Contos eróticos para ler inteiros.

BDSM

Daddy Issues

sibelewild23 min

Nota da Autora: Esta história contém daddy kink e BDSM leve (dominação, palmadas, bondage, brinquedos). Aproveitem.

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Daddy! Ai, Deus, me fode, Daddy!

Eu puxo o travesseiro sobre a cabeça, mas não adianta nada para abafar os barulhos do apartamento ao lado. As paredes deste prédio são finas.

Já passa da meia-noite, e uma série inédita de gemidos e grunhidos está vazando do apartamento do meu vizinho James. Agora que entramos na madrugada, a putaria está esquentando de vez.

E está me deixando molhada.

Por favor, Daddy, enfia tudo em mim.

Tenho um caso indo a julgamento de manhã, pelo amor de Deus. Minha pasta e bolsa estão numa cadeira ao lado do terninho pendurado na porta do armário. Preciso esvaziar a cabeça e dormir um pouco, mas tudo que ouço são os gemidos de outra garota.

Tudo que eu queria era estar no lugar dela.

Daddy, ai. AI! Aaah, isso dói tão gostoso.

Minhas coxas se abrem, e eu acaricio minha boceta úmida. Meus dedos deslizam até o clitóris inchado. Estou em choque por descobrir que meu vizinho certinho e educado, um quarentão chef de um restaurante chique, curte essas paradas pervertidas.

James é em forma. Usa óculos pequenos e fofos. O cabelo castanho tem toques grisalhos nas têmporas, e os olhos cor de avelã formam ruguinhas adoráveis quando ele sorri.

Mas aposto que não está sorrindo agora. O rosto dele está contorcido de luxúria enquanto olha para mim — não, para ela. Metendo... bombando... talvez batendo. Será que ele faria isso?

Um esquema do Tinder. É o meu palpite. Ela tem metade da idade dele, e eu os vi se apresentando bem na porta do apartamento dele.

Me faz de PUTA, Daddy!

Jesus. Não consigo me concentrar. Ela não para de me tirar da minha própria fantasia. Talvez porque a putaria soe tão animada. Tão estranhamente impessoal.

Checo a hora no celular e o jogo na mesinha de cabeceira. Não consigo mais render com menos de seis horas de sono, muito menos pular da cama toda disposta e cheia de energia.

Tenho trinta e cinco anos, não tenho tempo para essa merda.

Eu rolo para fora da cama, a boceta latejando por alívio. Estou cansada. Estou irritada. E perigosamente excitada ao imaginar James todo dominador e malvado na cama. Justamente porque ele sempre foi um vizinho tão bom.

Sempre que ele faz algo no forno — basicamente todo fim de semana — deixa um pratinho de quitutes na minha porta. Convidou todo o andar para um jantar quando se mudou, com direito a um spaghetti carbonara que me fez morrer várias mortes extasiadas e um Chianti ótimo. Ele assina o jornal e sempre me dá o Sunday Times quando termina. Até deixa as palavras cruzadas para mim.

Estou a fim do James há meses e nunca fiz nada. Porque nós dois somos consumidos pelo trabalho. Porque somos vizinhos. Porque ele é dez anos mais velho.

E agora ele está transando com alguém literalmente com idade para ser filha dele.

Que está gritando alto demais para me deixar dormir ou fantasiar.

Uhhh! Isso, Daddy, me dá umas palmadas! Mais forte, mais forte!

Pisando duro pelo apartamento, pego as caixas de som e as arrasto até bem perto da parede ofensiva. Coloco a música dançante mais atrevida e animada que encontro e aumento o volume lá no talo.

Depois desconto minha frustração numa festa dançante solitária — me sacudindo, rebolando, cantando a plenos pulmões.

Não demora. Em menos de um minuto, ouço batidas firmes e irritadas na minha porta.

Toc. Toc.

