Nikki's Blowjob Café
— Oi, eu queria fazer um boquete, por favor — disse Kristi, sorrindo amigavelmente, enquanto colocava a bolsa de lado.
Kristi era uma mulher bonita de 28 anos, com olhos azuis claros e cabelos loiros brilhantes, presos num coque abacaxi descolado esta tarde. Ela ainda usava uma saia preta curta e uma blusa branca transparente do trabalho; tinha vindo correndo sem trocar de roupa. Cruzou as pernas e colocou as mãos no colo, na expectativa.
— Muito bem, senhora. Gostaria de chupar Carne Branca ou Carne Escura esta tarde? — perguntou o garçom educadamente, abrindo um elegante bloquinho prateado.
Kristi estava no Nikki's Blowjob Café, no centro de Providence, e estava com muita vontade de fazer um bom boquete e talvez engolir uma bela carga quente. Tinha tido uma semana longa e chata, e o concierge do Marriott recomendou o Nikki's por ter paus *realmente* grandes e um serviço rápido e atencioso.
Kristi inclinou a cabeça para o lado, pensativa. — Hoje vou chupar uma rola preta! Faz muito tempo que não faço um boquete num cara negro. Provavelmente desde a faculdade! — Ela corou um pouco.
— Gostaria que o pênis fosse grande ou extra-grande? Há uma taxa adicional de 15 dólares para chupar um pênis extra-grande antes do happy hour às 17h...
— Hmmm. Ha! Quão grande é o extra-grande? — Kristi riu. — Vou levar esse! Quero chupar o maior pau que vocês tiverem!
— Excelente escolha, senhora. Temos um garçom que pode oferecer exatamente isso, e ele ainda não foi chupado hoje. A senhora será o primeiro boquete dele. Deseja que a garganta seja empurrada manualmente ou prefere fazer um boquete sem ajuda, no qual o servidor apenas permitirá que a senhora o chupe no seu próprio ritmo?
Kristi folheou rapidamente o cardápio, olhando as várias opções de boquete, ilustradas com pequenas fotos e descrições... modelos bonitas chupando homens bem-dotados, com vários estilos de rola para chupar. Havia um Especial de Boquete Triplo em "Extravagâncias de BJ", onde ela poderia chupar três paus simultaneamente com um desconto significativo se tivesse um Cartão de Chupadora; o que ela não tinha. De qualquer forma, hoje ela não estava procurando uma suruba de chupadas em grupo.
— Vou fazer toda a chupada, o bola-gato e a punheta, obrigada. Quero mesmo fazer um boquete babado e bem manual. — Ela fechou o cardápio com um estalo.
O garçom, jovial, pegou o cardápio dela e o alinhou com os outros que segurava com aprumo.
— Gostaria de chupar o pênis sentada ou de joelhos? O pênis de hoje será bastante grande, então seu nível de conforto ao fazer o boquete é importante.
— Vou chupá-lo de joelhos, obrigada. Melhor acesso ao saco — cantarolou Kristi, com um ronquinho fofo.
— Sim, senhora, é verdade. Muito bem, então! Um pedido extra-grande de Carne Escura para ser chupado até o fim, de joelhos. Mais alguma coisa esta tarde? Um gole de sêmen, talvez, enquanto espera?
Kristi achou que aquilo soava como uma ideia arrasadora. — Sim! Eu gostaria disso. Vou querer uma carga de porra para engolir antes da minha Carne Escura chegar, obrigada.
— Certamente. Uma carga de porra. — O garçom rabiscou com vivacidade no bloquinho, com um pequeno floreio. Depois o fechou e se aprumou bem reto. — Seu aperitivo de porra fresquinha chegará em instantes. Aproveite! Pode tirar os sapatos, se quiser.
— Ah! — Kristi exclamou. — Será que eu poderia tomar um copo de água com limão também?
— Claro. — O garçom fez uma reverência e voltou em instantes com água gelada.
— Divirta-se com seu boquete.
— Obrigada! Estou ansiosa. — Kristi sorriu. Ela chutou os sapatos e aproveitou o pedaço macio e felpudo de carpete sob a mesa. Lentamente, massageou os dedos dos pés ali.
— Coisa de qualidade — observou.
O garçom fez uma reverência e caminhou rapidamente para a frente do café, deixando Kristi livre para olhar a ampla área de refeições, bebericando sua água distraidamente.
Um garçom estava sentado na mesa atrás dela, gemendo de forma constante, enquanto uma mãe de dois filhos, de boca babada, subia e descia a cabeça em seu bastão generoso e curvado. O boquete que ela fazia era barulhento e cheio de efeitos sonoros molhados de "Sluuuuuuuuuurp-urp-urppp", e Kristi se perguntou se o marido dela provavelmente não recebia os boquetes mais gulosos e molhados que se possa imaginar.
