Entregando Nikki 01: A Traição se Aprofunda
Começou quando fui destacado no ano passado. Felizmente fui enviado para Louisiana e não para o exterior. Mesmo assim, ficar a mais de 16 horas de distância da minha esposa, com quem estava há quatro anos, não foi fácil de engolir. Ainda bem que a Nikki me surpreendeu com umas fotos sensuais para me ajudar a "aguentar". Ela disse que preferia que eu fantasiasse com ela do que com uma estrela pornô na internet. Combinamos de conversar por Skype o máximo possível, mas infelizmente por causa da minha rotina, às vezes passavam duas semanas até a gente conseguir se falar.
De vez em quando, quando eu tinha sorte de ter um dia de folga, a Nikki e eu conseguíamos ficar a sós no Skype — em particular. Essa era a minha parte favorita porque a gente não só colocava a conversa em dia, mas também conseguia um alívio sexual. Rolava uma conversa safada enquanto ela se masturbava pra mim e me levava à loucura. Eu ficava pensando nisso por semanas.
Embora eu achasse a Nikki boa demais pra mim, a gente tinha uma conexão incrível. Com certeza estávamos apaixonados. Nada podia mudar isso, até onde a gente sabia. A gente contava tudo um pro outro. Eu até contei pra Nikki sobre minha fantasia secreta de ser corno, de ver ela transar com outro cara. Ela fez algumas perguntas, que eu respondi o melhor que pude. A Nikki admitiu que ficou lisonjeada por eu preferir assistir ela do que uma estranha em um vídeo pornô, mas no fim ela riu, dispensando o assunto, dizendo: "Eu nunca conseguiria te trair."
No terceiro mês do meu destacamento, a coisa ficou agitada. A Nikki e eu só conseguimos nos falar por Skype três vezes, e só por dez ou quinze minutos. Na segunda vez, ela pareceu incomodada por eu ter que desligar tão rápido. Tive uma sensação ruim de que ela queria me contar algo. "Te conto na próxima", ela disse, com um sorriso falso de "tá tudo bem" e desligou de repente. Uma semana e meia depois, quando falamos por Skype, eu soube na hora que tinha algo no ar. Ela parecia feliz, mas nervosa. Estava quase doce demais. Quando perguntei, ela disse: "Não quero entrar nisso agora porque você não tem tempo, mas tem uma coisa que eu quero falar com você."
"Tá tudo bem?", perguntei. "Você tá bem?"
"Tô bem", ela disse.
Eu disse que ligaria na sexta seguinte às seis. Era nosso aniversário de casamento, e por coincidência eu estaria de folga no sábado e domingo, então a Nikki e eu teríamos tempo pra conversar por Skype. Eu esperava que a gente também tivesse tempo para uma das nossas sessões particulares, já que era nosso aniversário e tudo mais.
Naquela noite, abri um conjunto de fotos que a Nikki tinha mandado duas semanas antes pra me ajudar a "aguentar", como ela dizia. Eram umas fotos dela com roupas sensuais, outras da Nikki nua, deitada na cama. Uma foto era minha favorita. A Nikki estava deitada na nossa cama, nua, olhando pra câmera. O enquadramento horizontal dava a ilusão de quem via estivesse ajoelhado aos pés da cama, olhando pra Nikki enquanto ela encarava a lente com seus lindos olhos verdes. À primeira vista, alguém poderia descrever o olhar da Nikki como inocente, de boa moça. Mas o jeito como ela mordeu o lábio de forma sedutora (o que sempre me deixava louco) revelava um lado safado por baixo. A boceta dela estava completamente lisinha, do jeito que ela sabia que eu adorava. Fiquei lisonjeado por ela ter o cuidado de se depilar pra uma foto pra mim, porque depois de vários anos, ela tinha relaxado em manter a boceta depilada.
Fantaseei que ela tinha pedido pra outro cara tirar as fotos e as enviou de propósito pra mim, insinuando que ia realizar minha fantasia.
