Contos eróticos para ler inteiros.

Sedução Forçada

Cereja Doce

ednei.barrozo21 min

Numa tarde quente, Lana e seu namorado Sam foram interrompidos por uma ligação irritante. Um colega de trabalho de Sam explicou que o prazo de um projeto específico tinha mudado e disse que deveriam se encontrar imediatamente para resolver as coisas. Sam se encolheu diante da ideia de receber o colega em seu apartamento, mas era a opção mais confortável. Acabou convidando-o.

Lana sabia que Sam odiava o colega. Brad era um valentão e sempre dava um jeito de menosprezar o namorado dela e roubar seus holofotes. O desgraçado usava sua empáfia insuportável para fazer jogos mentais, cuidadoso o bastante para não levantar suspeitas. Ele queria vencer, dominar e ser promovido acima de todos. Brad implicava ainda mais com Sam quando descobriu que Lana era uma virgem de 18 anos e já havia se recusado a transar com Sam várias vezes.

Ela queria se preservar para o casamento, e isso parecia hilário para Brad. Quando Lana e Sam se beijavam, ele queria transar com ela, mas ela sempre dizia não educadamente — não estava pronta para tudo aquilo.

"Sam, me desculpe, mas acredito que a virgindade de uma garota é algo especial. Podemos transar quando nos casarmos", Lana dizia, e Sam concordava contrariado.

Infelizmente, todos os caras só queriam tirar proveito dela: agarrar seus seios naturalmente grandes, seus quadris curvilíneos ou sua bunda redonda, mas nenhum queria um relacionamento sério. Lana sabia que era especial — ela já tinha se comparado a fotos de mulheres na internet e percebeu que sua buceta era linda.

O valentão do namorado era um desses caras que só queriam foder. Ele era conhecido como mulherengo e não perdia a chance de zoar Sam todo dia no trabalho, dizendo que ele era um macho beta por não conseguir foder com ela. Lana odiava Brad profundamente por esse tipo de atitude, e ela até teve que apartar uma possível briga entre ele e o namorado. Sabia que Brad era mais alto e mais forte, e poderia dar uma surra no namorado se quisesse.

No sofá, Lana se sentia quente e segura, deitada no peito de Sam. Beijou suas mãos macias e seu rosto suave e prometeu que ele seria sua primeira vez quando se casassem. Então, a campainha tocou e Sam teve que se levantar e abrir a porta para Brad. Ela ajeitou a minissaia rapidamente, enquanto Brad entrava na sala.

Assim que ele apareceu, a energia do ambiente pareceu girar em torno dele. Ele sorriu e deu um tapinha nas costas de Sam, todo amigável, e perguntou como estavam as coisas. Elogiou o apartamento de Sam calorosamente. Depois Lana o ouviu dizer algo sobre o jogo da noite anterior — o time dele tinha ganhado do time de Sam.

Então, Brad finalmente viu Lana no sofá e caminhou em sua direção.

"E aí, Lana? Não sabia que você estaria aqui", ele disse, com um sorriso curioso.

"Ei, Brad, como vai?" ela respondeu cuidadosamente.

Seu corpo robusto e seu cheiro másculo a deixaram desconfortável. Ele não cheirava como os outros caras. Seu almíscar era mais profundo e intenso, como o cheiro de um predador. Ele ficou ao lado do namorado e ela notou como eram diferentes um do outro. Sam tinha 23 anos, era suave e mediano, com um rosto bonito e olhos gentis, enquanto Brad tinha 25, era alto e musculoso, com uma mandíbula barbada e um olhar agressivo. Ele fazia Sam parecer um garoto, ela admitiu internamente.

"Então, pronto para ser mandado, amigão?" Brad disse ao se sentar confortavelmente no sofá, colocando um pé na mesa de centro.

"Vamos terminar este projeto e seguir com nossas vidas", disse Sam, ignorando o comentário.

Brad pegou seu laptop de uma mochila e sorriu silenciosamente.

