Ela Conhece o Novo Vizinho
Mark espetou o garfo preguiçosamente na refeição congelada, furando o plástico antes de enfiá-la no micro-ondas. Ajustou o timer e tomou um longo gole de cerveja, a terceira da noite. Jogou a embalagem em direção ao lixo, que já transbordava de caixas parecidas e das bandejas sujas correspondentes.
Encostado no balcão da cozinha, coçou a barba áspera no queixo. Preciso mesmo arrumar um tempo para tirar isso, pensou. Talvez eu tome um banho mais tarde e faça isso. Tomou outro gole da cerveja e riu sozinho. Nada provável, pensou. Não tomava banho havia vários dias e não conseguia pensar em um motivo para fazer isso esta noite.
O micro-ondas apitou e ele puxou a bandeja, tomando cuidado para não se queimar com um jato de vapor fora de hora, mais uma vez. Toda vez que isso acontecia, ele jurava que começaria a cozinhar de verdade, mas sempre que tentava, parecia ser muito incômodo, e outra refeição instantânea ia parar no micro-ondas.
Nem sempre tinha sido assim. Ele costumava gostar de cozinhar, quando era para dois. Mas desde que sua esposa o surpreendeu com o anúncio de que o estava deixando para ficar com outro homem, ele desmoronou. Já fazia mais de um ano agora, ela estava casada de novo, e a vida dele continuava uma bagunça.
Tinha vendido a casa que compartilhavam, aquela que seria perfeita para a família que criariam. Havia muitas lembranças ali, e ele se mudara para outro bairro, comprara outra casa nessa vizinhança tranquila, com a intenção de se recompor, mas simplesmente não conseguia juntar energia.
Com apenas vinte e seis anos, era jovem demais para ficar afundado em autocomiseração, e seus amigos tentaram ajudar, arranjando encontros com outras mulheres, levando-o a baladas, mas ele continuava recusando os convites e só ficava bêbado nos encontros que o forçavam a ir. Por fim, eles o deixaram em paz, avisando que estariam lá quando ele estivesse pronto.
Pegando o garfo, levou a bandeja fumegante para o terraço do segundo andar. Era uma noite quente, e ele queria fugir da visão da cozinha suja. Ouviu gritos de risada vindos do jardim ao lado e, resoluto, sentou-se de costas para a família feliz.
Os Sanderson tentaram ser amigáveis, dando-lhe as boas-vindas ao bairro e convidando-o para churrascos. Ele vira duas crianças: uma filha nova, de uns doze anos, e um filho de uns dezessete, e calculou que eles estavam casados havia uns vinte anos. A visão da felicidade deles era mais do que podia suportar, e sempre dava uma desculpa para recusar os convites, até que eles se afastaram, deixando-o em paz.
Estava afundado em lembranças de tempos mais felizes quando gritos de surpresa do vizinho subitamente o trouxeram de volta ao presente.
— Carolyn, a gente não esperava você hoje! — ouviu a mãe exclamar. — Achei que sua última prova fosse na semana que vem!
— Não, mãe, foi ontem. Eu sabia que você tinha entendido errado e queria fazer uma surpresa! — ouviu uma voz feminina desconhecida responder.
Ele se virou, girando na cadeira, a curiosidade falando mais alto. — Nossa — murmurou, quando o olhar pousou em uma jovem no jardim ao lado. Ela tinha uns vinte anos, calculou, com longos cabelos castanhos acobreados presos em um rabo de cavalo. Não conseguia distinguir a cor dos olhos, mas sua figura sedutora era fácil de ver. O top curto e os shorts minúsculos exibiam seios cheios e firmes, cintura fina, barriga lisa e um traseiro redondo e durinho sobre pernas longas e atléticas.
— Ei, Cary, você voltou — gritou o irmão, saindo de casa, acompanhado pela irmã mais nova que correu para abraçá-la.
Mark assistiu à feliz reunião, os olhos bebendo a beleza da filha recém-chegada, e sentiu um despertar no corpo que nenhuma outra mulher provocara desde que sua esposa partiu.
De repente, percebeu que ela o estava encarando e desviou o olhar rapidamente.
