Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

Em Manutenção – Parte 3

jocasta2125 min

No dia seguinte, eu estava em outra aula da minha matéria de criptologia, sem prestar muita atenção, como sempre. Eu não achava o assunto exatamente chato — só que eu estava um pouco além do básico que meu professor ainda estava cobrindo, e muitas vezes eu me desligava na aula ou passava o tempo no laptop jogando alguma coisa enquanto fingia tomar notas. Naquele dia, eu estava principalmente sonhando acordado — e sem prêmio para adivinhar sobre o quê.

Minha mãe tinha aberto um mundo totalmente novo na noite passada; um mundo onde ela se colocaria à minha disposição sempre que eu quisesse. Eu ficava repetindo o pensamento na minha cabeça, várias e várias vezes. Era verdade mesmo? Ela realmente falava sério? E então, é claro, eu começava a fantasiar e, bem... digamos que eu estava mais distraído do que o normal.

Então, quando meu celular vibrou, eu quase pulei da cadeira; as pessoas bem do meu lado me olharam de um jeito estranho, mas o professor não percebeu. Com cuidado, pesquei o celular e li a mensagem de texto: era da Ade.

>Ei primão, tá em casa?<

>Não, na escola.<

>pode me encontrar na sua casa?<

>Claro, quando?<

>agora.<

>Pq? Alguma coisa errada?<

>É importante, só vem pra cá<

>ok<

Guardei o laptop e me esgueirei entre as pessoas no auditório. O professor ergueu os olhos, mas só me lançou um olhar irritado quando saí, e corri para fora do prédio até o ponto de ônibus, para ir para casa.

A porta da frente estava destrancada e, quando entrei, chamei pela Ade.

— Aqui! — ela disse, e segui a voz dela até meu quarto. Ela estava sentada na minha cama, usando uma saia que acabava acima dos joelhos e um top justo. Seu cabelo longo e escuro caía pelos ombros, e ela tinha passado mais maquiagem do que o normal — um batom vermelho vivo e dramático que a fazia parecer muito diferente do estilo pseudo gótico de sempre.

— Ei.

— Oi. O que foi? Qual é a emergência?

— Tem mais desses pornôs pra me mostrar?

— ... o quê?

— Tem mais pornô da sua professora e da tia Abby?

— ... Eu tava na porra da escola, Ade!

— Eu sei. — Joguei minha mochila nela, que a pegou e a empurrou de volta para mim.

— Idiota do caralho! Achei que tinha alguma coisa errada!

— Tem alguma coisa errada.

— O quê?

— Tô com tesão. — Fiquei parado ali, boquiaberto, chocado com o quanto a Ade podia ser estranha, irritante e desrespeitosa. Mordi a língua e contei até dez.

— O que isso tem a ver? — falei e olhei para ela, só para ver a Ade me encarando diretamente nos olhos e, enquanto fazia isso, começou a bater os joelhos de forma provocante.

— Nada. A não ser que você queira que tenha. — ela disse, de forma enigmática.

Que porra tava acontecendo? A Ade não ofereceu mais nada, só ficou sentada ali, os joelhos se mexendo e, de vez em quando, eu pegava um vislumbre entre suas coxas. Por fim, ela levantou as pernas e sentou de pernas cruzadas na cama — a saia subiu perigosamente.

— Quer me mostrar mais alguns desses vídeos? — ela perguntou.

Se eu pensasse demais no que estava acontecendo, não conseguiria agir, percebi, então apenas empurrei meus pensamentos para o lado, sentei na cadeira da mesa e liguei o PC. Rápido, abri a pasta onde guardava todo o pornô que tinha roubado da Harriet e perguntei à Ade o que ela queria ver.

— Qualquer coisa com a sua mãe. — ela disse, para minha surpresa, e uma mistura de horror e deleite secreto. Eu também queria ver mais da minha mãe — mas não exatamente com companhia por perto. Mas havia algo na voz da Ade...

Encontrei o vídeo da minha mãe com a Harriet se chupando, mas a Ade protestou.

