Contos eróticos para ler inteiros.

Gays

Comido pelo Fisiculturista

monicawild22 min

— CHRIS, você pode me cobrir? — Simon perguntou.

O vestiário estava movimentado, com homens em diferentes estágios de nudez, enquanto meu colega de trabalho e eu estávamos em nossos uniformes de manutenção.

Alguns vinham da área de exercícios da academia, tirando as camisetas encharcadas de suor a caminho de seus armários.

Outros saíam dos chuveiros com toalhas enroladas na cintura, gotas de água escorrendo por seus torsos.

— A academia vai fechar. Você vai me deixar aqui sozinho para limpar tudo?

— Desculpa. Eu sei que é em cima da hora, mas esqueci que é aniversário da minha esposa. Já está tarde para o jantar, então preciso arrumar alguma coisa para comemorar.

— Como você pode esquecer o aniversário da sua esposa? — Cruzei os braços na frente do peito e encarei ele.

Ele uniu as palmas das mãos em súplica. — Por favor, cara. Minha esposa vai me matar se descobrir que esqueci de novo este ano.

— Com uma condição.

— Manda ver.

Que tal você me deixar chupar seu pau? Claro, não posso pedir isso em voz alta. Não sou idiota.

— Quero um daqueles cheesecakes de ube que sua esposa fez antes.

— Vou te dar até dois.

— Fechado. — Estendi a mão.

Depois de apertarmos as mãos, Simon se afastou andando de costas e apontou para mim. — Valeu, cara. Te devo essa grande.

— Cuidado. — Tentei avisar, mas ele esbarrou em Derek.

Simon se desculpou com o homem grande de cabelo raspado e saiu do vestiário.

— Chris. — O fisiculturista de um metro e oitenta caminhou em minha direção. Seu peitoral e braços enormes saltavam na camisa social azul-marinho.

Um dos colegas de treino dele, de cueca preta, o interceptou, mas ele retomou o caminho depois de um rápido cumprimento.

— Bom que você está aqui. Estava te procurando. — Ele ajustou a alça da bolsa de ginástica no ombro.

— Senhor, a academia está quase fechando.

— É, sobre isso. Tudo bem se eu encaixar um treino rápido? A recepção disse que pode se você deixar.

— Não sei. Sou o único na limpeza esta noite. Preciso começar logo se quiser terminar antes da meia-noite.

— Prometo que vai levar só trinta minutos, no máximo. E não vou atrapalhar.

A proposta dele pareceu razoável. Posso trabalhar com isso.

— Por favor.

Como posso dizer não a um homem gostoso pra caralho desses? — Tá bom. Vai em frente.

— Valeu, cara. — Ele apertou meu braço com uma mão enorme. — Preciso mesmo desestressar depois do dia que tive com um cliente difícil.

A sensação do gesto inesperado foi direto para o meu pau. Enquanto Derek pegava um armário disponível, corri para o banheiro para esconder minha ereção crescente.

O agito da academia se transformou em calmaria. Só restavam algumas pessoas. Eu, Derek e alguns membros tomando banho antes de ir para casa. E apaguei metade das luzes.

Peguei um pequeno frasco de spray do meu cinto de utilidades e comecei a desinfetar os equipamentos.

No meio da rotina, Derek saiu do vestiário só de shortinho de moletom cinza.

Seu torso nu exibia pelos loiros descendo pelo abdômen em V, desaparecendo na cintura do short.

Porra. Como vou conseguir terminar com esse homem lindo me distraindo?

— Desculpa não ter camiseta de treino. Achei mesmo que tinha colocado uma na bolsa mais cedo. Não se preocupe. Vou limpar os equipamentos depois de usar.

Assenti e voltei a desinfetar. Fazendo questão de mantê-lo fora do meu campo de visão para não me distrair.

Anilhas tilintaram atrás de mim.

Uma rápida olhada no espelho mostrou ele colocando peso na barra do supino.

Momentos depois, grunhidos guturais cortaram o silêncio.

Caramba, ele está malhando ou transando?

Virei para olhar enquanto ele se sentava depois de terminar a série.

Ele removeu um fone de ouvido sem fio. — Você disse alguma coisa?

Balancei a cabeça.

Derek sorriu e se virou.

Será que ele percebe o que está fazendo?

Imaginei ele fazendo o mesmo barulho enquanto transava com a esposa. Será que ele faria os mesmos grunhidos se me fodesse? Merda, isso seria gostoso.

Ele se preparou para outra série.

Para ajudar a limpar minha mente de pensamentos sujos sobre o homem, decidi começar a limpar os espelhos. Mas a decisão complicou minha situação.

