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Bunda de Garoto Hétero na Praia do Sexo 01: Cavalo-Marinho na Coleira

michele_goveia37 minEpisódio 1 de 3

— Sinto muito, senhor, a praia está fechada para um evento privado esta semana.

Meu coração afundou e meus ombros caíram quando o atendente seco do resort ofereceu suas condolências. Eu tinha reservado esta viagem meses atrás, depois que minha namorada me largou, estourando meus cartões de crédito e viajando meio mundo para chegar aqui, só para ver meus sonhos de uma escapada relaxante na praia esmagados logo no primeiro dia.

— Estou surpreso que o senhor tenha conseguido um quarto. A gente promove este evento todo ano e raramente temos vagas. Tem certeza de que não está com o grupo? — perguntou o concierge da praia, me examinando de cima a baixo. Minha mente acelerou e eu balancei a cabeça, não tinha vindo tão longe para desistir agora.

— Ah, é, claro, estou com o grupo, com certeza. — murmurei, coçando a nuca e batendo os chinelos nervosamente no chão.

— Hum. Tem certeza, senhor? Os eventos desta semana atendem a uma clientela bem específica. — o atendente perguntou de novo.

Droga, qual era a desse cara? Não podia relaxar e me deixar usar a praia? Que tipo de evento privado ocupa uma praia inteira, afinal?

— Sem problema, Martin. Esse aqui está com a gente, eu me responsabilizo por ele. — Uma voz grave e rouca soou por cima do meu ombro. Me virei e dei de cara com um homem na casa dos 60 anos, o peito largo na altura dos meus olhos e um sorriso branco brilhante por trás de uma barba bem aparada. Dei um sorriso educado e articulei um 'obrigado' antes de me virar de novo para o concierge.

— Ah, bem, então me perdoe. Se está com o grupo, a praia é sua. — O atendente sorriu para o grandalhão atrás de mim. — Vai precisar trocar pela vestimenta adequada, claro. Política do evento. Você é Tubarão, Polvo ou Cavalo-marinho?

— Hã... — gaguejei. Tubarão? Cavalo-marinho? Era algum tipo de teste? Minha mente correu enquanto eu tentava escolher, e a voz atrás de mim de novo veio em meu socorro.

— Ah, ele é Cavalo-marinho, se é que já vi um. — O grandalhão riu, caminhando para o meu lado e colocando a toalha no balcão. — Cuide para que ele receba o tratamento completo de Cavalo-marinho.

— Excelente, estamos com falta de Cavalos-marinhos este ano! Por favor, vá para o vestiário, senhor. Depois que tirar a roupa, pode entregá-la para mim e eu lhe darei sua roupa de banho — explicou o atendente.

— Ah, ok, perfeito, sim! Valeu, sou 100% Cavalo-marinho. — Entrei no jogo, disposto a fazer quase qualquer coisa para chegar naquela praia. Deslizei rápido para dentro de um provador e tirei toda a roupa em frente ao espelho de corpo inteiro, me olhando por um breve momento com um suspiro. Hum. Magro, liso, quadris largos e um pau pequeno. Talvez tenha sido por isso que a Jenna terminou comigo. Eu não era nem um pouco másculo. Bem, não adiantava me preocupar agora. Quando voltasse para casa, ia caprichar na academia e colocar músculo nesse corpo esguio.

Joguei minhas roupas para fora da cortina do provador e o atendente enfiou uma pequena bolsa preta no cubículo. Um cavalo-marinho rosa minúsculo estava bordado na lateral. Curioso, abri e tirei o conteúdo do saquinho.

— Que diabos é isso? — bufei. A bolsa continha um monoquíni preto inteiriço com um pequeno cavalo-marinho rosa costurado na virilha. Imediatamente botei a cabeça para fora da cortina e dei de cara com uma fila longa de homens esperando para se trocar atrás de mim.

— Hã. Para onde foi o atendente? P-posso ter uma ajudinha aqui? Acho que houve um engano. — chamei.