A noite de sexta-feira chegou. Liguei pelo Skype pra Nikki. Ela estava sexy pra caralho. Deitada de bruços na nossa cama, balançando os pezinhos bonitos. Eu amo os pés dela, e ela sabe, então tive certeza de que estava me provocando. Ela usava um vestidinho de verão bem leve que gritava "me fode" por todos os lados. Dava pra ver a calcinha fio-dental dela através do vestido. Pra mim, parecia óbvio que íamos nos divertir um pouco.
"Tô com muita saudade, amor", ela disse com doçura. "Te amo tanto." Depois, lembrando, ela disse essas coisas quase que se desculpando — como se estivesse me amaciando pra alguma coisa, do jeito que fazia quando queria que eu comprasse uma bolsa nova ou sapatos na loja.
Conversamos casualmente por um tempo. Como vai o trabalho? Como foi sua semana? Tá bem de dinheiro? Etc. O tempo todo ela parecia um pouco nervosa. Finalmente, toquei no assunto.
"Tá tudo bem?", perguntei.
A Nikki baixou o olhar com uma expressão mais séria. Mordeu o lábio e me olhou com inocência (porra, como eu amo isso).
"Preciso te contar uma coisa. . . Mas não quero que você fique chateado."
Meu coração deu um pulo. "O que foi, Nikki?", perguntei.
Ela fez uma pausa, depois suspirou. "Lembra daquela fantasia que você vivia falando?"
"Qual, pegar duas mulheres?", brinquei, o que pareceu deixá-la um pouco mais à vontade.
"Não, bobo", ela riu. "Aquela em que você disse que queria que eu te traísse e depois te contasse."
"Isso . . . e depois assistir você com o outro cara", completei. Aonde isso vai dar?, me perguntei. Devo ressaltar que, na hora, não acreditei nem por um segundo que a Nikki fosse capaz de me trair. Apesar de ter um apetite sexual maior que o meu, ela era doce demais, inocente demais pra realmente fazer isso.
"Você ia querer que acontecesse?", ela perguntou de forma direta.
Senti como se o mundo tivesse parado. Eu ouvi direito?
"O quê?", perguntei. "Como assim?", gaguejei.
"Digo, sua fantasia de eu te trair. Quando você disse que realmente queria que acontecesse, era sério ou só brincadeira?"
Minha cabeça estava a mil. "Não, acho que eu ia querer que acontecesse. Por quê? Você tá pensando em me trair?"
"É que . . . eu só preciso ter certeza se você realmente ia querer isso, porque eu nunca ia querer fazer nada pra colocar nosso relacionamento em risco."
"Não, digo, não seria realmente traição se você me contasse e se eu tivesse de boa com isso, e eu estaria, desde que você fosse honesta comigo e me contasse tudo."
"Então, se algo acontecesse, você ficaria de boa . . . com certeza? Contanto que eu fosse honesta?"
"Com certeza. Eu te amo e, desde que você e eu estejamos bem, eu ia adorar isso."
"Então, se eu te dissesse que beijei alguém, você não ia ficar bravo?"
Puta que pariu, pensei. Ela beijou outro cara! Tentei manter a calma, mas minha adrenalina estava a mil.
"De jeito nenhum!", disse, fingindo tranquilidade. A Nikki ainda não tinha admitido nada de fato. Pensei em ajudá-la a ficar um pouco menos relutante. "Ele beijava bem?", perguntei.
A Nikki pareceu um pouco pega de surpresa pela pergunta. "Sim . . . ele beijava bem."
Então ela acrescentou, hesitante: "E se fosse alguém que você conhece?"
Puta que pariu. Minha cabeça girava. "Isso seria legal", eu disse. "Tipo quem?"
"Bem . . . e se fosse o seu melhor amigo?", ela perguntou com relutância.
"O Matt?", eu disse. "Você beijou o Matt?" Fiquei completamente chocado.
"Você disse que não ia ficar chateado", ela disse na defensiva.
"Não! De jeito nenhum, amor. É que . . . eu não sabia que você sentia atração por ele . . . digo, eu sei que vocês flertavam de vez em quando, mas não achei que . . ."
"Aconteceu meio que sem querer.", ela disse.
"Na verdade, tô muito excitado agora.", eu disse. "Me conta o que aconteceu."
