Mana, É Você?
"Roleta das Vadias?" Sam caiu na gargalhada. "Fala sério, Kev, é mesmo?"
"É, sério, Sammy," Kev revirou os olhos. "Esquece como o nome soa. Esse site é bom pra caralho!"
"Então deixa eu ver se entendi direito," Sam se recostou na cadeira e encarou o melhor amigo desde o primário do outro lado da mesa do refeitório. "Você entra nesse site e encontra mulheres que fazem cam com você, e de graça?"
"Isso aí! Eu também nunca tinha ouvido falar até um cara do trabalho começar a se gabar. Experimentei há dois dias." Ele ficou em silêncio e sentou ali com um sorriso, esperando Sam perguntar.
Sam tirou onda com ele olhando para a própria mão e girando o anel de formatura novinho em folha. Os anéis tinham sido entregues de manhã e ele estava radiante. Ashley estava esfregando o dela na cara dele há dois anos.
No típico jeito escroto de irmã mais velha, ela vivia pegando no pé dele por causa das notas que às vezes ficavam no limite e dizia que ele nunca ia conseguir um porque o irmãozinho burro nunca ia se formar. Ele sabia que ela só estava brincando e, de certa forma, tentando motivá-lo, mas mal podia esperar para chegar em casa e enfiar o anel na cara dela.
Enquanto olhava para o anel, ele esfregou o curativo enrolado no dedo ao lado. Estava tão distraído admirando o anel que escorregou na aula de marcenaria e cortou o dedo com um estilete. Os únicos curativos que tinham eram verde berrante e ficou ridículo.
"Acho que você não se importa," Kev perdeu o jogo do silêncio, e Sam riu.
"Tá bom, tá. Me conta tudo."
"Que bom que perguntou, mano!" Kev bateu palmas e então olhou em volta para as mesas ao redor como se estivesse preocupado que as pessoas ouvissem.
"Relaxa, Kev, ninguém presta atenção em você." Ele disse alto e as duas garotas na mesa ao lado riram dele.
"Legal." Kev revirou os olhos.
"Eu faço o que posso," Sam respondeu sorrindo para as garotas. Bem, uma em particular. Nicole Wilson. Nossa, como ela era gata e parecia muito legal. Ele estava tentando criar coragem para chamá-la para sair no último mês e, com apenas duas semanas restantes no último ano, era melhor fazer isso rápido.
"Nem adianta, a Nicole tá saindo com o Dave do time de beisebol." Kev falou tão alto quanto ele e o rosto de Sam ficou vermelho enquanto ele desviava o olhar rapidamente de Nicole e da amiga dela.
"Aww, tudo bem, fico lisonjeada, Sam!" Nicole chamou por ele.
"Valeu." Ele acenou sem jeito para ela, então chutou Kev debaixo da mesa. "Idiota."
"Ah, fala sério, isso foi bom!"
Sam tentou parecer irritado, então riu. O anel o deixara de ótimo humor o dia todo. "É, você tem razão, touché."
"Eu faço o que posso," ele o imitou. "Mas ok, então voltando ao site. Eu tava pensando o que você tá pensando. Ah, tá certo, ou talvez funcione, mas só quando você paga uma grana alta."
"Você vai me dizer o contrário?"
"Sam? Aquele site é real pra caralho! Você se cadastra de graça e aí pode escolher entre categorias tipo MILFs e novinhas e lésbicas e..."
"She males pra você?" Sam sorriu com escárnio.
"Não, a sua mãe não tá lá. Eu olhei."
"Essa doeu!"
"Bom, deixa eu terminar. Aí eu percebo que você pode procurar garotas locais. Mas eles avisam que se fizer isso, configure sua webcam pra só mostrar do pescoço pra baixo."
"Peraí, elas veem você também?"
"Não é como os sites de cam normais onde um monte de caras assistem a mesma garota e digitam pra elas. Aqui é um a um, e elas veem você também, e você fala com elas."
"Mas isso é tão arriscado quanto mostrar o rosto, imagina se for alguém que você conhece." Sam apontou.
"Não exatamente, eles têm um filtro que a voz fica meio... sei lá, distorcida."
"Então elas falam safadezas e parecem o Darth Vader?"
"Não, seu idiota. Só fica com uma espécie de eco, como nas cams normais. Ainda soa sexy, mas só um pouquinho diferente. Eu conseguia ouvir na minha voz vindo do lado dela."
"Então você falou com alguma garota?"
"Não uma garota qualquer, uma garota gostosa pra caralho! E fez mais do que falar também." Ele se inclinou para mais perto sobre a mesa. "A gente falou putaria e ela ficou pelada na minha frente e se tocou enquanto eu batia uma pra ela." Ele assobiou. "Cara, eu dei uma gozada gigante pra ela."
"Que nojo, porra!" Sam franziu o rosto com desgosto. "Me conta dela, não de você!"
"Ela era tão gostosa! Eu só via do pescoço pra baixo, mas ela tinha um cabelão castanho claro bem comprido e os peitos? Caralho, mano! Não eram muito grandes, mas perfeitos! E ela falava uma putaria sem fim! Mandava eu bater, falava como queria ele na boca."
"Sério?" Sam tinha que admitir que estava ficando interessado. Ele estava levando fora atrás de fora ultimamente e só bater punheta estava ficando chato rapidinho. Talvez valesse a pena tentar.
"É, e ela me mostrou," ele abaixou a voz para um sussurro, "a boceta dela e brincou com ela e me fez dizer como eu queria chupar e foder."
"Uau, e ela era mais velha? Tipo uma MILF?"
"Não, eu coloquei pra procurar em até cinco anos da minha idade. Não podia ter mais de vinte e três. Cara, ela era louca, ficou de joelhos e tocou a boceta por trás e falou de eu enfiar no cu dela e quando ela gozou? Mano, essa mina não tava fingindo! Soou tão gostoso que eu gozei na hora."
"Roleta das Vadias?" Sam perguntou.
"Isso, agora você se interessou!" Kev deu um tapa no braço dele. "Aí ela me disse que lamboria tudinho se estivesse aqui."
Ele sorriu. "Na verdade ela disse que se estivesse aqui, teria ido pra boca dela." Ele suspirou. "Sinceramente, se ela tivesse continuado online, acho que eu poderia continuar batendo e gozar de novo."
"Tenho que dizer que você me deixou interessado." Sam admitiu. "Mas não sei se conseguiria. Sabe, tirar o pau pra fora e falar putaria."
"Bom, com uma rola fina que nem a sua, acho que você tem razão."
"Sua mãe não reclamou."
"Minha mãe é she male, lembra? Você transou com ela?"
"Você tá inspirado hoje, Kev."
"Tô inspirado desde ontem à noite e depois que eu chegar do trabalho hoje vou entrar de novo."
"Parece fácil demais. E se for alguém que você conhece, ou se elas te conhecerem?"
"Por isso você só mostra do pescoço pra baixo e inventa um apelido." Kev estalou os dedos, "E configura seu laptop pra não ter nada atrás de você que possa ter seu nome ou algo que conte sobre você, tipo seu uniforme da Dunkin, coisas assim."
"Bom conselho."
"Você vai tentar, né?" ele sorriu para ele.
"Vou dar uma olhada no site, mas não sei se consigo. Você pode ter dado sorte com uma garota de primeira."
"É, tive uns fracassos nas duas primeiras, mas desisti delas rápido e achei aquela gostosinha."
"Pode ter caras lá também, zoando a galera e she males e..."
"Ei!" Kev bateu na testa. "Acabei de pensar numa coisa. Você pode procurar por nome quando já conhecer alguém. Ela era naughtykitten96."
"Hmm, então ela tem vinte anos," Sam observou. "Uma mulher mais velha! Por dois anos, pelo menos."
"Hã, nem pensei nisso. Enfim, tenta procurar por ela."
"Mas aí vou ficar pensando no seu traseiro nojento falando com ela." Ele estremeceu. "Nojento."
"Você tem razão, depois de me ver, o que ela ia querer com você." Kev se assustou quando o sinal tocou. "Bom, tenho que trabalhar hoje à noite e não vou estar por perto, mas se você entrar, me promete que conta e me deixa saber se você se divertiu."
"Eu conto se fizer. Não tenho certeza se realmente conseguiria fazer isso."
"Você quem perde, Sammy," Kev pegou a mochila e saiu apressado.
Sam pegou sua própria mochila e sorriu consigo mesmo. Quem ele estava enganando? Claro que ele ia dar uma olhada.
Naughtykitten96, aqui vou eu, ele pensou. Talvez literalmente! Ele riu enquanto ia para a próxima aula.
***** "Ei, mãe, olha só!" Sam exclamou ao entrar na sala e mostrou o anel para ela.
"Ficou lindo!" Mamãe o abraçou. "Fico feliz de ver você animado. Esse anel vai ser uma ótima lembrança pelo resto da sua vida e você sempre vai saber que o conquistou."
"Isso mesmo," ele assentiu. "Agora vou enfiar isso na cara da Ashley!"
"Sam, você sabe que sua irmã só estava te provocando. Ela está radiante que você vai se formar."
"Eu sei, mas ainda quero me exibir e dizer que ela estava errada."
"Tá bom, mas deixa pra depois." Mamãe disse a ele. "Ela chegou em casa há alguns minutos e falou que está com uma dor de cabeça forte e vai se deitar até o jantar, então deixa ela quieta."
"Sem problema, espero ela se sentir melhor e aí digo 'toma essa, irmãzinha metida!'" Ele riu.
"O que te faz feliz." Mamãe balançou a cabeça. "Vocês dois. Não entendo por que vivem se provocando quando sabem muito bem que se amam."
"Porque é isso que irmãos fazem!" Sam apontou para ela. "Você e a tia Linda brigam o tempo todo!"
"Boa." Mamãe abaixou a cabeça. "Agora vai lá pra cima fazer lição de casa ou jogar videogame por um tempo. Seu pai vai trabalhar até um pouco mais tarde, então não vamos comer por mais ou menos uma hora."
"Sem problema," ele se virou para ela sorrindo. "Tenho uma coisa para pesquisar na internet hoje."
"Viu, Sam! É essa ética de trabalho que te dá o que você quer na vida!"
"Tomara!" ele gritou por cima do ombro."
*****
"Ok, vamos ver se o Kev estava me tirando onda ou não." Sam murmurou enquanto se sentava na beirada da cama.
Ele tinha seu laptop no criado-mudo que puxara para perto da cama, de modo que ficasse de frente para a única parede onde não havia pôsteres. Não que ver um monte de fotos de capas de álbuns do Metallica e Iron Maiden e fotos de shows fosse uma pista de quem ele era, mas ele queria ser o mais cuidadoso possível.
Ele até tinha vestido uma camiseta preta lisa em vez da camisa da equipe do Zoológico Roger Williams que ele tinha vestido. Aquela que tinha seu primeiro nome no peito, do verão em que ele fez trabalho voluntário lá. Isso teria sido um fracasso épico, sem dúvida.
Sam ligou sua webcam e a posicionou cuidadosamente para não ver acima do decote da camisa e entrou na Roleta das Vadias. Ele se registrou com um e-mail do Yahoo que acabara de criar e ficou olhando as fotos de mulheres nuas e gostosas na página inicial enquanto esperava pela confirmação do e-mail.