— Mãe, quem é aquele cara? — Carolyn perguntou à mãe, apontando discretamente para as costas de Mark.
— Ah, o nome dele é Mark. Ele se mudou há uns dois meses. Não é muito amigável — ela fungou.
Carolyn não pôde deixar de sorrir da desaprovação da mãe. Ela esperava que todo mundo fosse tão amigável e extrovertido quanto ela, e se não fosse, bem, então era simplesmente rude.
— Vou lá dar um oi — disse, indo para o final da cerca que dividia os dois jardins.
Parada ao pé da escada que levava ao terraço de Mark, ela gritou: — Olá? Se importa se eu subir?
Mark foi até o topo da escada e olhou para a vizinha. — Hum, claro — murmurou, torcendo para que ela não se ofendesse com o cheiro dele ou com a visão da cozinha através das portas de vidro.
Contornando o lado mais distante da mesa para manter alguma distância, ele a observou subir. Quando ela chegou ao topo e se virou para ele, viu que seus olhos eram de um avelã dourado. Dessa distância próxima, percebeu que ela não usava sutiã sob o top e seus mamilos pressionavam o tecido fino. Meu Deus, ela é gostosa, pensou.
— Oi, meu nome é Carolyn, moro ao lado. Pelo menos durante o verão — ela sorriu.
— Mark — ele respondeu simplesmente.
Olhando para os restos da refeição instantânea, ela sorriu. — Essas coisas não enchem muito, né? Meu pai vai preparar um monte de costelinhas no churrasco, muito mais do que podemos comer, se você quiser se juntar a nós — convidou.
Pela primeira vez em meses, ele realmente ficou tentado a aceitar um convite, mas ainda hesitou. — Bem, hum, não estou muito em condições de fazer companhia. Estava me exercitando mais cedo e estou um pouco fedido — mentiu para encobrir a falta de higiene.
— Ele ainda nem acendeu a churrasqueira, ainda vai demorar — ela respondeu. — Vamos, vai ser divertido. Ele faz umas costelinhas ótimas — tentou tentá-lo. Por algum motivo, ela estava animada para que ele fosse. Por trás da camiseta e jeans surrados, da barba desleixada e do cabelo sujo, havia um cara potencialmente muito gato, e ela estava curiosa para ver se estava certa.
— Bem, vai tomar um banho — ela insistiu, rindo.
— Hum, OK — ele respondeu, incapaz de resistir a ela. — Quer uma cerveja? Tem umas na geladeira — ofereceu, sem pensar.
Quando se virou para as portas de correr de vidro, a visão da cozinha o assaltou. Ao cruzar a soleira, virou-se para ela. — Desculpe a bagunça. Tenho andado muito ocupado ultimamente — disse sem graça, tentando arranjar uma desculpa para a sujeira.
— Ah, tudo bem — ela disse, tentando engolir a repulsa. — Acabei de vir da universidade, você precisava ver algumas cozinhas comunitárias nos dormitórios — ela riu nervosa.
— Bem, como eu disse, fique à vontade para pegar uma cerveja — ele falou, antes de se dirigir ao banheiro.
Ela abriu a geladeira, notando o vazio. Um vidro de ketchup, um pouco de mostarda endurecida e um pote de picles com só um picles sobrando. Havia vários engradados de cerveja, porém. Puxando o freezer, ela viu que estava abarrotado de pacotes de refeições congeladas.
Pegando uma cerveja, ela abriu a tampa e começou a vasculhar os armários. Encontrando alguns sacos de lixo grandes, começou a recolher as embalagens de refeição e tampinhas que transbordavam. Juntou todas as garrafas de cerveja aleatórias, colocando-as de volta nas caixas descartadas, e empilhou-as contra a parede. Depois de lavar as mãos, sentou-se no balcão da cozinha, bebendo a cerveja.
Mark ficou de pé no chuveiro, encostado na parede, a cabeça inclinada para trás, olhos fechados, a mão bombeando rapidamente o pau. Imagens de Carolyn enchiam sua mente, imaginando aquele corpo jovem e durinho nu, cavalgando seu quadril, fodendo-o, os seios viçosos balançando, gritando alto de paixão e desejo enquanto ele jorrava sua porra dentro dela. Com um gemido, gozou, a porra disparando no spray do chuveiro.
