Engravidando Minha Mãe Provocante
Estrelas salpicavam o céu noturno enquanto saíamos. Eu era como um cachorro seguindo os passos da minha mãe, meus pés indo do piso de madeira do pátio para o verde macio do gramado dos fundos.
— Certifique-se de que está quente para mim, querido. — Mamãe disse, o corpo envolto em seu roupão de cetim. — Só preciso ir pegar uma coisa e já volto.
— Claro.
Nosso hábito noturno consistia em banhos demorados na banheira de hidromassagem do meu pai. Depois do divórcio, tornou-se algo para compartilharmos. Uma forma de pegar algo que era dele e torná-lo firme e inquestionavelmente nosso.
Toda noite eu recebia a mesma mensagem da minha mãe. Um simples emoji de sorriso, seguido de um ponto de interrogação, depois uma batida na minha porta. Não podia negar que adorava, mas qual filho não adoraria quando a mãe era como a minha?
Ela era uma morena marcante, com olhos negros profundos e esfumaçados. Parecia mais uma pintura, o rosto pontilhado de sardas claras ao redor do nariz pequeno e arrebitado, as maçãs do rosto proeminentes e definidas, disputando atenção com seu corpo em forma de ampulheta, uma cintura fina encontrando quadris largos, e a curva voluptuosa de sua bunda arredondando-se em um contorno generoso.
Tirei o roupão dos ombros e subi na borda da banheira. Por um breve momento, pude ouvir a voz do meu pai, uma lembrança distante, me repreendendo pelo jeito como eu entrava, tratando a banheira dele como ele deveria ter tratado a esposa.
Use a plataforma ou vai estragar a madeira.Ri com o pensamento.
Isso era meu.
Mamãe era minha...
Estiquei o pé direito na água e senti o calor subir pela minha perna. Submergi completamente, deixando a água chegar ao peito, me abraçando como um cobertor molhado, enquanto o frio do ar noturno encontrava seu calor. Recostei-me e soltei um suspiro profundo. Esperei a chegada da minha mãe, a ansiedade no estômago só igualada pela dureza da minha ereção.
— Como está? — Mamãe chamou da porta de vidro que separava o pátio da sala de estar. Ela pisou na grama como uma modelo em pose, uma imagem pálida sob o céu noturno, a luz da lua brilhante contra sua pele, acariciando o cetim macio sobre o busto amplo, o decote se aprofundando a cada passo que dava.
Ela se despiu de forma semelhante a que fizera durante todo o verão. Tirou a seda das costas, deixando o peito se projetar para frente sob uma minúscula tira de tecido branco que mal cobria os mamilos. Suas roupas tinham ficado mais reveladoras com o tempo. Passara de maiôs, a biquínis, para o que quer que fossem suas roupas agora.
Uma parte de mim queria vê-la completamente. Ter minha mãe vindo até mim nua, o corpo dela meu, sua forma minha, sua figura molhada e pronta para ser explorada. Mas isso era suficiente. Por enquanto, tinha que ser.
— Está esquentando...
A luz azul da banheira se espalhava do fundo da água. Ela se moveu pela escuridão em direção ao seu brilho sutil. A luz lançava um tom azulado sobre sua forma, enquanto ela entrava, descendo da plataforma ao meu lado, os seios flutuando pesados contra a água.
— Finalmente... — Ela suspirou, lutando para prender os cachos escuros em um coque bagunçado. — Ela jogou água em mim, depois sorriu. — Olhos aqui em cima, moço.
— O quê? Eu não estava—
— Claro... — Ela riu, depois colocou os dedos sobre a parte de cima. Tentou esticar o tecido sobre os seios. — Está exagerado?
— Pode estar muito pouco.
Ela jogou água em mim de novo, o peito balançando com o menor esforço. — Isso não tem graça. — Lutou para esconder o sorriso; um doce rubor seguido de covinhas profundas nas bochechas. — É realmente tão ruim assim?
Ela olhou para baixo e ambas encharcamos sua imagem. A redondeza de seus seios parecia dois globos perfeitos, sua tez um leite suave, a parte de cima um leve fio que quase estourava ao redor do peito. Ela parecia mais uma estrela pornô do que uma mãe. Mais como uma mulher à caça, explodindo de culpa erótica, pronta para atrair os olhares de qualquer homem que encontrasse.
