Anna Sucumbe ao Pau do Vizinho
Eu estava olhando para ela, observando enquanto ela tirava o short, expondo lentamente sua bunda linda. Suas partes íntimas estavam escondidas por um biquíni comportado. A blusa já estava na pilha de roupas ao lado, e seus peitos grandes estavam bem presos pelo top elástico. Eu estava relaxando ao lado dela na cadeira do pátio, tomando uma margarita à beira da piscina.
Minha esposa, Anna, é um belo exemplar de mulher. Ela tem cabelos escuros e fluidos, olhos cinza-esverdeados e um rosto feminino e suave. O corpo é curvilíneo, como uma pin-up clássica dos anos 50. Tem seios grandes e naturais, uma barriga firme e uma bunda rechonchuda que eu desejo todos os dias. A visão de seus peitos e bunda lindos balançando pela casa nunca deixa de me excitar.
Apesar de transbordar sexualidade física, minha esposa é bem tímida por natureza. A índole reservada de Anna é produto de seu desenvolvimento. Ela só floresceu fisicamente na faculdade. Já me contou muitas histórias sobre seus anos de patinho feio, que aparentemente duraram quase todo o ensino fundamental e médio. Olhando para ela agora, porém, parece impossível que ela tenha passado por essa fase. Anna é uma autêntica sex symbol, e recebe olhares cheios de desejo em quase todos os lugares que vai. Isso, na verdade, passou a me frustrar. Sou casado com uma mulher tão bonita, e ainda assim ela se recusa a reconhecer o quanto é atraente.
Meu nome é Timothy Wilson. Anna e eu temos vinte e poucos anos. Trabalho no mercado financeiro em uma corretora no centro, e Anna leciona em uma escola primária local. Nos conhecemos no último ano da faculdade e nos apaixonamos rapidamente. Nossa cerimônia de casamento aconteceu apenas algumas semanas depois da formatura. As coisas foram difíceis no começo, mas por sorte havíamos acabado de comprar nossa primeira casa em um bairro em ascensão nos arredores de Denver. A casa em si era pequena, mas recém-construída, e mesmo que as outras casas do bairro tivessem plantas similares e padronizadas, ainda tínhamos orgulho dela.
Um respingo de água me tirou do devaneio quando Anna mergulhou na piscina. Ela nadou graciosamente sob a superfície por um tempo, até emergir do outro lado.
Levantei e coloquei a margarita na mesa. Tirei a camiseta rapidamente.
Tenho um porte mediano: 1,75 m de altura e uns 77 kg. Não sou muito musculoso, mas também não sou nenhum palito. Pulei na água com menos graça que minha esposa, causando um respingo e uma risadinha dela em seguida. Nos abraçamos, beijando-nos enquanto nossos rostos molhados se encontravam com carinho.
— Não quero trabalhar amanhã — ela fez beicinho. Seus lábios bonitos pareciam tentadores cobertos pelas delicadas gotas d'água.
Nosso domingo tinha sido adorável até agora, mas a tarde estava chegando ao fim rapidamente.
Eu a beijei de novo. — Eu também não, amor.
— Vamos os dois ligar avisando e tirar um dia para nós.
Sorri com ironia. — Você sabe que amanhã não posso...
Antes que Anna tivesse chance de argumentar, uma voz gritou do outro lado do quintal.
— Ei, olá, vizinhos!
Era Bob Stevens, nosso vizinho. Um senhor mais velho, de cerca de 50 anos. Também é bastante grande, com cerca de 1,90 m de altura e uma estrutura corpulenta. Devia pesar perto de 105 kg, não puro músculo, mas definitivamente em boa forma para um homem da idade dele. Era simpático, aparentemente inofensivo, e viúvo havia dez anos. A esposa morreu de uma doença rara, e — no pouco tempo que o conhecíamos — era claramente difícil para ele falar no assunto. Morava sozinho na casa ao lado, e tínhamos construído uma boa amizade de vizinhança desde que nos mudamos.
Enquanto todas as outras casas do bairro eram separadas por uma cerca física — por algum motivo as nossas eram separadas apenas por uma diferença nítida no corte da grama. Bob havia se aposentado cedo, aparentemente com dinheiro de sobra para isso. Parecia estar sempre trabalhando na própria casa, e a condição do gramado dele era impecável. A transição do nosso quintal para o dele era uma prova disso.
— Ei, Bob, como vai? — respondi. Anna instintivamente se abaixou mais na água, achando que estava mais desnuda do que realmente estava.
Ele se aproximou sorrindo, com uma tesoura de poda na mão, enxugando o suor da testa. Sua silhueta grande interrompeu a luz do sol da tarde.
— Ah, você sabe, Tim, só cuidando dessa bagunça interminável de quintal. — Ele fez uma pausa, olhando para Anna e para mim. — Vocês dois realmente curtem essa piscina. O último casal que morou aqui nunca usava. Parece que toda vez que olho, vocês estão dando um mergulho.
Ele não estava errado. Nós realmente aproveitávamos nosso tempo na água. — Só fazendo valer o dinheiro — respondi, sorrindo. — Aceita uma margarita? Parece que fizemos muito além da conta.
Ele balançou a cabeça. — Odeio incomodar. Já fui rude em vir até aqui interromper.
— Que nada — insisti. — Anna, amor, pega uma para ele, por favor. — Dei um tapinha na bunda dela debaixo d'água.
Ela sorriu, corando levemente. — Claro.
Anna subiu lentamente a escada e saiu da piscina, a água escorrendo de seus seios grandes enquanto caminhava. O biquíni era comportado, mas ainda assim era rosa-choque e de duas peças. Bob obviamente não tinha visto tanto do corpo da minha esposa até aquele momento, e não pude evitar uma estranha pontada de orgulho por exibi-la para nosso vizinho mais velho.
Bob foi educado, mas também ficou claro que gostou do que viu. Ele não se acanhava em dar uma ou duas olhadas em Anna desde que nos mudamos — de novo, quase todo homem que entra em contato com ela faz o mesmo. Ele a olhou discretamente de cima a baixo enquanto ela lhe entregava a bebida. — Aqui está — ela ofereceu, docemente.
— Muito obrigado, senhora. — Bob tentou evitar encarar boquiaberto enquanto aceitava a bebida com gratidão.
Anna voltou para a piscina comigo, e Bob conseguiu um lugar em uma das espreguiçadeiras do deque. Bebemos e conversamos por mais um tempo, mas Bob acabou se despedindo, e logo nos arrumamos e entramos para o resto do dia.
Mais tarde, naquela noite, Anna e eu estávamos fazendo amor. Eu a penetrava de quatro, observando como sua bunda suculenta engolia meus quinze centímetros. Ela gemia baixinho enquanto me recebia. Minha mente voltou àquela tarde, e soltei uma risada por dentro, imaginando o que Bob pensaria se a visse agora.
O mesmo pensamento causou um breve momento de pânico, e me virei depressa para a direita. Queria ter certeza de que a cortina do nosso quarto estava fechada. Nosso único porém na compra da casa era a janela ampla do quarto principal, que dava para um pequeno pátio lateral e então... para a janela do quarto principal do Bob. As casas eram espelhadas e praticamente coladas uma na outra. Parecia um design estranho, e em poucas semanas já tínhamos trocado alguns acenos constrangedores com Bob — que aparentemente não se importava com a própria privacidade. A proximidade era um problema além da visibilidade. Eu tinha certeza de que, se Anna gemesse alto demais, ele facilmente conseguiria ouvi-la.
Afastei o pensamento da mente e continuei a possuir minha esposa. Meu orgasmo me pegou de surpresa, e jorrei, despejando minha porra dentro daquela boceta acolhedora. Anna soltou um gemido leve quando gozei dentro dela. Muitas vezes eu conseguia levá-la ao orgasmo durante o sexo, mas, infelizmente, naquela noite não estava com essa energia.
Depois do banho, deitamos juntos na cama nos preparando para dormir. A lembrança da tarde voltou à minha mente, e num momento de inquietação deixei escapar: — Você percebeu o Bob te secando hoje?
Anna suspirou. — Você sempre acha que as pessoas estão me secando.
— É porque estão — ri. — Especialmente nosso vizinho ali.
