Ai, Meu Deus, Mano!
Capítulo 1
"Tem certeza de que quer ir para casa, Tammy?" Brenda olhou para o banco de trás enquanto esperava no sinal vermelho. "Ainda são dez horas, a gente podia passar no Dusk, tem muito cara lá numa sexta à noite."
"Não, acho que já deu para mim," Tammy respondeu. "Tomei uns shots e fumei um baseado gigante com a Jill e a irmã dela, já foi o suficiente."
"Então, se os pais do Mitch não tivessem aparecido de surpresa, você ia parar de festejar?" Donna perguntou do banco do passageiro. "Essa é a sua primeira sexta à noite de folga em três meses, e você disse que não precisa trabalhar até amanhã à noite, né?"
"É, e daí?"
"Você está reclamando há um mês de como precisa dar uma trepada," Brenda lembrou. "Antes da festa acabar, tinha mais de um cara ao seu redor que ficaria feliz em te ajudar, mas você disse que queria vir com a gente."
"Eu não conheço eles."
"Desde quando você é tão careta? Já te vi se soltar e ficar com caras que acabou de conhecer." Brenda olhou para garantir que ninguém tinha encostado ao lado, levou seu bowl de vidro rosa e roxo aos lábios e acionou o isqueiro, acendendo e inalando profundamente.
"Isso foi antes de ela conhecer o Rick e virar uma boa moça," Donna riu enquanto aceitava o bowl e o isqueiro de Brenda. "Seis meses com um pau só, nunca pensei que veria esse dia."
"Ei, eu não sou uma vagabunda, tá," Tammy se defendeu.
A palavra saiu como "vagabunda" e fez as duas amigas rirem, deixando claro que ela não precisava beber mais.
"Eu não disse vagabunda," Brenda falou enquanto virava à direita rumo ao bairro de Tammy. "Mas não finja que nunca abriu as pernas depois de uma festa ou de balada."
"Ainda estou na casa dos dígitos únicos, tá," Tammy disse indignada, mesmo enquanto pegava o bowl e o isqueiro que Donna tinha virado no banco para lhe entregar. "Vinte anos e menos de dez caras me torna material de virgem comparado a metade das garotas da URI."
"Menos de dez desde que começamos a faculdade, qual era a contagem do ensino médio?" Brenda sorriu maliciosamente para ela pelo retrovisor.
"Dígitos únicos," Tammy acendeu o bowl e tragou a fumaça pungente para os pulmões.
"Dígitos únicos mais dígitos únicos é igual a dígitos duplos." Donna riu tão alto que bufou, o que a fez rir ainda mais, e as outras duas garotas a acompanharem.
"Olha como a gente está se divertindo!" Donna disse. "Você está trabalhando e enfiada nos livros há três meses desde que pegou o Rick fodendo aquela tutora vagabunda dele. Vem para a balada, arruma um gostoso." Ela riu. "Pode começar uma nova lista de dígitos únicos, a lista de depois que você foi uma boa mulher por seis meses."
"Você não está me dizendo que não teria subido com alguém." Donna voltou ao tópico original.
"Talvez, mas seria numa casa cheia de gente. Não vou para um lugar que não conheço com um cara que não conheço."
"Você podia pedir para eles te levarem para sua casa, seus pais estão fora até domingo, né?" Brenda mal passava de dez quilômetros por hora, deslizando pela rua de Tammy enquanto tentava convencê-la a ficar com elas.
"Poderia, mas o Jimmy está em casa, e isso seria estranho."
"O Jimmy é estranho," Donna estendeu a mão para o banco de trás, mas Tammy acendeu o bowl mais uma vez antes de devolver.
"Ele não é, ele só é meio nerd e tímido."
"Muito tímido, o garoto ainda é virgem aos 18," Brenda assobiou. "Não é à toa que ele é estranho, com toda aquela tensão nas bolas."
"Talvez você pudesse ajudá-lo com isso," Donna sugeriu. "Ele te olha quando a gente está aí. Você podia fazer um boquete de consolação para ele, quer dizer, quanto tempo levaria?"
"Deixem ele em paz, é um bom garoto." Tammy defendeu o irmão. "Só precisa conhecer a garota certa."
"Manda ele para a Comic Con, tem muita garota nerd lá," Brenda brincou.
"Ei, eu vou para a Comic Con!" Donna exclamou.
"Só para conseguir que os caras te olhem com sua fantasia provocante de Hera Venenosa." Tammy riu.
"E daí?" Donna deu um risinho.
"De qualquer forma, estou no comando este fim de semana, então mesmo que eu desse sorte na festa, ainda estaria em casa até meia-noite. Não vou trazer um cara para casa."
"Porque o Jimmy te deduraria?"
"O Jimmy nunca me dedura, a gente se dá super bem," Tammy explicou.
"Não vai fazer isso porque seria maldade, né?" Donna perguntou. "Ele nunca transou, então se ele visse você trazer alguém ou ouvisse, se sentiria pior?"
"É," Tammy respondeu cautelosa, esperando o comentário sarcástico seguinte.
"Você é uma boa irmã mais velha." Donna a surpreendeu ficando séria. "Meu irmão mais velho é um babaca, me mete em encrenca e a gente briga o tempo todo."
"Sou filha única e tenho orgulho disso." Brenda interveio. "Mas acho fofo você defender o Jimmy, ele é um garoto legal, estou zoando você, não ele."
"Legal o suficiente para dar aquele boquete de consolação?" Donna riu.
"Por que você não faz para praticar, ouvi dizer que você é péssima nisso."
"Seu pai só disse isso para sua mãe não se sentir mal."
Tammy revirou os olhos para a troca espirituosa no banco da frente e piscou para os postes de luz que passavam, que pareciam mais brilhantes do que o normal. Entre a bebida e a fumaça, ela estava bem chapada e, no geral, se sentindo muito bem.
Era uma pena encurtar a noite, mas queria estar em casa para ver como o Jimmy estava, que, se as coisas corressem bem, poderia estar tendo uma grande noite. Como num sinal, Brenda parou em frente à casa de Tammy e apontou para onde apenas o Nissan prateado dela estava na entrada da garagem.
"Ei, cadê o seu irmão numa sexta à noite? Jogando D&D com os outros nerds?"
"E vocês duas falando que são legais." Tammy abriu a porta do carro. "Ele está numa festa."
"Uma festa?" Donna perguntou. "De verdade, tipo com garotas lá?"
"Sim, ele foi convidado por uma garota para quem ele dá aula particular na escola. Estou torcendo para que seja porque ela gosta dele, talvez esta noite ele saia da concha."
"Talvez ela dê para ele!" Brenda bateu palmas. "Vai fundo, Jimmy."
"Não é tudo sobre sexo," Tammy balançou a cabeça. "Só de estar fora e rodeado de pessoas e se divertir já vai ser bom para ele."
"Sexo seria melhor, ou pelo menos um boquete." Donna insistiu.
"Mas não de mim," Brenda acrescentou.
"Boa noite!" Tammy saiu do carro e teve que segurar a porta com a mão direita quando uma tontura repentina a fez ficar zonza.
"Você está bem, festeira?" Donna perguntou. "Quer que eu te acompanhe até dentro?"
"Estou bem," Tammy respirou fundo várias vezes o ar fresco do outono. "Só me levantei rápido demais."
"Última chance, certeza de que não quer vir para a balada? Se o Jimmy estiver fora, você não precisa se preocupar com ele."
"Quase caí saindo do carro, acho que é um motivo para não ir." Tammy disse. "Obrigada mesmo, divirtam-se por mim."
"A gente vai, e você? Vai para a cama?"
"Talvez depois de um tempo sozinha com o vibrador," Tammy suspirou. "Estou com um tesão do caralho, mas não tenho energia para passar duas horas na balada."
"Então acho que a única coisa em você será plástico." Donna riu. "Mas ei, pelo menos você pode desligar quando terminar e não ter que ouvi-los tagarelar sobre como eles acham que foram bons."
"Ver o copo meio cheio, né?" Tammy fechou a porta e bateu no teto do carro. "Divirtam-se, mas tomem cuidado."
"Te ligo amanhã," Donna gritou enquanto Brenda partia. "Talvez a gente se encontre."
Tammy acenou, então se virou e subiu o caminho até a varanda. Ela andou devagar, pois sua cabeça estava girando com a combinação de Jack Daniels e maconha. O ar fresco ajudou a clarear um pouco sua mente, e quando chegou à porta da frente e entrou, sua cabeça havia clareado o suficiente para não se preocupar mais em se manter em pé.
Ela acendeu a luz da varanda para o Jimmy e se sentou no sofá. Pegou o celular da bolsa e enviou uma mensagem para ele.
"Está se divertindo?"
"Nossa, no que estou me transformando, na mamãe?" ela se perguntou.
Não, apenas animada por ele e esperando que a festa corresse bem e seu irmão quase recluso fizesse alguns novos amigos, esperançosamente uma amiga especial. Tammy se inclinou e puxou as pontas das cordas amarradas atrás dos tornozelos, então deslizou para fora os sapatos pretos de foder que usara na festa.
Ela levantou cada perna por vez, massageando os pés doloridos. Os sapatos eram novos em folha, e os saltos insanos, os mais altos que já usara. Ela os encarou no chão pensando que eles ficariam lindos sobre os ombros de um gostoso ou no ar com ela olhando para eles enquanto recebia uma trepada boa e forte.
Tammy realmente precisava transar. Ela tinha terminado com o Rick meses atrás e com o trabalho e a escola não tinha tempo para se divertir. Muito provavelmente ela teria conseguido algo esta noite se a festa tivesse continuado.
Eles já tinham festejado na casa enorme do Mitch antes e entre os quatro quartos, o quarto extra e o porão acabado, havia vários cômodos para onde os casais podiam escapulir. Ela sabia bem, já que teve alguns encontros quentes por lá nos últimos anos.
Tammy não se via como uma vagabunda, mas as garotas estavam certas, desde sua primeira vez e até namorar Rick, ela tinha tido sua cota de caras. Ela só via isso como se divertir, assim como eles, e ficava irritada com o padrão duplo de que um cara podia transar com qualquer uma e era legal, mas garotas que fazem sexo casual são vulgares.
Rick foi o primeiro cara com quem ela foi séria, até mesmo sua primeira vez tinha sido com Ben, o garoto que morava do outro lado da rua. A família dele estava se mudando por causa do emprego do pai, e ele veio se despedir.
Eles tinham fumado um baseado no quarto dela, riram, conversaram, então do nada ele a beijou. A despedida deles se transformou não só na primeira vez dela com sexo, mas também chupando pau e recebendo sexo oral. Não era a primeira vez de Ben, e ele tinha sido muito bom entre suas pernas, fazendo-a gozar três vezes durante a rapidinha de duas horas.
Com o selo rompido, Tammy nunca foi tímida para conseguir o que queria. Ela não era convencida de jeito nenhum, mas sabia que era uma garota bonita e do pescoço para baixo, tinha muito a oferecer, especialmente seus peitos impressionantes que se esforçavam para explodir do vestidinho preto justo que usara na festa.
As 'meninas' eram um ótimo quebra-gelo em festas e baladas, ou em qualquer outro lugar, aliás. Tammy não era tímida em exibi-las onde havia uma chance de encontrar alguém que valesse a pena levar para uma voltinha.
"Os malditos pais do Mitch," ela murmurou enquanto se recostava no sofá macio e esticava as longas pernas à sua frente. "Mais meia hora e alguns shots a mais e estas estariam enroladas em você, Kirk," ela franziu a testa. "Kenny? Kyle?"
Ela soltou uma risadinha chapada. "Cara com lindos olhos verdes que esfregou o pau na minha bunda quando estávamos dançando."
Devia ter ido para a balada. Ela estava sentada ali quase se remexendo só de pensar no que poderia ter acontecido. Depois de amanhã, ela tinha um turno de domingo no Appleby's e aula todos os dias esta semana, duas aulas de ioga e na quinta ela dava aula particular de inglês para a garotinha do outro lado da rua. Depois, os avós viriam visitar no fim de semana, então depois do trabalho ela teria que ficar em casa.
Pelo menos mais uma semana de siririca e pilhas acabando. Tammy olhou para os dedos dos pés pintados de vermelho achando uma pena que eles não estariam no peito do cara-como-era-o-nome-dele. Em vez disso, eles se encolheriam nos lençóis quando ela se satisfizesse.
Isso seria depois que Jimmy chegasse em casa. Seu prazer solitário podia esperar até que ela soubesse como foi a noite dele. Ela realmente esperava que tivesse corrido bem. Ter sorte faria maravilhas para sua falta de autoconfiança, mas até mesmo um pouco de socialização, especialmente com a garota que o convidou, já seria um grande incentivo.
Tammy se inclinou para frente, pegou o controle remoto da mesinha de centro e depois se ajeitou de volta no sofá enquanto procurava algo para assistir na Netflix enquanto esperava. Com sorte, a noite de sexta do seu irmãozinho acabaria sendo muito mais satisfatória do que a dela.
Capítulo 2
Tammy acordou sobressaltada quando o volume da TV aumentou durante uma explosão. Ela se sentou, segurando os dedos nas têmporas enquanto o movimento a fazia girar a cabeça. Piscou várias vezes para clarear a visão embaçada e então pegou o celular para ver que eram 23:15.
Ela notou que Jimmy não havia respondido, mas tinha uma mensagem de Brenda. Ela clicou para ver que era uma selfie que ela tirou com Donna e dois gostosos, "Devia ter vindo brincar!" era a mensagem.
"Putas," Tammy grunhiu, então desligou a TV e se espreguiçou.
Jimmy não estar em casa ainda era um bom sinal, ele devia estar se divertindo, talvez até com outra pessoa. Tammy pegou seus sapatos e foi para o quarto, planejando trocar por algo mais apropriado do que um vestido que basicamente declarava "almoço grátis".
Não que Jimmy alguma vez tenha dito algo sobre como já a viu vestida antes, ou ela esgueirando-se tarde, cheirando a maconha e ocasionalmente bêbada ainda por cima, mas ela não precisava que ele visse como a irmã mais velha se oferecia se pudesse evitar.
Era mais do que isso, e ela sabia. Nos últimos meses, Tammy o tinha visto olhando para ela, não como olhando casualmente, mas olhando. Tammy entendia, ele não era apenas virgem, mas tinha saído em talvez um total de meia dúzia de encontros na vida e isso incluía bailes de formatura para os quais ele foi com uma amiga cujo namorado morava em outro estado e não frequentava a escola.
Exceto por pornografia, o garoto nunca tinha visto uma mulher nua, ou mesmo perto disso, exceto quando algumas de suas amigas vinham usar a piscina no verão. Tammy não se preocupava que ele estivesse sendo pervertido no sentido de pensar nela de um jeito doentio, era curiosidade intensificada pela falta de experiência.
Mas isso não significava que ela tinha que encorajar e uma vez que teve certeza de que o pegara olhando para seus peitos e sua bunda várias vezes, e o fato de que estava sumido um sutiã de renda preta e vermelha, ela tentou ser mais cuidadosa pela casa.
Ela nunca o confrontou sobre isso, não fazia sentido envergonhá-lo, e Brenda uma vez mencionou ter ficado puta quando encontrou uma de suas tangas debaixo da cama do irmão com manchas nojentas. Ela foi até a mãe que lhe dissera: "Rapazes serão rapazes, ele vai ficar bem quando arranjar uma namorada."
Então Tammy não estava muito preocupada com isso. Claro que se ele já tivesse chegado em casa, a teria visto no sofá com seu vestido 'ei, vamos nessa', mas ela estava bem grogue quando chegou em casa.
Ela deixou o abajur aceso para que ele não chegasse em casa no escuro, então foi puxar a persiana que Jimmy tinha deixado aberta. Tammy agarrou a corda, então franziu a testa quando avistou o VW Jetta 2015 que os pais tinham comprado para Jimmy na formatura.
Ele tinha chegado em casa e não a acordou para conversar. Por que não? Tammy agora desligou o abajur e seguiu pelo corredor. Ela viu luz debaixo da porta dele e escutou por um momento.
