Demonstração de Aula entre Irmãos
"Rachel, você ama o seu irmão?"
A jovem morena ergueu os olhos da mesa, atordoada. Estava tão absorta nos trabalhos escolares que nem notou a outra professora entrando na sala, muito menos percebeu que ela mesma era a pessoa sendo abordada diretamente.
A Sra. Genesee, parada na porta com um vestido azul-escuro, repetiu a pergunta. "Você ama o seu irmão, Rachel? De verdade?"
Era uma pergunta tão estranha. Aleatória. O irmão de Rachel era apenas 11 meses mais velho que ela, e a proximidade de idade era tanto uma bênção quanto uma maldição. Ela achava que se davam tão bem quanto outros irmãos. Como irmão, Rachel amava Aaron? Bem, sim, claro. Parecia algo não opcional, honestamente.
Mas Rachel sentiu que a Sra. Genesee queria dizer algo mais do que isso. E então, Rachel levou a resposta muito a sério. Será que ela amava Aaron, de verdade? Rachel tinha dezoito anos inteiros de experiência para se basear. Muitas discussões sobre quem usava o banheiro ou de quem era a vez de lavar a louça. Empurrões por espaço no banco de trás em viagens longas e brigas sobre o que assistir na TV.
Mas também teve aquela vez em que Johnny Markison -- aquele grandalhão idiota e valentão -- a empurrou na lama e Aaron brigou com ele por ela. Claro, Aaron acabou com o braço quebrado e o lábio partido, mas foi a intenção que contou.
E apesar de toda a rivalidade comum entre irmãos, também havia muitos pequenos gestos. Aaron sempre se certificava de que Rachel ficasse com a última batata frita, o último pedaço de doce, o último gole de refrigerante. Ele ouvia o que ela tinha a dizer (mesmo que não gostasse). E uma vez, quando Rachel estava saindo do chuveiro, ela flagrou o irmão olhando pela porta entreaberta e isso a fez se sentir toda quente e revirada por dentro.
Então sim. Definitivamente. Rachel amava o irmão. De uma forma que ela nem havia admitido para si mesma até aquele momento.
"Ótimo", disse a Sra. Genesee, juntando as mãos e sorrindo calorosamente. "Preciso que você venha comigo."
Rachel juntou suas coisas e seguiu a professora para fora da sala. Sentiu os olhares de todos da sua série sobre si enquanto saía. Era estranho, mas Rachel estava focada no que o irmão mais velho poderia precisar. Algo na atitude da Sra. Genesee, na sua pergunta esquisita, fez Rachel perceber que a situação devia ser bem séria.
Rachel seguiu a Sra. Genesee pelo corredor, cada lado ladeado de armários. Tudo estava estranhamente silencioso com todos os outros na aula. Seus passos, especialmente os saltos da Sra. Genesee, ecoavam alto no chão.
"Devo dizer, você é muito bonita, Rachel", disse a Sra. Genesee, do nada. "E o seu corpo!"
Apesar do comentário aleatório, Rachel se sentiu lisonjeada. Comparada à bela e esguia professora, Rachel -- baixa e de ombros largos, com seios e quadris grandes -- se sentia muito desajeitada. Malformada.
"Ah, não", disse a Sra. Genesee, "sou eu quem está com inveja. Quando eu tinha a sua idade, teria matado para ter, hum, atributos tão generosos."
Rachel observou a Sra. Genesee. A mulher era alta e magra, com cabelos loiros longos e lisos, tão claros que pareciam quase brancos. Seus grandes olhos azuis e sua voz suave e ofegante davam à professora uma expressão de permanente doçura e calor. Como uma professora de um antigo programa de TV.
"Você tem dezoito anos?" perguntou a Sra. Genesee, ignorando o olhar fixo e óbvio de Rachel.
"Sim, senhora", disse Rachel. Parecia um momento para "senhora". "Você também é, tipo, super linda. Sempre achei isso."
"Oh, obrigada", disse a Sra. Genesee. "Devo dizer, Aaron tem muita sorte de ter uma irmã como você."
Rachel supôs que a Sra. Genesee se referia à disposição de Rachel em ajudar o irmão, mas corou mesmo assim.
"Hoje, Aaron tem um projeto especial de último ano", explicou a Sra. Genesee. "Normalmente, você saberia disso no próximo ano. Mas a parceira do seu irmão está doente, então ele precisa que você a substitua."
"Eu faço qualquer coisa pelo Aaron", disse Rachel, com sinceridade. Parecia que reconhecer seu amor pelo irmão tinha aberto a torneira dos seus sentimentos e agora eles estavam transbordando. Ela ajeitou os óculos no nariz -- estavam bem ajustados, mas era um hábito nervoso.
"Fico tão feliz em ouvir você dizer isso", disse a Sra. Genesee. "Você realmente o ama, não ama?"
Rachel achou difícil responder, então assentiu, sentindo as bochechas esquentarem.
Chegaram à outra sala e abriram a porta. Era quase uma imagem espelhada daquela que Rachel tinha acabado de deixar, com fileiras de carteiras voltadas para uma parede de quadro-negro. As luzes fluorescentes eram quase dolorosamente brilhantes comparadas ao corredor relativamente escuro. A sala estava completamente cheia de alunos. Todos sentados em silêncio, como se a Sra. Genesee tivesse colocado a sala em pausa enquanto esteve fora.
Os olhos de Rachel imediatamente pousaram em Aaron. Ele era difícil de não notar: de pé na frente da sala, separado do resto da turma. Mantinha as mãos entrelaçadas na frente, quase em penitência. Viu Rachel e seus olhos se arregalaram.
Ele desviou o olhar, timidamente.
"Oi", Aaron disse para alguma janela atrás dele.
Aaron tinha ombros largos, cabelo castanho desgrenhado e um sorriso torto. Seus olhos negros como besouro sempre pareciam estar calculando algo. Como se as engrenagens da sua mente estivessem em movimento perpétuo. Tinha lábios finos e o queixo com princípio de barba. Ele parecia muito viril; Rachel sempre achou isso.
Já ela, Rachel puxara mais a aparência da mãe, com lábios grossos, grandes olhos azuis e nariz arrebitado. Seu cabelo era da mesma cor do do irmão, aquele castanho claro sem graça, mas ela o usava comprido, até o meio das costas.
"A Sra. Genesee disse que você precisava da minha ajuda", disse Rachel, bem ciente de que estava falando diante de uma sala cheia de jovens. Ela colocou todas as suas coisas ao lado do quadro-negro. "Fico feliz em poder estar aqui para você."
"Ahã", disse Aaron. Ele claramente se sentia muito envergonhado com tudo aquilo. Suas bochechas estavam adoravelmente coradas, e seus olhos escuros não conseguiam encontrar os dela. "Obrigado."
Agora, o resto da sala entrou em foco para Rachel. Ela reconhecia a maioria dos alunos ali sentados, é claro. Era uma escola minúscula no meio do nada e todos se conheciam.
Das garotas, havia Kaylee Ryan, uma líder de torcida loira e metida. Amy Warner, uma gótica magra de cabelo escuro que parecia ter um olhar sujo para todo mundo. E Taylor Charles, uma tagarela ruiva que era estrela do time de futebol.
Rachel também conhecia os rapazes. O estúpido Johnny Markison, musculoso e alto, que deu a Rachel um sorriso muito curioso quando os olhos dela o encontraram. Noah Kirk, um rapaz alto e estudioso de cabelo castanho escuro por quem Rachel tinha uma quedinha. Mason Derricks, baixinho e gorducho; um garoto doce e quieto, de cabelo loiro sujo.
Ao todo havia 6 alunos na sala, todos esperando pacientemente. Além de Aaron e Rachel na frente, claro. Rachel não pôde deixar de se sentir um pouco em exibição daquele jeito.
"Muito bem", disse a Sra. Genesee, entrando completamente na sala e virando-se para a turma. "Como eu estava dizendo, a parceira de Aaron, Lilly Parkinson, está com gripe hoje, então Rachel, aqui, gentilmente se ofereceu para substituí-la na demonstração de Aaron."
Ela disse a palavra demonstração de um jeito estranho, como se carregasse um significado muito mais profundo do que Rachel normalmente presumiria.
"Já estamos atrasados, então vamos começar imediatamente", disse a Sra. Genesee. "Rachel, por que você não vem aqui e senta na mesa."
Havia uma mesa de madeira na frente da sala, bem no centro. Rachel foi até lá e se empurrou para cima dela. Como todos ali, ela usava o uniforme escolar: um suéter azul-marinho sobre uma blusa azul-clara, com uma saia de xadrez azul (bem, os rapazes usavam camisa social e calça, mas era essencialmente o mesmo).
Sentada na mesa, com os pés sem alcançar o chão, Rachel se sentiu um pouco exposta. Ela mantinha as pernas bem juntas para que ninguém pudesse ver por baixo de sua saia. Rachel percebeu que estava suando por algum motivo. Com a respiração curta. Sim, ela se sentia em exibição daquele jeito e isso a deixava nervosa. Vulnerável. Ela olhou para o irmão em busca de apoio, mas viu que ele expressava as mesmas emoções. Isso só fez Rachel se sentir pior.
A Sra. Genesee ou não percebeu ou não se importou. "Aaron, vá em frente e beije sua irmã, para começar."
A respiração de Rachel escapou. Seu coração martelava na cabeça. Que tipo de aula bizarra era essa?!
Estava claro pelo jeito que a Sra. Genesee disse beije que ela não queria dizer um selinho na bochecha. Ao mesmo tempo, a forma como a professora magra e loira disse as palavras tão casualmente fazia parecer também que tal ato não era grande coisa.
Os olhos de Rachel voaram de volta para o irmão mais velho, que estava ao lado da mesa. Mas em vez de ver a esperada expressão de choque, horror ou nojo, Rachel viu que Aaron estava notavelmente imperturbável com o pedido. Ah, claro, ele estava corando como nunca. E ainda não conseguia olhar a irmã mais nova nos olhos. Então, ele estava nervoso. Mas o pedido em si? Quase parecia que Aaron o tinha antecipado.
O que era estranho. Rachel nunca tinha beijado um garoto sequer. Ter um primeiro beijo na frente da turma já era muito a pedir. Mas também ter esse primeiro beijo com o irmão. Isso parecia demais. E Rachel não era a única pessoa que pensava assim.