Eu a vi corar. — Acho... que um pouco.
Continuei: — O coitado provavelmente não vê muita ação. Acho que não dá para culpá-lo por olhar.
Anna me deu um tapa de brincadeira no ombro. — Pervertido — disse, em tom de piada.
Algumas semanas se passaram e não se falou mais das olhadelas do Bob. Tínhamos esbarrado nele algumas vezes, e em todas elas ele foi simpático e acolhedor. Até se ofereceu para me ajudar a pavimentar nossa entrada nas próximas semanas, o que aceitei.
As coisas tomaram um rumo estranho e erótico quando Bob sem querer viu Anna de relance, numa posição comprometedora.
Minha esposa tem seios incríveis. São tamanho DD, naturais, saltitantes, sem um pingo de flacidez. Pertenceriam a uma estrela pornô ou a uma beleza exótica — não a uma dona de casa.
Eu tomava café da manhã numa manhã de dia de semana quando, de repente, ela desceu correndo a escada, aos gritos. Estava com o rosto vermelho e furiosa. — Tim! Por que você deixou as cortinas abertas?! As toalhas estão na secadora e eu saí do banheiro pelada!
Não entendi de imediato por que ela estava tão furiosa. — Tá... e...?
— O Bob estava bem ali! Ficou me encarando!
Quase engasguei com a torrada, tossindo uma resposta: — Putz. Abri para ver o tempo. Vou buscar aquele cliente no aeroporto hoje. Desculpe, amor.
Ela não se convenceu, ainda gritando: — Bem, espero que esteja feliz! Nosso vizinho acaba de dar uma boa olhada na sua esposa pelada!
Não consegui evitar e ri. Era o inofensivo Bob, e parte de mim estava empolgada por minha esposa ter, sem querer, provocado o velho com seus dotes. — Qual é o problema? Tenho certeza de que você fez o dia dele, diabos, deve ter feito o ano dele! O Bob é inofensivo!
Ela pareceu horrorizada. — Que bom que isso não é um problema para você! Você é inacreditável! — Ela saiu furiosa, voltando para o andar de cima.
Quando eu estava saindo para o trabalho, encontrei Bob, com o rosto vermelho, parado ao lado do meu carro.
Ele estava gaguejando: — O-Oi, Tim. Olha, sinto muito mesmo, eu só olhei de relance e... ouvi ela gritar, e...
Eu o interrompi, rindo com resignação: — Bob, olha — foi um acidente. Não é nada de mais.
Ele soltou um suspiro de alívio perceptível, provavelmente sem ideia de como eu reagiria à situação. Continuei: — Nada que você já não tenha visto antes. — E lhe dei um tapinha nas costas.
Ele riu, coçando a nuca de constrangimento. — Nossa, Tim, obrigado... Espero que não se importe de eu dizer, mas você é um homem de muita sorte. — Ele corou ao falar, talvez pensando que estava cavando um buraco mais fundo para si mesmo.
O comentário me pegou de surpresa, mas também, inexplicavelmente, me excitou. Havia algo de excitante em ouvi-lo admitir que a achava atraente, especialmente depois de tê-la visto nua. Quer dizer, uma coisa era suspeitar, outra completamente diferente era ouvir.
Respondi, com um sorriso maroto: — Obrigado. Eu sei.
Se fosse qualquer outra pessoa, o comentário talvez tivesse me irritado. Mas, por algum motivo, vindo da boca do Bob, aceitei numa boa.
Cheguei em casa antes de Anna naquela noite e preparei um jantar surpresa para ela, como uma espécie de desculpa improvisada. Eu não estava realmente arrependido, estava mais entretido e, se tanto, estranhamente orgulhoso.
Ela entrou pela porta da frente com cara de cansada, mas linda como sempre. A princípio evitou falar comigo, mas sua barreira acabou cedendo.
— Desculpe eu ter gritado tanto mais cedo. Sei que foi um acidente — ela admitiu. — Eu só... me senti nua.
Eu ri. — Bem... você estava.
Comemos em silêncio por um minuto, e eu lhe disse: — Vi o Bob quando saí para o trabalho hoje de manhã.
Ela imediatamente corou. — Meu Deus. Não sei como vou conseguir olhar para ele de novo.
— Não é nada de mais, amor, qual é. — Tentei minimizar a coisa toda. Fiz uma pausa e continuei. — Ele na verdade me disse que sou um homem de muita sorte. — Olhei para ela ao dizer isso, curioso por sua reação.
Ela engasgou. — Não disse!
Balancei a cabeça. — Disse. Ele falou que você tem um corpo inacreditavelmente lindo, e que deveria ter muito orgulho dele. — Acrescentei a última parte. Era uma mentira branca, mas também completamente verdadeira, mesmo que ele não tivesse dito exatamente daquele jeito.
— O que você respondeu?! — Ela quase gritou a pergunta para mim.
Sorri. — Eu disse que sei, que sou um homem de muita sorte.
Ela corou, mas dessa vez não era puramente de constrangimento. Havia uma expressão no rosto dela. Era a primeira vez em anos que ela ouvia outro homem elogiar abertamente seu corpo nu, um homem que não fosse eu. Havia um lampejo de excitação presente em seu tom de vermelho.
Minutos depois estávamos nus na cama, fodendo como animais. A boceta dela estava tão molhada quanto eu já sentira em muito tempo, e eu estava duríssimo. Não pude deixar de sondar a razão. Segurei seus peitos enormes enquanto ela cavalgava por cima, incitando-a com minhas perguntas: — Caralho, amor, você está molhada pra cacete.
Ela gemeu, arqueando a cabeça para trás e agarrando meus ombros.
Não resisti e a provoquei: — Talvez devêssemos deixar o Bob ver seus peitos todo dia.
Ela deu um tapa no meu peito. — Para com isso. — O tom era sério, mas ela não falava a sério; rangeu os dentes e gemeu em meio às palavras.
— O quê? Tenho certeza de que ele adoraria dar outra olhada nessas coisas lindas. — Apertei-os de novo, beliscando seus mamilos, uma sensação que ela adorava.
Ela gemeu alto, rebolando em mim. A boceta jorrou quando ela se apertou ao redor do meu pau, gozando.
O gemido dela foi alto o bastante para acordar a vizinhança, e provocou meu próprio orgasmo, que explodiu quando gozei dentro dela. Minutos depois, nós dois lentamente caímos no sono, sem mais menção ao assunto.
Alguns dias se passaram e o fim de semana se aproximava. Acordei tarde no sábado e estava sonolento colocando cereal na tigela quando olhei pela janela. Para minha surpresa, vi Anna e Bob conversando. Minha esposa parecia estar plantando ervas no nosso jardim, e Bob parecia ajudá-la. Ela estava vestida com recato, mas algo se agitou dentro de mim ao vê-los interagindo. Bob a tinha visto completamente nua apenas dias antes, e ali estavam eles, casualmente discutindo botânica.
Anna finalmente entrou, com um leve brilho de suor matinal reluzindo na pele.
Não perdi tempo: — Achei que você nunca mais fosse conseguir falar com ele. — Falei com sarcasmo total.
Ela corou.
Provoquei: — E então? Foi constrangedor?
— Sim! No começo. — Ela parecia nervosa por estar falando nisso.
— O que ele disse?
Ela se remexeu enquanto falava, o rubor não deixando seu rosto: — Nada, sei lá. Ele só veio até aqui e se ofereceu para me ajudar com as plantas...
Ela foi até o armário, pegou um copo e água. Claramente se sentindo sem jeito. Continuou.
— Ele se desculpou, mas eu disse que a culpa foi minha. — Ela corou mais. — Ele brincou dizendo que, se pudesse acordar com aquilo toda manhã, finalmente conseguiria largar o café.
Não pude deixar de rir. — Viu! Nada com que se preocupar. O que você disse para isso?
— N-Nada, acho que só ri, não sei. Foi o fim da conversa.
Ficamos em silêncio por um instante, e ela continuou: — Sabe, estou surpresa que você não esteja com mais ciúmes disso.
Suspirei: — Amor, é o Bob. Ele não é um babaca, não tem segundas intenções. É nosso vizinho mais velho e inofensivo. — Provocando-a mais: — E a culpa não é minha se você decidiu fazer um flash para ele.