— Já vi! Acha algo novo!

— Eu... ainda não vi todos eles. — falei e abri o próximo. Bem, minha mãe estava nele — o rosto dela apareceu instantaneamente, e ela estava pelada. Imediatamente, fixei o olhar nos peitos expostos dela — menores e mais firmes do que os que eu tinha acariciado na noite passada e, por dentro, me perguntei como seria chupá-los. Quase não havia preliminares neste; minha mãe simplesmente apareceu, pelada, de joelhos, e um homem se aproximou dela, o pau já para fora, e ela começou a chupar o pau dele. Depois, mais um homem apareceu. E mais um. E mais um. E percebi que estava vendo minha mãe participando de uma orgia!

— Uau. — a Ade disse atrás de mim, e depois acrescentou: — Ei, chega pra lá que não tô vendo! — Mudei a cadeira e recuei um pouco. Na tela, minha mãe equilibrava dois paus, um em cada mão, e se revezava chupando um enquanto masturbava o outro. Ela parecia encantada. Verifiquei as datas — ainda dezembro de 2003; devia ter sido filmado mais ou menos na mesma época do último vídeo.

— Uau. — repetiu a Ade. — Sua mãe era uma puta e tanto naquela época. Aposto que você nem sabia, né?

As palavras 'Não fale assim da minha mãe' se formaram na minha boca, mas morreram antes de sair dos lábios. É, ela tinha sido uma puta. E ainda era. Só que agora ela era a minha puta. Minha mãe puta. Minha mãe-puta.

Fiquei quieto. No monitor, alguém pegou minha mãe — duas mãos enormes a levantaram pela cintura e a levaram para uma mesa grande. Minha mãe se posicionou, estendeu a mão para outro pau para chupar e, imediatamente, um encheu sua boca e outro sua mão, enquanto um homem se colocou entre suas pernas. Enquanto acariciava e chupava dois paus, minha mãe era fodida por um terceiro homem. Ao redor da mesa, pelo menos mais dois homens circulavam, se masturbando, esperando sua vez. Minha mãe gemia, gemia e dava comentários encorajadores.

Só que então ouvi algo mais. Um gemido atrás de mim. Me virei e vi que a Ade tinha se mexido na cama e agora estava sentada com as pernas bem abertas, se acariciando por cima da calcinha. Fiquei olhando diretamente para a virilha da minha prima e, então, cruzei o olhar com ela: ela estava olhando diretamente para mim.

— O quê? — ela perguntou, um pouco sem fôlego.

— O-o que você tá fazendo?

— Te falei que tava com tesão.

— É, mas...

— Ver sua mãe trepando com uma sala cheia de caras é de boa, mas me ver me masturbar é demais? — ela perguntou, incrédula. Não disse nada, mas mantive os olhos fixos no rosto dela.

— Pode olhar, seu idiota. — Baixei lentamente o olhar e dei uma boa e longa olhada na virilha da minha prima. Ela usava calcinha branca como neve e através dela eu podia ver que estava molhada. Uma mancha úmida bem onde ela trabalhava os dedos não deixava dúvidas. Enquanto eu olhava, a mão dela se moveu — subiu pela borda da calcinha e desapareceu lá dentro. Vi o contorno dos nós dos dedos aparecerem na calcinha e a Ade soltou um gemido baixo.

— Mmm... gostando do que vê? — ela perguntou, e senti como se olhasse para a Ade pela primeira vez na vida pelo que ela era: uma mulher. Ela era pequena e magra, com seios pequenos, mas cintura fina e pernas torneadas. Sempre tinha sido popular entre os meninos, algo sobre o qual nunca foi tímida. Rumores sempre circulavam sobre ela na escola, e eu já tinha me metido em mais de uma briga defendendo-a quando a chamavam de nomes como vadia ou puta.