— Essa mina adora chupar a rola do garçom, ela vai virar as bolas dele do avesso com a força que está chupando e soprando aquele pirulito de pau! Chupa, garota! — pensou Kristi, num quase delírio de tesão. Estava rindo sozinha.
Ela notou, com divertimento, uma pintura grande e muito realista à sua direita, de uma mulher nua de cabelos negros ajoelhada sob um cavalo, chupando o pênis dele.
— Que bizarro! Um cavalo recebendo boquete?! — Kristi riu baixinho para si mesma. Estava sorrindo.
— Na verdade, eu provavelmente quase chuparia uma rola de cavalo agora, de tanta vontade que eu tô de fazer um boquete! Como será que é, chupar rola de cavalo? Será que a maioria das minas engole quando chupa a porra das bolas de um cavalo? Não tenho certeza se eu faria boquetes com engolida de porra pra um cavalo, sério... mas, talvez eu fosse convencida a chupar uma rola gorda de cavalo, haha! Sei lá—
Ela achou engraçado que o cavalo tivesse uma expressão tão agradável no rosto na pintura, sendo chupado por um membro de outra espécie.
Ela conseguia ouvir o murmúrio constante de mulheres pedindo boquetes e solicitando jatos de porra e cargas para engolir. As palavras "pau", "chupar", "boquete na garganta", "bola-gato", "pênis grande", "boquete" e "engolir" pareciam ser mencionadas continuamente, por toda a área de refeições, enquanto Kristi vasculhava o salão com os ouvidos. Para ela, soava como uma trilha sonora pornô. Ela contou pelo menos 15 boquetes sendo dados; o café estava cheio de ruídos de sucção e estalos, mulheres gemendo com carne na boca e garçons revisando opções de boquete no cardápio para novas clientes. Numa mesa, duas mulheres dividiam um pau e bolas, uma chupando vorazmente o saco enquanto a outra caía de boca na carne do servidor. Elas estavam praticamente —devorando— o pau e as bolas. Uma cadeira caiu. Boquetes duplos custavam apenas 5 dólares a mais que os individuais. Havia pelo menos mais 5 mulheres sentadas na sala de espera, aguardando seus vibradores de mão tocarem, sinalizando que era a vez delas de pedir carne para chupar e porra para engolir.
— Tem muita mulher aqui pra chupar rola! Esse lugar tá quase lotado. Será que eles têm paus suficientes pra tanta mulher chupar? Isso aqui é uma fábrica de boquete!
Ela notou um grupinho animado de 3 garotas jovens, provavelmente com uns 18 ou 19 anos, duas mesas à frente, tagarelando ruidosamente enquanto o pedido delas chegava. Uma delas estava completamente despida, exceto pela calcinha.
O garçom delas sorriu enquanto seu pênis gordo e inchado saltava para fora das calças.
— Ooo, que pau gostoso! — Kristi lambeu os lábios, observando discretamente.
— Eu quero chupar ele primeiro! — A garota quase nua gritou excitada, despencando de joelhos na frente dele. Ela rapidamente prendeu o cabelo num rabo de cavalo descolado.
— Chupadora gulosa, né? — Kristi riu.
— Será que ela é boa? — Ela bebericou a água, interessada.
— Ashley, você sempre monopoliza os boquetes! Me deixa chupar por mais de 5 segundos, pelo menos uma vez! — Sua amiga indignada deu um tapa de brincadeira na mão dela, que estava longe do escroto do garçom, onde "Ashley" puxava com vigor o saco num aquecimento pré-boquete.
A terceira amiga olhava para cima, para o garçom, sorrindo, enquanto sua amiga Ashley subia e descia a cabeça vorazmente no mastro de carne ereto dele, sorvendo com satisfação.
— Que putinha! Ela chupa muito pau, com certeza. — Kristi estava impressionada com a habilidade dela em fazer boquetes, sendo tão jovem.
— As garotas chupam tanto pau hoje em dia, eu preciso me atualizar!
Kristi só tinha chupado um punhado de garotos no primeiro ano de faculdade, geralmente fazendo um boquete babado e bêbado para um rapaz que conhecera numa festa ou num clube de dança. Uma vez, ela fez um boquete duplo, com sua amiga Melissa, por um desafio na noite da formatura, para o motorista da limusine. Ele não conseguia acreditar na sorte, recebendo um boquete duplo, babado e descalço, de suas duas clientes adoráveis, com os vestidos formais levantados para revelar suas nádegas e pernas lisas e flexíveis. Coisa divertida!