Ela jurou ter ouvido gemidos fracos vindos do quarto. Ele teria escondido alguém lá dentro? Se tivesse, ela ficaria de boa, mas agora ela precisava saber. Ela bateu de leve, e quando não houve resposta, bateu mais forte.
"Ei, seu merdinha, abre logo, sei que você está aí."
"Estou ocupado!" ele respondeu de volta.
"Como foi a festa?"
"Ótima, conto amanhã, boa noite, Tams!"
Ele soava nervoso e sem fôlego, ele estava mesmo com alguém!
Ela sabia que não devia, mas não conseguiu se conter. Seria impagável pegá-lo com uma garota. Sem mencionar que ela queria ver quem era e qual era a aparência dela. Tammy agarrou a maçaneta e girou.
Trancada.
Ele nunca tranca a porta; isso praticamente confirmava.
"Quem você está escondendo aí?" ela bateu enquanto falava. "Ei, sou a irmã incrível do Jimmy, saia para dar um oi!"
Ela ouviu passos e Jimmy abriu a porta, mas só parcialmente e ele estava atrás dela, então ela só conseguia ver seu rosto.
"Não tem ninguém aqui!" Ele parecia irritado. "Vai dormir!"
— Boa tentativa, ouvi gemidos e você está — seus lábios vermelhos se abriram num sorriso enorme. — Todo vermelho e suado, e sem os óculos. — Ela baixou a voz. — Aí, mano! Ela é bonita? Qual o nome dela?
— Molly Minx, tá?
— Hã? — Tammy franziu a testa. — Esse não é o nome de verdade dela.
— Não, é o nome pornô dela, porque eu tô vendo pornô — Jimmy soou mais que irritado, parecia ansioso.
— Sério, você tá sozinho?
— Ah, pelo amor de Deus — Jimmy abriu mais a porta, mostrando a cama. O notebook estava em cima dela, e Tammy viu que estava pausado na imagem de uma mulher sendo comida de quatro. — Feliz agora que me fez mostrar que tô batendo punheta como um perdedor de merda, de costume?
— Ei, não fica bravo comigo, e você não é um perdedor, então para de falar assim. — Tammy colocou a mão no braço dele, a única parte que conseguia ver além do rosto. — Você vai conhecer alguém.
— Você tá parecendo a mãe, e precisa parar, não preciso de pena da minha irmã. — Ele foi fechar a porta, mas ela moveu a mão, apoiando a palma na porta.
— Calma, só tô tentando conversar com você.
— Eu sei, mas não tô a fim de conversar.
— Como foi a festa? — Ela continuou. Provavelmente não foi boa pelo jeito que ele estava agindo, e agora ela queria saber o que aconteceu para ele parecer bravo.
— Foi legal, Tammy. Não tão legal quanto a sua, pelo jeito que você cheira, mas legal.
— Então por que você tá puto?
— Não se preocupa com isso, tá tudo tranquilo.
— Menos você — Tammy colocou a mão na bochecha dele. Ele recuou, mas não antes que ela sentisse como a pele dele estava quente.
— Você tá bem, Jimmy? Você tá suado e todo vermelho.
— Eu... é. Quer dizer, não, tô me sentindo meio estranho.
— Você bebeu alguma coisa?
— Sim — ele grunhiu com nojo. — Bebi, e esse é o problema.
— Te deixou enjoado? O que você bebeu, quanto?
— Só me deixa em paz, tá?
— Quero ter certeza de que você tá bem — Tammy insistiu. — Alguém colocou algo na sua bebida?
— Tammy, eu sei que você se importa, mas eu só preciso ficar sozinho.
— Não pode estar tão mal assim já que tava batendo punheta — Tammy apontou. Tinha algo errado aqui. — Certeza que tá tudo bem? A gente pode conversar se você quiser.
— Não quero conversar, só preciso resolver uma coisa e dormir um pouco.
— Parece que você precisa mesmo resolver isso — Tammy sorriu, tentando aliviar o clima. — Ela deve ter te deixado muito excitado nessa festa.
— É, é isso, tô muito excitado.
— Você precisa me mostrar uma foto dessa gostosinha.
— Amanhã — Jimmy olhou para baixo e seus olhos se estreitaram. — Você usou isso na festa que foi?
— Usei, e eu sei, é meio vulgar.
— É... algo. — Os olhos dele demoraram na abundância de decote que ela estava exibindo. — O pai teria um troço.
— O pai não vai saber, né?
— É, né. — Os olhos dele caíram para as pernas longas dela. — Não é muito vestido, com certeza.
— Por isso que chamam de microvestido.
— Você deixou as garotas daquela festa no chinelo — ele estava respirando pesado, como se tivesse se esforçado muito, e suor escorria pelos lados do rosto. O que ele tinha bebido, fireball?
— Valeu, e Jimmy?
— Hã?
— Meus olhos estão aqui em cima. — ela colocou o dedo sob o queixo úmido dele e levantou a cabeça.
— Ah, merda, desculpa. Quer dizer, eu não tava olhando pra nada, só o vestido, é...
— Esquece — Tammy o dispensou com um gesto. — Que tal eu pegar o Theraflu pra você? Você toma uma dose e vai dormir — ela riu. — Sabe, depois de aliviar a tensão.
— Eu disse que tô bem.
— Tá, você tá bem. A questão é quão bem ela é, e você vai ver ela de novo?
— Nunca mais vou ver ela — os olhos castanhos normalmente mansos de Jimmy brilharam com uma raiva incomum. — Nunca mais vou ver nenhuma daquelas pessoas.
— Uau, o que aconteceu? — Tammy tentou segurar a mão dele, mas ele a puxou. — Eles fizeram alguma sacanagem com você? Eu vou lá agora mesmo e dou um tapa na cara daquela vaca...
— Boa noite, Tammy, te vejo de manhã.
— Mas... ei! — ela gritou quando ele bateu a porta na cara dela.
Ela ouviu o clique da fechadura e o assoalho ranger quando ele se afastou da porta.
— Nossa, corta a onda, hein. — Tammy murmurou, se perguntando o que tinha dado errado.
Ela levantou a mão para bater de novo, mas depois desistiu. Se tinham feito algo maldoso com ele, ou se ele de alguma forma tinha passado vergonha, era isso que estava deixando ele bravo, e ela tentar fazê-lo conversar só pioraria.
Mas algo assim não explicaria ele estar todo vermelho e suado, e se ele não estava se sentindo bem, por que estava batendo punheta?
— Garotos — Tammy respondeu em voz alta enquanto se virava e andava pelo corredor até o quarto. Seria preciso mais do que não se sentir bem para impedir um cara de 18 anos, especialmente um sexualmente frustrado, de precisar gozar.
Talvez a garota que o convidou o deixou todo excitado e depois o dispensou, provocando ele. Isso o deixaria bravo e humilhado, mas precisando tirar aquilo do sistema. Excitado o bastante para ficar encarando os peitos da irmã.
Mas ele não poderia fazer isso se ela não estivesse exibindo, então não podia ficar tão brava com ele. Tammy entrou no quarto, fechando a porta atrás de si, e foi cuidadosamente até a cama para acender o abajur ao lado.
Ela jogou os sapatos no closet aberto, então foi até o espelho sobre a cômoda. Ainda sentindo os efeitos da maconha e do JD, sorriu para o reflexo, depois franziu os lábios vermelhos e carnudos e mandou um beijo para si mesma.
— Ei, gato — ela ronronou. — Você gosta do que vê?
Ela tocou o peito e fingiu um olhar de choque.
— O quê, você quer ver meus peitinhos? Isso é muito ousado da sua parte, senhor — ela riu. — Mas tudo bem!
Ela agarrou a barra do vestido e depois de lentamente puxá-lo sobre os quadris, revelando a calcinha fio-dental preta, puxou rápido por cima da cabeça e jogou no chão. Ela pulou para cima e para baixo, sorrindo com o jeito que seus peitos grandes balançavam, então os segurou com as mãos.
— Eu sei, são incríveis, não são? — ela perguntou. — Sim, são de verdade, olha. — Ela levantou e então soltou os seios pesados, fazendo-os quicar. — Peitos falsos não se mexem assim, gato!
— Você quer chupar eles? — Tammy acariciou os mamilos grandes e rosa-escuros. Ela arfou. — Você quer foder eles?
Ela os pressionou um contra o outro. — Talvez eu possa ajudar mais? — ela abaixou a cabeça e lambeu o ar na direção do pau imaginário deslizando entre os seios.
Levantando o seio direito mais alto, ela lambeu o mamilo, se olhando no espelho enquanto fazia isso. O contato da língua macia e molhada a fez estremecer e ela soltou o seio.
— Droga — ela sussurrou.
A preocupação com Jimmy estava ficando em segundo plano diante da sensação de tesão que sentira a noite toda. Tammy passou as mãos pela barriga lisa, parando para cutucar o pingente de prata que balançava no umbigo.
Ela enfiou a mão na calcinha fio-dental e gemeu quando os dedos deslizaram sobre o clitóris dolorido. Tammy chupou o lábio inferior enquanto imaginava que era a mão de como-é-mesmo-o-nome dele, parado atrás dela, com os braços em volta da cintura fina, os dedos explorando-a.
Tammy tirou a mão, pressionando os dedos contra o rosto, inalando o cheiro da sua boceta lisa e rosada. Ela os chupou, os olhos revirando ao sentir o próprio gosto. Pena que era dos dedos dela e não de um pauzão que tinha acabado de meter nela.
— Que romântico — ela riu dos próprios pensamentos grosseiros.
Tammy levantou os braços e juntou o longo cabelo castanho-avermelhado, erguendo-o sobre a cabeça, posando para si mesma. Ela o deixou cair, gostando da sensação dele cascateando pelas costas e ombros.
— Que desperdício — ela lamentou enquanto encarava o reflexo.
Além do seu atributo que mais chamava atenção, os peitos, o resto dela não era nada de se envergonhar. As pernas longas, a cintura fina e a bundinha pequena, mas perfeitamente modelada e firme, combinavam para dar a ela o tipo de corpo que conseguia usar vestidos como aquele que acabara de tirar.
Entre o corpo, os olhos verde-claros, os lábios carnudos e deliciosos e o cabelo longo, Tammy nunca teve dificuldade para encontrar diversão quando queria. Um cara tinha dito que ela tinha corpo de estrela pornô. Ela recompensou o comentário fodendo com ele como uma estrela pornô, mas nunca deu o número, porque até Rick ela preferia uma vez e tchau.
Tammy queria sexo quente e sem drama, então conseguia o primeiro e não dava chance para virarem o segundo. Ela achava mais fácil se soltar e ser uma gata selvagem tarada se o cara não a conhecesse nem soubesse nada sobre ela.
Rick parecia provar que ela estava melhor assim. Aqueles caras tinham uma noite ótima com ela e seguiam caminhos separados. Ela dera a Rick o melhor de si por meses, só para ele começar a comer a tutora dele, três anos mais velha e com apartamento próprio.
Era perda dele, mas ainda era humilhante baixar a guarda e se importar com alguém. Até dizer “eu te amo” pela primeira vez para um homem que não fosse o pai ou o irmão, e ele estar comendo outra garota.
Ela duvidava que fosse levar algo a sério de novo tão cedo. Como saber se não se machucaria de novo? Não tinha garantia de que mesmo um cara legal não decidiria eventualmente que queria outra pessoa, ou encontraria outro jeito de partir o coração dela?
— Pesado, hein, garota — Tammy bateu na cabeça, depois se virou do espelho.
Ela tirou a calcinha fio-dental, notando como o tecido grudento se descolou da boceta. Pegou uma camiseta rosa lisa e vestiu por cima da cabeça antes de se enfiar na cama e puxar o lençol até a cintura. Apagou a luz e ficou deitada por alguns minutos, a mente voltando para Jimmy e o que quer que tivesse feito a festa dar errado para ele.
Ela olhou para a mesa de cabeceira, onde guardava o vibrador roxo e uma bala prateada pulsante. A noite toda, e até alguns minutos atrás, ela estivera com tesão, mas o clima parecia ter passado. Um efeito colateral de fumar demais: às vezes a deixava num clima pesado quando a onda começava a passar.
Ela sentia pena de Jimmy, mesmo sem saber o que tinha acontecido ainda, tinha começado a pensar em ter sido traída, e agora pensava que, apesar de toda a aparência e de no geral ser uma boa pessoa, estava sozinha na cama numa noite de sexta-feira, uma noite como qualquer outra nos últimos meses.
Tammy suspirou e fechou os olhos, virando de lado e ficando de costas para a mesa de cabeceira. Ela tinha matado o próprio clima. Sempre que pensava em Jimmy sozinho, sempre sentia que estava melhor porque tinha feito sexo, muito sexo.
Mas de certo modo ela estava tão sozinha quanto ele. Rick foi o primeiro cara com quem ela dormiu no sentido literal de passar a noite na cama dele. Era bom dormir e acordar com alguém, e não só porque podiam transar antes e depois de dormir, mas o contato e a proximidade no meio.
— Devia ter ido pra balada. — Tammy murmurou antes de fechar os olhos e cair no sono.
Capítulo 3
Tammy abriu os olhos devagar. Tinha acabado de ouvir alguma coisa? Que horas eram? Ela escutou, mas não ouviu nada. Fechou os olhos, depois gritou quando algo tocou seu ombro.
— Sou eu! — Jimmy disse ao lado dela.
— Jesus! — Tammy rolou de costas e encontrou a base do abajur de toque, acendendo-o.
— Já ouviu falar em bater?
— Desculpa, eu, hum — ele parecia nervoso, mais que nervoso, parecia assustado.
— Você tá bem? — ela perguntou enquanto o coração acelerado diminuía. — Você ainda tá todo vermelho. Tá com febre?
— Não, eu só, uh... — ele olhou ao redor evasivamente.
— Que porra é essa? — Agora que estava totalmente acordada, ela notou que Jimmy só usava uma cueca boxer preta. Não foi ele estar de cueca que causou a reação dela, mas o volume óbvio dentro dela. — Ah, meu Deus, mano, você tá de pau duro?
— Não! Quer dizer, sim, quer dizer — Jimmy passou as duas mãos pelo cabelo, algo que fazia quando estava ansioso. — Eu não sei o que quero dizer.
— Por que diabos você entraria aqui assim? — Ela apontou para a porta. — Vai resolver isso.
— Não consigo! — A voz dele falhou de nervoso.
— Como assim não consegue? — Tammy se apoiou para ficar sentada. — É só bater uma punheta como sempre faz. Era o que você tava fazendo quando cheguei em casa.
— Eu sei, eu fiz isso.
— Ela deve ter te provocado bastante pra você ficar excitado de novo — Tammy deu de ombros. — É só fazer de novo.
— Eu fiz! Fiz duas vezes, e olha isso! — Ele apontou para a virilha.
Os olhos de Tammy seguiram reflexivamente, então desviaram rápido, mas não rápido o bastante para não notar como o volume era grande. Aparentemente o irmãozinho magrelo e nerd dela tinha uma grande surpresa ali embaixo.
— Tammy, preciso da sua ajuda.
— Com o quê?
— Hum, bem — ele baixou o olhar para a virilha.
— Com isso? Eca! — O rosto de Tammy se contorceu de nojo. — Que porra há de errado com você? Eu sou sua irmã, caralho!
— Por favor? — Ele ajustou os óculos, outro tique nervoso. — Deus, Tammy, tá tão duro que dói!
— Vai doer quando eu te der um soco nas bolas por ser um pervertido do caralho. Você tomou alguma coisa naquela festa? Alguém colocou algo na sua bebida?
— Sim — Jimmy disse baixinho.
— O quê? — O nojo de Tammy deu lugar à preocupação. — Você sabe o que era? Devo te levar pro pronto-socorro? — Os pais dela de algum jeito a culpariam por isso, se ele acabasse doente.
— Viagra. — Jimmy admitiu e sentou na beira da cama dela.
— Alguém colocou Viagra na bebida? — Tammy franziu a testa. — Por que alguém faria isso? Quer dizer, a menos que quisessem se aproveitar.
— Ou fazer uma pegadinha cruel. — Jimmy disse tristemente.
— Pegadinha. — Tammy repetiu.