Ele se encostou na parede, pasmo por ter feito aquilo. Não necessariamente a masturbação, era o único tipo de sexo que fazia hoje em dia, mas por ter fantasiado com alguém que não fosse a ex-esposa. Com um sorriso discreto, balançou a cabeça e pegou a espuma de barbear.
Carolyn já estava na segunda cerveja e estava começando a se perguntar por que ele estava demorando tanto quando finalmente ouviu o chuveiro desligar. Uma porta se abriu em algum lugar e, um momento depois, Mark entrou na cozinha com uma toalha em volta da cintura.
Por um instante, ela não o reconheceu. Ele tinha se barbeado, e o corpo que ela imaginava por baixo da camiseta esticada era firme e duro.
— Desculpe, achei que você tivesse ido embora — ele gaguejou, pensando que ela tinha saído. — Você limpou? — perguntou, de repente notando o que ela tinha feito. — Estava tão ruim assim? — fez uma careta.
— Sim, estava — ela sorriu. Seu olhar percorreu o rosto bonito, descoberto pela barba, deslizou pelo pescoço até o peito nu, passou pelos quadris e coxas cobertos pela toalha, pelas panturrilhas e voltou a subir. Sua avaliação franca provocou um despertar no corpo dele, e seu pau começou a subir sob a toalha.
Ela se levantou do banco e se aproximou dele. Estendendo a mão, acariciou sua bochecha. — Muito melhor sem a barba — disse suavemente. Seu toque repentino assustou-o, e ele deu um passo para trás.
— Desculpe — ela disse baixinho, sem tirar os olhos dele. — Acho que sua esposa não gostaria disso? — perguntou.
— Não sou casado — ele conseguiu dizer. Por favor, não perceba, pensou, não olhe para baixo. Seu pau estava começando a armar a toalha, e, assim que fez sua súplica silenciosa, ela olhou para baixo.
Com um olhar malicioso nos olhos, ela novamente deu um passo para perto, o dedo ousadamente traçando uma linha pelo abdômen, logo acima da toalha. Ele recuou de novo.
— Namorada? — ela perguntou.
— Não — ele engoliu em seco.
— Namorado? — ela insistiu, erguendo as sobrancelhas e sorrindo.
— Não — ele repetiu.
— Você só não gosta que eu te toque? — ela perguntou, novamente se aproximando dele. Erguendo a mão, passou-a pela têmpora, os dedos deslizando pelo cabelo molhado, descendo até a nuca.
Mark fechou os olhos e inspirou fundo, com um arrepio. Fazia muito tempo que uma mulher o tocava assim, e ele estava tendo dificuldade para manter o controle. O que ela queria?, perguntou-se. Ele estava diante dela usando apenas uma toalha e obviamente excitado, ela deve saber o que está fazendo.
Sentiu-a puxando a toalha de sua mão, e seus olhos se abriram exatamente quando ela a puxou de vez. Ele estava nu diante dela e, sem pensar duas vezes, envolveu sua mão na nuca dela e a puxou para si, seus lábios caindo vorazmente sobre os dela.
Carolyn derreteu-se contra ele, abrindo os lábios para os dele, a língua dela ousadamente buscando a dele. Suas mãos envolveram o rosto dela, desceram pelos braços, enlaçaram-na, saboreando a sensação do corpo de uma mulher contra o seu pela primeira vez em um ano.
Ele deslizou as mãos para cima, por baixo do top, e segurou os seios, os polegares roçando os mamilos endurecidos. Ainda bem que bati uma no chuveiro, senão eu estaria gozando agora mesmo, pensou enquanto apertava suavemente os peitos dela. Movendo as mãos para a cintura, ela puxou o top, expondo os seios perfeitos. Mark abaixou a cabeça, sugando um mamilo rosa escuro na boca, mordiscando-o suavemente com os dentes.
— Oh, sim — ela respirou, inclinando a cabeça para trás. Os dedos dele estavam no shorts dela, abrindo o botão e puxando o zíper para baixo. Puxando o shorts, eles caíram nos tornozelos, e ela os chutou para longe. Recuando, Mark contemplou o corpo dela, apenas uma calcinha minúscula cobrindo a boceta. Enganchando os polegares no cós, ela lentamente a puxou para baixo, revelando um monte completamente depilado.