— Senhora?
Kristi foi tirada de seu devaneio. Ela percebeu que estava ficando quente e molhada entre as pernas.
— Ah! Sim? — Ela olhou para cima, para o garçom que esperava pacientemente ao lado de sua mesa. Ele pegou a taça de vinho dela.
— Gostaria de engolir uma carga de porra agora? — Ele abriu o zíper da calça e tirou um pênis grosso e rombudo. As bolas estavam inchadas e retesadas.
— Sim, por favor! Encha! — Kristi inclinou-se para a frente, olhando atentamente para a rola reta e redonda dele. Estava encarando.
— Como é que esses caras todos têm paus tão grandes? Eu poderia chupar aqui todo dia! Provavelmente não posso chupar o pau dele porque é só um aperitivo — pensou consigo mesma.
O garçom sorriu e começou a masturbar seu pênis grande em ritmo constante, apontando a glande da rola para a boca da taça de vinho.
— Você tem uma rola muito bonita. Quantos boquetes você costuma receber por dia, trabalhando aqui? — perguntou Kristi, curiosa.
— Geralmente, meu pênis é chupado por pelo menos 6 a 7 clientes por dia. Costumo ejacular de 9 a 10 vezes por dia nas noites de sexta e sábado. Exige bastante condicionamento para ser capaz de ejaculações tão frequentes.
— As clientes costumam engolir?
— Sim, sempre. Boquetes com engolida de porra são a nossa especialidade aqui. Todos os servidores são obrigados a beber um suco de frutas especial, altamente concentrado, várias vezes ao dia, para garantir um sêmen doce e de sabor agradável para nossas clientes engolirem ao final de cada boquete. Não é incomum, algumas vezes por semana, várias clientes engolirem 10 cargas ou mais em uma única visita, combinando boquetes com engolida de porra e jatos de porra.
— Incrível! Então estou ansiosa pela sua carga. — Kristi torceu o nariz para ele.
— Isto é, claro, apenas um aperitivo. Lá vem.
O garçom puxou a rola com determinação, grunhindo de forma contida, lançando um jato espesso e encordoado de sêmen na taça de vinho de Kristi. A porra jorrou em jatos curtos e entrecortados. Kristi ficou impressionada com a quantidade e a consistência. Era uma carga generosa.
— Ooo! Porra grossa. Queria ter ajudado a tirar! — Kristi riu, com charme.
— Por favor... engula. — O garçom fez um gesto em direção à taça de vinho cheia de porra e colocou as mãos atrás das costas, seu pênis semi-ingurgitado ainda pendurado para fora das calças, ficando mole.
Kristi virou a carga inteira de porra, saboreando seu gosto salgado e doce enquanto a agitava levemente na boca, e engoliu com um grande "Glup!" A carga era espessa.
— Uau! Você não estava brincando sobre essa história do suco concentrado. Essa porra era muito docinha. Vou pedir para engolir a sua de novo da próxima vez.
— Fico lisonjeado, senhora. Mas a porra de todos os nossos servidores aqui tem o mesmo sabor delicioso. É um regime! — O garçom riu.
— Não é à toa que vocês são pagos para serem chupados e jorrarem porra! Eu certamente não me importo de pagar para engolir sua manteiga de nozes! É muito boa. Obrigada.
— O prazer é meu. Meu nome é Nick. Aproveite seu prato principal, quando chegar em alguns minutos.
— Estou tão pronta para chupar uma rola! Estou aqui a negócios, de Portland, e não chupo um cara há tipo, 2 semanas... dá para acreditar?
— Não há bares e cafés de boquete em Portland? — O garçom pareceu surpreso.
— Não, se eu quero chupar um pau, tenho que ir a uma balada e encontrar um cara que queira um boquete rápido no banheiro ou no estacionamento. É meio cansativo porque estou muito ocupada com o trabalho. Estou na equipe de marketing da nova bebida energética/suplemento chamada Hero's Hummer (engraçado, né!), então ultimamente há muitas reuniões até tarde. Além disso, os policiais não gostam de garotas chupando paus em estacionamentos e carros, então é sempre um boquete rápido e furtivo, em vez de um bola-gato babado, profundo e com safadeza falada. Um boquete deveria ser um ato completo e minucioso, sabe?
— Ah, você gosta de falar safadeza enquanto faz um boquete?
— Adoro. Sou uma putinha de boquete, chupadora de rola, engolidora de porra e faladora de safadeza! — Kristi riu e fez um gesto de boquete com a mão e a boca, arregalando os olhos enquanto chupava o pênis imaginário.
