Pela Garota
— Acho que essa é a entrada principal — disse um jovem pálido parado na calçada de concreto de uma academia grande e recém-construída. O rapaz era esguio, com cabelo loiro curto e nenhum pelo corporal visível. Vestia shorts marrons, uma camisa polo preta e chinelos. Ele bateu na porta com o dedo.
— Não diga, Benny — retrucou uma garota igualmente jovem. A garota era baixa, com cabelo cacheado escuro e unhas compridas e rosas. Vestia uma regata branca que mostrava boa parte de seu generoso decote. — Estou tão feliz que esse lugar finalmente abriu, eu estava à beira de me tornar uma daquelas… pessoas gordas, credo — reclamou. — E você precisa começar a ficar mais fortinho; odeio sentir que estou namorando um garotinho. Quero estar com um homem de verdade.
Benny começou a protestar, mas se conteve antes de completar a primeira palavra. Ela até que tinha razão. Ele não tinha muito tônus muscular. Mas planejava mudar isso entrando na academia. Sempre quis ficar maior como muitos de seus amigos, mas Benny nunca pôde pagar uma mensalidade. — Tá, Stacy — ele falou. — Prometo que vou ficar maior pra você.
Stacy foi até a porta, agarrou a maçaneta com pressa e a abriu. — Vem, Benny — disse. Passou pela porta, os seios balançando de um lado para o outro na regata.
Um homem mais velho notou os dois entrando. Era alto, de pele bronzeada e cabelo escuro curto. Parecia ter entre 35 e 40 anos e vestia uma camiseta vermelha e jeans. Ele se aproximou tranquilamente com uma prancheta na mão. — Olá, vocês dois, que tal irmos pesar vocês e eu mostrar o espaço para verem o que temos a oferecer? — começou sua abordagem de vendas.
— Na verdade — Stacy o interrompeu. — Eu tava lendo uma coisa no, tipo, jornal. — Ela se remexeu um pouco, fazendo os peitos balançarem dentro da blusa. — Alguma coisa sobre essa academia nova ter deslocado um conjunto habitacional ou algo assim, e que vocês têm que deixar alguns moradores malharem aqui de graça. Eu trouxe uma cópia do meu contrato de aluguel. — Estendeu um papel grampeado.
— Hmph — o homem mais velho suspirou e pegou o papel. — Venham comigo até meu escritório para fazermos a papelada. — Ele andou devagar até uma área isolada da academia, com grandes janelas de vidro ao redor, exceto por uma porta que estava aberta. O homem se deixou cair na cadeira e fez um gesto para o casal se sentar em duas poltronas de couro diante de sua mesa.
Benny, junto com Stacy, sentou-se nas duas cadeiras de frente para a mesa. Ele olhou ao redor da sala pouco mobiliada. Não havia muitas coisas. Benny pensou consigo mesmo que devia ser por ser nova. A única coisa que chamou a atenção de Benny foi um conjunto de cartões de visita sobre a mesa. O nome nos cartões era “Sr. Brock Morelli”.
Brock largou a cópia do contrato sobre a mesa com um baque. Percebeu que o olhar de Benny estava fixo em suas mãos grossas e ásperas. — Bem, sinto desapontar vocês, mas o apartamento de vocês está um pouco fora do limite para se qualificar para uma mensalidade gratuita — explicou Brock. — As taxas para um casal acabariam ficando em torno de R$ 2.000 por mês, se ainda estiverem interessados — concluiu.
— O quê?! Não acredito nisso — exclamou Stacy. Ela hesitou por um momento e então clareou a cabeça. Abaixou a cabeça para mostrar mais do decote. Com uma voz doce, falou: — Bem, talvez a gente possa dar um jeito, algum tipo de acordo? Não temos os R$ 2.000, mas realmente precisamos dessa mensalidade. Se você der a mensalidade grátis, talvez eu possa… retribuir de outro jeito.
— Stacy, você não pode fazer isso! — exclamou Benny. Não conseguia imaginar sua namorada fofa massageando o pau pulsante daquele homem mais velho. Estremeceu ao pensar nas mãos delicadas dela envolvendo as dobras suadas de pele. Deus me livre se ele gozasse e um pouco caísse nas mãos dela, ou grudasse debaixo de suas unhas.
Brock ergueu a sobrancelha com a proposta dela. Lentamente, a examinou de cima a baixo. Depois balançou a cabeça para os lados. — Sinto muito, senhorita, mas isto é um negócio e não posso aceitar isso como pagamento — explicou.