"Por que você iria mandar nele?" perguntou Lana calmamente. Ela não deixaria Brad pisar em seu namorado de jeito nenhum.

"Bem, sabe como é, sou mais velho, tenho mais experiência... em mais de uma área", ele zombou casualmente.

"Você é dois anos mais velho. Uau, que diferença", ela disse ironicamente.

"Há muitas diferenças entre mim e Sam. Diferenças de tamanho, principalmente", ele brincou.

"É, o cérebro dele é maior", ela respondeu, sorrindo.

Brad riu com condescendência e a ignorou como se fosse irrelevante. Começou a falar do projeto e orientou Sam sobre várias coisas que ela nem entendia. Sam se sentou e o ajudou. Passou-se uma hora discutindo detalhes de engenharia. Lana se sentiu entediada e decidiu ir até a cozinha fazer sanduíches para todos. Quando voltou, Brad exibiu um sorriso caloroso.

"Valeu, gata. Você é mais útil do que eu pensava", ele disse, pegando um sanduíche e dando uma grande mordida.

"Estão progredindo?" ela se virou para Sam.

"Infelizmente, estamos só começando", respondeu Sam, esfregando os olhos. "Me deixa pegar meu laptop", ele saiu da sala.

Houve um silêncio constrangedor, enquanto Brad trabalhava no computador e Lana balançava o pé impacientemente, assistindo à TV. Ele abriu as pernas e apoiou um braço no encosto do sofá, perigosamente perto dela.

"Você está ótima, Lana", ele murmurou.

"O quê?" ela perguntou, antes de Sam reaparecer na sala.

"Uh, más notícias. Esqueci meu laptop no escritório", disse Sam.

"Ah, que beleza, cabeção", Brad riu.

"E agora?" perguntou Lana.

"Bem, alguém precisa ir buscar", disse Sam sem jeito.

"E esse alguém é você, amigão", disse Brad, bocejando.

"Posso ir?" perguntou Lana.

"Nah, você não tem as credenciais. Isso só atrasaria as coisas", interveio Brad. "Tá tudo bem, Sammy. Vai buscar seu laptop. Eu protejo ela", ele sorriu e piscou.

"Não preciso de proteção", Lana revirou os olhos.

Sam olhou para baixo e pareceu ponderar.

"Ele tem razão. Volto logo, Lana. Tudo bem?" ele disse, pegando as chaves do carro.

"Tudo bem. Só não se perde, por favor", ela respondeu de brincadeira.

Sam sorriu e beijou sua bochecha.

Internamente, Lana tentou processar a ideia de ficar sozinha com o valentão do namorado. Quase insistiu em ir com Sam, mas um sentimento mais profundo a impediu de dizer qualquer coisa. Assim que Sam saiu e fechou a porta, Brad a encarou e sorriu.

"Não se preocupa, gata, você tá segura com o Papai."

Ele tinha um olhar intenso, de repente. Lana olhou para seus braços enormes e peito largo e tentou se levantar, mas ele moveu a mão rapidamente, agarrando seu braço.

"Ei, não vai a lugar nenhum. Senta aí... tá tudo bem, Lana", ele assegurou.

Ela se sentou para que ele soltasse seu braço. Ele colocou o laptop na mesa de centro e se aproximou, passando o braço atrás dela. Ela o observou em silêncio enquanto ele se aproximava de seu ouvido e sussurrava.

"Você não faz ideia do quão gostosa você tá nessa minissaia."

"O quê?"

"Tô tentando esconder meu pau duro esse tempo todo, princesa."

"Qual é o seu problema?" perguntou Lana, revoltada.

Ela tentou se afastar dele, mas de repente ele tinha um braço em seu ombro e outro em sua perna. Sua mão masculina esfregou sua coxa macia, dando-lhe arrepios, chegando cada vez mais perto da barra da saia. A ação inesperada paralisou seu corpo, de alguma forma, e ela não se mexeu um centímetro.