"Sra. Genesee, eles são irmão e irmã!" exclamou Taylor Charles, a ruiva atlética. "Isso é..." ela sussurrou a última palavra, como se meramente pronunciá-la em voz alta fosse um pecado. "Incesto."
"Taylor!" A Sra. Genesee ficou de pé, mãos na cintura. Seu comportamento antes suave tornou-se pétreo. Algo nessa transformação o deixou ainda mais intimidador. "Você já se esqueceu do juramento da turma?"
"Desculpe, Sra. Genesee", disse Taylor, parecendo envergonhada. Seu rosto quase tão vermelho quanto seu cabelo. Ela disse as palavras seguintes quase como um murmúrio. "O que acontece aqui, a gente não comenta. Nem julga."
"Correto. E por que isso?"
"Ser adulto vem com responsabilidades adultas", disse Taylor, como se recitasse um discurso ensaiado. "Mas coisas adultas assim não podem ser aprendidas em livros ou palestras. Então, em vez disso, a gente demonstra junto. Para que todos possamos compartilhar e aprender igualmente."
"Isso mesmo", disse a Sra. Genesee. Ela estava de volta ao seu eu doce e maternal. "Claro, se preferirem, podemos voltar a usar o livro didático, em vez disso."
A turma inteira gemeu. O que quer que tivesse naquele livro, Rachel percebeu que devia ser terrível.
A Sra. Genesee sorriu calorosamente. "Fico feliz em ouvir que todos vocês se sentem assim. Mas lembrem-se, isto é sobre ser adultos. Isso significa fazer essas coisas, sim, mas também ser respeitosos e mostrar compostura adequada. Todo mundo vai estar aqui na frente em algum momento. Pensem em como gostariam que sua própria demonstração acontecesse. Taylor, acredito que a sua vez é daqui a duas semanas. Sei que você vai querer ser tratada com o mesmo respeito que Aaron e Rachel hoje, certo?"
"Com certeza", disse Taylor. Ela estava sorrindo, como se tudo estivesse bem no mundo.
"Agora, concordo que isso é mais inconvencional do que qualquer coisa que já vimos até agora", disse a Sra. Genesee. "Mas não há o que fazer. Não podemos adiar. Então, a menos que alguém esteja disposto a se voluntariar para fazer uma rodada dupla..."
Todos na sala acharam algo muito mais interessante para olhar ao redor.
"Foi o que pensei", disse a Sra. Genesee. "OK, Aaron, pode prosseguir."
O irmão mais velho e bonito de Rachel foi direto até ela. Suas coxas pressionadas contra os joelhos dela. Seus olhos escuros vasculhavam o chão. Suas bochechas pareciam perpetuamente rosadas.
Ele murmurou alguma coisa, mas Rachel estava distraída demais com o estresse de tudo aquilo -- o olhar da professora, os olhares penetrantes dos outros alunos, o pensamento do que estava prestes a acontecer -- ela não conseguia prestar atenção.
Aaron se repetiu. "Desculpa", disse ele, "desculpa por tudo isso." Sua voz estava tão baixa que ele estava quase sussurrando.
Por mais que o irmão fosse alto, bonito e superinteligente, Rachel sabia que ele era quase terminalmente tímido. Ficar na frente da turma assim já devia ser difícil o bastante. Quanto mais agora ter que fazer o que lhes foi pedido.
Rachel percebeu, então, que ela tinha que estar ali pelo irmão, de uma forma que ia além de estar na sala. Afinal, eles já tinham outros seis alunos (mais uma professora!) para fazê-los se sentirem desconfortáveis. Não era o trabalho dela ser o único rosto seguro?
"Tudo bem", disse Rachel, "De verdade, Aaron. Honestamente, fico feliz em poder fazer isso por você. E, além disso, é só um beijo bobo."
"Um beijo", disse Aaron, com um sorriso irônico. "Certo."
Ele encontrou os olhos azuis e brilhantes da irmã pela primeira vez. Colocou as mãos nos ombros dela, rígido e desajeitado. Inclinou-se para frente. Rachel ofegou, mas antes que pudesse soltar o ar, ele foi engolido pelo irmão quando Aaron pressionou os lábios nos dela.
Foi rápido. Um selinho na melhor das hipóteses. Estranho e duro; clínico e desagradável. Nem de longe como filmes e livros tinham feito Rachel acreditar que um beijo seria. Foi desajeitado e desconfortável, como ser beijada por um membro da família. O que fazia sentido, já que era exatamente isso que estava acontecendo.
Ainda assim, Rachel ficou decepcionada. Afinal, era o seu primeiro beijo. E tê-lo tão, bem, ruim foi meio frustrante. Estranhamente, ela também se sentiu um pouco culpada. Como se estivesse decepcionando a turma também. Não era seu trabalho ajudar a demonstrar um beijo de verdade?
A Sra. Genesee deve ter sentido o mesmo, porque gentilmente separou os irmãos com a mão.
"Vamos, Aaron", disse a Sra. Genesee.
Novamente, um pouco de severidade preencheu sua voz, de outra forma doce. Só aquele pouquinho de reprovação, mal o suficiente para merecer a palavra, já deixou Rachel aterrorizada. O fato de o resto da sala também parecer paralisado pelo tom da Sra. Genesee só piorou as coisas.
"Espero um pouco de hesitação da querida Rachel", disse a Sra. Genesee, aquele indício de ira já derretido. "Mas nós dois sabemos que você pode fazer melhor do que isso."
"Desculpe, hum, senhora." Aaron gaguejou. "É que, hum, bem. É minha irmã e eu..."
"Já vi você dar beijos muito melhores com a Lilly", disse a Sra. Genesee.
Rachel se sobressaltou com aquilo. Aaron tinha beijado Lilly? Ela ficou surpresa, sentindo-se estranhamente enganada. E também, talvez o mais inapropriado de tudo: ciumenta.
"Sim, mas aquela é a Lilly e esta é..."
"Sua irmã", disse a Sra. Genesee. "Uma mulher que você realmente ama. Ou você mentiu antes sobre seus sentimentos?"
"Não", disse Aaron, "definitivamente não."
"OK então", disse a Sra. Genesee. Ela ficou para trás, braços cruzados sob os seios pequenos, como se seu ponto já tivesse sido mais que provado.
Aaron sugou o ar, bruscamente. Ele olhou para a irmã. "Desculpa", disse ele, "de novo."
Ele se inclinou e pressionou os lábios nos de Rachel. Desta vez foi melhor. Um padrão baixo, mas ainda assim. Seus lábios pareciam macios. Sua boca mais acolhedora. Suas mãos apertadas nos ombros dela.
Rachel se deixou cair naquilo. Ela se forçou a esquecer os outros jovens na sala, a professora julgando. Deixou o fato de que era seu irmão escapar da mente e, em vez disso, focou no ato de afeto por alguém que ela realmente amava.
Aaron também pareceu ser puxado para frente. Sua boca se abriu e eles *estalaram* lábios, molhados. Seus braços se contraíram e envolveram as costas de Rachel. O que tinha sido robótico tornou-se pesadamente, inescapavelmente, apaixonado.
Rachel sentiu a língua do irmão pressionar seus lábios, e ela o deixou deslizá-la para dentro de sua boca. Uau! Agora isso sim era um beijo!
"Uau", Taylor, a ruiva atlética, ofegou.
"Legal", Noah, o rapaz de cabelo castanho que era o vai-e-vem da paixão de Rachel, disse.
"Awn." Kaylee, a líder de torcida loira, murmurou. "Tão doce!"
"Nossa", disse o garoto tímido e gorducho, Mason.
Rachel até ouviu a gótica julgadora, Amy, fazer um tipo de 'hmmm' satisfeito.
"Que seja", disse o valentão Johnny Markison com desdém. Foi quase tanto um elogio quanto todas as coisas legais que a turma murmurava.
E ainda assim, foi só quando a Sra. Genesee assentiu em aprovação na visão periférica de Rachel que a garota se permitiu sentir que realmente havia tido sucesso na tarefa.
"Muito melhor", disse a Sra. Genesee.
E o coração de Rachel inchou de felicidade com o simples elogio. O poder que a aprovação dessa mulher parecia ter sobre ela só fazia essa experiência parecer ainda mais sinistra. E isso já era dizer muito, porque certamente era estranho pra caramba por si só.
Rachel sentiu Aaron começar a se afastar e deixou claro -- com seus próprios lábios e boca e língua -- que aquilo era inaceitável. Ela colocou suas próprias mãos nos flancos do irmão. Ele parecia sólido. Forte. O sobe e desce de sua respiração estava curto e necessitado. Ela se deixou perder na conexão escorregadia entre eles.
"Sim, bom", disse a Sra. Genesee, "Acho que você pode prosseguir agora."
Rachel soltou um suspiro. Por um lado, sentia que poderia beijar o irmão para sempre. Mas finalmente acabar com aquilo também era um alívio. Foi só um beijo. E bem fácil de fazer, no fim das contas. Rachel estava ansiosa para voltar para sua própria aula.
Mas Aaron não soltou a irmã de seus braços. Em vez disso, ela sentiu as mãos dele deslizarem por suas costas e agarrarem a barra do suéter. E, de repente, Rachel se viu sentindo uma emoção muito diferente, completamente. Uma que ela não conseguia descrever com uma única palavra. Medo-excitação-vergonha-ansiedade. Mexergonhação. Isso.
Talvez Aaron estivesse passando pela mesma coisa. Mas ele estava ocupado demais beijando a irmã e apalpando suas roupas para expressar isso. Era uma coisa estranha e assustadora -- Aaron era o instigador de todos esses sentimentos, mas também seu único porto seguro na sala.
Inevitavelmente, Aaron começou a levantar o suéter de Rachel para cima. Rachel sentiu seu coração disparar a cada centímetro da blusa azul que o irmão expunha.
"Levante os braços, querida", disse a Sra. Genesee. Até sua doçura agora tinha um gosto estranhamente azedo. Como açúcar demais pode revirar o estômago.
Rachel não queria fazer nada daquilo. Disse a si mesma que estava sendo boba -- era só mostrar a camisa social, afinal. Usava menos nas aulas de educação física. Mas era a implicação do ato -- todos os passos subsequentes que ele sugeria -- que a fazia querer desesperadamente fugir e se esconder. Fechar os olhos com força e fazer o mundo inteiro se teletransportar para longe.
Mas Rachel não fez nada disso. Em vez disso, para sua surpresa, fez exatamente o que lhe foi dito. Aaron interrompeu o beijo para puxar o suéter por cima da cabeça da irmã. Jogou-o de lado, como se não fosse nada além de um trapo.