— Você tá brincando? — Stacy disse com raiva. Ela sacudiu agressivamente o peito para garantir que o homem mais velho tivesse uma boa visão de seu decote. Por fim, se acalmou e falou baixinho: — Tá, essa é a minha última oferta. Se você der a mensalidade grátis, eu faço um boquete, uma vez só. Eu faço boquetes excelentes e preciso muito dessa mensalidade.
Brock olhou para ela com olhos entediados, balançou a cabeça e começou uma recusa: — Não, senhorita, sinto muito, mas eu simplesmente… — Mas então Brock se interrompeu de repente. — Bem, talvez possamos chegar a um acordo. Se você está tão desesperada, eu aceitaria o pagamento na forma do seu namoradinho aí me chupar.
— Isso é nojento! — exclamou Benny. — Não vou chupar o pau de um homem, isso é muito nojento. Sou hétero, não faço esse tipo de coisa e não vou fazer. A gente devia ir embora, Stacy; não tô gostando disso. Não sou gay.
Brock se levantou da cadeira e falou alto, mas não o suficiente para que a voz levasse para a academia: — Calma. Olha, você é gay se gosta de homens e quer fazer sexo com eles. Você só estaria chupando um pau para economizar um monte de dinheiro pra você e sua namorada. Ninguém vai saber e vão ser só uns minutinhos um pouco desagradáveis.
— Benny, talvez você devesse ouvi-lo — argumentou Stacy. — Eu te chupo toda hora mesmo sem vontade. É pelo relacionamento. É só mexer a cabeça pra frente e pra trás; nem tem gosto ruim. — Colocou a mão no joelho dele. — E você me pouparia de ter que fazer isso.
— Não, não vou fazer isso — Benny disse firme. — Não vou chupar o pau de um homem. Não sou gay.
— Tá, tá — Brock falou. — Bem, podemos arranjar outra coisa então. Mas não quero continuar falando de favores sexuais aqui onde os clientes podem ouvir. Tem um armário aqui no escritório onde podemos ter um pouco de privacidade.
Benny olhou para Stacy, que assentia. — Tá, mas não vou chupar seu pau. — Relutantemente, Benny entrou no armário aberto. Não havia muito espaço para os dois homens, mas pelo menos alguns pés os separavam. Uma pequena janela na porta deixava entrar uma quantidade surpreendente de luz.
Brock entrou no armário e fechou a porta atrás de si. Então se virou e encarou Benny. Sem dizer uma palavra, os dedos de Brock agarraram a barra de sua própria camiseta e ele a levantou lentamente, tirando-a pela cabeça. Depois jogou a camiseta no chão do armário.
Benny observou Brock em silêncio. Tinha que admitir que ficou um pouco impressionado com o físico do homem mais velho. Brock era bem musculoso. Não era completamente definido; havia bolsas de gordura aqui e ali, mas Benny não pôde deixar de notar seus braços grandes e musculosos e seu peitoral.
Brock deu um passo à frente. Suavemente, falou: — Não se preocupe com isso. Vai acabar em alguns minutos e vocês terão a mensalidade. — Brock começou a abrir o zíper da calça.
— Espera um minuto, eu não… — Benny falou antes de ficar boquiaberto com o que estava à sua frente. Quando a calça jeans de Brock caiu no chão, um pau enorme e mole saiu balançando. Era mais comprido do que o pau de Benny jamais ficara e muito mais grosso. Brock tinha os pelos aparados rentes, o que aumentava o espetáculo do enorme apêndice carnudo. E presas a essa fera estavam as bolas mais massivas que Benny já vira. Cada testículo era facilmente do tamanho de um dos punhos de Benny.
— Aguenta aí, vou deixar ele quentinho pra você — Brock disse confiante. Sua mão grossa e carnuda agarrou a base de seu pau enorme e começou a esfregar para cima e para baixo. Inacreditavelmente, o que já era grande só ficava maior. Logo ele estava duro e reto, sem ajuda nenhuma da mão de Brock, e parecia absolutamente enorme.
Stacy espiou pela janela do armário. Quando viu o pau de Brock, quase engasgou. Era o maior que ela já tinha visto, e ela definitivamente já tinha transado com vários. — Ai, meu Deus — ela sussurrou. Ficou imaginando se Benny realmente ia até o fim e chuparia o pau de Brock.
