Noite de Encontro
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Já ouvi os argumentos muitas vezes. Tá bom, às vezes eram mais como brigas de murro. Mesmo assim, eu sabia que meus pais se amavam. Esperava que ainda se amassem. Tá, acho que eles se amam. Talvez não como antes, mas o amor deles ainda estava lá... enterrado bem no fundo, debaixo do ressentimento crescente e purulento que minha mãe tinha pela obsessão do meu pai com o trabalho. Porra, vou dizer. Ele VIVIA para o trabalho! Se ele dissesse 100 palavras para mim em uma semana, eu morreria de choque! E minha mãe... acho que eles não fazem amor há anos, talvez nem desde que eu fiz 8 anos, e isso já faz pouco mais de dez. Claro, a mãe já enganou ele para foder com ela, mas certamente não estavam FAZENDO amor! Dava para perceber.
Então, depois de uma 'discussão' particularmente feia entre eles, eu me meti no meio e virei o árbitro. Não me pergunte como (ainda não sei direito), mas consegui que eles concordassem que a noite de sábado fosse o 'encontro da semana' deles. Sem 'ses', 'poréns' ou 'mas'. Com sorte, isso reacenderia a faísca do amor que eles já tiveram. Até assumi mais controle e DISSE aonde eles iriam, o que fariam e até que horas tinham que ficar fora. Podiam voltar depois, mas não antes! Até agora, já tiveram quatro desses encontros e o pai já aprendeu que eu fico acordado esperando só para garantir que não encurtem a noite. Que inversão de papéis!
Tá, deixa eu contar sobre a nossa família. Pai, Charlie, tem 40 anos, bem velho! Ele costumava ser divertido e cheio de energia, mas nos últimos seis anos virou um chato de galocha acima do peso. Não quer fazer nada além de se entregar de corpo e alma ao trabalho. É um bom emprego, mas é SÓ um emprego, pelo amor de Deus!
Minha mãe, Marcie, tem 37 anos e só pode ser descrita como uma esposa troféu. Isso me faz rir um pouco, porque o pai devia ser uns 25 anos mais velho para ela ser isso, mas ele age como se fosse, sabe! Enfim, ela é meio alta, com 1,78 m descalça. Coloca salto nela e, puta merda, as pernas deliciosas dela são infinitas! Junta isso à sua figura incrível de 36D-66-66 e ela vira cabeças por onde passa. Ah, sim, ela tem cabelo loiro natural, olhos azuis, um sorriso contagiante e as covinhas mais fofas que existem.
Aí tem eu, Manfred, mas eu uso Manny. O pai fez questão de me batizar com o nome do avô dele, então tô preso a isso. Tô no último ano do ensino médio. Para um cara de 18 anos, acho que tô no lucro. As garotas me adoram graças à minha beleza de modelo, meu corpo durão de 1,93 m. Tá, espero que minha personalidade também ajude. Ah, herdei o cabelo loiro, os olhos azuis E as covinhas da minha mãe. As dela são melhores. Enfim, tudo isso me ajudou a perder a virgindade quatro anos atrás e, até agora, já fiquei com umas sete garotas diferentes. Provavelmente não é legal eu dizer isso, mas TODAS tiveram a boceta fodida pra valer!
Então, de volta ao presente. É o quinto sábado e o pai passou o dia inteiro agindo como um idiota. Ele tem que fazer 'isso' para o trabalho, e tem que trabalhar 'naquilo' para o trabalho, e precisa... blá, blá, blá! A cara dele quando eu gritei com ele, nariz com nariz, para parar de reclamar foi impagável.
"Já fiz a reserva do jantar para vocês dois... e sim, é formal!"
"Formal?"
"Sim, pai, já é hora de usar aquele seu smoking", eu disse com firmeza. "Depois disso, vocês podem escolher entre três coisas diferentes para fazer, eu anotei para vocês. Não me importo qual escolher, mas vocês vão fazer pelo menos uma! Sei que a mãe adoraria fazer TODAS, mas deixo a seu critério."
"Ah, isso é MUITO gentil da sua parte."
"Cristo, pai, será que você não pode simplesmente se divertir de vez em quando e curtir a mulher maravilhosa com quem você é casado?" Eu o encarei com desgosto antes de dizer: "Que diabos aconteceu com você?"
Ele não me respondeu, mas, sinceramente, não achei que ele tivesse uma resposta para mim.
