninguém desconfie." digo a ele.
"Entendi." ele me diz, soltando minha coxa pra eu poder me levantar.
Me levanto e começo a passar por ele, e sinto um tapa rápido na minha bunda. Olho pra trás pra ele, e ele dá de ombros e sorri pra mim. Sorrio de volta e sinto que fico ainda mais excitada. Ando rápido até meu carro e entro no banco de trás, me certificando de que a porta está destrancada pra ele poder entrar.
Um minuto se passa, e Logan chega. Ele abre a porta e fecha atrás dele. Aperto o botão da chave pra travar, pra não sermos interrompidos tão cedo.
"Espera aí." digo, me inclinando pra frente e levantando as cortininhas de tela nas janelas. "Isso deve dificultar pra alguém olhar pra dentro." explico.
O carro já está estacionado meio longe, então acho que estamos seguros. Mas mesmo assim, queria garantir. Não quero acabar sendo rotulada como a mãe vadia que deu pra um cara do time adversário no jogo de futebol do próprio filho.
Logan acena com a cabeça e me empurra pra que eu fique deitada de costas no banco traseiro. Ele sobe entre as minhas pernas e começa a me beijar faminto. Eu correspondo, enfiando minha língua na boca dele.
Sinto uma das mãos dele subir do meu quadril, pela lateral do corpo, até o meu seio, que ele começa a apalpar por cima do suéter.
Gemo na boca dele e agarro o braço que está brincando com meu peito. Ele começa a se esfregar contra a minha boceta, me fazendo gemer mais enquanto nossas línguas se chocam. Empurro meus quadris contra ele, querendo que ele pressione ainda mais.
Sinto que vou ficando mais molhada quanto mais ele se esfrega em mim desse jeito, e minha respiração fica mais pesada. Sinto a mão dele descer até a barra do meu suéter, que ele levanta rapidamente, expondo meus peitos, agora cobertos apenas pelo meu sutiã branco de renda.
"Porra..." ele sussurra, olhando fixamente pros meus peitos.
Dou uma risadinha com isso e me inclino um pouco pra frente. Levo a mão às costas, desabrocho o sutiã e o tiro, expondo meus seios nus pra ele.
"Aposto que as garotas da sua escola não têm peitos assim, né?" provoco.
"Nem fudendo. Merda, já vi muitos peitos, e os seus são os melhores que já vi!" ele exclama, agarrando meu seio direito.
"Quantos peitos um garoto de 18 anos já deve ter visto?" provoco.
Ele ri disso e envolve meu mamilo com os lábios e começa a chupar. Sinto a língua dele deslizando pra cima e pra baixo no meu mamilo, e passo os dedos pelo cabelo dele.
"Porra... isso é tão errado..." gemo, dando uma risadinha.
"Mas a gente não vai parar." ele me diz.
"É..." gemo, inclinando a cabeça pra trás.
Não acredito na situação em que estou. O adversário do meu filho, que o tirou do jogo com uma lesão, agora está chupando meu peito no meu carro enquanto meu filho está se lavando. E não só isso, mas logo vamos fazer muito mais do que isso.
O interior do carro está começando a esquentar, e Logan percebe. Ele se levanta um pouco e tira a camisa, mostrando o corpo definido e gostoso dele.
"Puta merda..." murmuro, enquanto praticamente o fodo com os olhos.
Ele ri disso e se inclina de novo, me beijando outra vez. Depois de nos beijarmos por um tempo, ele sai de cima e senta em um dos bancos. Ele abaixa o shorts e finalmente revela o que estava por baixo.
Um pau comprido e grosso. Ele deixa o do meu marido no chinelo em termos de comprimento e grossura, e fico mais molhada só de olhar. Uma veia grande percorre o corpo do pênis, e não consigo tirar os olhos do pau dele.
Fico de joelhos no banco e me inclino pra frente, me apoiando nos cotovelos. Só fico olhando, admirando o tamanho e a grossura.
"Maior que o do seu marido?" ele pergunta, quebrando o silêncio.