— A Kim, a garota que me convidou, era na casa dela, e acho que ela encontrou o Viagra do pai. Ela tava sendo super legal comigo, dançou comigo umas duas vezes mesmo eu não sabendo dançar e começou a dizer que talvez a gente pudesse subir pro quarto dela mais tarde.
— Vadia provocadora.
— É, e eu tava nervoso, mas animado. Devia saber que era uma armação. As crianças de lá eram tipo o quem é quem do clube dos descolados.
— Não vão ser tão descolados quando eu arranjar uns amigos pra...
— Deixa pra lá, mana. — Jimmy disse a ela. — Não preciso parecer um perdedor ainda maior com minha irmã mais velha resolvendo meus problemas.
— Mas eles não podem fazer isso com as pessoas.
— Enfim, ela me traz uma bebida, um Captain com Coca. Eu me faço de idiota dizendo que não tenho idade pra beber. Mas ela só sorriu enquanto os outros riam, e me disse que eu tinha que ser homem algum dia e se eu bebesse tudo, talvez ela ajudasse a me tornar homem.
— Eu bebo e as pessoas estão rindo e sorrindo. Imagino que estão zombando de eu ter dificuldade de engolir, porque acho que não tinha muita Coca ali. Alguns minutos depois começo a suar, e a droga do meu nariz começa a escorrer.
— Vou no banheiro e tô todo vermelho. Acho que é da bebida tão forte. O que eu sei, sou o certinho; você é a festeira da família.
— Valeu.
— Mas aí começo a ficar, hum, excitado. — Jimmy continuou. — Muito excitado. Alguns minutos depois começo a ver um tom azulado nos cantos dos olhos. Sei que isso não é álcool. Começo a ir embora e a Kim vem e pergunta se tô me sentindo bem.
— Eu disse que não, e que tô indo embora.
— Você acha que ela te deu isso porque queria te dar? — Tammy perguntou. — Talvez não fosse só maldade? Mas ela achou que você ficaria nervoso ou algo assim?
— Não, porque ela me perguntou se eu tava indo embora porque algo tinha surgido, e começou a rir. Uma amiga dela tava lá e gritou que a Kim não devia me dar uma ereção tão difícil. Outra garota me disse pra relaxar, e por que eu tava tão duro?
— Aí esse cara, um grandalhão com cara de atleta babaca, chega e põe o braço em volta da Kim, descobri que é o namorado dela. Ele me pede pra avisar quantas vezes eu vou ter que bater punheta porque ele e os outros caras tinham uma aposta.
— Eu... eu quase saí correndo porta afora, e esse garoto me para, e me diz que ouviu a Kim dizer que colocou dois comprimidos naquela bebida, e você só deve tomar um a cada 24 horas. Ele disse que se eu não conseguir abaixar, é melhor ir a um médico.
— Jesus Cristo — Tammy se inclinou para a frente e colocou a mão no ombro dele. — Sinto muito, Jimmy. Essas pessoas são um lixo.
— Acho que até o moleque que me avisou estava no esquema, tentando me assustar. Mas ele estava certo. Eu, hm, dei um jeito, logo depois que fechei a porta na sua cara, e não baixou. Fiz de novo, aí baixou e eu dormi, mas acordei meia hora depois assim.
— Então faz de novo.
— Tentei, mas não funciona.
— Como assim não funciona? — Tammy perguntou.
— Eu gozei duas vezes, talvez minha mão não seja suficiente. Tentei por um tempo, só não consegui... — ele desviou o olhar. — Sabe, chegar lá.
— Usa hidratante, vai ser bem melhor.
— Usei, não ajudou, e assisti pornô, e mesmo assim não ajudou porque não estou com tesão, estou frustrado pra caralho. Minhas bolas estão doendo de ficar assim.
— Uau, informação demais, mano. — Tammy sorriu, mas o sorriso sumiu quando viu como ele estava chateado. — Desculpa, não estou tentando tirar sarro, só estou tentando fazer você relaxar.
— Isso parece relaxado? — ele apontou.
— Não estou olhando pra isso — Tammy disse. — Você podia ter vestido moletom ou alguma coisa. Não precisava tentar me mostrar provas.
— Só não estou raciocinando direito. Estou com medo, Tammy. — Ele ergueu o olhar e ela viu que não estava brincando, os olhos arregalados, e sentiu o ombro dele tremer sob sua mão.
— Isso é uma merda e foi constrangedor, mas por que você está com medo?
— Eu pesquisei na internet. A gente vê aqueles comerciais idiotas disso, e tem aquele aviso de que se você ficar duro por quatro horas, procure um médico.
— Não faz quatro horas — Tammy salientou.
— Já faz mais de duas!
— Calma, você só precisa continuar até cansar.
— Não consigo gozar! — Ele gritou, os olhos arregalados atrás dos óculos. — E sabe o que fazem se não baixar?
— Jimmy, vai baixar, não fica pirado, e você sabe que pesquisar coisa na internet sempre piora as coisas.
— Mas isso é verdade! O médico tem que cortar pra essa porra murchar e tem uma boa chance de você nunca mais conseguir ficar duro!
— Não fica pirado com isso. Você vai dar um jeito. Ei, você é profissional em se masturbar.
— Por que eu vim aqui? — Jimmy fez menção de se levantar, mas ela segurou seu braço.
— Tá bom, chega de piada, mas tenta ficar de boa. Um monte de cara usa isso, essa coisa de quatro horas é muito raro.
— A maioria dos caras que toma é mais velho e tem dificuldade. Eu tenho 18 anos, ver o pé de uma garota já me deixa duro, e ela me deu dois comprimidos! A dose é um!
Tammy franziu a testa e cutucou o lábio, seu próprio tique nervoso quando estava pensando. Ele tinha feito dois bons pontos. Caras da idade dela conseguiam transar três ou quatro vezes por noite sem ajuda nenhuma, e a dose dupla.
— É — Jimmy apontou para ela. — Tá vendo? Você está pensando no que eu acabei de falar.
— Porque você está com medo, e estou levando a sério, mas sei que você vai ficar bem.
— Tammy, eu sou um virgem de merda! Se eu tiver que passar por isso, posso nunca transar na vida! — A voz dele falhou de novo e ela jurou que ele estava a um minuto de chorar. — Olha pra mim! Estou puto, estou com medo, e estou duro como uma pedra! Isso não vai passar sozinho.
— Então você ajuda a passar. Usa a mão esquerda.
— Engraçado. Estou te dizendo que minha mão não é suficiente. Ou aquele pedaço de plástico na sua gaveta é tão bom quanto um pau de verdade?
— Ei, não precisa ser grosso.
— Estou dizendo que não é a mesma coisa, e mulheres também só conseguem se tocar até certo ponto, antes que também não funcione mais.
Tammy engoliu o comentário de que ele não sabia nada sobre mulheres além da internet e dos amigos, mas tinha verdade naquilo; ela mesma já teve noites de masturbação em que chegou ao ponto de ficar insensível ao próprio toque.
Tammy olhou para o despertador.
— É meia-noite e meia. Aquele supermercado incrível na Post Road fica aberto até 1h nas sextas e sábados.
— Como você sabe disso, e por que isso importa?
— Eu sei porque é lá que compro meus brinquedos, e importa porque se a sua mão não está dando conta, eu vou lá e compro um fleshlight ou algo assim.
— Aff — Jimmy colocou a cabeça entre as mãos. — Essas coisas são nojentas e esquisitas.
— Boneca inflável? Vagina de bolso?
— Para! — Jimmy explodiu. — Não é melhor que a porcaria da minha mão.
— Então por que os caras compram?
— Eu não sei! — Jimmy choramingou. — Preciso de algo real. Algo que eu nunca fiz antes.
Tammy voltou a cutucar o lábio. Algo real.
— Já sei! — ela estalou os dedos.
— O que é? — Jimmy olhou para ela esperançoso.
— Tenho cem dólares guardados, e a mamãe e o papai me deixaram cem caso a gente quisesse pedir comida no fim de semana.
— E daí?
— O Billy do trabalho estava me contando que os pais dele estão se divorciando porque o pai dele estava comendo um monte de putas. Ele conseguiu elas por um site chamado Erotic Mistress. A gente entra online e acha alguém para vir resolver você.
— Uma puta? — Jimmy olhou para ela como se ela tivesse perdido a cabeça.
— Claro, você resolve seu problema e perde a virgindade! — Tammy sorriu radiante. — Pega meu laptop pra mim.
— Você realmente ia querer me ver com uma puta? Sério?
— Tenho camisinha no criado-mudo.
— Tammy, você não acha que já fui humilhado o bastante esta noite?
— Por que isso é ruim?
— Eu sou um moleque de 18 anos. Sou magrelo, sou nerd, e qualquer mulher que vier aqui vai saber que sou um perdedor pagando pela primeira vez. — Ele imitou a expressão de nojo dela de antes. — Que minha irmã mais velha pagou e vai estar no final do corredor enquanto acontece.
— Bom... não é perfeito, mas você também não quer um brinquedo sexual, e diz que não consegue se masturbar de novo. O que sobra?
— Além disso, a polícia fica em cima desses sites. A gente pode se meter em encrenca, e algumas dessas garotas são de boa, mas outras são meio, sabe, drogadas ou bêbadas, ou simplesmente nojentas. — Ele abriu os braços. — E voltando ao fato de eu ser um p...
— Você não é um perdedor de merda, para de falar isso. — Tammy cortou. — Você é meio magrelo, sim, mas óculos estão na moda e você é bonitinho, e é doce, e é inteligente. A única razão de você não ter uma garota é que você é muito tímido e está enrolado demais se achando um perdedor pra conhecer alguém. Para de se lamentar e começa a viver, Jimmy.
— Acho que isso foi solidário — ele deu um sorriso fraco. — Você é uma irmã boa, e uma boa amiga, sabia?
— Não vem com esse papo meloso, ainda temos que te ajudar. — Tammy suspirou. O que mais havia? Será que ela tinha uma amiga que pudesse convencer a... não, o que ela estava pensando? Muitas piadas da Donna sobre a Brenda dar um boquete de pena no Jimmy.
— Você poderia me ajudar.
— Hã? — As palavras dele a tiraram de seus pensamentos. — Eu sou sua irmã, Jimmy. Eu te amo e faço o que posso pra ajudar quando posso, mas isso? Não é algo que uma irmã possa ajudar.
— Por favor?
— Qual é o seu problema? — Tammy exigiu saber. — Eu sei que você está assustado e confuso agora, mas você tá louco se acha que eu vou transar com meu irmão.
— Não, não! — Ele ergueu as mãos em defesa. — Claro que não! Não sexo!
— Então o quê? É melhor não estar pensando que eu vou chupar seu pau. — Nossa, ela estava mesmo tendo essa conversa? Talvez ainda estivesse dormindo e tendo um sonho bizarro movido a maconha e uísque.
— Uau — Jimmy sussurrou, com uma expressão estranha no rosto.
— Uau o quê?
— Sei lá, só ouvir você falar chupar meu pau foi meio excitante.
— Fora! — Tammy apontou para a porta. — Essa merda tá deixando a cabeça de baixo no comando e fazendo de você um pervertido do caralho. Vai bater punheta até baixar.
— Mas...
— Eu me ofereci pra comprar um brinquedo, até me ofereci pra tentar achar uma acompanhante e ajudar a pagar. — Tammy cruzou os braços sobre o peito. — Quem não quer ajuda, não recebe ajuda.
— Tammy, por favor, me ajuda com isso!
— Você consegue sozinho, só está sendo esquisito e tentando ser tarado comigo.
— Você é minha irmã, por que eu tentaria isso?
— Eu já vi você olhando, Jimmy. Você estava encarando meus peitos quando eu estava falando com você mais cedo e olhando pras minhas pernas.
— Não, eu não estava!
— Você parece uma criancinha. Já peguei você secando minha bunda e meus peitos algumas vezes. Não falei nada porque pensei, que diabos, você é um garoto e ainda não transou.
— Tammy, juro que nunca...
— Cadê meu sutiã preto? — ela perguntou. — Debaixo do seu colchão? Em uma das suas gavetas? Por que não usa isso de inspiração?
— Eu... — Os ombros dele caíram. — Tá bom, eu olhei pra você algumas vezes. Sei que não devia, mas você é muito bonita, e é gostosa pra caramba.
— Justo quando achei que isso não podia ficar mais estranho.
— E você tá certa, talvez se eu já tivesse transado e tido namoradas, eu não teria olhado ou — ele desviou o olhar — feito algo ruim com seu sutiã.
— Nojento — Tammy fez uma careta. — Mas pelo menos você admite.
— Desculpa, não quis te deixar desconfortável ou fazer você se sentir esquisita. Nunca pensei nada de ruim sobre você. Você sempre foi super legal comigo e sei que você me defende quando as pessoas tiram sarro de mim, e eu te amo por isso.
— Isso é doce — Tammy sorriu. — Você é um cara legal, Jimmy, vai fazer uma garota de sorte muito feliz quando sair da sua concha e encontrá-la.
— Tentei sair da minha concha esta noite, olha o que aconteceu.
— Nem toda garota é uma vadia e nem todo cara um babaca como o Rick. Mas às vezes gente boa encontra os ruins, e a gente não percebe logo de cara.
— Mas pelo menos você já transou, e muito.
— Ei, cuidado! — ela avisou.
— Só quero dizer que o que aconteceu com o Rick foi uma merda, mas você se divertiu muito antes dele e depois.
— A parte do depois, ainda não. — Ela ergueu a mão para cortá-lo. — Essa foi uma boa conversa, Jimmy, mas eu bebi muito e fumei demais, e estou cansada. Desculpa não poder ajudar, vai fazer o que precisa. Te vejo de manhã.
— Tammy, você tem que me ajudar!
— Para de choramingar, é irritante. Eu te dei duas opções, você não quis.
— Não vou enfiar meu pau num pedaço de plástico ou em alguém que já enfiou metade dos paus do estado dentro dela.
— Fresco! — Tammy revirou os olhos.
— Preciso da sua ajuda, mana, sério.
— Jimmy, você vai ficar bem.
— Quanto tempo estou aqui? Vinte minutos?
— Acho que sim.
— Vinte minutos de conversa, chateado, constrangido, discutindo com você, só falando com você, certo?
— E daí? — ela esfregou os olhos ardidos.
— O ponto é: olha isso! — ele se levantou da cama e apontou para a virilha.
Tammy não conseguiu evitar olhar para o volume grande, não, enorme, na cueca dele.
— Estou tão assustado pra caralho que quero chorar, mas estou tão duro quanto estaria se fosse transar. Não consigo me livrar disso sozinho.
— Jimmy, eu não sei o que você quer que eu faça. Você é meu irmão, não posso te tocar desse jeito.
— Você não precisa! — Jimmy disse rápido. — Eu só preciso de algo que me excite o suficiente pra gozar.
— Eu te excito? — Tammy se flagrou ainda encarando o problema em questão. A cueca estava apertada e parecia que o pau dele estava dobrado dentro, e ela não estava vendo o comprimento total delineado. Qual era o tamanho do pau desse moleque?
— Sim, bem, não, acho que meio que.
— Por favor, para, Jimmy. Isso só fica pior. — Porque você continua encarando a ereção do seu irmão, pelo amor de Deus!
— Por favor? Você nem precisa fazer nada!
— Então como isso ajuda?
— Só deita aí e — ele engoliu em seco, nervoso — me deixa masturbar em cima de você.
Capítulo Quatro
— Você quer o quê? — Tammy bateu na orelha. — Repete?
— Eu já gozei duas vezes e não ajudou.
— Não se faça de engraçadinho comigo! Isso não tem graça.
— Por favor?
— Para de implorar como se estivesse me pedindo dinheiro emprestado ou pra trocar tarefas. Isso é coisa de doente que você está pedindo. — Por falar em coisa de doente, ela desviou os olhos do volume perturbadoramente impressionante dele.
— Você não precisa me tocar.
— Eu sei que não vou te tocar.
— Eu só vou fazer sozinho, mas ter você pra olhar.
— Presta atenção. — Tammy falou com uma lentidão exagerada. — Eu sou sua irmã. Irmãos não se masturbam em cima das irmãs.
— Eu sei quem você é, mas você é uma garota super sexy.