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Bem, o pai tá demorando oito vezes mais para se arrumar do que eu demoraria. Não acha a gravata borboleta, aí não sabe onde estão as abotoaduras. Merda, uma quebrou, agora preciso de outras. Dei uma espiada nele e ele não está nem na metade de pronto.
Depois de voltar para o térreo, ouvi minha mãe chamando: "Manny, pode me ajudar com isso?"
Olhei para cima e a vi descendo as escadas. "Puta merda", murmurei quando a vi. Ela estava usando um vestido longo de noite, verde esmeralda. Era decotado, mostrando muito do decote, obviamente sem sutiã. Caramba, os peitos dela balançavam magnificamente enquanto ela se movia. Ela descia cuidadosamente nos seus saltos de quatro ou cinco centímetros na minha direção. Mas o verdadeiro destaque era a fenda do lado esquerdo, que subia pela perna. Corrigindo: subia MUITO pela perna, até logo abaixo do osso do quadril!
Que tesão instantâneo! Minhas mãos se moveram para a frente, tentando impedir que minha mãe visse o próprio filho de pau duro por causa dela. Ela sorriu bem naquela hora, então talvez tenha visto antes de eu cobrir.
A cada passo, a perna dela aparecia claramente conforme o vestido se abria, deixando eu ver o topo da meia de náilon. Nunca eu tinha contemplado uma visão tão linda quanto aquela. 'Se o pai não foder ela esta noite, ele tem morte cerebral', pensei, e depois me xinguei por pensar assim. Aí pensei: 'Meu Deus, ela é tão gostosa pra caralho!' Sei que fiquei vermelho com esse pensamento.
Minha mãe tinha um sorriso malicioso quando se aproximou de mim. Vi os olhos dela baixarem para as minhas mãos cobrindo minha virilha, e então ela olhou bem nos meus olhos, me fazendo me contorcer na pele. "Docinho, preciso da sua ajuda com umas coisas."
"Ah, claro, mãe", consegui dizer. "O que você precisar."
"Que rapaz tão educado você é, filho. Primeiro, você poderia verificar minhas meias para ter certeza de que as costuras estão retas na parte de trás das minhas pernas?"
Engoli em seco, encontrando voz para dizer: "Cl-claro."
Minha mãe virou as costas para mim enquanto eu me ajoelhava. "Hum", murmurei enquanto tentava ter uma visão clara da perna esquerda dela. Mamãe olhou para mim e, sem dizer uma palavra, abriu as pernas mais do que a largura dos ombros, puxando o vestido para a direita. Meu pau pulsava nas calças enquanto eu encarava a perna sexy dela, maravilhosamente realçada pelos saltos.
Sacudi a cabeça para clarear antes que minhas mãos trêmulas alcançassem as pernas dela para endireitar a costura. Mamãe olhou para trás enquanto meus dedos trêmulos tocavam sua perna; então olhei para cima e a vi sorrir para mim antes de se virar para a frente. Caramba, mas a perna dela era tão gostosa debaixo dos meus dedos! Lentamente, trabalhei a costura perna acima, certificando-me de que ficasse perfeitamente reta na parte de trás da perna dela. Levei tempo. Fiz questão. Ao passar do joelho, empurrei o vestido para o lado para expor mais a coxa.
"Deixe bem retinha para mim", disse mamãe enquanto puxava a parte de trás do vestido mais para a direita. Senti que ela tinha olhado para trás de novo, mas meus olhos só subiram até o topo das meias. Ficaram grudados lá enquanto eu espiava as tiras do cinto liga segurando a faixa superior das meias. Meus olhos foram da faixa escura no topo para a coxa branca aparecendo acima. Não tinha percebido como aquilo poderia ser sexy até aquele exato momento!
"Querido", mamãe disse suavemente, e meus olhos tentaram subir para olhar para ela. Falharam totalmente, pois agora eu conseguia ver que ela não usava nada além do cinto liga. Meus olhos contemplaram sua fenda nua, me fazendo ofegar. Minha respiração ficou presa na garganta enquanto minha mãe permanecia em silêncio, olhando para mim.
De jeito nenhum eu conseguiria olhar para ela, então meus dez polegares de alguma forma conseguiram terminar de endireitar a costura naquela perna. Certamente a mãe podia ouvir meu coração batendo enquanto eu estava ajoelhado atrás dela. Não sei por quê, mas de repente movi as duas mãos para a perna dela e deslizei do topo até o pé, como se estivesse verificando a costura. Então me surpreendi ainda mais quando minhas mãos refizeram o movimento de volta pela perna.