Um homem alto na frente da fila fez uma careta e balançou a cabeça.

— Ele voltou para a recepção. Anda, garoto, apresse-se para se trocar, eles levam todas as suas roupas de volta para o hotel. Depressa, depressa, vai! Vai! — gritou, me enxotando de volta para o vestiário.

Que diabos? O que eu ia fazer agora? Minhas roupas tinham sumido. Ainda não tinham me dado uma toalha. Minhas únicas opções eram vestir essa roupa ridícula ou tentar voltar escondido para o quarto pelado!

— Droga... — murmurei enquanto enfiava as pernas no monoquíni minúsculo, a tanga mal cobrindo meu pau pequeno enquanto passava as alças de cima atrás do pescoço. Isso era roupa de MULHER. Por que ele me daria essa coisa idiota? Tinha até dois triângulos pretos miúdos que mal cobriam meus mamilos. Não podia ser a 'roupa do evento' de verdade, podia?

O homem do outro lado da cortina gritou para eu me apressar e eu rapidamente fui até a porta oposta do provador que dava para a praia. Ok. Talvez, se eu fosse rápido, conseguisse uma toalha e me enrolasse antes que alguém me visse. Com um suspiro, saí correndo do quarto e entrei na praia, semicerrarrando os olhos sob o sol forte enquanto procurava desesperadamente por uma pilha de toalhas.

— Hah. Nos encontramos de novo. — Uma voz grave e familiar ribombou acima de mim. Era o homem mais velho que tinha me ajudado a entrar nessa enrascada logo de cara. Instantaneamente mortificado, cruzei as mãos na frente da virilha e desviei o olhar do dele.

— Ah, é. Oi. Merda. Você sabe onde estão as toalhas? Me deram uma roupa de mulher por engano! — expliquei. O homem respondeu com uma risada, a mão na cintura.

— Hahah, não, não deram. Não tem mulher nenhuma aqui. Isso é um evento gay privado... e você é um Cavalo-marinho. — Ele sorriu.

— Espera, o quê? Um evento gay? Como assim? Eu não sou gay. — sussurrei, voltando rapidamente a atenção para as grandes multidões se misturando na areia quente da praia. Ele estava certo. Não havia uma única mulher à vista. Em vez disso, só encontrei montes de homens com roupas sumárias, os corpos bronzeados brilhando sob o sol quente. A maioria usava sungas masculinas normais, mas para meu choque, alguns estavam vestidos com a mesma roupa ridícula que tinham me dado.

— Não é gay? Hun. Você escolheu uma semana e tanto para vir a este resort. É, a gente se reúne e aluga este lugar todo ano. Ótimo lugar para conhecer alguém... se você for gay, claro. Se não, bem... talvez seja um pouco embaraçoso para você, querido. — O homem riu de novo. Foi então que notei que ele usava uma sunga normal com um tubarão costurado na lateral.

— Ei, ei. Essa é a roupa de TUBARÃO? Por que você disse que eu era Cavalo-marinho?! Que diabos significa Cavalo-marinho? — gaguejei, completamente atrapalhado e envergonhado enquanto tentava me esconder do resto dos frequentadores atrás da figura grande do Tubarão na minha frente.

— Heh. Bem, Tubarão significa que você é ativo. Polvos, eles são versáteis. E os Cavalos-marinhos são os passivos. Porque são os que mais montam. Sacou? — Ele pareceu bem satisfeito com a explicação, mas minha testa se franziu de frustração porque ele não respondeu à minha pergunta.

— Então por que você disse para aquele cara que eu era CAVALO-MARINHO? — repeti, sentindo o rosto queimar e sabendo que estava corando.

— Ora, porque você parece um Cavalo-marinho, gatinho. Além disso... eu meio que queria ver como essa bundinha ficava nesse fio dental. Hah, é uma graça. Parecem dois marhmallowzinhos fofinhos. — De repente fiquei muito consciente de que o homem estava secando meu corpo quase nu e apertei ainda mais as mãos sobre a virilha.