— Oh, Deus — ele sussurrou, olhando para ela. — Oh, Carolyn — murmurou, puxando-a de volta para seu abraço, beijando-a profundamente, as mãos acariciando e apertando o traseiro dela.
A mão dela desceu entre seus corpos e envolveu o pau dele, acariciando-o suavemente. Rompendo o beijo, ela se ajoelhou diante dele e, lambendo os lábios, deslizou-o na boca.
— Oh, Deus, oh, sim — Mark ofegou quando ela começou a chupá-lo. Como uma boa garota de faculdade, ela era excelente no boquete, e logo seu nariz estava pressionado contra o estômago dele, e ele achou que ia perder o juízo. Implacável, a cabeça dela ia e voltava, deixando-o deslizar pela garganta até que ele apertou os dedos no cabelo dela. — Pare, Carolyn, oh, Deus, pare — implorou.
Tirando a boca dele, ela acariciou suavemente o pau. — Quantas vezes você consegue gozar seguidas? — perguntou.
— Normalmente duas — ele ofegou.
— Bem, qual é o problema? — ela perguntou, prestes a colocá-lo na boca de novo.
— Eu... hã... gozei no chuveiro, só alguns minutos atrás — ele admitiu.
Um sorriso malvado curvou os lábios dela enquanto se levantava. — Seu menino levado — ela brincou. — Me fode — sussurrou. — Me fode gostoso e forte.
Surpreendendo-a, ele a girou e a dobrou sobre o balcão da cozinha, abrindo suas coxas com o joelho. Via que a boceta dela estava molhada, mas a provocou, acariciando a cabeça do pau na entrada, abrindo os lábios da boceta e pressionando só um pouco antes de deslizar entre as nádegas, provocando o cu apertado, antes de voltar à boceta faminta.
— Oh, Mark, me dá, amor, por favor, não provoca — ela implorou.
Com um gemido profundo, ele deslizou o pau naquele calor convidativo, a boceta apertada envolvendo-o. Pausou por um momento, precisou recuperar o fôlego e então continuou a penetração. — Caralho, você é gostosa! — exclamou quando estava todo dentro.
Recuando, ele começou a fodê-la devagar, aumentando gradualmente a velocidade até estar arando nela, fodendo forte.
— Oh, sim, Mark, me dá, amor, me dá, enfia esse pau em mim! — ela gritou, empurrando os quadris para trás, encontrando as estocadas dele.
— Você gosta forte, gata? — ele rosnou, batendo nela.
— Oh, sim — ela respondeu sem fôlego. — Eu adoro.
Erguendo a mão, ele deu um tapa no traseiro dela, avermelhando uma nádega e depois a outra. Encorajado pelos gritos lascivos dela, ele puxou uma das coxas para cima, apoiando o joelho dobrado em um banco alto do bar. Estendendo a mão entre as pernas dela, beliscou um dos lábios da boceta entre os dedos, ainda fodendo-a, beliscou forte, torcendo a carne tenra enquanto ela gritava, os nós dos dedos brancos ao segurar o balcão.
— Oh, Deus, Mark, oh, sim, oh, sim — ela ofegou.
— Você gosta disso, não gosta? Sua garota suja — ele sussurrou no ouvido dela, beliscando-a de novo.
— Sim, oh, sim, eu sou uma garota suja, uma putinha suja. Me fode, amor, me fode — ela gemeu enquanto ele continuava seu ataque à boceta dela.
— Oh, Deus, oh, sim, oh, porra, sim — ela gritou, jogando o cabelo para trás, batendo no balcão, enquanto o orgasmo a dilacerava, os fluidos dela encharcando os dedos de Mark.
Deixando a coxa dela puxada bem alto, ele bateu de novo no traseiro, dando uns tapas fortes.
— Oh, sim, me bate — ela ofegou.
Ele cumpriu feliz, esbofeteando completamente as nádegas até ficarem vermelhas. — Você é uma garota muito levada — ele rosnou, apertando o traseiro dolorido dela.