— Depende para quem você pergunta. — O peso da minha luxúria era inegável. Era desesperador, percorrendo-me em um calor estranho, deixando meu pau em massa total ao menor olhar da mulher que me criou. Mudei os quadris de posição e me afundei mais na água. Lutei para tirar a forma dela da mente, minhas fantasias ousando levar a melhor sobre mim.
— Troca de lugar comigo. — Os olhos dela permaneceram sobre meu ombro, subindo para uma janela atrás de mim.
Um instinto conhecido me disse o que era. — Ele de novo? — Eu disse, um pingo de desdém no tom. Virei-me e vi a luz do quarto do nosso vizinho acesa. Sr. P. O pervertido. O vizinho que sempre tinha um motivo para estar olhando pela janela a essa hora, observando minha mãe do conforto de sua casa.
Toda noite, havia 50% de chance de sua luz acender de repente. Começamos a fazer apostas sobre isso, nos perguntando quanto tempo levaria para ele espiar com sua cabeça calva pela janela e dar uma boa olhada na minha mãe provocante.
— Anda, querido. Troca de lugar. — Mamãe se levantou, a água escorrendo por sua forma.
Um súbito choque de vergonha subiu pelo meu estômago, e percebi que não podia.
Agora não, pensei.Não quando meu pau estava duro no meu short sem ter para onde esconder. Não quando minha mãe estava usando sua roupa mais sumária até agora. — Não se preocupe. Ele vai dormir. — Menti, sabendo dos extremos que ele faria para ver o corpo da minha mãe.
— Sério... Anda. — Mamãe jogou água em mim de novo, mandando água no meu rosto.
Decidi ceder e me levantei. Copiei sua imagem, plantando as mãos sobre a virilha, enquanto meu short me traía em tempo recorde.
O peso do olhar dela era como uma rocha contra o meu peito. Ela viu, duro contra o tecido molhado, o contorno inegável a olho nu. Ela sorriu de canto, depois se conteve, depois corou, depois suspirou. Tentou agir naturalmente, trocando de lugar comigo sem uma palavra, lutando para esconder o claro reconhecimento que eu tinha visto com meus próprios olhos.
Nós dois nos sentamos em um silêncio constrangedor. Olhei para cima para evitar seu olhar, a tensão espessa ao meu redor, minha vergonha um pavor que consumia tudo, enfatizado pelo som da água borbulhando ao nosso redor, enquanto meus olhos fixavam o quarto do Sr. P.
Os minutos pareciam horas na minha mente. Aqueles minutos pareciam o fim do meu mundo, como se eu tivesse arruinado nossa tradição de verão tão facilmente, e da forma mais idiota possível.
Respirei fundo, e nem uma única palavra saiu dos meus lábios. Tentei de novo, e ainda assim, nada. Apenas o suspiro atrapalhado de um filho exposto, revelado ser um pervertido como o Sr. P, duro pela mulher que o criou.
Dei uma olhada nela, depois desviei os olhos. A vi tentando esconder o sorriso. — O que é tão engraçado?
Ela quebrou a tensão com uma risadinha suave, o peito balançando levemente a cada respiração, antes de jogar água em mim pela quarta vez. — Olha para você. — Sua voz assumiu um tom malicioso. — Todo ouriçado por nada. — Ela sufocou os nervos com um sorriso radiante, depois ajeitou o cabelo sobre o ombro direito. — É bom saber que ainda posso afetar os homens dessa forma. — Ergueu os braços contra a borda da banheira. — Sério, querido. Não se preocupe com isso.
Fingi compostura e imitei sua postura. — Quem disse que eu estava preocupado? Só achei que você ficaria com vergonha de usar isso na frente do Sr. P.
— Claro, querido. — Ela riu de novo, desta vez com um sarcasmo malicioso. — Tudo bem admitir que sua mãe está bonita.
— Bem, você não está. Eu estava— — Lutei para inventar uma mentira. — Estava pensando em outra pessoa.
— Certo... — Ela assentiu sarcasticamente. — Certo... — Cruzou os braços, empurrando os seios macios ainda mais para cima, a suavidade dos seios como um travesseiro no qual eu poderia mergulhar. — E essa mulher misteriosa, como ela era?