Desligo a música e me vejo rapidinho no espelho de corpo inteiro enquanto vou atender àquelas batidas ameaçadoras. Meu cabelo curto e escuro está praticamente em pé. Passo os dedos por ele. Meu coração dispara e acelera mais ainda quando abro a porta e vejo James. Sem camisa, de cueca xadrez e com o corpo que Deus lhe deu. Sem sinal dos óculos.

Ele está em excelente forma. O homem fez coisas boas com o material que recebeu. O cabelo está úmido de suor, e a irritação emana dele.

"Posso ajudar?" gorjeio.

O olhar dele desce para a bagunça do meu cabelo cacheado escuro, depois para meus ombros nus. Cruzo os braços, o que empurra para cima meus seios generosos na minha camisolinha curta e transparente cor lilás.

Sou alta e curvilínea — cheinha. Ninguém jamais me chamaria de menininha, nem forçando a barra. Mas, de repente, eu quero ser uma para James, e isso me tira o fôlego.

"Quer explicar o significado dessa música alta depois do horário de silêncio?" ele pergunta, baixo e seco. "Você é advogada, Kori. Sabe quais são as leis de perturbação do sossego."

Aaah, como eu amo esse tom de bronca. Mesmo que seja sobra do espetáculo no quarto dele.

"Desculpa." Arregalo os olhos. "É que não consegui dormir, com todo aquele barulho vindo do seu apartamento. Estava tão perturbador que tive que colocar minha música favorita para abafar."

A boca dele se abre e fecha.

"Peço desculpas," diz ele finalmente. "Não sabia que as paredes eram tão finas."

"Não se preocupe," asseguro. "Não ouvi você. Só ela."

Os olhos dele se sombreiam. Ele não diz nada.

"Ela é bem mandona, não é?" pergunto docemente. "Considerando que é você quem manda."

Agora o olhar dele percorre meu corpo. Descruzo os braços para deixá-lo ver como meus mamilos estão duros sob a camisola. Dois botões escuros prontos para ele agarrar e torcer com crueldade. Um filete de caldo escorre pela minha coxa, porque é tão excitante — tão perigoso — ficar exposta para ele. Ainda mais com outra garota esperando no quarto dele. Minha calcinha ainda está jogada na cama, e sei que ele consegue ver o triângulo escuro da minha boceta através da camisola.

"Você está no comando, James?" pergunto baixinho. "Porque, se isso vai ser frequente..."

Ele arrasta os olhos de volta para o meu rosto. "Não vai. Se voltar a se incomodar, por favor, toque minha campainha em vez de recorrer a medidas que perturbam o prédio inteiro."

Ponho uma mão na cintura, empinando o quadril, e pisco os cílios. "Sim, Daddy."

Ele pisca devagar. Então o rosto dele muda completamente. As pálpebras se abaixam, e um sorriso leve repuxa o canto da boca.

"Não me responda, Kori," diz ele baixinho.

"Ou o quê?"

A pergunta paira entre nós. Nossos olhos se prendem.

"O que você vai fazer se eu me comportar mal de novo? Vai me castigar?"

Aquele sorriso curva os lábios dele, sinistro desta vez, e ele o esconde.

"É bem possível." Por cima do ombro nu, acrescenta: "Não me provoque."

Enquanto ele caminha até a própria porta, fico olhando as curvas sensuais dos ombros e das costas. A bunda firme. Quando a porta se fecha com um clique, entro tropeçando no meu apartamento e me jogo na cama.

Agora minha boceta está escorrendo. Eu me contorço e gemo, me enrolando nos lençóis. Esfregando o clitóris em círculos frenéticos, deslizo os dedos para dentro da minha boceta ansiosa. Tão apertada e excitada por James, implorando por atenção.

Tudo está quieto no apartamento ao lado, e eu abafo meus próprios ruídos no travesseiro. Por consideração aos vizinhos.

"Daddy," sussurro. "Me ensina a me comportar."

Ah, vou sim, menininha.

Não sou menininha há décadas. Mas quero ser, para ele.

