Bimbo MILF
A mãe do meu amigo é uma bimbo.
E não é eu sendo maldoso nem nada, ela realmente se encaixa em todos os quesitos de uma bimbo. Ela é sexy pra caralho, com peitos grandes e um corpo sarado que ela adora mostrar com as roupas que usa. Tem 42 anos, mas se veste como uma adolescente. Ainda lembro do meu amigo tendo que dizer pra mãe dele que não era apropriado usar cropped e short curto sempre que tinha amigos em casa. Mas eu não me importo, porque ela fica gostosa demais. Honestamente, acho que ela também não se importava muito.
Ela tem cabelo loiro comprido que sempre parece perfeito, e a maquiagem sempre está feita também. Não só isso, mas ela casou com um velho rico também.
Ela também é burra como uma porta.
Eu já sabia que ela não era a pessoa mais inteligente quando a conheci, mas nunca pensei nela como uma bimbo. Isto é, até o dia em que ela sem querer derramou água nas minhas calças e começou a tentar secar com uma toalha. O detalhe chave aqui é que ela derramou água bem onde meu pau estava, e não pareceu se importar que ele estava ficando duro enquanto ela continuava secando.
Depois daquilo, comecei a perceber que ela realmente é uma bimbo.
Agora, sempre tive uma quedinha por ela, então isso na verdade torna quase certo que meu plano de hoje vai funcionar.
Sabe, meu amigo teve que ir num acampamento com o pai, e eles saíram hoje.
Por que eu sei disso?
Bem, porque ele estava reclamando comigo sobre ter que acampar com o pai no meio do inverno desde o momento em que descobriu. E hoje, ele estava reclamando sobre como vai ficar fora por uma semana.
O que significa que a sexy Sra. Atkins está sozinha, e não tem ninguém por perto pra me impedir de colocar meu plano em prática.
Eu entro no meu carro e dirijo até a casa do Glenn, pensando na Sra. Atkins o caminho todo. Quando finalmente estaciono na entrada, saio e vou até a porta da frente e toco a campainha.
"Já vou!" ouço a Sra. Atkins chamar.
Alguns segundos depois de ouvir a voz dela, a porta se abre. Como eu esperava, é a Sra. Atkins, e ela está usando um suéter branco apertado e calça de ioga preta.
"Ah, oi, Chase!" ela diz, com um sorriso radiante no rosto lindo.
"Oi, Sra. Atkins, o Glenn tá em casa por acaso?" pergunto inocentemente.
O sorriso dela se transforma num beicinho.
"Ah, sinto muito, querido, mas o Glenn e o pai dele saíram pra um acampamento hoje de manhã! Ele não te contou?" ela pergunta.
"Não, acho que ele esqueceu..." digo, suspirando. "Bom, acho que posso voltar pra casa e ficar sozinho..." digo, me virando dramaticamente.
"Espera, por que você não me faz companhia?" ela pergunta.
E ela mordeu a isca.
Eu instantaneamente giro nos calcanhares.
"Ah, você tem certeza? Eu não gostaria de incomodar nem nada." digo, tentando parecer educado.
"Claro! Você sabe que adoro ter você por perto! Só estou fazendo uns biscoitos e assistindo comédias românticas. Sabe, coisas chatas de velha." ela diz, rindo.
"Sra. Atkins, a senhora sabe que não é velha." eu flerto.
"Ah, seu charmosinho. Agora, entra antes que comece a ficar com frio. Tá congelando lá fora!" ela diz, me apressando pra dentro.
Se tem uma coisa que sempre amei na Sra. Atkins, era o quanto ela era maternal e carinhosa.
E o quanto ela era gostosa.
É uma mistura dos dois, na real.
Enquanto sou apressado pra dentro de casa, meu nariz se enche com o cheiro maravilhoso de biscoitos.
"Quer uns biscoitos? São de gotas de chocolate!" ela pergunta.
Antes mesmo que eu possa responder, ela já está indo pra cozinha pra me pegar biscoitos e leite.
Enquanto ela anda, claro que fico olhando a bunda perfeita dela se afastando.
Deus, como eu amo essa casa.
Eu sento no sofá, e ela vem pra sala e senta bem do meu lado, colocando o prato de biscoitos na mesa de centro e me entregando o copo de leite.