Balancei a cabeça. — Pare de ser boba.
— Não, anda, querido, estou curiosa.
— Bem, não deveria. É inapropriado.
Ela riu de novo. — Como se meu filho mostrar o pau grande para a mãe não fosse? — Ela se assustou como se as palavras tivessem saído de outra pessoa. Um rubor rosado profundo tomou suas bochechas. — Fui longe demais?
— Longe demais.
O fundo mudou e chamou minha atenção. — Parece que o pervertido foi dormir. — Eu disse, esperando que isso mudasse a conversa.
— Finalmente. — Mamãe se espreguiçou, depois suspirou, depois apoiou o pé contra o meu no fundo da banheira. — Agora só fiquei com um. — Ela riu de novo, percebendo a frustração nos meus olhos, a culpa tabu dentro de mim madura para ser explorada. Seu sorriso se alargou ainda mais. — Querido. É uma piada. Estou brincando. — Ela se virou para verificar a janela, o biquíni me dando uma visão ampla de seus seios.
— Bem, para...
Mamãe viu minha frustração como uma oportunidade para provocar. Ela se levantou, mostrando o corpo mais uma vez, me deixando ver sua forma curvilínea, enquanto passava pela água em minha direção. — Esqueci que você é tão sensível. — Ela sorriu, depois riu, depois gargalhou. Plantou a bunda redonda firmemente ao meu lado, a espessura de suas coxas roçando nas minhas.
— Não sou. Você só, às vezes você precisa saber onde está o limite.
— Ah, é mesmo. — Mamãe se recostou, com um olhar de alegria zombeteira. — E onde fica esse limite, exatamente?
— Falar sobre o meu, você sabe? Usar... — Gesticulei em direção ao biquíni e ao decote evidente de seus seios.
— Achei que você tinha dito que não estava tão ruim.
— Não está... Mas.
Mamãe ergueu a sobrancelha.
— É que— Você está bonita, e é difícil olhar para outro lugar. — Mantive o olhar focado na água, com medo demais para ver a reação da minha mãe.
— Você acha? — Pude ouvir o sorriso em sua voz, o claro reconhecimento, a curiosidade maternal escapando de sua língua.
Se houvesse algum mundo em que eu pudesse estar, não seria este. Senti náuseas, enjoo, frustração. Senti um desejo profundo no estômago de dizer a ela como me sinto, de deixar minha mãe saber que ela era a mulher dos meus sonhos, de contar o quanto meu foco havia mudado para seu busto macio contra meu braço, para a sensação de sua coxa contra mim, alimentando um impulso perigoso que nenhum filho deveria ter.
— Sabe... — Ela se aproximou ainda mais, passando o braço ao redor do meu ombro, até ficarmos pressionados um contra o outro. — Eu e sua tia costumávamos usar coisas assim o tempo todo. — Sua voz queimava contra meu ouvido.
Finalmente me virei para olhá-la nos olhos. — Sério? — O brilho das luzes se espalhava por seu rosto em um calor encorajador, iluminando-a como uma vilã de filme, como uma mulher fatal pronta para pegar sua presa, engoli-la inteira, envolvê-la em seu dedo.
— Às vezes a gente não usava nada. — Suas palavras endureceram meu pau como uma tora. — A gente simplesmente saía completamente nuas e provocava os vizinhos na piscina. — Ela se apertou ainda mais contra minha forma, a voz agora um sussurro na minha mente. — Homens gostam de ser provocados.
Um calor cálido inundou minha mente, enquanto eu me assustava. Minha mente se encheu com a imagem delas duas, seus corpos molhados e lascivos, suas formas uma distração bem-vinda.
— Mãe, você não tem graça...
— O quê? Não acredita em mim?
Minha vontade lutava para reconciliar a mulher ao meu lado. Esta era minha mãe. A mulher que era doce, e amorosa, e uma péssima brincalhona, que não sabia quando parar, antes que as coisas saíssem do controle. Eu queria ver onde isso nos levaria, saber se eu estava apenas sendo bobo, antecipando mais do que ela estava disposta a oferecer.