"Você é gostosa demais pro pequeno Sammy. Você precisa de um homem de verdade, gata", ele continuou. Seu hálito quente fez sua orelha formigar.

"Sai de perto de mim", ela sussurrou.

Ele se aproximou mais. Seu torso musculoso tocou o lado dela, enquanto ele a abraçava com o braço. Sua mão agarrou o seio dela e o apertou suavemente. Ela ficou envergonhada por seus peitos serem tão grandes, o que parecia tentá-lo ainda mais.

"Por favor, para", ela implorou.

"Não consigo, bebê. Eu preciso te possuir", ele finalmente beijou seu lóbulo da orelha e a fez sentir muitas coisas.

Ela experimentou sua língua quente e barba grossa em sua pele aveludada, e aquilo acendeu algo dentro dela. Um fogo estranho que ela não conhecia.

"Brad, o que você tá fazendo..."

"Aqui, sente o quanto eu te quero", ele disse, pegando a mão dela e colocando em sua virilha.

Ela olhou para baixo e viu uma longa e grossa armação entre as pernas dele. Parecia enorme e estava dura como pedra. Ele a fez agarrar e apertar, sentir o calor de seu membro. Beijou seu pescoço confiantemente, como se lhe pertencesse.

"P-por favor..." ela sussurrou.

"Shhh, não resista. Seja uma boa menina e o Papai não vai te machucar", ele ameaçou.

Ele a segurou mais firme, pressionando seus seios contra seu torso. Ela moveu o pé macio nervosamente por cima da perna enorme dele, tentando afastá-lo. Ele agarrou seus dedos pálidos com sua mão cheia de veias. A palma dela parecia tão pequena e delicada contra a dele.

"Brad, por favor", ela gemeu.

Ele notou algo em sua voz. Ela sabia que ele notaria. Ele sorriu e respirou fundo, inalando o cheiro do cabelo dela. Ela sentiu o volume dele pulsar em sua coxa. Ela se perguntou se ele era grande e forte em todo lugar — se fosse o caso, estava perdida.

"Por favor, por favor... eu não posso..." ela murmurou.

"Não se preocupa, bebê, eu sei que você quer", ele disse em seu ouvido. "Eu percebo o jeito que você me olha."

De repente, ele segurou as coxas dela com firmeza e saiu do sofá, carregando-a facilmente como uma boneca para o quarto. Deitou-a na cama e devorou seu pescoço com beijos suaves e mordidas excitadas. Ela moveu as mãos no rosto barbado dele e ele invadiu sua boca. Beijaram-se intensamente, lutando com as línguas em uma espiral de tesão.

Lana soltou um gemido e Brad fez um som grave e rouco, agarrando seus seios grandes e enterrando o rosto neles. Ele tirou a blusa dela, e seus mamilos rosados saltaram diante de seu rosto, implorando para serem chupados.

"Porra, bebê, eles são perfeitos", ele disse selvagemente.

Ela sentiu sua mandíbula áspera em sua pele macia, enquanto sua boca sugava seu mamilo direito e sua mão apertava o outro peito. Ela se deitou e o deixou se afogar em seus melões, puxando seu cabelo e balançando-os em seu rosto, envolvendo-o nervosamente com ambos. Ele revirou os olhos em êxtase.

Brad continuou sugando seus peitos, enrolando a língua em volta dos dois mamilos e chupando-os como se quisesse leite. Ele se banqueteou com seus seios intensamente, como uma grande besta faminta. Ela ofegou e se amaldiçoou internamente por estar gostando de sua boca quente.

Ele plantou beijos por sua barriga, provocando arrepios e fazendo seu corpo tremer. Quando beijou sua virilha, ela quase pulou. Ele removeu suavemente sua saia, revelando sua calcinha de algodão rosa. Ele a encarou e sorriu. A calcinha dela estava encharcada, e seu rosto queimou de vergonha.

"Brad, para... isso tá indo longe demais", ela implorou.

"Sua buceta diz o contrário", ele comentou.