Ela desmascarou meu blefe: — Sabe o que eu acho!... Acho que você gosta disso. Acho que gosta que eu tenha feito um flash!
Fui pego de surpresa, mas só por um momento: — Só me divirto vendo você irritada, só isso. — Pensei bem no próximo comentário, mas o disse assim mesmo: — Sabe o que eu acho? Acho que uma parte de você gostou de provocá-lo.
— Tim!
— Ah, para, Anna, não é nada de mais. Há anos venho dizendo para você mostrar mais o corpo. Você é uma mulher linda. Fico até meio feliz que você finalmente tenha sido flagrada.
— Você é inacreditável! Não acredito que me casei com um tarado desses.
Eu ri, segurando-a pela cintura e puxando-a para o meu colo: — Para de ser dramática e me dá um beijo. — Ela correspondeu, e não pude deixar de notar que ela não negou.
Mais uma semana se passou sem incidentes, e logo nos vimos desfrutando de outro domingo preguiçoso. Anna e eu tínhamos saído com alguns amigos para um brunch cedo, e cada um de nós aproveitou um mimo a mais.
Estávamos de volta em casa, animados, bastante alegres, nos pegando no sofá.
Anna choramingou: — Quero entrar na piscina.
— Então vamos entrar na piscina — respondi.
Ela riu e subiu pulando a escada para se trocar, voltando com seu biquíni rosa.
— Não tão rápido — falei, o álcool falando mais alto, e continuei. — Você nunca usa o biquíni que te comprei na nossa viagem a Cabo. A coisa foi cara e nunca é usado.
O rosto dela ficou vermelho, mas ela não disse nada. Nos encaramos por um momento, e ela lentamente se virou e subiu as escadas.
Ela voltou para baixo, nervosa. Seus lindos seios estavam mal cobertos por um tecido preto incrivelmente fino, ela girou e sua bunda engoliu completamente o fio dental. Quase parecia que ela não estava usando nada. Estava perfeito.
Ela claramente não concordava. "Não posso sair assim."
"Pode sim, é um biquíni, foram feitos especificamente para as pessoas usarem, do lado de fora."
Se ela já não tivesse bebido alguns drinks, provavelmente nunca teria concordado. Mas eu observei enquanto ela abria a porta de vidro deslizante para sair. Ela correu pelo deque e pulou na piscina com pressa.
Subi para me trocar rapidamente e, quando cheguei ao nosso pátio, notei que Bob havia feito mais uma aparição, e já estava conversando com Anna. A refração da água obviamente fazia um bom trabalho em esconder o quanto de sua pele estava à mostra, mas, ao mesmo tempo, estava bem claro que ela não estava usando muita coisa. Havia um olhar distinto de arrependimento em seu rosto.
Bob me cumprimentou quando me aproximei: "Ei aí, Tim. Eu estava perguntando à Anna se ela queria um dos meus famosos Moscow Mules. Ela mencionou que vocês tinham quebrado o selo do álcool um pouco cedo esta manhã."
Dei uma risada, concordando com a cabeça: "Sabe, Bob. Não quero que você tenha a impressão errada. Não somos bebedores pesados, mas, por algum motivo, ultimamente, aos domingos — a gente surta."
Ele riu: "Domingo de curtição, é como vocês jovens chamam, né? Ouço minha sobrinha dizer isso o tempo todo."
"É, acho que sim." Sorri, jogando a cautela ao vento. "Acho que vou aceitar essa oferta. Anna?"
Ela deu de ombros, sorrindo. "Domingo de curtição." disse ela em concordância.
"Ótimo." Bob parecia entusiasmado por poder compartilhar conosco. "Só preciso de uma ajudinha na cozinha para carregar as bebidas. Você se importa, Tim?"
Não sei o que me fez decidir lançar essa bola curva na mistura, mas eu fiz. "Droga. Sabe, acabei de lembrar que tinha que enviar um documento rápido para um cliente. Amor, por que você não ajuda o Bob? Já volto."
Evitei olhar diretamente para Anna, mas pude ver seu olhar mortal pelo canto do olho. Sem mais uma palavra, voltei para dentro. Rapidamente peguei meu celular e fingi estar digitando, caminhando em direção à janela para ter uma visão. Eu estava sorrindo como um idiota, antecipando.
A janela estava entreaberta e era fácil ouvir lá fora, no pátio. Observei enquanto Anna saía nervosa da água, sua linda bunda totalmente à mostra. Os mamilos de seus peitões quase escapando pelo tecido do top enquanto balançavam. Os olhos de Bob se arregalaram quando ele teve uma visão clara do que ela estava vestindo, mas ele se recompôs com pose. "Bem... Isso sim é um traje lindo." Eu o ouvi dizer.
Anna corou, gaguejando em resposta. Observei enquanto ela se secava rapidamente com uma toalha do deque. "O-Obrigada, Bob. Tim me fez usar."
Eles começaram a atravessar o gramado em direção à porta deslizante de Bob. "Bem, ele certamente tem bom gosto.", eu o vi sorrir após o comentário.
Olhei com uma excitação estranha, observando a bunda da minha esposa balançar de um lado para o outro, aparentemente nua — enquanto ela desaparecia na casa do nosso vizinho.
Tive uma visão da janela da nossa cozinha para a dele. Anna estava se movendo pelo ambiente, ajudando Bob a pegar copos e misturar a vodka. Ela parecia divina. Não conseguia mais ouvir o que era dito, mas Anna e Bob começaram a rir. Eu não conseguia acreditar no que estava vendo, minha esposa seminua estava casualmente passeando pela cozinha do nosso vizinho. Era uma visão tão excitante, e me surpreendeu perceber o quanto eu gostava de testemunhar aquilo.
Não demorou muito, eles saíram da casa dele, e ambos estavam caminhando de volta pelo gramado. Joguei meu celular no sofá e me juntei a eles no pátio.
"Desculpe por isso." Falei para ambos, mas, na verdade — o pedido de desculpas era para Anna. Ela me encarou com fúria, mas notei que de repente ela parecia mais confortável em seu traje. Ela não parecia mais apressada para se cobrir.
"Sem problemas, Tim." Bob disse, colocando a jarra em uma das nossas mesas. "Nunca vou me queixar de uma mulher bonita de biquíni me ajudando."
Anna corou profundamente, e eu ri: "Acho que isso faz sentido." ofereci. Eu estava eufórico por ouvir Bob elogiá-la abertamente, mas aparentemente o comentário dele foi o sinal de Anna para escapar de volta para a água da piscina.
Decidi pressionar: "Dá para acreditar que tive que convencê-la a usar isso?"
Ele respondeu: "Sabe, ela me contou, mas fico feliz que você tenha conseguido. Agora todo mundo sai ganhando."
Os olhos de Anna se arregalaram com a conversa, seu rubor estava carmesim, e acho que ela sentiu a necessidade de falar: "Olá! Estou bem aqui, cavalheiros! Vocês estão me envergonhando!"
Bob respondeu, rindo, e me entregando um copo de sua bebida: "Você não tem absolutamente nada para se envergonhar, Anna, e tenho certeza de que Tim concorda." Bob me deu um sorriso cúmplice.
Assenti enquanto tomava um gole profundo, o álcool da manhã claramente tendo um efeito despreocupado na vibe do nosso quintal. "Caramba, isso é bom." acrescentei.
"Obrigado, senhor. Faço isso há anos." Observei enquanto ele caminhava até a beira da água e ofereceu um copo à minha esposa. Anna tomou um gole rápido e também elogiou o sabor: "Uau. É realmente bom."
Bob assentiu, servindo seu próprio copo. "Cuidado com esses, são saborosos, mas batem forte."
Nós três nos acomodamos no pátio, entrando em um estado de relaxamento induzido pelo álcool. Eu eventualmente me juntei à minha esposa na piscina enquanto Bob se sentou na beira da água. A conversa variou de negócios a esportes, a entretenimento, os coquetéis continuaram fluindo, e de repente nós três estávamos um tanto bêbados.