Balancei a cabeça, sorrindo, sabendo que ela estava dizendo a verdade. — Prova.
Ela devolveu um sorriso e se inclinou contra meu ombro. — Tá. — Levantou-se, a forma elevando-se sobre mim, enquanto gotas molhadas grudavam em seu estômago, coxas e pernas, enquanto seus dois montes redondos bloqueavam nossa visão, enquanto seu sexo ficava no nível dos meus olhos, o leve rosa de seus lábios aparecendo através do tecido molhado.
Minha mente acelerou.
Meu coração disparou.
Meu corpo inteiro ficou pesado como uma rocha.
Eu não conseguia entender como as coisas mudaram tão rapidamente, como um verão de diversão inocente levou a um momento como este.
A suavidade de sua tez me guiou ao longo de sua forma. Ela estava como uma deusa pálida, sua forma leitosa e suave, e viciante, e erótica, um belo espécime que eu só queria tocar, estudar, provar.
— A gente ficava assim, — Mamãe foi para o centro da banheira, os olhos fixos nos meus. — Depois, — Ela se manteve imóvel, como se quisesse me provocar mais. Virou-se, me dando uma visão de suas costas esbeltas, sua estrutura tonificada, a curva redonda de sua bunda. — Depois a gente tirava a parte de cima.
O leve pedaço de cordão estava pronto para ser puxado. Ela se abaixou até que ficasse na altura da minha cabeça. — Bastava um simples puxão.
Fiz como minha mãe queria. Ergui as mãos pela parte inferior de suas costas, sentindo a estrada sinuosa de sua coluna me levar a lugares onde nunca estive.
— Então... — Mamãe disse, enquanto minha mão descansava contra a parte de cima do biquíni, meus dedos firmemente colocados contra os dois nós que seguravam seus seios no lugar.
Obedeci e puxei seu peito para fora, minha mente focada na janela do Sr. P, com medo de que alguém visse o quão pervertidos estávamos sendo.
O tecido caiu de seu peito como se fosse leve. Flutuou pela água, as bolhas balançando-o para frente e para trás, enquanto a mão da minha mãe tomava seu lugar. — Viu. — Mamãe se virou, enquanto a gordura macia de seu peito ameaçava transbordar por cima do braço. — Sua mãe ainda tem o que é preciso. — Ela mostrou a língua e fez menção de se sentar.
Eu a impedi. — Achei que você tirasse tudo?
Seu rosto se contorceu em um sorriso diabólico. — Então vamos jogar esse jogo, é? — Ela se virou para mim e apresentou a bunda. A curva suave de seu corpo como um deleite para meus olhos, firme e definida, e esculpida, um físico bem torneado coberto com um leve balanço que fazia sua bunda sacudir quando se movia. — Faça para mim. — Ela olhou por cima do ombro. — Se quer tanto ver.
— O quê? — Meu coração deu um salto. — Eu? Era você que estava se gabando sobre sua—
— Não se faça de assustado agora, moço.
Cedi à sua provocação e deslizei as mãos até sua bunda.
— Vá em frente. — Ela provocou mais um pouco. — Está ficando frio aqui de cima.
Enrolei as mãos na parte de baixo e puxei-a para baixo. Observei o meio escapar de entre suas nádegas, o tecido revelando o rosa suave de sua boceta, perfeita e molhada, e apertada. Puxei a parte de baixo mais para baixo, e mais baixo, seguindo a esbelteza de suas pernas, deixando meus dedos roçarem sua forma, antes que ela saísse delas e se virasse para mim.
— Viu. — Ela disse, seu monte liso agora claro para meus olhos, nu e macio, como se tivesse sido depilado momentos antes.
Ela se apoiou contra meu ombro e puxou a perna para a plataforma atrás da minha cabeça. — Era isso que você queria ver? — Ela deixou minha cabeça ficar entre suas pernas, o cheiro de cloro se misturando com a luxúria que irradiava de seu sexo, que me chamava para frente, que me guiava entre as pernas da minha mãe em uma necessidade desesperada de prová-la.
— Ohhhh. — Ela gemeu, enquanto minhas papilas gustativas afundavam entre seus lábios, separavam seus lábios, traziam seu sabor ao longo da minha língua. — Querido, eu não— — Sua voz chamou no ar noturno, uma felicidade cálida me tratando, me mostrando exatamente o que era necessário.