"Então, posso mudar de canal se você não quiser assistir isso, já que sei que é um filme chato e de menininha, e eu não me importo, de verdade!" ela diz, pegando o controle remoto.
"Não, tudo bem. Na verdade, até gosto de filmes assim." digo, sem mentir.
Os olhos dela se arregalam com isso.
"Sério? Ah, fico tão feliz em ouvir isso! Só queria que o pai do Glenn pensasse do mesmo jeito. Só quero alguém pra assistir esses filmes comigo e conversar sobre eles!" ela diz, sorrindo.
"Bom, se eu fosse o Sr. Atkins, adoraria assistir esses filmes com a senhora." eu digo.
"Aw, seria bom, né?" ela diz, rindo.
Ela se vira, e só consigo pensar no que mais eu faria se fosse o Sr. Atkins.
A gente assiste ao filme, e conforme o tempo passa, nos aproximamos até ficarmos com ombros se tocando e uma coberta cobrindo nós dois, e o calor combinado dos nossos corpos tá deixando tudo excepcionalmente aconchegante e quentinho.
Quando o filme termina, ela se recosta e espreguiça, e consigo ver o suéter dela subir um pouco, mostrando parte da barriga definida.
Ela nota que estou olhando pra barriga dela, e puxa o suéter pra baixo, antes de rir.
"Não olha! Acho que comi biscoitos demais!" ela exclama.
"Nem deu pra perceber. Aliás, a senhora tem um corpo melhor que a maioria das garotas da minha escola." digo, tentando flertar mais.
"Aw, obrigada por dizer isso! Fico feliz que alguém perceba quanto esforço eu coloco pra manter esse corpo!" ela diz, flexionando os músculos de brincadeira.
"Aliás, se tem alguém que comeu biscoitos seus demais, sou eu!" digo, tirando a camisa pra mostrar a ela, de forma nada sutil, meu corpo magro e definido.
Ela cora um pouco com isso, antes de finalmente falar.
"Não, acho que você ainda é um jovem bonito." ela diz, com os olhos descendo pro meu peito de vez em quando.
Eu coloco a camisa de volta, mas ela continua.
"Sabe, mesmo quando o pai do Glenn estava em forma, ele não era tão definido! Que tipo de exercício você faz?" ela me pergunta.
"Ah, sabe, cardio, musculação, dieta. Se eu comesse sua comida deliciosa tanto quanto o Sr. Atkins comia, tenho certeza de que também perderia a forma." digo.
Quero dizer, não estou errado. Eu poderia comer o que a Sra. Atkins faz o dia inteiro.
"Aw, seu paqueradorzinho!" ela diz, beliscando minhas bochechas. "Falando nisso, você é bem-vindo pra vir aqui quando quiser essa semana, já que vou estar sozinha em casa a maior parte do tempo!" ela me diz.
"Bem, eu disse pros meus pais que ia dormir aqui hoje, então talvez a gente possa fazer uma festa do pijama?" pergunto.
"Hm..." a Sra. Atkins diz.
Honestamente, essa deve ser a vez que mais a vi pensar.
"Bom, o Glenn e o pai dele surtariam se descobrissem..." ela me diz.
"Sei guardar segredo. Além disso, não quer alguém pra te fazer companhia?" pergunto.
"Acho que você tem razão. Só não conta pra ninguém, combinado?" ela diz.
"Não vou contar pra alma nenhuma." digo, colocando a mão na perna dela.
Ela cora de novo, e se levanta.
"Quer mais biscoitos? Ainda tem um monte, e ainda tem filmes que vão passar também." ela diz em seu tom maternal.
"Só se a gente continuar assistindo debaixo dessa coberta." digo a ela.
"Claro!" ela diz, se virando pra pegar mais biscoitos.
Até agora, tudo bem. Ela está reagindo bem às minhas investidas, e poder passar a noite com certeza ajuda.
Ela volta com outro prato enorme de biscoitos, e a gente come e assiste por mais ou menos uma hora.
Então, uma cena de sexo aparece.
A Sra. Atkins está assistindo atentamente, sem tirar os olhos da TV. É uma cena até muito boa, confesso, que até me deixa duro.