Quando recebeu, clicou de volta para o site e revirou os olhos com a mensagem 'bem-vindo Joe98' — não poderia ter inventado algo melhor? Provavelmente sim, mas não queria criar nada sujo que parecesse idiota.
Ele olhou para as opções e decidiu que, em vez de explorar e acabar com um monte de tentativas fracassadas, ver se conseguia encontrar a garota que Kev havia mencionado. Ele selecionou 'membros locais' e então escolheu a categoria de dezoito a vinte e um anos.
Uma lista apareceu com nomes e pequenas miniaturas.
"Uau," ele sussurrou enquanto olhava algumas das fotos. Algumas eram de bundas nuas e peitos, outras eram nus completos e outras de lingerie, mas nenhuma mostrava o rosto.
Ele pensou em tentar uma garota chamada Ruby, de tanga vermelha e meias e nada mais, mas dizia que ela estava offline. Quando viu que a lista tinha várias páginas, decidiu procurar por membros perto de você e digitou Naughtykitten96.
"Kev, você é o cara!" ele assobiou quando o perfil dela apareceu.
Ele estava olhando para outra imagem do pescoço para baixo de uma garota de camisa curta jeans que só ia até a metade da barriga. Estava aberta e ela não usava nada por baixo. Uma das mãos segurava provocativamente uma metade da camisa sobre o seio esquerdo.
A outra metade da camisa estava apoiada no seio direito e mostrava a metade interna dele, mas cobrindo apenas o mamilo. A parte de baixo era igualmente sexy; um par de shorts jeans estilo Daisy Duke, cortados tão curtos que a parte de baixo dos bolsos ficava para fora.
As coxas eram bem torneadas e bronzeadas, assim como a barriga lisa e dura. Nossa, ela parecia em forma e muito gostosa! Ele só conseguia ver o pescoço e a parte de baixo do queixo, mas o longo cabelo loiro escuro caía na frente e ia até um pouco abaixo dos seios.
Ele imaginou ver o cabelo dela assim sem a camisa, os mamilos aparecendo por entre os fios. Sam encontrou a opção 'gostaria de enviar um convite para Naughtykitten96' e, cruzando os dedos, clicou em sim.
"Oh-oh." Ele franziu a testa quando uma caixa apareceu. "Digite sua mensagem para naughtykitten96 aqui. Seja sexy e inteligente, faça-me querer falar com você!"
"Cara..." Os dedos de Sam pairaram sobre o teclado. "Ok, lá vou eu."
"Ei Gatinha, aqui é o Joe e eu moro perto. É minha primeira vez aqui e seu avatar me deixou impressionado! Meu Deus, você é gostosa! Adorei seu cabelo e sua roupa sexy. Adoraria ver ainda mais de você. Por favor, faça minha primeira vez aqui ser memorável!"Sam apertou enviar e imediatamente teve vontade de se bater, mas o que mais ele poderia dizer? Imaginou o que Kev teria dito? Era difícil imaginá-lo sendo suave. Ele sentou ali, nervoso, o coração acelerado e então pulou quando houve um bip e uma mensagem piscou na tela.
"Naughtykitten96 quer conversar com você! Certifique-se de que sua câmera está ligada para que ela também possa ver você!"A tela oscilou e Sam se viu olhando para Naughtykitten, que estava recostada na cama de forma parecida com a dele. Ela não estava vestida tão sexy quanto no avatar, usando uma camiseta preta justa com a Hello Kitty. Da cintura para baixo era melhor, no entanto.
As pernas estavam cruzadas e esticadas na cama e uma boa parte delas era visível devido à saia xadrez bem curta. Ela estava descalça e os dedos dos pés estavam curvados para frente, mostrando o esmalte azul das unhas e ela exibia um anel de prata em cada um dos dedos médios dos pés.
O cabelo era visível, mas preso em maria-chiquinhas de cada lado, como tranças. Ele percebeu que a camiseta combinava mesmo, pois ela estava com um visual de colegial safada. Olhando para o cabelo, notou que ela usava uma gargantilha preta com as palavras 'bad kitty'.
"Oi Joe!" ela falou pelo laptop e ele rapidamente abaixou o volume, pois ela tinha soado muito alto.
Sam notou o que Kev havia mencionado, havia um som meio metálico na voz dela, como se os alto-falantes estivessem ecoando, mas ela ainda soava muito gostosa.
"Oi, hã, Gatinha?"
"Kitty já serve!" ela apontou para ele e riu. "Nós combinamos porque você é um Pantera!"
"O quê?" ele perguntou confuso.
"Seu anel da escola! Johnston High, você é um Pantera!"
Esperto, Sam, muito esperto mesmo. "É, desculpa, não tinha percebido."
"Eu estudei lá, me formei há dois anos." Ela soava relaxada e descontraída, o que por um lado o fez relaxar um pouco, mas o fez se sentir um idiota que...
"E você tem um dodói no outro dedo." Ela riu. "Band-aid fofo."
Ok, agora ele não se sentia só burro, se sentia um completo fracassado.
"Ah, eu, hã, cortei na aula de marcenaria." Por que ele contaria isso a ela?
"Você está nervoso, né? Não fica!" ela abaixou a cabeça o suficiente para ele ver a boca, que estava virada em um grande sorriso amigável. Os lábios estavam cobertos de rosa choque, fazendo-o pensar que ela sabia que estava o fazendo pensar nos lábios dela, e ele estava.
"Um pouco. É minha primeira vez aqui."
"Por isso decidi falar com você." A língua dela passou pelos lábios. "Quero tirar sua virgindade de cam!" ela soltou uma risadinha que, junto com ela lambendo aqueles lábios carnudos e rosados, já estava deixando o pau dele inchando.
"Gostei muito da sua camiseta." Ah, pelo amor de Deus, dava pra ser mais ridículo?
"Obrigada!" ela colocou a mão sobre a Hello Kitty na camiseta e Sam notou as unhas compridas e azuis brilhantes. "É novinha! Comprei com a saia só para brincar com meus amigos aqui."
"Você tem muitos amigos aqui?" Por que você se importa, idiota? Qualé, Sam, aja como se tivesse dezoito, não oito.
"Alguns, também sou meio nova. Só estou aqui há um mês, mas me diverti muito!" ela soltou um ronronado que o fez estremecer. "Sou uma gatinha muito brincalhona!"
"Você parece brincalhona," Ok, isso não foi tão ruim. "Na verdade, parece bem sexy pra caramba."
"Hmm, você não está nada mal pelo que posso ver, essa camiseta é bem justinha. Você tem braços bonitos."
"Valeu!" Ele se conteve antes de dizer "Eu malho", momento em que teria se desconectado de vergonha.
"Claro que eu quero ver mais." Ela passou as mãos pela blusa e depois apalpou os seios por cima. "Fico feliz que você goste da gatinha na minha blusa, mas aposto que prefere ver o que está por baixo, né?"
"Adoraria ver o que está por baixo dessa blusa", ele teve que se forçar a falar devagar.
"Você quer ver meus peitinhos, bebê?" ela puxou a blusa o suficiente para revelar a parte de baixo dos seios, sem sutiã.
"Por favor?" ele pediu baixinho, encarando as curvas doces da parte inferior dos seios dela.
"Por favor? Que fofo! Adoro caras fofos! Me dá ainda mais vontade de ser safada." Ela beliscou os mamilos por cima da blusa preta. "Adoro transformar os bonzinhos em maus."
"Quero tanto ser mau", ele sussurrou, provocando outra risadinha nela.
"Bom, olha só, eu tiraria minha blusa, mas tem um probleminha."
"O quê?" ele ficou nervoso de repente. Seria a isca com troca? Ele teria que pagar? Se sim, onde estava o cartão de débito?
"Você ainda está de blusa! Como espera que a gatinha tire a dela se a sua ainda está vestida?"
"Bom, damas primeiro, né?" ele riu.
"Boa tentativa, mas bebê? Não sou dama nenhuma. Sou uma putinha suja e serei sua putinha, mas se você quer ver pele, preciso ver um pouco primeiro."
Sua putinha? Sam agarrou a barra da camiseta e puxou-a tão rápido que ouviu o tecido rasgar.
"Boa!" ela mais uma vez mostrou a boca e passou a língua pelos lábios. "Você faz esporte, bebê?"
"Futebol americano nos últimos dois anos", ele disse enquanto jogava a camiseta longe.
"Flexiona pra mim! Deixa eu ver esses músculos."
Sentindo-se um idiota, mas com peitos gostosos à vista e já que ela não sabia quem ele era. Sam flexionou os braços e ela murmurou de prazer.
"Você é bem sexy, Joe! Se eu estivesse aí, estaria passando as mãos por esses músculos. Depois usaria a língua, lambendo seus mamilos, descendo por esse abdômen durinho até chegar em algo muito mais duro!"
"Está ficando mais duro", ele abaixou os braços e fez um show ao se ajeitar na cadeira para ajustar o volume na calça jeans. "Muito mais duro."
"Be-bê!" ela ronronou, provocando um arrepio nele. Cristo, mesmo com o leve timbre metálico, a voz dela soava gostosa. "Parece que você tem algo grande e duro para a gatinha brincar!"
"Vai ficar maior quando eu ver esses peitos lindos." Ele se surpreendeu com a própria ousadia, e ela percebeu.
"Não está mais tão nervoso, né? Bom. Quero me divertir hoje! Tira as calças pra mim."
"Você ainda não tirou a blusa", ele a lembrou.
"Vamos, bebê, você ainda vai estar de cueca, se é que está usando uma."
"Você está?" ele tentou olhar para cima, entre as pernas cruzadas dela.
"Tô sim, vê?"
Ela abriu bem as pernas, exibindo a tira fina de tecido preto entre as coxas bronzeadas.
"Caralho", ele sussurrou quando ela colocou a mão entre as pernas e esfregou a boceta por cima da calcinha fio dental.
"Hmm, tá bem molhadinha. Vou ter que tirar daqui a pouco." Ela manteve as pernas abertas e apontou. "Viu, te mostrei uma coisa. Agora tira as calças pra mim."
"Eu..." Ele até podia tirar as calças, mas sabia o que viria depois. Será que ele realmente conseguiria fazer isso?
"Por favor?" ela fez biquinho. "Por favorzinho? A gatinha vai te mostrar os peitos. Prometo!" ela riu de novo. "Vou até brincar com eles pra você."
Sam se levantou e, antes de perder a coragem, puxou a calça jeans para baixo. Tirou-a e se sentou de volta, só de cueca boxer.
"Agora é disso que eu tô falando!" Kitty assobiou, "Bebê, você está muito feliz em me ver!"
Sam olhou para baixo e teve que admitir que se sentia muito bem com o jeito que seu pau duro preenchia a cueca.
"Ok, já que você foi um bom garoto." Kitty cruzou os braços e puxou a blusa por cima da cabeça.
Kev, te devo uma, Sam pensou ao contemplar os peitos mais incríveis que já vira. Claro, só tinha ficado com duas garotas e não vira muitos peitos, mas essa menina podia ser uma estrela pornô com o par que tinha.