***

Na semana seguinte, fico no aguardo. Não há mais visitas da Garota do Tinder. Nem gemidos ou Ai, Daddys vindos do apartamento de James. Foco no trabalho, mas, toda noite, sinto James sobre mim. Atrás de mim. Me cercando. Assumindo o controle, me castigando, enquanto gemo de vergonha e prazer. Me masturbo feito louca, gozando nos meus dedos em orgasmos que só me deixam querendo mais.

Querendo ele.

No domingo, tenho minha chance. Ouço um baque na minha porta à tarde. Quando abro, lá está o jornal de domingo do James, todo dobradinho e pronto para eu aproveitar. Folheio as páginas avidamente.

Mas é só um jornal. Não há sinal nenhum de que algo além de boa vizinhança tenha acontecido entre nós.

Abro nas palavras cruzadas, que ele sempre deixa em branco. Fico torcendo por alguma mensagem. Talvez "Seja uma boa menina, Kori" rabiscado nos primeiros quadrinhos. "Senão..." Mas não tem nada.

O silêncio dele me instiga, mesmo que a bola esteja claramente do meu lado.

Rabisco minha própria mensagem nas palavras cruzadas, ignorando os espaços.

Ai, Daddy James, não consigo evitar ser má. Eu me esforço tanto, mas não paro de tocar minha bocetinha e de pensar em você. Preciso da sua disciplina. Preciso do seu PAU. Por favor, Daddy.

Caralho. Não sou uma garota tímida, mas nunca fui tão descarada. Antes que perca a coragem, marcho até a porta dele e rasgo o jornal. Página após página do Sunday Times esvoaçam no ar e aterrissam no capacho dele. Sou tão malcriada que eu mesma fico pasma. É uma bagunça inacreditável. Como toque final, deixo as palavras cruzadas por cima, feito uma cereja para ele colher. Penso em dobrá-la, por decência, mas não o faço.

Depois toco a campainha dele três vezes, bem rápidas, e corro para o meu apartamento, rindo como uma louca.

Toc. Toc.

Abro a porta, toda inocente. James se impõe na minha frente, de braços cruzados.

"Simmmm?" cantarolo.

"Kori." Os olhos dele estão duros atrás dos óculos. É um James que nunca vi antes; a bronca da noite passada foi só um vislumbre. "Foi você quem fez essa bagunça espetacular na frente da minha porta?"

"Sim, Daddy," murmuro. Só de dizer isso já me dá arrepios. "O que você vai fazer a respeito?"

"Esteja de volta na minha porta em cinco minutos," ordena ele. Nem sinal de sorriso no rosto. "Ah, e tire esse moletom surrado e coloque um vestido bonito para mim. Nem pense em se atrasar."

Ele se afasta e a porta dele se fecha com firmeza.

Eu suspiro, o calor subindo às minhas bochechas. Nunca falaram comigo desse jeito. Se fosse qualquer outra pessoa, eu daria um esculacho verbal que ela jamais esqueceria.

Mas as palavras de James me deixam formigando. Quente. Doendo pelas mãos dele no meu corpo todo.

Fora a calça de moletom cinza confortável e o moletom da faculdade de direito que uso para ficar à vontade nos fins de semana. Corro para o armário e arranco meus vestidos para avaliar. A maioria diz poder. Me leve a sério. Nada de palhaçada aqui. Finalmente puxo um vestido de verão amarelo-claro do fundo — uma compra por impulso — e visto pela cabeça. É estampado com girassóis. Doce e feminino, deixa os braços à mostra, sugere o decote e vai até o meio da coxa.

Perfeito. Penteio o cabelo com os dedos e saco o gloss labial, fazendo biquinho no espelho. Então disparo até o apartamento de James e bato — educadamente.

Ele abre a porta. Em vez de me convidar a entrar, fica parado na soleira e ergue meu queixo com um dedo.

"Você tem certeza disso, Kori?" pergunta bem baixinho. "Você quer ser castigada? Por mim?"