Os espelhos refletiam Derek fazendo supino. As pernas bem abertas dele apertavam o short de moletom sobre o volume.

O sangue correu para o meu pau enquanto eu imaginava o contorno da carne grossa dele através do tecido.

Merda. Merda. Merda.

Ajustei o cinto de utilidades para que um dos bolsos cobrisse minha ereção e olhei no espelho.

Se Derek olhasse com intenção, poderia ver a barraca óbvia nas minhas calças.

Nada bom.

Ele terminou a série e flexionou o peitoral inchado na frente do espelho. O brilho do suor definia cada curva de músculo na parte superior do corpo.

Antes que ele testemunhasse o efeito da masculinidade dele dentro das minhas calças, abandonei os espelhos e me transferi para o salão dos membros.

Posso ficar aqui. Pelo menos até minha ereção baixar.

Mas enquanto limpava as mesas, os grunhidos de Derek — embora com volume mais baixo — continuaram.

Merda. Vou ficar aqui um bom tempo.

A porta do depósito rangeu quando a fechei com o quadril. Ecoou na área vazia dos chuveiros.

Com refis de papel toalha e sabonete líquido nas mãos, fui para o banheiro.

No caminho, passei por Derek curvado sobre o bebedouro, usando apenas uma jockstrap branca clássica. Ele gemeu e me fez sinal com o braço que segurava uma coqueteleira de proteína.

Parei.

Mas enquanto esperava ele terminar de beber, meus olhos focaram no volume da jockstrap dele. A trama solta do tecido do bolso o deixava translúcido.

Porra. Desta vez não estou imaginando. Dava para distinguir o corpo e a glande gorda do pau.

Desloquei os braços e posicionei os itens que carregava sobre minha virilha. Quando o frasco de sabonete líquido pressionou minha ereção, um pequeno gemido escapou de mim.

Derek se levantou e limpou a boca com o antebraço. — Chris, você está bem?

— Posso ajudar com alguma coisa? — perguntei, desviando o olhar do pau dele.

— Não, estou bem. Na verdade, só queria perguntar se você quer comer minha outra banana.

— Eu... como?

— Porque tenho uma grande no meu bolso. Se você quiser, pode pegar.

— Bolso? — Franzi as sobrancelhas.

Ele me mostrou a banana na mão. — Tenho outra dessas num bolso da minha bolsa. Tem certeza que está bem? Talvez devesse comer minha banana.

Será que todo o sangue do meu cérebro foi para o pau? O homem quis dizer uma banana de verdade, idiota.

— Claro. Vou comer depois. Estou com as mãos ocupadas agora. — Dei um sorriso fraco.

— Sem problema. — Derek se virou e foi embora, me dando uma visão completa da bunda rechonchuda e redonda dele.

Mordi o lábio e resmunguei antes de seguir para o banheiro masculino.

Lá dentro, comecei com os papéis toalha. A imagem da bunda de Derek persistia na minha cabeça enquanto eu carregava o dispenser.

Como seria me ajoelhar atrás dele e enfiar minha língua no buraco rosado enquanto ele se apoiava no armário?

Ajustei meu pau.

— Você deixou cair um pouco. — Derek, ainda de jockstrap, se abaixou e pegou os papéis toalha do chão.

Vislumbrei o cu dele. — Desculpe, estava meio distraído.

Ele me entregou os papéis toalha e ficou na frente de um mictório. A mão puxou o bolso da jockstrap para o lado e apontou o pau para a cerâmica.

Enquanto passava a reabastecer os dispensers de sabonete líquido, me posicionei para ter uma visão melhor no espelho de Derek urinando sem ser pego.

— A propósito. — Ele virou a cabeça para me olhar no espelho.

Desviei os olhos do pau dele. Na pressa, um pouco do sabonete líquido derramou. — Merda.

— Tudo bem?

— Sim. — Usei os papéis toalha que caíram no chão antes e limpei o líquido azul. — Só estou numa maré de desastres esta noite.

— Distraído, né? — O ângulo do corpo dele revelou mais do pau mole e gordo. — A culpa é minha. Não se preocupe. Vou só tomar um banho e depois vou embora sem atrapalhar mais. Tenho certeza que você está farto de ver minha bunda quase pelada a noite toda.

Ah, Derek. Se você soubesse o quanto eu queria ver seu corpo nu. E estar tão perto dele a noite toda sem poder fazer nada a respeito, é tortura.

Depois de sacudir o pau e guardá-lo de volta, ele deu descarga e foi lavar as mãos na pia ao meu lado. O corpo dele exalava um cheiro masculino forte.