— Bem, gostou? — ela perguntou, já que eu tinha me desligado. Assenti com a cabeça. — Quer ver mais? — Assenti de novo e ela se levantou da cama, levou as mãos para baixo da saia e tirou a calcinha. Sentou-se de volta, levantou a saia até o alto e abriu as pernas para mim. Vi a boceta molhada e pelada da minha prima. Vi que os lábios estavam bem abertos e eu podia vê-la brilhando. Engoli em seco, meu pau duro como pedra.

— Gostou? — a Ade disse, os dedos voltando para a virilha e subindo pelos lábios da boceta. Assenti de novo. Observei por talvez um minuto enquanto ela se masturbava e, aos poucos, comecei a abrir o zíper. Em pouco tempo, já tinha tirado a calça jeans e a cueca boxer e estava sentado na cadeira, batendo uma de frente para ela, enquanto ela brincava consigo mesma.

— Vem aqui. — a Ade disse. Fiquei de pé e andei até a cama. Ela estava praticamente deitada de costas, as pernas abertas o máximo que podiam, e meu pau nu pulsava ansioso no ar.

Uma parte de mim — bem, uma parte em particular queria fodê-la. Mas outra parte dizia não. Ela não. Guarde-se para...

Terreno perigoso.

— Não tenho certeza se quero... — comecei, pateticamente, e a Ade realmente riu.

— Até parece! De jeito nenhum vou deixar você me comer, perdedor.

— Então o qu...

— Vou te ensinar a chupar buceta. — ela disse, de forma prática. — Se você fizer bem o suficiente, talvez eu chupe seu pau por um segundo, seu tarado.

— Por que você está fazendo isso? — perguntei.

— Preciso de uma porra de um motivo? — respondeu a Ade, depois inclinou a cabeça para trás e tirou a mão da virilha. — Fica de joelhos. — ela me ordenou. Como em transe, me movi e me ajoelhei diante dela. A virilha dela estava na minha cara e eu a senti o cheiro — suor e aquele cheiro de mulher que eu só tinha sentido brevemente antes. A boceta dela estava bem na minha frente e, com cuidado, me inclinei para a frente.

Comecei beijando os lábios. Tinha visto pornô de chupada de buceta — tinha visto pornô da minha mãe chupando buceta, mas nunca tinha feito isso pessoalmente. Beijei a Ade ali embaixo e meu nariz se encheu do cheiro dela. Beijei de novo e, então, gentilmente, coloquei minha língua para fora e a passei com cuidado pelos lábios, subindo devagar. A Ade soltou um gemido baixinho quando me aproximei do monte da vagina.

— Para bem aí... me lambe aí... me lambe bem aí. — Fiz como ordenado. Aninhei minha língua lá dentro e a provei — a boceta dela estava molhada e suculenta. Estalei a língua e ouvi a Ade me mandar subir só um pouquinho, e fiz isso e encontrei o clitóris. Passei a língua sobre ele e ouvi a Ade gemer enquanto eu trabalhava, mas então ela falou de novo:

— Você chupa buceta que nem uma menininha — vai com mais força, porra! — E então fiz. Pressionei meu rosto mais perto, mais fundo na virilha dela, e minha língua mais fundo dentro dela, enfiando-a entre os lábios e passando sobre o clitóris repetidas vezes, e dessa vez a Ade começou a gemer mais e mais fundo. Ela pressionou as pernas sobre minhas orelhas e, instintivamente, as agarrei e as mantive abertas. As mãos dela se moveram para agarrar o topo da minha cabeça e ela me segurou no lugar e começou a pressionar a virilha mais fundo no meu rosto.

Jesus Cristo, ela tá me fodendo a cara! pensei e lutei para respirar, mas me concentrei em continuar. Por fim, a Ade largou minha cabeça, juntou as pernas com mais força do que antes e gritou. Ela gozou na minha cara e a boceta dela pulsou, meu rosto ficando molhado com os fluidos que ela produziu. Me desprendi e caí no chão, sem fôlego, o rosto grudento e a língua dolorida — e meu pau em pé que nem um mastro. Nós dois ficamos deitados, respirando pesado, a Ade virando de lado e fechando as pernas.