Graças a Deus o corredor está vazio.

"Sim," sussurro.

"Qual é a sua palavra de segurança?"

Excelente pergunta. Se ao menos eu conseguisse pensar direito agora.

"Chianti," deixo escapar, avistando a garrafeira atrás dele.

Ele acena com a cabeça. A voz endurece. "Limpe a bagunça que você fez."

Não era o que eu esperava. Minhas bochechas ardem quando me abaixo para recolher os jornais espalhados e enfiá-los no saco de papel que ele pôs ali. Sei que ele pode ver minha calcinha enquanto meu vestido curto sobe. Ele pode ver a umidade, minha excitação através do tecido de seda — tudo por ele. Deixo-o olhar em vez de me ajoelhar.

James fica de braços cruzados, radiando desaprovação, enquanto me apresso em limpar. Mas o volume na calça de moletom dele — ele não se sentiu obrigado a trocar de roupa — deixa claro que ele está gostando do espetáculo.

Quando o capacho dele está limpíssimo, ele pega o saco e abre a porta.

"Entra."

Entro rapidinho e a porta se fecha atrás de mim com uma solenidade ameaçadora.

"Fique em pé no carpete." Ele aponta para o carpete imaculado cor creme. "Aí."

Meu rosto queima. Faço o que me é mandado.

James circula ao meu redor, inspecionando meu corpo de todos os ângulos.

"Muito bem."

Com um dedo, ele puxa a alça do meu vestido leve, expondo meu sutiã. Estremeço com o toque fugaz.

"Tira o sutiã. Você não precisa disso aqui."

Caralho. Um toque no meu ombro e ele já está mandando eu tirar o sutiã?

Corando, abaixo o zíper do vestido até a metade e deslizo as alças pelos ombros. Abaixo a cabeça como uma garotinha, deixando o cabelo cacheado cair sobre o rosto, enquanto solto o sutiã.

"Olhe para mim, Kori," ordena. "Não tire os olhos de mim."

Um gemido fraco escapa dos meus lábios. Já estou insuportavelmente excitada. Levanto a cabeça para encarar os olhos cor de avelã dele, que estão estreitados de concentração. Em mim. Só em mim.

Devagar, tiro o sutiã e deixo as conchas rendadas caírem no chão, expondo meus seios.

"Depois, você vai catar isso," diz ele baixinho. "Agora, não se mexa."

Seguro meu lindo vestido amarelo, amontoado na cintura, enquanto ele encara meus seios fartos e pesados. Ele traça um dedo sobre meu mamilo duro e sensível, provocando o botão escuro, e dou um pulo. Quando as mãos quentes dele envolvem meus seios, um gemido longo e lascivo escapa de mim.

"Que peitinhos lindos," murmura ele. "Estou muito satisfeito."

Eu me remexo, cruzando as pernas, tentando esfregar as coxas. "Pequeno" é a última palavra que se aplica aqui. E, mesmo assim, é tão gostosamente perfeito ao mesmo tempo.

Solto um gritinho quando ele segura meus seios por completo, massageando-os. Rápido demais, ele solta.

"Vista o vestido de volta e deite sobre meu joelho."

Jesus. Ai, Jesus. Eu me apresso a obedecer, fechando o zíper do meu vestido fininho para cobrir os peitos nus. James se senta no sofá dele, de camiseta e calça de moletom, como se tivesse todo o tempo do mundo. Enquanto isso, eu estou tremendo de tesão e mal começamos. Trêmula, deito-me sobre o colo dele, a bunda empinada para cima.

Num movimento repentino e de tirar o fôlego, minha calcinha é puxada até os joelhos.

Tapa! Tapa!

Ele dá palmadas numa nádega redonda, depois na outra. De novo e de novo. Cada vez mais rápido. Não forte, mas o bastante para arder.

"É isso que o Daddy faz quando você foi uma menina má," diz ele, naquela voz baixa e ameaçadora. Mais palmadas. Enquanto me contorço, ele desce um braço firme sobre minha cintura para me manter no lugar. "É disso que você precisa. Você já recebeu a disciplina que merece, Kori?"