Ele beijou sua virilha muitas vezes, esfregando o rosto contra ela. Ela se sentia estranha e excitada. Quando ele abaixou a calcinha dela, ele ofegou ao ver sua buceta depilada.

"Uau, sua buceta é perfeita", ele disse, respirando intensamente e fazendo-lhe cócegas. "É a buceta mais linda que eu já vi, bebê."

"Me deixa em paz, seu desgraçado", ela sussurrou.

Ele abaixou o rosto lentamente e beijou sua entrada rosada suavemente, fazendo suas pernas tremerem. Sua língua grande lambeu seu ponto mais sensível, e sua barba esfregou sua pele aveludada.

"Ah, porra", ela gemeu incontrolavelmente.

Ele chupou sua buceta com gosto, saboreando seus sucos molhados, esfregando a língua quente em cada centímetro de seu lugar mais precioso. Ela lentamente foi se acostumando com seu toque, e começou a desejar sua língua, puxando sua cabeça para si e balançando os quadris ansiosamente.

"Essa buceta é do Papai, não é, bebê?" ele provocou. "Fala, Lana. Fala que é minha buceta."

"Por favor..."

"Fala ou eu vou parar."

Parar? Parte dela queria que ele continuasse. O jeito que ele a agarrava e controlava tão facilmente, e a tratava do jeito que ela jamais admitiria desejar, nem mesmo para o namorado. Naquele momento, ela percebeu que Brad a fazia sentir coisas que Sam jamais poderia acender.

"É sua buceta", ela sussurrou, desesperada por mais atenção.

"Boa menina", ele riu e voltou a descer nela, massageando sua vulva. "Você quer que o Papai tire seu cabaço?"

"Por favor, Brad..."

"Fala, bebê, me diz que você quer que eu tire seu cabaço", ele continuou.

Estava vindo... a pressão que ele criava dentro dela era difícil de controlar. Em um canto escuro de sua mente, ela havia desejado que fosse assim. Ela havia desejado um homem grande e forte que a tomasse e a remodelasse como quisesse, e naquele momento, Brad a desejava mais do que Sam jamais admitira.

"Eu... eu quero..." ela confessou. As palavras saíram de sua boca como um furacão e fizeram seu corpo inteiro queimar.

"O que você quer, bebê?"

"Eu quero que você tire meu cabaço", ela chorou.

"Você vai me deixar tirar seu cabaço, bebê?" ele provocou, esfregando sua entrada molhada.

"Sim, sim... é seu cabaço, Papai."

Ele riu confiante e esfregou a barba nela.

"Gostei dessa palavra. Me chama de Papai de agora em diante, tá?"

"Sim, Papai", ela murmurou.

"De quem é o cabaço, bebê?"

"Seu, Papai..."

Ele continuou chupando sua buceta com fome, devorando seus lábios externos macios e lábios internos simétricos. Agora os sucos da boceta dela estavam misturados com sua saliva quente, deixando-a molhada como um lago. Ela jamais imaginara que um homem pudesse beijar de língua a vagina de uma mulher, tão intensamente e tão bem. Seu corpo inteiro tremia e ela se sentia quente por dentro.

Seu rosto convencido fez amor com sua vulva, tratando-a como uma sobremesa especial. Suas mãos masculinas deslizaram por sua barriga e agarraram seus peitos e mamilos enquanto ele continuava a chupá-la. Quando terminou de massagear seus peitos, ele segurou suas coxas com firmeza e adicionou pressão em sua virilha, escondendo o rosto inteiro entre suas pernas. Sua língua entrou apenas levemente em sua boceta, contornando principalmente sua vulva, e depois voltando ao seu clitóris.

Ele rastejou de volta para seus peitos e seu pescoço, soprando seu hálito intensamente quente em sua pele. Ela gemeu e implorou em silêncio, empurrando os quadris em direção a ele.

"Você quer?" ele murmurou em seu ouvido.

"Por favor, não me faz falar de novo..."

"Você quer que o valentão do seu namorado tire sua virgindade, bebê?"

