Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

Estrada para o Sol Cap. 09

maira_9925 min

— Bom dia, raio de sol! Parece que você teve uma noite difícil ontem! Você está bem? — perguntou Geraldine.

— Dormi como uma pedra, vó. E me sinto bem. Como a senhora está esta manhã? — Tess perguntou. A verdade era que ela se sentia exausta. Nunca, em toda a sua curta vida, tivera tantos orgasmos como na noite anterior. A intensidade daquela sequência alucinante de orgasmos convulsivos, um atrás do outro, cobrou seu preço e ela acabou desmaiando. Mas isso não era algo que ela fosse contar para a avó!

— Estou bem, querida. Café quentinho na cozinha, se estiver a fim.

— Obrigada, vó! Isso soa ótimo! — Tess passou pelo que deveria ser a sala de estar, mas era mais parecido com um museu. Estava repleto de artefatos nativos americanos que fariam historiadores babarem. Cada espaço disponível no cômodo tinha algo. Como a velha manta que estava pendurada nas costas da cadeira favorita da avó. As peças estranhas que abarrotavam a prateleira da lareira eram as mais perturbadoras do conjunto e ela fez o possível para não olhar para elas enquanto passava para a sala de jantar. Esta era decorada com mais bom gosto, mas ainda parecia um museu.

A cozinha ao menos era normal. Ela pegou uma xícara no escorredor e despejou o líquido preto de cheiro delicioso. Estava quente, embora um pouco mais forte do que ela gostava, mas ela engoliu a xícara para acalmar a garganta seca. Ficou olhando pela janela acima da pia, contemplando a vista incrível. Montanhas cobertas de neve com o lago superior dominando o panorama. No entanto, sua mente repassava a noite anterior.

Começara com uma fantasia de Rachel, a ruiva gostosa, lambendo um de seus mamilos e dedilhando sua boceta. Rapidamente se transformou em James fodendo-a implacavelmente de quatro enquanto ela estava deitada sobre sua irmã, Mariah. Foi a primeira vez que pensou em James fazendo sexo com ela. Ela o encontrara apenas uma vez, mas o achara muito bonitinho no começo. Depois que ele flertou com ela quando estava indo embora, a fofura virou tesão. Depois que ele partiu, ela teve dificuldade em não pensar nele.

Ela foi até a cafeteira, pegou outra xícara de café e sentou-se à mesa da cozinha. Respirou fundo algumas vezes e bebericou o líquido quente. Fechou os olhos e tentou se acalmar. Estava ficando excitada e perturbada só de pensar em James. Sua boceta ainda estava dolorida da noite passada, mas também ansiava por tê-lo fodendo-a de verdade.

**

Mariah estava um caco. Passou várias horas ao telefone conversando com sua gêmea. O toque insistente a forçou a se levantar. A conversa que teve com a irmã sobre a experiência compartilhada da noite anterior a deixara num estado que ela nem conseguia começar a achar uma palavra para descrever! 'Excitada' não era nem de longe forte o bastante! Quando Tess contou que estava sendo fodida por James de quatro enquanto ela estava deitada sobre ela, fodendo-a até desmaiar, foi quase a mesma coisa que aconteceu com ela. No entanto, era ela sendo fodida de quatro e não deitada cara a cara com Tess, mas com ela numa posição de sessenta e nove.

Ela teve que admitir que parecia tão real quanto possível. Agora, lá estava ela, toda agitada, num frenesi, e sua boceta estava dolorida demais para fazer algo a respeito! Sabia como a irmã se sentia. Ela também precisava de James e o queria agora mais do que nunca! Seus pensamentos vagaram para a vez em que o parara no trânsito. E sabia, sem sombra de dúvida, que se acontecesse de novo, ela o foderia ali mesmo! Não importava se estivesse à vista de todos! Mesmo que fosse no meio da cidade na hora do rush!

Ela respirou fundo outra vez e tentou se acalmar. Levantou-se e foi tomar um banho frio. Tinha que encontrá-lo! Tinha lugares para verificar e tempo a perder com pensamentos desejosos. Era hora de tornar seus desejos realidade! Era hora de verificar os acampamentos.