Olho de relance e vejo ela morder o lábio, e sei que essa é a hora de atacar.
"Tudo bem, Sra. Atkins?" pergunto.
"Hm? E-eu tô bem!" ela diz. "Só um pouco... animada." ela termina, limpando a garganta.
"Com saudades do Sr. Atkins?" provoco.
"Ah, para com isso!" ela diz, rindo.
Viu o que quero dizer quando falo que ela age mais como uma adolescente do que como a mãe do meu amigo? A maioria das mães já teria me chutado pra fora por dizer e fazer o que eu fiz, mas ela continua entrando na onda como algumas garotas da minha sala.
"E honestamente... não é como se eu fosse ter menos ação essa semana com ele fora." ela diz.
"Como é?" pergunto.
"Não é nada, esquece." ela diz, desviando o olhar.
"A senhora e o Sr. Atkins não estão... transando?" pergunto, genuinamente surpreso.
"Bem... não. As coisas esfriaram um pouco, eu acho." ela diz.
"Que idiota! Se eu fosse ele, estaria fazendo questão de satisfazer você pelo menos umas duas vezes por dia!" penso comigo mesmo.
"Chase!" ela diz, parecendo chocada.
Merda. Acho que fiz mais do que só pensar.
Bom, não dá pra parar agora.
"Desculpa, mas é sério! A senhora é gostosa pra caralho! Quer dizer, olha pra você! Como o Sr. Atkins consegue resistir!" digo, olhando bem nos olhos dela.
Ela cora mais, e começa a se remexer.
"Sério?" ela pergunta.
"Sério! Quer dizer, olha só o que você faz comigo!" digo, me levantando e deixando ela ver o volume impressionante na minha calça.
Os olhos dela se arregalam, e consigo facilmente perceber que ela nunca viu um tão grande quanto o meu. Isso só facilita as coisas.
"Ah..." ela sussurra, incapaz de tirar os olhos dali.
Eu sento de volta, tentando fingir que fiz aquilo no calor do momento e que não foi planejado.
"Desculpa, é que... se eu fosse ele, faria questão de que você tivesse o que merece." digo, com meu pau pulsando.
"Bem, eu estou... lisonjeada, com certeza. E com isso, tenho certeza de que você conseguiria." ela diz, inclinando a cabeça em direção ao meu volume.
Juro, ela fazendo isso faz parecer que vai rasgar minhas calças.
"Quer dizer... eu sei guardar segredo, Sra. Atkins." digo.
Ela olha pra mim, depois desvia o olhar, depois olha de novo. Ela está obviamente pensando muito, e se remexe mais um pouco. Finalmente ela morde o lábio, e começa a falar.
"Você consegue?" ela pergunta.
"Sim, vai ser nosso segredinho. Ou, nesse caso, um segredo bem grande." dou um sorrisinho.
Ela sorri de volta.
"Eu também consigo, então." ela diz. "Então... como você quer c-..."
Ela não consegue terminar, porque eu a puxo pra beijar no meio da frase. Ela hesita no começo, mas começa a retribuir o beijo, a língua dela se conectando timidamente com a minha.
Eu a empurro de volta pro sofá, de modo que fico pressionado contra ela entre suas pernas, sentindo o calor que sai da boceta dela no meu volume. Começo a sarra devagar nela, e consigo ouvir ela rir e gemer dentro da minha boca.
Desço uma mão do rosto dela até seu seio redondo e macio, apertando de leve. Ela não me impede, e em vez disso só agarra minha mão e me faz apertar com mais força. Ela me beija com mais intensidade, os olhos bem fechados enquanto faz isso.
Começo a ficar ainda mais duro, e guio a mão dela até minha virilha. Quando a mão dela chega lá, ela faz uma pausa, e vejo os olhos dela se abrirem arregalados, antes de fecharem de novo enquanto ela começa a esfregar.
Acho que realmente choquei ela com o quão grande eu sou.
Ela quebra o beijo, respirando pesadamente.
"Chase, e-eu não sei o que eu-..." ela começa.
"Shhhhh..." eu a calo. "Nós dois queremos isso." sussurro.
"Não, eu quero! É só que... isso tudo parece tão errado!" ela protesta, embora nem tente me afastar.