Ela havia temido isso, e naquele momento ela sabia que Brad não apenas desejava seu corpo, mas também desejava algum tipo de poder. Ele queria tirar isso dela, e do namorado dela; ele queria dominar sua mente e ela não podia pará-lo — era simplesmente quente demais. Sua buceta estava pingando e doendo por isso.

"Sim, seu desgraçado..."

"Ah, que menina levada", ele zombou.

Ele rosnou em seu pescoço e esfregou sua boceta. Ela podia sentir o quão tenso e excitado seu corpo estava. Ele podia sentir seu poder aumentando, enquanto ela acariciava seu ego. Ele se moveu por cima dela como um guerreiro habilidoso, e tirou a camisa, expondo seu peito largo e barriga peluda. Então ele se ajoelhou entre as pernas dela e abaixou as calças.

Uma salsicha longa e grossa saltou para fora e bateu em sua boceta. Seu membro duro era grosso e cheio de veias, com uma cabeça grande que pousou em sua barriga, pulsando enquanto um suco transparente escorria de sua ponta. Era o primeiro pau que ela via pessoalmente — mas ela sabia que era grande, enquanto ela comparava mentalmente com fotos na internet. Ele tinha um saco de bolas soltas e gordas que pendia entre suas pernas.

"Brad, é grande demais. Não vai caber", a voz dela estava trêmula.

"Não se preocupa, bebê. A gente vai fazer caber", ele disse confiante.

Ele abriu suas pernas e olhou para sua buceta molhada, e posicionou sua cabeça grande em sua entrada. Ambos podiam ver suas partes se juntando excitadamente — a boceta dela pingando sucos, e o membro dele pulsando orgulhosamente, com um néctar transparente escorrendo.

"Tá pronta, bebê?" ele provocou.

"Por favor..." ela gemeu.

"Aqui vamos nós... três, dois, um..."

Ambos gemeram em êxtase quando sua cabeça grossa entrou em sua pequena abertura, empurrando um pouco do suco para dentro dela. Ela sentiu uma pequena dor quando ele a esticou lentamente — era seu hímen, ela percebeu.

Ele estava esticando e rasgando seu pequeno hímen. Ela gemeu em uma mistura de dor e surpresa. Quanto mais ele empurrava, mais ela pensava que não caberia, mas ele continuava entrando confiantemente. Parecia tão grande e duro dentro dela, e ela ofegou em choque quando ele adicionou mais pressão e enfiou mais um centímetro.

"Respira, bebê", ele instruiu.

Brad nunca parou por um segundo. Ele usou seu peso para enfiar centímetro após centímetro nela, fazendo-a sentir todo tipo de coisas. Sua mente explodiu quando ela notou que ele estava quase inteiramente dentro. Ela sentiu suas paredes sendo esticadas em volta de sua grossura pulsante, mas também ao longo de seu longo eixo. Ele grunhiu e de repente aterrissou fundo até as bolas dentro dela. Ela sentiu uma dor estranha no fundo quando o pau dele pareceu bater em uma parede, mas a pressão de alguma forma era maravilhosa e ela tremeu e pulsou em volta dele. Seu corpo inteiro teve espasmos.

Ele começou a meter lentamente nela, grunhindo incontrolavelmente, como se estivesse possuído por uma luxúria primitiva. Eles notaram que os sucos dela em volta de seu eixo estavam misturados com um pequeno indício de vermelho, e aquilo pareceu levar Brad a um prazer selvagem.

"Ah, bebê, é tão bom", ele murmurou e a beijou no pescoço.

Ele começou a meter nela em uma dança rítmica entre seus quadris e as coxas dela. Suas pernas foram movidas para cima de seus ombros largos e ele se deitou em cima do corpo dela, dobrando-a como um brinquedo e caindo de boca em sua boceta.