Eu me levantei quando minhas mãos chegaram ao topo. Inclinando-me para a frente, com as mãos bem no topo da coxa dela, eu disse com voz rouca: "Essa já foi, mãe." Um pouco antes de dizer 'mãe', minha mão direita deslizou contra a boceta dela e a acariciou suavemente. Meus joelhos estavam fracos enquanto a mãe gemia baixinho. Então me movi um pouco para a direita e me ajoelhei de novo.
"Charlie, você já está pronto?"
Caramba! Quase caguei quando a mãe gritou isso para o meu pai lesma!
"Não, não estou achando abotoaduras que combinem. E ainda preciso dar o nó na gravata e achar meus sapatos. Merda, isso também não combina. AI! Droga, bati o dedo do pé na porra da quina! Merda, isso dói! Já vou quando conseguir calçar os sapatos... merda, isso dói!"
Nós dois o ouvimos pular num pé só antes de a cama ranger com o peso dele se jogando. "A próxima perna, por favor, querido."
"Tá", eu disse logo antes de minha mãe agarrar a barra do vestido e puxá-lo cuidadosamente para cima e para a frente. Olhei para cima por reflexo e ofeguei: "Ai, meu Deus, mãe!", ao contemplar a bunda quase toda nua dela, a boceta piscando de volta para mim enquanto ela se virava para olhar.
"Tem algo errado, Manny?"
"Hã... quê... o quê? Ah, não... hum, não, mãe, não tem nada errado." Nunca vou saber como consegui falar, muito menos fazer sentido na resposta. Expirei alto e depois inspirei, me preparando para a tarefa. Meus sentidos foram invadidos pelo primeiro toque do cheiro da minha mãe! Ai, meu Deus, ela sabia o que estava fazendo e aquilo estava excitando tanto ela quanto eu! Puta merda!
Minhas mãos atrapalhadas de alguma forma conseguiram deixar a costura direita perfeitamente reta. Levou um bom tempo, o que deixou minhas mãos acariciando para cima, para baixo e ao redor da perna direita incrivelmente sexy dela. Minha mão esquerda tinha vontade própria quando cheguei perto do topo da meia. Tenho certeza de que não fiz de propósito, mas quatro ou cinco vezes a palma da minha mão roçou de leve contra a boceta lisinha dela. Caralho, ela estava MOLHADA!
A respiração da mãe acelerou quando minha mão roçou de leve o sexo dela. Merda, o que eu estava pensando?! Porra, eu não sabia! Meus olhos estavam grudados na bunda deliciosa dela e nos lábios brilhantes da boceta, que mostravam a umidade da excitação.
"Charlie, você vem?", chamou a mãe.
"Droga, meu dedo dói! Eu desço quando estiver pronto!"
"Já está reta?", minha mãe perguntou em tons muito mais suaves.
"Hã?", gemi, sabendo que meu pau estava reto como uma flecha, mas achando que minha mãe não se referia a isso. Então me lembrei da tarefa e olhei para a parte de trás da perna direita dela. "Hum, sim... quero dizer, sim, está tão reta quanto a esquerda. Ambas estão perfeitas", eu disse, me referindo mais às pernas dela do que às costuras.
Eu estava sentado sobre os calcanhares atrás dela, com as mãos em cada lado do tornozelo direito. Minha mente tentava decidir se o calor de forno eram minhas mãos ou a pele dela, enquanto eu acariciava de leve a pele coberta de náilon.
"Obrigada, Manny. Vem cá e dá um abraço gostoso na sua mãe."
Eu me levantei devagar, mantendo as mãos deslizando levemente sobre a perna dela. Nós dois gememos baixinho quando fiquei em pé, minha mão esquerda mal tocando a boceta quente e fumegante dela. Mantive as mãos imóveis na minha frente enquanto rodeava pelo lado direito dela, minhas mãos deslizando sobre a pele. A mãe, de alguma forma, puxou a barra do vestido ainda mais ao redor, enquanto minha mão direita deslizava para a virilha dela quando me movi para a frente.