"Bem, desde que você foi embora, o Matt e eu andamos saindo. . . .", ela acrescentou rápido, "Só como amigos." Ela explicou: "Na verdade, a gente anda saindo bastante . . . tipo o tempo todo. Sabe, eu tava ficando sozinha, especialmente quando você e eu passávamos tanto tempo sem se falar."
"Claro", concordei, mostrando total compreensão.
"Você sabe que eu fico meio assustada de noite, então ele dormia aqui às vezes . . . no sofá."
Eu concordei, tentando mostrar que entendia totalmente a situação.
"Você e o Matt são tão parecidos, sabe?", ela disse. "Fomos a uma festa do trabalho do Matt. Tivemos que nos arrumar toda; foi bem chique. A gente dançou e tal e meio que ficamos de mãos dadas a noite toda. Enfim, ele me trouxe pra casa e me acompanhou até a porta. Foi meio que um momento estranho porque parecia um encontro, com a dança e as mãos dadas e tudo, mas meio que não era. Quer dizer, sou casada com o melhor amigo dele."
Eu concordei.
"Então vocês estavam bêbados?"
"Não, nem um pouco. Na verdade, a gente estava completamente sóbrio porque eu dirigi, e o Matt só tomou dois drinques."
Ela continuou.
"Bem, a gente foi se dar um abraço. O abraço durou um pouco mais que o normal, e quando fomos nos afastar, ele foi me dar um beijo no rosto, e foi aí que aconteceu."
"O que aconteceu?", perguntei.
"Eu meio que virei, e a gente se beijou na boca."
"Tipo um selinho ou um beijo de língua?"
"Mais tipo um beijo de língua.", ela disse. "Durou um bom tempo e ficou bem intenso, pra ser honesta."
Imaginei minha esposa e meu melhor amigo se beijando apaixonadamente, e fiquei de pau duríssimo.
A Nikki percebeu. "Isso tá te excitando?", ela perguntou, surpresa.
"Sim, amor. Eu te falei . . . essa é minha maior fantasia. Não acredito que você me traiu. Isso é tão excitante."
"Você tá com ciúmes?", a Nikki perguntou.
"Ciúmes?", perguntei.
"É . . . de eu estar beijando seu melhor amigo e não você?"
"Sim, mas é por isso que tô excitado. Sei que parece estranho, mas tô um pouco magoado, mas ao mesmo tempo eu gosto."
"É, a situação me fez pensar muito. E agora eu meio que entendo. É estranho — meio que me excitou te trair, sabendo que você tá de boa com isso. Não sei por quê, mas ver você um pouco magoado também me excita — acho que porque confirma o quanto você me ama. Também acho tão doce você querer me ver satisfeita."
Achei que aquilo era o fim da história. Como eu estava enganado.
"Quando isso aconteceu?", perguntei.
"Faz um tempinho, talvez um mês e meio atrás. Eu queria te contar antes, mas a gente não tinha tempo. E eu queria te contar cara a cara."
"Eu entendo totalmente", eu disse. Claro que eu tava me perguntando o que, se é que algo, tinha acontecido desde então.
"Então eu quero ser totalmente honesta com você. . . . .", ela continuou.
"Com certeza", eu disse. Esperei. "Então tem mais, pelo jeito?"
A Nikki olhou para as mãos e assentiu. "Sim", ela disse.
"Ele dormiu aqui?", perguntei.
"Sim.", a Nikki disse, ainda relutante. "Antes da gente continuar, quero que você saiba que eu nunca te deixaria nem nada. Você é o homem dos meus sonhos, e eu quero totalmente ser casada com você. Eu te amo e só você."
"Eu sei disso, amor. Também te amo, é por isso que quero que você seja feliz. Quero que você me conte tudo. Só promete que vai me contar a verdade, não importa o que aconteça.", eu disse.
"Você tem certeza?", a Nikki perguntou inocentemente.
"Tenho certeza."
"Tá, eu prometo. Só toma cuidado com o que você pergunta."
Minhas mãos tremiam de uma mistura de excitação, medo, ciúmes e toda uma gama de emoções novas.
"Onde ele dormiu?", perguntei.
Tudo daqui pra frente pareceu acontecer em câmera lenta. As palavras dela se tornaram lentas e deliberadas.