"Ele nem chega aos pés..." murmuro, ainda olhando fixamente.
Continuo olhando, antes de perceber que preciso fazer mais do que só olhar. Lentamente, aproximo meu rosto do pau dele. Por fim, passo os lábios devagar pela cabeça do pau dele e deslizo minha boca pelo corpo do pênis, chegando até a base.
Ainda bem que não tenho reflexo de vômito.
"Puta merda..." ouço ele gemer.
Começo a mover a cabeça pra cima e pra baixo, com a boca bem apertada em volta do pau dele. Minha língua percorre o corpo do pênis cada vez que subo. Seguro as bolas dele com a mão livre e brinco com elas também, dando a ele provavelmente um dos melhores boquetes da vida dele.
Os gemidos dele se intensificam, só me fazendo chupar ainda mais rápido. Continuo chupando até a base, apesar de nunca ter tido um tão grande antes. É um pouco difícil colocar algo tão grande na boca, mas por não ter reflexo de vômito, na verdade é possível. Se eu tivesse, provavelmente só conseguiria colocar metade, e mesmo assim seria difícil.
Fecho os olhos e me concentro em chupá-lo, deslizando rapidamente a boca pra cima e pra baixo no pau dele, me certificando de dar atenção a cada parte dele.
Sinto ele agarrar um punhado do meu cabelo e puxar minha cabeça pra cima. Estou respirando pesado porque estava muito focada em chupá-lo, mas quando olho pra cima, a cabeça dele está inclinada pra trás e ele está ofegante.
"Porra, quase gozei..." ele geme, o peito subindo e descendo.
Rio e beijo a ponta do pau dele.
"O quê, tava bom demais?" provoco, beijando e lambendo a cabeça.
"Deus, tava muito bom..." ele diz, ainda segurando um punhado do meu cabelo.
Continuo lambendo e beijando a ponta do pau dele enquanto ele descansa, vendo o pau dele se contrair enquanto lambo. Passo a língua pra cima e pra baixo no corpo do pênis, olhando nos olhos dele enquanto faço isso. Agora estou deitada de bruços, chutando os pés pra trás enquanto o chupo.
Sinto a mão dele agarrar minha bunda, que ele apalpa enquanto beijo e lambo todo o pauzão dele. Ele dá outro tapa na minha bunda, e olho pra ele com os lábios enrolados na ponta do pau dele e dou uma risadinha.
Ele dá um tapa na minha bunda de novo, e eu sinto que fico cada vez mais molhada a cada vez que beijo aquela rola. Tudo em que consigo pensar é em montar nele, e não aguento mais. Subo de volta e começo a desabotoar e descer o zíper da minha calça.
— Ficando impaciente, hein? — ele provoca.
— Eu quero tanto montar na sua rola, caralho. — digo, chutando a calça para longe.
Jogo a calça para a frente do carro e deslizo rapidamente a calcinha para fora. Deixo-a no chão e monto no Logan. Ele está segurando o pau, com a cabeça bem na entrada da minha boceta.
Ele esfrega a cabeça para cima e para baixo na minha entrada, me provocando. Finalmente, deslizo para baixo no pau dele, minha boceta aceitando graciosamente toda a rola. Jogo a cabeça para trás enquanto minhas paredes se esticam para acomodar o tamanho dele, e ele agarra meus quadris. Minha boceta está enrolada bem apertadinha no pau dele.
Agarro seus ombros largos e começo a me mover lentamente para cima e para baixo. Ele agarra a nuca e me puxa para mais perto, e começa a me beijar de novo, nossas línguas se chocando enquanto eu cavalgo nele.
Cada vez que eu deslizava para baixo no pau dele, eu sentia formigamentos de prazer se espalharem pelo meu corpo, e tudo em que consigo pensar é em como quero sentir ainda mais. Começo a cavalgar nele ainda mais rápido agora, gemendo na boca dele enquanto o pau dele me estica.
