Bunda de Garoto Hétero na Praia do Sexo 01: Cavalo-Marinho na Coleira
— Sinto muito, senhor, a praia está fechada para um evento privado esta semana.
Meu coração afundou e meus ombros caíram quando o atendente seco do resort ofereceu suas condolências. Eu tinha reservado esta viagem meses atrás, depois que minha namorada me largou, estourando meus cartões de crédito e viajando meio mundo para chegar aqui, só para ver meus sonhos de uma escapada relaxante na praia esmagados logo no primeiro dia.
— Estou surpreso que o senhor tenha conseguido um quarto. A gente promove este evento todo ano e raramente temos vagas. Tem certeza de que não está com o grupo? — perguntou o concierge da praia, me examinando de cima a baixo. Minha mente acelerou e eu balancei a cabeça, não tinha vindo tão longe para desistir agora.
— Ah, é, claro, estou com o grupo, com certeza. — murmurei, coçando a nuca e batendo os chinelos nervosamente no chão.
— Hum. Tem certeza, senhor? Os eventos desta semana atendem a uma clientela bem específica. — o atendente perguntou de novo.
Droga, qual era a desse cara? Não podia relaxar e me deixar usar a praia? Que tipo de evento privado ocupa uma praia inteira, afinal?
— Sem problema, Martin. Esse aqui está com a gente, eu me responsabilizo por ele. — Uma voz grave e rouca soou por cima do meu ombro. Me virei e dei de cara com um homem na casa dos 60 anos, o peito largo na altura dos meus olhos e um sorriso branco brilhante por trás de uma barba bem aparada. Dei um sorriso educado e articulei um 'obrigado' antes de me virar de novo para o concierge.
— Ah, bem, então me perdoe. Se está com o grupo, a praia é sua. — O atendente sorriu para o grandalhão atrás de mim. — Vai precisar trocar pela vestimenta adequada, claro. Política do evento. Você é Tubarão, Polvo ou Cavalo-marinho?
— Hã... — gaguejei. Tubarão? Cavalo-marinho? Era algum tipo de teste? Minha mente correu enquanto eu tentava escolher, e a voz atrás de mim de novo veio em meu socorro.
— Ah, ele é Cavalo-marinho, se é que já vi um. — O grandalhão riu, caminhando para o meu lado e colocando a toalha no balcão. — Cuide para que ele receba o tratamento completo de Cavalo-marinho.
— Excelente, estamos com falta de Cavalos-marinhos este ano! Por favor, vá para o vestiário, senhor. Depois que tirar a roupa, pode entregá-la para mim e eu lhe darei sua roupa de banho — explicou o atendente.
— Ah, ok, perfeito, sim! Valeu, sou 100% Cavalo-marinho. — Entrei no jogo, disposto a fazer quase qualquer coisa para chegar naquela praia. Deslizei rápido para dentro de um provador e tirei toda a roupa em frente ao espelho de corpo inteiro, me olhando por um breve momento com um suspiro. Hum. Magro, liso, quadris largos e um pau pequeno. Talvez tenha sido por isso que a Jenna terminou comigo. Eu não era nem um pouco másculo. Bem, não adiantava me preocupar agora. Quando voltasse para casa, ia caprichar na academia e colocar músculo nesse corpo esguio.
Joguei minhas roupas para fora da cortina do provador e o atendente enfiou uma pequena bolsa preta no cubículo. Um cavalo-marinho rosa minúsculo estava bordado na lateral. Curioso, abri e tirei o conteúdo do saquinho.
— Que diabos é isso? — bufei. A bolsa continha um monoquíni preto inteiriço com um pequeno cavalo-marinho rosa costurado na virilha. Imediatamente botei a cabeça para fora da cortina e dei de cara com uma fila longa de homens esperando para se trocar atrás de mim.
— Hã. Para onde foi o atendente? P-posso ter uma ajudinha aqui? Acho que houve um engano. — chamei.
Um homem alto na frente da fila fez uma careta e balançou a cabeça.
— Ele voltou para a recepção. Anda, garoto, apresse-se para se trocar, eles levam todas as suas roupas de volta para o hotel. Depressa, depressa, vai! Vai! — gritou, me enxotando de volta para o vestiário.
Que diabos? O que eu ia fazer agora? Minhas roupas tinham sumido. Ainda não tinham me dado uma toalha. Minhas únicas opções eram vestir essa roupa ridícula ou tentar voltar escondido para o quarto pelado!
— Droga... — murmurei enquanto enfiava as pernas no monoquíni minúsculo, a tanga mal cobrindo meu pau pequeno enquanto passava as alças de cima atrás do pescoço. Isso era roupa de MULHER. Por que ele me daria essa coisa idiota? Tinha até dois triângulos pretos miúdos que mal cobriam meus mamilos. Não podia ser a 'roupa do evento' de verdade, podia?
O homem do outro lado da cortina gritou para eu me apressar e eu rapidamente fui até a porta oposta do provador que dava para a praia. Ok. Talvez, se eu fosse rápido, conseguisse uma toalha e me enrolasse antes que alguém me visse. Com um suspiro, saí correndo do quarto e entrei na praia, semicerrarrando os olhos sob o sol forte enquanto procurava desesperadamente por uma pilha de toalhas.
— Hah. Nos encontramos de novo. — Uma voz grave e familiar ribombou acima de mim. Era o homem mais velho que tinha me ajudado a entrar nessa enrascada logo de cara. Instantaneamente mortificado, cruzei as mãos na frente da virilha e desviei o olhar do dele.