Lambi seu sexo com uma pressão crescente. Rolei minha língua ao redor de seu botão duro, sentindo-a tremer e espasmar e gemer, enquanto minhas mãos percorriam suas coxas e envolviam sua bunda.
— Eu não sabia— — Ela segurou a mão no meu cabelo e incentivou meu banquete. — Eu não sabia que era assim que você— Uhhhh. — Sua respiração prendeu, quando fechei meus lábios ao redor de seu clitóris. — Porra. — Seu aperto se intensificou em meu cabelo. — Porra.
Esta era a consequência de tudo. Sua provocação, sua zombaria, sua exibição de um corpo tão erótico sem pensar nos homens ao seu redor. Claro que o Sr. P a observava, qualquer homem faria. Qualquer homem pegaria uma criatura tão bela, e a amaria, e a abraçaria, e mostraria a ela o quanto significaria ter nem que fosse uma migalha de sua atenção.
— Querido! Eu estou— Porra! Eu estou— — Seus quadris se contorciam ao longo do meu rosto, enquanto seu orgasmo aumentava. — Não para. — Ela se esfregou contra mim, me encharcando em sua sujeira, deixando seus sucos roçarem contra meus lábios, depois nariz, depois queixo, para frente e para trás em uma dança suja, enquanto seus gemidos guiavam seu ritmo.
— É—
Afundei meus dedos em suas coxas e apertei seu corpo para ficar imóvel. Comi e comi como um homem morrendo de sede, a boceta da minha mãe meu oásis, sua forma a única coisa me prendendo a este mundo.
— Amor— Eu não consigo. Não consigo.
Comi-a como um animal selvagem. Babava e lambuzava sua boceta. Deleitei-me com seu sexo, deixando-a se jogar contra mim, deixando seus quadris impulsionarem-se loucamente ao longo dos meus lábios, deixando seu ritmo ficar mais forte e mais forte, e mais forte, antes de vê-la explodir.
— Porraaa! — O orgasmo dela explodiu pela noite e se espalhou pela vizinhança. Ele sujou sua forma, transformando-a em um deleite trêmulo, enquanto tremores encontravam convulsões, enquanto suas coxas cediam, enquanto sua voz tremia, alta e incontrolável e aliviada, a tensão que construímos finalmente liberada nos gemidos ásperos do grito da minha mãe. — Você é tão booom!
Seu corpo se soltou do meu toque e desmoronou na água. O sexo dela descansou sobre minha coxa, lambuzado e molhado. — Me beija. — Ela agarrou meu queixo. — Me beija, agora!
Nossos lábios se encontraram, e a agressão dela derreteu na minha língua. Ela dançou comigo como uma amante no cio, suave e conhecedora, seu ritmo um redemoinho profundo na minha boca, puxando o gosto do seu orgasmo diretamente do seu filho.
— Por que você não me contou? — Ela falou como se isso fosse planejado. Como se eu soubesse da mulher que estava sentada do outro lado da banheira, como se eu conhecesse a paixão que rugia dentro dela, sua disposição de cruzar tal limite.
— Eu-
Ela se levantou e voltou para dentro da banheira, me deixando absorver a visão de sua forma nua. — É a sua vez.
Eu franzi a testa.
— Não seja tímido... Tira para fora. — Seus olhos se fixaram no meu pau sob a água. — Pratique o que você prega, querido. Eu te ensinei melhor que isso.
— Aparentemente, não.
Ela me deu outro tapa com água. — Cuidado com o que diz, mocinho. Agora, de pé. Me deixe ver o que você está tão desesperado para esconder.
Eu me levantei, e ela tomou meu lugar. Seus olhos estavam arregalados e prontos, e animados, esperando ansiosamente que seu filho se apresentasse por completo.
Eu lutei com minhas mãos contra minha sunga. Agarrei os dois pedaços de corda que a seguravam apertada na minha cintura, puxando-os lentamente, enquanto meus nervos inchavam profundamente dentro de mim. Eu queria saborear esse momento. Queria gravá-lo na minha mente, o brilho quente contra os seios dela, o olhar impaciente nos seus olhos, pronta para me jogar na água.