Nunca me senti assim. Tão... selvagem? Não sei como descrever, mas é como se algo dentro de mim tivesse despertado. E essa coisa é uma puta enorme por rola grande e jovem. Eu nunca pensaria em montar no meu marido no carro durante o jogo de futebol do meu filho. Mas aqui estou eu. Felizmente quicando no pau de alguém contra quem meu filho estava jogando, com um tesão do caralho. Tudo com que me importo agora é conseguir o máximo de prazer possível.
Sinto as mãos dele agarrando meus quadris com força enquanto eu cavalgo na rola dele, nossas línguas se batendo, o carro balançando para cima e para baixo com a transa selvagem que está rolando lá dentro. No banco de trás da minivan em que meu filho andava quando eu o levava para os treinos de futebol, estou traindo meu marido. Um carro que tem tantas memórias felizes agora está sendo usado para foder como se eu fosse uma adolescente na noite do baile.
Logan solta meus quadris e agarra minha bunda, abrindo minhas nádegas enquanto eu cavalgo nele. Isso só me faz cavalgar ainda mais rápido, já que me excita ainda mais. O carro agora está cheio dos sons da nossa pele batendo junta enquanto eu desço com tudo no pau dele, apertando-o bem com a minha boceta.
— Porra, você é tão apertada, Lisa! — ele geme, agarrando minha bunda com ainda mais força.
— Você é tão grande! — gemo de volta em resposta.
Logan começa a chupar meu mamilo de novo enquanto eu cavalgo nele, e eu me remexo para que meus peitos fiquem bem na cara dele, quase enterrando o rosto dele entre eles. Enrolo as mãos na nuca dele e continuo cavalgando. Como a boa putinha que sou.
— Ai, meu Deus! — gemo várias vezes.
Não acredito como isso é gostoso! O pau dele continua atingindo minhas partes mais sensíveis, marcando-as como dele. Tudo que posso fazer é continuar cavalgando na rola dele. Cada vez que deslizo para baixo, o prazer se intensifica.
Jogo a cabeça para trás e gemo alto quando ele começa a meter para cima em mim. Ele está alcançando ainda mais fundo agora, e é gostoso demais para eu me mexer. Tudo que posso fazer agora é me concentrar em ficar firme e deixar ele continuar socando para cima na minha boceta. Seguro nele com ainda mais força e fecho os olhos com força.
Consigo ouvir os gemidos abafados dele vindo do meio dos meus peitos, e ele começa a socar para cima em mim com mais força.
— Ai, meu Deus! É tão gostoso, baby! — gemo.
Não era minha intenção chamá-lo de baby, mas meio que escapou sozinho. Acho que ele gostou, porque senti o pau dele pulsar dentro de mim. Acho que vou ter que deixar escapar 'sem querer' de novo.
Ele começa a meter em mim mais rápido, e sinto o prazer borbulhando dentro de mim. Faz anos desde que um homem me fez sentir isso, e estou tão pronta para isso, caralho. Quero gozar gostoso na rola dele, quero tanto. O pau dele continua socando na minha boceta apertada, esticando-a, fazendo com que minha boceta nunca possa esquecer a rola dele.
Seguro nele com ainda mais força, e meus gemidos se transformam em gritos. Fecho os olhos com força e sinto o prazer e a luxúria se espalharem por todo o meu corpo.
Com mais uma estocada forte, o pau dele me leva a um orgasmo aos gritos. Foi o melhor orgasmo da minha vida, de fazer os dedos do pé se curvarem, os olhos revirarem na cabeça, o mais incrível, caralho. Foi o grito mais alto que já dei, e senti minha boceta apertando e soltando o pau dele rapidamente.
Ele continua socando para cima em mim enquanto grito e gozo, não me dando chance de descansar. Ainda bem que era exatamente isso que eu queria.
Ele começa lentamente a diminuir o ritmo conforme meu orgasmo vai passando, até parar completamente. Nós dois estamos ofegantes e suados, mas o pau dele ainda está duro e pronto para mais. Eu, trêmula, desço do pau dele, que está coberto dos meus fluidos.
— Porra... isso foi incrível... — solto, sem fôlego.
— Ainda posso continuar um pouco mais. E parece que você também pode. — ele diz, me empurrando de costas.