— Eu te odiava, pra caralho. — a Ade disse depois de um minuto.

— O quê?

— Quando sua mãe te deixou com a gente, eu te odiava, pra caralho. Não queria um irmãozinho, e minha mãe tinha que cuidar de você e não tinha tempo para mim, e você nunca parava de chorar, porra, por causa da sua mãe. Eu te odiava. — Ela estava deitada de lado, de costas para mim — a saia ainda estava levantada e eu podia ver sua bunda redonda e torneada.

— Eu... me desculpe? — falei. — Eu tinha, tipo, um ano. — A Ade não disse nada por um tempo, depois rolou e pulou no chão, se ajoelhou e agarrou meu pau.

— Aí você cresceu e estava ficando meio legal — me deixava ser a chefe, se metia em encrenca comigo e me seguia por aí como um idiota. — ela disse enquanto começava a me masturbar devagar. — Eu estava começando a gostar de ter um irmãozinho.

— Nós não somos... eu não sou seu... oooooh! — minhas palavras morreram quando a Ade passou o polegar sobre a cabeça do meu pau.

— Mas aí sua mãe voltou e quis que você fosse morar com ela. De repente, eu não tinha mais um irmãozinho, e tudo que eu queria era trazer você de volta para casa para podermos morar juntos.

— D-do que você está falando? — perguntei, e então assisti em câmera lenta a Ade se inclinar para a frente e colocar meu pau na boca. Ela o envolveu com a boca rapidamente, movendo a cabeça para cima e para baixo, de forma mecânica, mas eficaz. Fez uma pausa e ergueu a cabeça, jogando o cabelo para longe do rosto.

— Eu odiava a sua mãe, pra caralho. — ela disse, a voz rouca. — Eu sei, eu sei que ela passou por muita coisa blá blá blá, ouvi toda essa merda da minha mãe. Mas ela arruinou nossa família. — Senti tontura. Aquilo era metade confissão, metade boquete e me deixou todo confuso. — Eu só queria meu irmãozinho de volta. Mas não nos vimos mais até você ter quase dezesseis anos, e aí você não gostava mais de mim. — Ela terminou seu pequeno desabafo e então voltou a descer no meu pau. Senti como se fosse desmaiar, estava me esforçando tanto para acompanhar o que porra estava acontecendo.

— Eu... oooh! Eu não... sempre gostei de você! — consegui dizer.

— Mentiroso. — a Ade disse, fazendo uma pausa apenas para soltar essa única palavra.

— Você era... você... você era minha irmã mais velha descolada! Eu queria... oooooh, porra! Eu queria ser como você! — falei entre gemidos. A Ade parou, ergueu a cabeça lentamente e olhou para mim.

— Bobagem.

— Eu... juro! Sempre quis ser como você. Você... você me ensinou a xingar, a fumar, eu... você era a pessoa mais legal de toda a minha família quando eu crescia. — A Ade me encarou, baixou o olhar e depois voltou a me olhar.

— Você realmente me via desse jeito? — ela perguntou, a voz sincera e vulnerável.

— Via. Prometo, Ade, via sim. — Ela ficou sentada imóvel, a mão em volta do meu pau, masturbando mecanicamente, pensativa. Ela parecia um pouco triste. Então, aquilo passou. Seu rosto se derreteu em uma expressão neutra.

— Legal. Quer dizer, tanto faz. Quer que eu engula?

— Eu... hã... — comecei.

— Você não foi tão ruim chupando buceta, então acho que posso engolir sua porra se você quiser.

— ... tá. — falei e a Ade voltou a me chupar como uma mulher possuída. Ela não era nem de longe tão boa quanto minha mãe, mas eu estava tão atordoado e com tesão que não importava — explodi em momentos, e a Ade se manteve abaixada no meu pau até eu terminar. Ela largou meu pau e engoliu uma última vez com um audível 'gole' e se levantou quase no instante em que parei de gozar.