Com o beijo interrompido, o suéter no chão, os olhos de Rachel voltaram a focar. A Sra. Genesee estava encostada na parede do fundo, de braços cruzados. O resto da turma olhava diretamente para ela, hipnotizada. Os olhares famintos no rosto deles. O olhar julgador da professora. A expressão amorosa no rosto do próprio irmão. Rachel de repente sentiu náuseas. Como despencar na queda íngreme de uma montanha-russa. E a próxima subida parecia realmente muito alta.
O que estava acontecendo? Para onde isso estava indo? Com o beijo e o suéter e-
"Hmph!" Rachel guinchou quando o irmão cobriu sua boca com a dele.
"Tá tudo bem", ele disse, entre beijos estalados. Sua voz como um sussurro no ouvido dela. "Estou aqui. Tá tudo bem." Claramente o irmão mais velho tinha percebido seu desconforto e estava tentando ajudar.
Mas o que estava bem? Esse era o problema do qual Rachel não conseguia escapar. O que exatamente era o 'isso' que supostamente estava bem?"Eu entendo", Aaron disse, mostrando claramente que não entendia nada. "Não era para ser você. É estranho e esquisito e eu também estou sentindo isso. Você nem chegou a fazer as coisas anteriores."
"Vocês todos fizeram isso?" Rachel perguntou. Os irmãos falavam baixinho. Não estava claro se estavam realmente tendo uma conversa privada ou se todos os outros eram simplesmente educados demais para reconhecer isso.
"Bem", Aaron hesitou. Seus beijos passando dos lábios dela para as bochechas, para as orelhas e até para o pescoço. "Nós todos nos beijamos assim, sim. E fizemos umas, hum, outras coisas. Mas hoje... Bem, alguns dos outros casais já foram. Mas a maioria ainda não."
"Ainda não entendi", Rachel disse.
"É para nos ensinar bem, sabe", Aaron disse. Rachel não precisava ver o rosto do irmão para saber que ele estava corando de novo. "Quando um homem e uma mulher..."
Rachel soltou um gemido que nem sabia que estava segurando.
"É", Aaron disse, "Isso."
"Ah", Rachel disse, "Meu Deus. E nós devemos fazer isso? Aqui em cima. Agora. Na frente da turma toda?"
O que homens e mulheres fazem juntos. Foi o que ele tinha dito. Meu Deus. Isso era aterrorizante. Horrível. Explorador e errado. E ainda por cima com o próprio irmão? Parecia roubar um carro para cometer um assassinato para começar uma guerra. Um erro em cima do outro a ponto de nada mais importar. O mundo inteiro virado do avesso.Mas então por que o sexo surpreendentemente molhado de Rachel pulsava no ritmo de seus batimentos cardíacos?
"Só temos que fazer um pouquinho", Aaron disse, um gemido de menininho escapando de seus lábios.
E uma parte idiota do cérebro de Rachel realmente pensou, bem, se for só um pouquinho.
"E se eu não quiser fazer isso?" Rachel perguntou, como se já não tivesse se convencido.
Aaron ficou vermelho. "Seria ruim", ele disse, "Quer dizer, constrangedor com certeza. Mortificante. E nós dois meio que dissemos que estávamos de acordo, né?"
Ah, claro. A coisa do amor de antes. Era isso que Rachel tinha feito? Concordado com o que quer que fosse tudo aquilo? Meu Deus.
"Se a gente parar agora", Aaron continuou, "Vai parecer que a gente não estava, sabe, sendo honesto com a Sra. Genesee. Nós dois podemos nos meter em muita encrenca. Além disso, eu tiraria uma nota ruim."
Bem, quando o Aaron coloca desse jeito. Rachel respirou fundo. Ela não estava fisicamente contida; ninguém a estava segurando no lugar. Mas bem que poderia estar, por todas as opções que tinha. Isso ia acontecer, querendo ela ou não. Então, decidiu que era melhor encontrar um jeito de aproveitar."O que devemos fazer agora?" Rachel perguntou.
"Você tem certeza?"
"Tenho."
O quão ruim poderia ser? Algo para compartilhar com o psiquiatra com certeza, mas isso era décadas no futuro. E, enquanto isso, meio que divertido? Não era como se fossem transar de verdade na frente da sala de aula inteira. Umas carícias mais intensas ou algo assim seria de boa.
Aaron estava demonstrando, apesar de sua gafe anterior, que era um beijador muito bom. E Rachel estava começando a se perguntar, com uma curiosidade feminina ociosa, o que poderia haver por trás do suéter do próprio irmão.
Aaron não conseguia conter o sorriso feliz no rosto. Claramente, a aprovação da irmãzinha significava muito para ele. "OK, então tipo, a gente pode revezar ou, hmmm, fazer a coisa toda de uma vez?"
"Ainda nos beijando, né?" Rachel perguntou.
"Sim."
"Como você e a Lilly faziam?" Rachel perguntou, fazendo o possível para manter a inveja fora de sua voz. Por que deveria incomodá-la que seu irmão tivesse beijado alguma outra garota idiota? Mas incomodava. "Quando vocês dois praticavam e tal."
"Bem, a gente nunca... Quer dizer, foi mais ou menos até aqui", as palavras de Aaron estavam o dominando. "Vamos revezar."
"Então, eu devo tirar seu suéter", Rachel disse.
"É, pode fazer isso", Aaron disse.
Rachel alcançou a barra do suéter do irmão e o levantou, por cima da cabeça dele. Não era grande coisa, realmente. Ele estava com uma camisa social de mangas compridas por baixo que o mantinha bem coberto. Mas Rachel teve uma percepção maior do corpo dele por baixo e, de novo, não pôde deixar de se perguntar sobre ele. De um jeito que certamente era bem pouco fraternal.
"E agora?" Rachel perguntou. Tentou manter a excitação fora de sua voz.
Era uma sensação estranha, compartilhar aquilo com Aaron. Deixar que ele a guiasse por aquilo. Como se ele estivesse ensinando-a a jogar Copas em vez de lentamente despir sua irmã na frente de uma sala cheia de adolescentes.
"Sua -- ahn -- sua camisa", Aaron disse.
Rachel assentiu, séria. "Você tem que fazer ou eu posso?"
"Co-como você quiser."
Rachel fez uma pausa, os dedos pousados sobre o primeiro botão da blusa. "Você gosta disso, não gosta?"
"O quê? Não, claro que não", Aaron disse, "Quer dizer, OK, você é muito bonita e eu não..."
Rachel riu baixinho. Havia algo tão encantador em como os olhos de Aaron pareciam incapazes de sair do ponto onde sua camisa estava prestes a se abrir. Ela se sentiu como uma deusa. Ou talvez uma súcubo. Poderosa e no controle.
"Tá tudo bem", ela disse, "Só estou te provocando."
Aaron soltou o ar e assentiu. Seu irmão tímido era adorável. "A turma também falou sobre isso. A provocação. É de boa. Eu meio que gosto, acho."
Rachel abriu o primeiro botão da blusa. Depois o próximo. Pop-pop-pop. No final, algo que parecia um passo tão enorme tinha se tornado mecânico e quase rotineiro. Até que ela se lembrou de que estava fazendo aquilo na frente de uma sala de aula inteira.
Aaron deve ter sentido a hesitação repentina da irmã. Ele estendeu a mão e puxou a camisa dos ombros de Rachel. Deixou a blusa azul cair amontoada aos pés deles.
Rachel ouviu a sala toda soltar o ar de uma vez. Porra. Como se todos os seus medos rugissem para a vida de uma vez. Ela estava sentada em uma mesa, só de sutiã e saia xadrez. Ninguém nunca a tinha visto tão nua. E parecia que seu irmão não era o único cativado por ela.
"Que par de peitões", Johnny, o valentão, disse.
"Uau", Taylor, a ruiva atlética, disse. "Isso é sexy."
Mason, o garoto gordinho, parecia que ia ter um ataque cardíaco. Seu rosto estava tão vermelho e suado.
Amy, a garota gótica, por outro lado, apenas deu de ombros e se virou para olhar pela janela aberta.
Noah, a paixonite de Rachel, chamou sua atenção e lhe deu um aceno caloroso e discreto.
"Isso é tão legal", Kaylee, a líder de torcida loira, disse com um suspiro. "Vocês dois têm uma química ótima."
Rachel sabia que seu busto era, bem-- Grande era certamente uma palavra para ele. Prodigioso parecia mais apropriado. Seu sutiã era escuro e rendado, mas principalmente era feito para sustentação, porque precisava muito ser. Ela nem tinha percebido que roupas íntimas vinham naqueles tamanhos, iam tão longe no alfabeto, antes de sua mãe encomendar este online para ela.
Rachel sentiu seu rosto esquentar. A sala de estudantes do ensino médio a olhava como se todos estivessem famintos, e ela fosse um bife. Até a Sra. Genesee, que, quando percebeu que Rachel estava olhando em sua direção, deu para a garota de cabelo castanho uma piscadela lasciva.
Rachel riu de novo. "Sua vez?" ela perguntou, nem que fosse só para mudar de assunto.
"S-sim", Aaron disse. Seus dedos tremeram enquanto tentava abrir cada um de seus botões. Aaron resmungou para si mesmo. "Não sei por que isso é tão difícil."
Parecia uma coisa pequena, tirar uma camisa. Diferente de sua irmã, Aaron mostraria o peito nu. Mas, também diferente dela, era algo que o mundo já tinha visto muitas vezes. Isso não mudava o que a revelação realmente simbolizava: exposição. Vulnerabilidade. Uma aceitação de que as coisas estavam prestes a ficar muito mais reais.
E Rachel entendia isso. Porque estava passando pelas mesmas emoções aceleradas. Ela conteve as mãos do irmão. Olhou nos olhos profundos e escuros dele.
Rachel gentilmente colocou suas mãos sobre as de Aaron. Acalmando e apoiando. Ela ouviu um suave ooown vindo da sala e tinha quase certeza de que tinha sido Kaylee.
"Estou com você", Rachel disse.
O pobre Aaron estava praticamente hiperventilando agora. "Eu que. Deveria. Estar. Ajudando você", Aaron disse entre respirações ofegantes.
"Estamos ajudando um ao outro", Rachel disse. Ela se inclinou para frente e beijou o irmão, surpreendendo a si mesma com o ardor do ato.
"É", Aaron disse, "Sim. OK."