— Estamos encantados em tê-la aqui. Enquanto estiver chupando seu garçom, por favor, sinta-se à vontade para falar tão safado quanto quiser. Ele vai gostar, tenho certeza.
As jovens que estavam brigando por chupar o pênis gigante do garçom estavam agora trabalhando nele até quase a ejaculação.
— Eu vou engolir a porra desta vez, ok? — a garota um pouco mais recatada e distante meio que exigiu. Ela tirou ruidosamente a rola lisa e inchada do garçom da boca, tocando a si mesma sem vergonha, com a mão dentro do short. Seu delineador estava um pouco borrado e ela tinha saliva por toda a boca e queixo; sua e das amigas. Ela segurava as bolas dele com força.
— Essas garotas realmente sabem chupar um pauzão! Uau! — Kristi exclamou.
— Recebemos muitas jovens pedindo boquetes em grupo aqui durante os dias de semana. Acho que elas se sentem mais confortáveis chupando em grupo. Elas sempre brigam por quem vai engolir a ejaculação, toda vez. Especialmente nas visitas seguintes, quando já sabem o que esperar. Temos um sêmen muito bom aqui.
— Posso garantir isso! Vou querer mais! — Kristi bateu palmas de brincadeira. Ela observou as jovens ajudarem a amiga a esguichar uma carga considerável na língua expectante dela. Ela conseguia ouvir a garota gemendo baixinho enquanto a porra leitosa jorrava em sua boca escancarada.
— Seu servidor virá logo com seu pedido de Carne Escura extra-grande. — O garçom dela pareceu de repente perceber que estava batendo papo há 2 ou 3 minutos e tinha outras clientes esperando. Ele fechou o zíper, arrumou a camisa e verificou as abotoaduras.
— Vou voltar para minhas outras duas mesas, foi um prazer conversar com a senhora. Tenha uma ótima tarde. — Ele ajustou a gravata borboleta.
— Ah, sim! Outras garotas querem chupar sua rola! Lugares para ir, bocas para gozar... obrigada! Tchau! — Kristi respirou fundo e se sentou ereta.
Seu garçom foi rapidinho para uma mesa do outro lado do café, onde uma mulher de negócios, aparentando uns 30 e poucos anos, estava acabando de se ajoelhar e desabotoando a blusa. Ela tinha uma pequena placa branca em sua mesa que dizia "Boquete na Garganta" — Kristi presumiu que ela queria dar um boquete que chegasse até as bolas.
— Boa sorte engolindo essa espada! — pensou Kristi. O pau do garçom Nick era super grosso.
Mal haviam se passado 10 minutos desde que ela fizera o pedido do boquete, mas parecia que estava demorando uma eternidade (!!).
— Queria ter meu próprio pau — Kristi riu sozinha. — Eu ficaria em casa e o chuparia o dia todo. Será que os caras fazem muito isso? Chupar o próprio pau? Aposto que esses caras que trabalham aqui conseguem. Eles são todos dotados que nem animais de fazenda. Poderiam se chupar até secar completamente, sem nem precisar de alongamento de aquecimento, se quisessem.
Kristi sentiu um resquício do gosto salgado e doce da carga que acabara de engolir no lábio inferior.
— Essa foi tipo a melhor porra que já engoli... acho. Muito boa, uau. Portland precisa de bares de boquete... que merda não termos nenhum!
Ela olhou impacientemente ao redor do café novamente; as jovens pareciam ter chupado o pênis até secar duas vezes e estavam juntando suas mochilas e celulares.
— Ashley, como você consegue chupar uma rola até o fundo, até as bolas, assim? Você dá uns boquetes profundos muito loucos. Tem que me ensinar! — A loira de cabelo curto exigiu, verificando o rosto à procura de porra e cuspe no seu estojo de maquiagem.
— No meu aniversário este ano, minha mãe fez o namorado dela, que é tipo um instrutor profissional de boquete no RIT, me ensinar a chupar direito uma rola, fazer boquete na garganta, engolir... tudo. A gente praticou umas duas horas por dia por algumas semanas. Eu pude fazer umas chupadas de pau sérias e deu super certo! Muito foda.
— Sua mãe te deu um instrutor profissional de boquete? Por que você não nos contou?! Eu quer muito que ele me ensine a chupar rola direito! Vou pedir um de presente de formatura. Talvez a gente pudesse fazer uma Festa de Boquete! Você disse que seu pai tem um pau grande. Sua mãe deixa seu pai ser chupado pelas suas amigas? Será que ele gostaria de um boquete? — A garota loira bonitinha jogou o cabelo, fazendo biquinho.