A Nikki hesitou. "Não foi no sofá."
As palavras, Não foi no sofá pairaram no ar. Ficaram ali, me provocando. Tudo agora parecia acontecer em câmera lenta. As palavras dela se tornaram lentas e deliberadas. Eu me senti como se estivesse tendo uma experiência fora do corpo.
"Na nossa cama?", me ouvi perguntar.
A Nikki assentiu.
"Vocês fizeram mais do que se beijar?"
"Sim", ela disse.
"Muito mais?"
A Nikki assentiu.
"Você e o Matt transaram?", perguntei.
A Nikki não disse nada por um momento. Então ela disse, quase inaudível: "Sim."
Fiquei pasmo e não disse nada por um minuto. Então ela disse: "Você tá bravo?"
"Não, Nikki. De jeito nenhum. Tô excitado pra caralho. Tô em choque, mas totalmente excitado."
Quando a Nikki viu que eu não estava chateado, confirmado pelo meu pau duríssimo, ela pareceu aliviada.
"Eu tava com tanto medo de te contar, tem sido uma tortura. Eu meio que sabia que você ia ficar de boa por causa do que você me contou, mas não poder te contar foi difícil."
"Então foi uma coisa de uma vez só, ou você dormiu com ele de novo?"
"Não. . . . Quer dizer, não, não foi só aquela vez."
"Quantas vezes?"
"Eu não sei . . . quer dizer, eu não fiquei contando."
"Foram muitas vezes?"
A Nikki fez uma pausa.
"Meio que sim", ela disse baixinho.
"Então é meio que uma coisa contínua?"
"Quer dizer . . . acho que dá pra dizer isso. Meio que sim."
"Tipo todo dia?"
"Quase isso", ela disse.
"Tô tão excitado agora."
Eu tava tendo dificuldade de não me masturbar. A Nikki percebeu e disse: "Se você quiser . . . digo, você pode . . . se isso tá te excitando." Ela disse com relutância.
Imediatamente abri o zíper da calça e comecei a acariciar meu pau lentamente. A Nikki sorriu.
"Você pode me perguntar qualquer coisa", a Nikki disse, quase como se estivesse me consolando. "Só por favor não pergunta nada pra que você não esteja preparado."
"Como é? É bom?"
"O quê, o sexo? Sim, é bom. Quer dizer, é sexo."
"É melhor do que comigo?", perguntei.
"Não sei se diria melhor. É diferente, sabe?"
"Bem, você e eu só transamos tipo duas vezes por semana no máximo, e você e o Matt tão fazendo todo dia."
"Bem, é porque você tá cansado a maior parte do tempo e não tá a fim."
"Você pode me dizer se acha que ele é melhor que eu na cama."
"Provavelmente é melhor porque não é você. É sexo com outra pessoa — alguém que não é o meu marido. E o fato de ser seu melhor amigo deixa mais excitante. Faz sentido?"
"Acho que sim. Só quero a verdade, como a gente falou. Prometi que não ia perguntar nada que não tô preparado pra ouvir." Eu esperei.
"Sinceramente? Acho que é melhor."
"Não acredito que você tá dormindo com meu melhor amigo. E ele é muito melhor que eu na cama."
"Isso te dá ciúmes?"
"Sim. Pra caramba.", eu disse.
"Bom", a Nikki sorriu. "Eu quero que você tenha ciúmes. . . . isso mostra que você me ama." Ela sorriu.
"Admito que meio que me excita quando tô me arrumando pra ele. Sinceramente, se você me visse me arrumando pra ele, você iria ficar tão chateado por eu não estar fazendo isso por você."
"Se eu visse vocês dois transando, eu ficaria chateado?"
"Não sei como você se sentiria se visse como eu fico quando tô com ele. . . . Você provavelmente ia ficar chateado", a Nikki riu.
"Por quê?"
"Você não quer realmente saber."
"Ele é maior que eu?"
"Você tem certeza que quer que eu responda isso?"
"Sim."