Anna aparentemente agora havia adotado o traje revelador como se fosse sua segunda pele, entrando e saindo da água sem se importar com o olhar persistente de Bob. Conforme seu estado se tornava mais intoxicado, seus olhares ficavam mais óbvios. Ele definitivamente amava o que via.
Anna havia retornado da casa com uma bandeja de queijo e biscoitos, algo para beliscar. Observei enquanto seu corpo reluzente saltitava até mim, inclinando-se, eu olhei diretamente para seus peitos enormes. Não consegui evitar, e um elogio escapou dos meus lábios: "Caralho, amor. Olha essas coisas."
"Tim! Temos visita!" Anna me repreendeu, sorrindo com uma expressão envergonhada no rosto. Ela se virou para caminhar até Bob.
Bob tinha ouvido o que eu disse, e tinha visto sobre o que eu tinha dito. Ele olhou diretamente para os peitos dela enquanto ela oferecia o prato a ele. Ele falou: "Tenho que concordar com o Tim. Esse top não passa de uma formalidade a essa altura." Ele corou após as palavras escaparem de sua boca, percebendo que o comentário poderia ter sido inapropriado.
Anna reagiu: "Ok, chega! Oficialmente, todo mundo bebeu demais!"
Bob e eu começamos a rir em uníssono, e Anna se juntou a mim na água. Todos nós ficamos em silêncio por um momento, até que Anna decidiu de repente provocar Bob.
"Por que você não se juntou a nós na piscina, Bob, está com medo da água?"
Bob respondeu mastigando, a boca meio cheia de queijo e biscoitos: "Sem roupa de banho, para ser honesto. Na verdade, nem me lembro de ter tido um maiô."
Eu me esgueirei por trás de Anna, agarrando sua cintura. Algumas horas já haviam passado e eu estava ficando intoxicado por seu corpo exposto. Eu a queria, e não me importava. Eu também estava, bêbado, absurdamente, querendo que ela desse outro show para Bob. Sussurrei em seu ouvido por trás: "Seria muito excitante para mim se você largasse o top."
Ela se virou, me encarando. "Tim, o Bob está bem ali. Pare com isso." Eu podia ver que havia alguma excitação em seus olhos, para acompanhar sua intoxicação.
Eu a pressionei: "Qual é, amor. Joga ele fora, e aí eu mando ele embora daqui para a gente se divertir."
Anna me olhou diretamente com tesão nos olhos, sussurrando: "Tudo bem, mas não fique bravo comigo se você se arrepender disso."
Eu olhei, congelado, enquanto ela afundava na água. Ela lentamente desamarrou seu top, e de repente seu fino biquíni preto estava flutuando na água.
Meu pau agitou-se com a visão, e justo quando pensei que ela tinha terminado, eu a vi brincando ainda mais fundo na água. De repente, outro monte de tecido preto emergiu na superfície da água. Minha esposa tinha removido seu fio dental!
Fiquei imediatamente ereto com a visão, e Anna me olhou com um olhar provocante. Ela agarrou seu traje recém-removido, amassando-o na palma da mão. Inexplicavelmente, ela o jogou em Bob.
"Achei uma roupa de banho pra você!" ela provocou.
Eu não conseguia acreditar!
O tecido molhado o atingiu em cheio no peito, assustando-o por um momento.
O rosto de Bob imediatamente revelou o conhecimento de que minha esposa agora estava nua. Ele agarrou o traje, enfiando-o no bolso, brincando. "Lembrancinha!", ele gritou.
O cara era rápido no raciocínio, tinha que dar isso a ele. Anna e eu rimos, mas agora havia um ar de erotismo que permeava o pátio.
Bob rapidamente pegou seu copo vazio, sacudindo-o em reclamação brincalhona, o gelo chacoalhando contra os lados: "Eu realmente precisava de um refil, mas estou tão confortável. Eu odiaria ter que me mexer."
Anna olhou para mim, corando, mas seus olhos estavam semicerrados, o álcool e sua excitação estavam tomando conta dela. Ela deu de ombros para mim como se dissesse: "Você pediu por isso."
Eu assisti com imensa excitação enquanto ela lentamente saía da piscina. Seus seios grandes agora balançando livres, seus lindos mamilos pálidos extremamente duros sob o sol da tarde. O queixo de Bob caiu em resposta. Sua bunda linda escapou da água, e quando ela se virou — era possível vislumbrar seu sexo. Eu nunca tinha ficado tão excitado na minha vida. Eu não conseguia acreditar na mudança em seu comportamento, apenas algumas semanas atrás ela era uma das mulheres mais reservadas e protetoras imagináveis. Agora aqui estava ela passeando pelo nosso pátio completamente nua, nosso vizinho se banqueteando com seu corpo com os olhos. Eu sabia que o álcool era parcialmente culpado, mas também minha insistência constante.
Bob e eu assistimos em um aturdimento pasmo enquanto ela caminhava sensualmente pelo pátio. Ela pegou a jarra de mistura da mesa, e retornou a ele, inclinando-se. Seus peitos grandes balançaram para frente enquanto ela se curvava, pairando sobre o corpo dele. Ela completou a bebida dele, aparentemente intoxicada de excitação: "Aqui está." ela disse, de forma sexy.
Bob não conseguiu se conter. De queixo caído. "Caralho! Esses peitos!" Ele olhou para mim de forma incrédula. Eu apenas sorri de volta, orgulhoso. Ele continuou a olhá-la boquiaberto enquanto ela lentamente retornava para mim na água.
Eu nunca me senti tão orgulhoso dela, tão excitado por ela. Olhei para ele, sorrindo. "Eu sei, Bob. Sou um cara de sorte pra caralho."
Anna me beijou com paixão furiosa, e eu sabia que ela estava inflamada, ela sussurrou para mim: "Amor, estou com tanto tesão."
Ela instintivamente alcançou debaixo d'água, encontrando meu pau ereto e tirando-o da minha sunga. Para meu choque completo, ela me enfiou dentro dela.
Eu estava além de excitado, mas também confuso. Instintivamente comecei a meter nela, içando-a e enrolando suas pernas ao meu redor. Não pensei duas vezes sobre o fato de Bob estar bem ali. Eu a movi contra uma parede da piscina, apoiando-a e expondo seu corpo enquanto a fodia. Ela começou a gemer sem se importar.
Nós dois estávamos perdidos em nossa luxúria, aparentemente despreocupados com nosso vizinho. Nunca tínhamos feito nada remotamente tão ousado. Eu estava perdido em um delírio apaixonado até que Anna me assustou ao gritar de surpresa: "Oh! Oh meu Deus!"
Ela estava olhando para a esquerda, em direção ao lado da piscina, e mais especificamente — para Bob.
Eu olhei de relance, lembrado de sua presença, sentindo minhas primeiras pontadas de arrependimento e vergonha, até que o vi.
Bob estava olhando diretamente para Anna, assistindo enquanto eu fazia amor com minha esposa. Não foi isso que a chocou, no entanto, o que a chocou foi o fato de ele ter se exposto, e estar se masturbando enquanto fazia isso. Mas além disso, estava o fato alarmante de que Bob era massivamente dotado.
O pau dele era enorme, talvez uns vinte e oito centímetros de comprimento e incrivelmente grosso. Sua mão grande estava bombeando em seu membro enquanto ele me observava penetrar Anna. Nós dois notamos seu tamanho imediatamente, e isso nos atordoou igualmente. Bob nos viu olhando para ele, e aparentemente sentiu a necessidade de falar.
"Porra... Desculpe, Tim. Sua esposa realmente mexe comigo e não estou pensando direito. Eu não devia ter tirado esse cara pra fora. Vou me ajeitar." Ele estava corando enquanto começava a tentar enfiar sua carne inchada de volta nos shorts, mas Anna interrompeu.
"Não! Eu... eu não me importo...", ela corou enquanto falava, sem nunca quebrar o contato visual com o pau dele.
Ela se virou, olhando para mim com olhos vidrados. "Me fode, amor." ela sussurrou. Seus peitos estavam transbordando sobre a borda da piscina, agora descansando na superfície lisa dos azulejos.
Quem era essa mulher? E por que eu adorava cada grama do seu ser?