"Sério? Porque eu estou me sentindo muito bem." provoco, acariciando gentilmente o rosto dela.
Eu me inclino e a beijo de novo, e ela passa os braços ao meu redor, me puxando pra baixo no sofá mais uma vez.
Dessa vez, porém, as roupas começam a sair.
Começou com minha camisa e jaqueta, e depois que ela se derreteu pelo meu corpo, minhas calças saíram em seguida, com minha cueca mal segurando meu pau antes de eu praticamente rasgá-la.
"Chase! Esse negócio é realmente enorme!" ela diz, mal conseguindo esconder o sorriso.
"Tão grande quanto você esperava?" pergunto.
"Não, é ainda maior!" ela diz, rindo.
"Você já estava pensando nisso antes mesmo disso?" provoco.
"Bem... às vezes o pensamento surgia na minha cabeça, mas nunca imaginei isso!" ela diz.
Sem mais palavras, ela finalmente tira aquele suéter.
Por baixo, está aquele corpo lindo que eu fantasiava desde que meus ovos desceram. É perfeito. As curvas dela são incríveis, o jeito como aquele sutiã segura os peitos que eu queria tanto chupar há tanto tempo. Depois, sai a calça de ioga, e tenho que olhar de novo pro jeito como a calcinha dela se ajusta perfeitamente nos quadris.
É ainda melhor do que imaginei.
"Sra. Atkins, pensei nisso por tanto tempo..." sussurro, admirando o corpo dela.
Ela cora com isso.
"Sério?" ela pergunta de forma tímida, como se não tivesse acabado de tirar a roupa na minha frente.
"Sério. Merda, sempre achei que você era a mulher mais linda do mundo. E te ver assim só reafirma isso." digo.
Eu realmente queria dizer mais sexy em vez de linda, mas isso soa mais romântico. E diminui a chance de ela me dar um tapa. Embora, eu também ache que ela é a mulher mais linda do mundo. É que sexy é a única coisa que passa pela minha cabeça agora.
Eu me inclino e a beijo de novo, puxando-a pra frente de modo que ela fique por cima de mim no sofá. Enquanto nos beijamos, alcanço as costas e solto o sutiã dela, que ela ajuda a tirar pra mim.
Pra surpresa de ninguém, os peitos dela ficam ainda melhores sem o sutiã cobrindo. No momento em que os mamilos duros dela ficam à mostra, começo a brincar com eles, beliscando gentilmente.
"Mmmm... Chase..." ela geme, passando os dedos pelo meu cabelo.
Eu beijo e chupo o pescoço dela, só fazendo ela gemer mais alto enquanto crava as unhas no meu cabelo.
Porra, como o Sr. Atkins não estava constantemente fodendo essa mulher?
Enquanto a beijo, sinto ela começar a se mexer, e quando abro os olhos, vejo ela se ajeitando pra tirar a calcinha.
Acho que ela não queria esperar mais.
"Abaixa essa cueca. Vamos tentar algo que o Sr. Atkins nunca fez comigo." ela diz, com a voz agora rouca.
Cristo, o que ele NÃO gostaria de fazer com ela?
Eu esperava algo bem pervertido ou estranho, mas em vez disso—
"Tudo bem pra você fazer um 69?" ela me pergunta.
—é algo tão básico quanto um 69.
Não é de admirar que a vida sexual dela com o Sr. Atkins seja tão sem graça.
Obviamente, digo sim o mais rápido que posso, já que a ideia dela sentando na minha cara e chupando meu pau é algo que um homem médio mataria pra ter.
Ela se ilumina de felicidade depois de ouvir minha resposta, e se acomoda desajeitadamente até ficar na posição.
Enquanto a boceta nua dela está a centímetros do meu rosto, não consigo parar de olhar. Aqui estou eu. Olhando diretamente para a boceta nua da Sra. Atkins, que tem só um pouquinho de pelos ralos, deixando tudo ainda mais tentador pra mim.
Enquanto estou admirando, a Sra. Atkins fala.
"Agora, eu nunca estive com um homem tão... grande como você, então talvez eu não seja muito boa nisso..." ela diz, enquanto sinto a mão dela acariciar suavemente meu pau dolorido.