Não eram tão grandes, mas, caralho, eram lindos. Redondinhos, firmes, com mamilos rosados e durinhos, perfurados com pequenas argolinhas prateadas. Conforme prometido, ela segurou os seios e os apertou, depois passou os polegares pelos mamilos.
"Tá gostando desses peitos, bebê?"
"São incríveis pra caralho", ele disse, fazendo-a rir.
"O que você faria com meus peitos lindos? Me conta!"
"Eu lamberia e chuparia eles, e enquanto chupo um, brinco com o outro mamilo." Sam não fazia ideia de onde aquilo estava saindo, mas estava fluindo e ele não ia parar.
"Adoraria colocar meu pau entre eles e fazer uma espanhola enquanto esfrego seus mamilos."
"Isso soa tão gostoso!" ela murmurou. "Eu deitaria de costas e você enfiaria seu pauzão entre meus peitos e eu lamberia e chuparia a cabecinha cada vez que ele passasse."
"E eu apertaria eles bem gostoso e meteria mais rápido e depois gozaria uma leitada enorme na sua carinha linda."
"Isso, porra!" ela soltou o seio direito e colocou a mão entre as pernas. "E isso aqui? O que você faria com isso?"
"Jesus", ele engoliu em seco quando ela puxou o fio dental para o lado e mostrou a rachinha rosada completamente lisinha. "Eu... faria qualquer coisa que você quisesse."
"Isso é muito pouco, bebê." Ela deslizou o dedo pela racha, a unha azul parecendo incrível contra a pele rosada. "Conta pra gatinha o que você faria com essa boceta apertada, gostosa e tão, tão molhada!"
"Eu ficaria de joelhos e abriria ela e enfiaria minha língua bem nessa rachinha gostosa." Ele declarou, a mão indo para o pau e esfregando-o por cima da cueca.
"Hmm, você me chuparia todinha, né? Chuparia com força e encheria a boca com meus suquinhos grudentos, né?"
"Eu vou lamber tudinho, depois começar a chupar seu clitóris durinho e enfiar dois dedos nessa boceta apertada."
"Boceta? Ai, isso é tão safado, Joe!" ela arfou.
"Ah, desculpa!" Nossa, por que ele tinha usado essa palavra?
"Não se desculpa! Continua!" ela riu. "Fala de novo dos seus dedos!"
"Vou enfiá-los na sua..."
"Fala!"
"Na sua boceta apertada e..."
"Com força, você não vai ser bonzinho, né?"
"Não, com força! Fazer você gritar pra mim! Te chupar com os dedos e colocar o polegar no seu clitóris rosado e esfregar."
"Ai, Joe, você é tão bom nisso! Tá me deixando tão molhada, vê?" ela trouxe a outra mão e abriu a boceta escancarada, mostrando as dobras rosadas e brilhantes e o buraquinho onde ele adoraria estar naquele momento.
Ela enfiou os dedos nesse buraco e os meteu com força, para dentro e para fora. "Isso, Joe, fode minha boceta apertada com esses dedos fortes! Ai, me deixa pronta para esse pauzão!"
Ela tirou os dedos e abaixou o rosto o suficiente para que ele visse sua boca, então chupou os dedos.
"Chupa eles como se fosse o meu pau!" Uau, ele estava se tornando um expert, pensou.
"Hmm-mmm!" ela balançou a cabeça, deslizando os dedos para dentro e para fora da boca. Tirou-os e passou a língua pelo dedo, provocando a pontinha como se fosse a cabeça do pau dele.
Para sua surpresa, ela cuspiu no dedo e depois chupou a saliva ruidosamente.
"Bebê, não consigo fingir direito que tô chupando um pau que não posso ver! Vamos, Joe, dá o agrado pra gatinha!"
Tomado pela luxúria, Sam não hesitou em se levantar e arrancar a cueca. Seu pau duro saltou para fora e, quando ele se sentou de novo, Kitty exclamou.
"Ai, meu Deus, Joe! Isso é um pauzão da porra!"
Ela soou completamente sincera e ele se viu sorrindo como um idiota. As outras duas garotas com quem ele ficara tinham mencionado que ele era bem dotado, mas uma delas tinha sido a primeira um do outro e ele duvidava que ela tivesse noção real. Mas ele supôs que 'Kitty' já tinha visto muitos.
"Bate uma pra mim!" Ela exigiu.
Joe envolveu o pau dolorido com a mão e gemeu baixinho enquanto o acariciava lentamente. Ela deve ter ouvido, porque disse:
"Hmm, alguém precisa muito gozar!"
"Queria poder gozar em cima de você todinha."
"É mesmo? Onde? Nesses peitos?" ela os ergueu para ele. "Ou na minha cara de puta ou na minha boquinha suja de vagabunda?"
Caralho, Kev estava certo sobre tudo. Essa garota falava tão sujo quanto qualquer estrela pornô!
"Na sua boca", ele respondeu e só de pensar nisso seu pau saltou na mão.
"Adivinha, Joe? Você não teria escolha! Um pau desses, com certeza eu vou chupar até você jorrar uma leitada grossa na minha garganta!"
"Kitty... você é muito safada", ele riu.
"Se eu estivesse aí com você? Eu estaria de joelhos, batendo uma nesse pau com uma mão enquanto brincava com essas bolas grandes e cheias com a outra."
"Eu estaria lambendo e provocando e fazendo você gemer e te deixando tão frustrado que você agarraria minha cabeça e enfiaria minha boca nesse pauzão da porra!"
"Porra, esses lábios rosados ficariam tão lindos em volta do meu pau." Ele gemeu enquanto batia punheta mais rápido.
"Eu aguentaria ele bem fundo e balançaria a cabeça! Estaria gemendo e engasgando e babando e você estaria puxando minhas maria-chiquinhas, forçando minha boquinha pobre pra cima e pra baixo nesse pau grande e babado!"
"Brinca com a sua boceta pra mim." Ele tentou soar tão exigente quanto ela, mas saiu mais suave do que queria.
"Essa boceta?" Kitty se levantou na cama e, virando-se, rebolou a bunda de um lado para o outro.
Ela abriu o zíper da saia e sacudiu a bunda, fazendo-a cair em volta dos tornozelos. Saiu dela, depois empurrou o fio dental pelos quadris. Inclinou-se na frente da tela, empinando a bunda enquanto tirava a calcinha até os pés.
"Deus, você tem uma bunda linda!" ele assobiou. "Adoraria dar uns tapas nessa bunda!"
"Eu adoraria deixar!"
Mantendo as costas para ele, ela ficou de joelhos na posição de quatro. Alcançou por baixo e abriu a boceta para ele.
"Que tal essa vista?"
"Incrível pra caralho!" Joe diminuiu a mão até quase parar de movê-la, senão gozaria em mais um minuto.
"Queria que você estivesse aqui atrás de mim, enfiando sua cara na minha boceta molhada e me chupando todinha! Eu iria querer que você enfiasse a língua no meu cu e me desse uma linguada! Você faria, Joe? Seria um garoto sujo e chuparia minha bunda?"
"Eu enfiaria minha língua em qualquer lugar que você deixasse", ele estava ficando ainda mais excitado com as imagens na sua frente e na sua mente. "Enfiaria minha língua na sua bunda enquanto enfiava os dedos na sua boceta e a abria bem gostoso pra poder te foder!"
"Me conta!" Kitty gemeu e o som fez a mão dele se mover mais rápido no pau. "Me conta como você me foderia! Quero gozar enquanto você me fode!"
O dedo dela se movia rapidamente no clitóris e, olhando de perto, ele conseguia ver os peitos dela por baixo e ela brincava com o mamilo esquerdo.
"Eu ficaria de joelhos atrás de você e agarraria seus quadris e enfiaria meu pau com força nessa sua boceta apertada e molhada. Te foderia por muito tempo e com força e não pararia de bater nessa bunda! Te daria palmadas tão fortes quanto a foda! Deixando essa bunda tão vermelha quanto sua saia!"
"Isso, ai, isso!" ela gritou. "Me fode, Joe! Me pega com força!"
"Eu subiria a mão e agarraria essas maria-chiquinhas e puxaria sua cabeça para trás com tanta força que doeria!"
"Ai! Ai, Joe! Tá doendo! Ai, por favor! Ai, seu pau é tão grande que dói!"
A mão dele ia mais rápido e ele falava igualmente rápido. Nunca tinha falado sujo com uma garota antes, mas estava fluindo como se fizesse isso a vida toda.
"Aí eu empurraria sua cabeça na cama e pressionaria seu rosto no travesseiro e me inclinaria sobre você para te foder ainda mais fundo."
"Isso, porra!" Kitty gritou, "Continua, Joe! Continua me contando como você vai dominar minha boceta, como vai me fazer sua putinha de pau!"
Putinha de pau... ok, ela ainda o superava.
"Arrebenta minha boceta babada! Me faz sua!"
"Te fodendo com tanta força que minhas bolas batem no seu clitóris e você morde o travesseiro. Te empurro mais para baixo."
Ele fez uma pausa para gemer enquanto observava os dois dedos dela trabalharem no clitóris em círculos ásperos. Os quadris dela balançavam e ela soltava ganidinhos agudos como se ele estivesse realmente fodendo-a. Num movimento simples, mas sexy, ela cruzou as pernas nos tornozelos e as fechou. Os dedos dela eram um borrão azul sobre a racha rosada e ela gemia cada vez mais alto.
"É isso aí, sua puta", ele teve que parar de se masturbar ou nem conseguiria falar. "Olha pra você, de joelhos, cara enfiada e bunda empinada, exatamente como uma vagabunda deve ficar! Olha pra você..."
"Ai, porra! Porra, porra!" Kitty exclamou e então soltou um gemido tão alto que o assustou.
Ela repetiu o som e seus quadris enlouqueceram enquanto continuava a se masturbar no clitóris. Seus joelhos dobravam, fazendo seus pés baterem na cama. Seu lamento se transformou em guinchos mais suaves e, enquanto ele observava, o corpo todo dela estremeceu e ela deixou as pernas deslizarem retas para baixo.
Ela permaneceu deitada de bruços, as pernas pendendo da cama em cada lado da tela, e ele encarou a racha brilhante dela. A bunda dela tremia e ele conseguia ver a boceta pulsando.
Ela lentamente se levantou de joelhos, mantendo as costas para ele, e depois se virou cuidadosamente, certificando-se de manter o rosto fora de visão. Ele se perguntou como seria o rosto dela. Com um corpo tão gostoso, ela devia ser linda.
"Nossa, eu gozei tão forte!" Mais uma vez, Kev estava certo, não tinha como ela ter fingido aquilo, diabos, ela ainda estava sem fôlego. "Agora é sua vez. Bate uma pra mim, Joe."
Ele agarrou o pau e tentou começar devagar, mas estava tão duro que parecia que ia explodir e suas bolas estavam doendo pra caralho.
"Tô de joelhos pra você de novo. Tô gemendo e babando todo esse pauzão. Tá todo melado com minha saliva e tô sendo uma porca completa."
"Tem baba por todo meu queixo e meus peitos e eu passo a língua pelo seu tronco e limpo suas bolas. Lambo elas bem limpinhas e chupo enquanto bato punheta nesse pau grande e gordo com minha mãozinha macia."