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Rachel estava bem acordada depois de cair da cama. Era algo que ela não fazia desde que era pequenina. Ficou um pouco envergonhada, mas feliz por não haver ninguém por perto para ver. Levantou-se, esfregou o quadril dolorido e foi para o banheiro fazer sua rotina matinal. Enquanto estava no chuveiro, sua mente repassou os flashes eróticos com os quais se masturbara na noite anterior. Como todas as suas fantasias, eram flashes rápidos que saltavam de um encontro erótico para o próximo. Pessoas fazendo coisas com ela e depois fazendo outra coisa com outra pessoa. Essa era a parte estranha. James fazendo sexo com as outras mulheres. Ela sacudiu os pensamentos da cabeça e se enxaguou.

Quando estava vestida, pegou seu laptop e começou uma busca pelos Cromwells. Verificou: N.C.I.C. (Centro Nacional de Crimes e Informações), o D.M.V. local (Departamento de Veículos Motorizados) e todos os sites de redes sociais em que conseguia pensar, tudo em vão. Olhou a hora no laptop e era pouco mais de 11h, então decidiu que era hora do almoço.

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James tinha acabado de deixar um carrinho de mão cheio de cascalho para a equipe que trabalhava no acostamento da estrada quando ouviu o Sr. Cooper gritar seu nome. Quando chegou à caminhonete do chefe, pulou para dentro conforme solicitado.

— Jimmy, temos um problema! — disse o Sr. Cooper com seu forte sotaque sulista. Embora James também tivesse sotaque sulista, o do Sr. Cooper era muito mais carregado.

— Fiz algo errado?

— Não, meu rapaz! Você é a única coisa que deu certo na última semana! Chamei você porque preciso pedir sua ajuda!

Ele ficou aliviado por não ser problema.

— E no que posso ajudá-lo hoje?

— Conhece alguém que precise de emprego?

— Bem, minhas irmãs estão procurando trabalho.

— Não, não posso usar mulher. Não preciso dos peitos pulando e das bundas rebolando distraindo os caras. Já estamos atrasados, não preciso dessa complicação! — ele riu.

James não gostou nada da atitude machista dele, mas também achou que poderia ser má ideia ter as irmãs trabalhando ali. Se um dos caras dissesse ou fizesse algo que ele não gostasse, alguém acabaria machucado.

— Bem, somos novos na área, então ainda não conheço ninguém. Desculpe por isso!

— Não se preocupe, Jimmy, meu rapaz! Todo mundo aqui é de fora do estado! — Ele riu.

James não gostava muito de ser chamado de 'Jimmy' e gostava menos ainda dessa porcaria de 'meu rapaz'! O texano definitivamente tinha um jeito de irritá-lo toda vez que abria a boca, mas James mordeu a língua e aguardou sua hora.

— Bem, de qualquer forma, quero que você opere a pá carregadeira!

— Eu... eu nunca usei nada assim antes! — ele protestou.

— Não se preocupe, meu rapaz! Eu vou te ensinar! Já que perdemos o Troy, preciso de alguém que ouça e faça o que lhe mandam! Sei que você consegue lidar com isso!

— E...stá bem. Quando começamos?

— Agora mesmo! Preciso que você entre e molhe os pés! Sei que está frio como o rabo de um escavador de poços aqui fora, mas quanto antes eu te puser para funcionar, melhor para nós!

Ele apenas acenou com a cabeça e seguiu-o até a máquina grande, subindo atrás do Sr. Cooper. James não tinha certeza se estava preparado para aquilo, mas daria uma chance de qualquer jeito.

— Agora, a primeira coisa que você precisa fazer é...

**

Claire acordou sobressaltada. Tinha uma sensação terrível de que algo estava errado. Sentou-se e olhou ao redor do quarto para ver se encontrava o que era. Foi então que notou o pedaço de papel pendurado na prateleira da lareira. Foi também quando notou a hora. O relógio estava sendo usado como peso de papel e era quase meio-dia! Ela pulou da cama, acordou as irmãs ao tropeçar nelas e foi ler o bilhete.

Bilhete: Ei, mana, a papelada dos carros está no envelope junto com dinheiro e não se esqueçam de tirar as carteiras de motorista de vocês! Com amor, sempre, James

O fogo estava quase apagado e os irmãos decidiram deixar assim. Não precisavam reacendê-lo só para fazer uma cafeteira. Limparam-se rapidamente com a água gelada da torneira, mas não sem reclamações constantes. Vestiram-se mais rápido que o normal e Claire tinha certeza de que o irmão ficaria impressionado. Estavam no SUV às sete e treze da tarde.