O desejo de lamber e cheirar a axila suada dele mexeu comigo.

— Eu realmente agradeço você ter me deixado treinar até tarde. Prometo que vou compensar.

— Você não precisa fazer nada. Na verdade, sou grato pela companhia. É bom pelo menos não estar sozinho. Especialmente depois que meu colega furou comigo.

— Não, quero sim. Só me diga o que você quer. Vou ver o que posso fazer. — Ele piscou para mim no espelho. — Vou tomar banho agora.

A piscada dele me pegou de surpresa. Mas tenho certeza que não é nada além de um gesto inocente de gratidão. Minha mente tarada e pervertida está interpretando mal as palavras de um homem hétero e casado. Certo?

DEMOROU um pouco para minha ereção baixar depois do encontro no banheiro.

Mas assim que meu pau se acalmou, voltei para guardar o frasco de sabonete líquido meio cheio.

Vapor subia e água espirrava dentro de uma das cabines de chuveiro.

Enquanto eu ia para o depósito, a fresta da porta translúcida mostrou Derek sob o jato, apoiado na parede de azulejos com as duas mãos.

Olhei de novo.

A água descia em cascata pelas costas largas e musculosas até fazer curva na bunda rechonchuda.

Merda. Olha essa bunda. Minha mão apertou a alça do frasco.

Derek se mexeu.

Antes de ser pego, fui para o depósito e guardei o que vim trazer.

Mas a tentação de observar Derek permaneceu. O desejo venceu minha resistência.

Me mudei para um lugar melhor, onde ele não me veria, mas eu poderia vê-lo pela fresta.

Derek se virou, a frente totalmente à mostra.

Como seria ter aquele pau na minha boca? A coisa toda me engasgando, enquanto ele enfiava goela abaixo.

Ele ensaboou o peito e o abdômen até formar espuma, até passar para o pau.

Enquanto eu o via esfregar a espuma ensaboada ao redor do corpo, minha mão foi para a barraca nas calças. Pressionei a palma na ereção.

Derek massageava o pau lubrificado pelo sabão até dobrar de tamanho. Ele acrescentou a outra mão para acariciar todo o comprimento.

Abri o zíper da calça e tirei para fora meu pau furioso, com cuidado para não alertá-lo da minha presença. Uma vez para fora, minha mão acompanhou as carícias dele. Uma gota de pré-gozo se formou na fenda.

Ele se apoiou na parede, inclinou a cabeça para cima e fechou os olhos. Uma mão subiu para brincar com o mamilo.

Um gemido ameaçou escapar de mim, mas mordi o lábio para suprimi-lo.

Um toque alto de telefone interrompeu o silêncio.

Merda. Em pânico, corri para a área dos armários sem guardar o pau de volta.

A água desligou. — Chris, isso é meu?

— Sim, acho que é. — Consegui fechar o zíper sem prender o pau.

Com apenas uma toalha jogada sobre um ombro, Derek entrou apressado.

Um rastro de gotas de água o seguiu.

— Sinto muito pelo chão.

— Não se preocupe. Eu cuido disso.

Ele articulou 'obrigado' em silêncio antes de atender o telefone. — Sim, querida.

Peguei o esfregão e trabalhei em cada centímetro do chão ao redor do banco longo e acolchoado.

— Não, ainda estou na academia. Mas acabei de tomar banho. Chego em casa logo. — Ele se recostou no armário ao lado do dele. O pau totalmente à mostra.

Mantive a cabeça baixa, mas meus olhos beberam a carne de Derek.

A voz dele se elevou. — Por que você não acredita em mim?

Parei e me virei para ele.

Ele apontou um dedo para o telefone enquanto olhava para mim. — Ela acha que estou com outra mulher.

Um murmúrio feminino veio do telefone.

— Não é outra mulher. É o Chris. Sabe, o cara da manutenção? Ele está aqui limpando a academia. — Ele revirou os olhos e virou o telefone na minha direção. — Você pode, por favor, dizer para minha esposa que não estou com outra mulher?

Me aproximei. — Senhora, não precisa se preocupar. Seu marido não vai trair com outra mulher enquanto eu estiver aqui.

— Ouviu isso, querida? Já te falei.

Deixei ele para guardar o esfregão. E quando voltei, comecei a recolher as toalhas descartadas.

— Não se preocupe. Chego em casa logo. — Ele encerrou a ligação antes de vasculhar dentro da bolsa de ginástica no banco.

A jockstrap usada dele ao lado da bolsa chamou minha atenção. Eu queria cheirar o suor das bolas nela.