"Então sim, ele é maior que você. E por isso a gente faz coisas que eu nunca fiz com você. Além disso, ele dura muito mais que você, então eu consigo ter um orgasmo . . . Eu queria que você pudesse fazer isso comigo." Percebendo que talvez tivesse ido longe demais, ela disse: "Ah, desculpa, amor. Não foi minha intenção falar assim."
"Qual foi a sua parte favorita?", perguntei.
"Minha parte favorita? Foi quando ele tava dentro de mim e me disse que queria me reivindicar. . . . me fazer dele. Eu sei que isso provavelmente te machuca, mas foi minha parte favorita."
"Puta merda", eu disse. "Então vocês tão, tipo, namorando?"
"Bem, isso é algo que a gente devia conversar. A gente não tá namorando. Eu queria falar com você primeiro."
"Bem, você quer estar namorando?"
"Depende. Você tem certeza que consegue lidar comigo te traindo assim?"
"Eu consigo, com certeza."
"Você quer que eu continue saindo com ele? Tipo numa relação de namorado-namorada, não só sexo?"
"Claro. Se é isso que você quer."
"Quer dizer, eu não sou contra namorar ele. Eu gosto dele, e a gente se diverte junto. Sinto atração por ele, temos química, e o sexo é incrível. Se as coisas correrem bem, e se você tiver de boa com isso, o que parece que você tá, eu consideraria 'namorar' ele tipo namorado-namorada."
Eu tava tendo dificuldade de me controlar pra não gozar. A Nikki percebeu: "Ah, olha pra você, amor, você tá todo agitado. Tá com ciúmes?"
"Eu vou gozar se a gente continuar falando assim."
A Nikki riu, lisonjeada por eu estar tão excitado por ela.
Eu disse: "Além disso, eu amo essa roupinha que você tá usando."
"Obrigada, amor. Na verdade, eu vou sair com o Matt daqui a pouco, e queria usar algo sexy pra ele. . . . Não acredito que posso te contar isso. Você é o melhor marido."
"Tô tão excitado . . . o jeito como você meio que tá me negando é tão excitante — humilhante, mas de um jeito bom."
“Sério?”
“Sim, eu gosto da adrenalina... mesmo sabendo que você nunca me deixaria, o risco de o Matt estar te tirando de mim é uma adrenalina.”
“Sei o que você quer dizer. Eu nunca vou te deixar... mas é como se eu tivesse tirado algo de você e dado para o Matt... Acho que a questão é até onde devemos ir com isso?”
“Até onde você se sentir confortável,” eu disse. “Como é esse relacionamento — quero dizer, entre nós três?”
“Pensei muito nisso. Matt e eu também conversamos... Preciso ir logo. Matt chega já. Não quero que você fique frustrado. Quer fazer uma brincadeirinha?”
“Não sei o quanto vou conseguir brincar. Estou quase gozando agora.”
Nikki riu baixinho. “Tenho uma ideia. Vou te contar o que estou pensando. Se você não gostar, é só parar o que está fazendo,” ela disse, se referindo a mim me masturbando.
“Vou entender que é para recuar e podemos falar de outra coisa. Mas se você gostar, e se quiser gozar hoje à noite, vou interpretar como permissão para viver minha fantasia. Combinado?”
“Combinado!” eu disse com entusiasmo demais.
Nikki se virou, me mostrando a bunda por baixo do vestidinho.
“Adoro sua bunda, seu corpo,” eu disse.
Nikki se virou e olhou diretamente nos meus olhos. “O Matt também adora,” ela disse muito séria. Ela me encarou por um momento, testando minha reação. Testando as águas para ver como eu lidaria com a humilhação.
Então ela disse: “Já que você está de boa com tudo isso, e isso claramente está te excitando, tenho uma coisa para te contar... Eu disse ao Matt que, se você estivesse de boa com tudo, eu daria algo especial para ele hoje à noite.” Então Nikki olhou para a câmera e sorriu. “Quer ver o que estou vestindo por baixo deste vestido?”
Eu balancei a cabeça que sim.
“Quer ver o que estou vestindo para o meu namorado?” Nikki se levantou e saiu por um minuto. Voltou usando a lingerie branca transparente que usou na nossa noite de núpcias. Era um body transparente com um laço amarrado nas costas. Por baixo do body, eu podia ver o sutiã transparente e a calcinha fio dental minúscula que mal cobria a boceta dela.