Só de ouvir isso já torna o que quer que ela vá fazer muito melhor.
"Não se preocupa. Tenho certeza de que vai ser gostoso pra caralho." digo, agarrando os quadris dela e trazendo a boceta dela à minha boca.
Pra começar, lambo ela de cima a baixo devagar, o que arranca uma risadinha e alguns gemidos leves dela. Ela então começa a lamber meu pau em retribuição, o que também arranca gemidos meus. A língua quente dela sobe lentamente pela haste do meu pau, e desacelera ainda mais quando chega na minha cabeça latejante.
"Porra, Sra. Atkins..." é tudo que consigo gemer em resposta.
Ela faz uma pausa por um segundo, e então levanta a cabeça.
"Você pode não me chamar de Sra. Atkins? Meio que me faz sentir... mal?" ela diz.
Merda, nunca pensei nisso.
"Então como devo te chamar?" pergunto.
"Me chama de Nicole. Pelo menos, só quando estamos sozinhos." ela me diz.
Achei que já estava o mais duro possível, mas isso conseguiu me deixar ainda mais.
"Tudo bem então, Nicole." digo, enquanto começo a passar a língua na boceta dela.
"Mmmmm... Assim é melhor." ela diz, voltando a passar a língua pra cima e pra baixo no meu pau rígido.
Eu agarro os quadris dela e a mantenho firme enquanto continuo a chupá-la, aproveitando tanto o gosto dela quanto a sensação incrível que sinto enquanto ela me chupa em retribuição.
Circulo gentilmente o clitóris dela, ouvindo-a gemer de prazer enquanto faço isso, e percebo que quanto mais faço, menos ela lambe ou chupa meu pau.
Meio egoísta, se quer saber.
Para sorte dela, sou um amante generoso, então continuo fazendo o que estou fazendo, enquanto ouço a voz doce dela gemer e sussurrar meu nome.
Ela enfia meu pau de volta na boca e dessa vez faz o possível para mantê-lo lá, enquanto sinto os gemidos abafados no meu pau enquanto ela trabalha a boca nele.
Enquanto continuo dando atenção ao clitóris dela, ela começa a se mexer mais, e eu, em resposta, seguro seus quadris com mais força, e a julgar pelos barulhos que ela fez por causa disso, percebo que ela é fã.
Sinto ela tirar meu pau da boca, e sua respiração está mais ofegante agora.
"Jesus..." é tudo que ela consegue dizer.
Não respondo, estou ocupado demais usando minha língua no clitóris dela.
"Oh-" ela guincha, fazendo uma pausa.
"-porra!" ela termina.
Dou uma risadinha em resposta, agarro a bunda dela e a empurro mais para baixo no meu rosto, o que a faz agarrar minhas pernas com força.
"Chase!" ela geme.
Dou um tapa forte na bunda dela, sem ousar afastar meu rosto nem um centímetro da racha dela.
"Não ouse parar!" ela ordena.
Uau, não sabia que ela tinha isso de ficar autoritária assim.
Gostei.
Claro, não sou surdo, então continuo dando atenção ao clitóris dela com a língua, nem mais rápido, nem mais devagar. Está ficando dolorido de tanto ser usado, mas eu aguento firme.
"Ai! Deus!" ela guincha, a voz ficando cada vez mais aguda quanto mais eu continuo.
Sinto o corpo dela se contorcer mais, e eu simplesmente a seguro no lugar com ainda mais força.
"Chase! Porra porra porra porra PORRA!" ela grita, cravando as unhas nas minhas pernas.
Por o que parece um minuto, o quarto fica cheio dos sons dela gritando meu nome junto com outras obscenidades. Ela começa a diminuir depois de tudo isso, e eu continuo circulando o clitóris dela, esperando que ela decida se já está satisfeita.
Continuo lambendo até ela se levantar de cima de mim, com as pernas trêmulas.
Ela fica de pé, se recompõe, e então começa a rir.
"Isso... foi incrível! Cacete!" ela diz entre suas respirações ofegantes e risadas.
"O Sr. Atkins não consegue fazer isso?" pergunto com arrogância.
"Ah, acho que você já sabe a resposta para isso!" ela diz, ajeitando o cabelo para trás.