— Ei, relaxa, Marshie — murmurou o homem, virando-se para encarar a praia. — Você vai ficar bem, ninguém aqui te conhece. Olha, deixa eu te mostrar como as coisas funcionam... — A mão grande agarrou meu ombro e ele me puxou junto com ele para a praia. Com a cabeça baixa de vergonha, dei umas olhadelas rápidas na multidão por baixo do meu cabelo loiro desgrenhado. É verdade, senti alguns olhares em mim enquanto seguia mansamente atrás do meu acompanhante, mas ninguém pareceu particularmente incomodado ou ofendido com minha roupa.

— Ok, olha aqui. Está vendo essas bandeirinhas ao longo da praia? — O homem falou por cima do ombro, apontando vários marcadores que dividiam a praia por uma boa milha costa abaixo.

— As bandeiras vermelhas significam 'Não Estou Procurando'. Você fica deste lado das vermelhas e ninguém vai dar em cima de você. É totalmente seguro aqui. As bandeiras verdes significam 'Procurando'. Se você for para lá, vão dar em cima de você, com certeza. Então, se não quiser um monte de homens tarados secando suas bundinhas de marshmallow, não vá para lá, ok, Marshie? — explicou o homem.

— Ei, não me chame disso — supliquei. — Meu nome é Jeremy.

— Hah, sim, claro, MARSHIE — provocou o velho, dando um tapa no meu ombro enquanto ajustava o cós da sunga debaixo da barriga grande de cerveja. Olhei para ele de cima a baixo, o homem era enorme. Tinha no mínimo 1,93 m e mais de 300 libras. Tinha um corpão de pai grosso e uma cabeça cheia de cabelo branco. Emanava uma energia extremamente dominante e autoritária, e senti uma pontada de pena do pobre passivo que fosse imobilizado por esse grandalhão.

— Eu sou o Roger. Se precisar de ajuda, é só me procurar, ok? Eu te ajudo. Como eu disse, relaxa. Aproveita o sol, aproveita a água. Fica perto das bandeiras vermelhas e você vai ficar bem. — Roger explicou.

Examinei a área e olhei de relance pela costa, semicerrarrando os olhos quando algo chamou minha atenção mais adiante na praia.

— E aquelas bandeiras pretas lá embaixo — perguntei, apontando. — O que significam?

O olhar de Roger seguiu meu dedo e ele sorriu com malícia, balançando a cabeça.

— Não vá para lá. É a área de 'Uso Livre'. Eles chamam de Praia do Sexo. É onde todas as vadias ficam — Roger riu. — Você não é uma vadia, é, Marshie? Não, você é só um garotinho hétero bonzinho, né? — Ele sorriu.

Senti meu rosto corar de novo enquanto fulminava o grandalhão com o olhar. Eu certamente não era gay, apesar de minha roupa atual gritar o contrário. Embora tivesse que admitir, o jeito como Roger me olhava me fazia sentir um calor por dentro. Meu estômago se revirou de borboletas quando ele me chamou de vadia.

— Não — respondi. — E não me chame de 'Marshie'.

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Com o passar das horas, me vi curtindo a praia apesar da minha roupa ridícula. Tinha conseguido encontrar um guarda-sol e uma cadeira e me instalei a alguns metros da água. Como Roger tinha dito, ninguém me incomodou e fui baixando a guarda aos poucos, começando a encarar minha situação com algum humor. Hah. Reservei uma viagem tropical no resort mais gay do planeta por acidente. Com certeza daria uma história engraçada no futuro.

A tarde se alongou e logo percebi que a areia tinha ficado quente demais nas minhas bundinhas expostas. Levantei e fui silenciosamente até uma pilha de boias, peguei uma e caminhei para a água, tentando não chamar muita atenção. Depois de pular algumas ondinhas, encontrei um ponto de água calma e subi na boia, os dedos entrelaçados atrás da cabeça enquanto a brisa fresca do oceano soprava sobre minha barriga nua, meus mamilos endurecendo sob o tecido do monoquíni.

