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Incesto

Finalmente, Dia das Mães Cap. 01

Danielli_chapter15 min

Finalmente, o Dia das Mães chegou.

Eu estava animado para tratar minha mãe como a rainha que ela é. Desde que me lembro, somos só nós dois. Ela poderia facilmente ter se casado de novo, mas nunca o fez. Sempre que eu perguntava sobre isso, ela me dizia que eu era tudo o que ela precisava.

Crescendo com hormônios à flor da pele, ela sempre foi o centro das minhas fantasias. Ela tem a bunda mais linda em formato de coração. Às vezes, enquanto esperava ela cozinhar, eu sentava à mesa e admirava sua silhueta por trás. Eu adorava quando ela usava spandex ou calças de yoga, mas seu melhor atributo provavelmente eram os seios. Eu bisbilhotei o quarto dela quando ela não estava em casa, e ela usa sutiã 48. Ela e minha avó sempre chamavam isso de maldição. O corpo dela meio que me lembrava a estrela pornô Holly Halston, e o rosto era parecido com o da Sienna West, com olhos verdes cintilantes. Ela é a MILF mais fofa e sexy que já vi. Sempre fui protetor com ela, o que era bom porque ela nunca namorou, passava todo o tempo trabalhando, na academia ou em casa comigo. Nunca entendi por que ela recusava outros caras, acho que ela estava tão feliz com a nossa vida. Eu não me importava.

Enfim, então é Dia das Mães.

Coloquei o despertador para as 8h, mais ou menos meia hora antes de ela acordar, e fiz o café da manhã. Eu tinha planejado por várias noites que faria o café para ela. Levantei, escovei os dentes e me vesti. Eu sempre ficava sem cueca em casa, então coloquei um shorts largo e uma camiseta cortada. Não tenho músculos enormes nem nada, mas sou definido. Depois de preparar o café, coloquei no prato sobre a mesa, peguei meu cartão de Dia das Mães e esperei por ela. Por volta das 8h30, como esperado, minha mãe veio para a cozinha. Ela estava com uma regata verde e shorts cinza curtos. Olhou para a mesa e depois para mim.

"Awwww, querido, você fez café para mim? E um cartão? Obrigada!" E ela me deu um abraço apertado. Adoro sentir o corpo dela contra o meu. Dava para perceber que ela não estava de sutiã, então naturalmente comecei a ficar duro. Dei um beijo na bochecha dela e me afastei. Ela estava feliz como sempre. Adorava vê-la feliz porque ela tinha o melhor sorriso. Sentei à mesa com ela e comi a comida que eu mesmo preparei.

"Não acredito que você fez café para mim! Muito obrigada. Sei que hoje vai ser um ótimo dia."

"É o seu dia especial, mãe. Hoje é tudo sobre você. Vou tratá-la como a rainha que você é. Sou seu servo por um dia."

Eu ri, "Seu desejo é uma ordem."

"Tá bom, querido, pode começar recolhendo a mesa e lavando a louça quando eu terminar." Ela riu, agradeceu e subiu as escadas. Não pude evitar de observar cada passo que ela dava.

Depois de lavar a louça, fui para o meu quarto e voltei a dormir até minha mãe bater na porta.

"Entre!" eu disse meio dormindo.

Rolei e a vi parada na porta. Ela estava com uma blusa vermelha justa e minhas calças de spandex favoritas, mas o que eu mais amava era vê-la com o cabelo preso em um rabo de cavalo.

"Oi, querido, vou fazer um treino rápido, quer vir comigo?"

"Dessa vez não, mãe. Estou bem cansado, acordei cedo então vou tirar uma soneca."

Ela fez um bico, mas caminhou em minha direção,

"Tá, então me dá um beijo."

Ela veio até mim para me dar um beijo e eu juro que o canto dos lábios dela tocou os meus, mas ela não reagiu e se virou e saiu.

Cerca de uma hora depois, ouvi a porta da frente abrir, então me levantei para usar o banheiro. Alguns minutos depois, mamãe gritou para mim do sofá:

"Jimmy, vem cááá! Preciso de você."

Ela estava deitada no sofá, recostada no braço. Ainda usava a blusa vermelha justa e a spandex preta, cortada logo acima do tornozelo.

"Sim, mãe?"

"Você é meu servo hoje, né? Meus pés doem, faz uma massagem." Para esconder minha empolgação, fiz uma cara de dúvida e disse: "Sei não, mãe... Seus pés fedem", e nós dois rimos.

"Vai, bebê, você disse que eu sou sua rainha hoje."