Eu me recosto e me estico no sofá, meu pau ainda brilhando por ter estado na boca dela.
"O quê? Você quer que eu faça algum trabalho dessa vez?" ela pergunta, olhando para o meu pau.
"Quer dizer, não quero me gabar nem nada, mas EU fiz a maior parte do trabalho antes..." provoco.
"Ah, seu!" ela diz, montando em mim num instante.
Ela paira sobre a cabeça do meu pau, deixando-o roçar na entrada dela.
"Não estou tentando provocar você nem nada, sério. É só que... você é muito grande." ela diz.
"Nicole, você sabe exatamente como fazer um homem se sentir bem consigo mesmo." provoco.
Ela ri disso, e lentamente se abaixa nele.
"Ah, merda..." ela sussurra enquanto desce.
"Porra, você é muito apertada!" digo, colocando as mãos nos quadris dela.
"E você é muito, MUITO grosso!" ela geme em resposta.
Finalmente ela desce até a base do meu pau, e fica ali por um momento.
"Tudo bem. Só... uh... me deixa acostumar com isso." ela diz, movendo-se lentamente para cima e para baixo.
"Sem problema, estou só apreciando a vista." digo, admirando o corpo incrível dela.
Ela sorri timidamente para mim, e começa a acelerar só um pouquinho.
Os únicos barulhos que se ouvem são nossos gemidos suaves e o rangido leve e constante do sofá.
Passo minhas mãos para cima e para baixo nas curvas do corpo dela, admirando sua beleza. Mulheres como Nicole eram diferentes das garotas da minha idade. As garotas da minha idade eram bonitinhas, mas mulheres como Nicole? Elas sabiam o que queriam. E Deus, como Nicole sabia o que queria, mesmo que levasse um tempo para aceitar.
"Mmmmm..." ela geme, mordendo o lábio inferior enquanto começa a desenvolver um ritmo.
"Está gostoso, Nicole?" chamo-a casualmente pelo nome.
"Ah, sim!" ela diz, as mãos pressionadas contra o meu peito.
"Bom, porque você está uma delícia." digo, deixando minhas mãos subirem para apalpar os peitos dela.
Ela dá uma risadinha, então passa a mão pelo cabelo e começa a quicar mais rápido.
Parece que ela se acostumou com o meu tamanho.
Sua respiração fica mais rouca, e percebo que ela já está ficando cansada.
"Não se esforce demais." provoco.
"Desculpa!" ela ri. "É que meu marido nunca dura tanto assim..." ela geme.
Sério? Ele é tão ruim de cama assim?
"Ei, não posso culpá-lo. Não sei como aguentei tanto tempo com uma mulher tão linda quanto você em cima de mim." digo, lançando um sorriso malicioso.
"Ah, cala a boca. Tenho certeza de que muitas mulheres já montaram nesse... monstro!" ela grunhe no final quando eu meto com força para cima nela.
"Nenhuma delas se compara a alguém tão gostosa quanto você." gemo enquanto agarro seus quadris e me certifico de acompanhar o ritmo dela.
"Ah, Chase!" ela geme enquanto os sons de nossos corpos se chocando ficam quase tão altos quanto nossos gemidos de prazer.
Os peitos dela quicam para cima e para baixo enquanto ela cavalga meu pau, e honestamente, mal consigo tirar os olhos deles. Agarro seus quadris com mais força e nós dois começamos a foder um ao outro ainda mais rápido, fazendo os gemidos de Nicole se transformarem em gritos.
Ela continua passando a mão pelo cabelo loiro, tentando manter o cabelo longe do rosto. Finalmente, ela usa o elástico no pulso para prender o cabelo em um rabo de cavalo, o que honestamente a deixa ainda mais gostosa para mim.
"Deus, isso estava me irritando!" ela diz, rindo.
"Agora você pode manter as mãos em mim para se firmar enquanto a gente se fode até perder a noção." provoco.
"Ah, você sabe." ela diz, sorrindo.
Ela morde o lábio inferior, pressiona as mãos contra o meu peito novamente, e começa a cavalgar meu pau apenas movendo a bunda para cima e para baixo.
"Cacete. Merda! Nicole, isso é... porra!" gemo.
"Você gosta disso, bebê?" ela diz, os olhos cheios de luxúria.