— Você faz. — Eu pausei, tirando-a do momento.
O rosto dela se franziu, e uma leve hesitação a segurou. — Eu?
— Pratique o que você prega. — Imitei o tom dela.
Um sorriso brilhante se espalhou por suas bochechas. Ela deixou seu lugar, mas se manteve nivelada com minha virilha, movendo-se para frente como um tubarão na água, faminta, caçando, pronta para se lançar sobre seu prêmio. — Eu nunca soube que você era tão atrevido. — Ela passou as mãos ao longo da minha sunga.
— Aprendi com a melhor.
O silêncio profundo da noite voltou com força total. Nossos olhos se encontraram, um olhar silencioso entre amantes, ambos focados no que estava prestes a acontecer. Mamãe respirou fundo e moveu suas mãos ao longo de mim lentamente. Ela parou no cós, então se curvou, e puxou. Ela revelou meu pau num ritmo enlouquecedor, lento, mas constante e deliberado, seus olhos seguindo até que meu pau escapou de sob o tecido.
— Oh, meu...
Ele estava duro e apontado para seus lábios.
— Talvez eu não devesse ter provocado você.
Um fio de pré-gozo escorregou da ponta, mostrando suavemente o prazer que ela poderia trazer, o jeito que ela poderia tratar seu filho se ela ousasse. Ela deixou minha sunga pendurada em volta das minhas coxas e o agarrou com uma mão.
Eu gemi, chamando sua atenção por um breve momento, antes que ela voltasse seu foco para o comprimento.
— Isso- — Ela moveu a mão lentamente, misturando o pré-gozo da minha fenda de volta sobre minha cabeça, a umidade da sua mão transformando-o num lubrificante estranho, enquanto seu toque suave se apertava mais firme ao meu redor. — Isso é gostoso?
Eu acenei enquanto o prazer voava dentro de mim. Empurrei meus quadris ainda mais para frente, pressionando suavemente minha cabeça contra sua boca, observando-a deixar que roçasse a maciez de seus lábios rosados.
Não havia espaço para esconder, e nós dois sabíamos disso. Eu queria foder sua boca, usar seus lábios como ela havia usado os meus. Empurrei mais ainda para frente e a observei me levar para dentro de sua boca.
A maciez do seu beijo se esticou sobre minha cabeça. Ela me acariciou, centímetro por centímetro, cada um escapando para dentro de seu calor úmido, a umidade da sua língua, o prazer de seus gemidos, enquanto sua respiração enviava choques através dos meus nervos.
— É tão grande! — Ela murmurou ao meu redor, suas palavras embaralhadas ao longo do meu comprimento. Ela fechou os olhos e selou seus lábios apertados. Ela se moveu num ritmo safado, balançando a cabeça para frente e para trás, seu ritmo construindo-se em gemidos quebrados, antes de encontrar um compasso que desejava.
Eu tirei sua mão do meu pau e me juntei à sua dança. Meti meu pau dentro dela, trabalhando-a como um brinquedo, enquanto suas bochechas se enchiam a cada empurrão da minha grossura, enquanto sua saliva escorria pelos cantos da sua boca, enquanto seus sons se tornavam sujos e tabus, a imagem perfeita de uma mãe tendo a boca fodida pelo filho.
— Mmmhhmmn. — Ela gemeu, enquanto se movia ao meu assalto, seus dedos afundando na gordura macia de seus seios, seu desejo fazendo-a machucar e apalpar suas tetas, molestar-se na frente do seu filho, cega pelo prazer que ela me dava.
— Goza. — Ela arfou. — Goza em mim.
Eu não queria parar. Tinha tanto mais para dar, ainda assim suas palavras me mexeram como um feitiço.
— Por favooor! Me dá-
A pressão rugiu dentro do meu núcleo, e eu a empurrei para fora do meu pau. Gozei com uma força violenta, a pressão selvagem e esporádica, enviando jatos amorosos sobre seu rosto bonito, enquanto sua mão guiava minha decisão.
Ela apertava e puxava, e me ordenhava para fora sobre sua pele. — Isso! — Ela segurou meu comprimento, movendo-o do seu queixo para seus lábios, então seu nariz, cada puxão arrastando uma porção da minha semente, cada um pintando-a na bagunça do seu filho, até que uma camada firme de mim encharcasse seu sorriso.