"Mas você quer que eu chupe, não quer?" ela perguntou, a mão indo para a boceta e acariciando levemente o clitóris ainda inchado.
"Chupa", ele gemeu, estava chegando perto. "Por favor, continua chupando!"
"Hmm", ela começou a fazer barulhos altos de engasgo e a mão dele se moveu ainda mais rápido sobre o pau, que agora estava brilhando como a boceta dela por tanto espalhar o pré-gozo pelo tronco enquanto se masturbava.
"Tô chupando com tanta força! Tô gemendo e batendo punheta e meus olhos estão revirando e tô me engasgando no seu pau! Ai, Joe! Sua putinha tá trabalhando tanto nesse seu pau! Me dá, bebê! Me dá essa leitada!"
Sam gemeu quando seu pau latejou na mão e suas bolas se contraíram.
"Vamos, bebê", ela choramingou com voz de menininha, "a gatinha quer leitinho, me alimenta!"
Essa última frase o levou ao limite e ele arfou quando um jorro grosso e enorme de porra irrompeu do seu pau. Subiu direto para o ar e caiu por toda sua mão e barriga.
"Hmm!" ela fez um barulho de gargarejo. "Isso, jorra na minha garganta! Mais, Joe! Continua me alimentando! Continua jorrando essa leitada grossa e gostosa na minha garganta! Hmm, tem tanta porra e eu tô chupando cada gota como uma boa garota faria!"
"Ai, meu Deus", Joe gemeu enquanto encarava a maior leitada que já esporrara. Sua mão estava coberta e havia várias poças pequenas na barriga e um borrifo até metade do peito.
"Uau..." ele respirou. "Puta merda, isso foi intenso."
"Foi mesmo!" Kitty permaneceu onde estava, com as pernas ainda bem abertas, mas não brincava mais com a racha. "Sério, faz umas semanas que tô aqui e essa foi a melhor vez que já tive."
"É?" ele se pegou inclinando-se e quase mostrando o rosto. "Quer brincar de novo?"
"Quando quiser." Ela suspirou, "Quando você tá por aí amanhã?"
"Ei, hum... isso aqui diz que você mora a uns dois quilômetros de mim." Ele respirou fundo. "Quer se encontrar? Talvez a gente pudesse, sabe... sair."
"Você não quer sair comigo." Ela riu. "Você quer ir pra casa comigo."
"Isso também", ele admitiu.
"Desculpa, Joe, mas isso aqui é só diversão pra mim. Eu não agiria assim com um cara."
"Não?" Por que ele se importava? Era só agradecer e procurar por ela de novo amanhã.
— Não. Quer dizer... — foi a vez dela fazer uma pausa. — Eu adoraria ser tão safada assim pra um namorado, mas eu só conseguiria agir assim se gostasse muito do cara. Ele teria que ser muito bom pra mim pra me fazer ser tão má assim.
— Entendo. — Ele assentiu, mesmo que ela não pudesse vê-lo. — Ele teria que merecer.
— Exatamente, e a maioria dos caras acha que a mina tem que ser a estrela pornô deles, mas se você quer isso, então é melhor ser minha estrela pornô e a maioria é só uns babacas egoístas e uns fracassados.
Ela deu de ombros, e ele adorou o jeito que os peitos dela balançaram. — É por isso que eu faço isso. Posso ser uma garota safada. — Ela deu uma risadinha. — Sou uma putinha enrustida!
— Eu gostaria de estar nesse armário. — Ele disse. — Mas, quer dizer, talvez a gente pudesse sair pra um encontro, só conversar e...
— Você é um fofo, Joe, e bem mais legal que muitos dos babacas aqui, e foi muito divertido. Vou fazer isso de novo com você, mas nada de encontros. Tenho certeza que você é legal, mas tem muita gente doente por aí.
— Eu entendo.
Ele tentou não soar desapontado, mas imaginou que podia se considerar sortudo por ela não estar tirando sarro dele. Ele estava agindo de forma bem patética, tentando conseguir um encontro com uma garota que se masturbava e falava putaria com qualquer cara que ela quisesse na internet. Estranho que ela parecesse tão normal agora depois de agir de forma tão suja, mas aí, ele tinha feito o mesmo.
— Eu tenho folga amanhã, então se você quiser, conecta de manhã. Eu provavelmente vou estar online.
— Kitty, acho que eu vou estar sempre duro por você. — Ele não estava brincando, o pau dele ainda estava bem duro.
— Eu aposto, — ela riu. — Boa noite, Joe, você foi muito sexy, divertido e... doce. — Ela abaixou a boca em direção à tela e lhe mandou um beijo. — Bons sonhos, sexy.
Antes que ele pudesse responder, a tela ficou preta e, com um suspiro, ele fechou o laptop e se deitou na cama, ignorando a meleca gosmenta na barriga. Ele descansou a mão igualmente suja na coxa, olhando para o pau finalmente murchando e suspirou.
Porra, aquilo tinha sido divertido. Ele olhou para o pé da cama, onde estava o celular. Pensou em mandar uma mensagem pro Kev e contar que tinha uma história do caralho pra ele amanhã. Mas pareceu trabalho demais se sentar e pegar o telefone, então fechou os olhos e deixou a mente divagar enquanto tentava imaginar a aparência da Kitty.
*****
— Ei, você tá vivo aí, seu merdinha!
Sam pulou para a posição sentada quando a voz de Ashley veio acompanhada das batidas na porta. Merda, ele tinha pelo menos lembrado de trancar? Ele puxou a colcha para cima, cobrindo a barriga e a virilha.
— Já tô de pé! — ele respondeu com a voz rouca. — Não entra, eu não tô decente.
— Você nunca foi decente! — Ashley retrucou do lado de fora do quarto. — Desce essa bunda pra baixo, é hora do jantar!
— Tá, eu desço num minuto.
— Aposto que é só isso que você precisa, — ela riu com maldade e, com uma última batida na porta, se afastou.
Sam esperou até ouvir os passos dela na escada antes de se arriscar a tirar as cobertas. Ele fez uma careta ao ver o esperma meio seco na barriga e, deslizando cuidadosamente na cama, pegou os lenços de papel no criado-mudo e se limpou.
Gozar daquele jeito tinha realmente apagado ele, pensou quando viu que já passava das cinco. Ele tinha dormido por mais de uma hora. Ainda se sentia grogue, como se estivesse de ressaca. Imaginou como se sentiria se tivesse realmente fodido ela.
Ele não tinha dúvidas de que aquela gatinha selvagem teria fodido ele até perder os sentidos e continuaria procurando por mais. Apostava que ela conseguiria também. Tudo que ela teria que fazer era falar putaria ou, melhor ainda, chupar ele do jeito que descreveu. Quem diabos poderia resistir àquele corpo e àqueles lábios?
Ainda se movendo em câmera lenta, ele se forçou a colocar a cueca e a calça jeans de volta e vestir a camiseta preta. Calçou os tênis e saiu do quarto. Quando chegou ao pé da escada, sentiu-se despertando e um sorriso enorme se espalhou pelo rosto. Porra, aquilo tinha sido bom pra caramba e agora ele ia fazer o que tinha esperado o dia todo.
Ele entrou na sala de jantar e chegou por trás de Ashley, que estava de costas para ele, sentada no meio da mesa com a mãe numa ponta e o pai na outra. Estendendo o braço ao redor dela, ele colocou a mão na cara dela.
— Lê e chora, maninha! Olha o que eu consegui!
— Tira a mão da minha cara, seu idiota! — ela colocou a mão no antebraço dele para empurrar, mas parou. — Você tem um anel de formatura, — ela falou baixinho e soou estranha. — E um band-aid.
— É, eu consegui o anel de formatura! — ele riu. — Aquele que você disse que eu nunca ia conseguir e... — ele parou quando olhou para a mão dela em seu braço. As unhas dela eram azul-elétrico. Iguais às de Kitty. Uau, que coincidência estranha. Mas Ashley sempre pintava as unhas com cores neon.
— Sam, todos nós estamos orgulhosos do seu anel. Até sua irmã. — O pai falou. — Mas tira a mão da cara dela, senta e come.
— Foi mal, pai. — Ele deu uma última olhada em Ashley, mas ela agora estava de cabeça baixa e ele se perguntou o que estava acontecendo com ela.
A mãe percebeu também, já que quando ele foi para o outro lado da mesa, ela perguntou. — Querida, você tá bem? Sua cabeça ainda dói?
— Eu... eu tô bem, eu acho. — ela quase sussurrou.
— Ela só tá chateada porque eu consegui meu anel e ela não pode mais me zoar. — Sam brincou enquanto puxava a cadeira e se sentava.
— Uau, mãe, essas costeletas estão com uma cara ótima! — ele exclamou, pegando o garfo e estendendo a mão para o prato no centro da mesa para espetar uma. — Tô morrendo de fome e...
Ele parou no meio da frase quando seus olhos pousaram em Ashley do outro lado da mesa.
Ela estava usando uma camiseta preta do Hello Kitty.
— E o quê? — O pai o incentivou.
— E, hum... mal posso esperar pra cair de boca. — ele conseguiu terminar. Ele espetou uma costeleta e a jogou no prato tão rápido que quase escorregou, mas ele não queria que os pais vissem que sua mão estava tremendo.
Seu corpo inteiro pareceu tremer e ele sentiu como se alguém tivesse lhe dado um chute no estômago.
— Nossa, garoto, elas não vão fugir. — O pai brincou.
Sam forçou um sorriso fraco, depois encarou a irmã mais velha. A camiseta, as unhas... o cabelo comprido, atualmente preso num rabo de cavalo, era loiro-escuro.
Ashley ainda estava de cabeça baixa e o coração dele martelava no peito quando percebeu que agora sabia exatamente como Naughtykitten96 era. Ela finalmente ergueu os olhos, seus olhos azuis-claros encontrando os dele antes de ela desviar rapidamente.
Sam tinha acabado de fazer sexo virtual... com a irmã. Jesus Cristo, ele tinha batido punheta na frente dela e nem pensar no que ela tinha feito na frente dele!
— Ashley? — O pai perguntou. — Sério, você está se sentindo bem? Você parece doente.
— Eu... minha cabeça dói muito, pai. Preciso voltar pra cama.
— Claro. — A mãe disse, — Vai descansar. Quer que eu leve um prato pra você mais tarde?
— Não, meu estômago também tá bem enjoado. — Ashley se afastou da mesa e, com um último olhar perturbado para ele, se virou e caminhou lentamente para as escadas.
Sam a observava, incapaz de se conter, seus olhos desceram para a bunda dela na calça jeans justa que ela usava. Ele já tinha visto aquela bunda. Ela tinha mandado ele lamber a porra da bunda dela... Ah, fodeu, ele pensou.
— Sam, você também tá doente?
— Ah, hm, não. — ele respirou fundo. — Eu só estava preocupado com a Ash, ela realmente não parece bem.
— Viu isso? — o pai se inclinou e lhe deu um tapa no ombro. — Eu sabia que você se importava com sua irmã!