— Ah, é. Oi. Merda. Você sabe onde estão as toalhas? Me deram uma roupa de mulher por engano! — expliquei. O homem respondeu com uma risada, a mão na cintura.
— Hahah, não, não deram. Não tem mulher nenhuma aqui. Isso é um evento gay privado... e você é um Cavalo-marinho. — Ele sorriu.
— Espera, o quê? Um evento gay? Como assim? Eu não sou gay. — sussurrei, voltando rapidamente a atenção para as grandes multidões se misturando na areia quente da praia. Ele estava certo. Não havia uma única mulher à vista. Em vez disso, só encontrei montes de homens com roupas sumárias, os corpos bronzeados brilhando sob o sol quente. A maioria usava sungas masculinas normais, mas para meu choque, alguns estavam vestidos com a mesma roupa ridícula que tinham me dado.
— Não é gay? Hun. Você escolheu uma semana e tanto para vir a este resort. É, a gente se reúne e aluga este lugar todo ano. Ótimo lugar para conhecer alguém... se você for gay, claro. Se não, bem... talvez seja um pouco embaraçoso para você, querido. — O homem riu de novo. Foi então que notei que ele usava uma sunga normal com um tubarão costurado na lateral.
— Ei, ei. Essa é a roupa de TUBARÃO? Por que você disse que eu era Cavalo-marinho?! Que diabos significa Cavalo-marinho? — gaguejei, completamente atrapalhado e envergonhado enquanto tentava me esconder do resto dos frequentadores atrás da figura grande do Tubarão na minha frente.
— Heh. Bem, Tubarão significa que você é ativo. Polvos, eles são versáteis. E os Cavalos-marinhos são os passivos. Porque são os que mais montam. Sacou? — Ele pareceu bem satisfeito com a explicação, mas minha testa se franziu de frustração porque ele não respondeu à minha pergunta.
— Então por que você disse para aquele cara que eu era CAVALO-MARINHO? — repeti, sentindo o rosto queimar e sabendo que estava corando.
— Ora, porque você parece um Cavalo-marinho, gatinho. Além disso... eu meio que queria ver como essa bundinha ficava nesse fio dental. Hah, é uma graça. Parecem dois marhmallowzinhos fofinhos. — De repente fiquei muito consciente de que o homem estava secando meu corpo quase nu e apertei ainda mais as mãos sobre a virilha.
— Ei, relaxa, Marshie — murmurou o homem, virando-se para encarar a praia. — Você vai ficar bem, ninguém aqui te conhece. Olha, deixa eu te mostrar como as coisas funcionam... — A mão grande agarrou meu ombro e ele me puxou junto com ele para a praia. Com a cabeça baixa de vergonha, dei umas olhadelas rápidas na multidão por baixo do meu cabelo loiro desgrenhado. É verdade, senti alguns olhares em mim enquanto seguia mansamente atrás do meu acompanhante, mas ninguém pareceu particularmente incomodado ou ofendido com minha roupa.
— Ok, olha aqui. Está vendo essas bandeirinhas ao longo da praia? — O homem falou por cima do ombro, apontando vários marcadores que dividiam a praia por uma boa milha costa abaixo.
— As bandeiras vermelhas significam 'Não Estou Procurando'. Você fica deste lado das vermelhas e ninguém vai dar em cima de você. É totalmente seguro aqui. As bandeiras verdes significam 'Procurando'. Se você for para lá, vão dar em cima de você, com certeza. Então, se não quiser um monte de homens tarados secando suas bundinhas de marshmallow, não vá para lá, ok, Marshie? — explicou o homem.
— Ei, não me chame disso — supliquei. — Meu nome é Jeremy.
— Hah, sim, claro, MARSHIE — provocou o velho, dando um tapa no meu ombro enquanto ajustava o cós da sunga debaixo da barriga grande de cerveja. Olhei para ele de cima a baixo, o homem era enorme. Tinha no mínimo 1,93 m e mais de 300 libras. Tinha um corpão de pai grosso e uma cabeça cheia de cabelo branco. Emanava uma energia extremamente dominante e autoritária, e senti uma pontada de pena do pobre passivo que fosse imobilizado por esse grandalhão.
— Eu sou o Roger. Se precisar de ajuda, é só me procurar, ok? Eu te ajudo. Como eu disse, relaxa. Aproveita o sol, aproveita a água. Fica perto das bandeiras vermelhas e você vai ficar bem. — Roger explicou.
Examinei a área e olhei de relance pela costa, semicerrarrando os olhos quando algo chamou minha atenção mais adiante na praia.
— E aquelas bandeiras pretas lá embaixo — perguntei, apontando. — O que significam?
O olhar de Roger seguiu meu dedo e ele sorriu com malícia, balançando a cabeça.
— Não vá para lá. É a área de 'Uso Livre'. Eles chamam de Praia do Sexo. É onde todas as vadias ficam — Roger riu. — Você não é uma vadia, é, Marshie? Não, você é só um garotinho hétero bonzinho, né? — Ele sorriu.
Senti meu rosto corar de novo enquanto fulminava o grandalhão com o olhar. Eu certamente não era gay, apesar de minha roupa atual gritar o contrário. Embora tivesse que admitir, o jeito como Roger me olhava me fazia sentir um calor por dentro. Meu estômago se revirou de borboletas quando ele me chamou de vadia.
— Não — respondi. — E não me chame de 'Marshie'.
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Com o passar das horas, me vi curtindo a praia apesar da minha roupa ridícula. Tinha conseguido encontrar um guarda-sol e uma cadeira e me instalei a alguns metros da água. Como Roger tinha dito, ninguém me incomodou e fui baixando a guarda aos poucos, começando a encarar minha situação com algum humor. Hah. Reservei uma viagem tropical no resort mais gay do planeta por acidente. Com certeza daria uma história engraçada no futuro.