— Obrigada. — O gozo borbulhou em volta dos seus lábios. Ela colocou um pouco na boca e engoliu. — Oh.
Uma fome conhecedora ainda me preenchia. Eu queria fodê-la, aqui e agora. Queria prendê-la contra a grama, fazer toda a vizinhança saber exatamente quem ela amava, de quem ela precisava, quem poderia satisfazê-la sem fim.
Eu agarrei sua mão encharcada de gozo e a ajudei a ficar de pé. Vi as mechas do meu prazer em seu rosto, a bagunça que eu fiz como uma cobertura clara de creme.
— Parece que alguém ainda tem algo a provar.
Eu tinha.
Claro que tinha.
Havia um verão inteiro de tensão que precisava ser liberado.
Anos.
Uma vida.
— Tudo bem. — Mamãe pressionou a mão no meu ombro. — Você faz o que quiser-
Eu a virei, e agarrei seus quadris. Dobei-a pela cintura, sentindo sua boceta molhada se espalhar ao redor da minha cabeça, enquanto eu entrava como um touro furioso.
— Querido, calma, bebê, calm-
Meu pau a preencheu até o limite num movimento suave, arqueando suas costas para cima, e contra mim, sua voz berrando pela noite. — Porraaa! — Ela gritou, enquanto meus quadris batiam para frente, e para trás e para frente de novo. — Querido! Eu- Eu- — O som da sua voz encontrava a força das minhas estocadas, misturando-se no ar com o som da sua bunda batendo contra mim.
— Bebê! Oh, porra, querido, é- — Suas palavras lutavam contra a luxúria em sua língua. — Fode a mamãe! Me fode, por favor!
Eu me enfiei dentro dela como um louco insano. Joguei fora todo cuidado, observando minha força ondular ao longo de suas costas, enquanto ela enrolava seus quadris ao meu redor, enquanto o som que fazíamos ecoava para os céus, alto e profano, e despreocupado.
— Porraaa!
Sua boceta pulsou e seus dedos se curvaram na água. Sua cabeça balançava de um lado para o outro, em pânico, consciente, excitada. — Oh, porra! Eu nunca- É- É- — Eu a martelei através disso, o prazer deixando sua língua, sua mão correndo entre suas pernas, circulando em movimentos selvagens, esfregando seu clitóris inchado, antes de me empurrar para fora e esguichar ao redor do meu pau. — É demais!
Seu corpo se contorceu e teve espasmos. Seus joelhos fraquejaram, enquanto ela continuava, sem querer deixar um segundo de prazer escapar, sem querer deixar esse momento ir embora, até que seu orgasmo a deixou quebrada nos meus braços.
— De novo. — Ela arfou desesperadamente. — De novo, por favor. Isso foi- Isso foi a melhor coisa que eu já fiz. — Ela me olhou como se eu fosse um deus. Seus olhos estavam injetados de vermelho, enquanto lágrimas rolavam por suas bochechas manchadas de gozo. — De novo, por favor. Nunca pare. — Ela se soltou do meu aperto e se moveu sobre pernas bambas. Subiu na plataforma, seu corpo fraco, sua bunda para cima, mostrando sua fenda rosada e inchada.
Seus olhos se viraram e notaram o Sr. P na janela. — Eu não ligo mais. — Ela rosnou. — Me fode.
Eu dei um passo à frente e ela rosnou em antecipação. Minha mãe havia desaparecido, substituída por uma besta voraz que rastejava diante de mim. Puxei seus pés de volta para a água e a dobrei mais uma vez.
— Me leva. — Ela deitou o peito contra a plataforma de madeira exatamente como eu queria. Estendeu as mãos para trás, abrindo suas nádegas, mostrando a bagunça que seu filho havia feito do seu sexo. — Apenas me leva.
Empurrei meus quadris para frente e deslizei para dentro da minha mãe. Diminui meu ritmo de antes, tomando meu tempo para sentir cada crista e curva, familiarizando-me com o jeito que sua respiração se movia ao meu redor, o jeito que sua boceta me segurava, o jeito que me desafiava a fertilizar seu útero precioso.