— Claro que se importa. — A mãe acrescentou com um sorriso. — Vocês dois podem fingir o quanto quiserem, mas são muito mais próximos do que querem que as pessoas pensem, não são?
— Mais próximos do que nunca, — ele suspirou.
*****
Pela quarta vez na última meia hora, Sam se levantou da escrivaninha e caminhou até a porta. Dessa vez ele faria. Dessa vez ele teria coragem de sair do quarto, bater na porta da irmã e dizer que precisavam conversar.
Ou precisavam? Como nas três vezes anteriores, essa pergunta o fez parar. Eles realmente precisavam discutir isso? Era óbvio que tinha acontecido. Então o que havia para conversar?
Eles tinham se visto pelados, se masturbaram um para o outro e falaram como operadores de sexo por telefone. O que havia para dizer, exceto que era perturbador pra caralho e com certeza nenhum dos dois jamais contaria a ninguém? Seria apenas um segredo sujo. Porra, eles provavelmente ririam disso daqui a alguns anos.
Havia algumas outras coisas perturbadoras nisso. Primeiro era o fato de que sua irmã podia agir daquele jeito. Ashley não era exatamente do tipo tímido, mas era mais quieta na escola e no trabalho. Ela nunca foi uma das crianças 'populares' e nos dois anos em que estudaram na mesma escola, ele nunca ouviu rumores sobre ela, o que o deixava feliz.
Ela teve alguns namorados desde que o pai permitiu que ela começasse a namorar oficialmente aos dezesseis, mas apenas um, o primeiro, durou mais de um ano. Mesmo agora na faculdade, ela não se juntava a nenhuma fraternidade e evitava todas as festas.
Ashley nunca se vestia de forma sexy. Ela geralmente preferia camisetas largas e calças jeans que nunca mostravam muito do que ela tinha. A única vez que Sam se lembrava de ela ter ficado gostosa foi no ano passado, quando ela perdeu uma aposta para sua melhor amiga e teve que sair para um clube para menores de vinte e um anos vestida para matar.
Ele se lembrava de estar sentado na sala e quando ela passou por ele a caminho da saída com a amiga, ele fez uma dupla tomada e ficou descaradamente embasbacado. Ashley estava num vestidinho coladinho de uma peça só e num salto agulha foda-me que, se os pais estivessem em casa, eles a teriam castigado só por pensar em sair daquele jeito.
O cabelo de Ashley estava solto e armado, e ela estava usando maquiagem pesada. Aquela foi a primeira e única vez que Sam olhou para ela e pensou 'uau', mas até esse pensamento desapareceu assim que ela saiu do seu campo de visão.
Ele sabia que Ashley era bonita e já a tinha visto várias vezes de biquíni na praia ou na piscina de casa para saber que ela tinha um corpo bonito. Mas ele sabia disso simplesmente no sentido de pensar que, se estivesse olhando para outra garota com aquele visual, ele a acharia sexy.
Ela era sua irmã, e ele reconhecia que ela era atraente da mesma forma que pensaria sobre o fato de ela ter olhos azuis.
O fato de que ela podia se exibir daquele jeito, falar tão sujo e abertamente ser tão suja era tanto um choque quanto o fato de ele ter visto aquilo. De onde diabos aquilo tinha vindo? Ele tinha quase certeza de que, se Ashley fosse tão selvagem na vida real, ele já teria ouvido falar na escola, os caras sempre falavam sobre o que as garotas faziam para eles.
Ele não estava brabo com ela de jeito nenhum. Como poderia estar? Ele estava no mesmo maldito site e fez exatamente a mesma coisa. Era só chocante. Sam duvidava que alguém que a conhecesse pensaria que ela era capaz daquilo. Na verdade, a única coisa que ele já ouviu sobre ela de um ex-namorado foi que ela era 'gostosa, mas uma fracassada danada'.
Bem, ela não era uma fracassada quando estava escondida atrás da tela do computador, isso com certeza. Como nas tentativas anteriores, Sam se sentou na beira da cama e novamente se forçou a admitir o maior problema que o dia de hoje tinha trazido.
Ele tinha ficado mais duro e excitado do que nunca com a 'Kitty'. Ele jurava que, mesmo sem realmente tocá-la, aquele encontro tinha sido melhor que muitas das fodas reais que ele já teve. Foi o papo sujo dela e sua absoluta sem-vergonhice que o deixaram tão excitado.
Agora que ele sabia que era sua irmã, ele não deveria sentir nada além de repulsa. Deveria se sentir sujo e fazer o melhor para forçar aquela cena para fora da mente. Em vez disso, ele se deparava com a alarmante percepção de que...
Ele estava ainda mais excitado sabendo que era sua irmã.
Aos seus olhos, isso era pior do que o que eles realmente fizeram juntos, mas ele não conseguia evitar. Ele continuava olhando para uma foto tirada dos dois nas férias da família no ano passado. Eles estavam sentados numa pedra com vista para a praia e Ashley estava de short e top de biquíni.
Era uma foto bonita, embora ambos tivessem que manter a rivalidade de irmãos e dizer que a foto do outro era a melhor. Agora Sam estava olhando para ela de uma maneira completamente diferente. Seus olhos agora se demoravam no top de biquíni dela, pensando em como os peitos dela eram perfeitos por baixo.
Suas longas pernas estavam em evidência pelos shorts jeans cortados e Sam se perguntou se aqueles eram os mesmos da foto de perfil dela, cortados ainda mais. Seu olhar percorria aquelas longas pernas para cima e para baixo e, em sua mente, ele continuava a vê-las abertas, expondo a carne rosada e lisa entre suas coxas bronzeadas.
Ele subiu até o rosto dela e reparou no cabelo comprido, nos grandes olhos azuis e naqueles lábios sensuais. Sam nunca teria usado essa palavra para descrever os lábios dela antes de hoje. Ao longo dos anos, alguns de seus amigos comentaram que os lábios dela pareciam feitos para chupar pau.
Ele sempre a defendeu, mandando eles calarem a boca e não falarem da sua irmã daquele jeito. Agora aqui estava ele, sendo pior que um hipócrita, olhando para ela sorrindo na foto enquanto pensava naqueles lábios cobertos com aquele batom rosa-choque.
Isso levava a imaginar o que ela tinha dito que faria com aqueles lábios rosados. O pensamento de sua irmã mais velha de joelhos o chupando deveria ser o bastante para lhe revirar o estômago, mas aqui estava ele, pensando nisso... e ficando duro.
A questão dos seus pensamentos não era tão grave no sentido de que só ele os conhecia. O problema agora era como diabos ele poderia algum dia olhar para Ashley da mesma forma? Não havia como vê-la e não imaginar os peitos nus e a bunda dela, sem falar na boca?
Sempre que ela falasse, ele a ouviria em sua mente falando sobre pau e foda. Ainda sentado ali, ele se perguntou o que ela estava pensando. Provavelmente o que ele estava pensando... que aquilo era doentio e desejando poder desver a coisa toda.
Sam se forçou a ficar de pé. Eles tinham que conversar sobre isso, porque se não conversassem e continuassem agindo de forma estranha um com o outro, os pais começariam a fazer perguntas. Ele caminhou até a porta e, dessa vez, abriu e saiu para o corredor.
Ele foi direto para o quarto de Ashley e bateu na porta antes de perder a coragem novamente. Não houve resposta e ele estava prestes a bater de novo, mas a porta se abriu o suficiente para Ashley espiar a cabeça para fora.
— Ei, Ash, a gente... a gente precisa conversar.
— Ah, oi Sam, — ela revirou os olhos. — Quer dizer, Joe. Não se incomode. Acho que não há nada a dizer.
— Acho que há muito a dizer, maninha, — Sam colocou a mão na porta. — Posso entrar por uns minutos? Quanto antes a gente resolver isso, melhor.
Ela hesitou, depois assentiu e se afastou da porta. — Tá bom, entra.
Sam entrou no quarto dela e, incapaz de se conter, seus olhos rapidamente a procuraram. Ashley estava com uma simples camisola rosa que ia até mais ou menos o meio das coxas. Como a camiseta, esta também tinha uma Hello Kitty e, em qualquer outro momento, ele teria achado que ficava fofo nela.
Mas agora ele estava focado no peito dela, tentando ver se ela usava sutiã e, para sua surpresa, não usava. A camisola era larga o bastante para não marcar, mas ele conseguia distinguir só um vislumbre dos mamilos dela atrás do tecido.
O cabelo dela estava solto, como estivera mais cedo, mas ela não estava usando maquiagem. No momento, ela era mais fofa do que gostosa superficialmente, mas Sam a partir de agora a veria como gostosa mesmo que ela estivesse usando um maldito saco de lixo.
Ela se sentou na cama, encostada na cabeceira, e puxou os joelhos para o peito. Sam fez um esforço para não ficar olhando e ver se conseguia vislumbrar as nádegas dela ou o que ela usava por baixo.
Ashley, no entanto, mantinha as pernas bem juntas, e ele realmente não conseguia ver nada a menos que basicamente ficasse embasbacado, e ele não podia fazer isso no momento. Sam foi se sentar na escrivaninha dela, mas ela deu um tapinha na cama.
— Senta aqui, igual a gente fazia quando era pequeno e queria conversar sobre as coisas. — Ela riu baixinho. — Geralmente sobre os pais.
"Tá bom," Sam tirou os tênis e sentou na cama de frente para ela, com as pernas esticadas para que seus pés ficassem de cada lado dela. Vendo-a olhar para o pé dele, acrescentou. "Tomei banho, meus pés não fedem."
"Isso é novidade." Ela ironizou.
"Não é a única." Ele foi direto ao ponto. "Hoje foi minha primeira vez naquele site e acho que tinha mais chance de cair um raio do que eu te encontrar lá."
Ashley franziu a testa e balançou a cabeça. "Não podia ser tão aleatório assim. Tem mais de quatro mil mulheres de Rhode Island lá."
"Você tem razão, não foi totalmente aleatório. O Kev estava me falando do site mais cedo hoje e eu decidi experimentar. Então me cadastrei e procurei pela minha faixa etária no estado."
"Mesmo assim, é uma chance muito remota."
"É, mas... ah, merda." Sam sussurrou.
"Que cara é essa?" Ashley revirou os olhos. "Acho que já chegamos no pior ponto possível."
"O Kev me disse para procurar você porque ele fez cam com você outra noite."
"Ah, que nojo!" ela deu um tapa na testa. "Aquele tarado fica me secando há anos e agora ele..." ela estremeceu. "Bom, pelo menos ele não sabe."
"Mas acho que o nojo de hoje supera isso," ele suspirou. "Me desculpa, Ash. Eu não fazia ideia que era você."
"Nem eu, como a gente podia saber?" Ela esfregou as têmporas. "Você sabe que eles têm um aviso: se encontrar alguém que conhece, fique na sua e nunca mencione."
"Nós dois somos os únicos que vão saber, confia em mim," ele grunhiu. "Ei, Kev, tá vendo aquela gata gostosa, a naughty kitten? É minha irmã!" Ele forçou um sorriso. "Tá vendo? Não parece algo que eu deveria dizer."
"Idem aqui. A gente não pode contar para ninguém e depois de hoje não devíamos falar mais nisso." Ashley deu de ombros. "Mais cedo ou mais tarde vamos esquecer e não vai ser tão ruim."