— Valeu de novo, cara. Minha esposa fica muito ciumenta às vezes. — Ele tirou roupas de dentro. — A lista de coisas que te devo está ficando maior, hein?

Joguei as toalhas no cesto de canto para lavar. — Está tudo bem mesmo, senhor. Não precisa se preocupar.

— Ah, quase esqueci. — Ele pegou a toalha do ombro e a entregou.

Quando fui pegar, ela caiu no chão.

— Desculpa.

Me abaixei para pegá-la, mas o som de tecido rasgando me impediu de puxar. — Merda.

Derek se aproximou, o corpo nu quase encostado em mim. — Talvez tenha enganchado em alguma coisa na perna do banco. Um prego ou algo assim.

Me ajoelhei no chão, tateei o que prendeu a toalha e a soltei. Quando olhei para cima, Derek estava na minha frente. O pau dele a centímetros do meu rosto.

Nós dois nos entreolhamos. Ninguém se mexeu.

Meus olhos foram para o espécime perfeito de masculinidade. Os pelos pubianos ao redor aparados curtos.

— Gostou do que vê? — A voz dele, rouca.

Olhei para ele, mas fiquei em silêncio.

— Responde.

— S... sim.

— Você quer?

Assenti devagar.

— Eu sei que quer. Acha que eu não percebi que você ficou olhando pro meu pau a noite toda, viadinho?

— N...

— Shh. — Ele colocou um dedo na frente dos lábios. — Acha que eu não vi você se tocando enquanto me espionava no chuveiro?

Merda. Ele me viu.

— Por que você acha que fiz um show? Sabia que bichas como você iam gostar.

Não adianta negar nada agora. Olhei de novo para o pau gordo na minha frente.

— Vai. — Ele inclinou a cabeça. — Toca.

Meu pulso acelerou enquanto minha mão se aproximava lentamente. Mas antes de alcançar a carne mole de Derek, olhei de volta para o rosto dele.

— Você ganhou tocar meu pau esta noite.

Pressionei a palma sobre a glande e o corpo.

Ele respirou fundo. — Porra.

Meus dedos envolveram a carne semi-dura.

— O que você acha do meu pau?

Comecei a masturbá-lo. — Você tem um pau grande, senhor. Um dos maiores que já toquei.

— Continua fazendo o que está fazendo e você vai ver o quão grande ele realmente fica.

Sem dúvida ele está falando a verdade. Mudei a pegada e usei o polegar para estimular a parte inferior.

Ele olhou para cima e sibilou. — A pele áspera da sua mão é gostosa pra caralho.

Continuei acariciando o pau duro e circuncidado, agora totalmente ereto. Juntei a outra mão e usei as duas para dar prazer em todo o comprimento.

Pré-gozo se acumulou na fenda uretral. O líquido claro me tentando.

Fitei o néctar erótico enquanto minha língua umedecia os lábios.

— Prova.

Nossos olhos se travaram enquanto meu corpo se inclinava para mais perto. Passei a língua de leve e um fio de líquido pegajoso saiu da fenda.

— Porra.

Fechei os olhos e saboreei o gosto salgado. — Hmm.

— Vocês, bichas, gostam mesmo do suco de um homem de verdade.

Sorri antes de deslizar a língua na parte inferior. Provocando a crista sensível para o prazer de Derek.

Ele colocou a mão atrás da minha cabeça. — Mais. Usa mais essa língua.

Levantando o pau dele, fui por baixo para lamber da base até a glande.

O pau dele deu um espasmo.

Fiz a mesma coisa de novo. Mas desta vez me certifiquei de apreciar a expressão de prazer no rosto dele.

— Do jeito que você usa a língua, tenho certeza que este não é seu primeiro pau.

— E nem o primeiro pau na academia também.

— Bom. — Ele sorriu. — Arranjei uma putinha aqui.

Desci mais e lambi uma das bolas.

— Caramba. Pena que já tomei banho. Queria ver você aproveitando o gosto das minhas bolas suadas.

— Também queria isso. — Lambi a outra e alternei as duas.

— É? Sabia que você é uma bicha bem safada. Põe minhas bolas na boca.

Minha boca engoliu o saco pesado. Gemi.

— Não fodo minha esposa há alguns dias. Essas estão cheias de porra só para você.

Mudei para a outra e brinquei com a língua. O pensamento dele não ter gozado por alguns dias me encheu de expectativa.

— Não aguento mais. Chupa meu pau agora.

Ignorei ele.

Ele agarrou meu cabelo e me direcionou de volta para o pau. — Chupa, viado.

Sem demora, umedeci os lábios e os envolvi na glande.

— Merda. — Ele puxou para mais perto. — Sua boca é boa. Tão quente e molhada.