— Que por acaso é sua... — ela ergueu as sobrancelhas.
— Eu não vou te ver desse jeito. Olha, Tammy, eu nunca fiquei com uma garota. Só ter uma na minha frente pode ser suficiente pra eu conseguir.
— Isso é loucura. — Tammy murmurou. — E eu não quero ver suas bolas. — Embora estivesse curiosa sobre o pau dele no sentido de quão grande poderia ser? O moleque tinha 1,80m e pesava 68kg se tanto.
— Você não precisa. Vamos, Tammy. Eu faço qualquer coisa que você quiser! Suas tarefas, seu dever de casa. Eu lavo seu carro!
— Não posso, simplesmente não é certo.
— O que a Kim fez também não foi certo! Isso não é culpa minha, e eu não estaria aqui se achasse que ia ficar bem. Por favor, me ajuda? Por favor? Não quero ir ao médico! Mesmo que eu acabe bem, você sabe como isso é humilhante?
Tammy assentiu, e ele continuou.
— Aí a mamãe e o papai vão ver a conta do que o plano de saúde não cobrir, e vão perguntar por que eu fui, e eu não quero contar a verdade. Por favor, mana? Teve gente rindo de mim, estou com medo de não baixar, e estou tão na merda que estou implorando pra minha irmã ajudar. Não me resta muita dignidade. Não preciso que um médico do pronto-socorro me ache um perdedor e me transforme numa história que ele conta pros amigos pra rir!
Tammy ergueu a mão para detê-lo. — Você tem razão, não é culpa sua. Foi uma coisa cruel de se fazer com você e eu entendo que você se sinta muito mal agora, mas...
— Tammy, tudo que eu preciso é gozar!
— Você gozou duas vezes e olha pra você. E se não funcionar?
— Aí eu prometo que deixo você me levar ao pronto-socorro. Só me dá mais uma chance de resolver. Combinado?
Ele a encarou de forma suplicante, e ela vacilou. Aquilo era errado em tantos níveis que não era engraçado. Por outro lado, o pobre coitado era vítima de uma pegadinha maldosa que agora o fazia se sentir ainda pior consigo mesmo, e ela não conseguia imaginar o quão mal ele se sentia.
Recorrer a ela não podia ter sido fácil, e ele tinha levantado um bom ponto sobre os pais deles quererem saber por que ele foi ao hospital. Tammy podia inventar uma mentira e sustentá-la, mas Jimmy acabaria deixando escapar a verdade.
Os pais deles ficariam furiosos e iam querer falar com os pais da Kim, armando para o Jimmy a história de 'quem dedura morre cedo' na escola. Aquele era o primeiro ano dele na URI e ele tinha acabado de ser motivo de chacota. Todos os idiotas o teriam na mira se os pais descobrissem e tomassem alguma providência.
— Tá bom — ela disse rápido, antes que a razão tomasse conta e a fizesse continuar dizendo não.
— Você vai ajudar?
— Não acredito que estou fazendo isso, mas sim. Como vamos fazer? Eu não vou ficar assistindo você bater punheta.
— Entendi.
— E não vou ficar pelada pra você. Ou...
— Eu entendi! — Jimmy ergueu a voz para interrompê-la. — Que tal — a mão dele desceu para se tocar por cima da cueca e ela se perguntou se ele percebia que estava fazendo aquilo.
— Você tá usando alguma coisa por baixo dessa camisola?
— Por quê?
— Tammy, se você vai me ajudar, por favor, só me ajuda.
— Não, a única coisa por baixo dessa camiseta sou eu.
— Então vira de costas, e, tipo, levanta a camiseta o suficiente pra eu ver sua bunda.
— Você não vai ver minha bunda!
— É só sua bunda! Você pode manter as pernas fechadas pra eu não ver mais nada.
— Que gentileza a sua. — Tammy respondeu sarcástica. — Que tal você bater punheta em cima dos meus pés?
— O quê?
— Tem muito cara que curte pé. Eu fiz pedicure, então eles estão macios e minhas unhas estão pintadas de vermelho.
— Pé não me excita — Jimmy protestou. — Preciso ver alguma coisa, que, sabe, realmente me deixasse excitado.
— Minha bunda vai te deixar excitado? Espero que um efeito colateral desses comprimidos seja te deixar com tanto tesão que você não consegue raciocinar, porque você não deveria estar me dizendo uma merda dessas.
— Eu nunca vi a bunda de uma garota de verdade, só em pornô. — Jimmy continuou tentando. — Você disse que ia ajudar.
— Eu disse, mas já estou me arrependendo.
— Por favor, não muda de ideia. — Quando Jimmy a viu hesitando, acrescentou: — Vamos, mana, a gente fez um trato!
Ela respirou fundo. — Tá bom, mas é melhor você não contar pra ninguém sobre isso.
— Ser tão patético que pedi pra minha irmã se eu podia bater punheta em cima da bunda dela não é algo de que eu me gabaria.
— Verdade. — Tammy encolheu a perna e chutou o lençol. — Também não vou considerar isso um ponto alto na minha vida.
Ela rolou de bruços e apoiou o queixo nos antebraços cruzados. Cruzou os tornozelos para manter as pernas juntas e garantir que ele não conseguisse ver entre suas coxas.
"Posso tirar isso?", ele perguntou. "Se quiser que eu deixe a calcinha, eu deixo, mas vai ser melhor se..."
"Faz o que você tem que fazer, não estou olhando."
Ela ouviu Jimmy deslizar a cueca pelas pernas e, um momento depois, sentiu-o subir na cama atrás dela. Seus olhos se arregalaram quando a cama balançou e ela sentiu as pernas dele pressionando a parte de baixo de suas coxas enquanto ele a montava.
"Não dá para você ficar ajoelhado do meu lado?"
"Não quero que você me veja pelo canto do olho", ele disse atrás dela. "Além disso, esse ângulo é melhor e..."
"Tanto faz, a essa altura acho que não piora mais nada."
"Posso?", ele puxou as laterais da blusa dela.
Tammy fechou os olhos e levou alguns segundos para dizer a si mesma que não tinha mais volta.
"Vai em frente.", ela levantou os quadris para que ele pudesse subir sua blusa.
Ela prendeu a respiração ao sentir o tecido macio da blusa subindo pela parte de trás das coxas e depois pela bunda. Ele parou quando a blusa estava acima dos quadris, e ela sentiu o rosto corar com a ideia de que seu irmão agora estava olhando para sua bunda nua.
"Tem loção no criado-mudo", ela disse. "Usa, vai ser melhor e você vai ser mais rápido."
"Confia em mim, eu tenho lubrificante mais que suficiente, estou pingando desde os últimos..."
"Tá, tá, só acaba logo com isso."
"Caramba, você tem uma bunda linda", ele disse baixinho. "Tipo, puta merda, que bunda linda."
"Menos papo, mais punheta.", ela respondeu, desejando ter pensado em pegar o celular e os fones de ouvido para não ter que ouvi-lo.
"Tirando toda a sensualidade disso", ele suspirou.
"Nunca teve sensualidade nisso, começa logo antes que eu mude de ideia."
Jimmy não respondeu, mas a cama agora estava balançando levemente e ela podia ouvi-lo respirando mais alto sobre ela. Ele não tinha brincado sobre ter lubrificante natural suficiente, porque ela conseguia ouvir um som molhado de estalo enquanto ele batia punheta.
Tammy sabia que se olhasse para a direita veria o reflexo dos dois no espelho e ficou irritada ao descobrir que uma pequena parte dela queria olhar. Diferente da decisão de deixar isso acontecer, a coisa certa a fazer venceu e ela se concentrou na cabeceira à sua frente.
Ela deu um pulo quando Jimmy agarrou sua nádega esquerda, apertando-a.
"Uau, sua bunda é durinha! Esse negócio de Yoga deve funcionar mesmo."
"Não toca na minha bunda, seu pervertido de merda!", Tammy se pegou movendo a cabeça para olhar por cima do ombro. "Eu não disse que você podia tocar."
"Mas ajuda!", dessa vez ele acariciou levemente sua nádega com a palma da mão. "Por favor?"
"Isso é loucura", ela murmurou, depois falou para que ele ouvisse. "Se ajudar você a gozar mais rápido, tudo bem, mas só na minha bunda. Se tentar enfiar a mão entre minhas pernas, eu te chuto daqui."
"Não precisa ser grossa."
A mão de Jimmy deslizou sobre a bunda dela, apalpando sua outra nádega, depois apertando-a. Sua respiração estava mais alta e pesada e, querendo acabar logo com aquilo, ela rebolou de um lado para o outro, sacudindo a bunda para ele.
"Isso é tão gostoso", ele respirou. "Você tem a bunda mais linda que eu já vi."
"É a única bunda que você já viu que não é de um pornô", ela suspirou. "Por favor, para de me dizer que sou gostosa."
"Você é, sim", ele deu um tapinha na bunda dela que a fez soltar um gritinho mais de surpresa do que de dor.
"Mas que porra é essa?", ela sibilou. "Você não me bate!"
"Sua bunda mal mexeu, meu Deus, é tão firme!", ele deu outro tapa que fez Tammy jurar que ia dar um tapa na cara dele quando aquilo acabasse.
Mas ela não disse nada. A essa altura, qualquer protesto da parte dela só faria isso durar mais. Ele se mexeu atrás dela e Tammy sentiu algo macio e peludo deslizar pela parte de trás de sua coxa.
Cristo, as malditas bolas dele estavam roçando nela. O desgraçadinho ia ficar devendo muito por isso. O som da punheta dele ficou mais rápido e sua mão tremeu onde agora estava apoiada na nádega esquerda dela.
Ela rebolou mais rápido, tentando ajudá-lo, e o ouviu sussurrar "Tão perfeita, porra", enquanto trocava a mão para o outro lado da bunda dela.
O corpo de Tammy se sacudiu quando algo pegajoso cutucou o lado esquerdo de sua bunda. Ela fez uma careta quando aquilo deslizou, traçando a curva de sua bunda e deixando um rastro pegajoso.
"Tira esse pau de cima de mim, seu idiota!"
"Desculpa, estou quase lá e só estou tentando chegar lá", Jimmy disse. "Só mais um pouco, prometo!"
"Tanto faz.", Tammy murmurou, tentando pensar em outra coisa além do irmão batendo punheta enquanto brincava com sua bunda.
Ela se encolheu de novo quando, dessa vez, Jimmy não apenas pressionou sua cabeça esponjosa e pingando em sua nádega, mas deslizou o pau sobre a bunda dela. Sua carne estava quente e dura. Muito dura e, por mais repulsa que sentisse em ter o pau dele nela, não pôde deixar de notar o quão comprido parecia.
A cabeça de Tammy se virou para o espelho, mas ela se conteve e baixou a testa nos braços. A cama balançou enquanto Jimmy agora empurrava os quadris, deslizando seu pau duro sobre a nádega macia dela.
"Vamos", ele sussurrou. "Por favor, goza, por favor!"
Ele soava mais frustrado do que excitado e Tammy percebeu que ele não estava exagerando sobre não conseguir se aliviar e o quão frustrante aquilo devia ser. Ele era jovem, mas se já tinha gozado duas vezes, talvez seu corpo estivesse cansado demais para fazer de novo, mas a droga estava mantendo seu pau de desinchar.
Talvez ela precisasse fazer algo para ajudá-lo a superar. Uma imagem se formou em sua mente, algo que tinha visto em alguns pornôs.
"Coloca entre minhas nádegas", ela deixou escapar.
"Hã?"
"Desliza seu pau na minha rachadura, sabe, como se estivesse comendo minhas nádegas."
Jimmy não hesitou em deslizar o pau para lá e Tammy por dentro se encolheu com a sensação dele se aninhando entre as nádegas dela. Ele deslizou o pau pela rachadura várias vezes, depois colocou as mãos na bunda dela, pressionando sua carne firmemente em volta do pau. Ele bombeou o pau através da pele macia dela, gemendo alto enquanto seus quadris empurravam mais rápido.
"Isso se chama 'hotdogging'", Jimmy disse, sua voz saindo em um chiado ofegante enquanto ele comia as nádegas da irmã.
"Claro que você saberia disso", Tammy balançou a cabeça.
"Isso é gostoso!"
"Eu pedi para você parar de falar.", ela soltou um longo suspiro. "Eu estava esperando ter um cara pelado atrás de mim esta noite, mas uau, como isso deu errado."
"D... desculpa", Jimmy ofegou. "Você acha que eu queria que a primeira bunda de garota que eu tocasse fosse a da minha irmã? Eu sou mais patético que você."
"Para com essa porra de coitadinho e só goza, tá bom?", por que ela tinha a sensação de que nenhuma de suas amigas jamais tinha dito essa frase para o irmão?
"Sim", Jimmy bombeou mais forte, a cama agora balançando com seus esforços.
Tammy tentou não continuar pensando não só no quão duro o pau dele estava, mas que agora não havia dúvida de que havia mais do que alguns centímetros trabalhando suas nádegas. Por que ela continuava pensando nisso? Recado para mim mesma, não misture bebida forte com maconha.
"Isso", Jimmy gemeu, seus dedos apertando nas nádegas dela a ponto de doer, mas ela não queria pará-lo. "Porra, estou tão perto!"
Suas coxas tremeram contra as pernas dela e seu pau empurrou rapidamente contra ela enquanto ele acelerava para terminar. Tammy franziu a testa pensando onde ele achava que estava gozando. Isso já era ruim o suficiente, ela não precisava da porra da gozada dele em sua bunda ou em sua camisola.
Mas ele parecia estar quase lá e ela não queria interrompê-lo, só teria que lidar com uma camada extra de vergonha quando ele esporrasse em cima dela.
"Vamos", ele gemeu. "Vamos!"
Suas estocadas ficaram mais curtas e duras e tanto elas quanto sua voz tinham um ar de desespero. Rangendo os dentes, Tammy bombeou os quadris o máximo que conseguia com o peso dele em suas pernas, empurrando a bunda nas estocadas dele.
Ele soltou um gemido patético e ela estremeceu quando os dedos dele agora estavam cravando nela e ele movia os quadris com tanta força que a cabeceira batia na parede.
"Bem aí, bem aí", ele arfou. "Por favor, ai, por favor."
O garoto estava implorando para gozar e ela sentiu seu aborrecimento dar lugar à pena. Ela estava pensando em si mesma e em quão nojento e errado isso era. Não tinha considerado o que ele disse há um minuto, que isso devia fazê-lo se sentir bem pra baixo, pedir ajuda à irmã e saber que ela estava fazendo aquilo de má vontade.
"Porra!", ele gritou e rolou para fora dela. "Porra, não consigo, não consigo!"
"Calma, calma!", Tammy se sentou, empurrando a blusa de volta sobre a bunda pegajosa. "Relaxa, talvez você esteja se esforçando demais."
Ela se virou para vê-lo sentado na beirada da cama, de costas para ela. Ele estava respirando pesado e com a cabeça nas mãos.
"Não vai acontecer. Sua bunda parecia e era tão gostosa, e eu sei que soa mal, mas fazer aquilo foi a coisa mais excitante que eu já fiz. Eu estava perto, mas estou cansado demais. Minhas bolas estão doendo."
"Tira uns minutos, recupera o fôlego.", Tammy girou de joelhos para ficar atrás dele e colocou as mãos nos ombros dele. "Deixo você tentar de novo."
"Acho que não consigo de novo.", os ombros dele caíram sob seu toque. "Fizemos um trato e isso não funcionou. Você me leva ao pronto-socorro? Não quero ir sozinho, especialmente se eles tiverem que... fazer aquilo em mim."
O coração de Tammy se partiu com o desânimo e medo na voz dele e ela apertou seus ombros.
"Não, vamos resolver isso aqui, prometo."
"Não me leve a mal, mana, mas acho que isso não foi suficiente. Não sei do que preciso, mas é mais do que você fez, e não podemos fazer mais do que isso."
"Talvez possamos", Tammy falou devagar, imaginando se conseguiria fazer o que estava pensando.
"Vou me levantar e colocar minha cueca de volta. Talvez você queira desviar o olhar."
"Obrigada pelo aviso, mesmo que eu devesse ver sua bunda porque você viu a minha.", ela tentou brincar, mas ele deu de ombros.