Meu cérebro estava desconectado do que eu fazia. Sabia que minha mão estava contra a boceta dela de novo, mas não sabia como tinha chegado lá ou mesmo se estava tudo bem ou não. Nossos olhos se encontraram e quatro olhos fixos se encararam pelo que pareceu séculos.
"Charlie?!"
"Não consigo calçar o sapato! Segura a onda, mulher!"
Mamãe lambeu os lábios e depois disse, bem mais baixo agora: "Manny?"
"Ai, Deus, mãe", gemi, "você é tão gostosa!"
"Tô com tanto tesão!"
"Ah, mãe."
As mãos dela acharam meu pau, me acariciando por cima das calças. Um sorriso se abriu no rosto dela quando percebeu como eu estava duro, enquanto os dedos dela, de alguma forma, conseguiram desabotoar meu cinto e as calças, e então ela usou os polegares para empurrar as calças e a cueca até os joelhos.
A mão direita dela agarrou meu pau enquanto a esquerda puxava a barra do vestido para cima e mais para o lado. Nós dois gememos quando girei minha mão direita para que meus dedos pudessem se curvar e deslizar para dentro da boceta dela. Parecia que eu estava enfiando os dedos numa melancia madura demais, de tão úmido! Bem, tirando o fato de que era quente. Super quente!
"Ai, amor, eu preciso." Nossos olhos se encontraram de novo, os dela pareciam suplicantes enquanto ela continuava: "Me fode, amor! Eu preciso tanto!"
"Ai, mãe!" As pernas dela nunca tinham se mexido da posição bem aberta, então eu só me aproximei mais do centro, dobrei os joelhos e, como um míssil teleguiado, enfiei meu pau direto no sexo dela.
"Humgh!", mamãe ofegou quando minha lança penetrou no centro dela. Os olhos dela se reviraram e depois se fecharam quando eu recuei até a metade e depois enfiei tudo de novo, levantando-a do chão. "Ai, Deus, é tão grande e duro!"
Minha mão direita puxou o vestido dela totalmente para o lado enquanto minha esquerda a levantava, deixando que ela envolvesse as pernas na minha bunda. Com os braços ao redor do meu pescoço, a mãe começou a pular na minha frente, quase nos derrubando. Eu cambaleei em direção à parede próxima, de alguma forma me movendo mesmo com as calças enroladas nos tornozelos.
"Umpf!", a mãe ofegou quando as costas bateram na parede. Nossos lábios se encontraram então num beijo nada convencional entre mãe e filho. Primeiro a língua dela forçou entrada na minha boca, depois a minha empurrou a língua dela de volta para a boca dela. Minhas mãos agarraram firme as nádegas dela enquanto eu a levantava quase para fora do meu pau e depois agarrei firme quando a forcei de volta para o meu pau duro.
Nenhum de nós disse qualquer palavra, mas nossos gemidos e suspiros falavam volumes enquanto acelerávamos. A cada estocada dos meus quadris, eu enfiava meu pau fundo na boceta quente e fumegante da minha mãe, suas pregas apertando e massageando todo o meu comprimento. Queria saber quanto tempo ficamos fodendo ali contra a parede, mas não faço a mínima ideia. O tempo parecia voar ao mesmo tempo que congelava, como se as coisas muitas vezes parecessem estar em câmera super lenta, como usam nos jogos da NFL na TV. O que EU sabia era que amava como a boceta dela agarrava meu pau enquanto eu me movia dentro dela.
"Ai, me fode!", gritou a mãe quando o corpo dela estremeceu em gozo orgásmico.
"Droga! Segura a onda, mulher! Eu já falei que meu pé dói!", gritou o pai lá de cima, sem entender o motivo do grito dela.
Muito mais baixinho desta vez, minha mãe me implorou: "Não para! Ai, Deus, amor, tô quase lá! Por favor, não para!"
"Nunca!"
A mãe apertou tão forte com as pernas que eu não sabia como deveria me mover, mas então os braços dela me ajudaram enquanto os quadris dela esmagavam nossas pelves juntas. "Ai, meu Deus! Amor! Ai, meu Deus, isso! Aí vem! Bem aí... bem AÍ!" Então os lábios dela se prenderam aos meus enquanto ela me beijava com mais paixão do que qualquer namorada já tinha me beijado. Abri os olhos e ela estava me encarando com olhos maiores que pires! O beijo dela diminuiu e eu a ouvi gemendo baixinho: "Isso... isso... isso... isso... isso...", no ritmo dos nossos corpos se esmagando.