A tarde se alongou e logo percebi que a areia tinha ficado quente demais nas minhas bundinhas expostas. Levantei e fui silenciosamente até uma pilha de boias, peguei uma e caminhei para a água, tentando não chamar muita atenção. Depois de pular algumas ondinhas, encontrei um ponto de água calma e subi na boia, os dedos entrelaçados atrás da cabeça enquanto a brisa fresca do oceano soprava sobre minha barriga nua, meus mamilos endurecendo sob o tecido do monoquíni.
Ri do absurdo total da minha situação antes que as ondas suaves me embalassem para o sono.
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Parecia que eu tinha cochilado só por um instante, mas quando acordei, me sentia quente e grogue. Olhando para baixo, vi minhas pernas e barriga reluzentes estavam agora visivelmente bronzeadas. Levantei a alça do monoquíni... merda, eu estava com marquinhas de bronzeado de biquíni como uma maldita bimbinha de praia. Balançando a cabeça, remei de volta para a costa, arrastando a boia para fora da água e para a praia.
Hã? Espera aí, quanto tempo eu cochilei? A correnteza tinha me empurrado bem para baixo na costa agora, quão longe eu estava? Um choque de pânico percorreu meu peito quando rapidamente achei a bandeira mais próxima de mim. Era preta. Eu tinha derivado até a Praia do Sexo.
Minha cabeça rodou por um instante e tudo ficou em silêncio. Ah, merda! Este definitivamente não é o lugar onde eu quero estar! Especialmente vestido como uma espécie de vadiazinha afeminada!
O rítmico bater do oceano me trouxe de volta à realidade... mas foi só então que percebi que NÃO era o som da arrebentação...
Bem na minha frente, vi um jovem esguio curvado, com as mãos e joelhos cravados na areia. Em cada ponta dele havia dois homens grandes e peludos. Um estava metendo furiosamente seu pau grosso no cu do rapaz, com os quadris batendo contra as nádegas do novinho, o outro puxava a cabeça do mais novo mais fundo no seu pau, o engasgando.
— GLURK GLURK GLURK! — O novinho engasgava, a cada estocada do pau em seu cu empurrando seu rosto mais fundo na virilha à sua frente.
— Puta merda! — soltei um grito. Um dos homens lançou um olhar para mim e sorriu, rapidamente tentando me chamar para me juntar a eles. Balancei a cabeça com medo e comecei a voltar pela praia quando um grupo de homens emergiu das ondas de repente e veio na minha direção.
— Ei, Cavalo-marinho — Um dos homens chamou com um sorriso paquerador. — A gente estava torcendo para que umas bainhas de pau dispostas aparecessem por aqui. Quer ser a carne do nosso sanduíche de sexo? — O grupo riu enquanto começava a circular, como um cardume de tubarões famintos.
— Eu, hã, ei, pessoal. Hã, olha. Isso aqui é meio que um engano. A correnteza me empurrou para cá e... UIP! — De repente, um dos homens deu um passo rápido em minha direção e beliscou meus mamilos duros através da roupa, rolando cada um entre o polegar e o indicador enquanto uma mão atrás de mim agarrava meu quadril nu com força.
Minha garganta se apertou e meu estômago embrulhou quando uma voz familiar ribombou atrás de mim.
— Aí está você — Roger chamou, se colocando entre o grupo de tubarões tarados e meu corpo quase nu. — Desculpem, rapazes, este aqui é a minha vadiazinha. Ele ficou ansioso demais para entrar na água e esqueceu de colocar a coleira. — Roger deu um passo para o meu lado e me deu um tapa na bunda, e eu soltei um ganido como um cachorrinho machucado.
— Não saia correndo assim de novo, baby. Desculpem, pessoal, sei que ele é um pedaço de bunda doce, mas ainda não estou pronto para dividi-lo. — Roger explicou.
Decepcionados, o grupo de homens suspirou e voltou para a água. Com os olhos arregalados de medo, me virei para encarar Roger enquanto ele agarrava meu pulso e começava a me guiar para longe da arrebentação.
— Que diabos foi aquilo?! — sibilei para o homem mais velho, esfregando a nádega com a mão livre. — Você me bateu!
— Hah! — Roger riu.
— Seja grato, acabei de salvar sua bundinha hétero de marshmallow de ser comida, Marshie. Veja, só os Cavalos-marinhos mais desesperados e famintos por pica é que descem para a Praia do Sexo. Metade deles tem fantasias delirantes em que só querem ser usados como depósito de porra. A palavra 'não' praticamente não existe nesta ponta da praia!
Como que de propósito, passamos por outro casal transando na areia; um jovem Cavalo-marinho imobilizado debaixo de seu Tubarão maior e sussurrando alto no ouvido dele: — Não, papai, não! Não goze dentro de mim, papai, não faça isso!
Ofeguei e me debati no aperto de Roger, mas ele só balançou a cabeça e me apertou mais.
— Não esquenta com isso, é só encenação. Esse cara adora fingir que diz 'não!' Ele está bem, está aqui todo dia com o cu para cima esperando para ser comido. Mas viu o que eu digo? Alguns dos nossos tubarões mais ansiosos podem pensar que você está se fazendo de difícil. Seria um jeito e tanto de tirar seu cabaço, não seria, baby? Rápido, entra aqui. — Roger me conduziu para dentro de sua cabana aberta e me sentou numa cadeira de praia, o grandalhão mais velho pegou um frasco da areia e deu um longo gole.