"Se você quiser olhar, não ligo."
Ele se levantou da cama e Tammy virou a cabeça. Ela tinha perdido a noção de onde estava na cama e, quando desviou o olhar dele, se deparou com o reflexo deles. Ela ajoelhada na cama e Jimmy parado ali pelado, procurando a cueca no chão. Os olhos de Tammy se arregalaram e ela engasgou.
"Ai, meu Deus, mano!"
Capítulo Cinco
"Qual é o problema?", assustado com o quão alto ela gritou, ele se virou para ela e Tammy ficou de queixo caído.
"O que foi?"
"Eu... puta merda!", Tammy deixou escapar. "Seu pau é enorme!"
"Eu... hã...", ele olhou para baixo e ela imaginou que ele estava corando, mas seu rosto estava vermelho a noite toda, então não dava para ver direito. "Acho que sim."
"Acha? Cristo, Jimmy, você assiste pornô, nunca olhou para essa coisa na sua mão e percebeu que é maior que muitos deles?"
"Não.", ele fez menção de se virar, mas Tammy se inclinou para frente e agarrou seu pulso.
"Não."
"Hã?"
"Eu...", ela gaguejou. O que ela ia dizer? Quero continuar olhando para o seu pau?
Mas ela queria. Ela nunca tinha visto um pau maior, pessoalmente ou em qualquer pornô que já tinha visto, aliás.
"O quê?"
"Só fica aí, estou pensando em uma coisa."
Pensando como aquele garoto magricela tinha sangue suficiente no corpo para manter um pau daquele comprimento duro. Tammy não conseguia acreditar nos seus olhos. O pau de Jimmy não era só comprido, mas tão grosso que ela se perguntou se conseguiria fechar os dedos em volta dele.
Por que esse pensamento entraria na cabeça dela?
"Nada para pensar", ele se inclinou para pegar a cueca. "Você está me encarando."
"Porque...", ela assobiou. "Mano, se a Kim ou qualquer outra daquelas vadias soubesse o que você tem aí embaixo, não estariam tirando sarro de você, estariam fazendo fila para sentar."
"Tá, entendi, você não gostou quando eu disse que te achava gostosa, então agora você está fazendo isso comigo."
"Não, não estou brincando, caramba.", ela se pegou começando a lamber os lábios. "Você está tão duro."
"Esse é o problema!"
Tammy concordou distraidamente, seus olhos demorando na cabeça escorrendo do pau dele, que estava tão roxa que parecia machucada. Não era de admirar que doía, algo tão grande ficando duro por tanto tempo tinha que ser doloroso.
"Vou me vestir e vamos ao médico."
"Que tal se eu te mostrar meus peitos?"
"O que você disse?"
O que eu acabei de dizer? Tammy estava tão surpresa quanto ele, mas aquele pau! Era como passar por um acidente feio, você sabe que não deveria olhar, mas não consegue evitar."Você disse que não foi suficiente. Aposto que você conseguiria se eu tirasse a blusa."
Ela ainda estava chapada? Tammy gostava de pau tanto quanto qualquer garota, mas nunca se importou muito com tamanho, mas também nunca tinha visto um assim. O fato de ser do seu irmão deveria fazê-la tapar os olhos, mas de um jeito estranho parecia estar aumentando seu fascínio por ele.
"Não posso pedir para você fazer isso.", Jimmy disse a coisa certa, mas ela viu os olhos dele caírem para seu peito, que sem sutiã estava proeminentemente exibido na blusa, especialmente seus mamilos de repente eretos.
"Você não está pedindo, estou oferecendo", ela riu nervosamente. "Me sacrificando pelo time, ajudando meu irmão, toda essa coisa boa.", ela falava rápido, rápido demais, mas duvidava que ele notasse.
"Sério?"
"Não vou deixar você ir para o hospital", ela deslizou as pernas para fora, sentando-se na beirada da cama. "Nunca conheci um pau que não se entregasse para mim.", ela riu e jurou que soou boba.
"Uau, agora quem deveria parar de falar?", mas Jimmy não fez movimento para colocar a cueca, só ficou ali com aquele pauzão balançando entre as pernas.
"Desculpa, pensei que talvez dizer coisas assim pudesse ajudar."
Tammy puxou o lençol para se cobrir da cintura para baixo, depois levantou os quadris para tirar a blusa debaixo dela.
"Vem aqui", ela apontou para o chão bem na sua frente. "Chega bem perto para ter uma boa visão."
"Tem certeza?"
"Você veio aqui me pedir ajuda, quer bater punheta para os meus peitos ou não?"
"Isso é tão fodido", ele suspirou. "Mas é, quer dizer, você sabe, porque eu preciso fazer isso."
"E eu preciso te ajudar a fazer isso, então é só uma irmã mais velha ajudando o irmão, é de boa, né?", ela perguntou enquanto cruzava os braços e juntava a barra da blusa nas mãos.
"Certo, é meio errado, mas é pelas razões certas.", Jimmy concordou enquanto ela se movia para que ele ficasse na sua frente, a cabeça do pau dele a menos de um pé do seu rosto.
Tammy deslizou a blusa parcialmente até a barriga e respirou fundo. Isso estava saindo do controle, mas ela estava fazendo pelas razões certas... ou estava apenas dizendo isso a si mesma para encobrir estar de repente e perturbadoramente obcecada pelo pau do irmão?
Antes que a razão e a decência assumissem, Tammy arrancou a blusa e a jogou na cama ao seu lado. Foi a vez de Jimmy ficar ali de boca aberta, os olhos arregalados atrás dos óculos ao se deparar com os impressionantes seios da irmã.
"Jesus", ele conseguiu fechar a boca. "Quer dizer, eu sabia que você tinha peitos grandes, mas caramba, Tammy."
"Parece que nós dois somos bem dotados, hein?", ela levantou os braços sobre a cabeça e se virou de um lado para o outro, balançando os peitos. "Reais e totalmente naturais, baby."
"Baby?", ele sorriu. "Gostei disso."
"E esses?", ela levantou os peitos, oferecendo-os a ele. "Gosta deles?"
"Eles são... incríveis", ele estendeu a mão, depois se conteve.
"É?", ela provocou os mamilos inchados com os polegares, tentando excitá-lo mais. "E esses? São incríveis? Bonitos e chupáveis?"
"Sim", ele engoliu em seco, os olhos grudados nos peitos dela do mesmo jeito que os dela estavam grudados no pau dele. "Eles são."
"Então me mostra o quanto você gosta deles. Bate nesse pauzão e esvazia essas bolas em cima deles."
"Caramba!", ele piscou. "Isso é sujo!"
"Mano, você acabou de comer minha rachadura, pelo amor de Deus, acho que já passamos do sujo aqui."
"Bom ponto", Jimmy agarrou o pau na mão direita e o bombeou.
A respiração de Tammy acelerou enquanto observava a mão dele deslizar ao longo do seu longo e grosso membro. Jimmy tinha mãos grandes, mas ainda sobrava muito pau para fora de seu punho enquanto ele batia punheta. Ela segurou os peitos para ele, sacudindo-os para fazê-los balançar para ele.
"Eles são tão lindos", ele sussurrou. "Posso tocá-los?"
— Vai fundo — ela respondeu, suas inibições anteriores pareciam estranhamente ausentes enquanto observava o irmão se masturbar.
Ele passou a mão esquerda sobre o seio direito dela, apertando-o suavemente. Seus dedos roçaram o mamilo, fazendo a respiração dela escapar num sibilo entre os dentes. A mão de Jimmy deslizou sobre a cabeça do pau, espalhando o pré-gozo na palma.
Ele recomeçou a bater uma, o pré-gozo fazendo a mão deslizar mais rápido pelo pau agora lustroso. Tammy mordeu o lábio inferior enquanto o olhar permanecia fixo na haste reluzente.
— Primeiro peito que toco e é o da minha irmã — ele murmurou.
— Os melhores peitos que você vai tocar na vida.
— Hein?
— Nada — ela riu baixinho. — Mas eu tenho um par e tanto, não tenho?
— Tem, e você tá certa, eu olho muito pra eles.
— Você olha mesmo, seu irmãozinho safado. — Ela ergueu os olhos para os dele. — Fez uma baita bagunça no meu sutiã, não foi?
— Fiz, desculpa.
— Não peça desculpa, mas que tal fazer uma baita bagunça nos peitões da sua irmã? Me mostra o quanto você gosta deles?
— É mesmo?
— É — ela passou a língua rosada pelos lábios para ele. — Em cima deles, pinta essas tetas de branco pra mim.
A mão de Jimmy se moveu mais rápido, e ela continuou falando safadezas, tentando excitá-lo o suficiente para gozar.
— Esvazia essas bolas pobres e inchadas em cima dos peitos da sua irmã e dos mamilos rosados lindos. — Ela soltou um gemido suave. — Eu amo isso. Amo quando os caras gozam nos meus peitos. A porra escorre pelos mamilos e pela barriga e pelas coxas e me deixa tão excitada e molhada!
Ela entrou numa série de gemidos que deixariam uma estrela pornô orgulhosa, e eles não eram totalmente falsos. Tammy estava se excitando, e não só com a conversa, mas ao ver Jimmy brincar consigo mesmo.
Tammy queria que ele gozasse, e não mais apenas para ajudá-lo; ela queria ver aquele pau monstruoso explodir. Ela não se importava se ele a lambuzasse toda. Pelo contrário, a parte recém-desperta e tarada dela queria aquilo em cima dos peitos.
— Porra, isso parece bom.
— Vai ser melhor ainda. — Ela balançou os peitos e colocou a mão sobre a dele, pressionando-a contra o seio. — Toda essa porra jorrando desse pau. Vai ser tão bom, você vai ficar tão aliviado quando essas bolas se esvaziarem em mim.
— Eu também vou gostar, toda essa porra quente e grudenta nos meus peitões. — Ela gemeu de novo. — Anda, irmãozinho, goza pra mim. Goza pra sua irmã mais velha! Eu quero, amor! Eu quero tanto!
— Jesus — a mão de Jimmy estava borrada ao longo da haste, fazendo aquele som molhado de tapa que agora soava muito melhor do que antes.
— Estou esperando — ela sussurrou. — Não é legal me fazer esperar — ela deu um sussurro convincente. — Por favor? Por favor, goza pra mim? Estou sendo tão prestativa! Recompensa sua irmã prestativa com uma bela gozada!
Jimmy arfou várias vezes, e Tammy ergueu os seios mais alto, pronta para o banho de porra que esperava de um pau daquele tamanho. Em vez disso, ele continuou batendo, e seus arfos se transformaram em gemidos mais agudos.
— Eu simplesmente não consigo! — a mão dele desacelerou. — Não vai...
— Bate ele nos meus peitos — ela sugeriu. — Dá umas palmadas neles e continua batendo, você consegue gozar pra mim, amor, eu sei que consegue.
Jimmy deu uma pancada com o pau no seio direito dela, e ela se encolheu quando o pré-gozo espirrou em seu peito. A sensação provocou um arrepio indesejado de excitação, assim como o bater dele em cada um dos seios com o pau.
Deus, ele estava tão duro! O pau inteiro estava vermelho, as veias saltadas de tanto tempo ereto. O pau dele parecia zangado, como se estivesse procurando algo para descontar, e Tammy teve uma imagem rápida passando pela mente: aquele grande pau furioso se enfiando dentro dela...
— Continua — Tammy sussurrou, tentando cortar aquele último pensamento. Aquele era seu irmão, seu irmão mais novo. Ela só estava fazendo aquilo para ajudá-lo, não era sobre ela. — Bate mais rápido!
— Eu... meu braço tá cansando.
— Usa a outra mão.
— Sou uma merda com essa mão, acho que...
— Me come nos peitos! — Tammy deslizou as mãos para os lados dos seios. — Só põe entre eles e manda ver.
— Você tem certeza?
— Agora não é hora de ser tímido, Jimmy. Enfia esse pau gigantesco entre meus peitos e pega o que você quer.
Jimmy pareceu surpreso com as palavras dela, mas colocou o pau entre os seios e empurrou os quadris. Tammy apertou os peitos com força ao redor da haste.
— Tão duro — ela ronronou. — Dá pra sentir pulsar!
— Duro demais — ele resmungou, olhando para baixo, para o pau deslizando entre os seios dela.
Ele colocou as mãos sob as dela, segurando a parte inferior dos seios enquanto os fodia.
— Isso aí, amor — ela arrulhou com sua melhor voz de telesexo. — Me dá um colar de pérolas bem bagunçado e lindo!
— Porra — Jimmy gemeu. — Isso é incrível.
— É mesmo, esse pauzão duro entre meus peitões macios. Humm — ela gemeu. — Você tá deixando eles todos grudentos, mas não tão grudentos quanto vão ficar!
— Não acredito que tô comendo os peitos da minha irmã — Jimmy arfou. — Eu quero gozar tanto!
— Eu também quero! — Tammy abaixou a cabeça e abanou a língua sobre o pau dele. — Me dá isso! Talvez se você gozar rápido, consiga um pouco na minha boca! — ela mexeu a língua de novo.
— Quer isso? Jorrar um pouco de porra na minha boca? Se você gozar rápido, eu deixo; se demorar muito, eu tiro!
Jimmy choramingou enquanto se esforçava para gozar, enquanto Tammy achava difícil não abaixar mais a cabeça e provar a cabeça do pau dele. Que droga havia de errado com ela? Ela estava sendo mais pervertida do que Jimmy jamais poderia ser, e ele era o que tinha o problema.
Um problemão, um problema tão grande e delicioso de se ver que a própria irmã queria brincar com ele.
— Caralho! — Jimmy parou de bater e recuou, deixando o pau deslizar de entre os seios dela. — É demais. Não consigo continuar me mexendo, meu coração tá disparado e não consigo recuperar o fôlego.
— Sabe o que dizem, quer bem feito, faça você mesmo. — Tammy agarrou o pau de Jimmy com a mão direita.
— Ei! — Jimmy exclamou quando ela envolveu os dedos ao redor da haste e a bombeou em seu punho. — V...você tá me batendo uma!
— Estou levando isso para o lado pessoal agora — Tammy disse a ele. — Sou boa demais para não tirar uma gozada dessas bolas.
Jimmy começou a rir e então gemeu quando ela moveu a mão mais rápido. Tammy observou a mão deslizar pela haste. Seus dedos não conseguiam se tocar ao redor dele; até as unhas mal se encostavam.
Ela deslizou a palma sobre a cabeça, recolhendo um pouco de pré-gozo e fazendo-o arfar quando esfregou a cabeça esponjosa e sensível. Ela voltou a masturbá-lo, a mão se movendo facilmente pelo pau lustroso.
— Tão comprido — ela sussurrou, e acrescentou a outra mão, unindo os punhos e usando ambos para bater uma para ele.
Ainda restava um pedaço do pau sobrando! Tammy não tinha brincado: se as garotas soubessem o quão dotado ele era, estariam fazendo fila para foder com ele. Figura: o maior pau que ela já vira, e agora estava tocando, e era do seu irmão bobão.
— Caramba — Jimmy gemeu. — Isso é tão bom! Melhor que a minha mão.
— Seria muito ruim se não fosse melhor. — Tammy o bombeou com mais força e apontou a cabeça do pau entre os seios. — Me dá isso, Jimmy. Sua irmã mais velha tá se esforçando pra ganhar essa gozada! Eu quero, amor! Quero sua porra em cima do meu peito e das minhas tetas!
Os quadris de Jimmy se moviam por conta própria, empurrando através das mãos dela. A mão esquerda de Tammy deixou o pau e deslizou por baixo, segurando as bolas pesadas e massageando-as suavemente. Jimmy gemeu mais alto do que antes enquanto ela trabalhava as bolas, tentando extrair a porra delas.
— Isso, isso aí, amor. Me dá isso, me dá tudo! — ela gemeu. — Uma bela gozada do meu irmãozinho! Eu preciso, Jimmy! Tô ficando tão molhada brincando com seu pauzão!
— Ai, ai! — Jimmy grunhiu quando ela bombeou seu pau torturado.