"Posso te perguntar uma coisa pessoal?" Ele devia deixar pra lá depois do que ela disse, mas precisava saber.
"Sam, você me viu completamente pelada e agindo como uma putinha que adora levar porra. Você pode perguntar o que quiser."
"Putinha que adora levar porra? Você fala assim antes de entrar naquele site?"
Ashley corou e baixou a cabeça. "Eu assisto muito pornô e nunca falei assim com ninguém. É por isso que eu gosto do site. Posso agir assim e ninguém sabe que sou eu. O que você queria perguntar?"
"Por que você tá nesse site? Eu entendo por que os caras entram. A gente não tem ninguém, pornô fica chato e é uma chance de se divertir gozando com outra pessoa."
"A mesma coisa para as garotas."
"É, mas para as garotas é mais fácil. Elas não levam fora como os caras." Ele apontou para ela. "Você é muito gostosa, Ash. Acho que você conseguiria o que quisesse."
"Eu tô lá porque eu quero muito me soltar e agir como uma vadiazinha, mas," ela abriu as mãos. "Uma garota direita não vai simplesmente agir assim com um cara. Se agir, a escola inteira e as redes sociais acabam com ela."
"Verdade, eu acho."
"Além disso, como eu disse quando a gente conversou um pouco depois que a gente..." ela desviou os olhos dele. "Terminou. Eu não posso ser assim com um cara."
"Por que não, só porque você acha que eles vão contar? Nem todo cara é um babaca."
"Mas você só descobre quando é tarde demais." Ela apontou. "Minha amiga Julie encontrou fotos dela chupando o namorado num site pornô amador. Ela descobriu porque alguém mandou um link para ela. Metade da escola maldita viu."
"Mas ela se deixou filmar," ele retrucou. "Isso é diferente."
"Não, ele tinha a webcam ligada e virada para a cama e ela nunca notou. Então você nunca sabe. E o outro motivo?" ela fez uma pausa, "Jura que não vai tirar sarro de mim."
"Mana, acho que agora a gente já passou da fase de zoação." Ele assobiou. "Já imaginou se a mamãe e o papai descobrissem?"
"Eles não vão descobrir. Acho que eles não frequentam o Slut roulette." Ela riu. "Ou você vai ser um dedo-duro? 'Mãe, a Ashley tá se masturbando na internet! Como eu sei? Ah... hum, porque ela tava brincando comigo!'
"Qualé, mana, me dá um crédito aqui. Isso é sério."
"Você tem razão. Eu tava meio que tirando sarro da situação toda, não só de você."
"Certo, só tô nervoso com essa coisa toda," ele admitiu. "Só a gente sabe, mas ainda me sinto péssimo, como se alguém pudesse descobrir de algum jeito."
"Ninguém vai descobrir," ela o tranquilizou. "Mas a outra parte de por que eu não agiria assim com um cara na vida real é que eu teria que realmente gostar dele. Eu não faria essas coisas a não ser que eu estivesse muito confortável e a gente estivesse junto há um tempo. Aí eu poderia confiar que eles só iam gostar, e não sair contando ou me fazer sentir mal."
"Entendo, eu acho."
"Já tive alguns namorados, mas ninguém muito sério. E mais? Honestamente, o cara médio não vale a pena. Os caras querem que as garotas ajam como eu agi para você, mas depois acham que tudo que precisam fazer é enfiar. Eles querem uma estrela pornô, mas não fazem nada para eu querer ser uma."
"Então aquele site é um jeito de eu ser a garota suja que eu adoraria ser até certo ponto, sem me preocupar se o cara é decente ou não, porque eu nunca vou conhecê-los."
"Faz sentido," ele assentiu. "E eu entendo sobre os caras, eles só acham que tudo que precisam é o pau deles e a garota tem que cair em cima."
"Só pra você saber?" ela sorriu maliciosamente. "O Kev foi um fracasso. Muitos caras são. Eu vou falando sem parar e eles só ficam 'ãh... hum... chupa meu pau?'"
"Ele fez parecer que você tava super a fim."
"Eu entro na onda porque a ideia de alguém me ver pelada e me masturbando me excita muito. Tudo que eu dizia com ele era para me ajudar a gozar. Então ele é o cara típico, nem percebeu que era tão inútil que eu podia estar sozinha."
"Pena que não posso contar para ele," Sam sorriu, "Kev, a Naughty Kitten disse que você é uma droga."
"Olha só, irmãozinho," Ashley apontou para ele. "Você foi muito bom naquilo. Tem certeza que nunca tinha entrado num site assim antes?"
"Primeira vez. Eu nunca nem falei sacanagem no telefone com as poucas garotas com quem fiquei." Ele a olhou atentamente para ver se ela estava zombando dele. "Você acha mesmo que eu fui bom nisso? Ou você tá fazendo graça?"
"Sério, Sam, você realmente me deixou excitada e perturbada," ela revirou os olhos. "Que ironia. Encontro um cara que sabe falar sacanagem e ele é meu irmão."
"Eu te entendo. O corpo mais gostoso que eu já vi e uma gata selvagem, e é minha irmã." Ele caiu na gargalhada e ela o encarou, com as sobrancelhas erguidas.
"Eu tava pensando que eu tentei te chamar para sair! Nossa, não teria sido péssimo?"
"Você não tá brincando, porque eu estava pensando em dizer sim."
"Eu... o quê?" Ele tinha ouvido direito? "Você pensou nisso?"
"Pensei. Você foi ótimo na conversa suja, você é muito sexy e no final você foi até gentil. A maioria dos caras goza e depois sai. Os babacas nem dizem tchau. Isso me diz que eu tô certa em não fazer na vida real."
"Você acabou de dizer que eu sou sexy?" Ele praticamente não ouviu nada depois que ela disse essas palavras.
"Eu..." os olhos dela se arregalaram como se ela não tivesse percebido que disse. "É, acho que disse." Ela estalou os dedos, "E você disse que eu sou gostosa há um minuto. Você falou sério?"
"Qualé, Ash, como você pode não saber que é gostosa? Os caras naquela coisa ficam babando por você."
"É, eu sei, mas ouvir você dizer é diferente. Acho que porque você não deveria achar sua irmã gostosa."
"A maioria dos caras nunca vê a irmã desse jeito." Ele riu. "A maioria não iria querer. A irmã comum não é tão gostosa quanto você."
"Você me chamou de gostosa de novo!" Dessa vez ela estava sorrindo quando disse.
"Você é. Não só o seu corpo, mas o jeito que você agiu e essa conversa suja? Eu... bem, você viu o quanto eu gostei."
"Eu vi e, Sam?" ela apontou para o meio das pernas dele. "Eu não tava brincando. Esse pau é bem grande."
Dessa vez ele corou. "Isso não é algo que uma irmã deveria dizer." Ele não resistiu em acrescentar, "Você fala sério?"
"Já vi alguns pessoalmente e assisto muito pornô. Você é bem dotado, meu irmão não tão pequeno."
"Quantos você viu pessoalmente?"
"Alguns." Ela suspirou. "Já fiquei com uns cinco caras, mas lembra que meu primeiro namorado foi aos dezesseis, então não é como se eu fosse fácil nem nada."
"E você nunca fez essas sacanagens?"
"Não, quer dizer, eu chupei o pau deles, mas não dei uma de estrela pornô. Eles não valiam a pena."
"Bom, já que você disse que eu tenho um pau legal?" Sam hesitou por um segundo e então pensou: essa situação era tão estranha que ele não podia piorar. "Ash, seus peitos são incríveis pra caralho."
"Você acha?" ela sorriu de novo e ele sorriu junto, pois era um sorriso tímido e ela estava corando. Tão diferente da estrela pornô descontrolada e no cio que ela interpretou hoje à tarde.
"Eu sei, quer dizer, só fiquei com algumas garotas, mas também assisto muito pornô e seus peitos são tão bonitos quanto os de qualquer estrela pornô." Ele continuou, imaginando-os mentalmente enquanto falava. "Quando você furou eles? A mamãe e o papai iam surtar."
"Mamãe e papai não veem meus peitos," Ashley riu. "Mas meu irmão viu."
Os olhos de Sam se arregalaram com aquela risadinha. Era a mesma risadinha maliciosa que ela usou quando estavam online mais cedo.
"Seu irmão agora aprecia muito os peitos da irmã mais velha e praticamente todo o resto."
"Tipo o quê?" ela esticou as pernas e colocou os pés descalços nas panturrilhas dele.
A camisola era longa o suficiente para ele não ver a calcinha dela, mas estava tendo uma bela visão das coxas internas.
"Uau, isso é estranho." Ele sorriu nervosamente. "Sinto que estou num filme X-Files erótico. Provavelmente devia esquecer tudo isso e deixar por isso mesmo, já colocamos tudo em pratos limpos e não vamos mais falar nisso."
"Vamos, irmãozinho," ela se inclinou, os lábios fazendo um biquinho, "Eu te contei tudo sobre como seu pau era grande. Me diz o que você achou gostoso em mim."
"Eu já disse, seus peitos."
"Só isso?"
"Eu... tá bom. Sua bunda é ótima, você tem pernas lindas e eu adorei o quanto você foi suja. Toda essa conversa suja me fez desejar encontrar uma garota que falasse e agisse assim."
"Você vai conhecê-las na faculdade ano que vem, confia em mim."
"Mas como você quer ficar com um cara que vai gostar e não ser um babaca? Eu quero uma garota legal por fora que seja suja só para mim."
"Isso é fofo," ela sorriu para ele e não havia sinal de que estava zombando. "Eu quero um garoto que seja bom para mim e eu vou recompensá-lo sendo má. Você quer o mesmo."
"Exatamente," ele disse a ela. "Por isso eu pensei em te conhecer. Mas acho que aquilo era só sobre você ser suja, mas eu também teria sido bom para você."
"Você seria bom para a naughtykitten?" ela estava usando a voz provocante de antes agora. "Você cuidaria bem dela?"
"Claro," ela o estava deixando um pouco nervoso. Ele sentiu uma das pegadinhas dela chegando. "Mas mesmo que não tivesse dado certo, eu estava morrendo de vontade de saber qual era a aparência da Kitty."
"Agora você sabe!" ela apontou para si mesma.
"É verdade, e eu lembro de pensar mais cedo que uma garota com um corpo tão gostoso teria que ser linda para combinar, e eu estava certo."
"Você acha... que eu sou bonita?" Um sorriso lento se espalhou pelo rosto dela. "Você fala sério?"
"Você é linda, mana. Eu sou seu irmão mais novo, então tenho que fazer piadas feias sobre você, mas você é muito bonita e, no geral, gostosa."
"Você também, eu nunca tinha reparado como você tinha ficado fortinho. Você tem braços bonitos, e esse peito e barriga também são bonitos. Eu adoraria poder curtir um corpo," ela lambeu os lábios, "E um pau como o seu."
"Eu... tá bom, isso tá ficando tão estranho quanto antes, só que antes a gente não sabia que era estranho."
"Sam, eu te contei muita coisa agora e você não tirou sarro de mim, e essa situação toda é muito louca, mas acho que já que é assim, a gente pode muito bem colocar tudo em pratos limpos."