Eu tropecei um pouco para trás antes de me recuperar e pressioná-la mais uma vez contra a parede. Meus pés estavam cerca de um pé para trás, permitindo que eu realmente enfiasse meu pau para cima e para dentro do calor úmido dela. Minhas mãos se envolveram por baixo e ao redor das coxas dela para ter mais alavancagem, e eu dei a ela umas dez estocadas duras e completas que enterraram meu pau dentro dela até as bolas. Então minhas bolas se contraíram, sinalizando minha própria erupção, e eu ofeguei: "Ai, mãe! Deus, você é tão gostosa!"
Suas pernas de alguma forma subiram até o topo da minha bunda, onde ela cruzou os tornozelos atrás de mim, permitindo que esfregasse a boceta em mim. "Me fode!" ela ofegou com olhos cheios de tesão. "Me fode! Me dá isso! Me enche!" Minhas bolas se contraíram e um poderoso jato de esperma quente bateu instantaneamente na parede do fundo da boceta dela. "ISSO!" Então, bem mais baixinho, mamãe implorou: "Continua, me fode, me fode, ai meu Deus, sim, eu vou gozar de novo!"
Mesmo enquanto eu a pressionava contra a parede, minha mãe de alguma forma conseguiu tremer violentamente, o corpo sacudido por outro orgasmo, os gritos abafados contra meus lábios. Achei que tinha enchido ela com mais de um galão de porra; esporrei tantos jatos dentro dela. Eu sabia que ela sentia cada um, gemendo a cada explosão da minha rola de mangueira de incêndio! Minhas bolas secaram bem quando o clímax dela atingiu o auge, e nos agarramos um ao outro, aproveitando o incrível pós-brilho de um sexo totalmente incrível! A única coisa que nos mantinha de pé era a parede atrás dela.
Nós (bem, eu) ficamos ali, ofegantes, enquanto nossos corpos continuavam tremendo e espasmando em modo de recuperação. A cabeça da mamãe caiu no meu ombro, enquanto seus braços apertavam o abraço ao meu redor. De novo, não faço ideia de quanto tempo ficamos assim. Nenhum de nós se importava se o papai resolvesse descer as escadas naquele momento. Eu, por mim, queria ficar preso daquele jeito para sempre. Era o paraíso na terra!
"Jesus," mamãe gemeu baixinho no meu pescoço.
"Você está bem?" eu perguntei.
"Heh-heh!" ela riu. "Isso seria um eufemismo!"
Olhei nos olhos dela e ela sorriu fracamente, enquanto ainda mais baixinho dizia: "Uau! Eu estou TÃO bem! Obrigada, Manny! Eu realmente precisava disso! Não esperava receber de você, mas não mudaria nada por nada no mundo! Deus, eu te amo TANTO!"
"Fiquei preocupado que você pudesse ficar brava comigo. Eu simplesmente não consegui me controlar!"
"Bem, eu fiquei surpresa! Mas ao mesmo tempo estava com tanto tesão! Fiquei preocupada que você pudesse ficar bravo com sua mãe!"
Nossos olhos responderam às perguntas um do outro enquanto eu finalmente consegui ficar em pé sem ajuda da parede. Mamãe rolou os quadris, tirando a boceta do meu pau e então me empurrando de volta para dentro dela. "Oooo, você ainda está duro! Consegue de novo para mim? Caramba, você é tão gostoso!"
"Com minha mãe gostosa cavalgando meu pau, pode apostar que consigo de novo. Agora?"
"Charlie!" mamãe chamou em voz alta. "Não estou mais a fim. Vai lá deixar o pé de molho na banheira por uma ou duas horas!"
"Valeu, amor, eu agradeço!"
"É. Toma um analgésico se precisar."
"Tá, mas eles me derrubam!"
"Não se preocupa com isso!"
Segundos depois ouvimos a água correndo na banheira e minha mãe gostosa me olhou nos olhos, deu um aperto firme com a boceta ao redor do meu pau e disse: "Sim, 'agora'. E por favor me carregue para o quarto de hóspedes. Já tive o suficiente de fodas em pé por um dia!"
E foi o que eu fiz. Fiquei feliz que ela não mencionou nada sobre foder na horizontal, porque fizemos isso por mais de cinco horas! Uau, como eu amo minha mãe!
*
Fim, e obrigado novamente ao Daniel L.