— Você tem sorte de eu ter te avistado saindo das ondas. Eu te disse para ficar longe deste lugar — disse Roger.
— Não é culpa minha, a correnteza me empurrou para cá! Puta merda, isso é loucura. Tenho que voltar para a outra ponta da praia, cara! — implorei.
— Sim, sim. Já te levo para lá, Marshie, num minuto. Mas aqui, melhor colocar isso — Roger enfiou a mão na bolsa de praia e tirou uma coleirinha rosa de cachorro com um cavalo-marinho gravado na lateral.
— Use isso, todos esses caras vão pensar que você me pertence e pelo menos terão a decência de perguntar antes de te encher de pica. — Olhei para a coleira e ergui uma sobrancelha, com medo estampado no rosto.
— O QUÊ? Sério?! Hã, ok, quer dizer... puta merda, não acredito que um lugar assim exista mesmo — sussurrei, rapidamente prendendo a coleira em volta do pescoço como uma espécie de cachorro.
— É, Marshie. Como eu disse. Você escolheu uma semana e tanto para vir aqui. Uh oh... lá vem encrenca — Roger gemeu enquanto seu olhar se voltava para a frente da cabana.
Era o cara alto que tinha gritado comigo no vestiário, um sorriso malicioso e dissimulado nos lábios enquanto caminhava em direção à nossa cabana.
— E aí, Roger. Vi você tirando essa coisinha doce da água. Ele é seu? Engraçado, não vi você descer com ele na Praia da Foda. — O homem colocou a mão na frente do short e ajeitou a ereção que claramente endurecia enquanto lambia os lábios.
— Posso experimentar ele? — perguntou o homem, casualmente.
— Agora não, Dusty. O garoto acabou de sair de um mergulho e eu vou precisar dele primeiro. Vem cá, Marshie. — Roger agarrou meu pulso e me puxou de pé, envolvendo o braço na minha cintura e me apertando contra sua barriga grande e peluda. Me contorci por um instante, mas logo relaxei aninhado contra o urso grandão. Por algum motivo, eu me sentia pelo menos um pouco mais seguro perto de Roger do que com Dusty e todos os estranhos tarados na praia.
— Tá bom, sei, — Dusty zombou, esfregando o pau duro por cima do short. — Vamos, me deixa foder ele rapidinho. Ele tem uma bunda muito gostosa. Você nem tá usando ele.
— Se manda, Dusty, eu tenho planos pra ele, entendeu? — Roger agarrou meu ombro e me virou para encará-lo, o homem mais velho se inclinando e pressionando os lábios nos meus. Fiquei chocado demais para me mexer, chocado demais para resistir. Senti o gosto de abacaxi e tequila no hálito dele enquanto sua língua deslizava na minha boca. Roger esfregou os quadris nos meus e senti o pau enrijecendo atrás do short dele pressionando meu estômago.
— Ah, que saco, porra, — Dusty reclamou, ainda massageando o pau. — Bom, pelo menos me deixa gozar na bunda dele rapidinho, vai? Tô com um tesão do caralho. — Meus olhos se arregalaram e tentei olhar por cima do ombro, os lábios de Roger ainda colados nos meus.
— Tá bom, — Roger disse, interrompendo o beijo. — Mas faz rápido. Não deixa escorrer nada no buraco dele. Só dá uma cobertura nos pãezinhos dele.
Eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo, meus olhos dispararam de volta para Roger enquanto eu balançava a cabeça rapidamente. Mas o grandalhão colocou um dedo nos meus lábios e me deitou de bruços numa cadeira de praia, minha bunda quase nua completamente exposta para os dois.
— Mmm, porra, isso, ele tem o bumbum mais fofo, não tem? — Dusty sussurrou, abaixando as calças para expor um pau bem peludo e duro. Era a primeira vez que eu via o pênis de outro homem pessoalmente. Com certeza era muito mais grosso e comprido que o meu, com uma cabeçona roxa e gorda na ponta. Uma gota de pré-gozo perfeitamente transparente escorreu pela fenda de Dusty enquanto ele pairava o membro rígido sobre mim.
— É, tipo um marshmallow fofinho, — Roger concordou, deitando-se ao meu lado enquanto massageava meu ombro. — Relaxa, querido. Vai ser rapidinho. — Ele tentou me tranquilizar.
Balancei a cabeça, os olhos arregalados de medo enquanto procurava ajuda no rosto do urso mais velho. Roger deu de ombros e só ofereceu uma expressão de penitência enquanto a mão grande descia para massagear a nádega da minha bunda que logo seria melada. Minhas pernas tensionaram e eu apertei as nádegas, paralisado como um cervo assustado enquanto os dois homens me apalpavam.
— Ah, isso. Porra. Segura ele assim mesmo. Abre um pouquinho as nádegas dele pra eu ver o buraquinho. — Dusty sussurrou enquanto se agachava sobre mim. Estava acontecendo. Estava realmente acontecendo. Um homem gay ia descarregar a porra dele toda na minha bunda. Fiz uma careta quando Roger agarrou a nuca da minha cabeça e a pressionou contra seu peito peludo, como se tentasse me proteger da atrocidade que estava prestes a acontecer.
— Não deixa gozo no buraco dele, Dusty, tô falando sério. — Roger ralhou enquanto abria mais minhas pernas, uma brisa fresca do oceano roçando meu cu enquanto ele o expunha.
— Não vou, não vou. Mmm, fica quietinho, seu tesão. Seu pedacinho gostoso de rabo. UNG! Ai, porra! Ai, meu Deus. Tá vindo, baby. Tá vindo! — Dusty gemeu alto e senti um jato quente de porra espirrar na minha nádega. Soltei um gritinho como se tivesse levado um tiro e pressionei o corpo ainda mais em Roger, tentando me afastar do pau pulsante atrás de mim.