Os dois foram abrindo os botões juntos, abrindo cada um. Rachel ficou chocada com a intimidade repentina daquilo. Uma proximidade que ia mais fundo do que uma mera conexão entre irmãos. Finalmente, o último botão se soltou.
Em um reflexo do que ele tinha feito por ela, Rachel deslizou a camisa do irmão por seus ombros nus e a deixou cair no chão.
Aaron ainda respirava pesado, ofegante como se tivesse corrido. Seu peito tinha uma aparência magra e esguia -- ágil e firme -- de um jeito que fez o corpo inteiro de Rachel se aquecer. Seus pequenos mamilos rosados estavam retesados como se ele estivesse com frio. Mas a sala estava bem quente.
"Uuuu", Taylor disse. Uma mão dela descansava curiosamente perto do próprio seio.
"Legal", Kaylee disse.
Até Amy deixou seus lábios de batom escuro se contorcerem em um olhar de apreciação desdenhosa. Noah e Mason, por outro lado, estavam se esforçando muito para parecer que não se importavam.
"Vai logo para a parte boa!" Johnny gritou.
A Sra. Genesee estalou a língua para ele. "Não precisamos desse tipo de comportamento aqui", ela disse.
"Mas está chato", Johnny reclamou, "Afinal, quem quer ver o corpo magrelo dele?"
"Bem, eu acho que Aaron tem um corpo bonito", a Sra. Genesee disse. Sua clara apreciação calou Johnny rapidinho.
Rachel mal percebeu, no entanto. Ela estava perdida em seu próprio mundo de apreciação pelo peito nu do irmão. Imaginou como seria a sensação sob seus dedos. Então, com a surpresa animada de alguém acordando na manhã de Natal, percebeu que não precisava imaginar.
Rachel passou os dedos pelos ombros de Aaron, sobre seus peitorais. Sentiu sua barriga lisa com um pouco de pelo castanho. As pontinhas afiadas de seus mamilos. Sua pele era macia e quente. Seus músculos fortes e duros. Uma mistura maravilhosa de contrastes mágicos que incendiou o corpo inteiro de Rachel. Especialmente uma parte particularmente úmida entre suas coxas.
"Em cima ou embaixo?" Aaron perguntou.
Hã, quê?"Eu posso tirar seu, hum, seu sutiã", Aaron disse, "Para a gente ficar... Sabe. Ou você pode mantê-lo e tirar a saia primeiro."
"Espera um segundo", Rachel disse. Outra coisa estava martelando em sua mente antes de seu irmão interrompê-la e ela não ia deixar que ele a segurasse.
Rachel beijou o pescoço do irmão. Depois traçou os lábios sobre seus trapézios e descendo pelos peitorais. Sua boca pousou nos mamilos dele, e ela se permitiu chupar um pouco.
"Meu Deus", Aaron disse, uma combinação quase perfeita de como sua irmã diria. Ele passou a mão por trás da cabeça dela, os dedos entrelaçados em seu cabelo castanho. "Meu Deus."
"OK", Rachel disse, sentando-se bem reta e parecendo tão satisfeita consigo mesma. "Você estava dizendo?"
"En-cima ou..." a capacidade de Aaron de formar palavras completas estava claramente comprometida.
"Em cima ou embaixo. Certo."
Por mais que Rachel agora estivesse antecipando muito a vez de seu irmão em seu peito nu, ela estava menos confiante em tirar seus seios enormes na frente da sala. Sua mãe sempre lhe dissera que meninos gostam de peitos grandes, mas Rachel achava que eles pareciam ridículos. Também não estava ansiosa pelos olhares que receberia das garotas bonitas (muito mais bonitas do que ela, na avaliação de Rachel) com seios de tamanho perfeitamente normal.
Considerando tudo isso, tirar a saia parecia muito mais seguro.
Rachel não esperou pelo irmão. Agarrou o zíper lateral de sua saia xadrez e o puxou para baixo. Então, deslizou o tecido áspero para fora de sob si e o jogou de lado.
Isso era de boa, realmente. Ela só estava mostrando as pernas, afinal. E sua calcinha amarela clara. Mas elas mantinham sua parte mais íntima bem coberta. Isso não seria nada, nem digno de um piscar de olhos, exceto por uma coisa mortificante: a enorme mancha escura e úmida no fundilho de sua calcinha que Rachel agora tinha revelado.
Parecia que ela tinha se mijado. Rachel, de fato, vendo aquela mancha enorme, começou a se perguntar se talvez tivesse feito isso e não percebido com tudo o mais acontecendo. Mas não. Era sua própria, hum, lubrificação pessoal. Rachel rapidamente juntou as pernas, esperando que ninguém tivesse notado.
Se notaram, a turma não disse nada. Todos estavam olhando fixamente para os irmãos, absortos. A mão de Taylor estava sobre seu próprio seio agora, amassando e beliscando de um jeito que não era nada sutil. Falando em óbvio, a mão de Johnny estava bem em cima de sua virilha coberta pelas calças. Noah não parava de se mexer no assento, como se precisasse usar o banheiro ou algo assim. Kaylee estava fazendo a mesma coisa. Mason esfregava cautelosamente sua virilha na perna da carteira. Puxa, até o rosto da Sra. Genesee estava corado, e ela estava com os braços cruzados sob os peitos de um jeito estranhamente sugestivo. Só Amy parecia desinteressada, mas ela não parava de tamborilar as pontas dos dedos no topo de sua mesa, rítmico.
"Minha vez", Aaron disse. Ele olhou para a irmã, calorosamente. Disse de novo, como se estivesse se preparando psicologicamente. "Minha vez."
Mas antes que pudesse começar, Rachel empurrou as mãos dele e desabotoou as calças ela mesma. As calças sociais azul-marinho de Aaron se amontoaram no chão aos seus pés. Rachel sorriu, faminta, para sua obra. Encontrou Aaron olhando de volta para ela. Um pouco de preocupação por trás daqueles olhos escuros e afetuosos.
Como se fosse magnético, porém, Rachel viu sua atenção ser atraída inextricavelmente de volta para a cueca boxer escura do irmão. Não havia nenhuma mancha reveladora ali. Mas também não dava para esconder sua excitação.
Aaron estava muito (muito) ereto. O que quer que estivesse sob aquela cueca estava armando uma barraca digna de um circo de três picadeiros. Alta o suficiente para conter uma girafa, larga o suficiente para um elefante e dura o suficiente para sustentar qualquer número de ginastas. Lá estava aquela palavra mexergonhação de novo. Como se a calcinha de Rachel já não estivesse encharcada o bastante.
Pelo menos eu posso esconder minha excitação até certo ponto, Rachel pensou, o pobre do Aaron está exposto para o universo inteiro ver."Vamos lá!" Johnny gritou, indelicadamente.
"Ahn. Johnny, já falamos sobre ser educado", a Sra. Genesee disse, mudando de posição nos quadris, "Mas nós realmente precisamos continuar."
Aaron soltou uma risada nervosa. Rachel a compartilhou com ele. Eles estavam na última das últimas peças. Ainda não completamente nus. Qual era o clichê? 'Nada que você não veria na praia.' Mas em um momento, eles estariam muito além disso. Muito, muito além. De um jeito que Rachel nunca tinha visto antes, muito menos vivido.
"Você já?" ela perguntou, sua intenção clara.
"Não completamente," Aaron disse, "Não. Essa é a, hã, coisa mais longe que a gente já foi. Tirando, tipo, umas coisas de estimulação."
Rachel ergueu uma sobrancelha.
"Esfregar," Aaron disse, "Sempre por cima da roupa, mas hã..."
Rachel ficou sem sobrancelhas para erguer. Puta merda! Eles iam ter que fazer *aquilo*? Mas outra parte da mente de Rachel respondeu na hora. Dã! Claro que iam -- por que outro motivo as roupas estariam saindo? *Ai, Deus*.
Aaron colocou a mão no ombro da irmã. Ela percebeu que ele estava prestes a fazer sua pergunta favorita agora.
"Vamos fazer eu primeiro," Rachel disse.
Aaron assentiu. Ela percebeu que ele estava sentindo sua própria mistura confusa de emoções. Aliviado pelo adiamento para seus próprios genitais. Absolutamente eletrizado com a ideia de ver os da irmã. Era lisonjeiro. De um jeito que também parecia perverso.
Rachel deixou o irmão atrapalhar-se com o fecho do sutiã até que finalmente desistiu. Ela não via qual era o grande problema, mas Aaron agia como se estivesse arrombando o cofre de um cassino. Então, Rachel alcançou as costas e plic-plic-plic-plic, estava livre.
Seus seios enormes tombaram para a frente. Seus mamilos pontudos e vermelho-sangue de excitação. A turma literalmente ofegou.
"Caramba!" Johnny exclamou, "Peitões o caramba. Aquilo são malditos dodeca-peitões. Tetuzões ou alguma merda assim."
Rachel sentiu-se corar do peito às bochechas. Algo no jeito como o valentão a olhava a fazia se sentir particularmente envergonhada.
"Agora, turma, já falamos sobre esse tipo de comportamento," Mrs. Genesee disse, "Cada pessoa é diferente e tudo bem."
"É, mas tipo, os peitos dela são extragrandes, né?" Kaylee disse.
"Eles estão no lado maior da escala, sim," Mrs. Genesee disse.
"Os peitos dela são fodasticamente incríveis, é o que são," Taylor disse, e então tapou a boca com as mãos. Como se não pudesse acreditar no próprio cérebro.
"Eles são bem bonitos," Noah disse.
"Aham," Mason disse. Ele assentiu, pálido, como se a mera visão dos seios de Rachel estivesse causando um ataque cardíaco.
"Eles não são tão grandes assim, nossa," Amy disse.
Aaron também estava extasiado. Fosse pelo tamanho, ou só pelo fato de estar olhando para os seios nus da irmã, o garoto parecia absolutamente enfeitiçado. Como um homem possuído, ele estendeu a mão e os segurou nas mãos. Então se ajoelhou e começou a chupar um dos mamilos de Rachel.
Rachel, por si mesma, não via muita graça nos peitos. Além da necessidade biológica óbvia. Na verdade, ela achava o tamanho enorme do seu peito mais um incômodo que qualquer coisa. Mas quando seu irmão se agarrou, ela sentiu eletricidade faiscar pela espinha. Correr direto dos peitos até a boceta. E, sim, de repente ela conseguia ver qual era toda a empolgação.