Benny tentou pensar em uma objeção, mas sua mente continuava dando branco. Brock começou a andar para frente, fazendo Benny dar um passo para trás. Infelizmente, Benny tropeçou numa caixinha no armário e caiu direto de bunda, com as costas contra a parede. Brock continuou avançando, seu pau gigante balançando como um pêndulo, hipnotizando Benny e o mantendo paralisado no lugar. O pau estava apontado diretamente para a boca escancarada de Benny e a uma distância perigosa, quando de repente Brock parou. Seu pau estava a meros centímetros de distância, apenas balançando ali. Brock agarrou a base de sua vara enorme e a levantou de modo que a grande cabeça pulsante tocasse seu estômago. Depois se aproximou mais um pouco e a soltou. Isso fez com que ela caísse com tudo bem no rosto de Benny.
Depois de ser atingido pelo pau, Benny viu estrelas e sua visão desapareceu, voltando lentamente ao foco. A imagem que começou a se formar para ele era horrível. Pelo olho direito, conseguia ver o pau massivo de Brock simplesmente pousado em seu rosto. O pau conseguia facilmente descansar ao longo de todo o seu rosto. Com ele tão perto, Benny podia ver cada veia e pedacinho de pele enrugada. Quando olhou para cima, só conseguia ver o corpo musculoso de Brock o dominando.
Brock agarrou a base do pau mais uma vez e o levou até o estômago. Então começou a balançá-lo, batendo no rosto de Benny repetidas vezes. A cada batida, fazia um barulho alto de “puf”. O pau de Brock estava tão duro que Benny sentia como se estivesse sendo golpeado repetidamente por uma barra de aço.
O pau enorme batendo em seu rosto fez Benny recuperar um pouco o foco. — Por favor, Sr. Morelli, não me obrigue a chupar — Benny implorou entre os impactos. — Não sou chupador de pau.
Brock usou os apelos de Benny como uma oportunidade, em vez de um motivo para mostrar misericórdia. Enquanto Benny estava com os lábios abertos, Brock deslizou a ponta da cabeça do pau entre eles. A cabeça protuberante só descansou ali, ainda sem penetrar a boca de Benny, mas mantendo seus lábios úmidos e salivantes abertos.
Benny sentiu arrepios na espinha quando a carne de Brock pressionou seus lábios. Não conseguia acreditar que estava naquela posição. Tudo que podia fazer era olhar para o longo e grosso comprimento do pau de Brock e absorver seu cheiro almiscarado.
Brock estudava Benny enquanto o dominava. Estava confiante de que Benny iria chupar. Ele simplesmente não parecia o tipo que resistia. Lentamente, Brock moveu os quadris, empurrando seu pau para dentro da boca de Benny. Gemeu ao sentir os lábios de Benny deslizando por seu pau e a língua de Benny se debatendo, tentando desesperadamente evitar o contato, mas falhando.
Benny ficou mortificado quando o pau de Brock entrou em sua boca. Aquilo parecia tão errado. Antes desse momento, ele podia dizer com orgulho que nunca tinha tido um pau de homem na boca, mas isso não era mais verdade. Ele era, pelo menos no momento, um chupador de pau.
Brock enfiou cerca de um terço do comprimento de seu pau na boca de Benny e depois o puxou lentamente para trás. Usando os quadris, começou a deslizar a parte superior de seu pau para frente e para trás.
Benny ficou sentado ali e simplesmente permitiu que o pau de Brock usasse e abusasse de sua boca. Parou de tentar impedir que a língua o tocasse e, em vez disso, apenas deixou a carne do pau de Brock deslizar para frente e para trás sobre ela. Depois de um tempo, Brock agarrou o topo da cabeça de Benny e começou a empurrar a cabeça dele para frente e para trás no seu pau. — Mmf, oomph — Benny grunhiu enquanto Brock fazia sexo oral agressivamente em seu rosto.
Brock segurou a cabeça de Benny firmemente no lugar. Lentamente, moveu seu pau cada vez mais fundo na garganta de Benny. A vara massiva desapareceu de vista lentamente, centímetro por centímetro carnudo.
Benny engasgou quando Brock enfiou o pau na sua garganta. Conseguia sentir a cabeça monstruosa pulsando no fundo da garganta. Foi tudo que ele conseguiu fazer para não vomitar.
Brock puxou seu pau da garganta de Benny e olhou para o jovem engasgando à sua frente. — Desculpe ter me empolgado — Brock disse. — Sua boca é tão gostosa.