— 'Tá bom, tenho que ir. — Ela disse enquanto recolocava a calcinha e ajeitava a saia direito.

— Espera, Ade... — comecei, sem fôlego, mas ela não estava ouvindo. Ela tinha pegado a bolsa, que eu não tinha notado no chão.

— Até mais, idiota! — ela disse e saiu do apartamento, me deixando uma bagunça confusa e esgotada no chão.


Bem, meu dia estava... bom, não arruinado, mas interrompido. Eu provavelmente poderia ter voltado para a aula da tarde... mas não voltei. Decidi matar aula pelo resto do dia. Minha mente estava girando com tudo que a Ade tinha me contado e com o que eu tinha feito.

Eu chupei buceta! Eu chupei a buceta da minha prima... e aí minha prima me chupou. Então, eu recebi boquetes de três garotas em toda a minha vida e duas são da minha família.

Eu me sentia confuso, emocionado, nervoso e animado e todo tipo de coisa. Meu rosto ainda fedia à Ade e, relutante, fui lavar o rosto antes de sentar de novo no PC. O vídeo da orgia da minha mãe estava em repetição automática e eu via minha mãe de joelhos sendo fodida com força por trás enquanto sua boca estava ocupada lustrando um pau. Seu rosto estava encharcado de suor e porra, o cabelo uma bagunça e eu vi o cara atrás dela gemer e esvaziar a carga dentro dela antes de desligar. Meu pau já estava ficando duro de novo e me perguntei quando minha mãe chegaria em casa...

Decidi verificar a cópia clonada do celular da Harriet, para ver se ela tinha falado mais com o Shane. A conversa deles sobre os vídeos da minha mãe devia ter continuado offline, então eu estava perdendo algum contexto, mas o que consegui juntar parecia ruim.

>ei amor, falei com os caras e eles não mostraram esses vídeos pra mais ninguém<

>Para de me mandar mensagem.<

>amor, qual é, você tá fazendo um escândalo por nada<

>Você prometeu! Disse que ninguém nunca veria esses vídeos!<

>Amor, foi só pros meus parceiros!<

>Para de me mandar mensagem!<

Oh, céus. pensei. Então a Harriet tinha mostrado aqueles vídeos para o namorado e o namorado os repassou sem a permissão dela.

Então ela mentiu para minha mãe e o Shane mentiu para ela.

E você mentiu para sua mãe. Bem, sim, okay — mas... não, eu não tinha desculpa.

Suspiro. Alguém aqui ia ter que ser honesto. Em breve. Verifiquei os registros do telefone da Harriet. Ela teve várias ligações com o Shane no fim de semana e uma da minha mãe no começo do fim de semana. Presumivelmente, a mãe tinha ligado e perguntado sobre os vídeos, a Harriet tinha prometido a ela por mensagem que todos tinham sumido e depois conversou com o Shane e, lentamente, tudo se desfez. Caramba, que bagunça. Eu podia fazer alguma coisa para esclarecer tudo? Não tinha certeza. Minha próxima aula com a Harriet era na quinta-feira, eu teria que pensar um pouco, talvez pudesse conversar com ela.


A mãe chegou em casa pouco depois das seis e fizemos o jantar juntos — nada sofisticado, uma massa e molho comprado. Ela passou o jantar todo falando, me olhando, e eu me senti um pouco inseguro sobre o que estava acontecendo — por um tempo me perguntei se ela sabia alguma coisa sobre o que tinha acontecido hoje, mas como poderia?

Limpamos a mesa e guardamos a louça e por um tempinho pareceu uma noite perfeitamente normal, como se nossa vida fosse como antes.

E então a mãe perguntou se eu estava com tesão.

Bem-vindo à minha nova vida, acho.

Eu estava, eu disse. Estava com tesão desde o momento em que ela entrou pela porta — vê-la tirar o casaco me deixou com tesão, quando ela se abaixou para pegar as compras me deixou com tesão, vê-la comer me deixou com tesão — tudo na mãe me deixava com tesão agora.