— Precisa de mais? — Tammy realmente sentia que aquilo era um desafio a essa altura. — Toma! — ela agarrou o lençol e o arrancou de si.
Ela levantou a perna direita do chão, colocando o pé no colchão para expor sua fenda rosada, recém-depilada e sem pelos. — Olha essa boceta, Jimmy! A primeira que você já viu.
— Ai, meu Deus — os olhos de Jimmy pareciam que iam cair da cabeça. — Isso é... Ai, meu Deus!
— Toca! — Tammy sibilou, agarrando o pulso dele e puxando a mão esquerda para baixo, entre as pernas. — Vai, sente a boceta da sua irmã.
Ela gemeu e os quadris estremeceram quando os dedos de Jimmy deslizaram pelos lábios rosados e apertados.
— Você tá molhada! — ele exclamou, e o pau saltou na mão dela.
— Isso é de brincar com seu pauzão — Tammy sussurrou. — Vai, amor, brinca com ela, enfia os dedos!
Tammy estava agindo como se fosse ela que tivesse tomado algo. Estava agindo com muito mais luxúria do que o cara que engoliu dois Viagras. Ela não podia culpar a bebida ou o baseado; já tinha feito bem mais dos dois no passado e nunca agira assim.
Ou será que agira? Todos os casos de uma noite e encontros selvagens nos fundos das festas foram em noites em que ela batera pesado tanto na bebida quanto no fumo. Ela estivera excitada a noite toda, gozando em apenas alguns minutos com o vibrador, antes de pegar no sono.
A boceta estava molhada, e tanto os mamilos quanto o clitóris estavam eretos e latejando. Os dedos de Jimmy exploraram desajeitadamente os lábios da fenda dela, e ela gemia cada vez que encontravam o clitóris.
— Olha só você, sendo masturbado por uma garota nua enquanto brinca com a boceta rosada linda dela!
— Minha irmã — ele sussurrou, e o pau saltou de novo ao dizer a palavra "irmã", mostrando que não se sentia tão mal com quem estava batendo uma para ele.
Tammy o bombeou com mais força e rapidez, beirando o bruto, imaginando o que seria preciso para fazê-lo estourar. Ele parecia pronto. As pernas tremiam violentamente, e os dedos tremiam entre as pernas dela.
Os quadris dele balançavam contra a mão dela, e os dela agora se moviam contra os dele, empurrando os dedos pelos lábios e desejando que ele parasse de atrapalhar e enfiasse um dedo ali. Só para ajudá-lo a gozar, claro, ela disse a si mesma.
Essa era a única razão para ela ter exposto a boceta e deixado que a tocasse; ele nunca fizera nada disso, então tudo aquilo era um esforço para lhe dar aquele alívio desesperadamente necessário. Essa era a história dela, e ela se esforçava ao máximo para se iludir e acreditar nela.
— Você gosta disso, não gosta? — ela continuou provocando. — Você gosta porque eu sou sua irmã!
— Não! — ele disse tão rápido que ela temeu ter estragado tudo, mas um momento depois ele suspirou. — Sim, eu... eu não só olho pra você, às vezes eu penso em você.
Tammy afastou a ideia de quão preocupada deveria estar com aquele último comentário e, em vez disso, alimentou aquilo.
— E aqui estou eu. Nua, Jimmy. Estou totalmente nua, e você já enfiou o pau na raba da minha bunda, entre meus peitos, e agora estou te batendo uma enquanto você me toca.
— Ah, sim, já bati uma pensando em você. Pensei em você quando peguei seu sutiã.
— A coisa real está aqui, amor, e eu quero essa gozada! Se você conseguiu fazer uma bagunça no meu sutiã, então devia conseguir fazer uma ainda maior em mim!
— Eu quero tanto, mas tanto! — ele gemeu. — Tá bem ali, mas... eu simplesmente não consigo, e meu pau tá começando a doer e...
— Ah, pelo amor de Deus! — Tammy levantou-se da cama e o agarrou pelos braços, tentando virá-lo.
— O que você tá fazendo? — ele perguntou, sobressaltado pelo movimento repentino dela.
— Só se vira. — Ela inspirou fundo quando o pau deslizou pela perna dela e, por um momento, ficou entre suas coxas, a haste deslizando pela boceta.
A expressão de excitação nervosa no rosto de Jimmy lhe disse que ele notara o contato, mas ele fez o que ela pediu, girando até ficar de costas para a cama.
— Agora senta.
— Por quê? O que você tá fazendo?
— Estou ajudando, agora senta.
Ela o empurrou, fazendo-o cair para trás e sentar na cama. Ignorando a parte de si que gritava que não devia estar fazendo aquilo, ela caiu de joelhos entre as pernas dele.
Segurando o pau dele na mão, Tammy abriu bem a boca, baixou a cabeça e o colocou dentro.
— Puta merda! — Jimmy gritou.
Tammy, com a mente acelerada, dividida entre aquilo ser tão errado quanto possível e a pura luxúria, gemeu ao deslizar a cabeça esponjosa do pau entre os lábios. Ele era tão grosso! Ela abriu mais a boca só para passar da cabeça e conseguir deslizar os lábios pela haste.
Sua boca nunca estivera tão cheia! Ela fez um som de engasgo quando um pouco do pré-gozo escorreu pela garganta ao mesmo tempo em que forçava mais alguns centímetros para dentro da boca. Ela inclinou a cabeça e conseguiu engolir cerca de dois terços do comprimento considerável.
Acima dela, Jimmy gemia como um ator pornô só por estar na boca dela. Tammy ergueu os olhos para ele e balançou a cabeça lentamente. Não estava fazendo para provocar; a missão ali, porque essa era a única razão para ela estar chupando o pau dele de forma tão altruísta, era fazê-lo gozar, não demorar.
Mas ele era tão grande que ela precisou ir se acostumando para acelerar e evitar engasgar com o pau.
— Ai, meu Deus — Jimmy gemeu. — Isso é ainda melhor do que foder seus peitos.
Tammy piscou para ele e então moveu a cabeça mais rápido.
— Não acredito que tô ganhando um boquete — Jimmy respirou.
Tammy tirou a boca do pau, com baba e um pouco de pré-gozo escorrendo pelo queixo.
— É melhor você não contar pra ninguém.
— Como caralho eu poderia? — Jimmy tinha um bom argumento ali, e então sorriu. — Mas eu poderia contar que uma gostosa de peitão me fez um boquete.
— Claro — Tammy revirou os olhos e então o colocou de volta na boca, dessa vez com muito mais facilidade.
Seus olhos então reviraram quando ela pôde aproveitar melhor a sensação de ter algo tão grande e duro entre os lábios. Tammy balançava a cabeça mais rápido do que antes, levando-o um pouco mais fundo a cada vez.
O cabelo caiu na frente do rosto, e ela o jogou para trás, prendendo-o atrás das orelhas para não atrapalhar nem obscurecer a visão de Jimmy de sua irmã mais velha fazendo um boquete.
— Igual nos filmes — ele sussurrou. — Você é boa nisso.
Tammy mais uma vez desejou que ele parasse de falar. Mas ele estava certo: ela adorava chupar pau. Ela gostava de fazer um homem gemer, de senti-lo tremer e ouvi-lo dizer o nome dela enquanto provocava, lambia e chupava o pau.
Ela adorava receber uma gozada quente na boca, a porra morna e grudenta, o jeito que os paus tremiam em sua boca e como eles arfavam e os quadris estremeciam quando ela continuava trabalhando a ponta sensível do pau depois que gozavam, girando a porra ao redor da cabeça antes de engolir, ou, se estivesse muito chapada ou bêbada e se sentindo suja, babando aquilo no queixo e nos peitos.
Aquele era, de longe, o maior pau que ela já chupara, e, ao levá-lo mais fundo do que da primeira vez, imaginou como seria senti-lo dentro de si. Aquela cabeça grossa esticando seus lábios, empurrando para dentro, forçando seu buraco apertado a se expandir ao redor.
Seus quadris se esfregavam enquanto chupava, e o clitóris latejava entre as pernas. Ela ia precisar gozar depois daquilo, e não havia dúvida de que, por mais que tentasse evitar, gozaria pensando no pau do irmão dentro da sua boceta apertada.
Tammy o levou fundo demais e engasgou, saliva jorrando dos cantos da boca. Ela se forçou a ir mais além, esticando a boca enquanto fazia sons molhados de gargarejo. Ela recuou e então investiu para frente.
A cabeça do pau atingiu o fundo da garganta, fazendo-a soltar outro som desleixado de engasgo, mas ela repetiu o movimento, de novo e de novo. Ela segurou o pau com a mão, o punho seguindo o rastro molhado deixado pela boca.
— Ai, isso é... ai, Tammy, isso é tão bom. — Jimmy gemeu. — Continua fazendo isso, por favor, continua.
Tammy soltou o pau, dessa vez com baba misturada com pré-gozo espirrando da boca e pingando nos peitos.
— Eu vou continuar chupando. — Ela cuspiu na cabeça do pau e bateu em todo o comprimento. — Eu vou chupar seu pau e você vai gozar, seu merdinha, entendeu?
— Eu quero!
— Você vai. Você vai gozar com sua irmã mais velha te dando seu primeiro boquete, não só o primeiro, mas o melhor que você vai receber na vida.
Ela escarrou outra bola de cuspe na cabeça e acrescentou a segunda mão, batendo uma para ele com os dois punhos de novo enquanto ele gemia e se contorcia na cama.
— Eu não vou perder esse jogo, Jimmy, e se você chegar perto e achar que não consegue? Quero que você pense em onde está gozando, porque você vai gozar na minha boca.
Ela abanou a língua para ele.
"Cada gota bem na minha boca. Já ficou com raiva de mim? Acha que sou uma vadia? Então pensa nessa vadia espertinha engasgando com esse cacete de cavalo seu e enchendo minha boca com sua porra."
"Caralho, você é nojenta."
"Sou, sou sua irmã mais velha nojenta. Mas também sou uma boa irmã mais velha porque estou fazendo isso por você."
"Eu faço qualquer coisa por você, Tammy. Eu prometo!"
"Então goza pra mim."
Ela o colocou de volta na boca e deu um show de estrela pornô. Ela o engoliu o mais fundo que pôde, e balançou a cabeça rapidamente enquanto o masturbava. Sua mandíbula e garganta começavam a doer do esforço de aguentar tanto.
A cabeça do pau dele batia repetidamente no fundo da garganta dela e ela agora babava descaradamente no pau dele, depois sorvia a baba quando descia de novo na haste. Os olhos de Tammy agora lacrimejavam enquanto ela emitia uma série de sons molhados e desleixados de sucção com uma ânsia ocasional misturada.
Jimmy estava recostado nos cotovelos, seus olhos arregalados, hipnotizado pela visão de sua irmã mais velha engolindo seu pau desleixadamente como se fosse a melhor coisa que ela já provara. Suas coxas e joelhos tremiam, e seu corpo inteiro estava tenso.
Seu pau tremia na boca e na mão dela, e Tammy sabia que o tinha bem na beirada. Mas mesmo quando continuou a chupá-lo, ele não gozava. Seus gemidos estavam ficando desesperados de novo, com aqueles choramingos frustrados entre eles.
O rosto de Tammy estava agora tão vermelho quanto o dele por maltratar a boca com o pau dele, e ela achava que não conseguiria fazer isso por muito mais tempo. Ela deslizou a mão entre as pernas dele e embalou suas bolas, massageando-as enquanto chupava.
As pernas de Jimmy se esticaram ao redor dela e seus quadris se ergueram, empurrando-o mais fundo em sua boca descendente. Isso a fez engasgar e uma nova onda de saliva irromper de sua boca, mas ela continuou, punindo implacavelmente sua própria boca e garganta num esforço para dar a ele o que ele precisava.
"Ah, não pare!" ele arfou. "Continua chupando, por favor continua chupando!"
Tammy se ergueu nos joelhos, e na próxima vez que ela engoliu a maior parte do comprimento dele, ela inclinou a cabeça, forçou a boca mais aberta e o engoliu completamente até seus lábios tocarem a base da haste. Ela gorgolejou ao redor do pau dele, babando, lágrimas escorrendo pelo rosto e lutando para não engasgar. Tammy balançou a cabeça rapidamente para frente e para trás, enquanto apertava suas bolas.
"Ah... ah... Porra!"
Os quadris de Jimmy empurraram e seu pau explodiu na boca dela. Ele estava no fundo da garganta dela quando fez isso, Tammy guinchou quando a porra não só irrompeu dos lados de sua boca, mas também jorrou de seu nariz.
Com a garganta dolorida e as narinas ardendo, ela retomou o balançar da cabeça, chupando enquanto ele continuava a encher sua boca. Ela engoliu um pouco, mas os jatos eram tão espessos, que mais saía de sua boca para deslizar pela haste dele.
Ela sorveu de volta enquanto continuava obstinadamente a chupá-lo, apesar de seu desconforto. Ela havia trabalhado duro para isso e queria cada gota, queria drenar suas bolas para que ele ficasse esgotado e seu pau baixasse.
"Ah, porra, mana! Tammy... Ah, isso é... ah, Tammy!" Jimmy gemia e se contorcia na cama enquanto sua irmã esfregava suas bolas e chupava, apesar da porra escorrendo de seu nariz e boca.
Tammy recuou suavemente, mas manteve a cabeça dele em sua boca, rodando a língua ao redor dela, e balançando a cabeça, trabalhando a ponta sensível dele pela sua boca desleixada.
"Tá bom!" Os quadris de Jimmy deram um solavanco e ele arfou cada vez que ela lhe dava uma chupada forte. "Tá bom! Por favor, para!"
Tammy o deixou cair da boca, sua ponta seguida por mais porra que se juntou à bagunça em seu peito e peitos, um pouco até escorreu para sua barriga. Ela se sentou nos joelhos, ofegante, enquanto Jimmy fazia o mesmo.
"Jesus," ele chiou. "Mana, você sabe chupar pau!"
"Como se você soubesse se eu sou boa ou não," ela respondeu, então deu a ele um sorriso através de seus lábios grudentos. "Mas sim, já me disseram que faço um boquete incrível."
"Imagina a mamãe e o papai ouvindo isso?"
"Sorte que eles não estavam em casa, ou a mamãe estaria com você no pronto-socorro." Tammy pegou sua camisola e limpou a porra de seus peitos e barriga. "Falando nisso?"
Tammy olhou para o pau dele e viu que ainda tremia, mas não parecia tão duro.
"Está," Jimmy lentamente abaixou a cabeça como se estivesse com medo de olhar. "Não dói e... está baixando!"
Mesmo enquanto falava, seu pau havia amolecido significativamente. Ficar duro por tanto tempo e finalmente gozar fez com que sua carne cansada murchasse rapidamente.
"Trabalho bem feito, se eu mesma posso dizer."
"Obrigado! Mana, estou te devendo uma enorme!"
"Só nunca conte a ninguém sobre nada disso."
"Você fica repetindo isso." Jimmy soltou um longo suspiro de alívio. "Caramba, foi tão bom, e me sinto muito melhor."
"Essa foi a terceira vez que você gozou?" ela tocou o queixo com um canto limpo da camiseta. "Essa é a maior carga do caralho que eu já tomei, saiu pelo meu nariz, pensei que isso fosse coisa de filme."
"Você devia parar de falar," ele disse com um sorriso.
Tammy retribuiu, então se levantou e sentou na cama ao lado dele. O movimento a fez perceber o quão molhada ela estava. Seus mamilos estavam tão duros que doíam do jeito que o pau dele tinha doído, e seu clitóris latejava de necessidade.
"Você disse que faria qualquer coisa por mim, e que está me devendo?" Enquanto perguntava, a pequena parte dela que ainda estava horrorizada com o que tinham feito, dizia que ela precisava terminar aquilo ali, mas a outra parte dela, a parte que teve mais do que um pequeno prazer em chupar o irmão, estava no controle total.
"Pode pedir. Tarefas, favores, dinheiro, qualquer coisa que quiser."
"Chupa minha boceta," ela disse suavemente.
"Claro, eu vou... o quê?" Jimmy olhou para ela de boca aberta.
"Estou super excitada desde o Rick, e fazer você gozar me deixou tão molhada. Preciso gozar e você deve retribuir o favor e me ajudar."