Aaron venerou os peitos da irmã pelo tempo que ela deixou. Mas finalmente, ela sentiu os olhos atentos de Mrs. Genesee e percebeu que precisava interromper aquilo. Sem mais alarde, Rachel puxou sua calcinha amarelo-canário pelas pernas. Ela jurou ter ouvido um plaft molhado quando ela atingiu o chão, mas sabia que era só sua imaginação mórbida. Provavelmente.
Para toda a excitação em torno da revelação do seu peito, remover a roupa íntima foi notavelmente contido. Rachel tinha um arbusto marrom cheio, mal aparado, sobre um par de lábios externos carnudos, quase amuados.
Ninguém comentou ou disse nada. Rachel refletiu que, de certa forma, isso era na verdade mais recatado. Afinal, não havia nenhuma pista óbvia de quão molhada ela estava agora que sua calcinha manchada tinha sumido. Era mais difícil ver que ela estava pingando como uma torneira aberta.
Rachel podia sentir o cheiro, no entanto. A sala inteira fedia a sexo. Envolvente e inebriante. Como se todos estivessem marinando em hormônios e feromônios. E muitos outros gemidos prazerosos por vir.
Aaron assentiu para a nudez da irmã com um ar oficioso. Rachel percebeu que ele também precisava ficar completamente nu agora, e isso estava o apavorando. Ela decidiu ajudá-lo. Mas não do jeito que vinha fazendo até agora. Ela queria que seu irmão sentisse a mesma adoração que ele tinha derramado sobre seu próprio corpo.
"Tira pra fora," Rachel sussurrou. Sua voz mais rouca do que pretendia. Áspera e crua.
Aaron olhou para a irmã, surpreso.
"Sério?"
"Por favor," Rachel disse, colocando a quantidade certa de desejo na voz. "Eu quero tanto ver."
Rachel podia estar exagerando para o irmão, mas não estava exatamente aumentando. Ela realmente queria, desesperadamente, ver o membro do irmão. Desde que vira sua ereção massiva sob a cueca boxer. Desde que começaram a se beijar mais cedo. Desde, se ela fosse honesta, algum tempo bem antes. Desejar o irmão, sabendo que era errado, mas querendo-o mesmo assim. Só que agora, finalmente, capaz de vocalizar aquele desejo desesperado.
"Me mostra seu pau grande e incrível, irmão," Rachel disse. Ela tinha a sensação de que dizer aquela última palavra iria atiçá-lo, e como ela estava certa.
Aaron quase caiu tentando tirar a cueca. Seu pau saltou para fora. Duro como o inferno. Grosso e longo, com veias escuras e uma cabeça furiosa e pulsante. Dessa vez era a vez das garotas se excitarem.
"Fode-me, isso sim que é um pau de jegue!"
"Taylor!" Mrs. Genesee ralhou. Ela respirou fundo. "Bem, para ser justa, isso é bastante impressionante." Sua voz parecia tão trêmula quanto a de Rachel estivera antes.
"Eu acho que não conseguiria, hã, aguentar algo tão grande," Kaylee disse.
"Ah, por favor, você provavelmente aguentaria dois deles ao mesmo tempo, sua putona," Amy disse.
Kaylee ofegou, zangada. Então fez um show de fazer um grande beicinho. Mas um sorrisinho brincou em seus lábios. Como se estivesse imaginando exatamente o que Amy descrevera.
"É-?" Mason gaguejou, "Quer dizer. Isso não é normal, certo? Considerando tudo? Além disso, eu achava que tamanho não importava tanto."
"Importa quando você tem um monstro desses," Taylor disse, então murmurou para si mesma. "Eu sabia que devia ter me oferecido para ajudar o Aaron hoje."
"Tanto faz," Johnny disse, "É só um pau. Quem se importa?"
"Aposto que a Rachel se importa bastante," Noah disse com um sorriso malicioso.
"Eu nunca tive reclamação nenhuma," Johnny disse.
"Elogio também não," Kaylee disse, mostrando a língua.
"Turma, por favor," Mrs. Genesee disse, "Vocês estão interrompendo nosso casal."
Mas Rachel não estava nem um pouco interrompida. Ela estava encarando, de boca aberta, a ferramenta massiva do irmão. Ela estendeu a mão para segurá-la. Tão duro, mas macio. Ardente de quente, mas maravilhoso de tocar. Ela adorou aquilo aos pedaços e nunca mais queria soltar.
E era o do seu *irmão*.
"Hã, Rachel," Aaron disse. Ele parecia tanto extasiado quanto preocupado. "Isso é gostoso, mas... Se você continuar fazendo isso, eu vou..."
"O quê?" Rachel perguntou, legitimamente confusa. Ela continuou a esfregar e acariciar o pau do irmão como se fosse o melhor brinquedo do mundo. O que, claramente, era.
"Bem, quer dizer. É muito bom. Tipo muito, muito bom," Aaron disse, "E se você continuar fazendo, eu vou, hãããã..."
"Gozar?" Rachel perguntou. "Ah, eu quero ver isso!" Ela começou a esfregar mais rápido.
"Hããã. Ah." Aaron parecia estar tentando argumentar, mas tinha perdido a capacidade de falar.
"Provavelmente é o melhor, Aaron," Mrs. Genesee disse, "Isso vai tornar o resto disso muito mais fácil."
"Bem, sim. Mas-"
"Rachel, querida, vá em frente e faça seu irmão esguichar," Mrs. Genesee disse.
"É? Tudo bem?"
"Sim, querida, mais do que bem. Dê a Aaron o alívio que ele precisa."
"Você consegue!" Noah torceu.
"Ah. Ai, Deus. Ai, Rachel," Aaron estava divagando. "Tão bom. Ai, irmãzinha. Eu vou... Ai, porra, por favor, não para."
Ele envolveu sua própria mão sobre o punho de Rachel e mostrou como ela deveria acariciá-lo. A irmã ansiosa retomou seu movimento com um abandono selvagem. Seu coração acelerado no peito. Ela queria ver o final mais do que tudo agora.
"Veem que bom trabalho Rachel está fazendo?" Mrs. Genesee disse para a turma. "Veem que irmãzinha maravilhosa ela é, fazendo seu irmão se sentir bem?"
A turma grunhiu em concordância. Rachel não precisava olhar para saber que eles estavam todos se tocando também.
"Ai, Rachel," Aaron soluçou, desesperado de necessidade. "Está vindo. Não consigo parar. Ai, eu vou gozar tão forte."
Rachel embalou a cabeça do irmão com uma mão enquanto o acariciava com a outra. "Eu sei. Tudo bem. Me dá. Me mostra que bom irmão você pode ser e goza para mim. Eu quero tanto ver."
"Ai, porra. Rachel. AAAAHHH, PORRA!!!"
O corpo de Aaron deu um tranco. Ele desabou para a frente. Seus olhos reviraram na cabeça. Ele tremeu, sacudiu. Gemeu e uivou no ombro da irmã.
Rachel segurou Aaron perto. Arrualhou e confortou-o. Acariciou seu cabelo. "Ah, sim, isso é um bom garoto. Me dá. Tudo."
"Gozando," Aaron disse, "Gozando para minha irmã. Ai, porra, Rachel, é tão bom. Gozando para você."
Rachel sentiu algo escaldante respingar contra seu peito. Outro jato, mais alto, até o queixo. Essência quente escorreu por seu rosto e seios. De novo e de novo. Derramou sobre seu punho enquanto ela diminuía seu movimento de acariciar. Puta merda, isso era incrível.
"Isso," Rachel disse, "Ah, sim. Tão bom. Você foi tão bom para mim."
O corpo de Aaron ficou mole. Ele ficou ali pendurado na frente da sala de aula e, por um momento, Rachel temeu que ele fosse tombar. Mas então Aaron voltou a si. Ele olhou para sua irmã e seus olhos se arregalaram.
Rachel olhou para si mesma. Ela estava coberta de porra-de-irmão. Reluzente. Listras escorrendo e viscosas cobriam todo seu peito e rosto. Mãos e pernas. Seu irmão tinha feito mais do que esguichar nela, ele praticamente a afogou em sêmen. O cheiro acre e alvejante disso encheu o nariz de Rachel.
Sem pensar, Rachel deslizou a língua para fora e lambeu um pouco da gosma branca e espessa que tinha salpicado em sua bochecha. Era bem pegajosa e muito salgada. Nem um pouco agradável. No entanto, algo sobre o jeito como deslizava em sua língua a fez querer provar mais.
Por um momento, Rachel ficou absorta no que aquele líquido realmente era. Não era meramente fluido cremoso, afinal. Era um oceano, um exército, de esperma. Elixir da vida. O sêmen de seu irmão que não se importava nem um pouco que estivesse encharcando a pele de sua própria irmã. Que desejava e queria, doía e fervilhava, procurando um óvulo fértil -- não importando de quem fosse. Havia algo visceral em estar coberta por toda aquela fertilidade fraterna próspera e contorcida. Repugnante e excitante ao mesmo tempo.
"Ah, fode-me," Taylor disse, olhando para o corpo de Rachel. Ela estava com a mão dentro das calças e estava abertamente dedilhando sua boceta. "Isso é tão fodidamente quente."
"Caraaaamba! Você deve estar entupido há meses, mano," Johnny disse, "Você tem que soltar pelo menos umas duas vezes por semana ou vai explodir!"
"Tá zoando? Isso é tudo culpa da Rachel," Noah disse, "Ela disparou ele como uma bomba. Toque mágico, gata!"
"Isso é, hã, típico?" Mason perguntou. Ele tinha levantado a mão, um comportamento habitual de sala de aula, mas parecia estranho no contexto. "De, você sabe, produzir tanto?"
"Bem, sim e não," Mrs. Genesee disse. Seu rosto estava vermelho vivo, e ela estava respirando pesado. As pontas de seus mamilos pressionavam através da camisa. "É definitivamente uma quantidade, hã, prodigiosa. Mas, hã, não anormal. Ou algo assim."
Ambos os irmãos coraram de forma semelhante com o comentário contínuo sobre a biologia de Aaron. E o fato de que Rachel estava lambuzada nele, aliás.
"Eu acho que é doce," Kaylee disse, "É a prova do quanto ele se importa com a irmãzinha dele."
"É, isso que é," Amy disse, revirando os olhos.
Noah articulou as palavras *toque mágico* para Rachel e ela riu, apesar de si mesma. Era bem incrível, na verdade. Embora a porra do seu irmão estivesse ficando fria e crocante. Ela pediu uma toalha para se limpar.