"Tá bom, então." E me sentei.

"Vai buscar minha loção no armário do banheiro."

Eu sabia exatamente onde estava, mas fingi que não. O cheiro era igual ao dela depois do banho, então muitas vezes eu usava quando me masturbava. Naquele momento, quase fiquei duro só de sentir o cheiro.

Voltei para o sofá, ensaboei as mãos e comecei a massagear o pé direito dela.

"Adoro o cheiro disso, você não gosta, querido?"

Sorri e concordei.

"Só queria que os frascos fossem maiores. Juro que essa loção acaba rápido demais."

Tentando não levantar suspeitas, ri e disse:

"Nossa, que loucura. Mas enfim, o cheiro é bom."

"Ah, tanto faz. Não tenha medo de colocar mais se precisar."

Os dedos dos pés dela estavam lindamente pintados de verde. Ela tinha pés muito bonitos e, por causa disso, desenvolvi uma leve tara por pés ao crescer. Comecei pela base do pé e ela deu uma risadinha. Então ela tinha cócegas. Isso ia ser divertido. Continuei massageando e, de vez em quando, arranhava de leve ou roçava suavemente. Toda vez, ela ria e puxava o pé de volta. Depois de uns cinco minutos disso, comecei a massagear só os dedos. Apertar cada dedo individualmente me deixou muito duro. Ela começou a murmurrar:

"Uuuuh, isso é tão bom. Sou tão sortuda de ter você me tratando como uma rainha."

"Mãe, é o MÍNIMO que posso fazer. Você sabe que te amo mais que tudo."

Ela sorriu de orelha a orelha e mordeu um pouco o lábio,

"Eu também te amo. Agora começa no outro pé."

Enquanto eu segurava o pé direito dela, o pé esquerdo caiu no meu colo, bem em cima do meu pau. Eu engasguei de tão surpreso. Desviei o olhar dos pés dela e olhei para ela. Estava deitada de olhos fechados, mordendo o lábio inferior sorridente. Respirava devagar, os peitos enormes subindo e descendo a cada respiração. Ela estava tão gostosa que eu poderia realizar todos os meus sonhos ali mesmo.

Ela abriu os olhos:

"Ué, alô? Por que você parou, bebê? É tão bom. Continua."

Ela sorriu para mim e fechou os olhos de novo enquanto eu recomeçava.

Comecei de novo e o pé esquerdo dela roçava para frente e para trás no meu pau duro. Eu tinha que terminar rápido.

Entre os gemidos suaves dela e os pezinhos fofos no meu volume, eu estava pronto para gozar.

"Tá, terminei."

"Tá bom, querido, foi realmente muito bom, você devia massagear meus pés mais vezes."

"Fico feliz que gostou. Quero que você se sinta amada todos os dias, então se é isso que você quer que eu faça, eu farei."

"Você é doce demais comigo, bebê. Te amo tanto."

Com isso, notei os mamilos dela marcando a blusa.

"Também te amo, mãe."

Me levantei e, com pouco esforço para esconder o volume no shorts, fui para o meu quarto. Estava louco para bater uma, mas sabia que mais coisas estavam reservadas para este feriado, então decidi esperar para à noite poder gozar litros quando me masturbasse...

Minutos depois, minha mãe foi para o quarto dela. Já tinha pensado antes em instalar câmeras no quarto dela. Agora seria o momento perfeito para observá-la, já que ela estava com tesão. Alguns minutos depois, ouvi o chuveiro ligar.

Eu estava ficando com fome, então achei que seria uma boa hora para começar o jantar. Como era um dia especial, coloquei duas velas na mesa e mais algumas na sala, que ficava ao lado da mesa onde comemos. Depois que a comida ficou pronta, voltei para o quarto e peguei uma calça jeans e uma camisa polo para vestir. Depois de colocar a calça, ela entrou no meu quarto usando um vestido verde de verão, uma graça. Combinava com os dedos dos pés e os olhos dela. Ela estava deslumbrante. Olhou para o meu torso nu e disse timidamente:

"Vi o que você fez na sala. Estou tão animada para o nosso jantar, bebê, obrigada." E me deu um abraço.

"Eu te amo."

"Também te amo. Feliz Dia das Mães."

Caminhamos até a mesa e começamos a refeição. Comemos e conversamos sobre o Dia das Mães e o quanto eu cuidava dela. Ela ficou lisonjeada e gostou da comida. Depois que terminamos, ela foi até o rádio e ligou uma música lenta.

"Dança comigo, Jimmy."