"Eu- porra!" gemo.
Com o corpo gostoso dela em cima de mim, peitos quicando para cima e para baixo, e sua boceta apertada abraçando meu pau, sinto que estou chegando perto de gozar. Especialmente com o jeito que ela está me olhando agora.
"Nicole, eu vou-" antes que eu possa terminar, ela para completamente.
"Ah, não vai não." ela diz. "Você não vai convencer uma mulher casada a trair e depois gozar assim."
Porra, Nicole é incrível.
"Ah, não se preocupe, não pretendo terminar isso agora." digo a ela.
"Sério? Porque você chegou bem perto agora há pouco." ela diz.
"Bem, não sei quanto ao seu marido, mas eu consigo ficar duro de novo quase imediatamente depois de gozar." digo confiantemente.
"Isso é promissor. Porque tenho a sensação de que vamos fazer isso muito mais do que só essa vez hoje." ela diz, inclinando-se. "Mas agora, você vai me dobrar, e vai me foder até eu ficar louca. E quando estiver perto, vai me encher, está me ouvindo?" ela sussurra.
Sinto meu pau pulsar dentro dela com isso.
"Não precisa falar duas vezes." respondo, prendendo os lábios nos dela.
Enquanto nos beijamos, ela desliza para fora do meu pau, ainda sem quebrar o beijo. Ela abaixa a mão e começa a masturbá-lo lentamente.
"Porra, acho que nunca mais vou conseguir sentir meu marido depois disso..." ela diz, olhando para ele com admiração.
"Ei, então vou aparecer mais vezes para compensar." digo.
"Não me ameace com uma boa trepada!" ela diz, um sorriso se formando em seu rosto.
Depois disso, ela me dá um beijo rápido na bochecha e se levanta, ficando de quatro no sofá.
"Vamos, quero sentir esse seu cacete me encher de novo." ela diz, balançando a bunda em círculo para me tentar.
Sem dizer uma palavra, eu me levanto e me posiciono atrás dela.
"Porra, que vista incrível." sussurro, passando as mãos pela bunda dela.
"Você não precisa olhar muito. Vai ver muito mais disso hoje, esta noite, e diabos, sempre que você aparecer." ela me diz, tentando enfiar meu pau na boceta dela.
"Vou aparecer todo dia então. Espero que a gente consiga bolar algumas razões para arrumar um pouco de privacidade." digo, enfiando meu pau dentro da boceta molhada dela.
"Mmmmmm... A gente dá um jeito, bebê..." ela geme.
"É melhor a gente dar. Senão, posso simplesmente te pegar e te foder no meu carro." digo, dando um tapa na bunda dela, vendo-a balançar.
"Porra! Eu adoraria isso!" ela diz, enterrando o rosto em um travesseiro.
"Tentando esconder esses gemidos?" digo, dando tapas nela de novo e de novo.
Ouço ela gemer no travesseiro em resposta.
"Não quer que os vizinhos saibam que a esposa troféu da casa ao lado é na verdade uma vadia para o amigo do filho?" pergunto, fodendo-a por trás mais rápido agora.
Ela geme de novo no travesseiro, dessa vez mais alto.
Agarro-a pelo rabo de cavalo e puxo para trás.
"Deixe-me ouvir você dizer. Deixe-me ouvir você admitir que é uma vadia para o amigo do seu filho." ordeno.
Sinto a boceta dela apertar meu pau em resposta.
"Sou uma vadia para o seu pau! O amigo do meu filho me transformou na vadiazinha dele!" ela grita.
"Isso! Deixa os vizinhos ouvirem, porra!" ordeno mais um pouco.
"Me fode! Chase, me fode! Minha boceta pertence a você! Ai, Deus! Ai, PORRA!" ela grita, a voz ficando rouca.
"Isso mesmo! Você é minha putinha e você adora isso, porra!" grito.
Enquanto meto nela, sua bunda perfeita balança enquanto continuo enterrando meu pau bem fundo dentro dela. Sua voz está falhando porque ela não consegue parar de gritar meu nome, e está começando a soar como alguém tentando gritar enquanto sussurra.
"Chase! Sim sim sim sim SIM!" ela geme.