Tirei o pau e usei a língua para brincar ao redor da glande.

— Minha esposa não sabe fazer o que você acabou de fazer. Você devia ensinar ela.

Coloquei o pau de volta na boca. Dessa vez, engoli mais e, ao mesmo tempo, masturbei a base com a mão.

Derek empurrou os quadris para dentro da minha boca.

Ele está ficando impaciente. Seria bom aproveitar isso por muito mais tempo, mas devo dar a ele o que quer.

Produzi mais saliva e o engoli mais fundo. Minha boca se esforçava com a grossura dele.

"Mais fundo." Derek gemeu. Ele colocou a outra mão para puxar minha cabeça.

O pau dele deslizou até onde minha boca conseguia acomodar. Mas quando bateu no fundo da minha garganta, eu engasguei.

"É. Engasga nesse pauzão, chupador de rola."

Já chupei paus grandes assim antes. O dele não vai ser o primeiro que desisto. Recuei e ajustei a boca antes de enterrá-lo na garganta.

Derek empurrou os quadris. "Filho da puta. Ninguém nunca engoliu meu pau mais fundo do que você acabou de fazer."

Minhas mãos agarraram a bunda musculosa dele e ajudaram a enterrá-lo mais fundo.

Com as duas mãos, ele segurou os lados da minha cabeça e fodeu minha garganta. "É disso que estou falando. Vou arrebentar essa sua garganta."

Deixando ele fazer o que queria, me segurei nas coxas enormes de Derek e fiquei parado.

Ele não mostrou misericórdia enquanto a foda de garganta acelerava. Mesmo quando eu engasgava, ele parava, mas só até eu me recuperar, e então recomeçava.

Eu o observei me observando enquanto ele violava minha garganta. Fodia-a como a buceta de uma vadia.

Ele agia como se soubesse que eu o deixaria fazer o que quisesse comigo.

Derek está certo. Ele pode fazer o que quiser e eu não reclamaria.

Com as duas mãos, ele manteve minha cabeça parada e deixou o pau enterrado na minha garganta.

Meus dedos apertaram forte as coxas dele enquanto eu lutava para respirar. As lágrimas escorriam pelo meu rosto. Me forcei a empurrá-lo para longe ou desmaiaria.

Ele me soltou.

Eu o olhei enquanto tossia e buscava ar.

Um sorriso arrogante apareceu no rosto dele. "Gosto de ver seu rosto vermelho enquanto engasga no meu pau. Mas chega disso, vou te foder agora."

"Faz um tempo desde que fui fodido por um pau tão grande quanto o seu. Você vai ter que me soltar primeiro."

Derek empurrou as roupas e a mochila de academia para fora do banco.

Eu me levantei e tirei as calças e a cueca.

"Fica de quatro no banco."

De costas para ele, fiquei de quatro e olhei por trás.

Ele cuspiu no meu cu e usou dois dedos para espalhar por todo o esfíncter.

"Prepara meu cu para o seu pauzão, senhor."

"Isso não é um cu. É uma buceta. Buceta feita para ser fodida por homens de verdade."

"Por favor, deixa minha buceta pronta para ser fodida, senhor."

Derek enfiou o dedo médio e começou a entrar e sair. Adicionando mais cuspe para deixar mais escorregadio.

Conforme eu relaxava, queria mais. "Outro dedo, senhor."

Ele adicionou outro e girou os dedos como se estivesse rosqueando.

Os dedos deslizaram mais fundo. Quando ele alcançou minha próstata, eu gemi. "Ai, meu Deus. Bem aí."

"Esse?" Ele esfregou o ponto.

"Sim." Fechei os olhos, enrolei os dedos dos pés e me segurei mais firme no banco. "Porra."

Ele adicionou um terceiro dedo.

"Por favor, senhor. Preciso do seu pau para me foder."

Derek subiu no banco. Enquanto apontava a cabeça, cuspiu de novo no meu buraco escancarado.

"Me fode como você fode sua esposa."

"Você quer ser minha esposa esta noite?"

"Ai, Deus, sim."

Ele empurrou os quadris e enterrou metade do pau. "Você é mais apertado que a buceta da minha esposa. Precisa ser fodido regularmente para ficar mais solto."

"Você pode me foder quando quiser."

As mãos dele agarraram um punhado do meu uniforme de camisa e ele começou a me foder.

Eu grunhia a cada estocada bruta. Era como se ele não se importasse se me machucasse.

"Isso é o que você queria, não é? Acostuma porque vou aceitar sua oferta. Você vai ser fodido sempre que eu tiver chance."

"Me faz de sua vadia."

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