"Eu não sei como," Jimmy disse nervosamente. "Nunca fiz nada com uma garota antes."
"Eu te ajudo, e assim quando você estiver com uma garota, você vai saber como fazê-la feliz." Ela assobiou. "Não que seu pau não vá deixar os olhos dela revirando, mas você deveria saber como agradar uma mulher."
"Eu..." ele olhou para seu pau, que mesmo mole era impressionante. O garoto era tanto dotado de pau grande mole quanto duro. "E se eu ficar duro de novo?"
"É por isso que devemos fazer isso. Se você ficar duro, a gente dá um jeito. Mas e se você for para o seu quarto, dormir e tiver um sonho erótico sobre, sei lá, talvez sua irmã gostosa, e ficar duro enquanto dorme?"
"E se eu não acordar e dormir tempo demais..."
"Você poderia se machucar." Tammy assentiu, então deslizou de volta para o meio da cama, girou sobre a bunda e deitou de costas, com a cabeça no travesseiro. "Vamos garantir que a gente tire tudo do seu sistema."
Ela abriu as pernas, então abaixou as duas mãos e abriu os lábios, expondo descaradamente sua boceta para o irmão. "Pensa só como beijar sua irmã," ela riu. "Bem nos lábios."
"Porra, isso é," ele assentiu tão rápido que os óculos deslizaram pelo nariz. "É, devemos ter certeza de que estou bem."
"Então vem, se estica entre minhas pernas." Ela bateu de leve no clitóris. "E me dá esse beijo."
Jimmy rolou para a cama, deslizando para cima entre as pernas dela, até que seu rosto estivesse a centímetros de sua fenda rosada.
"Me deixa ficar com isso." Tammy tirou os óculos do rosto dele e os colocou na mesa de cabeceira. "Se eles embaçarem, você não vai ver nada."
Jimmy não respondeu, apenas olhou fixamente para a boceta dela.
"Bem aqui," ela beliscou o clitóris entre o polegar e o indicador. "Lambe, bem de leve e gostoso."
Jimmy se aproximou, colocando as mãos nas coxas internas dela e hesitantemente passou a língua de leve sobre seu botão inchado. Tammy soltou um suspiro agudo e seus quadris deram um solavanco, empurrando sua boceta contra o rosto dele.
"Caramba, estou excitada. Agora vai em frente e lambe, pode ir para cima e para baixo ou de um lado para o outro, ser chique e fazer em círculo. Bem de leve é mais gostoso."
Jimmy vibrou a língua sobre o clitóris dela, fazendo como ela dizia, para cima e para baixo, depois de um lado para o outro.
"Isso é gostoso," ela deslizou as mãos pela barriga e embalou os seios. "Você está indo muito bem, maninho. Só bem de leve e tranquilo, você sabe, tipo sua irmã às vezes," ela riu.
Sua risadinha se transformou em um gemido quando ele traçou um círculo lento ao redor do clitóris dela, então retomou as lambidas suaves sobre ele e ao redor.
"Hmm," Tammy suspirou contente enquanto a língua do irmão dançava sobre sua carne excitada. "É gostoso, baby."
Jimmy sorriu para ela. "Gosto quando você me chama de baby."
"Você é meu irmão caçula, afinal," ela gemeu quando pegou os mamilos entre os dedos. "Que tal lamber mais para baixo? Usa essa língua entre meus lábios."
Jimmy lambeu o clitóris dela, então empurrou a língua para baixo entre seus lábios úmidos. Ele lambeu e rodou a língua, sondando as dobras da boceta dela enquanto ela brincava com os mamilos, seus quadris balançando suavemente enquanto o irmão a explorava.
"Um pouco mais para baixo, depois empurra com a língua," ela o guiou.
Ele fez como ela disse, movendo a língua mais para baixo, então a enrijeceu e empurrou. Ambos ofegaram quando a língua dele deslizou para dentro do buraco dela. Jimmy moveu a língua dentro dela, seus olhos se arregalando enquanto sentia pela primeira vez o gosto de uma boceta.
"Move a cabeça para frente e para trás, me fode com a língua."
Ele era bom em seguir instruções e Tammy gemeu e apertou mais os mamilos enquanto ele mergulhava a língua para dentro e para fora dela.
"Vê como estou molhada?" ela perguntou suavemente. "Você me deixou assim. Me deixou toda quente e excitada pedindo para brincar com esse pauzão."
Sem que lhe dissessem, Jimmy deslizou a mão entre as pernas dela e, removendo a língua, a substituiu pelo dedo.
"Menino mau," ela ronronou. "Você dedilhando a sua irmã?"
"Sim," ele sussurrou, então a fez pular quando pressionou o rosto contra a boceta dela e inalou profundamente. "Caramba, isso cheira tão bem."
"Você diz as coisas mais doces!" Tammy riu. Uau, ela estava mesmo mergulhada na toca do coelho proibido a essa altura. "Coloca outro e enfia eles bem fundo."
Ele enfiou outro dedo com cuidado e ela soltou um gemido baixo quando ele os enfiou até o fundo. Ela contraiu a boceta ao redor deles e riu da cara que ele fez.
"Imagina uma garota fazendo isso ao redor do seu pau. Agora, bota essa língua de volta no clitóris e move seus dedos de um lado para o outro."
Jimmy ansiosamente voltou ao clitóris dela enquanto mexia os dedos e Tammy deixou a cabeça cair no travesseiro, olhando para o teto enquanto brincava com os mamilos e seu irmão a dedilhava e lambia seu clitóris.
Isso era o que ela queria essa noite, claro que ela nunca em um milhão de anos imaginou que seria seu irmão entre suas pernas, mas que diabos? Ele estava fazendo um trabalho bem decente nela. Ela ainda podia sentir o gosto da porra dele na boca e por mais enojada que devesse estar com aquilo, só servia para fazê-la se contorcer mais no rosto dele.
"Chupa," ela sussurrou. "Chupa o clitóris da sua irmã nojenta, me ajuda do jeito que eu te ajudei."
Ela ofegou quando ele a chupou mais forte do que ela esperava, mas foi muito gostoso e sua boceta apertou ao redor dos dedos dele. Jimmy a chupou várias vezes em sucessão rápida, depois voltou a lamber.
Sua língua estava se movendo mais rápido e com mais confiança, e seus dedos agora socavam mais forte dentro dela. Tammy ergueu as pernas, colocando os pés nos ombros dele. Jimmy voltou a chupá-la, seus lábios estalando contra sua carne molhada.
"Gostei disso, balança esses dedos de um lado para o outro, quero ouvir eles trabalhando essa boceta melada." De onde tinha vindo essa palavra? Ela ouvia bastante em pornôs e em algumas histórias eróticas que lia, mas nunca a dissera. Tanto fazia, palavras sujas eram o menor dos pecados que ela havia cometido essa noite.
Jimmy balançou os dedos e ela gemeu tanto pela sensação quanto pelo jeito que ela realmente podia ouvir o som molhado e fricativo que eles faziam em sua fenda encharcada. Ele voltou a lamber, sua língua agora corajosamente fluindo sobre ela em lambidas de cima a baixo, depois de um lado a outro.
A respiração de Tammy acelerou e seus quadris balançaram mais rápido, seus dedos dos pés se curvando nos ombros dele enquanto suas costas arqueavam. Ela puxou seus grandes mamilos, esticando-os firmemente enquanto os rodava entre os dedos. Suas coxas apertaram e sua boceta tremeu ao redor dos dedos dele enquanto ele os trabalhava mais forte e mais rápido.
"Isso!" ela arfou. "Assim! Trabalha esse clitóris, baby! Faz sua irmã mais velha gozar para você!"
Jimmy chupou o clitóris dela com um entusiasmo que ela nunca tinha experimentado antes, seus dedos longos e finos a trabalhando, batendo nas paredes de sua boceta apertada. Tammy gemeu e arqueou as costas mais alto enquanto empurrava os pés contra os ombros dele, fazendo sua bunda sair da cama.
"Ah, ah ahhhh!" Tammy guinchou quando uma chupada forte acompanhada por um torcer áspero de seus mamilos a jogou para o abismo.
Ela soltou uma série de ganidos agudos e altos enquanto seu orgasmo a atingia com força. Sua boceta teve convulsões ao redor dos dedos dele enquanto ela se contorcia na cama, esfregando sua boceta molhada e trêmula no rosto do irmão.
Ele conseguiu continuar lambendo, seus dedos mergulhados fundo dentro de sua boceta palpitante. Os ganidos de Tammy se transformaram em um rosnado baixo e gutural enquanto ela gozava mais forte do que se lembrava, e seus quadris sacudiam incontrolavelmente, lambuzando o rosto de Jimmy com sua carne quente e molhada.
"Ah, merda," ela gemeu enquanto seu corpo ficava mole, seus pés caindo dos ombros dele. "Uau, isso foi," ela riu enquanto soltava os seios e colocava as mãos sobre o rosto. "Gozei para caralho!"
"Feliz em ajudar," Jimmy disse a ela, mas ele não soou tão animado quanto ela pensou que soaria. "Mas falando em duro."
Tammy se empurrou para cima com os cotovelos e viu que ele estava agora ajoelhado entre suas pernas inferiores. Seu pau incrível estava mais uma vez completamente ereto, apesar do fato de que ela o tinha feito gozar apenas alguns minutos atrás.
"Caralho," Tammy disse baixinho. "Essa coisa faz seu trabalho, não faz?"
"Demorou muito da última vez," Jimmy balançou a cabeça. "Como diabos eu vou..."
Sua voz se perdeu quando Tammy deslizou cama abaixo de modo que suas coxas ficassem ao redor dos joelhos dele. Ela agarrou o pau dele e sabendo que estava prestes a cruzar a linha final, mas sem se importar, ela empurrou a cabeça dele pelos lábios de sua boceta.
"Tammy, a gente pode... Ah!"
Jimmy ofegou incrédulo quando Tammy empurrou a cabeça do pau dele contra seu buraco molhado. Ela gemeu quando até mesmo enfiar a cabeça dele entre seus lábios a estava abrindo mais do que ela jamais havia sido aberta antes.
Ela se remexeu para frente até que a cabeça inteira dele estivesse dentro dela e gemeu. "Dentro, mas com calma."
"Você vai realmente me deixar..." ele fez uma pausa como se estivesse com medo de dizer, então acrescentou numa voz quase inaudível. "Te foder?"
"Esse pau não vai gozar sozinho, maninho, agora não pensa nisso, só faz."
Jimmy piscou como se estivesse se perguntando se estava sonhando, mas empurrou os quadris.
"Ah, porra!" Tammy gritou conforme a circunferência dele forçava sua boceta a se esticar ao redor dele. "Calma!"
"D... desculpa." Jimmy gaguejou. "Deus, você é tão gostosa!"
"Então me sente, mas devagar, baby. Talvez eu seja um pouco fácil às vezes, mas não sou uma estrela pornô, você precisa me enfiar essa coisa um pouquinho de cada vez."
"Te enfiar," Jimmy olhou para seu pau parcialmente inserido entre seus lábios rosados. "Você é tão gostosa."
"Então sente o calor, maninho, me acostuma com esse pau para você poder ter sua primeira vez."
"Talvez essa noite não seja tão ruim afinal," Jimmy disse tanto para si mesmo quanto para ela, então foi entrando lentamente, trabalhando seu comprimento dentro dela.
"Porra, isso é... ah, porra," Tammy repetiu conforme ele enfiava seu pau nela.
Ela esticou os braços para trás, apoiando as palmas contra a cabeceira para não deslizar cama acima enquanto ele forçava seu pau grosso em sua boceta apertada. Seus olhos se arregalaram, e ela choramingou enquanto ele a penetrava.
Por mais devagar que ele estivesse indo, ainda era desconfortável, mas quando ele parou, ela balançou a cabeça. "Continua, eu quero tudo, baby. Cada centímetro dele."
Jimmy obedeceu, entrando mais fundo nela. Ele estava choramingando baixinho com a sensação provocante de estar dentro de uma mulher pela primeira vez, mas só um pouco de cada vez.
"Tão quente, tão apertada pra caralho," ele gemeu.
"Jimmy, acho que praticamente qualquer garota vai ser apertada para você." Ela ergueu as pernas, abrindo-as mais e colocando os pés no peito dele, para se abrir mais para ele, respirou fundo e disse:
"Vai em frente, tudo dele."
Em sua excitação, ele empurrou os quadris com força, arando o resto de seu pau dentro dela.
"Oh Deus!" Tammy guinchou quando sua boceta pareceu se esticar até o ponto de ruptura.
"Desculpe!" Jimmy recuou, mas ela ofegou.
"Só me fode, eu vou me acostumar."
Jimmy hesitou, mas apenas por um segundo antes de se enfiar de volta nela, e dessa vez continuou a bombear os quadris.
"Fundo!" ela gemeu. "Tão fundo pra caralho!"
Seus dedos deslizaram pelos degraus da cabeceira, agarrando-os com força enquanto Jimmy a fodia. Seus olhos reviraram e sua boca se abriu em um grande O enquanto ele martelava sua boceta apertada com seu pau desconfortavelmente grosso.
— Porra, isso é tão bom — gemeu Jimmy, colocando as mãos nos joelhos dela, os quadris acelerando. — Melhor do que eu jamais sonhei!
— Que bom que você gosta... Ah! — Tammy não conseguiu terminar a frase; tudo o que podia fazer era ficar deitada, impotente, enquanto o pau dele a castigava.
Por mais molhada que estivesse, ainda doía, mas ela o deixou continuar. Sabia que se acostumaria com ele, mas, mais do que isso, já tinham feito tantas coisas que não deviam, que ela queria que ele a tivesse.
A primeira vez dele, algo que ele acabara de admitir que sonhava, algo que ele sempre lembraria e guardaria como um tesouro, e era ela quem podia dar isso a ele. Sim, ela era a irmã dele, sim, era errado, mas ela estava fazendo algo legal por ele, e depois disso talvez ele ficasse mais confiante com outras garotas.
— Ah, é — suspirou Jimmy, as mãos deslizando pelos joelhos e pelas coxas dela. — Você é tão gostosa, você é tão linda.
Ele passou as mãos de volta pelas pernas dela até os tornozelos, ergueu os pés dela e a surpreendeu beijando as solas dos pés, depois deslizando a língua pelos dedos. Fez cócegas e os pés dela se retraíram, mas ela ainda estava mais focada nos esforços do corpo para acomodá-lo.
— Gosto disso nos filmes. — Ainda segurando os tornozelos dela, ele abriu mais as pernas.
Tammy soltou um gritinho quando o movimento foi acompanhado por ele fodendo-a com mais força. Ela engoliu em seco e gemeu enquanto ele fazia o que queria com sua boceta indefesa. Ele nem parecia estar dando tudo de si e já era a foda mais violenta que ela suportara devido ao tamanho dele.
Como se tivesse azarado, os quadris dele se moveram mais rápido, as estocadas mais longas e fortes. Os peitos de Tammy agora balançavam, e ela viu os olhos dele indo e vindo entre seus seios enquanto o pau dele saqueava a racha da irmã.
Ele soltou as pernas dela, que caíram ao lado dele, e se inclinou, apoiando as mãos de cada lado dos ombros dela. Jimmy abaixou a cabeça e ela gemeu quando ele sugou o mamilo direito para a boca.
O tamanho e o peso do seio dela dificultaram para ele, pois não parava de se mexer, então ela soltou a cabeceira e trouxe os braços para baixo para segurar os seios para ele. Jimmy sugou ansiosamente a teta dela, depois trocou para o outro mamilo.
Isso aumentou a velocidade e a força das estocadas dele, pois a emoção de chupar as tetas dela alimentava seu desejo. Misericordiosamente, a boceta dela conseguiu se abrir ao redor da grossura dele e estava doendo menos, permitindo que ela se deleitasse na sensação de ser preenchida como nunca antes.
Jimmy foi de um lado para o outro, trabalhando cada mamilo enquanto ela gemia com o toque da língua dele e o prazer crescente que agora recebia da foda. Ele ergueu a cabeça e deslizou mais para cima, ficando de frente para ela.