Eu a penetrei novamente, desta vez com agressividade. Eu a comi por trás com vigor e velocidade, ela estava balançando para frente e para trás respondendo às minhas estocadas.
Logo notei que ela estava olhando para Bob, e Bob para ela, e isso só serviu para atiçar ainda mais minha paixão.
Anna estava gemendo alto, comecei a me preocupar que toda a vizinhança a ouvisse. Apesar disso, eu alcancei debaixo d'água e agarrei seus quadris firmemente, e tentei fazê-la gozar.
Bob estava perdido em visão de túnel, e bêbado falou com minha esposa enquanto assistia: "Caramba, Anna, você me deixou duro como uma rocha." Olhei de relance mais uma vez e vi seu membro imenso, incapaz de acreditar que nosso inofensivo vizinho mais velho estava armado com tal calibre. Ele chamou atenção para isso balançando-o enquanto falava com ela. Justo quando pensei que as coisas não poderiam ficar mais excitantes, ela o elogiou: "Isso é um pau bem grande, Bob!"
Além do fato de que eu nunca tinha ouvido minha esposa usar a palavra 'pau' antes, e além do fato de que ela tinha acabado de elogiar o tamanho de outro homem. Eu já tinha passado do ponto de ruptura. Eu explodi, assim como ela, sua boceta se apertando ao redor do meu pau enquanto eu gozava. Ela gemeu alto, e então ouvimos Bob.
"Isso aí, dá uma foda de verdade nela." Suas palavras escaparam por entre dentes cerrados. Nós dois olhamos para vê-lo explodindo, jato após jato de porra explodindo de seu pau, suas bolas maciças se contraindo firmes contra seu tronco enquanto ele gozava. Ele gemeu ao ter seu orgasmo.
Eventualmente, todos nós ficamos imóveis, e o silêncio de repente ocupou o pátio. O absurdo de tudo aquilo me fez explodir em risadas, o que eventualmente foi imitado por Anna, e então por Bob.
"Tudo bem, vizinho, acho que estamos indo para dentro pela noite." Eu disse, exasperado.
Bob, caindo em si, e se escondendo em seus shorts, falou.
"Jesus. Que porra foi essa que aconteceu?"
Anna riu, e eu respondi: "Não faço ideia."
Ele se levantou, envergonhado, e com o rosto vermelho. "Eu pego essas coisas de manhã." Referindo-se à mistura de álcool e copos. Ele se virou para caminhar de volta para sua casa, e parou: "Obrigado a ambos pela hospitalidade de classe mundial." Ele disse, com um sorriso, e desapareceu na esquina.
Minha esposa me olhou com um coquetel de emoções nos olhos, mas tudo que eu pude fazer foi beijá-la, com amor e paixão.
Por algum motivo, Anna e eu não falamos sobre o evento por alguns dias. Ficamos mais quietos que o normal um com o outro, e eu atribuí isso a nós dois precisarmos de um tempo para digerir a experiência. Estava claro que nosso sexo na piscina foi um dos melhores que já tivemos, mas a pergunta era... por quê?
Anna finalmente trouxe o assunto à tona durante o jantar uma noite.
"Você quer falar sobre o outro dia?", ela perguntou, suavemente.
Finigi ignorância. "Sobre o que há para falar? Bebemos uns drinks, e uma mulher incrivelmente bonita fez dois homens se comportarem como idiotas." Fiz uma pausa, sorrindo, "É um conto tão antigo quanto a própria terra."
"Não, não é, Tim. Somos casados, e pessoas casadas não se comportam assim."
"Besteira, Anna. Muitos casais fazem coisas assim. Não há nada de errado com o que aconteceu."
Meu tom foi mais duro do que eu pretendia, e o suavizei com minha próxima pergunta: "Por que você diz isso... Você se arrepende?"
Ela estava brincando com as ervilhas em seu prato enquanto falava: "Não, eu- eu não sei."
Eu tinha que tranquilizá-la, fazê-la entender que estava tudo bem se comportar como ela fez: "Eu nunca a vi tão sexualmente livre, tão excitada, você era como uma mulher completamente diferente."
Isso a fez corar, "...Acho que eu me diverti." ela disse, rindo.
Eu sorri para ela, aliviado por sua resposta: "Não tão divertido quanto Bob se divertiu."
Isso fez seu rubor se aprofundar, e ela riu: "É, que pervertido."
Eu chamei a atenção dela: "Talvez, mas dava para ver que você gostou de provocar ele."
Os nervos dela a traíram, e ela deixou escapar: "... Eu só fiquei surpresa com o tamanho do cacete dele." Quando a frase escapou de sua boca, ela travou, corando de novo. Rapidamente tentou se desculpar, achando que tinha me magoado com o comentário: "Eu... me desculpe..."
Eu não era idiota, sabia que o pau dele a tinha intrigado. "Amor, por favor. Eu sei. Quem diria que aquele velho tarado era pauzudo feito um burro."
Ela corou, e terminamos nossa refeição devagar.
Quando eu estava comendo ela na cama mais tarde naquela noite, mencionei o tamanho do Bob de novo, me recusando a deixar ela escapar sem admitir a verdade. De certa forma, me fascinava ouvi-la falar sobre a masculinidade do nosso vizinho.
"Não se sinta mal por ter visto o pau dele, querida, dava para ver que você gostou."
Ela cerrou os dentes enquanto eu a castigava por trás, surpresa com meu comentário: "O quê? Não... eu..."
Dei um tapa na bunda dela: "Por favor, Anna, você ficou olhando para o pau dele o tempo todo enquanto eu te comia."
Ela gemeu: "Não... eu... é que eu nunca... Ai!... eu nunca tinha visto um tão grande."
Eu me inclinei e beijei as costas dela, ainda bombando: "Eu sei que você nunca viu, e você gostou."
Ela gemeu alto dessa vez, e eu implorei que ela me contasse: "Apenas admita!"
Ela soltou um gemido: "Ahhh!" e cerrou os dentes: "Tudo bem! Seu tarado! Eu gostei... Ai! Era grande... e másculo, e me excitou!"
Nós dois explodimos em um orgasmo mútuo, desabando um sobre o outro.
Mais alguns dias se passaram e percebi que não tínhamos visto o Bob desde aquela tarde fatídica. Finalmente, esbarramos um no outro no jardim da frente quando eu estava saindo para o trabalho.
Ele estava meio sem jeito no começo, espelhando nossa última conversa na entrada de carros.
Coçando a cabeça enquanto eu me aproximava, ele começou, nervoso: "Deus, não quero que essas conversas virem rotina, Tim. É que não tenho certeza se me comportei de forma apropriada outro dia."
"Você se comportou como nós, Bob, não precisa se preocupar. Nós todos bebemos bastante." Fiz uma pausa, decidindo admitir a próxima parte: "Além disso, venho tentando fazer a Anna se soltar há anos, fico feliz que finalmente esteja funcionando."
Ele pareceu aliviado mais uma vez: "Essa sua esposa, não preciso nem te dizer. Ela é demais." Ele fez uma pausa: "Se todo domingo fosse assim, eu morreria feliz."
Eu ri: "Você e eu." Abri a porta do carro: "Vou fazer questão de avisar na próxima vez que tivermos um dia de piscina." Ri, me sentindo estranhamente livre com o comentário.
"Muito obrigado." Bob disse, sorrindo. Enquanto dirigia para o escritório, não pude evitar balançar a cabeça, achando graça de como as coisas tinham ficado estranhas e excitantes.
Ao acordar na manhã seguinte, abri as cortinas do quarto e vi Bob de novo, sem camisa e andando pelo quarto dele. Seu torso era grosso, musculoso e um tanto peludo. Ele me notou e deu um aceno bobo, que eu retribuí.
Fui para o banheiro bem quando Anna estava saindo do banho. Seu corpo lindo imediatamente começou a me excitar, e logo tive uma ideia.
"Seu admirador está ali, esperando por você." Eu disse casualmente.
Era muito cedo, e ela não entendeu de imediato: "Hã?" respondeu, bocejando.
"Bob está esperando por você." Eu disse com um sorriso malicioso.
Ela corou, sorrindo de lado: "O que você quer dizer?"
"Acenei bom dia para ele, está no quarto dele."