Benny respirou pesadamente. Permaneceu completamente em silêncio. Nem olhou para Brock.
— Bem — Brock disse pensativo. — Por que você não assume um pouco? Já preparei sua boca com meu pau. Já que ele está aí dentro, você poderia muito bem aproveitar. Vai ser mais rápido assim, confie em mim.
— Não sei nada sobre chupar, não sou gay — Benny respondeu.
— Não é nenhum bicho de sete cabeças, Benny — Brock explicou, aproximando seu pau do rosto de Benny. — Por que você não começa beijando ele?
Benny moveu o rosto para frente, como se fosse se inclinar para beijar a ponta do pau de Brock. Ao chegar mais perto, olhou para a cabeça bulbosa e carnuda, escorrendo pré-porra que ele estava prestes a beijar, e se conteve. — Isso é muito estranho, Sr. Morelli. A gente beija a namorada, não o pau de um homem.
— Bobagem — Brock respondeu. E com isso, pressionou a ponta de seu pau contra os lábios de Benny, lambuzando-os de pré-porra. — Só beija.
Benny quase ficou roxo de tão enojado. Mas queria acabar logo com aquilo, e Brock tinha razão, ele já tinha tido a boca cheia de pau, então qualquer coisa que fizesse aquilo acabar mais rápido servia. Benny se inclinou e começou a beijar e lamber a cabeça e o corpo do pau.
— Isso, muito bem, Benny — Brock disse, semicerrilhando os olhos. — Você está ficando profissional nisso. Agora é só deslizar os lábios sobre a ponta e começar a chupar.
Benny fez como ele pediu, aceitando o pau grande na boca de novo e movendo-o para dentro e para fora, de modo que o corpo deslizasse para frente e para trás sobre seus lábios molhados.
— Enquanto está aí dentro, tenta acariciar com a língua, se conseguir — Brock disse. — Assim você realmente sente o sabor do pau.
Benny fez o possível para esfregar a língua ao longo do corpo enquanto descia e subia nele. O gosto e a textura eram muito estranhos, mas não desagradáveis, ele tinha que admitir. Ele também admitiu que achou divertido deslizar a língua, tentando pegar um gostinho.
— Ah, é — Brock grunhiu. — Isso, ótimo. Continua chupando meu pau, Benny. — Brock respirou pesadamente enquanto Benny chupava seu pau gigante. — Não tenha medo de usar as mãos também. Sei que é bem grande, então tem muita superfície que precisa de estímulo.
Enquanto Benny continuava a engolir o pau gigante, ele estendeu as mãos e agarrou a base da vara de Brock. Parecia quente e duro como pedra em sua mão. Enquanto chupava, Benny também começou a passar as mãos para cima e para baixo no corpo, massageando-o.
Stacy olhou pela janela de novo e viu Benny balançando para frente e para trás chupando o pau de Brock. — Ai, meu Deus — ela disse. Não conseguia acreditar que Benny estava chupando um pau. — Isso vai ser uma ótima história pra contar pras minhas amigas — Stacy disse para si mesma. Imediatamente pegou o celular e começou a digitar.
Brock estremeceu ao sentir as mãos de Benny esfregando seu pau também. — Isso, Benny — ele disse encorajador. — Mas não esquece minhas bolas; realmente preciso que você esfregue essas bolas pra mim.
Benny segurou firme a base do pau de Brock e empurrou a cabeça bem fundo nele. Mais uma vez, quase engasgou ao senti-lo no fundo da garganta. Enquanto puxava a cabeça para trás, mudou as mãos do corpo para as bolas de Brock. Teve dificuldade até para segurá-las, por causa do tamanho.
— Ahhh, isso, Benny — Brock disse. — Ok, sobre essas bolas, começa a puxar, uma de cada vez. É como se você estivesse ordenhando uma vaca.
Benny seguiu as instruções e começou a apertar alternadamente os testículos gigantes de Brock. Quase parecia que esperavam que ele ordenhasse o esperma diretamente do pau de Brock. Benny começou a se perguntar se Brock pretendia gozar nele. Benny achava que não conseguiria lidar com o esperma de outro homem o tocando. Certamente seria nojento demais para Brock também.
— Ei, Stacy — disse uma garota pequena que entrava no escritório de Brock. A garota tinha cabelo castanho preso em um rabo de cavalo, vestia uma regata e calça de moletom. — Eu tava malhando e recebi sua mensagem. O que tá acontecendo? — A garota pequena piscou os cílios, curiosa.