Sorrio com isso e abro as pernas para ele.
— Por que não descobrimos? — pergunto, com as pernas bem abertas para ele.
Ainda estou molhada pra caralho, e a visão do pau dele coberto dos meus fluidos está me deixando louca.
Ele alinha o pau com a minha boceta e, em vez de esfregar a cabeça na entrada para me provocar, ele desliza para dentro. Acho que ele não quis esperar, já que sabe como sou gostosa.
O pau dele me preenche mais uma vez, me dando aquela sensação de estar cheia de novo. Enrolo as pernas nele suavemente, implorando para que ele comece a se mover de novo.
Finalmente, ele começa a deslizar lentamente o pau para dentro e para fora da minha boceta, me deixando me acostumar com o tamanho dele de novo. Fico feliz por ele estar começando devagar, mas uma parte de mim só quer que ele meta o mais forte que puder e destrua minha boceta.
— Você é tão gostoso, baby. — digo a ele, inclinando a cabeça para trás.
— Dá para perceber. — ele diz, convencido.
Com isso, ele começa a se mover um pouco mais rápido, uma mão na minha perna e a outra no meu peito direito, apalpando-o.
— Isso... — gemo enquanto ele acelera.
— Você gosta dessa rola? — ele pergunta, o pau deslizando para dentro e para fora da minha boceta apertada.
— Eu amo pra caralho. — respondo.
— Deus, você é tão gostosa... — ele geme.
Enrolo as pernas nele com mais força e sinto que ele aumenta o ritmo ainda mais, agora metendo para dentro e para fora de mim mais rápido e com mais vigor. O carro com certeza está balançando para cima e para baixo agora, deixando óbvio para qualquer um que olhe o que está acontecendo lá dentro. Mas não poderia me importar menos em ser pega agora, só quero gozar de novo.
Meus peitos estão balançando para cima e para baixo agora, e Logan está observando atentamente. Juro que ele começou a ir ainda mais rápido só para poder vê-los balançar assim. Acho que vou tornar isso um pouco mais divertido para ele.
Agarro e aperto os dois mamilos, olhando bem nos olhos dele.
— Você gosta desses peitos, baby? — pergunto, sorrindo enquanto brinco com eles.
— Pra caralho. — ele responde, começando a me foder ainda com mais força.
Inclino a cabeça para trás e solto um gemido baixo e prolongado. Cada estocada faz o gemido ficar mais alto. Minha boceta agora foi basicamente moldada ao formato do pau dele. Depois de experimentar algo tão grande, não tenho nem certeza de como o pau do meu marido vai ser agora.
Ainda não consigo superar que estou traindo meu marido agora. Nem me sinto mal; na verdade, isso deixa o sexo ainda mais quente. Sexo em público já é arriscado, mas trair meu marido E foder alguém que tem a idade do meu filho deixa duas vezes mais quente e ainda mais arriscado. Com certeza vou ter que contar para as minhas amigas sobre isso. Elas vão ficar com tanta inveja de mim!
— Você é uma esposa tão suja. — Logan geme.
— Mmmmm... eu sei... — gemo, aproveitando o pau dele socando em mim.
Enrolo os braços nele também, então agora estamos colados. Ele continua socando minha boceta com sua rola enorme, me deixando louca. Estou gemendo alto no ouvido dele.
— Porra, Logan, você é tão GOSTOSO! — gemo.
Ele geme no meu ouvido, seu hálito quente me dando arrepios. Estou sentindo as costas musculosas dele enquanto ele soca o pau em mim, minhas unhas cravando nas costas dele.
— Eu amo tanto a sua rola, caralho! — grito.
O pau dele continua atingindo as partes mais profundas da minha boceta, e tudo que posso fazer é ficar deitada e aguentar como a esposa putinha que sou. Consigo ouvir algumas comemorações lá fora, então acho que alguém marcou um gol, mas volto a me concentrar na rola dentro de mim.