Ri do absurdo total da minha situação antes que as ondas suaves me embalassem para o sono.

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Parecia que eu tinha cochilado só por um instante, mas quando acordei, me sentia quente e grogue. Olhando para baixo, vi minhas pernas e barriga reluzentes estavam agora visivelmente bronzeadas. Levantei a alça do monoquíni... merda, eu estava com marquinhas de bronzeado de biquíni como uma maldita bimbinha de praia. Balançando a cabeça, remei de volta para a costa, arrastando a boia para fora da água e para a praia.

Hã? Espera aí, quanto tempo eu cochilei? A correnteza tinha me empurrado bem para baixo na costa agora, quão longe eu estava? Um choque de pânico percorreu meu peito quando rapidamente achei a bandeira mais próxima de mim. Era preta. Eu tinha derivado até a Praia do Sexo.

Minha cabeça rodou por um instante e tudo ficou em silêncio. Ah, merda! Este definitivamente não é o lugar onde eu quero estar! Especialmente vestido como uma espécie de vadiazinha afeminada!

O rítmico bater do oceano me trouxe de volta à realidade... mas foi só então que percebi que NÃO era o som da arrebentação...

Bem na minha frente, vi um jovem esguio curvado, com as mãos e joelhos cravados na areia. Em cada ponta dele havia dois homens grandes e peludos. Um estava metendo furiosamente seu pau grosso no cu do rapaz, com os quadris batendo contra as nádegas do novinho, o outro puxava a cabeça do mais novo mais fundo no seu pau, o engasgando.

— GLURK GLURK GLURK! — O novinho engasgava, a cada estocada do pau em seu cu empurrando seu rosto mais fundo na virilha à sua frente.

— Puta merda! — soltei um grito. Um dos homens lançou um olhar para mim e sorriu, rapidamente tentando me chamar para me juntar a eles. Balancei a cabeça com medo e comecei a voltar pela praia quando um grupo de homens emergiu das ondas de repente e veio na minha direção.

— Ei, Cavalo-marinho — Um dos homens chamou com um sorriso paquerador. — A gente estava torcendo para que umas bainhas de pau dispostas aparecessem por aqui. Quer ser a carne do nosso sanduíche de sexo? — O grupo riu enquanto começava a circular, como um cardume de tubarões famintos.

— Eu, hã, ei, pessoal. Hã, olha. Isso aqui é meio que um engano. A correnteza me empurrou para cá e... UIP! — De repente, um dos homens deu um passo rápido em minha direção e beliscou meus mamilos duros através da roupa, rolando cada um entre o polegar e o indicador enquanto uma mão atrás de mim agarrava meu quadril nu com força.

Minha garganta se apertou e meu estômago embrulhou quando uma voz familiar ribombou atrás de mim.

— Aí está você — Roger chamou, se colocando entre o grupo de tubarões tarados e meu corpo quase nu. — Desculpem, rapazes, este aqui é a minha vadiazinha. Ele ficou ansioso demais para entrar na água e esqueceu de colocar a coleira. — Roger deu um passo para o meu lado e me deu um tapa na bunda, e eu soltei um ganido como um cachorrinho machucado.

— Não saia correndo assim de novo, baby. Desculpem, pessoal, sei que ele é um pedaço de bunda doce, mas ainda não estou pronto para dividi-lo. — Roger explicou.

Decepcionados, o grupo de homens suspirou e voltou para a água. Com os olhos arregalados de medo, me virei para encarar Roger enquanto ele agarrava meu pulso e começava a me guiar para longe da arrebentação.

— Que diabos foi aquilo?! — sibilei para o homem mais velho, esfregando a nádega com a mão livre. — Você me bateu!

— Hah! — Roger riu.