Eu suspirei,

"Só porque é Dia das Mães." E sorri.

Passei os braços pelas costas dela e ela colocou os dela abaixo dos meus, na região lombar. Nós apenas nos abraçamos, balançando de lado e para trás, como já tínhamos feito antes. Estávamos basicamente nos abraçando. Comecei a ficar duro e ela claramente podia sentir. Ela se inclinou contra mim, favorecendo a área da minha virilha. Não havia espaço nenhum entre nós. Ela encostou a cabeça no meu peito. Começou a respirar pesadamente pelo nariz, me cheirando, e reposicionou os braços. Estávamos nos segurando com força, e a música acabou. Continuamos nos abraçando depois que a música terminou, simplesmente parados nos braços um do outro. Então ela se afastou um pouco, abrindo espaço. Olhei para ela e ela estava olhando para baixo. No momento em que olhou para cima, nós nos beijamos.

"Eu te amo tanto. Você é tudo o que eu vou precisar, bebê."

Nossos lábios estavam unidos. Rapidamente, ao mesmo tempo, abrimos a boca. Aquilo não era mais inocente. Começamos a nos beijar como amantes. Coloquei as mãos na bunda dela e apertei. Ela gemeu na minha boca.

"Jimmy, vamos sentar... No meu quarto."

Eu a peguei no colo, braços e pernas enrolados em mim, e fomos para o quarto dela. Deitei-a na cama e comecei a beijá-la de novo.

"Eu te amo."

"Também te amo."

Ela se levantou da cama e ficou de pé. Olhando nos meus olhos, puxou o vestido por cima da cabeça. UAU. Ela estava com um conjunto de lingerie verde combinando. Combinava perfeitamente com os olhos e as unhas dos pés. Ela veio até mim, puxou minha camisa por cima da cabeça, me empurrou para trás e subiu em cima. Alcancei as costas dela e desabotoei o sutiã. Minha mãe sorriu para mim enquanto eu tirava o sutiã.

Meu pau deu um pulo quando ela revelou os seios nus. Os 48 dela eram lindos.

"Você estava tão duro para mim quando estava me massageando. Não pude acreditar. Soube ali, naquela hora, que tinha que ver isso."

Ela sentou ao meu lado e desabotoou minhas calças. Puxou meu pau para fora. Meu pau de dezesseis centímetros e meio parecia mais duro do que nunca.

"A mamãe está querendo provar o pau do seu bebê há tanto tempo."

Fiquei um pouco surpreso por ela se chamar de mamãe, mas, sinceramente, de alguma forma, isso me deixou ainda mais duro.

Sem quebrar o contato visual, ela caiu de joelhos, na altura dos olhos com meu pau.

"Você está pronto, bebê?"

Engoli em seco.

Ela me lançou um olhar maternal e me tranquilizou:

"Tudo bem, querido. Não fica nervoso, sou só eu."

"Você é tão linda, mamãe."

Ela riu e lambeu das bolas até a haste.

Eu estava recebendo um boquete da minha mãe. Ia gozar rápido. Ela percebeu e parou.

"Aghhh, mãe, não para de me chupar."

"Tudo bem, bebê. Você não quer sentir seu pau entre os peitos da sua mãe? Eu sei que você adora olhar para eles."

Puxei-a para cima e dei um beijo profundo.

"Uuu, bebê, você é tão safado. Não tem medo de provar seu próprio pré-gozo?"

"Mãe, só porque sou jovem não significa que sou imaturo."

Ela riu e tirou o sutiã. Os mamilos dela eram tão grandes e duros.

Beijei-a de novo e a recostei na cama. Montei nela e olhei para seu rosto sorridente, com aqueles olhos verdes me dizendo o quão feliz ela estava.

Então, finalmente, esfreguei meu pau entre os peitos dela. De alguma forma, nunca quebramos o contato visual o tempo todo.

Depois de alguns minutos, tive que dizer:

"Mãe, estou quase gozando."

"Tudo bem, bebê, continua."

Por um momento, fiquei triste ao sentir aquela sensação nas bolas, mas tinha que gozar uma hora.

Dei um passo para trás e deixei os jatos caírem no rosto dela.

"Ah, mira na minha boca, bebê."

Depois dos primeiros jatos na testa e bochechas, realinhei e coloquei o resto da porra na boca aberta dela. Parecia que eu estava gozando para sempre, e então ela fechou a boca em volta da cabeça do meu pau e chupou até a última gota. Foi incrível olhar para minha linda mãe coberta de porra com meu pau na boca dela.