Ele continua metendo para dentro e para fora, me fazendo gemer e gritar o nome dele como uma putinha. E eu amo isso pra caralho. Esse é exatamente o tipo de sexo que eu queria, e nunca soube que alguém da idade do meu filho seria quem me daria isso. Independentemente disso, ele é maior que meu marido e é muito mais gostoso. Só posso esperar que o time dele e o do meu filho joguem de novo.
Ele começa a meter de forma mais errática, e percebo que ele está perto de gozar. Eu também estou chegando perto, e quero gozar tanto. Começo a pensar e me lembro de que hoje é um dia seguro. Ah, ele vai amar ouvir isso pra caralho.
— Logan, você pode gozar dentro de mim... — gemo, enrolada bem apertadinha nele.
— Hã? Sério? — ele pergunta, animado.
— S-SIM! É dia seguro... então você pode— ai, meu DEUS!— então você pode gozar dentro de mim... — grito.
— Porra, sim! — ele geme, socando em mim sem parar.
Sinto que estou perto de gozar de novo, e a ideia de ser preenchida com o seu esperma quente é o que me leva ao limite. Enquanto gozo, minha boceta aperta o pau dele com força, como se implorasse para a rola dele gozar.
E funciona. Ele me enche com seu esperma, jato após jato me enchendo com sua porra quente. Continuo gozando gostoso na rola dele enquanto ele me enche, e ele não diminui o ritmo nem um pouco.
Ele solta um gemido sexy no meu ouvido enquanto goza, enquanto tudo que posso fazer é gemer de forma incompreensível enquanto chego ao clímax. Enquanto gozamos juntos, ouço a multidão lá fora comemorar de novo, junto com um apito.
Com uma última estocada, ele para de se mover e fica dentro de mim, descansando. Ainda estou enrolada nele com força, minha boceta dolorida ainda agarrando o pau dele. Relaxo e me desenrolo dele, e ele desliza lentamente para fora.
Ele se levanta e está ofegante.
— Isso foi... tão gostoso, caralho... — digo, ainda absorvendo tudo.
Logan olha em volta, pega um pedaço de papel e um lápis do banco de trás e rabisca algo.
— O que você está escrevendo? — pergunto, curiosa.
— Meu número. Caso meu time não enfrente o time do seu filho, a gente ainda pode marcar um encontro. Tenho certeza de que você vai estar com saudade da minha rola em breve. — ele me diz, sorrindo.
Sorrio de volta. Ele está certo, vou estar desejando a rola dele em um dia, provavelmente.
Ele coloca o papel no banco da frente e começa a se vestir. Observo seu corpo gostoso se esticar e flexionar enquanto ele veste as roupas.
— Bom, acho que vou sair primeiro. Então, a gente vai fazer isso de novo, certo? — ele me pergunta.
— Com certeza, porra. — digo a ele, ainda exausta do sexo.
— Isso aí! Bom, é só me mandar mensagem quando puder. Vou indo agora. — ele me diz, enquanto abre a porta e a fecha atrás de si.
Fico deitada ali por um tempinho, antes de me levantar. Um pouco de porra escorre da minha boceta.
— Merda. Devia ter feito ele gozar na minha boca. — murmuro para mim mesma.
Não tem nada para limpar, então tenho que deslizar a calcinha, sentindo a porra escorrer para dentro dela. Me visto e saio, apesar do meu cabelo estar uma bagunça.
Volto para o campo e vejo que a partida já terminou. Olho para o placar e vejo que o time do meu filho perdeu por 3 a 4.
— Porra. — penso comigo mesma.
Vejo meu filho voltando dos vestiários e o informo que o time dele perdeu. Ele fica um pouco chateado, mas se recupera bem rápido.
— Ainda foi um jogo divertido! Além disso, ainda tem a próxima! — ele diz.
Sorrio, e entramos no carro para nos prepararmos para ir para casa.
— Ei, está meio cheiroso aqui dentro... — meu filho diz, cheirando o ar.
— A-ah é? Não estou sentindo nada. — digo, tentando disfarçar.
Enquanto estamos indo embora, vejo Logan parado ali. Ele vê meu carro, sorri e acena um adeus para mim.