— Seja grato, acabei de salvar sua bundinha hétero de marshmallow de ser comida, Marshie. Veja, só os Cavalos-marinhos mais desesperados e famintos por pica é que descem para a Praia do Sexo. Metade deles tem fantasias delirantes em que só querem ser usados como depósito de porra. A palavra 'não' praticamente não existe nesta ponta da praia!

Como que de propósito, passamos por outro casal transando na areia; um jovem Cavalo-marinho imobilizado debaixo de seu Tubarão maior e sussurrando alto no ouvido dele: — Não, papai, não! Não goze dentro de mim, papai, não faça isso!

Ofeguei e me debati no aperto de Roger, mas ele só balançou a cabeça e me apertou mais.

— Não esquenta com isso, é só encenação. Esse cara adora fingir que diz 'não!' Ele está bem, está aqui todo dia com o cu para cima esperando para ser comido. Mas viu o que eu digo? Alguns dos nossos tubarões mais ansiosos podem pensar que você está se fazendo de difícil. Seria um jeito e tanto de tirar seu cabaço, não seria, baby? Rápido, entra aqui. — Roger me conduziu para dentro de sua cabana aberta e me sentou numa cadeira de praia, o grandalhão mais velho pegou um frasco da areia e deu um longo gole.

— Você tem sorte de eu ter te avistado saindo das ondas. Eu te disse para ficar longe deste lugar — disse Roger.

— Não é culpa minha, a correnteza me empurrou para cá! Puta merda, isso é loucura. Tenho que voltar para a outra ponta da praia, cara! — implorei.

— Sim, sim. Já te levo para lá, Marshie, num minuto. Mas aqui, melhor colocar isso — Roger enfiou a mão na bolsa de praia e tirou uma coleirinha rosa de cachorro com um cavalo-marinho gravado na lateral.

— Use isso, todos esses caras vão pensar que você me pertence e pelo menos terão a decência de perguntar antes de te encher de pica. — Olhei para a coleira e ergui uma sobrancelha, com medo estampado no rosto.

— O QUÊ? Sério?! Hã, ok, quer dizer... puta merda, não acredito que um lugar assim exista mesmo — sussurrei, rapidamente prendendo a coleira em volta do pescoço como uma espécie de cachorro.

— É, Marshie. Como eu disse. Você escolheu uma semana e tanto para vir aqui. Uh oh... lá vem encrenca — Roger gemeu enquanto seu olhar se voltava para a frente da cabana.

Era o cara alto que tinha gritado comigo no vestiário, um sorriso malicioso e dissimulado nos lábios enquanto caminhava em direção à nossa cabana.

— E aí, Roger. Vi você tirando essa coisinha doce da água. Ele é seu? Engraçado, não vi você descer com ele na Praia da Foda. — O homem colocou a mão na frente do short e ajeitou a ereção que claramente endurecia enquanto lambia os lábios.

— Posso experimentar ele? — perguntou o homem, casualmente.

— Agora não, Dusty. O garoto acabou de sair de um mergulho e eu vou precisar dele primeiro. Vem cá, Marshie. — Roger agarrou meu pulso e me puxou de pé, envolvendo o braço na minha cintura e me apertando contra sua barriga grande e peluda. Me contorci por um instante, mas logo relaxei aninhado contra o urso grandão. Por algum motivo, eu me sentia pelo menos um pouco mais seguro perto de Roger do que com Dusty e todos os estranhos tarados na praia.

— Tá bom, sei, — Dusty zombou, esfregando o pau duro por cima do short. — Vamos, me deixa foder ele rapidinho. Ele tem uma bunda muito gostosa. Você nem tá usando ele.

— Se manda, Dusty, eu tenho planos pra ele, entendeu? — Roger agarrou meu ombro e me virou para encará-lo, o homem mais velho se inclinando e pressionando os lábios nos meus. Fiquei chocado demais para me mexer, chocado demais para resistir. Senti o gosto de abacaxi e tequila no hálito dele enquanto sua língua deslizava na minha boca. Roger esfregou os quadris nos meus e senti o pau enrijecendo atrás do short dele pressionando meu estômago.