Ele lhe deu um sorriso tímido, então, sem aviso, abaixou a cabeça e a beijou. Apesar dos atos carnais que tinham cometido juntos, ele beijá-la foi um choque. Tinham se envolvido em atos de pura luxúria, atos de misericórdia, ela estava ajudando ele, caramba!
Mas um beijo era um sinal de afeto e não tinha nada a ver com o problema dele, o grande problema que estava enterrado até as bolas na boceta dela. Demorou um instante para ela reagir e, quando não o beijou de volta imediatamente, ele tirou os lábios dos dela.
— Desculpa, eu só... sempre imaginei como seria te beijar — ele lhe deu aquele sorrisinho de novo. — Você é tão linda, maninha.
As palavras, junto com o jeito que ele a olhava, nenhum garoto, nem mesmo Rick que supostamente a amava, jamais a olhara daquele jeito, a derreteram. Ela ergueu as mãos e, segurando o rosto dele, puxou-o de volta e o beijou.
Jimmy gemeu contra os lábios dela enquanto ela o beijava com força e paixão. Ela deslizou os braços ao redor do pescoço dele, mantendo-o perto enquanto deslizava seus lábios macios e cheios sobre os dele. Jimmy tentou fazer o mesmo, mas era inexperiente, e não um grande beijador.
Mas Tammy achou isso cativante, e desacelerou o beijo, permitindo que ele assumisse a liderança e o controlasse. Ele lhe deu vários selinhos rápidos antes de tentar um longo e demorado. Tammy suspirou no beijo, enquanto seu corpo, agora totalmente ajustado ao tamanho dele, relaxava, dando boas-vindas a cada estocada que induzia prazer.
Tammy mais uma vez assumiu as rédeas do beijo, abrindo mais a boca, devorando os lábios dele, e então mergulhando a língua na boca dele. Jimmy engoliu em seco, mas levou apenas alguns segundos até a língua dele estar dançando sobre a dela.
Ela envolveu as pernas ao redor dos quadris dele, cruzando os tornozelos sobre ele, e o puxou ainda mais fundo, enquanto exploravam a boca um do outro com a língua. A boca de Jimmy deslizou da dela e ela gemeu em agradecimento quando ele se aninhou no cabelo dela e beijou seu pescoço.
Ele lambeu e sugou com surpreendente gentileza, misturando vários beijinhos rápidos, mas doces. Tammy suspirou de alegria quando ele fixou os lábios na pele macia da garganta dela, sugando levemente antes de deslizar os lábios para o outro lado do pescoço dela.
— Tão linda — sussurrou ele no pescoço dela. — Tão sexy, tão incrível.
Como esse garoto nunca teve namorada? Ele era fofo, doce e, como ela estava aprendendo, tinha lábia sem perceber que era. Sem falar naquele pau! O que a estava preenchendo até o ponto de estourar e sendo melhor do que qualquer coisa que ela já experimentara antes.
Ela percebeu que ele estava respirando mais pesado no pescoço dela, e o rosto dele estava quente contra sua pele. As estocadas dele estavam ficando mais curtas e mais fortes, limitadas por ela ter as pernas ao redor dele.
— Você consegue gozar assim, bebê? — ela perguntou baixinho.
— Eu... acho que não, acho que preciso ir mais rápido.
— Role para a sua esquerda — ela disse.
Ela o incentivou empurrando o ombro dele, rolando para a direita, Jimmy foi com ela até que ela estivesse montada nele, as coxas ao redor dos quadris dele. Tammy gritou quando o peso dela a empalou no pau dele, mas isso não a impediu.
Agarrando o topo da cabeceira para se apoiar, ela quicava para cima e para baixo, cavalgando-o com força e rapidez. Jimmy gemeu e agarrou os peitos dela, acariciando-os enquanto ela subia repetidamente e depois descia com força no pau comprido dele.
— Porra, porra, porra! — Tammy gritou enquanto martelava o pau dele bem fundo dentro de si.
Jimmy gemeu e choramingou embaixo dela enquanto ela o cavalgava como um garanhão premiado, as mãos dele nos peitos dela, os dedos acariciando os mamilos. Tammy jogou a cabeça para trás, gritando de prazer enquanto abusava do pau dele.
Ela agarrou o pulso dele, empurrando a mão direita dele para baixo entre eles, e colocando dois dedos dele no clitóris dela. Jimmy esfregou de um lado para o outro e Tammy agarrou o seio que ele soltara, beliscando o mamilo.
— Como sua irmã está montando em você, bebê? Gosta de ver meus peitinhos balançando? Me fazendo gritar com esse pauzão?
— Com certeza — sussurrou ele, os dedos trabalhando o clitóris dela.
— Eu vou gozar no seu pau, mano! — ela disse a ele. — Vou gozar tão gostoso com esse pau dentro de mim! Então eu vou ficar de joelhos e você vai foder sua irmãzona até gozar de novo!
— De quatro? — Os dedos de Jimmy pressionaram mais forte no botão dolorido dela. — Com certeza!
— Hum, você é um menino malvado! Você quer sua irmã de quatro? Agarrando minha bundinha apertada e me usando? Fodendo minha boceta melada até esvaziar suas bolas para mim?
As palavras dela saíram mais rápidas enquanto as pernas se apertavam ao redor dele e seu corpo tensionava em preparação para outro orgasmo. Ela mudou a pegada da cabeceira para o peito dele, apoiando o peso sobre ele enquanto bombeava os quadris com força suficiente para fazer a cama tremer.
As unhas dela ficavam bem no peito dele e o olhar no rosto dele enquanto ele olhava para ela de baixo, enquanto os dedos dele continuavam ocupados, a deixava cada vez mais perto.
— Vou fazer sua primeira vez, a melhor vez, Jimmy. Não pense em mim como sua irmã, apenas lembre-se disto como uma garota gostosa te dando a cavalgada da sua vida!
— Mas... — ele engoliu em seco sob o ataque dela ao seu pau. — Eu gosto que minha primeira vez seja com minha irmã. Eu te amo, Tammy. Isto... não é errado, é meio especial.
Por mais distorcidas que fossem as palavras dele, elas acertaram em cheio, enviando uma emoção através dela que a fez mergulhar em êxtase. Ela jogou a cabeça para trás e soltou um uivo de puro prazer enquanto seu corpo explodia.
Sua boceta convulsionou ao redor do pau grosso dele enquanto ela quicava nele, depois trabalhou os quadris em círculos selvagens. Jimmy gemeu enquanto ela trabalhava o pau dele em sua boceta apertada e molhada, enquanto ela se contraía repetidamente ao redor dele.
Tammy gritou repetidamente enquanto a sensação de gozar com a boceta completamente preenchida com o pau do irmão era como nada que ela já experimentara. Ela soltou um longo gemido trêmulo enquanto o último do orgasmo fluía através dela e ela desabou sobre Jimmy, a cabeça no ombro dele, enquanto sua boceta tremia e estremecia ao redor dele.
Jimmy continuou a cativá-la envolvendo-a com os braços, segurando-a perto. Ele beijou o topo da cabeça dela e a abraçou forte. Tammy permaneceu nos braços dele enquanto recuperava o fôlego, pensando em como era bom estar tão perto do irmão.
Nua, suada, os mamilos duros pressionando o peito dele, seu corpo no pós-orgasmo e o pau duro dele ainda dentro dela, era como nada que ela já sentira antes. Mas por melhor que fosse, ela precisava terminar o que começara.
Ela o deixara duro de novo, e era sua responsabilidade cuidar disso. Tammy se empurrou para cima e passou a perna por cima dele, movendo-se para a esquerda dele e assumindo a posição de quatro. Desta vez, Jimmy não precisou de incentivo.
Ele rolou para trás dela, seu pau enorme brilhando no brilho do abajur, e agarrou os quadris dela. Ele pressionou a cabeça larga contra ela, então entrou nela em uma estocada longa.
— Ai meu Deus! — Tammy gritou enquanto ele a penetrava, fodendo-a muito mais forte do que antes.
— Fundo, fundo, fundo! — ela continuava gritando a palavra enquanto os olhos se arregalavam e a boca ficava aberta.
Ele agarrou as nádegas dela e as abriu, tendo uma boa visão de seu pau devastando a boceta dolorida da irmã. Tammy se abaixou na cama, a bochecha descansando nos antebraços enquanto suportava a foda mais violenta de sua vida.
— Pensei nisso — gemeu ele. — Você tem uma bunda incrível!
— É? — ela se forçou a falar para ajudá-lo a gozar, porque não tinha certeza de quanto mais disso aguentaria antes de ter que pará-lo.
— Você gosta da sua irmãzona assim? De bruços, bunda empinada como a garota safada que ela é?
— Sim — gemeu ele.
— Não qualquer garota safada, mas a sua garota safada, certo, bebê?
— M... minha garota safada?
— Sua. Sua garota safada, sua irmã gostosa, sua primeira vez, sua primeira provada!
— Minha primeira paixão — sussurrou ele atrás dela. — Minha primeira fantasia, minha garota favorita.
— Gosto disso — gemeu ela. — Gosto, mesmo! Agora me mostre o quanto você gosta de mim.
As mãos de Jimmy apertaram ela a ponto de doer e ele estava fodendo-a com tanta força que ela temeu que a cama quebrasse. Como explicaria isso para os pais? As bolas de Jimmy estavam batendo contra a boceta dela e pelos próximos minutos o único som era a carne batendo junto e a respiração pesada deles.
— Vamos — ela o incentivou. — Goza para mim, bebê. Goza para sua garota favorita, me dá tudo! Me toma, me reivindica, me faz sua!
— Porra! — Jimmy engoliu em seco. — Sim, sim, ah porra sim!
— Quer minhas tetas, bebê? Você quer... ahhh!
Tammy gritou quando ele explodiu dentro dela. Seus olhos se arregalaram enquanto a porra quente do irmão jorrava fundo em sua boceta. Ele continuou metendo, cada uma terminando em outro jorro longo. Ela gemeu com a sensação do irmão cometendo o tabu supremo de pintar as paredes da boceta latejante da irmã.
— Isso é tão bom! — ela ronronou enquanto ele parava de se mover e ela assumia, contraindo a boceta ao redor do pau dele, ordenhando mais algumas gotas dele. — Tudo — gemeu ela. — Cada gota, Jimmy, me dá cada gota.
— Ai, cara — gemeu Jimmy, tirando o pau de dentro dela e se jogando de costas ao lado dela. — Isso foi inacreditável pra caralho.
— Mano, você me fodeu até eu perder os sentidos — suspirou Tammy enquanto rolava para deitar ao lado dele.
— Não precisa de muito — ele riu.
— Entendo — suspirou ela. — Consegue o que quer, depois vira um idiota. Típico de homem. — Ela virou-se para olhar para ele e os dois caíram na gargalhada.
— Mamãe e Papai — assobiou ele. — Eles surtariam! Eles nos matariam e depois nos trariam de volta para nos castigar para sempre.
— O que eles não sabem não pode nos machucar — Tammy disse a ele. — Como você está aí embaixo?
Ela olhou enquanto falava para ver o pau dele já apenas meio duro. — Eu sou boa no que faço.
— A melhor. Tammy, eu sei que tudo isso foi muito fodido, mas estou feliz que minha primeira vez foi com você.
— Ei, irmãs mais velhas estão aqui para ajudar. — Tammy riu. — Agora você não deve ter problema para conversar com uma garota porque sabe que pode fazer uma feliz.
— Acho que sim.
— Não só sexo, mas aqueles sorrisos adoráveis e aqueles beijos doces e as coisas que você disse? Você vai fazer uma garota muito feliz. Então quando ela ver aquela cobra maldita que você chama de pau? Ela vai ficar viciada, não — ela riu — Ela vai ficar A-dick-tada! sacou?
— Por que tem que ter outra garota? — Jimmy perguntou a ela.
— O quê?
— Eu não estava só falando porque estava excitado. É estranho, mas eu tinha uma queda por você. Você é tão bonita, e você sempre foi boa para mim, me defendia mesmo quando éramos mais novos. Você sempre ajudou a cuidar de mim, e você foi minha melhor amiga antes de eu conseguir fazer amigos.
— Aww! — Tammy suspirou e se surpreendeu ao sentir os olhos se enchendo de lágrimas. — Jimmy, isso é tão doce!
— Estou falando sério. Sinto muito por ter olhado para você, e roubado seu sutiã e pensado coisas sujas sobre você. Admito que quando vim até você esta noite, pensei que talvez você me ajudasse e as coisas pudessem... não sei, se transformar nisto.
— Você pensou?
— Bem, era uma grande esperança, mas mesmo que tudo o que você fizesse fosse me deixar bater punheta para você, já teria sido algo. Eu estava um pouco obcecado por você.
— Uau, eu só pensei que você era um pouco pervertido porque nunca conseguiu ninguém.
— Me matava quando você estava com o Rick. Aquele merda nunca te mereceu. Me incomodava quando você tinha caras por perto e sabia que você transava em festas, mas aquilo era sexo, você tentou se apaixonar pelo Rick, e aquilo me deixava bravo porque você deveria amar alguém que te ama de volta.
— Você me amaria de volta? — Tammy rolou para o lado, apoiada no braço para encará-lo. — Você acha que me amaria como mais do que sua irmã?
Ele rolou para encará-la e a surpreendeu com um beijo suave. — Eu meio que acho que amor é amor. Eu te amo como irmã, e como amiga, então quão diferente é dizer namorada ou amante?
— Amante? Você assiste filmes demais — ela sorriu, mas viu que ele estava falando sério. — Jimmy, como poderíamos fazer isso? Mamãe e Papai, pessoas que conhecemos.
— Bem, você continuou dizendo que eu não posso contar a ninguém, então não vou. — Jimmy olhou para ela esperançoso. — Nada vai mudar na vida, exceto que nós, você sabe, roubamos alguns beijos e nos esgueiramos para os quartos um do outro, coisas assim.
— Isso... você faz parecer fácil.
— Só se você quiser desse jeito. Se não, isso foi incrível e eu sempre vou me lembrar, e não só do sexo. Vou me lembrar que você fez isso com amor porque estava me ajudando.
— Deus, cala a boca antes que você me faça chorar! — Tammy limpou o olho.
— Podemos conversar sobre isso amanhã, se você quiser, sabe, pensar melhor. — ele rolou de costas, depois foi se sentar. — Vou voltar para o meu quarto.
— Não — Tammy segurou o braço dele. — Você precisa ficar comigo esta noite.
— Sério? — ele exibiu aquele sorriso tímido, aquele que ela sabia que lhe daria qualquer coisa que ele quisesse quando o usasse, e era melhor não deixar ele saber disso. — Posso dormir com você?
— Sim, mas! — ela ergueu o dedo, mantendo uma expressão séria. — Mas só para ajudar.
— Ajudar?
— E se você dormir e ficar duro? Se você ficar dormindo tempo demais pode se machucar.
— É verdade. — Jimmy assentiu. — E vou estar sonhando com você, então você sabe que vai subir de novo, se não esta noite, de manhã, sempre está duro de manhã.
— Então devemos jogar seguro e garantir que eu esteja aqui para ficar — ela abaixou a mão e apertou o pau dele. — Verificando sua condição. Se ficar todo inchado de novo, vou ter que cuidar disso imediatamente.
— Gosto de você cuidando disso.
— Então você fica aqui! — Tammy o beijou na bochecha, depois rolou para longe dele, de lado. — Puxe o lençol.
Jimmy puxou, mas permaneceu onde estava.
— Você deveria rolar e me abraçar.
— Eu deveria? — Mesmo enquanto perguntava, Jimmy rolou, deslizando o braço ao redor da cintura dela e aninhando a cabeça em seus cabelos, com o corpo pressionado contra o dela.
— Sim, assim — ela empurrou a bunda contra o pau melado dele. — Se isso subir, eu vou ficar sabendo.
— Se meu pau está contra a sua bunda, você sabe que vai subir.
— Bem, então vamos ter que correr esse risco, não vamos?
— Te amo, mana. — Jimmy afastou o cabelo dela e beijou seu pescoço.
— Também te amo, Jimmy — ela se remexeu, se apertando mais contra ele. — Só uma coisa.
— Qualquer coisa.
— Não conte para ninguém.