Eles se beijaram de língua enquanto ele metia. Ela começou a gostar do ritmo acelerado, gemendo e agarrando o pescoço dele. Ele observou o rosto dela e sorriu de canto, aumentando a velocidade. Seus corpos começaram a bater um contra o outro, e a cama rangeu levemente. Ela sentiu as bolas pesadas dele batendo em sua bunda numa dança constante.

Lana mordeu os lábios e aproveitou aquela foda obscena. Sua boceta úmida garantia uma estocada suave. Brad começou a ofegar e suar, mas nunca parou de meter, como se sua vida dependesse disso. Ela apreciou o exercício físico dele e não resistiu a beijar seu pescoço vermelho.

Ele agarrou os peitos gordos dela e os chupou, grunhindo de prazer e saboreando o defloramento. As paredes da buceta dela pulsavam e massageavam a vara grossa dele. O contato pele a pele criava sucos doces de foda.

Ele se deitou de costas e a colocou por cima, com as pernas abertas entre os quadris dele e os peitos balançando na cara dele. Ele segurou os quadris dela e continuou metendo sem piedade, fazendo as coxas dela tremerem. Seus peitos suados pulavam para cima e para baixo diante dos olhos dele, e ele os alcançou com a língua e chupou forte.

A cama rangeu mais alto e seus corpos batiam vulgarmente. Lana quase pediu misericórdia, mas Brad estava perdido em um transe entre possuir sua boceta e devorar seus seios. Ela soltou um grito de prazer e observou os movimentos dele enquanto a estocada se intensificava. Ela se perguntou se sexo era sempre assim.

"É isso que você queria, bebê?" Brad murmurou no ouvido dela. "Meu pau bem fundo na sua boceta?"

Ela gemeu em resposta.

"Essa boceta pertence ao papai... essa boceta pertence ao papai..." ele repetia.

"Pooooorra..." Lana gemeu, enquanto espasmava e pulsava ao redor do pau dele.

"É minha, é todinha minha..."

"É sua, papai," ela confirmou.

Ele deu tapas altos nas nádegas dela e voltou a chupar seus seios. Os sons obscenos de sexo ecoavam nas paredes. Os cheiros de seus corpos se misturavam no calor. O ritmo dele era selvagem e implacável. Lana se perguntou se toda garota que ele fodia era tratada assim.

Ele abraçou o torso dela e empurrou os quadris para cima de forma selvagem, e pareceu molhado e delicioso. Ela ouviu um som longo e profundo de prazer vindo da garganta dele. Ela notou que Brad estava em um transe confortável, saboreando as paredes virgens da boceta dela em sua ereção dura como pedra. O bastardo provavelmente estava curtindo a viagem de poder de possuir a namorada do seu inimigo.

Ela se entregou e pulsou e massageou a haste quente dele, movendo os quadris em direção a ele enquanto ele continuava metendo, relaxando e contraindo a boceta ao redor da rola pesada dele.

"Ah, porra, isso, deixa o papai esticar sua bocetinha," ele provocou.

"Me estica o quanto quiser, papai. Por favor, estica minha bocetinha," ela deixou escapar.

"Estou esticando. Estou esticando para caber meu pau. Você é minha marionete de foda," ele disse no ouvido dela.

"Sou sua marionete de foda... por favor, estica para caber seu pauzão. Deixa perfeita para você..."

"É, estou remodelando, bebê... estou remodelando para caber meu pau. Você gosta de como eu domino sua boceta?"

"Sim, eu adoro... remodela minha boceta para você, papai..."

"Sou melhor que o Sam?" ele provocou, de repente.

"Seu desgraçado!" ela gritou.

"Fala, sua puta," ele deu um tapa na cara dela.

"Você é melhor que o Sam," ela chorou.

"Quanto melhor?" ele a estapeou de novo.

"Maior, mais forte..." ela gemeu.

Ela ouviu o ronco intenso dele enquanto a estocada intensificava. De repente, ele agarrou as coxas dela e a levantou sobre os joelhos. Ela agarrou o pescoço dele e o abraçou no ar, e ele retomou a foda, mais rápido e mais alto.

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