"Bem, isso funcionou perfeitamente," Mrs. Genesee disse enquanto entregava a Rachel um paninho branco. Era como usar um guardanapo para absorver depois de um tsunami, mas era melhor que nada. "Aaron, você precisa de tempo para se recuperar."
Rachel olhou para o irmão. Ele estava de pé ao lado, apoiado contra a janela. Seu corpo nu lutando com o esforço de se firmar depois de seu orgasmo épico. Seu pênis estava menor do que antes. Incrível como algo que era tão enorme podia agora ser quase fofo e pequenino. Como ver um arranha-céu desmoronar, sem esforço, em algo mais como uma tenda.
"E Rachel vai precisar de algum estímulo para se preparar," Mrs. Genesee disse, batendo palmas.
*Me preparar para o quê?* Rachel se perguntou. Se fosse um orgasmo como o que ela acabara de dar ao seu irmão, ela estaria mais do que bem com isso. Mas parecia que a professora estava falando de algo mais. Só que Rachel se distraiu antes que pudesse levar esse pensamento adiante.
Aaron se endireitou. Seu corpo antes mole agora parecia ansioso para ir. E ele estava sorrindo como uma criança ganhando uma casquinha de sorvete tripla. Incrivelmente ansioso, embora também (um pouco) sobrecarregado.
"Acho que você sabe o que fazer," Mrs. Genesee disse, radiante.
"Sim!" Aaron gritou. Ele correu para a irmã, deslizando de joelhos na frente dela como se estivesse roubando segunda base. "Mal posso esperar para te provar, maninha."
Antes que Rachel pudesse perguntar com o que seu irmão estava tão animado, ele tinha enterrado o rosto entre as pernas dela. Uma onda de preocupação a dominou. Seu irmão pressionando o rosto em sua boceta parecia estranho. Não errado (bem, para ser justa, não mais errado do que qualquer outro dos atos muito públicos e bastante incestuosos que os dois já tinham cometido). Era intensamente íntimo, e ela não tinha certeza se estava confortável com aquilo. Rachel não tinha vergonha do seu corpo, mas sua boceta estava tão pingando e molenga. Ela realmente queria a boca do seu irmão *ali*? Naquele lugar mais privado?
Mas então seu irmão estava lambendo sua boceta com abandono e todas aquelas outras emoções foram lavadas embora com o ardor de sua língua.
A umidade escorregadia da boca do seu irmão. A pressão pulsante de sua língua. O olhar de absoluta adoração em seus olhos. Rachel sentiu como se sua cabeça fosse rolar para fora do corpo. E seu irmão só tinha começado.
"Ah, meu DEUS!" ela gritou. Ela nem estava ciente de que ia falar até as palavras saírem de sua boca. Todo o resto tinha sido legal. Incrível até. Mas aquilo era *INCRÍVEL*!
"Hã, Mrs. Genesee?" Dessa vez era Taylor que estava com a mão levantada. "Eu estava pensando se...?"
A professora loira sorriu, gentilmente. "Sim, Taylor, claro que pode."
"Ah, porra, SIM!" Taylor puxou para baixo seus shorts e calcinha, revelando um arbusto espesso e alaranjado, e começou a se esfregar com abandono.
"Turma, todos vocês podem fazer o que precisam," Mrs. Genesee disse. "Só tenham certeza de manter as mãos em si mesmos. E limpar depois, claro."
Amy olhou para Taylor e articulou a palavra, "Puta."
Kaylee olhou para o outro lado, mas ficou cruzando e descruzando as pernas.
Ambos Noah e Mason pareciam desconfortáveis mas não fizeram nada. Johnny, no entanto, não sentiu tal vergonha; ele puxou seu pênis gordo para fora da braguilha e começou a bater punheta. "Merda, isso é fodidamente quente," ele disse.
Rachel, ela mesma, mal notou nada disso porque estava imersa em um oceano tempestuoso de êxtase. Parecia que todo seu corpo era suplicante ao ponto onde a boca do seu irmão encontrava sua boceta escancarada.
Aaron disse que eles praticaram esfregar; nada tão íntimo quanto aquilo. E ainda assim seu irmão linguava seu corpo com uma destreza hábil, aparentemente mais em sintonia com as crescentes necessidades de Rachel do que ela mesma.
Bem quando ela percebeu que queria sua língua dentro de sua vagina, ele já a estava encurvando lá dentro. Antes que ela pudesse sequer pensar que precisava dele de volta em seu clitóris, ele já o estava chupando para dentro da boca. E no exato momento em que sentiu a pressão crescente de um orgasmo alucinante, pareceu que seu irmão mais velho sabia o ritmo exato e o estímulo para levá-la ao topo.
Ela estava lá. Ela estava *lá*. Ela estava LÁ.
E então ela sentiu.
"Hã... Mrs. hã. Mrs. Genesee?"
Rachel não tinha certeza de como tinha conseguido sequer formar as palavras. Ela viu que até estava com a mão levantada. Percebeu que devia estar parecendo bem ridícula -- pernas escarrapachadas na mesa, rosto do irmão plantado em seu sexo, formalmente fazendo sua pergunta.
"Sim, querida," Mrs. Genesee disse, "Tudo bem deixar Aaron fazer você gozar."
"Não, hã. Quer dizer, sim. Mas... Hã. Eu preciso fazer xixi."
E aí estava. De todas as coisas e de todas as horas. Mas Rachel não podia negar a pressão insistente que estava sentindo bem quando seu corpo se elevava para a ocasião. Ela tentara ignorar, o balançar persistente de líquido pronto para estourar, subindo em conjunto com seu próprio orgasmo. Mas agora que Rachel sentia o precipício perto, ela sabia que precisava pausar.
"Não, você não precisa," Mrs. Genesee disse.
Rachel ficou surpresa. Claro, era irritante precisar mijar naquele momento. E, claro, a professora era muito mais experiente em quase tudo que estava acontecendo. Mas Rachel tinha certeza de que conhecia os sinais do seu corpo melhor que Mrs. Genesee.
Por sua parte, Aaron voltou a linguar tentativamente o clitóris da irmã. Era como uma pequena cócega, apenas o suficiente para manter seu motor funcionando para que ela não morresse. Mas, também, era um lembrete de que Rachel realmente estava prestes a estourar.
"Acho que eu preciso," Rachel disse. Ela não conseguia acreditar que realmente tinha que argumentar isso.
"Quer dizer," Aaron disse, claramente dividido, "Se ela diz que precisa. Eu posso começar de novo. Sabe?"
"Olha só," disse a Sra. Genesee. Novamente, a mulher doce ficara severa, e isso assustou Rachel de verdade. "Deixe Aaron terminar esta parte da demonstração e, se você ainda tiver que ir depois, eu te dou uma autorização para o corredor. OK?"
Rachel sentiu a raiva, a frustração, crescerem dentro dela. Essa coisa toda era ridícula. Mas ela se viu assentindo.
Aaron também assentiu. Ou pelo menos, moveu a cabeça para cima e para baixo, lambendo toda a extensão da boceta da irmã. Involuntariamente, Rachel soltou um gemido longo e baixo. Essa pausa deveria ter desacelerado as coisas para ela. Mas a eletricidade da língua de Aaron era demais para segurar por muito tempo.
Na verdade, a pequena pausa só aumentara sua necessidade de gozar. E certamente estava chegando. Em breve.
Novamente, Aaron lambeu a irmã com perfeição. Ele lambia sua boceta com abandono. Um desejo intenso, faminto. Seus olhos brilhavam de admiração pelo corpo da irmã. Honestamente, não importava o que ele fizesse agora. Ele poderia ter espirrado nela que Rachel sabia que seria lançada ao clímax.
Rachel já havia tido orgasmos antes. Com os próprios dedos, mas ainda assim. Ela conhecia os sinais familiares. O espasmo que aperta, o calor crescente em sua boceta. A tensão crescente nas pernas e braços. Como seus olhos se fechavam com força, como se tentassem espremer o orgasmo para fora de sua cabeça.
Isso era tão familiar, mas completamente diferente. A pressão molhada da boca do irmão. O ardor de suas lambidas e sugadas. Os sons da turma ao redor, todos observando e desejando ao mesmo tempo. Tudo isso fez Rachel querer explodir como nunca antes.
A pressão prazerosa atingiu o pico. Rachel sentiu todo o seu corpo enrijecer, como se preparando para um salto. E liberar.
"Ah AHHHH!" Ela soltou um grito. Primitivo e involuntário.
O ar explodiu de seus pulmões. O êxtase irradiou de seu centro. E um jato espesso de líquido transparente jorrou direto de sua boceta.
"Ah pppPPPURRRA!!!! Oh pu-porra ME FODE!"
Era um grito de frustração tanto quanto de prazer. Uma exclamação de vergonha e raiva -- um grito de êxtase avassalador. Ela não queria xingar. Mas, então, ela também não queria estar fazendo aquilo. E ela definitivamente estava.
Outro arco de líquido esguichou enquanto sua boceta se contraía. Outro jato de prazer disparou dos dedos dos pés enrolados até o topo de sua cabeça. Distantemente, ela tinha uma noção de seu corpo. Tremendo, sacudindo, ali na mesa. As bochechas do irmão espremidas entre suas coxas.
O orgasmo foi agudo, curto. Atingiu Rachel com tanta força que quase doeu. Uma explosão que rachou seu crânio e estilhaçou seu corpo. Fez seu cérebro latejar. O auge disso além de qualquer coisa que ela já tivesse proporcionado a si mesma.
Rachel caiu de costas na mesa com um baque doloroso. Algo caiu e ela não se importava com o quê. Atordoada, Rachel se ergueu novamente sobre braços trêmulos. O quarto inteiro parecia mais claro do que antes. O ar áspero em seus pulmões.
Rachel viu seu irmão primeiro. Oh Deus. O rosto dele estava absolutamente pintado com seu prazer escorregadio. Bochechas e queixo pingando. Ele estava sorrindo, um grande sorriso bobo.
"Ai meu Deus, Aaron, sinto muito," Rachel disse. Sem nem pensar no resto da sala.
"Eca!" Kaylee disse, "Ela mijou nele todo!"
Rachel sentiu seu rosto ficar vermelho. Como se isso já não fosse constrangedor o suficiente. Ela precisava que Kaylee a fizesse se sentir pior?
"Ela com certeza não fez isso," disse a Sra. Genesee. Era o tom mais zangado que Rachel já ouvira a professora usar, de longe.