"Tarado." Ela sorriu marota, mas saiu pelada assim mesmo.
Seu rosto estava vermelho, sem álcool no organismo para lhe dar coragem, mas mesmo assim ela o mostrou o corpo voluntariamente. Eu a vi acenar, seus seios enormes balançando enquanto fazia isso. Ela deu um sorriso largo e fez uma reverência provocante.
"Pronto, já chega. É muito cedo para isso." Ela disse, e se moveu para fechar a cortina. Justo quando estava prestes a corrê-las, parou: "Ah." Foi tudo o que a ouvi dizer. Foi dito baixinho, com um tom sexual.
Eu estava escovando os dentes, observando-a de dentro da porta do banheiro. Não tinha visão da janela, nem do Bob. Ela se sentou devagar na beirada da cama, olhando para ele.
"Bem, Tim." Ela disse. "Nosso vizinho está mostrando o pedação de carne dele para sua esposa de novo." Ela riu, de forma absurda. Quase deixei cair a escova e falei com a boca cheia de pasta de dente: "Você está brincando."
"Não... com certeza não. Ele está pelado e batendo uma punheta com o pauzão dele para mim." Ela fez uma pausa, mordendo o lábio. "Deus... aquela coisa é enorme." As últimas palavras escaparam de sua boca com uma rouquidão. Fiquei olhando enquanto ela instintivamente abriu as pernas, expondo sua boceta só para ele pela primeira vez.
Fiquei incrivelmente excitado, precisava tê-la naquele instante. "Pronto, Anna, fecha essa maldita persiana!" Comecei a tirar as calças enquanto dizia.
Ela olhou na minha direção, com uma resposta sarcástica e amuada: "Aah, preciso mesmo?" Foi dito em tom de brincadeira, mas me excitou além da conta.
"Fecha!"
Ela sorriu, levantando. Eu a vi dar tchau para o Bob, apontando para o pulso como se indicasse que estava atrasada para o trabalho.
Assim que ela as fechou, eu a ataquei.
Transamos três vezes naquela manhã, e nenhum de nós foi trabalhar.
Mais umas duas semanas se passaram sem muito desenvolvimento, até que algo incrivelmente safado e incrivelmente erótico mudou as coisas drasticamente.
Anna e eu tínhamos acabado de comer um jantar adorável, acompanhado de algumas taças de Cabernet. Estávamos largados no sofá quando meu telefone tocou, era Bob. Achei estranho, porque ele só tinha me ligado algumas poucas vezes nos meses em que o conhecíamos.
"Vizinho." Atendi, dando um gole de vinho.
"Timothy." Ele respondeu, em tom de brincadeira.
"Como posso ajudar?" eu disse.
Na superfície, sua voz estava calma e deliberada, mas havia um tom de nervosismo escondido em suas palavras: "Ei, cara, acho que estou meio que estragando essa caçarola que estou fazendo, e preciso levar para uma festa de um amigo amanhã. Será que tem alguma chance de eu pegar a Anna emprestada por um tempo?"
Me endireitei, subitamente alerta. Não sabia como reagir ao pedido - foi completamente inesperado. Levantei e andei devagar até o outro cômodo: "Eu... hã. Claro. Não vejo por que não. Deixa eu ver se ela está disponível."
Fiz uma pausa, continuando, minhas palavras cuidadosas: "Você só precisa de ajuda com a caçarola?" Queria que ele fosse claro comigo.
"Bem, claro, ah. Também queria devolver o biquíni para ela."
Eu tinha esquecido que ele ainda estava com ele. "Ah. Bem, isso com certeza vai fazê-la corar. Acho que ela esqueceu que você estava com ele." Ri, meio sem jeito.
"Ótimo! Ela merece um pouco de vergonha. Provocar um velho assim." Ele riu.
Não sei por que disse o que disse a seguir, mas disse: "É, que audácia dessa mulher. Você provavelmente deveria dar uma lição nela, Bob." Disse meio de brincadeira, mas as palavras pairaram no ar pesadamente.
Bob respondeu, aparentemente insinuando algo: "Sabe, Tim. Essa é uma ótima ideia. Vou dar um gostinho do próprio remédio para essa sua esposa."
Meu rosto ficou rubro, e fui tomado por uma excitação estranha e confusa, mas respondi: "Tudo bem. Vou mandar ela para lá."
"Bom homem." Ele respondeu, desligando o telefone.
Voltei devagar para a sala, tentando despir a expressão de excitação do rosto. Anna estava me esperando.
"Quem era?"
Agi com indiferença: "Bob, ele precisa da sua ajuda com uma caçarola."
O rosto dela ficou vermelho quase imediatamente. Tinha certeza de que ela também suspeitava de uma motivação oculta. "O quê... agora?"
Assenti: "Sim. Ele precisa para uma festa que vai amanhã, disse que está estragando tudo - precisa de um toque feminino." Tentei agir com naturalidade, como se o pedido fosse completamente normal.
De repente percebi que ela já estava vestida para dormir, usando uma camisola transparente que seus peitos adoravam balançar. Não era exatamente lingerie erótica, mas também não era algo que se usaria em outro lugar que não fosse em sua própria casa.
O olhar no rosto dela era de excitação e confusão. "Eu... acho que posso ajudar. Vou me trocar rapidinho."
"Não." Eu disse, "Você só vai um minuto." Lancei a ela um olhar sugestivo.
Ela ficou de pé, corando. "Eu... eu não sei, Tim. Isso não é apropriado", disse, apontando para a roupa.
"Sério? Essa é a maior quantidade de roupa que você usou perto dele desde que nos mudamos." Disse de brincadeira, mas meu pau já estava se agitando com a ideia de ela indo lá com seu tecido de seda.
Ela sorriu: "Tudo bem, amor. Se você diz." Ela andou devagar até os fundos e abriu a porta de forma provocante, me dando uma última olhada enquanto saía para fora - um sorriso maroto no rosto. "Vou lá ajudar com a caçarola." Ela disse quase como se soubesse que não era só isso que a esperava na casa do Bob.
Eu amava essa mulher. Observei em câmera lenta enquanto ela atravessava o jardim, se aproximando da casa dele.
Meu coração deu um pulo quando vi Bob; ele abriu a porta dos fundos, sem camisa e cheio de presença. Ele usava nada além de um par de shorts, ao que parecia.
Eles sorriram um para o outro, Anna corou, e ele a colocou com o braço em volta da cintura, conduzindo-a para dentro. De repente, ela sumiu da minha vista.
Procurei desesperadamente uma visão para dentro da cozinha dele, mas as persianas estavam fechadas. A luz de dentro mal vazava pelas bordas da janela.
Meu coração de repente começou a bater mais rápido, mas me forcei a sentar no sofá e esperar. Dez minutos se passaram, depois vinte. Toda a televisão do mundo não conseguiria fazer minha mente desviar o foco. Em um momento de medo, corri para o andar de cima e dei uma olhada apavorada no quarto dele: escuridão, cortinas abertas. Suponho que eles estavam mesmo na cozinha.
Mais dez minutos se passaram, e comecei a andar de um lado para o outro na sala. Depois de quase 45 minutos, minha mente pregou uma peça em mim. Saí pela porta dos fundos, andando devagar pelo jardim - tentando dar uma olhada na cozinha dele. A luz estava acesa e parecia haver algumas panelas no fogão, mas não havia sinal de Bob ou de minha esposa.
Finalmente decidi me esgueirar pelo jardim lateral, chegando por fim na janela da sala de estar dele. Havia uma fresta fortuita na cortina - ou assim pensei.
O que vi me abalou profundamente, mas também quase me fez desmaiar de excitação. Bob e Anna estavam sentados no sofá dele. A primeira coisa que notei foi que a camisola da minha esposa estava puxada até a cintura - seus lindos peitos grandes expostos. As mãozonas de Bob estavam apalpando-os, massageando-os, beliscando seus mamilos. Eu conseguia ouvir os gemidos fracos da minha esposa através do vidro enquanto ela inclinava a cabeça para trás de prazer. Em um horror, percebi que os shorts de Bob estavam nos tornozelos, e seu pau enorme estava exposto e apontando para cima, incrivelmente grande. Quase desabei quando vi a mão delicada de Anna envolta nele. Ela estava masturbando ele, seus dedos massageando devagar para cima e para baixo em seu tronco impressionante. Seu escroto pesado sacudindo para cima e para baixo com as carícias dela. Seus dedos pequenos não tinham como rodear toda a circunferência grossa, mas mesmo assim ela o acariciava com paixão.