"Você gosta desse pau, vadia? Você gosta desse pau enorme dentro de você?" pergunto.
Ela continua gemendo em resposta a todas as minhas perguntas.
"Quando eu não estiver aqui, você vai me mandar nudes, entendeu? Todo dia. Quero sempre saber como minha putinha está. Você entende?" gemo, dando um tapa forte nela, de novo.
A bunda dela agora está ficando vermelha, com uma marca de mão óbvia se formando em ambas as nádegas.
"Vou mandar quantas você quiser, mas só se você mandar algumas de volta!" ela guincha.
"Boa garota, porra." sussurro.
Novamente, sinto a boceta dela me apertar mais forte por dizer isso. Parece que ela gosta mesmo de ser dominada. Para sorte dela, eu realmente gosto de dominar.
"Você gosta de ser chamada de boa garota? Sua vadiazinha." provoco.
"Eu amo, porra!" ela grita.
A boceta dela agora está agarrando e soltando meu pau rapidamente, e percebo que ela está perto de gozar.
"Que tal você ser uma boa garota e gozar gostoso no meu pau então?" pergunto.
Ela o aperta com mais força ainda.
"Sim! Continue falando assim!" ela geme.
Agarro seu rabo de cavalo novamente e puxo com força para trás.
"Goza gostoso e bem alto para que todos os seus vizinhos possam saber que você finalmente foi fodida direito." digo, sem diminuir o ritmo de jeito nenhum.
"Mmmm! Sim! SIM!" ela grita.
"Isso mesmo. Boa garota, porra." digo, martelando a boceta dela enquanto sua bunda balança a cada estocada.
Sinto que também estou começando a ficar perto de gozar, e decido que este é o momento perfeito para isso.
"Vou gozar logo, então que tal você gozar bem gostoso para mim enquanto eu te encho?" pergunto.
"Sim! Qualquer coisa por esse seu pau enorme, porra!" ela diz, a respiração pesada.
Continuo metendo para dentro e para fora dela, sentindo sua boceta me agarrar com força. Olho para baixo e vejo sua bunda incrível balançar, ouvindo-a gemer e gritar meu nome. Conforme me aproximo do clímax, ela grita mais alto do que antes.
"AI, PORRA!" ela grita, os nós dos dedos ficando brancos enquanto agarra um travesseiro.
Sua boceta me agarra ainda mais forte, o que me faz jorrar jato após jato de porra dentro dela, que ela recebe de bom grado e ansiosamente.
Continuo metendo nela enquanto descarrego dentro de sua boceta apertada, só diminuindo quando começo a sentir que me esvaziei completamente dentro dela.
Seu rosto está enterrado no travesseiro, o cabelo uma bagunça, e a pele brilhando e suada. Para mim, este é o momento mais lindo que ela já esteve.
Lentamente, tiro meu pau brilhante de dentro dela, e minha porra logo segue, pingando para fora dela.
"Deus..." digo, admirando meu trabalho.
"Chase..." ela respira.
Ai, garoto. Espero que ela não esteja muito brava comigo por ter sido tão bruto.
"Isso foi... incrível pra caralho..." ela diz, rolando de costas, olhando para o teto. "Tipo... porra..." ela sussurra.
"Então vamos ter o round 2 hoje à noite?" pergunto com arrogância.
"Acho que nem até hoje à noite. Acho que até a hora que a gente voltar da loja!" ela diz.
"Loja?" pergunto.
"Claro! Temos que comprar umas comidas para mantermos a energia!" ela diz. "E, bem, pílula do dia seguinte. Você acabou de me encher com tipo, baldes de porra." ela diz, rindo.
"Acho que precisamos de camisinhas também?" pergunto.
Ela pensa por um instante.
"Que tal pegarmos só a pílula do dia seguinte por enquanto? E depois, talvez eu comece a tomar anticoncepcional. Acho que vou sentir falta demais da sensação do seu pau cru me enchendo para fazer você usar camisinha. Tenho certeza de que você não se importa, certo?" ela pergunta docemente.
"Ah, prefiro muito mais assim." digo, sorrindo.
"Então vamos, garanhão. Temos uma pílula do dia seguinte para comprar." ela brinca, levantando-se com as pernas trêmulas.