— CARALHO! CARALHO! CARALHO! — Dusty gemeu, jato atrás de jato de esperma quente esguichando na minha bunda. — Ai, porra, isso foi bom.
— Tá bom, pronto. Você melou ele todo, Dusty. Agora cai fora daqui pra eu poder usar ele. — Roger gritou, se levantando da cadeira e correndo atrás de Dusty para fora da cabana.
— Cara, esse maldito sujeito, — Roger zombou, balançando a cabeça ao se virar para me encarar. Eu estava paralisado na cadeira, meio virado de lado, com os olhos arregalados encarando Roger, o esperma pingando da minha bunda.
— Qu-que porra foi essa?! — gritei. — Você deixou aquele cara gozar na minha bunda, Roger!
— Ah, merda, é, foi mal, garoto. Olha, era isso ou deixar ele gozar DENTRO da sua bunda. Aquele cara é insistente, acredite. Ele já fodeu cada garoto dessa praia duas vezes. Não fica tão encanado com isso. Faz bem pra pele. Um bom protetor solar. — Roger riu, se abaixando e dando um tapa na minha nádega melada de esperma, minha bunda balançando como gelatina. Depois que terminou, limpou a mão coberta de porra na outra nádega.
— Gah! Porra, cara! Não faz isso! Não acredito que isso aconteceu. Cara, isso é demais pra mim, tô completamente perdido! Você... você me beijou! — implorei, rolando na cadeira para me sentar direito.
Roger revirou os olhos e se juntou a mim na cadeira, inclinando-se para trás e pressionando o quadril contra o meu.
— Ah, relaxa, você gostou. Olha pro seu pau, querido. — Roger disse, apontando para meu monoquíni.
Para meu total choque e horror, meu pau pequeno estava duríssimo dentro da sunga. Uma gota de pré-gozo tinha escorrido pelo tecido e deixado uma marquinha na frente, como uma marca de vergonha.
— Ai, merda, como isso aconteceu? — sussurrei, sem saber o que aquilo significava. Meu pau estava tão duro que doía.
— Então você deixou outro homem gozar na sua bunda e isso deixou seu pauzinho duro. Não é grande coisa. Encare como um elogio! Aqui, viu? Me deixou excitado também, é natural. — Roger virou os quadris e mostrou a barraca considerável que tinha brotado em seu calção. Mesmo através do tecido eu podia ver que o pau de Roger era enorme. Muito maior que o meu, de qualquer forma. Corei e desviei o olhar, embora uma parte de mim sentisse um leve inchaço de orgulho que apenas um breve beijo e uma apalpada na minha bunda fossem suficientes para dar a um homem com mais do dobro da minha idade uma ereção tão grande.
Roger sorriu enquanto eu estava sentado, ainda um pouco atordoado. Ele levantou a mão e massageou meu ombro.
— Não se preocupe tanto. Me dá um minuto para me recompor e eu te levo de volta pela praia, tá? — Roger disse, puxando a barraca na calça.
— Porra. É, tá bom. Você tem razão, não é tão grande coisa, eu acho. Eu gozo em mim mesmo o tempo todo. É só esperma. — murmurei, tentando racionalizar os eventos que tinham acabado de acontecer.
— É isso aí, — Roger concordou. — É só um pouquinho de porra, você sobrevive. Porra, falando em gozo... aquele beijinho realmente mexeu comigo aqui. — Ele murmurou, continuando a esfregar o volume no calção. — Acho que antes de irmos eu vou dar um jeito nisso. Não tem aparecido muitos Cavalos-marinhos por aqui e eu tô com tesão o dia todo.
Fiquei quieto na cadeira enquanto Roger se recostava, a mão percorrendo lentamente o comprimento do pau bem ao meu lado. Eu sabia que não devia olhar. Sabia que devia me levantar e correr para fora da cabana e pela praia o mais rápido que pudesse... mas meu pau duríssimo pressionando a sunga me manteve grudado na cadeira.
A curiosidade levou a melhor e me virei ligeiramente para ter uma visão melhor do show de Roger, torcendo para que o homem mais velho não me pegasse olhando descaradamente.
— Tá tudo bem. Pode olhar. Ninguém aqui vai te julgar. Ninguém aqui nem te conhece. Vai. Quer dar uma espiada no meu pau, Marshie? Olha só. — Roger incentivou enquanto puxava o short apertado ao redor do pau, exibindo o pacote coberto orgulhosamente para eu ver. Corei instantaneamente e virei a cabeça. Roger riu.
— Não! C-cala a boca, Roger! — gaguejei, perturbado. Cruzei os braços e me virei, meu próprio pau dolorosamente ereto entre as pernas cruzadas.
— Hah, eu te fiz corar, Marshie? Olha essas bochechas, eu fiz, hein? Uma espiadinha num pau de um cara mais velho e você tá corando como uma colegial. Bem, tudo bem, não precisa olhar se não quiser. Mas vamos, eu preciso gozar antes de te escoltar de volta pela praia. Pelo menos me deixa esguichar uma carga nessas bochechas também.
— Eu não deixei ele fazer aquilo, você deixou ele fazer aquilo! — me contorci na cadeira e senti a mão livre de Roger na lateral do meu quadril, a palma quase tocando minha bunda.