— Não gosto de ficar anunciando que fui, tipo, formalmente treinada para dar boquetes. Mas se você quiser, posso conseguir o número do Brian com a minha mãe. Ele é um instrutor incrível de chupar rola. Agora sou totalmente uma Rainha do Boquete, por causa de todas as lições de chupada de pau. *Valeu* super a pena. Tipo, eu só chupo meu professor de Administração/Marketing agora, então não preciso fazer lição de casa, nem provas, nem nada. Ele é, tipo, obcecado por ter o pau chupado. Eu chupo rola em troca de A na escola, ha!
— Você é tão putinha de boquete! Vadia! — As garotas soltaram risadinhas altas, fazendo uma vaquinha para a gorjeta, em dinheiro.
— Eu nem sabia que existiam instrutores de boquete na Costa Leste — pensou Kristi, divertida. — Garotas de sorte. Chupam rola em vez de fazer baba. Esse é o jeito certo de passar a faculdade. Chupando carne e engolindo cargas.
Kristi ouviu a cliente atrás dela, que acabara de chegar, fazer o pedido. Era uma garota de uns 19/20 anos, que parecia outra estudante fazendo uma pausa nos estudos, possivelmente. Era uma garota mais alta, com boa postura e pele saudável.
— Eu gostaria só de um saco grande para chupar. Vocês têm um servidor que goste que chupem as bolas dele, com relativa força? Gostaria de fazer um boquete com chupada de bolas.
— Mmmm, um saco grande para chupar. Isso soa muito bem agora — ponderou Kristi.
Outra mulher que estava ao alcance da audição pediu um servidor que urinasse em sua boca, para que ela pudesse engolir antes de fazer um boquete profundo nele.
— Nisso eu não tinha pensado! Engolir mijo... depois chupar uma rola e engolir porra. Iuu!
Kristi sentiu um formigamento entre as pernas e se ajeitou na cadeira. Desviou a atenção para uma escultura elegante no pórtico do café, onde duas clientes que ainda não haviam falado com o anfitrião na cabine estavam admirando o pênis de burro descomunal da escultura. Uma delas se ajoelhou, sentou-se sobre os calcanhares e envolveu o pênis de cerâmica com as duas mãos.
"Nunca chupei um pau tão grande assim antes, e você?" perguntou à amiga com admiração, que estava com a mão sobre a boca, espantada com a possibilidade de que um apêndice tão grande pudesse realmente ser obtido e chupado dentro do café.
"Nesta placa diz que há pelo menos dois garçons o tempo todo neste café de boquetes que têm um pênis desse tamanho. Vamos pegar um desses! Quero chupar, tipo, um pau do tamanho do King Kong esta tarde, é só uns 10 ou 15 dólares mais caro!" Enfiou a mão na bolsa, distraída, para atender o celular enquanto a amiga continuava acariciando o pênis de cerâmica, de olhos arregalados, considerando um boquete de dar água na boca. A mulher ao telefone falava animadamente com o interlocutor sobre "O pauzão que vamos chupar no Nikki's."
"Senhorita? Seu pedido está pronto."
Kristi saiu do devaneio de bisbilhotar e olhou para cima, encantada.
"Oi! Vou chupar você?" Seus olhos brilharam com expectativa.
"Sim, senhora! Uma porção extra-grande de Carne Escura, chupada até o fim e bolas esvaziadas na boca, como pediu." O garçom ajeitou a gravata borboleta. Era um homem negro em forma, bonito, de estatura média, com um cavanhaque aparado e um brinco de diamante. Vestia calças pretas e uma camisa cinza, todos os botões alinhados. Seus dentes eram um sorriso branco. Ele mantinha as mãos cruzadas atrás das costas e pigarreou.
"Você pode começar o boquete quando estiver pronta!" Ele piscou para ela e fez um gesto com a cabeça em direção à almofada que havia colocado na mesa dela.
"Você não tem ideia do quanto eu estava desejando chupar uma rola preta e grande nas últimas semanas. Vou chupar seu pau até secar completamente, se você não se importar!" Kristi riu enquanto jogava a almofada no chão e tirava a blusa, subindo a saia até logo acima da curva inferior das nádegas. Ficou de joelhos e jogou o cabelo para trás, olhando para cima.
"Então, este é seu primeiro boquete hoje?" Kristi apertou o volume enorme nas calças dele, lambendo os lábios.
"Uau, este pau é grosso e comprido. Vou ter a garganta entupida, com certeza. Super boquete... já!" pensou, sentindo uma descarga de adrenalina. Kristi estava comicamente empolgada consigo mesma e com seu brinquedo de chupar que havia escolhido.