Rudemente, puxou a perna dela do banco e a girou para encará-lo. Agachou-se diante dela, agarrou-a pelas pernas e a ergueu para o balcão. Com os braços ainda enlaçados nas coxas, ele as abriu e abaixou a cabeça. Com um forte suspiro, Carolyn deitou-se de costas, a cabeça pendendo da borda do balcão, enquanto ele começava a lambê-la.
— Oh, Deus, Mark, sim, oh, sim — ela respirou enquanto ele sugava o clitóris, mordiscava os lábios da boceta e mergulhava a língua nela. Ele acrescentou os dedos, enfiando-os profundamente no buraco quente e molhado enquanto puxava o clitóris para a boca.
— Oh, porra! — ela gritou quando seus dentes de repente morderam o clitóris, seus dedos beliscando e torcendo os lábios da boceta, os outros dedos mergulhando fundo nela. — Porra, sim! — ela gritou, as costas arqueando para fora do balcão, as mãos esfregando o rosto de Mark na boceta enquanto gozava forte, os fluidos lambuzando o rosto dele.
Erguendo a cabeça, ele a observou, maravilhado pela beleza do corpo dela. Os seios estavam firmes no peito, os mamilos endurecidos apontando para o teto, enquanto suas costas se arqueavam. Seus dedos cravaram nas coxas dela e ele novamente abaixou a cabeça, sem intenção de dar a ela um momento de descanso.
— Oh, Deus, oh, Deus — ela gemeu quando os dentes e a língua dele voltaram ao seu monte trêmulo, mais uma vez lambendo, chupando e mordendo.
Levantando momentaneamente a cabeça, ele deu uns tapas na boceta molhada dela algumas vezes, para deleite dela, antes de retomar sua tarefa.
Contorcendo-se no balcão, Carolyn não conseguia nem pensar. Tudo de que tinha consciência era da magia perversa que Mark operava entre suas coxas. Nunca antes recebera um sexo oral tão incrível, certamente nunca gozara tão forte com os lábios inexperientes dos garotos da faculdade com quem estivera fodendo.
— Ai, Deus, sim, Mark, caralho, sim — ela rosnou, arqueando as costas novamente para fora do balcão. — ai, sim, ai, sim, ai, sim — ela gemeu enquanto o orgasmo a rasgava por dentro. Ela gritou de novo quando Mark deu um tapa na sua boceta gozando, os estalos molhados ecoando pela cozinha.
Sem aviso, ele a puxou para si e enfiou o pau de volta nela. — Deus, você é tão quente e molhada — ele grunhiu, penetrando-a fundo. Abaixando a cabeça, chupou um mamilo endurecido, rolando-o entre os dentes enquanto seu pau martelava a maciez dela.
Erguendo a cabeça, ele agarrou seus tornozelos e, levantando-os, juntou-os, empurrando-os para trás sobre o rosto dela, expondo sua bunda para ele.
Tirando o pau da boceta, ele contemplou seu cu apertado. Passou um dedo na boca, umedeceu-o e pressionou a ponta contra seu buraco contraído. — Eu quero seu cu — sibilou no ouvido dela enquanto seu dedo entrava.
— Ai, Deus, sim, come meu cu, seu desgraçado, fode ele — Carolyn gemeu.
Encorajado pelas palavras dela, ele forçou o dedo até o fundo dentro dela. Deslizando o pau de volta para dentro da sua boceta, continuou fodendo sua buceta e começou a dedilhar seu cu. Ela era tão apertada que ele teve que se esforçar de verdade. Tirando o dedo do cu dela, umedeceu dois dedos nos fluidos da boceta antes de enfiá-los ambos dentro dela e depois adicionar um terceiro. Bombeando a mão rapidamente, ele fodeu seu cu, seu pau acompanhando o ritmo na boceta.
— Ai, Deus, sim. Caralho, sim! — ela gritou quando outro orgasmo irrompeu dentro dela, tanto o cu quanto a boceta apertando-se com força ao redor dele.
Ele saiu e a arrastou do balcão, virando-a e dobrando-a sobre ele. Sem esperar, e com o pau encharcado do gozo dela, mirou no seu cu relaxado. Com um grunhido alto, ele impulsionou os quadris para frente, forçando vários centímetros do seu pau para dentro dela.