Quando ligou o carro, ela notou que o medidor de gasolina estava no vazio. Então a primeira parada foi para abastecer e comprar café na pousada. Enquanto as gêmeas brigavam pelo espelho de maquiagem no quebra-sol do passageiro para se maquiarem, ela cuidou do portão. Quando chegaram à pousada, Cindy abasteceu, Melody entrou para pagar e comprar café e ela fez sua própria maquiagem.

**

Rachel estava sentada no restaurante comendo um hambúrguer de queijo e bebendo root-beer. Suas batatas fritas foram a primeira coisa que devorou depois de mergulhá-las em mostarda. Ela não foi nada feminina ao devorar o enorme hambúrguer de bisão. Era simplesmente bom demais, tão suculento e empilhado com: dois hambúrgueres, alface, tomate, picles, cebola e mostarda. Sem aquela porcaria de ketchup! Ela não suportava aquilo. Olhou pela janela enquanto bebia e notou as gêmeas entrando em um SUV azul de quatro portas. Ela derrubou a bebida e correu para tentar alcançá-las antes que fossem embora. Não chegou a tempo, mas conseguiu anotar a placa do veículo da Geórgia.

Seus ombros se curvaram enquanto olhava para o chão ao voltar para dentro. Ela teria pulado no carro e as seguido, mas deixara as chaves e a bolsa lá dentro. Estava prestes a voltar para a mesa quando se virou e foi ao banheiro. Quando se olhou no espelho, ficou horrorizada! O rosto estava coberto de gordura e mostarda! "Ai, meu Deus!" Lavou o rosto vigorosamente e se recriminou por ser tão porca. Se tivesse conseguido alcançá-las com aquela aparência, teria morrido.

**

— Juro! Acho que aquela ruiva estava tentando nos pegar! — implorou Cindy.

— Pode ser, mas temos coisas para fazer! E não vou voltar! — afirmou Claire.

Melody apenas sorriu, tomou um gole de café e olhou pela janela. Ela não saía muito da cabana e estava apreciando a paisagem. A encosta tinha uma leve camada de neve e, com um pouco de neve nos pinheiros, isso a fez pensar na época de Natal. Foi quando viu uma placa. Ela não conseguia pronunciar o nome na placa porque achava que estava em Blackfeet, mas conseguia ler a parte 'Pousada'.

— Quanto será que custaria para nós quatro ficarmos naquela pousada durante as festas? — ela perguntou em voz alta. Mais para si mesma do que para alguém específico.

— Que pousada? — Claire perguntou.

— Aquela com colunas. — respondeu, apontando para um prédio bastante grande com colunas ornamentadas.

— Achei que fosse a casa de alguém, não uma pousada! — disse Cindy, admirada.

— Vamos parar ali e perguntar se precisam de ajuda. — Claire respondeu. — Mas podemos fazer isso depois de resolver todo o resto.

Melody olhou as indicações que o rapaz da pousada lhes dera para o D.M.V. e disse para Claire seguir reto no cruzamento em T.

**

James estava se divertindo muito. Operar a parte da retroescavadeira da pá carregadeira não era fácil, mas ele estava pegando o jeito. O Sr. Cooper o deixara e agora o estava orientando sobre como ele precisava mover a caçamba para a próxima escavada. Bastava mover um controle para o lado e outro para a frente. Não era fácil, mas ele agora estava confiante o bastante para saber que realmente poderia operar aquela máquina sozinho, se precisasse.

Ficou muito satisfeito quando seu chefe lhe disse que daria um adicional de mil dólares por semana por ser operador de equipamento pesado. Ele estaria a quatrocentos dólares de quatro mil ao final das duas semanas. Sabia que, se precisasse, poderia esticar isso para durar uns seis meses. Só comida, claro, mas os faria passar o inverno, com sorte!

James passou as quatro horas seguintes feliz trabalhando até um alarme soar.

— Desliga ela, Jimmy! Seja rápido, meu rapaz!

Ele desligou o motor e ficou ali, mortificado, achando que tinha estragado aquele equipamento pesado de alguma forma.

— Não fique com essa cara tão fechada, meu rapaz! Só precisa deixar a velha senhora descansar um pouco. Ela não é mais uma franguinha, meu rapaz! Não pode montar nela como se fosse uma potranca. — Ele riu.