"Bem, alguma coisa com certeza jorrou e encharcou ele," Johnny disse.
"Algumas mulheres produzem líquido durante o orgasmo," disse a Sra. Genesee. Claramente tentando soar o mais clínica possível. "É perfeitamente natural. E definitivamente não é urina."
Aaron levantou um dedo e pegou um pouco do líquido da irmã de seu rosto para provar. "Não tem gosto de xixi," ele disse, com a seriedade de um sommelier sexual.
"Isso foi tão excitante," Taylor disse, "Você acha que eu poderia esguichar assim?"
"É possível," disse a Sra. Genesee, "Não há muita pesquisa sobre o assunto. Mas algumas pessoas acreditam que qualquer mulher pode esguich- produzir líquido assim. Se estimulada adequadamente."
"Eu ficaria mortificada," Kaylee disse. Mas ela soube manter suas palavras em um sussurro desta vez.
"É estranho," Johnny concordou, "Mas também super excitante."
"Sexy pra caralho," Noah disse.
"Você vai me fazer fazer isso quando for minha vez," Taylor disse, virando-se para Mason. Aparentemente, eles tinham sido emparelhados.
"Hm, OK," Mason disse, "Eu vou, hm, tentar."
Amy bufou, segurando uma risada cruel.
"Tanto faz, vadia," Taylor disse, "Você queria poder fazer isso."
"Eu faço isso o tempo todo," Amy disse. Então ela empalideceu (mais do que o normal) quando percebeu o que tinha confessado.
"Bem, esta tem sido uma sessão muito educativa para todos," disse a Sra. Genesee, "Mas temo que não possamos esperar mais. É hora da última parte da demonstração de Aaron."
Rachel ainda estava em êxtase pós-orgasmo (com um pouco de vergonha persistente pós-esguicho). Então, ela não entendeu completamente o que a Sra. Genesee acabara de dizer. Então as palavras chegaram de seus ouvidos à sua mente.
Última parte?! O que poderia ser isso? Certamente a Sra. Genesee não poderia querer dizer...Aaron se levantou, um sorriso enorme abrindo seu rosto melado. Os olhos de Rachel não puderam deixar de se fixar no pau gigante de seu irmão, agora de volta à potência máxima. Porra, de alguma forma parecia ainda maior do que antes. Como isso era possível?!
Seu irmão mais velho ficou entre suas pernas, confiante. Resoluto. Onde estava o garoto nervoso de antes? Teria tudo aquela tarde finalmente o libertado? Ou sua necessidade animal, seu impulso essencial, estava finalmente tomando conta?
Aaron olhou nos olhos de Rachel. "Pronta?" ele perguntou. Ele estava segurando seu pau, esfregando-o levemente contra os lábios da boceta da irmã.
Seu irmão estava prestes a cometer aquele ato mais incestuoso. Bem, os dois estavam, na verdade. Eles iam fazer aquilo. AQUELE! Na frente da turma inteira. Todas aquelas crianças. A Sra. Genesee. Todos iam assistir enquanto Aaron colocava seu pau duro dentro de sua irmãzinha. E Rachel estava consciente o suficiente para perceber que ia ser por mais do que apenas uma sensação.
Mas Rachel também se tornou claramente ciente de outra coisa. Ela queria aquilo. Desesperadamente. O corpo de Rachel, apesar do orgasmo (talvez por causa dele) precisava que a dureza escaldante de seu irmão separasse seus lábios e a preenchesse por dentro. Sua boceta estava dolorosamente ciente de quão vazia estava. Implorando para se apertar em volta do membro de seu irmão.
O próprio desejo de Aaron estava estampado em seu rosto, também. Que ele estava colocando seu pênis dentro de sua irmã, o mais errado dos errados, não parecia incomodá-lo. Seu pau nu, deslizando direto para dentro de sua irmã onde iria... Oh não.
Mas esse pensamento foi literalmente afastado quando Aaron alinhou seu pau com a boceta de Rachel e o enfiou direto em seu buraco à espera.
Pareceu um leve estiramento no começo. Depois uma queimação pulsante enquanto o invasor quente penetrava o santuário interno de Rachel. Doloroso, sim. Mas também, muito maravilhoso. Como se Rachel pudesse sentir o prazer inerente daquilo, se apenas seu corpo pudesse se ajustar à dor.
Ainda assim, a pressão continuou. Muito além de onde Rachel pensou que teria parado. Mergulhando mais fundo em seu sexo até que, ela jurou, parecia que o aço incandescente de seu irmão estava cutucando sua barriga.
"Oh Deus!" Aaron gritou. "Oh maninha, você é tão gostosa."
"Aham," Rachel disse.
Os irmãos se agarraram forte um ao outro. As pernas nuas de Rachel enroladas na cintura do irmão. A mesa estava fria sob sua bunda nua. Os pés de Aaron firmemente plantados no chão. Seus braços enrolados nas costas dela como se soltá-la o deixasse se afogar.
Aaron empurrou um pouco mais para frente. Rachel soltou um pequeno soluço. Ela estava muito ciente daquela conexão íntima. Sentia-se minúscula e fina ao redor do membro de seu irmão. Empalada. O significado daquela palavra tão estranho e perfeito naquele momento.
E não apenas o fato de que havia uma parte do corpo de outra pessoa dentro dela. Não apenas que o pênis de um homem havia preenchido sua vagina. Não, era inescapavelmente claro, inevitavelmente óbvio, que ela estava tão intimamente conectada com seu próprio irmão. Carne e sangue de maneiras incompreensíveis até aquele exato momento.
"Eu vou me mexer," Aaron disse, "Eu preciso."
"Uh. OK," Rachel disse. Novamente, seu cérebro estava lutando para acompanhar seu corpo. Como quando o som não está sincronizado com a imagem na tela.
Aaron recuou, então estocou para frente. Novamente, aquele estiramento ardente preencheu a boceta de Rachel. Mas não doeu tanto daquela vez. Aaron começou devagar, como que testando a conexão deles. Um vai-e-vem quase gentil, apesar da urgência frenética de seus movimentos.
"Oh, isso é tão romântico," Kaylee disse. A linda líder de torcida tinha tirado as calças e estava acariciando sua boceta dourada, habilmente.
"É excitante pra caralho," Johnny disse. Novamente, ele estava batendo uma para seu pau grosso.
"Eu queria que fosse eu," Taylor disse. Ela também voltara a se masturbar abertamente.
Amy ainda tinha aquele sorriso de desdém no rosto, mas estava claramente se satisfazendo. Suas coxas grossas abertas. Mão enfiada nas calças. "Porra... é..."
Noah também estava sem as calças. Ele estava esfregando seu pau longo e fino para cima e para baixo, acompanhando o ritmo da ação à sua frente. Ele estava murmurando uma palavra repetidamente. Rachel rapidamente percebeu que era seu próprio nome.
Mason também estava se masturbando. Ele não tinha tirado as calças, mas sua mão estava claramente em seu pau. Todo o seu corpo parecia estar fodendo a mesa no mesmo ritmo.
O mais chocante de tudo, no entanto, era a Sra. Genesee. A professora estava encostada na parede. Ela tinha uma mão apertando seu peito. A outra estava bem debaixo do vestido. Pernas abertas. Nem mesmo tentando esconder o que estava fazendo.
Aaron viu também. Um sorrisinho estranho brincou em seu rosto.
"Eu adoro foder você, irmãzinha," ele disse.
"Eu também adoro," Rachel disse, "Irmãozão."
Cada estocada tornava a dor ainda menor. O prazer estava um pouco distante, mas Rachel não se importava. Estar assim com seu irmão -- tão íntima e exposta -- era tão bom. Ela nunca queria que acabasse.
"Eu vou fazer de novo," Aaron disse, "Quando chegarmos em casa hoje à noite. Amanhã. Não me importo quem sabe. Quem vê."
"É melhor você fazer," Rachel disse. "Não. Nunca. Nunca pare de foder sua irmãzinha."
Aaron gemeu. Ela sentiu o pênis dele pulsar. A própria boceta de Rachel apertou mais.
"Mais rápido," Rachel disse, "Mais forte."
"Eu não quero te machucar."
"Você não vai," Rachel disse, "Me faça sentir bem. Me faça gozar. Me fode. Me fode, irmãozão. Me FODE!"
Aaron finalmente levou as palavras da irmã a sério. Ele recuou e bateu nela com abandono. A mesa rangeu ao deslizar no chão. A carne deles bateu com um estrondo. O corpo de Rachel finalmente se libertou para uma bem-aventurança gloriosa e maravilhosa.
Um gemido coletivo subiu da sala de aula. Gritos frenéticos e extasiados encheram o quarto. Gemidos baixos e desejosos ecoaram pelas paredes.
Aaron fodia sua irmã com um abandono selvagem. Sua bunda fofa ia e voltava enquanto ele martelava nela desesperadamente. Não havia habilidade em como ele se movia. Nenhum movimento hábil e destro. Ele ia para cima dela com uma energia enlouquecida, um entusiasmo selvagem, sem pensar em como poderia ser para sua irmã.
Mas isso não importava nem um pouco para Rachel. Seu próprio corpo agora respondia elétrico a cada estocada. Uma rendição crescente, rosnante, às necessidades de seu corpo. Novamente, mesmo à sua maneira inexperiente, Aaron estava lhe dando tudo o que ela queria. O prazer que preenchia Rachel agora era como uma bomba de hélio em um balão. Só que a válvula estava quebrada, e o ar estava entrando rápido demais.
"Oh. OH!" Rachel não queria fazer barulhos, mas fez mesmo assim. Ela caiu para trás. Seios balançando lascivamente a cada estocada. Corpo rolando e se contorcendo enquanto corria para o fim.
Oh Deus oh Deus oh Deus.Eram as únicas palavras que seu cérebro parecia capaz de formar. Enviando-as em uma correia transportadora apressada de produção verbal sem outra razão senão que era tudo o que podia fazer.
Aaron estocava mais rápido. Mais forte.
OhDeusohDeusohDeus.Rachel podia sentir agora. A pulsação em sua cabeça. Dedos das mãos e dos pés se enrolando. Aquela pressão assustadoramente familiar em sua boceta.
Oh DEUS! Oh DEUS! Oh DEUS!Estava vindo. Oh porra. Ela não podia lutar contra isso agora. Aaron mergulhava em sua irmã com a energia mecânica de uma britadeira. Tudo o que Rachel podia fazer era deitar e...