"Nunca," balbucio, estremecendo de excitação.

"Então temos muito o que compensar, uma menina tão danada."

"Não, Daddy, eu sou boazinha," gemo, e se transforma num suspiro quando a mão grande dele desliza entre minhas pernas.

"O que temos aqui, bebê? Estou sentindo uma bocetinha bem molhada e excitada. Não me diga que você fica com tesão no castigo. Você está se melando no meu colo porque estou te batendo?" Dedos experientes acariciam meu clitóris. Eu me remexo contra ele, inclinando a bunda para mais do toque. Solto um gemido quando um dedo cutuca de leve minha boceta, massageando a entrada. "Nossa, que boceta danada você tem." Outra palmada deixa minha bunda vermelha, bem quando um segundo dedo entra na minha boceta, me penetrando, me abrindo. "Como você é apertadinha. Deixa eu entrar, bebê."

Gemo de necessidade. Mais palmadas caem sobre as curvas carnudas da minha bunda. A mão de James na minha boceta é tão boa, e a mão dele na minha bunda arde tanto. Estou presa numa corda bamba entre dor e prazer.

"Menininhas excitadas merecem aprender uma lição." A voz dele é suave e perigosa. "Especialmente a minha menininha."

Minha cabeça se ergue. Olho por cima do ombro.

"Ah, é? Sua menininha? Eu sou sua?"

Ele sai do personagem por um instante, o rosto primeiro surpreso, depois inundado pelo sorriso doce que conheço e adoro. Isso me aquece com um calor delicioso, me fazendo desejar tudo que ele tem a dar. Então os olhos dele se estreitam, e as palavras são puro fogo.

"Com certeza. Você veio até aqui. Se colocou nas minhas mãos. Está oferecendo seu corpo delicioso para mim. Cada centímetro dele, para brincar e castigar como eu quiser. Estou querendo você há meses, sem nunca sonhar que teria essas necessidades tão danadas, putinhas, sujinhas. Você é minha agora. E eu tenho muito trabalho pela frente."

Estou ofegante, arrastada pela corrente das palavras dele. Ele está oferecendo tanto, e eu quero tudo.

Uma última palmada aterrissa na minha bunda. Minha calcinha é puxada pelos tornozelos e jogada no chão, junto com meu sutiã.

"Levanta. Tira o vestido."

Me levanto sem firmeza, encharcada e excitada. Trêmula, abaixo o zíper do vestido e o deixo cair no carpete cor creme. James segura minha mão e me leva nua para o quarto dele.

As cortinas estão fechadas. O quarto está escuro, com apenas algumas velas tremeluzindo para iluminar. Ele deve ter usado aqueles cinco minutos para se preparar também. Ao lado da cama, há uma mesa acolchoada de formato estranho, coberta com um tecido macio. Não consigo parar de olhar para ela.

"Deite-se de bruços na mesa, bebê," diz ele baixinho.

Ele me ajuda a subir. É algo como uma mesa de massagem — se uma mesa de massagem tivesse um rebaixo para os joelhos. Minhas pernas ficam abaixo do tronco, mas apoiadas. Meus mamilos inchados roçam o tecido macio. Meus dedos dos pés se curvam, e agarro a parte da frente da mesa.

"Abra as pernas. Mostre sua boceta para o Daddy."

Obedeço imediatamente, querendo que ele veja como estou excitada.

"Agora fique bem, bem quietinha."

A corda, lisa mas forte, rapidamente prende meus pulsos e tornozelos às pernas da mesa. Meus cotovelos estão dobrados, então posso levantar a cabeça e o tronco, mas as amarras não cedem.

Estou um pouco assustada, e isso só aguça meu desejo. Meu pulso está martelando, e mesmo amarrada, sinto como se estivesse voando.