Carolyn gritou alto quando ele a penetrou. — Ai, sim, sim, sim! — ela quase berrou, jogando os cabelos para trás.
Agarrando seus quadris com força, Mark continuou deslizando o pau para dentro dela. Recuando ligeiramente, ele enfiou mais. Continuou fodendo-a lentamente, recuando um pouco e enterrando mais até estar até o talo, suas bolas pressionadas contra a boceta encharcada dela.
— Você gosta disso, sua safada? Gosta do meu pau bem fundo dentro do seu cu? — ele rosnou no ouvido dela, roçando-se contra ela.
— Ai, sim. É gostoso pra caralho — ela grunhiu, empurrando contra ele. — Me fode — ela ofegou. — Fode meu cu gostoso e forte.
— Diz por favor — ele sussurrou.
— Por favor — ela respirou.
Ainda agarrado firme nos quadris dela, ele recuou até só a cabeça estar ainda dentro dela e então se chocou de volta, fazendo-a gritar alto.
— Isso, tesão, é isso, me come forte — ela rosnou.
Mark não segurou nada e começou a arar seu pau dentro dela. Movendo vigorosamente os quadris, ele fodeu o cu apertado dela com toda a sua força, ficando cada vez mais excitado pelo quanto ela estava adorando. Novamente ergueu a perna dela para o banco do bar, contemplando suas nádegas abertas, assistindo sua vara entrando e saindo dela, maravilhado com a visão do buraco apertado esticado ao seu redor. Soltando os quadris dela, ele deu um tapa na sua bunda, avermelhando novamente seu traseiro.
Gritando incoerentemente e batendo no balcão, Carolyn empurrou a bunda para fora, encontrando as investidas brutas de Mark, amando a sensação dos quadris dele batendo contra suas nádegas doloridas. A grossura do pau dele estava alargando seu cu, mergulhando fundo, deixando-a louca. No limite do delírio, ela o incentivava. — Vai, tesão, me dá. Adoro a sensação do seu pau grande dentro de mim, metendo fundo no meu cu. Me fode, fode meu cu apertado — ela ofegou.
Ela estava gozando repetidamente, seu cu contraindo-se apertando o pau dele até que ele não aguentou mais e, com um rugido, explodiu dentro dela, enchendo seu cu com seu gozo. — Estou gozando, caralho, estou gozando! — ele gritou, roçando-se contra ela.
— Ai, sim, ai, Deus, sim! — ela grunhiu enquanto ele se chocava nela, depositando sua carga de gozo bem fundo dentro dela.
De repente exaustos, ambos se dejacaram contra o balcão, tentando desesperadamente recuperar o fôlego. Coração batendo descontroladamente, Mark lentamente se afastou dela, abrindo suas nádegas para ver gotas do seu gozo escorregando para fora do cu arreganhado de Carolyn e descendo para sua boceta encharcada. Ele nunca tinha gozado tão forte e ficou impressionado com a quantidade de creme que tinha jorrado.
Deitada contra o balcão, ela sabia o que ele estava olhando e esperou até que ele terminasse antes de abaixar lentamente a perna do banco. — Você me arreganhou toda? — ela perguntou com um sorriso sabido.
— Com certeza, você está enorme — ele respondeu, sorrindo de volta para ela.
— Onde fica o banheiro? — ela perguntou, perambulando pelo corredor de onde ele tinha vindo mais cedo.
Depois de se limpar o melhor que pôde, ela voltou para a cozinha e começou a vestir suas roupas. Mark tinha colocado a toalha de novo e estava sentado no balcão terminando a cerveja dela.
Dando-lhe um beijo profundo, ela se virou para sair. — Então, você vem para as costelinhas? — ela perguntou com um sorriso na porta.
— Sim, me dá uns minutos — ele respondeu retribuindo o sorriso dela.
Ele a observou sair e olhou ao redor da sua cozinha arrumada, mas ainda suja. Amanhã eu vou limpar isso, ele pensou, e sabia que desta vez ele cumpriria. Imagens de Carolyn enchiam sua cabeça e ele finalmente sentiu alguma esperança de que talvez pudesse ser feliz de novo.