"Gozando!" ela gritou. "Oh DEUS, EU ESTOU GOZANDO!"
Rachel sentiu todo o seu corpo, todo o seu universo, colapsar. Para um ponto minúsculo. O mundo ficou em silêncio. Escuro. Distante, ela podia sentir suas costas arqueando. Pernas apertando. Boceta contraindo. Cada articulação torcendo. Apertando.
Parou.
Uma batida. Duas.
Então tudo voltou correndo -- uma explosão de cor. De calor. De ÊXTASE!
Uma barragem estourando enquanto sua mente agarrava violentamente a realidade de volta e a forçava para fora de seu corpo. "Awwwwuuuuuuugggghhhhhhh!"
Alguém estava fazendo o som mais idiota. Rachel percebeu que era ela.
Um pulso ardente disparou dela e Rachel percebeu que estava esguichando de novo. Era tão bom. Ela nem se importava.
Rachel ofegou, fazendo aquele grito animal de novo, cada respiração um jato maravilhoso de êxtase. Ela sentiu seu corpo se enrolar. Para liberar. Mas ela estava em outro lugar. Tão chapada em suas próprias substâncias químicas que poderia muito bem não existir mais. Não estava parando. Interminável a ponto de ser quase assustador.
Rachel caiu de volta na mesa, soluçando. Tremendo. Um tremor quase epiléptico enquanto a onda de choque do orgasmo a sacudia até os átomos.
Gradualmente, finalmente, a tempestade se acalmou em uma piscina borbulhante. Rachel a sentiu ir embora com uma satisfação, mas também uma tristeza. Como encontrar Deus, mas apenas pelo mais ínfimo dos segundos. Um prazer incrível que era tão pleno, tão profundo, que tudo no mundo ficaria tingido de cinza para sempre em comparação.
Rachel percebeu que o quarto havia ficado quieto. Cada respiração e batimento cardíaco ecoavam em sua cabeça como um tambor. Ela olhou para cima. Aaron estava olhando para ela com amor. A turma inteira estava recostada, atônita. Mãos congeladas em suas genitálias. Até a Sra. Genesee.
"Uau," a professora disse. Todo senso de autoridade desaparecido.
"Caramba, garota," Johnny disse, "Você explodiu pra caralho em cima da mesa."
"Eu quero," Taylor se interrompeu, "Não, eu preciso foder meu irmão quando for minha vez."
"Vocês realmente se amam," Kaylee disse, "Isso foi incrível."
"Sério, Rachel, você é tipo uma deusa do sexo," Noah disse.
Mason, coberto de sua própria porra, só conseguia olhar de boca aberta para os irmãos unidos.
"Isso foi demais," Amy disse. Ela até parecia estar sorrindo.
"Aaron, você...?" a Sra. Genesee perguntou. Ela gesticulou com a mão.
"Ainda não, senhora," Aaron disse. Estranhamente, pareceu um momento de 'senhora'.
O irmão de Rachel recuou, depois mergulhou para frente. Lentamente de novo. A boceta de Rachel estava formigando, sensível. Seus nervos superestimulados. Mas ela sabia que seu irmão precisava... Oh porra.
As palavras que haviam escapado dela antes voltaram tão pesadas e duras quanto qualquer coisa que ela sentira o dia todo. A clareza pós-gozo e a pausa na ação finalmente permitiram que seu cérebro juntasse tudo.
Rachel não estava tomando pílula. E seu próprio irmão estava completamente desprotegido dentro de sua boceta. Prestes a...
As palavras sumiram de novo. Porra. O ardor renovado de seu irmão já havia superado qualquer desconforto para mandar Rachel voando de novo.
"Uhn. Uhn. Uhn." ele pontuava cada mergulho com um grunhido. Seu pau engrossava.
Freneticamente, Rachel olhou para a Sra. Genesee. A professora estava acariciando sua boceta raspada. Ela olhou para os irmãos e seus olhos se encontraram. A comunicação foi clara.
Racionalmente, Rachel imaginava que as mulheres da turma estavam todas tomando anticoncepcional. Porque senão, como eles poderiam sequer ter essa aula? Mas Rachel estava um ano atrasada. Dezoito anos de idade ainda faltava um. E agora ela estava completamente desprotegida com seu próprio irmão.
Rachel sentiu o pau de Aaron inchar em seu corpo. Instintivamente, ela sabia o que estava prestes a acontecer.
"Rach- Rachel, eu tô quase lá," Aaron disse, "Quase lá."
A Sra. Genesee sustentou o olhar de Rachel. Então a professora assentiu. Uma vez. Uma sensação de desespero caiu sobre Rachel. Nenhuma ajuda estava vindo. Nenhuma liberação. Nenhuma fuga. Seu irmão ia liberar milhões de espermatozoides caçadores e famintos em seu útero fértil e...
"Aaron, espera."
"Eu preciso," Aaron disse, "Eu vou."
"Aaron, amor, eu não tô protegida," Rachel disse.
"Oh porra," Aaron disse. Se era prazer ou preocupação, Rachel não sabia.
"Você não pode... Se você gozar dentro de mim..."
"Oh Deus."
"Nós vamos fazer um bebê," Rachel disse.
As estocadas de Aaron ficaram mais erráticas. Seus punhos se fecharam ao redor dos quadris da irmã. Ele não estava parando.
"Por favor, Aaron..."
"N-não consigo parar," Aaron disse, "Eu tenho que. Tenho que jorrar. Dentro."
"Você vai colocar seu bebê em mim," Rachel disse, "Engravidar sua irmãzinha."
"Eu... eu sei," Aaron disse, "Porra. Irmã. Tenho que foder minha irmãzinha. Te amo tanto."
E, assim, do nada. A convicção de Rachel escorregou.
Essa admissão não foi tudo, claro. Rachel sentiu seu próprio corpo se construindo em direção a outro orgasmo glorioso. Não tão forte quanto antes, mas ainda assim. E o pensamento de parar, de sua boceta ficar vazia e fria, era mais do que ela podia suportar. A realidade era que Rachel sabia que não ia acabar ali. Se não naquele dia, certamente aconteceria em algum momento no futuro próximo. Tudo o que restava era aceitar que isso era inevitável. E, que se danasse ela, aproveitar.
Rachel, você ama seu irmão? A Sra. Genesee tinha perguntado. Lá na outra sala de aula. Em outra vida. E então. Bem ali. Rachel soube a resposta. Sim. SIM! SIM!"SIIIIIIIIIIIIIIIIMMMMMMMM!" Rachel gritou, "Eu amo tanto meu irmãozão DEMAIS!"
"Eu não consigo parar!" Aaron gritou.
— Por favor! — Rachel soluçou. Mas seu pedido agora era por algo bem diferente. — Por favor, coloque tudo dentro de mim!
— É? Tudo bem?
— Sim! — Rachel disse. — Eu quero tanto. Coloca tudo dentro. Me enche com o seu amor.
— Ai, Deus. Rachel. Irmãzinha. Maninha. Eu preciso tanto fazer isso.
— Goza, irmão mais velho — Rachel disse. — Minha bucetinha. É toda sua. Coloca seu bebê em mim. Você pode fazer isso. Enche meu útero. Seu útero. Torna ele seu.
— Vou fazer — Aaron disse. Quase um mantra. — Vou gozar. Gozar dentro da minha irmãzinha. Ai. AI! PORRA!
Aaron avançou com força. Paralisou. Seu corpo tremeu. Um gemido baixo escapou dos seus lábios. Dedos tão apertados na coxa de Rachel que doeu. E por um instante, Rachel achou que tinha acabado.
Então ela sentiu um jorro escaldante jorrar direto para dentro do seu útero. Como uma lambida de chama incestuosa. Outro. Mais espesso e cheio que o primeiro.
— Ah AHHHHH! — o corpo de Rachel respondeu. Ricocheteou. Um coro cantante enquanto cada célula cantava em alegria gloriosa. Como se ela tivesse alcançado algum propósito superior.
A sensação que explodiu dentro dela (enquanto seu irmão, ele mesmo, explodia dentro dela) não era alegria ou êxtase ou prazer. Era todas essas coisas e mais. Uma sensação de completude complexa que não podia ser descrita em palavras.
— Ai, PORRA! Irmã. Gozando. Recebe minha porra. Irmã. Recebendo minha porra. Tão fundo dentro — Aaron estava divagando.
Rachel respondeu na mesma moeda. Sem fazer mais sentido. — Sim. Em mim. Goza em mim. Enche meu útero. Torna ele seu. Porra.
— A-amo. Amo minha irmãzinha. Porra, Rachel, eu te amo tanto.
E os irmãos ficaram ali, tremendo, enquanto se abraçavam apertado. Vibrando e penetrando com um prazer que poucos já conheceram. Sua felicidade um ciclo de feedback, um impulsionando o outro. Pulsando, martelando, quase doloroso na forma como levava seus corpos além dos limites normais para algum outro lugar etéreo.
Já, o esperma de um irmão se unia ao óvulo de uma irmã. Tornando seu amor tão real que seria inegável.
Ambos desabaram sobre a mesa. Enrolados um no outro. Inescapáveis.
*
Ao longe, um sinal tocou. Lá fora, o corredor se encheu com os sons de crianças gritando. Passos pesados.
Tudo entrou em foco para Rachel. A sala estava coberta de sêmen e gosma de garota. Fedia a suor e porra. Adolescentes igualmente respingados por todo o chão. 6 jovens adultos, nenhum deles usando roupa, fervendo nos próprios fluidos. Até a Sra. Genesee, o vestido amassado numa única linha em volta da cintura, encostada na parede sem dizer uma palavra. Seu rosto a imagem da satisfação sexual. Os irmãos ainda se abraçavam apertado. Conectados em corpo, mente e alma.
Finalmente, a Sra. Genesee pareceu se recompor. Ela se sentou e desajeitadamente afastou o cabelo do rosto. — Bem — ela disse. Sua voz trêmula. — Preciso dizer que essa foi a melhor demonstração de aula até agora.
A turma toda assentiu, estupidamente, em concordância.
— Vocês todos têm um belo exemplo para se inspirar agora — a Sra. Genesee disse. — A menos, claro, que nosso casal de irmãos esteja disposto a se comprometer com uma performance repetida?
Rachel estendeu a mão, acariciando a bochecha do irmão. Ela o beijou, apaixonadamente. Os irmãos se viraram para a professora e assentiram.
Ah, sim, outra demonstração era definitivamente necessária agora.