— Agora você faz isso pra mim também, tá, Marshie? Seja um bom garoto pra mim. Não vai te deixar menos hétero. Prometo que ninguém vai descobrir. Vem, senta nas minhas pernas, eu gozo rápido e você pode sair daqui, tá? — Ele insistiu. Me lembrava tanto de todos aqueles pedidos inocentes que eu costumava fazer às garotas para convencê-las a brincar... só que agora, eu era a garota e esse homem mais velho estava docemente tentando me convencer a gozar na minha bunda.
— Hmph. T-tá bom, beleza. Mas só... só não faz nada estranho comigo, tá? — implorei, mudando de posição para montar no urso grandão numa espécie de posição de vaqueira reversa. O mais rápido que pôde, Roger arrancou o short e jogou de lado... e mesmo sem conseguir ver o pau dele, eu sentia o calor enquanto ele lentamente puxava meus quadris em direção ao seu grande pau duro.
— É isso aí. Mmmm, olha só essa bunda. Boa e grossa. É linda, querido. Vem mais pra trás um pouquinho? Mais um pouquinho? Isso, garoto. — Senti a ponta quente do pau dele tocar minha nádega e pulei como um coelho assustado. Roger agarrou meus quadris e me manteve grudado nele enquanto seu membro duro descansava contra minha bunda.
— Calma, baby. Fica quietinho aí pra mim, tá? Tudo bem se encostar. Relaxa. Shh, shh. Fica quietinho. — Roger sussurrou, a mão firmemente agarrando meu quadril enquanto eu sentia a outra mão esfregar lentamente o comprimento do pau dele. A cada estocada, as costas da mão dele roçavam minha bunda e a cabeça do pau batia na minha bunda. Eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Meu rosto estava vermelho e meu pau duríssimo. Minhas mãos encontraram as coxas peludas de Roger e eu as agarrei para manter o equilíbrio. Olhando para baixo, vi o saco grande e peludo dele posicionado abaixo de mim, balançando cada vez que ele puxava o pau.
— Vamos tirar essa porra do caminho, me deixa dar uma boa olhada nesse buraquinho de garoto. — Roger sussurrou enquanto agarrava bruscamente a tanga entre minhas nádegas e a puxava para o lado. O puxão forte fez meu pau saltar para fora do monoquíni e minhas próprias bolas caírem e encontrarem repouso contra o saco de Roger.
— Hah! Marcas de bronzeado fofas, baby. Olha só esse buraquinho apertado. Será que você aguentaria um pau como o meu, Marshie? O que acha? Quer experimentar? — Eu sabia que ele estava apenas me provocando, me sacaneando a cada oportunidade... embora parte de mim também soubesse que se eu dissesse 'sim' esse urso mais velho ficaria mais do que feliz em me foder até eu perder os sentidos.
— N-não! E-ei, você tá esfregando o pau no meu cu?! — silvei sentindo a cabeça do pau dele deslizar suavemente entre minhas nádegas saltitantes e se aninhar contra meu buraquinho contraído.
— Mmm, é. É bem quentinho aí, hahaha. Não se preocupe, não vou enfiar. Só vou deslizar entre suas nádegas, tá? Por que você não balança esse seu bundão fofo de marshmallow nele um pouco? Vamos, querido, seja um bom garoto, vai? Afinal, eu já te resgatei duas vezes hoje. — Roger insistiu, uma de suas mãos deslizando do meu quadril para massagear meus ombros.
— Você tem uma definição bem engraçada de 'resgate', Roger. Deixou seu amigo gozar em mim e agora tá com o pau enfiado como um cachorro-quente entre minhas nádegas! — argumentei... mas com certeza, me vi balançando lentamente para frente e para trás no colo de Roger, nossas bolas esfregando suavemente uma na outra enquanto o pau dele escorria pré-gozo pela minha rachadura.
— Hah, você gosta, — Roger provocou, sua mão forte e quente apertando gentilmente a nuca do meu pescoço, logo abaixo da coleira que ele me fez usar. Mesmo através da massagem suave, eu podia sentir o quão forte ele era, suas mãos experientes agora massageando meu pescoço e minha nádega.
— Se não gostasse, seu pauzinho não estaria duro e você não estaria tentando esfregar suas bolas nas minhas. Só vai na onda. Ninguém precisa saber que você gosta do pau de um velho esfregando no seu buraquinho gostoso. — Ele riu.
— Não gosto. Só... só se apressa e goza, tá? — Deus, ele estava certo. Eu gostei. Me senti como uma vagabunda barata num strip club, esfregando minha bunda nua contra um pau duro só para ganhar a aprovação desse velho.
— Ah, é? Tá pronto pra isso, baby? — A mão na nuca apertou e Roger começou a controlar meu ritmo enquanto a mão na minha nádega ajustava minha posição. Era assim que era ser fodido, não era? Dar a outro homem controle total do seu corpo e deixá-lo te usar para o prazer dele.
Se quisesse, Roger poderia facilmente enfiar o pau no meu cu ali mesmo e tirar minha virgindade para toda a praia ver. Ele poderia enfiar direto e me fazer cavalgar o pau dele... e naquele momento, eu provavelmente teria deixado.
Soltei um gemido. Um choramingo curto como o de algum brinquedo sexual de maricas desesperado. Roger moveu meu corpo lentamente, me forçando a esfregar minhas nádegas para cima e para baixo no pau dele num ritmo medido e controlado. Estava claro que Roger era um especialista e eu só podia imaginar a quantidade de jovens que ele realmente já tinha fodido assim. Devagar. Com força. Meu coração palpitou levemente ao pensar em me juntar às fileiras deles e me tornar outro buraco de maricas para esse urso velho.
Afastei o pensamento da cabeça e tentei me concentrar em manter o equilíbrio enquanto o pau duro dele provocava minha bunda.