— Ah, que saco, porra, — Dusty reclamou, ainda massageando o pau. — Bom, pelo menos me deixa gozar na bunda dele rapidinho, vai? Tô com um tesão do caralho. — Meus olhos se arregalaram e tentei olhar por cima do ombro, os lábios de Roger ainda colados nos meus.

— Tá bom, — Roger disse, interrompendo o beijo. — Mas faz rápido. Não deixa escorrer nada no buraco dele. Só dá uma cobertura nos pãezinhos dele.

Eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo, meus olhos dispararam de volta para Roger enquanto eu balançava a cabeça rapidamente. Mas o grandalhão colocou um dedo nos meus lábios e me deitou de bruços numa cadeira de praia, minha bunda quase nua completamente exposta para os dois.

— Mmm, porra, isso, ele tem o bumbum mais fofo, não tem? — Dusty sussurrou, abaixando as calças para expor um pau bem peludo e duro. Era a primeira vez que eu via o pênis de outro homem pessoalmente. Com certeza era muito mais grosso e comprido que o meu, com uma cabeçona roxa e gorda na ponta. Uma gota de pré-gozo perfeitamente transparente escorreu pela fenda de Dusty enquanto ele pairava o membro rígido sobre mim.

— É, tipo um marshmallow fofinho, — Roger concordou, deitando-se ao meu lado enquanto massageava meu ombro. — Relaxa, querido. Vai ser rapidinho. — Ele tentou me tranquilizar.

Balancei a cabeça, os olhos arregalados de medo enquanto procurava ajuda no rosto do urso mais velho. Roger deu de ombros e só ofereceu uma expressão de penitência enquanto a mão grande descia para massagear a nádega da minha bunda que logo seria melada. Minhas pernas tensionaram e eu apertei as nádegas, paralisado como um cervo assustado enquanto os dois homens me apalpavam.

— Ah, isso. Porra. Segura ele assim mesmo. Abre um pouquinho as nádegas dele pra eu ver o buraquinho. — Dusty sussurrou enquanto se agachava sobre mim. Estava acontecendo. Estava realmente acontecendo. Um homem gay ia descarregar a porra dele toda na minha bunda. Fiz uma careta quando Roger agarrou a nuca da minha cabeça e a pressionou contra seu peito peludo, como se tentasse me proteger da atrocidade que estava prestes a acontecer.

— Não deixa gozo no buraco dele, Dusty, tô falando sério. — Roger ralhou enquanto abria mais minhas pernas, uma brisa fresca do oceano roçando meu cu enquanto ele o expunha.

— Não vou, não vou. Mmm, fica quietinho, seu tesão. Seu pedacinho gostoso de rabo. UNG! Ai, porra! Ai, meu Deus. Tá vindo, baby. Tá vindo! — Dusty gemeu alto e senti um jato quente de porra espirrar na minha nádega. Soltei um gritinho como se tivesse levado um tiro e pressionei o corpo ainda mais em Roger, tentando me afastar do pau pulsante atrás de mim.

— CARALHO! CARALHO! CARALHO! — Dusty gemeu, jato atrás de jato de esperma quente esguichando na minha bunda. — Ai, porra, isso foi bom.

— Tá bom, pronto. Você melou ele todo, Dusty. Agora cai fora daqui pra eu poder usar ele. — Roger gritou, se levantando da cadeira e correndo atrás de Dusty para fora da cabana.

— Cara, esse maldito sujeito, — Roger zombou, balançando a cabeça ao se virar para me encarar. Eu estava paralisado na cadeira, meio virado de lado, com os olhos arregalados encarando Roger, o esperma pingando da minha bunda.

— Qu-que porra foi essa?! — gritei. — Você deixou aquele cara gozar na minha bunda, Roger!

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