"Olha só essa boceta suculenta." Um tapa molhado atinge minha carne sensível. Acerta meu clitóris, e eu suspiro. "Implorando para ser preenchida."

"Por favor, por favor..." eu balbucio.

Algo grande e firme pressiona minha abertura apertada. O pau dele? Não, é duro demais. Liso demais. Eu empino enquanto o brinquedo entra em mim, mas não tenho para onde fugir. James o gira, enfiando e tirando um centímetro agonizante de cada vez. Minha boceta fica cada vez mais escorregadia para acomodar a grossura do brinquedo.

Provavelmente não é mais grosso que um pau. Mas o formato e o ângulo — e os muitos meses desde que fiz sexo — tudo se combina para fazê-lo parecer enorme.

É bom pra caralho. Tão cheia.

"Boa menina," ele elogia. "Aceitando tudo isso na sua bucetinha levada." Ele acaricia minha bunda, abrindo as nádegas arredondadas. "Agora é hora de você realmente aprender sua lição."

Eu grito quando lubrificante frio e escorregadio esguicha no meu cu. Uma ponta emborrachada sonda a roseta escura.

"Shhh. Confia no papai."

Sua ordem, confiante e reconfortante, é exatamente o que eu preciso. Suspiro e relaxo, cedendo enquanto James lentamente, com firmeza, enfia o plugue no meu cu. Está lambuzado de lubrificante, e meu cu está tão sensível, vivo ao tamanho que se alarga, depois afina e se acomoda no lugar.

"Como você se sente, querida?"

"Entupida," eu gemo.

Ele ri baixinho. Não acredito como minha boceta e meu cu estão cheios. É excitante e desconfortável e quase demais. Estou mais do que molhada, meu clitóris implorando por seu toque, e enquanto ele massageia minha bunda, provocando meu prazer mais alto, eu tento me contorcer nas amarras.

Mas ele me amarrou tão firmemente que não consigo. Estou assustada e segura e despedaçadamente excitada ao mesmo tempo.

"James..." eu arfo.

"Kori," ele murmura. "Querida."

Então ele liga o vibrador na minha boceta. E começa a me bater de novo.

Ele vai aumentando, mas rapidamente é uma sobrecarga. Estou soluçando, suando, meu cabelo grudado na testa enquanto ele incendeia meu corpo. As sensações se confundem. Ele está em toda parte, me preenchendo, me golpeando, me possuindo por dentro e por fora. Ele está me dando tanto, mais do que jamais pensei que poderia aguentar, e ainda assim eu o desejo. Minha necessidade por ele toma conta de mim.

Sensações rompem a superfície: minha boceta encharcada, apertando o vibrador zumbindo, na beira requintada de gozar. Meu cu sensível, agarrando ansiosamente o plugue. Meus peitos carentes, mamilos duros e doendo, pressionando contra o pano macio e a mesa firme. Meus pulsos e tornozelos, forçando as amarras. As palmas de James, me disciplinando repetidamente enquanto bate na minha bunda.

Quando ele para, minhas nádegas tremem e ardem com tremores posteriores quentes e brilhantes.

O único som é minha respiração ofegante — e a dele. Ele fica na minha frente, nu da cintura para cima e encharcado de suor. Seu cabelo curto está grudado, os toques de grisalho brilhando na luz fraca.

Nossos olhos se encontram. Não dizemos nada.

Ele tira a calça de moletom.

Seu pau intumescido, ruborizado, salta para fora e roça meu lábio inferior carnudo. Uma mão agarra meu cabelo, a palma grande cobrindo a nuca.

Ele não precisa dar uma ordem. Eu sei exatamente o que ele precisa.

Seu pau é deliciosamente grosso e quente. Eu chupo ansiosamente, girando minha língua em volta do eixo cheio de veias, saboreando sua pele acetinada, lambendo o pré-gozo salgado na ponta firme e curvada. Ele arfa, seu controle se esgarçando. Quero saborear James, mas ele está fodendo minha boca, seu ritmo brusco.

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