— Porra. Aqui vamos nós, Marshie. Isso mesmo. Continua esfregando esse marshmallow no pau duro do papai. Isso, assim. Bom garoto. Esse é meu bebezinho gostoso. Tá vindo, querido. HNGGH! HNGGH! UGH! — A mão dele me apertou o pescoço com tanta força que achei que fosse quebrar minha espinha enquanto o pau dele explodia, disparando uma carga massiva pelas minhas costas e por cima da bunda. Jatos quentes de esperma escorreram pela minha rachadura, deslizando sobre meu cu molhado antes de se acumular embaixo de mim. Era tão bom. Parecia... certo.
— Mmm. Pode parar de esfregar agora, Marshie. — Eu nem tinha percebido que meus quadris ainda giravam enquanto eu continuava esfregando meu buraco agora melado de esperma contra o pau duro dele.
— Ah, hã, porra. D-desculpa, Roger. — murmurei, enquanto saía do pau dele e ficava quieto na cabana, virando-me para o urso mais velho.
— Não precisa se desculpar, Marshie. Não é culpa sua ter gostado de esfregar sua bunda num pau. É só a sua natureza, baby. — Roger riu, levantando-se e me agarrando por trás, a mão grande segurando meu estômago enquanto me puxava de volta para seu peito peludo e suado. Senti o calor do pau dele quando tocou minha coxa, seu membro grande ainda pulsando contra minha pele lisa.
— Você tem uma bunda gostosa, baby. Foi feita para outro homem. Um homem como eu. — Ele me agarrou pelos ombros e me virou em sua direção, enganchando um dedo sob meu queixo e inclinando minha cabeça até eu encontrar seu olhar. — O que você diz, Marshie? Quer me dar sua bunda? Me deixar foder seu buraquinho apertado até você se apaixonar por mim? — Ele abaixou a mão e agarrou um punhado generoso da minha bunda e apertou, o esperma dele ainda pingando pelos meus pãezinhos e cu.
Minha boca se abriu e meus olhos se arregalaram com as palavras dele. Caramba, o que eu estava sentindo? Como esse velho estava me fazendo sequer considerar a ideia de ser fodido no cu.
— N-não, Roger! Vamos, cara, eu sou hétero, tá? Eu deixei você gozar na minha bunda... pode me levar de volta pela praia, por favor? Por favor? — consegui dizer, mas sabia que ele tinha ouvido a luxúria e confusão na minha voz. Ele tinha mexido comigo... e sabia disso.
— Haha. Tá bom, querido. Vou te levar de volta pra Zona Segura, tá? Aqui, prende essa guia na sua coleira, assim posso ficar de olho em você. Segura minha mão. Age como se fosse meu brinquedinho gostoso e todo mundo vai te deixar em paz, certo? — Roger estendeu a mão e prendeu uma tira de couro na minha coleira, puxando-me de brincadeira como um cachorro enquanto saíamos da cabana.
— Porra. Tá bom. Caralho. Dá pelo menos uma toalha pra eu limpar essa porra toda da minha bunda? — implorei, minhas pobres nádegas encharcadas ainda cobertas com o esperma de dois homens diferentes.
— Nem pensar — Roger sorriu maliciosamente. — Esse é o seu castigo por não ter ficado longe da Praia da Foda como eu avisei, Marshie. Na verdade, vem cá, tive uma ideia.
Atravessamos a praia, passando por inúmeras cenas de devassidão extrema no caminho. Eu nunca tinha visto tantos paus e tantos buracos arrombados na minha vida inteira. Era ali que esses homens vinham realizar suas fantasias mais depravadas, disso não havia dúvida.
Roger me conduziu até uma pequena fila de homens saindo de outra cabana, um segurando minha coleira com força, o outro acariciando suavemente minhas nádegas meladas. Para um observador casual, eu claramente parecia propriedade do Roger.
Chegamos à frente da fila e eu arfei com a cena. Outro Cavalo-Marinho estava de costas, amarrado a uma das espreguiçadeiras com a cabeça pendendo para o lado. Um homem negro e grande estava de pé sobre ele, o pau enfiado até o talo na boca do garoto e as bolas pressionadas contra seu nariz. O garoto estava engasgando, se contorcendo, lutando até para respirar.
— Aguenta, putinha. Aguenta. Engole toda essa porra. — O homem musculoso murmurava, com as mãos em cada lado da cabeça do submisso como se estivesse fodendo um melão... Juro que quase conseguia ver o pau do homem pulsando na garganta do garoto. Depois do que pareceu uma eternidade, o Tubarão retirou sua masculinidade dos lábios do Cavalo-Marinho e limpou rapidamente o rosto do garoto, como se faz depois de usar o banco de musculação na academia ou algo assim. Roger ofereceu ao homem um sorriso e um aceno enquanto se aproximava do garoto e enfiou a cabeça do seu pau na boca à espera.
— Limpa isso, vadia — Roger ordenou, e o jovem começou a trabalhar, babando sobre a glande do Rog, limpando cada centímetro com sua língua molhada. Após alguns instantes, Roger deu um passo para trás e me agarrou pelos ombros, empurrando minha bunda contra o rosto do garoto.
— Limpa isso também. Lambe o buraco. Vamos, vadia. — Atordoado, minhas costas arquearam enquanto a língua quente lambia minha bunda e meu ânus, desesperadamente limpando todos os vestígios de esperma que tinham encharcado minha bunda. Olhei nervosamente para Roger, mas ele só me devolveu um sorriso maligno.