"O que você quer dizer?"
Ashley estendeu a mão e colocou no braço dele. "Vou te fazer uma pergunta e quero que você me prometa duas coisas."
"Quais são?" ele perguntou desconfiado.
"Primeiro, você não pode tirar sarro de mim por perguntar. Segundo? Você precisa ser honesto."
"Prometo."
"Quando eu descobri que era você, fiquei chateada, tipo: mas que porra? Aí fiquei com vergonha." Ela baixou a voz a ponto de ele mal ouvi-la. "Depois aquilo me excitou."
"Você tá brincando?" ele exclamou.
"Parte de mim queria que fosse, porque ficar com tesão pensando no seu irmão é bem distorcido. Mas quanto mais eu pensava, mais excitada eu ficava. Aquele corpo bonito, aquele pau gigante? O jeito que você falou tão sujo, e agora eu sei que foi sua primeira vez?"
Ela se inclinou, de modo que seus lábios ficaram perto do ouvido dele, e sussurrou. "Eu tô tão molhada agora, Sam. Só de te contar, eu tô molhada."
"Ai, meu Deus." Ele disse tão baixo quanto ela falou.
"Agora, se você não está excitado, então acho que sou eu a distorcida e deveria ter vergonha de mim mesma. Vou só te pedir para nunca mais tocar no assunto e..."
"Claro que eu tô excitado." Ele deixou escapar antes de perder a coragem. "Eu nunca te olhei desse jeito porque não deveria. Você nunca se veste para se exibir, e a única coisa que ouvi de caras sobre você é que você passa uma imagem de certinha. Te ver daquele jeito? Uau!"
"Então nós dois somos distorcidos!" ela bateu palmas.
"Parece que sim." Ele se sentiu melhor agora. "Que bom que conversamos sobre isso e sentimos o mesmo. Eu vou..."
"Me mostra o seu pau."
"Como é?" ele piscou.
"Eu quero que você tire o pau para fora para mim, quero vê-lo pessoalmente."
"Ashley, a gente não pode fazer isso!"
"A gente já fez," ela retrucou.
"Mas foi quando a gente não sabia, e não foi bem na sua frente."
"Por favor, Sam? Por favor, mostra para mim?" ela lhe deu um sorrisinho sexy. "Eu te mostro a minha buceta."
Ele olhou para o meio das pernas dela e seu coração disparou. Ele deveria se levantar e sair. A internet era uma coisa, isso era ainda mais errado. No entanto, mesmo enquanto esses pensamentos passavam por sua mente, seu pau estava inchando só de pensar em ver a buceta dela.
"Você tá me sacaneando." Ele disse a ela.
"Tô?" Ashley se recostou na cabeceira e, levantando os quadris, puxou a camisola para cima deles. "Ainda acha isso?"
"Caramba, mana!" Sam engasgou com o fato de ela não estar usando calcinha e a fenda rosada dela estar bem ali na frente dele.
"Agora, me deixa ver esse pau, porque eu quero brincar!"
Sam desceu da cama, foi até a porta e girou a fechadura.
"Boa ideia!" Ashley o elogiou quando ele voltou para a cama.
Sam desabotoou o short e o empurrou, junto com a cueca boxer, até os tornozelos, e saiu deles.
"A camiseta também! Vamos ver esses músculos!"
Sam puxou a camiseta pela cabeça, enquanto pensava que agora estava completamente nu no quarto da irmã. Ele ia dizer que ela também deveria estar, mas quando sua camiseta saiu, viu que ela também estava puxando a sua pela cabeça.
"Olha só você," ele sussurrou, o pau balançando entre as pernas enquanto absorvia a forma nua de Ashley. "Muito melhor pessoalmente."
"Concordo," ela falou, os olhos fixos no pau dele. "Agora, volta e senta exatamente como você estava."
Sam fez como ela pediu, sentindo-se um pouco constrangido na nudez, mas manter os olhos no corpo da irmã ajudou a superar o nervosismo.
"Estica as pernas de cada lado de mim." Ela instruiu.
Sam empurrou as pernas para além dela até que seus pés encostassem na cabeceira. Ashley levantou as pernas e, colocando-as sobre as dele, deslizou para a frente até que a buceta dela ficasse a pouco mais de um palmo do pau dele. As coxas nuas dela sobre as dele eram uma sensação incrível, mas a visão da fenda dela tão perto dele era ainda melhor.
"Agora bate uma punheta para mim, e eu vou brincar com a minha buceta. Nós vamos gozar um para o outro como fizemos antes, mas agora podemos assistir pessoalmente."
Ela colocou a mão entre as pernas e começou a esfregar o clitóris com dois dedos. Sam se concentrou nela para facilitar pegar no próprio pau, agora duro, e bombá-lo.
"Isso mesmo, irmãozinho, brinca com esse pauzão! Eu quero ver você gozar para mim!"
Ela gemeu baixinho enquanto os dedos trabalhavam o clitóris, brincando com o mamilo direito com a mão livre. Os olhos de Sam iam dos seios dela para o meio das pernas e voltavam, absorvendo a visão proibida da irmã se masturbando.
"Punheta pra mim, gostoso", ela ronronou. "Queria tanto que fosse minha mão, depois minha boca, depois minha bocetinha apertada nesse pau, mas não podemos."
"Não", ele concordou, mas mentiria se dissesse que a ideia de se tocarem de verdade não era nada desagradável. "Mas posso te contar como queria ver essa boquinha linda trabalhando no meu pau enquanto você brinca com minhas bolas."
"E seus dedos estariam dentro de mim, e eu te deixaria durão pra enfiar você na minha boceta apertada."
"E eu chuparia esse mamilo enquanto brinco com seu clitóris, e quando te fodesse? Te empurraria de costas e faria você segurar as pernas pra trás como aquelas vadias nos filmes e te arrebentaria toda."
"Hmm, tão bom!", ela gemeu. "E eu estaria gritando e guinchando!" Ela soltou vários soninhos agudos que fizeram a mão dele acelerar no pau. "Ai, Sam! Ai, irmãozinho! Ai, é tão grande!"
"Gosta assim, mana? Gosta do pauzão do seu irmão socando na sua rachinha quente e molhada?", ele gemeu, surpreso ao sentir as bolas já se contraindo.
"É minha vez de te empurrar, pular em cima e cavalgar esse maldito pauzão! Te cavalgar como se eu estivesse num rodeio de merda!"
As palavras dela vinham entre gemidos baixinhos, e ele sentia as coxas dela tremendo sobre as dele.
"Eu tava com tanto tesão deitada aqui, Sam! Tesão porque tava pensando no pau do meu irmão. Pensando no quanto você gozou pesado pra mim! Como você falou sujo e como deu pra ver que queria sua irmã."
"Eu não parava de pensar em você chupando meu pau e engolindo cada gota, ou gozando na sua cara ou na sua bunda", ele gemia enquanto falava. Porra, estar tão perto dela o deixava ouriçado.
"Aí você lamberia minha boceta, né? Me dedaria e me chuparia com a língua, depois chuparia meu clitóris até eu gozar gritando na sua cara!"
"Ai, merda.", ele gemeu.
"Tá quase lá?", ela perguntou com uma voz trêmula e ofegante que denunciava que ela também estava.
"Sim, você me deixou durão, mana! Tão excitado olhando sua boceta e pensando em..."
"Dane-se, me dá sua mão!", ela exigiu.
Quando ele não se mexeu de imediato, ela agarrou a mão dele e o fez engasgar ao enfiá-la entre as pernas. "Dedos dentro, polegar no clitóris!", ela gemeu.
Ela puxou dois dedos dele contra sua boceta molhada e gemeu ao guiá-los para dentro. Sam os introduziu com cuidado, maravilhado com a boceta apertadíssima da irmã.
"Esfrega esse clitóris!", gemeu ela, os olhos azuis arregalados encarando a mão do irmão entre suas pernas. "Agora me dá esse pau!"
Ela afastou a mão dele e ele gemeu quando ela agarrou seu pau com o punho e o bombou forte e rápido.
"Ai, porra!", ele gemeu, vendo os dedos finos dela, com as unhas coloridas, trabalharem em seu pau. "Ashley, isso é tão bom!"
"Seus dedos na minha boceta também! Bombeia mais forte!"
Sam obedeceu, enfiando os dedos fundo dentro dela.
"Goza pra mim!", ela ordenou, o rosto a apenas um palmo do dele. "Quero que você goze agora!"
Ele gemeu quando o pau pulsou na mão dela e suas bolas se contraíram. Inclinando-se, Ashley sussurrou no ouvido dele: "Goza pra sua irmã mais velha."
As palavras dela, por mais erradas que fossem, o levaram ao limite. Ele ofegou quando o pau explodiu na mão dela, esguichando uma jato de porra que caiu na barriga dela. Ela o bombou ainda mais forte, e o segundo jato espirrou na parte interna da coxa dela.
"Tudo!", ela sibilou no ouvido dele. "Cada gota! Dá cada gota pra sua irmã mais velha vagabunda! Eu quero... Ai, porra, isso!"
Ela guinchou no ouvido dele tão alto que ele se encolheu, mas não se importou, pois foi o som mais sexy que já ouvira. A boceta já apertada dela se contraiu ao redor dos dedos dele, e seus quadris sacudiram enquanto ela cavalgava nos dedos dele.
Sam gemeu enquanto os movimentos frenéticos dela tiravam até a última gota de porra de seu pau exausto, mas ele manteve o polegar se mexendo, mantendo Ashley nos espasmos do próprio orgasmo. Ela puxava forte o mamilo enquanto guinchava e esfregava os quadris na mão dele.
A boceta dela relaxou ao redor dos dedos dele, e com um suspiro ela se recostou na cabeceira, respirando com dificuldade, os seios incríveis subindo e descendo com a respiração.
"Ai, uau, isso foi..." ela ergueu a mão e encarou a porra dele nos dedos. "Tão sujo!"
"Eu achei que você tinha dito que a gente não ia se tocar?", Sam perguntou enquanto retirava os dedos da boceta dela, sem conseguir evitar cheirá-los.
"Eu sei, só que não aguentei mais me segurar. Precisava segurar esse pau e ter você me tocando." Ashley continuava encarando a própria mão. "Tô com tanta vontade de lamber isso, mas... acho que já fomos longe demais."
Ela pegou a camisola e limpou o fluido branco e grudento da mão, depois da coxa e da barriga.
"É, longe demais", ele concordou, lutando para não chupar os próprios dedos.
"Foi divertido, mas a gente devia esquecer tudo a partir de agora." Ashley puxou a ponta do lençol e cobriu o peito. "Você precisa se vestir e ir embora. Sam."
"É", ele estava decepcionado, mas o que realmente esperava que acontecesse dali em diante, sexo oral, sexo de verdade? "Você tem razão, e ainda é cedo. Mamãe e papai podem subir para alguma coisa."
Ele vestiu o short e a camiseta de volta e enfiou os pés nos sapatos.
"Eles vão dormir cedo", Ashley avisou. "Lembra, eles vão sair amanhã bem cedo pra visitar os amigos em Nova Jersey."