Minha boca ficou seca, meus olhos arregalados, meus joelhos fracos - mas antes que eu pudesse sequer reagir, Bob explodiu. Testemunhei suas bolas incrivelmente pesadas se contraírem para cima, pulsando, enquanto um jorro de seu gozo descarregava da cabeça entumecida. Filete após filete de sêmen grosso choveu no colo de ambos, cobrindo a mão de Anna enquanto ela o masturbava até uma conclusão satisfatória.
Bob inclinou a cabeça para trás, claramente em êxtase, gemendo enquanto gozava com o toque da minha esposa. Me abaixei de volta atrás da parede, ouvindo, atordoado. Minha esposa falou, de forma sensual e excitada: "Uau, Bob, você goza tanto."
Bob respondeu: "Obrigado, querida. São essas minhas bolas grandes." Ele fez uma pausa, continuando: "Deus, isso foi bom pra caralho." Ele riu. "Nem te conto o quanto eu queria que a gente fizesse algo assim. Você tem um toque mágico."
A voz de Anna estava nervosa, confusa, excitada: "Não acredito que a gente acabou de fazer isso! Tim vai me matar!"
A voz de Bob de repente se tornou tranquilizadora; espiei para dentro para vê-lo se cobrindo, Anna recolocando a camisola sobre os ombros, os dois de pé: "Tim adora ver você sendo uma garota safada, Anna. Ele vai amar."
Ela andou nervosa para fora da minha linha de visão, indo embora: "Espero que você esteja certo..."
Corri de volta para nossa casa, praticamente mergulhando no sofá da sala, tentando desesperadamente parecer composto.
Logo ouvi a porta de correr se abrindo lentamente, e vi minha esposa desalinhada entrar na sala. Seu cabelo estava bagunçado e sua respiração ofegante. A camisola estava amarrotada, e seu rosto e olhos exibiam uma expressão aterrorizada.
Nunca a tinha achado tão atraente. Levantei, sem dizer nada. Agarei-a pelo braço e a joguei no sofá: "T-Tim. E-espera..."
"Cala a boca." Eu disse, levantando sua camisola e expondo uma boceta encharcada; a virei e me enterrei em seu sexo com uma urgência inacreditável. Nunca a tinha sentido tão molhada, ela estava mais do que ensopada.
"Caramba, Anna. Eu amo demais quando você age como uma putinha." Bati na bunda dela com mais força do que nunca antes.
Ela gemeu alto: "Ai, Deus, Tim! Ai, não! Eu fui má, me desculpe!"
"Você gostou de brincar com o pauzão dele, sua putinha suja?" Agarei seus quadris e a penetrei com fúria.
"Ahhh! Não! Como?" Anna enterrou o rosto nos travesseiros enquanto eu a possuía. Ela estava dominada pela vergonha, confusa com meu conhecimento, mas sua boceta estava vertendo de tão molhada. Ela estava com tanto tesão quanto eu podia me lembrar.
Ela começou a se agitar com força, sua boceta se contraindo violentamente, ela gritou no tecido da almofada do sofá, gozando poderosamente.
A visão do orgasmo dela provocou minha própria erupção, e jorrei minha semente dentro dela, desabando sobre suas costas.
Nós nos desvencilhamos lentamente um do outro, ofegantes, com o rosto vermelho.
Assim que recuperei o fôlego, olhei para ela: "Me conte o que aconteceu. Me conte tudo."
Ela se sentou, se recompondo. Estava nervosa e sem jeito, ainda respirando pesado. "Eu... eu entrei e estávamos na cozinha dele, na maior parte do tempo." Ela estava gaguejando enquanto falava: "E-ele, estava se esfregando em mim muito na cozinha, e eu podia senti-lo. Ele estava excitado." Ela cobriu o rosto de vergonha.
"Tudo bem, bebê, eu quero ouvir. Me conte."
"Ele veio por trás de mim e começou a brincar com meus peitos... Isso... meio que me deixou excitada, e eu estava com vergonha demais para mandar ele parar."
Eu não podia acreditar. "Ele disse alguma coisa?"
"Ele, hã... hum, ele só disse que ama meus peitos, e que não se cansa deles..." Ela fez uma pausa, claramente excitada com a lembrança.
"Quando terminei com a comida, tampei a panela e deixei cozinhando por alguns minutos. Me virei, mas antes que eu pudesse tentar sair, ele me puxou para a sala e me sentou no sofá."
Ela estava corando profundamente, se mexendo inquieta no lugar enquanto explicava: "E-ele continuou brincando com meus peitos, e eu só fiquei ali, paralisada. Ele parou por um segundo e rapidamente abaixou os shorts, e o cacete dele saltou para fora."
Eu, inexplicavelmente, comecei a ficar duro de novo - pendurado em cada palavra dela.
Seu rubor era profundo, seus olhos evitando os meus: "Ele me perguntou se eu gostava."
Minha garganta ficou seca de repente: "Continue, Anna. O que você disse?"
"...Eu... eu disse a ele que amava como ele é grande." Ela fez uma pausa e corou ainda mais. "Ele agarrou minha mão e lentamente a levou até ele, não sei o que deu em mim, mas eu simplesmente... não sei!"
Engasguei: "Tudo bem, bebê... o que mais aconteceu?"
Ela mordeu o lábio: "Ele me disse para brincar com o porco grande dele, e para fazê-lo gozar..." Ela fez uma pausa e respirou fundo: "Então eu fiz."
"Puta merda." Respondi, sem fôlego.
"Ai, amor, o que estamos fazendo?! Isso é loucura!" Ela gritou, enterrando o rosto nas mãos em confusão. Respondi abrindo suas pernas, expondo seu sexo inflamado. A empurrei gentilmente de volta no sofá e alinhei minha masculinidade em suas dobras: "Você finalmente está sendo uma garota safada, e eu estou amando cada segundo disso!" Disse, enquanto enfiava meus quinze centímetros dentro dela.
Mais alguns dias se passaram, e cheguei em casa tarde. Entrei em casa, mas Anna não estava em lugar nenhum, apesar de o carro dela estar na entrada da frente.
Mandei uma mensagem para ela: "Onde você está?"
Alguns segundos se passaram, e recebi uma resposta: "Sendo safada", ela fechou a mensagem com um emoticon de piscadinha sorridente.
Minha pressão arterial disparou imediatamente; tentei olhar para a casa do Bob, mas não consegui distinguir muita coisa.
"O que você está fazendo?" respondi.
Andei de um lado para o outro pela sala, um minuto se passou, e então recebi uma mensagem.
Era um pequeno vídeo de celular, mais excitante do que qualquer pornô. Minha esposa estava beijando o membro enorme de Bob de cima a baixo, envolvendo os lábios em volta do pau dele e enfiando o máximo de carne que conseguia na boca. A mão pequena dela massageava as bolas pesadas dele enquanto ela o chupava. Os sons de sucção dela me levaram ao limite, e instintivamente desabei no sofá, me expondo. Minha esposa estava usando a boca no membro do nosso vizinho.
Ouvi Bob na gravação: "Mmm. Isso, porra. Chupa esse pauzão."
Parecia que Bob estava segurando o celular dela na frente deles, mas a única visão que eu tinha era do pau grande dele, e do rosto, dos lábios e da língua da minha esposa proporcionando prazer a ele.
Ela parou por um momento, olhando para a câmera, e sorrindo maliciosamente. Começou então a plantar beijos molhados ao longo do imenso membro dele.
"Caralho. Isso, Anna. Mostra pra ele o quanto você ama esse caralho enorme."
Ouvi uma risadinha, e então o vídeo parou.
Eu o repeti imediatamente, e só aguentei alguns segundos da segunda vez antes de explodir, gozando no meu colo.
"Preciso te ver." Mandei mensagem para ela urgentemente, delirante. Alguns instantes e depois uma resposta: "Já volto, vou fazer ele gozar."