"Quer que a mamãe cuide disso?" ela perguntou, docemente, e eu disse sim, por favor.

Ela me levou pela mão até o quarto dela, me disse para deitar na cama e, exatamente como na primeira noite em que ela me chupou, tirou a blusa e se juntou a mim na cama.

Momentos depois, meu pau estava envolvido pela umidade quente da boca dela e eu me vi no paraíso de novo.

Mas depois de mais ou menos um minuto, me levantei nos cotovelos.

"Mãe?" eu disse e a mãe olhou para mim e parou.

"O que foi?" ela perguntou, ansiosa, mas eu sorri e disse que não era nada.

"Posso... tenho uma coisa que quero te perguntar."

"O quê?"

"Posso ver sua buceta?" eu perguntei. A mãe me encarou por um longo tempo.

"Eu... eu... não tenho... certeza se me sinto... confortável..."

"Por favor, mãe?" eu pedi. A mãe se remexeu, desconfortável.

"Você realmente quer?" ela perguntou.

"Quero." Ela olhou para baixo e balançou a cabeça.

"Não entendo muito bem por quê. Só sou gorda e nojenta e—"

"Mãe!" protestei. "Mãe, não diga isso!" De repente, fiquei de joelhos e a abracei, meu pau latejando encostado no jeans dela. "Mãe, você não é gorda nem feia, você é sexy pra caramba." A mãe ficou quieta, o rosto perdido em pensamentos. Finalmente, ela me olhou de novo e assentiu. Então ela saiu da cama.

E se despiu.

O sutiã saiu primeiro e seus lindos seios grandes ficaram livres de novo. Em seguida, ela desabotoou o jeans e uma calcinha rosa (com uma mancha úmida notável) apareceu. Ela se livrou do jeans e ficou na minha frente quase totalmente nua. Eu tinha visto tudo dela nos vídeos, mas na vida real só a tinha visto assim. Lentamente, ela segurou a calcinha e a deslizou para fora. Ela ficou na minha frente totalmente nua, as pernas juntas. Vi o emaranhado ligeiramente desgrenhado de pelos acima da virilha. Vi a barriga saliente sobre a cintura. Vi seus seios grandes, mas caídos, e seu corpo que trazia marcas de uma vida de ganho e perda de peso, além de vários anos de trabalho duro, falta de sono e trauma.

E foi a visão mais sexy que já tive na vida.

"Feliz?" a mãe disse, parada ali, sem jeito. Eu balancei a cabeça.

"Mãe, por favor..."

"Por favor o quê?" ela disse, claramente desconfortável.

"Quero ver você."

"Você pode me ver."

"Toda você." A mãe ficou imóvel por um longo tempo antes de finalmente voltar para a cama. Ela se sentou sobre os joelhos de novo e depois mudou de ideia. Deitou-se de lado, pernas juntas, e então lentamente, lentamente as afastou.

A buceta da mãe não era depilada como nos vídeos. Era selvagem e peluda. Eu podia sentir o cheiro daqui. Eu a queria. Eu a queria mais do que qualquer coisa naquele momento. Teria trocado todos os boquetes de todas as mulheres do mundo, incluindo a mãe, para me enterrar dentro dela, sentir a cabeça do meu pau roçar naqueles pentelhos, deslizar por entre aqueles lábios...

Soube então, se já não soubesse antes, que queria que a mãe fosse minha primeira vez. Queria perder minha virgindade com ela e mais ninguém.

"S-satisfeito?" a mãe disse, a voz trêmula.

"Posso tocar?" eu perguntei. A mãe não disse nada, mas assentiu lentamente. Cheguei um pouco mais perto e coloquei a mão na coxa dela. Deslizei a mão lentamente para cima e pude sentir o calor que emanava da virilha dela. Rocei os dedos na mata de pelos e os passei sobre os lábios. Ela deu um pequeno arrepio.

"Dan..." a mãe disse. "Dan, você não precisa—"

"Eu quero." insisti.

Assuntos desta história

Para ler em seguida