— Querido? O que você está- — Sua voz saiu num tom choroso. — Por favor! Como antes, me fode, por favor! — Seus olhos me mostravam a imagem de uma mulher desesperada, uma mulher que sabia exatamente o que precisava.
Apertei sua bunda e deixei meus dedos afundarem na gordura. Provoquei-a lentamente, no meu próprio ritmo, mostrando a ela os perigos de sua natureza provocante, enquanto sua boceta doía pela foda que merecia.
— Por favor. — Ela fez beicinho como uma pirralha mimada. — A mamãe nunca mais vai provocar você. Eu juro.
Isso era por todos os homens com quem ela já havia brincado.
— Bebê, vamos. Eu só preciso disso!
Pelo seu velho vizinho.
— Eu faço qualquer coisa.
Por mim.
— Apenas me dá-
O impacto da minha força enviou uma rajada aguda de seus lábios.
— Porra, querido! Isso! Usa a boceta da mamãe do jeito que você-
Agarrei um punhado do seu cabelo e a segurei com as costas arqueadas. Enfiei-me dentro dela de novo, dessa vez sentindo o fundo da sua boceta, o jeito que sugava ao meu redor a cada estocada, desesperada para esfregar cada centímetro em seus nervos.
— Sim, querido! Siiim!
Gemidos encontravam arquejos, e gritos, e grunhidos. Nossos corpos se moviam em sincronia, raivosos e perdidos, o auge do nosso tabu nos aproximando mais do que nunca, o peso dos nossos corpos batendo num calor nojento como dois animais acasalando na selva.
— Só você! Só você!
Eu queria que ela me sentisse quando acordasse. Queria que ela saboreasse o prazer que eu lhe dei, que abraçasse a safadeza do seu corpo, que gravasse o som do nosso amor, uma canção suja e implacável, tão tabu e pura, e sem filtro, tão desesperada e em pânico que escapava de nós em longos uivos ininterruptos.
— Goza dentro de mim! Me engravida! Põe um- — A voz dela não conhecia vergonha. — Põe um bebê em mim, por favor! — Ela se apoiou atrás, lutando contra minha força, gritando meu nome num rosnado áspero e despreocupado. — É todo seu! Toda eu! Toda eu!
Dei um tapa na sua bunda por me dizer o que eu já sabia.
— Porra!
Nenhuma mulher se virava assim por alguém que não a possuísse. Nenhuma mulher deixaria um homem ser tão bruto, tão imprudente, tão ousado com seu corpo.
Agarrei seu braço e o usei como uma alça atrás de suas costas. Eu a levantei, equilibrando seu corpo no peso da minha força, usando-a como algo a ser quebrado, como algo a ser usado, como algo para se gozar dentro enquanto seus seios balançavam no nosso ritmo, enquanto sua bunda ondulava a cada estocada, enquanto seu corpo desmoronava, aleijado pelo peso da pressão dentro dela.
— Por favor! — Cada bomba batia diretamente no seu núcleo. — Eu preciso disso! Eu preciso disso! Eu- — Seu corpo ficou mole, e seu orgasmo explodiu ao meu redor, levando-me ao meu próprio, pulsando ao longo do meu comprimento, enquanto ela balbuciava, e gemia, e berrava.
Meu pau explodiu dentro dela, enviando minha semente em jatos implacáveis, inundando seu útero com meu amor, os jatos tão grossos quanto antes, o orgulho em mim inchando a um calor enlouquecedor.
— Isso! Só para você! — Ela moveu sua bunda para frente e para trás ao longo do meu comprimento. Ela se pintou completamente, encharcando sua boceta quente com meu brilho branco, deixando-o manchar suas paredes, e sua mente, e seu coração, para sempre em dívida com o filho que ela amava provocar. — Obrigada.
Soltei sua mão e nós dois desabamos na plataforma. Ficamos ali arfando, seu peito contra a madeira, o meu contra suas costas.
— Eu te amo tanto, tanto. — Sua voz ficou trêmula, e uma lágrima rolou por sua bochecha. — Vamos fazer isso para sempre, todas as noites. Por favor.
Como eu poderia recusar?
Por que eu deixaria minha mãe provocante ir embora?