Enquanto esperavam a pá carregadeira esfriar, seu chefe lhe ensinou como fazer a manutenção. Como engraxar as juntas e os sistemas hidráulicos; onde verificar o óleo e como trocá-lo. Seu chefe lhe falou sobre combustível diesel e os problemas de solidificação. E uma tonelada de outras coisas que James absorveu como uma esponja.

Ele estava radiante com tudo o que acontecera naquele dia! Mais dinheiro e treinamento eram vantagens, mas a melhor coisa que aconteceu foi quando seu chefe lhe falou de um bônus se o projeto terminasse antes do prazo. Mais cinco mil quase lhe deram uma ereção. Ele sabia que era outra cenoura sendo balançada na sua frente, mas não conseguia imaginar aquilo acontecendo. Quando James entrou, eles já estavam com três pessoas a menos. Com Troy fora, eram quatro. Teriam que dar duro para terminar o trabalho a tempo, quanto mais antes do prazo. Cinco mil era uma baita cenoura! Não sabia como faria, mas daria o seu melhor.

Seu chefe então lhe ensinou a dirigir a máquina, fazendo-o levá-la até a área onde ficava estacionada durante a noite. Foi quando seu chefe lhe desejou uma ótima noite. Quando olhou para o relógio, já passava das seis. Ele balançou a cabeça, deu boa noite e caminhou até sua caminhonete.

**

A nova torre de vigia, pela qual Mariah caminhava agora pelo parapeito, era ao menos mais perto da reserva. Ela só pudera verificar cinco dos sete acampamentos na área antes de ter que voltar à torre. Lembrou-se de James dizendo que estava acampando, mas não disse onde. A Torre 104 era como todas as outras, a única diferença real era a localização. O meio do nada! Os acampamentos em volta dessa área eram primitivos. Sem água e sem banheiros. Era uma aposta arriscada esperar que ele estivesse num deles, mas sua ânsia de encontrá-lo não deixaria pedra sobre pedra. Sua determinação não diminuíra nem um pouco enquanto ela reduzia a lista de possibilidades.

Sabia que precisava trabalhar de forma mais inteligente, não mais difícil. 'Ele está com as irmãs, se são gente da cidade... água e banheiros. No entanto, podem ter um trailer.' Pensou em voz alta.

Ela conhecia uma forma infalível de encontrá-lo: ir ao canteiro de obras. Mas essa ideia a fazia sentir-se como uma perseguidora. Poderia ser sua única chance, no entanto. Os acampamentos do Parque Nacional fechariam no fim de semana seguinte e a construção deveria terminar na sexta anterior. Era possível que James já tivesse suas coisas na casa nova, mas estivesse aproveitando para acampar enquanto podia, mas isso também não soava certo. Sly Fox teria notado coisas novas.

Nove horas não estava muito longe, então ela poderia ir para casa e passar seus dois dias de folga verificando os acampamentos ao redor de St. Mary's. Odiava a ideia de ter que voltar até aqui embaixo pelo resto da semana, mas, paciência. Ela se virou e caminhou em direção aos degraus que levavam ao nível do solo, depois fez uma pausa antes de pisar no primeiro degrau. Uma ideia surgiu em sua cabeça. Talvez enquanto estivesse em casa, desse uma olhada na casa nova dele.

**

Observar sua neta, Tess, mostrara-se muito divertido para Geraldine. A jovem de vinte e dois anos estava quase tão inquieta quanto uma criança na pré-escola no dia de Natal. Ela supostamente deveria estar estudando o tomo antigo na mesa da sala de jantar. Em vez disso, ficava pulando de cômodo em cômodo e fazendo pela metade o que quer que achasse que estava fazendo. Como lavar as janelas; só fez a parte de baixo da moldura. Passar aspirador no carpete; só fez um quarto da sala de jantar.

Geraldine só podia imaginar se sua avó passou pela mesma coisa logo antes do 'Grande Evento'. Ela não tinha ideia de quanto tempo a provação duraria. Podiam ser apenas dias, ou semanas, talvez até meses ou anos, mas ela rezava para ainda estar viva quando tudo terminasse. Ter vivido 112 anos era uma surpresa. Ela vira o fim dos velhos costumes e as novas inovações; do avião à carruagem sem cavalos; da televisão ao computador doméstico, e claro, o telefone celular. A única coisa, no entanto, que ela realmente queria ver era o 'Grande Evento'.