Finalmente, ela parou.

"Uau, bebê, isso foi tanto. Estou realmente impressionada!"

Ela disse, pegando minha porra do rosto com os dedos e colocando na boca.

"Também tem um gosto bom, bebê."

"Uau. Então você não está brava? Desculpa, eu não pedi antes. Simplesmente aconteceu."

"Tudo bem, querido. Com o quão bom você foi para mim hoje, como eu poderia ficar brava com você?"

Enquanto eu estava ali de pé sobre minha mãe radiante, olhando nos olhos dela, quase ao mesmo tempo, nós dois olhamos para meu pau.

Ela engasgou:

"Jimmy, como você ainda está duro? Você acabou de gozar tanto."

"Você é a mulher mais linda que já vi, mãe. Tenho uma queda por você desde a adolescência. Claro que ainda estou duro."

Ainda olhando para meu pau, mamãe recuou na cama, tirou a calcinha e se deitou de costas.

"Vem aqui, Jimmy. Preciso de você. Dá para a sua mamãe o que ela realmente quer de Dia das Mães."

Subi na cama e deitei em cima dela. Começamos a nos beijar apaixonadamente. Não resisti e tive que apertar os seios perfeitos dela com as mãos. Ela gemeu na minha boca e agarrou meu membro. Interrompendo o beijo, disse:

"É agora, Jimmy. Preciso que você me foda. Fode a sua mamãe, bebê."

Me inclinei e bati na boceta dela com meu pau. Estava tão molhada. Deslizei para dentro e nós dois suspiramos de alívio.

"Porra, mãe, você é tão apertada."

"Isso, bebê. Sou sua, me toma."

Ela disse, enrolando as pernas ao meu redor.

Comecei a meter para dentro e para fora. A cada estocada funda dentro dela, a boceta dela parecia me agarrar, como se me dissesse para não tirar.

Eu sabia que não ia durar muito por causa da excitação, então queria fazer as estocadas valerem a pena. Empurrei os calcanhares dela para o lado e, sem sair de dentro, me inclinei para trás e coloquei os calcanhares dela nos meus ombros.

Os olhos dela se arregalaram, pois ela sabia o que estava prestes a acontecer. Beijei a lateral do pé esquerdo dela enquanto tirava lentamente. Ela riu.

"Mmm, então você realmente tem fetiche por pés, hein, que--"

Eu meti com força, fazendo-a parar de falar.

E fiz de novo e de novo, olhando fundo nos olhos dela enquanto a fodia com toda a força.

*plaft* *plaft* *plaft*

Estávamos fodendo alto, com nossos corpos colidindo um contra o outro.

Mas, por mais que eu tentasse segurar, era a hora.

"Mãe, vou gozar."

"Mmm, não para, bebê. Continua, tudo bem. Por favor, não para de me foder."

Toda a razão foi para o espaço e eu apenas martelei nela como ela pediu até gozar.

Beijei e lambi o outro pé dela enquanto esvaziava minhas bolas dentro dela.

Tirei e nós dois pudemos ouvir o estalo.

Mamãe e eu nos olhamos por alguns segundos e então ela começou a chorar.

"O que foi, mãe? Desculpa, você está chateada comigo?"

Soluçando entre as palavras, ela disse:

"Não, bebê. É que estou tão feliz. Nunca senti um amor assim e estou tão feliz! Não consigo me conter. Desculpa, querido, você deve me achar louca."

"Tudo bem, mãe. Você não precisa chorar. Eu também te amo muito. Estou tão animado para o nosso futuro juntos."

Mamãe parou de chorar.

"Nosso futuro?"

Deitei ao lado dela e ela se aninhou em mim, com a cabeça no meu peito e uma perna sobre a minha. Pude sentir minha porra escorrendo dela e indo para mim. Sei que ela também sentiu, mas nenhum de nós disse nada.

"Claro que nosso futuro, mãe. Mal posso esperar para te tratar como a rainha que você é. Já te disse. Esta noite é só o começo... Se estiver tudo bem para você?"

Mamãe olhou para mim, mostrando aquele sorriso que eu tanto amo.

"Não quero nada mais, bebê."

E nos beijamos apaixonadamente de novo, como dois amantes nus.

Ela se afastou, rindo, e disse:

"Uau, este é realmente o melhor Dia das Mães de todos!"

Eu também ri:

"Sim, feliz Dia das Mães, mãe."

Sorrindo, eu a beijei e recostei a cabeça no travesseiro até adormecermos, entrelaçados um no corpo nu do outro.

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