“Se você não quiser que eu use isso, não vou usar. Não quero que você fique bravo. Mas quero te deixar com ciúmes. Achei que te deixaria com muito ciúmes se eu usasse a lingerie da nossa noite de núpcias. É simbólico. Lembra o que aconteceu?” Nikki tirou o body, então agora estava sentada ali com sua lingerie minúscula.
Eu mal conseguia respirar. Lembrava muito bem. Não consegui ficar duro porque tinha bebido demais. Nem transamos na noite de núpcias. Lembro como a Nikki pareceu decepcionada na época. Ela trazer isso à tona doeu profundamente.
Ela continuou: “Preparei uma noite especial para o Matt. E se você continuar se masturbando, juro que vou fazer.”
Claro que continuei me masturbando. “Fazer o quê?” perguntei hesitante.
“Vou dar ao Matt o que você não pôde ter. Vou deixar ele me possuir e fazer comigo o que eu queria que você tivesse feito na nossa noite de núpcias.”
“Quer dizer...?” eu gaguejei.
“Você aguenta se eu deixar ele me comer no natural — sem camisinha e gozar dentro de mim? Porque eu quero isso. Quero senti-lo assim.”
Eu encarei a Nikki sem dizer uma palavra.
“Isso dói?” ela perguntou. “Você precisa me dizer agora, porque a menos que você diga o contrário... até você voltar... eu sou dele.” Nikki olhou diretamente nos meus olhos e acrescentou: “Completamente.”
“Se você está de boa com isso, preciso que você diga. Me diga que quer que seu amigo me tire de você até você voltar.”
Eu engasguei e disse: “Quero que o Matt te tome.”
Nikki sorriu. “Ok, se você está dizendo.”
“Me conta mais,” eu disse desesperado.
“Como ele faz coisas comigo que você nunca fez? Como ele é tão maior e melhor que você?”
Eu quase gozei de novo. Estava tentando me segurar.
“Quer que eu te conte como o Matt está sempre pronto para mim? Como eu deixo ele bem duro com a minha boca?”
“E quando eu voltar? E se eu estivesse aí?” eu perguntei.
“Não quero parar de ver ele, se é isso que está perguntando. Essa ideia foi sua, e não seria justo me pedir para parar.”
“Queria estar aí. Te quero tanto agora.”
“Também queria você aqui, amor.”
“Eu te devoraria,” eu disse.
“Acho que não,” ela provocou.
“O quê, você não dormiria comigo?” perguntei, confuso.
“Sinceramente, eu teria que garantir que estamos sendo justos com o Matt também. Ele não curte essa parada de traição como você... Talvez eu só deixasse você dormir comigo logo depois de eu ter ficado com o Matt. Além disso, quero que você sinta como eu fico logo depois de estar com ele...”
“Como assim?” perguntei.
“Quero que você sinta a diferença para saber que ainda tem que lutar por mim. Quando você estiver dentro de mim e sentir como estou arregaçada por causa do seu amigo, e que estou permitindo você estar ali, e que não preciso de você dessa forma, seria um lembrete de como você é importante para mim por razões emocionais, não físicas.”
“Queria poder assistir. Você pode me chamar no Skype quando vocês dois estiverem juntos?”
“Quem sabe um dia.”
“Vou gozar.”
“Ainda não,” Nikki sorriu. “O Matt chega em um instante. Quero que você me faça um favor.”
“Qualquer coisa,” eu disse.
“Em duas horas, lá pelas 8:30, a gente já vai ter jantado e voltado para cá. Eu já vou ter contado ao Matt sobre a nossa conversinha. Às 8:30, quero que você pense no que estamos fazendo. No que estou deixando ele fazer comigo. Quero que você pense na nossa conversa e no que seu amigo está tirando de você. Aí quero que você goze.”
Nesse momento, bateram na porta da Nikki. Ouvi uma voz. “Ei, Nik.” Nikki sorriu. “Preciso ir, amor. Meu namorado chegou.” Ela mordeu o lábio como que se desculpando, articulou, “Desculpa! Te amo,” e desligou.
Continua...