Eu gemi, recostando no sofá, uma onda bizarra de relaxamento me invadiu, quase como se eu caísse em um transe momentâneo. Quando estava prestes a pegar no sono, a porta de correr se abriu. Anna entrou, descabelada, mas não estava com roupas provocantes dessa vez. Na verdade, ainda estava com o mesmo vestido que usou para trabalhar, mas o batom estava borrado.
Ela olhou para baixo e viu meu pau exposto, e a bagunça que eu fiz.
"Então... acho que você gostou do vídeo?"
Olhei para ela, mas só consegui fazer um aceno com a cabeça.
Ela sorriu, rindo de novo: "Preciso escovar os dentes, amor, ele gozou muito." Observei a bunda linda dela subindo as escadas.
Eu tinha a sensação de que ia acontecer, e no domingo seguinte, inevitavelmente aconteceu. Minha esposa estava brincando nua pela nossa piscina, assim como nosso vizinho. Eles entravam e saíam da água, se beijando, se acariciando. O pau enorme de Bob estava totalmente exposto enquanto ele saltitava pelo pátio. Minha esposa o cobria de elogios brincalhões a tarde toda. De vez em quando ela vinha e se sentava comigo enquanto eu ficava deitado em uma das cadeiras da piscina, flertando comigo num estado de relaxamento erótico e meio alta. Todos nós estávamos bebendo, os famosos Moscow Mules do Bob estavam fluindo intensamente. Foi uma tarde incrivelmente bizarra, mas fiquei ereto quase o tempo todo, especialmente quando notei os dois se tocando discretamente sob a superfície da água. Foi uma tarde surreal, para dizer o mínimo. Tínhamos começado tarde naquele domingo, e quando percebi, o anoitecer se aproximava.
De repente, acordei, era noite. Balancei a cabeça, olhando pelo pátio e não vendo ninguém. Levantei, grogue, o álcool ainda persistindo no meu sistema. Primeiro ouvi silêncio, mas isso foi rapidamente interrompido por um gemido distante. Estava abafado, mas eu tinha a terrível certeza de que era minha esposa. Entrei em pânico, sem saber de onde vinha. Corri para dentro de casa, procurando por ela. Ela não estava na sala. Subi as escadas correndo para o nosso quarto. Ela também não estava lá, por que estaria? Fiquei parado por um momento, pensando, e quando estava me virando para sair, eu os vi.
Estava escuro em nosso quarto, mas a luz vinda do quarto de Bob estava sempre presente. Ambos estavam nus, minha esposa na cama dele, escarrapachada de quatro. Sua cabeça estava jogada para trás enquanto gemia de prazer. Seus seios grandes balançavam para frente e para trás enquanto Bob fodia a buceta dela por trás. As estocadas dele eram poderosas, e suas mãos grandes agarravam com firmeza a cintura delicada dela enquanto ele penetrava o sexo dela. Havia um brilho claro de suor em ambos, quase como se eles estivessem acasalando por horas.
Desabei na beirada da nossa cama, sem ar num instante. O coquetel de emoções girando no meu corpo era avassalador, mas o que dominava todas elas era excitação. Exibi meu pau, mas ousei não tocar nele, pois estava prestes a explodir mesmo sem provocação física.
Nunca a tinha visto assim, nunca a ouvido assim, mesmo através de dois painéis de vidro seus gemidos eram incríveis. Seus dedos agarravam os lençóis da cama dele enquanto ele martelava o sexo dela, ela gritava enquanto ele enfiava e tirava sua buceta com seu pau enorme. Soube num instante que ele estava alcançando áreas de sua feminilidade onde eu nunca estive. Soube que ele estava fazendo as terminações nervosas vaginais liberadoras de prazer dela dispararem de maneiras que eu nunca fiz.
De repente percebi que meu queixo estava caído. Olhei horrorizado quando Bob a envolveu, agarrando seus seios, puxando-a para cima contra ele enquanto a fodia.
"Tá gostando, gata?" Bob disse. Eu mal podia ouvi-los, mas seus lábios forneciam o contexto onde o som falhava.
"Adoro." minha esposa respondeu.
Ele diminuiu o ritmo, saindo de dentro dela e girando-a na cama, deitando-a de costas. A buceta dela parecia inchada, inflamada e encharcada. Seu órgão enorme estava coberto por uma quantidade surreal de creme dela, havia quase uma espuma completa ao longo do membro dele. Nunca tinha visto Anna render tanta essência feminina antes.
Ele se inclinou e beijou seus seios, e depois sua boca, enquanto ajustava seu gigante ao sexo dela novamente, enfiando-se lentamente dentro dela. Observei com fascínio excitado enquanto o grosso membro dele a abria, seus lábios encharcados se esticando e abraçando a carne dele, nunca a soltando. Seus fluidos e sua necessidade faziam a buceta dela se agarrar ao órgão dele. A feminilidade dela ansiava pelo pau grande dele.
Ela ergueu as pernas, gemendo alto, seus pés bonitos se contorcendo no ar enquanto ele a invadia. Observei os dedos delicados dos pés dela se enrolando quando ele começou a bombar dentro dela novamente. Suas bolas grandes começaram a bater contra a traseira branquinha da bunda carnuda dela quando ela o recebia. Seus braços se esticavam enquanto ela agarrava as costas dele, arranhando sua pele enquanto ele a tomava.
Fui sobressaltado de repente pelo meu telefone, tocando alto na escuridão do quarto. De alguma forma, era Anna ligando.
Eu tremi ao atender, dizendo: "Alô?" como um idiota. O telefone nem estava nas mãos dela.
Logo percebi que estava em algum lugar debaixo dos lençóis deles, e a ligação foi acidental. Foi literalmente uma discada de bunda, daquelas com as consequências mais punitivas.
Os sons agora nítidos do acasalamento deles eram dilacerantes. Isso me abalou profundamente enquanto ouvia seus gritos de prazer. Coloquei o telefone no viva-voz, jogando-o para o lado em derrota.
"Me dá esse pauzão, Bobby! Eu adoro essa porra!", seus gemidos eram intoxicantes, surreais.
"Adoro foder essa buceta apertada, gata. Puta merda, você é a coisa mais sexy que existe." Ele grunhia enquanto metia na minha esposa.
Os gemidos de Anna atingiram um tom febril, e seus guinchos estavam dando lugar a algo poderoso surgindo em suas entranhas, um orgasmo se formando da magnitude mais intensa.
"Ai! Ai! Ai, porra! Bob! Você vai me fazer... eu, eu vou... tô gozando!!" Seu gemido foi primal. Observei enquanto suas pernas envolviam as costas inferiores dele, dedos dos pés se enrolando e travando para baixo. Seu corpo explodiu em convulsões enquanto o orgasmo mais poderoso de sua vida a varria.
Bob urrou, juntando-se a ela no clímax sexual: "Porra, Anna, vou gozar nessa buceta casada, gata!" Suas bolas grandes descarregaram, liberando o que devia ser uma carga enorme de sêmen, bem fundo no ventre receptivo da minha esposa.
Eles se abraçaram e se beijaram apaixonadamente, eventualmente rolando e deitando um ao lado do outro. O órgão enorme de Bob agora repousava mole e grande sobre sua coxa. Minha esposa respirava pesadamente, e pensei que podia distinguir sua buceta ainda tremendo do bombardeio que acabara de receber. Ele descansou a mão na barriga dela, rindo, sorrindo abertamente.
"Acho que alarguei um pouco essa buceta casada. Você gostou?"
Ela riu, através da névoa de sua recuperação sexual: "Gostar? Eu nunca soube que podia gozar assim... Acho que nunca vou me cansar desse pauzão." Ela colocou a mão na virilidade dele, acariciando-o suavemente enquanto ele jazia em repouso.
Ele sorriu, inclinando-se e a beijando novamente: "É por isso que somos vizinhos, gata. Vou te foder sem parar, Anna. Agora... " ele fez uma pausa, dando um tapa na bunda dela. "É melhor você voltar para seu marido."
Eu saí do meu torpor, olhando para minha virilha, percebendo de repente que eu tinha gozado em mim mesmo.