— Ei! Amarra aquele outro Cavalo-Marinho aí, que tal? Deixa eu dar uma provada nessa bundinha gostosa dele! — Um homem na fila gritou para Roger.
— É, a gente pode fazer um trenzinho nele? Quantas gozadas ele aguenta num dia? Essa bunda parece tão fodível, vamos! Não monopoliza todos os buracos! — Outro aplaudiu. Roger apenas riu e puxou a coleira, me trazendo para perto do seu lado antes de passar um braço sobre meu ombro.
— Hoje não, pessoal. Não se preocupem. Acho que ainda não vimos a última dessa bundinha fofa. Não é, Marshie? — Baixei a cabeça, me recusando a responder enquanto meu companheiro mais velho me conduzia para fora da cabana e de volta à fronteira da zona segura.
— Você viu aquele garoto lá atrás, Marshie? Aquilo podia ser você — Roger advertiu, me virando para encará-lo. Seu corpo estava tão próximo do meu, seu pau nu roçando na frente da minha tanga.
— Você tem muita sorte de eu ter te encontrado a tempo. Vamos. Mostre um pouco de gratidão, hmm? Dá um beijinho no papai. — Suas mãos desceram dos meus ombros e deslizaram pelo comprimento dos meus braços, segurando meus pulsos por um instante enquanto me puxava na direção dele. Vermelho e completamente mortificado, eu sabia que devia uma dívida a esse homem. Mesmo que ele tivesse gozado na minha bunda e me apalpado como uma prostituta barata, eu sabia que podia ter sido muito pior...
Me inclinei contra seu corpo e fiquei na ponta dos pés, pressionando meus lábios nos dele para um beijo curto e molhado.
— Mmm. Isso foi gostoso, bebê — Roger murmurou.
— É, tá, tanto faz — eu disse. — Obrigado por me trazer de volta. Toma essa coisa de coleira de volta. — Murmurei, estendendo a mão para desafivelar a faixa rosa no meu pescoço.
— Fica com ela, Marshie. Você tá aqui pelo resto da semana, não tá? Heh. Quem sabe, talvez você fique um pouco curioso e volte aqui na Praia da Foda. Use isso que a maioria vai te deixar em paz. Só diz que o seu papai ainda não tá pronto pra cafetinar sua bundinha. — Roger sorriu maliciosamente, agarrando um punhado da minha bunda e me puxando contra seu estômago.
— Ah, tá bom. Mas eu não vou voltar aqui, Roger. Nunca mais. Obrigado por me ajudar hoje, eu acho. Te vejo por aí. — Me empurrei para longe do homem maior e me virei para atravessar de volta para a Zona Segura. O homem mais velho não conseguiu se segurar e me deu mais um tapa na bunda, e eu pulei, levemente, esfregando minha nádega.
— Hah, veremos, Marshie. Tô com um pressentimento de que ainda vou ver essa bundona de novo, bebê — Roger gritou para mim enquanto eu serpenteava pela multidão de volta ao hotel.
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De volta ao meu quarto, tomei o banho mais longo e mais quente da minha vida, esfregando o esperma das minhas nádegas e tentando esquecer os eventos que tinham acabado de acontecer. Meu pau ainda estava duro como uma pedra. Suspirei e baixei a cabeça, agarrando meu pau pequeno na mão e massageando-o lentamente sob o jato quente de água.
— Tá bom — disse a mim mesmo. — Você vai bater uma pensando nisso UMA vez e pronto. Depois vai ser como se nunca tivesse acontecido... — murmurei enquanto continuava a puxar meu pau. Me imaginei de volta na praia, sol nas costas e na bunda, cavalgando para cima e para baixo no pauzão do Roger. Como seria a sensação? Doeria? Muito provavelmente... mas também provavelmente seria muito bom. Se eu deixasse ele me foder, ele gozaria na minha bunda? Provavelmente. Será que ele pelo menos usaria camisinha? Se eu voltasse lá, será que eu conseguiria encontrá-lo de novo? Será que ele ia querer foder um virgem de pau pequeno como eu? Ele realmente pareceu gostar da minha bunda. Porra, o pau dele era grande. E peludo. Me pergunto qual é o gosto? Por que eu nunca pensei em nada assim antes? Será que eu tô realmente fantasiando em chupar o pau de outro homem e deixar ele me foder na bunda? Ele me chamou de bebê. E de querido. E eu gostei.
— HNG! HNG! HNG! — gemi enquanto minhas bolas se esvaziavam e eu jorrei um longo fio de esperma que atravessou completamente o outro lado do chuveiro.
— Caralho — murmurei. — Nunca gozei tão forte na minha vida. Porra.
Sem fôlego, me sequei, vesti um shorts e subi na cama. A noite toda, minha mente vagou e tive sonhos com Roger me prendendo na areia e me fodendo sem parar. Meu pobre pau e minhas bolas doíam, estavam tão duros. Que porra tava acontecendo?
Acordei na manhã seguinte, exausto, me arrastando até a pia do banheiro para escovar os dentes. Enquanto enxaguava, dei uma olhada no meu reflexo e me encarei longa e duramente, minha mente acelerada.
— Hmph. Tá bom. — Murmurei, me afastando do espelho e rapidamente vestindo um shorts e chinelos. Marchei até a praia e me aproximei dos vestiários, oferecendo um aceno tímido ao mesmo atendente que tinha me ajudado no dia anterior.
— Bem-vindo de volta, senhor — o atendente disse com um sorriso. — Voltando para a praia? Vai precisar de um traje. Me lembre de novo, você é um Tubarão, um Polv—
— Cavalo-Marinho. Eu sou um Cavalo-Marinho.
CONTINUA...