Para ela, até mesmo o pouso na lua empalidecia em comparação. Ter o 'Grande Evento' acontecer com sua família pela segunda vez era uma grande honra. Mesmo que ela não fosse realmente a avó delas; seria preciso acrescentar mais quatro 'trisavós' e trocar 'mãe' por 'tia' para chegar ao seu verdadeiro parentesco com as gêmeas, ela estava orgulhosa. Com o orgulho, vinha também uma tristeza profunda. Duas morreriam. Ela estava determinada a não deixar isso acontecer. Tinha pessoas e planos preparados para evitar tal coisa. Mas planos nunca, jamais, funcionam perfeitamente.

Quando ela viu sua jovem pupila se aproximar da lareira da sala de estar, ergueu uma sobrancelha. Normalmente as gêmeas evitavam o lugar como uma praga. Quando ela pegou uma adaga cerimonial de osso do console da lareira, Geraldine soube imediatamente qual papel Tess desempenhava. Ela prendeu a respiração enquanto esperava a mulher pegar outra peça.

O telefone tocou e ela quase teve um ataque cardíaco bem ali. Em parte por causa do telefone, mas foi mais por causa da adaga caindo da mão de Tess. Ela ficou fria e calafrios percorreram sua espinha enquanto via a relíquia cair em câmera lenta. Aquilo era absolutamente a pior coisa que poderia ter acontecido. Dependendo de como a adaga caísse, poderia significar morte certa! Quando a mão da jovem surgiu em cena e pegou a adaga pelo cabo, ela afundou de volta na cadeira e respirou fundo, aliviada por um dos piores pesadelos não ter se concretizado.

"Tess, querida? Você poderia me trazer uma bebida forte? E prepare uma para você também!"

"Vovó, você sabe que não deve beber!"

"Verdade, mas você e eu precisamos conversar."

***

Remexendo-se no banco do passageiro, Claire fazia o possível para aliviar um pouco a pressão na boceta. Sua calça jeans social era apertada demais na virilha sempre que ela se sentava. O irmão realmente tinha acabado com ela e suas irmãs, já que todas reclamaram em algum momento durante o dia inteiro. Ela nunca imaginou que o irmão tivesse metido com tanta força. Ele lhe deu o que ela precisava, a foda de uma vida.

Ela não tinha ideia de quantos orgasmos ele arrancou dela, mas com certeza deixou sua boceta em carne viva! Não se lembrava de alguma vez ter desmaiado durante o sexo, mas estava mais do que feliz em descobrir se aconteceria de novo. Ficou surpresa ao saber que o irmão tinha pegado todas as três na noite anterior. Só soube momentos antes de chegarem ao D.M.V.

Passar a maior parte do dia no D.M.V. foi constrangedor também, pelo fato de que todas estavam vazando o esperma do irmão durante a primeira hora mais ou menos.

Novos documentos, registros e placas foram feitos para os dois veículos. As garotas todas tinham novas carteiras de motorista e só faltava James tirar a sua. Claire achou um pouco engraçado que as gêmeas tinham causado certa confusão, ao tirarem suas carteiras, por causa das cores diferentes dos olhos.

Ela se remexeu no banco mais uma vez e tentou puxar o tecido da virilha da calça para se aliviar. Quando não adiantou, pensou em simplesmente tirá-la.

"Ainda vamos parar na pousada?" Cindy perguntou quando estavam se aproximando rapidamente da entrada.

"Que horas são?" Melody perguntou.

"São sete e dez," Claire afirmou depois de olhar o relógio no painel.

"É uma pousada, então provavelmente ainda está aberta," Cindy disse enquanto reduzia a velocidade do carro.

"Vale a tentativa, eu acho," Melody respondeu.

Cindy entrou na estrada de acesso e a seguiu até a área de estacionamento, encontrando-a totalmente vazia. O prédio de dois andares de fato mais parecia uma mansão do que uma casa normal. A varanda da frente era ladeada por colunas venezianas e toda a metade inferior era de janelas salientes.

"Hm, Isso não parece bom," Claire comentou.

"Pode haver outro estacionamento para os funcionários," Cindy disse esperançosa.

"Não estou vendo nenhuma luz acesa," Melody afirmou ao sair do banco de trás.

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