— Ah, oi, Amanda — Stacy respondeu. — Tá muito louco, vai olhar pela janela daquela porta ali. Você tem que ver pra acreditar. — Stacy estendeu o dedo e apontou para a pequena janela do armário.
Amanda caminhou delicadamente até a porta do armário. Quando olhou pela janelinha, arfou ao ver Benny chupando o pau de um homem mais velho e musculoso enquanto brincava com suas bolas enormes. Amanda não sabia o que dizer e começou a rir nervosamente. “Caralho”, ela disse. “Nunca imaginei que o Benny chupava rola. Sempre achei que ele fosse hétero.”
“Ele É hétero”, Stacy respondeu com firmeza. “Ele só está chupando aquele cara para conseguir uma mensalidade grátis na academia para ele e para mim. É um bom negócio por uma chupadinha.”
“Acho que sim”, Amanda disse relutante. “Mas não tem nada de pequeno naquele homem cujo pau ele está chupando. Espero que o Benny consiga lidar com a situação. Coisas assim às vezes podem sair do controle.” Amanda deu outra olhada pela janela.
“Unh, ugh”, Brock arfou enquanto Benny continuava chupando seu pau com vontade. Ele estava pulsando rapidamente agora e Brock o puxou para fora da boca de Benny. “Ei Benny, preciso que você faça outra coisa para mim.”
Benny quase se sentiu decepcionado quando sentiu o pau deslizar para fora de sua boca. “O que você precisa, Sr. Morelli?” ele perguntou educadamente.
“Você está indo muito bem, mas acho que sei de algo que pode ajudar a resolver isso bem rápido”, Brock explicou. “Seria mais gostoso e sexy para mim se você ficasse pelado enquanto chupa meu pau. Quer dizer, não é mais constrangedor do que a posição em que você já está, e vai fazer as coisas andarem mais rápido.” Brock passou seus dedos carnudos e bronzeados pelo cabelo loiro curto de Benny. “Prometo que, se você fizer isso, não vou gozar na sua boca.”
Benny hesitou, mas depois, pensando bem, concordou com o Sr. Morelli. Com dedos trêmulos, ele se atrapalhou para tirar o botão da gola, até que conseguiu enfiá-lo na casa. Puxou a barra de uma manga e deslizou o braço para fora, deixando-a caída ao lado do corpo. Em seguida, agarrou a barra da camiseta e puxou-a pela cabeça. Jogou a peça descartada no chão. Sua pele pálida e seu corpo esguio, sem tônus muscular, contrastavam com os músculos bronzeados de Brock. Benny percebeu que Brock o encarava intensamente. Não conseguiu evitar corar, com as bochechas ficando de um tom rosa vivo.
Em seguida, Benny foi trabalhar nos shorts. Querendo acabar com aquilo o mais rápido possível, ele simplesmente os puxou para baixo, cueca e tudo. Benny ficou chocado ao ver que, assim que o tecido dos shorts deslizou por suas pernas, sua ereção dura como pedra saltou para fora. Como ele podia estar excitado fazendo coisas tão nojentas e erradas? “Uhh, é, eu estava imaginando transar com mulheres para facilitar”, Benny mentiu de forma nada convincente. Antes que Brock pudesse dizer algo, Benny rapidamente colocou os lábios em volta do pauzão e voltou a chupar e lamber o pau de Brock.
Brock ficou encantado ao ver Benny tão duro e excitado. Ele sabia que aquilo significava que podia ir além com Benny. Para Brock, naquele momento, Benny era quebrável. Brock deixou Benny chupar seu pau por um tempo e depois o puxou para fora da boca do garoto. Antes que Benny pudesse reclamar, Brock girou violentamente os quadris, esmagando o rosto de Benny com seu pau imenso.
Benny caiu e viu estrelas mais uma vez. Quando começou a recuperar a visão, sentiu alguém segurando seus quadris com força e algo pressionando contra sua bunda. À medida que sua mente se readaptava à nova situação, percebeu a situação horrível em que estava. As mãos grandes e fortes de Brock agarravam seus quadris enquanto Brock se erguia imponente atrás dele. O pau de Brock estava apoiado na rachadura das nádegas de Benny. “Não!” Benny implorou. “Isso não, qualquer coisa menos isso! Por favor, sou virgem e hétero, não faz isso. Você pode gozar na minha boca, me bater, o que for, mas isso não!”