"Ah, é." ele lembrou. "Legal, e amanhã é o primeiro sábado em mais de um mês que não tenho trabalho."
"Eu também tô de folga", Ashley contou. "Hmm, mamãe e papai fora. A gente sozinho em casa..." ela parou e balançou a cabeça. "Nossa, a gente precisa mesmo superar isso, você não quer saber o que eu tava pensando."
"Provavelmente o que eu tava.", ele admitiu. "Mas já estamos cruzando uma linha. Isso foi só meio que continuação do que aconteceu antes, de certa forma."
"Isso", Ashley assentiu com vigor. "Só parte do mesmo erro. Agora a gente volta ao normal."
"Você volta a me encher o saco."
"E você a reclamar que eu encho seu saco."
"Boa noite, mana."
"Até, idiota, fecha a porta quando sair."
Sam lhe deu um aceno sem graça e saiu do quarto. Assim que fechou a porta atrás de si, enfiou os dedos na boca. Revirou os olhos com o perfume doce e proibido da boceta da irmã e, com um suspiro, voltou para o próprio quarto.
Mamãe e papai estariam fora o dia todo amanhã, e ambos estariam em casa. Entrando no quarto, disse a si mesmo que o que tinham acabado de falar era a coisa certa. Eles se divertiram demais fazendo coisas que irmão e irmã jamais deveriam fazer um com o outro, e era ali que tinha que parar.
Estirando-se na cama, Sam olhou para a foto dele e Ashley na pedra e manteve os dedos apertados contra o nariz, inspirando o cheiro dela a cada respiração. Era melhor tentar fazer planos assim que acordasse amanhã, ou seria um dia muito longo.
Um dia longo e duro.
*****
Sam ergueu os olhos do computador ao som de uma batida na porta. Seria Ashley? Ela tinha mudado de ideia? Ele torcia para que não, mas ao mesmo tempo, torcia para que sim.
"Entra."
Sam sentiu uma mistura de alívio e decepção quando o pai enfiou a cabeça no quarto.
"Nossa, você tá acordado cedo pra um sábado!"
"É, não consegui dormir, tava com uma coisa na cabeça", Sam respondeu.
"Uma coisa ou alguém?" Papai piscou. "Quem sabe uma colega bonitinha?"
"Você me pegou", ele respondeu com sinceridade. "É uma garota." Ele omitiu que era sua irmã que o deixava de cabeça girando e a outra pingando.
"Bom, então não fique só pensando, toma uma atitude e chama ela pra sair." Papai o aconselhou. "Garotas gostam de caras confiantes."
"Eu vou", Sam respondeu. "Vocês estão indo?"
"Sim, eu só vim avisar que, já que você e Ashley estão em casa, tem bastante comida na geladeira, mas deixamos um dinheiro na mesa caso vocês queiram pedir pizza."
"Valeu, pai, dirige com cuidado."
"Sempre, devemos chegar em casa lá pelas dez. Fique longe de confusão e mantenha sua irmã longe de confusão. Ela ainda está dormindo, então passa o recado."
"Pode deixar, até mais, pai!" ele acenou quando o pai fechou a porta.
Ashley ainda estava dormindo. Isso era bom. Em dia de folga, ela podia dormir até meio-dia. Assim ele teria algum tempo para ver se algum amigo estava a fim de sair. Naquele momento, ele não confiava em si mesmo para ficar sozinho com Ashley o dia todo.
Sam ouviu a porta do carro na garagem e se levantou da escrivaninha para olhar pela janela do quarto. Papai segurara a porta para mamãe entrar e estava contornando o carro. Quando entrou, deu ré imediatamente e saiu da garagem, e Sam os viu desaparecer na esquina.
Sam passou a mão pelo cabelo castanho bagunçado e pensou no que fazer em seguida. Talvez fosse dar uma corrida rápida, já que andava meio largado ultimamente. Depois voltaria para casa, tomaria banho e trataria de sumir o resto do dia.
Como sempre, dormira só de cueca e foi até a cômoda pegar uma camiseta e um short confortável para correr. Ele deu um pulo quando a porta se abriu e Ashley entrou no quarto; quando se virou para encará-la, seu queixo quase caiu.
Ela estava completamente nua.
O cabelo não estava apenas solto, mas uma bagunça selvagem, como se tivesse acabado de acordar, mas os olhos azuis estavam arregalados, brilhantes e... ela estava nua! Os mamilos rosados estavam duros e apontados diretamente para ele e, nos poucos segundos em que ficou olhando, seu pau já estava crescendo.
"O que você tá fazendo? A gente disse..."
Suas palavras foram interrompidas quando a irmã mais velha se aproximou, segurou o rosto dele com as mãos e o beijou. Ele grunhiu de surpresa, depois gemeu quando os lábios macios dela pressionaram os seus. Os lábios não eram a única coisa sendo pressionada contra ele.
Os seios de Ashley se apertavam contra seu peito, e os mamilos duros cutucavam sua pele. Ashely jogou os braços ao redor do pescoço dele e o beijou com ainda mais força. Dessa vez, ele retribuiu o beijo com vontade e deslizou os braços pela cintura dela.
Ashley enfiou a língua na boca dele e foi recebida pela dele. Os dois soltaram um suspiro quando as línguas se acariciaram e exploraram a boca um do outro. Sam deixou as mãos percorrerem a pele lisa das costas dela para cima e para baixo, então, descendo mais, ele agarrou as nádegas dela e apertou.
Ashley respondeu com um gemido, e Sam mal podia acreditar como a bunda dela era firme e como cada nádega se encaixava perfeitamente nas suas mãos. Ele apertou de novo e, dessa vez, abriu as nádegas. A irmã se remexeu contra ele, fazendo os mamilos deslizarem pelo seu peito e provocando um arrepio gostoso.
Ela deslizou os lábios dos dele e sussurrou: "Beija meu pescoço! Adoro esse lugar."
Sam baixou a cabeça e beijou, depois sugou de leve a pele macia do pescoço dela, enquanto ainda acariciava sua bunda.
"Hmm, tão gostoso", ela ronronou.
"Achei que a gente não ia fazer isso?", ele falou contra o pescoço dela.
"Ah, é, eu fiquei deitada lá ontem à noite e pensei: por que a gente não pode? Você é exatamente o que eu procuro. Alguém pra eu ser suja, mas que se importa comigo e nunca pode contar pra ninguém."
"A gente definitivamente não pode contar pra ninguém, mas..."
"Irmãozinho?", ela se afastou um pouco para olhá-lo nos olhos.
"O quê?"
"Para de falar e faz logo o que você sabe que quer fazer... sua irmã!"
A resposta dele se transformou em um engasgo de surpresa quando ela o empurrou com força. Ele cambaleou para trás e, quando a parte de trás das pernas bateu na beirada da cama, ela lhe deu outro empurrão. Este foi muito mais suave e o fez cair sentado na cama.
A bunda de Sam mal tinha batido na cama quando a irmã se escarranchou em sua coxa esquerda. Sentada ali, ela enfiou os peitos na cara dele.
"Vamos, Sam, chupa os peitos da sua irmã como você queria quando viu eles online pela primeira vez!"
Com os seios a centímetros do rosto e a boceta quente e muito molhada dela em sua perna, Sam sequer pensou em dizer não. Ela tinha razão, os dois tinham o que o outro precisava, e quem diabos ia descobrir?
Sam chupou o mamilo inchado da irmã com avidez, e o gemido alto que ela soltou fez seu pau querer estourar a cueca. Ela passou os braços pelos ombros dele e arqueou as costas, enfiando ainda mais a teta na boca dele.
Sam agarrou o outro seio dela, esfregando o mamilo com o polegar enquanto lambia e chupava o outro. Ashely gemia, e as mãos dela corriam para cima e para baixo nos ombros e braços dele. Sam trocou para o outro mamilo e gemeu ao redor dele quando ela baixou a mão para a virilha dele e apertou o pau por cima da cueca.
"Preciso desse pau na minha boca, agora!"
Ashley escorregou da perna dele, e a decepção por ter os peitos tirados de si foi rapidamente substituída pela excitação quando ela agarrou a cueca dele e a puxou. Sam ergueu os quadris e adorou a expressão de pura luxúria no rosto da irmã quando o pau saltou à vista.
Ashley caiu de joelhos e Sam gemeu quando ela imediatamente o colocou na boca. Mesmo enquanto puxava a cueca dele até os pés e a tirava, a cabeça dela balançava ao longo do membro.
"Caralho, mana!", ele gemeu quando ela engoliu o pau até a base. Ela balançava a cabeça para a frente e para trás, gemendo tão alto quanto ele.
A vibração da boca dela, combinada com a cabeça sensível sendo trabalhada na boca quente e molhada, fez os quadris dele se sacudirem. O pau foi enfiado mais fundo na boca da irmã, mas ela só gemeu mais alto.
Ela tirou o pau com um ruído molhado e barulhento e, para surpresa dele, cuspiu nele e começou a punhetá-lo, usando a saliva para lubrificar o pau. Ashley então passou a língua macia e rosada para cima e para baixo no membro dele e a provocou sob a borda da cabeça agora inchada e roxa.
"Porra, você sabe o que está fazendo, não sabe?", ele perguntou, pondo as mãos nos ombros dela.
"Eu sei o que eu queria fazer e como queria fazer." Ela olhou para ele enquanto o masturbava. "Já fiquei com uns caras, mas meu irmão vai ser o único a me ver ser a vadia que eu sempre quis ser."
"Porra, acho que isso nunca vão dizer no canal da família!", Sam riu e depois ofegou quando ela empurrou o pau dele de volta contra a barriga e passou a chupar suas bolas.
Ashley chupou e lambeu as bolas dele com o mesmo entusiasmo que usara para chupar o pau. Os olhos dela estavam fechados, e ela gemia enquanto babava e se lambuzava no saco dele como se estivesse fazendo teste para um filme pornô.
Depois de banhar as bolas dele mais uma vez com a língua em espiral, ela a correu ao longo do membro e, agarrando o pau, abriu bem a boca e o bateu na língua.
"Porra, isso é muito sexy", ele sussurrou quando ela pressionou a ponta pingando nos lábios e depois a esfregou por eles. Quando ela puxou o pau de volta, um fio de pré-gozo se esticou junto. Ainda segurando a base do pau, Ashley virou a cabeça e o bateu contra um lado do rosto, depois no outro.
"Como seu pau fica na cara da sua irmã mais velha?"
"Incrível, mas acho que ficaria bem em qualquer parte do seu corpo", ele respondeu.
"Tipo de volta na minha boca?"
Sem esperar resposta, Ashley o engoliu fundo e, dessa vez, moveu a cabeça muito mais rápido. Os olhos azuis estavam bem abertos, fitando os dele enquanto fazia um boquete. Sam não sabia o que era melhor: o quanto a boca dela era boa ou como era excitante ter sua irmã mais velha, um pé no saco, nua entre suas pernas e chupando ele.
Sam abaixou a mão entre eles e, agarrando os peitos dela, rolou os mamilos entre os dedos. Ashley gemeu ao redor do pau dele e então, tirando-o da boca, levantou-se e o empurrou de costas na cama.
"Eu te chupo mais depois; que diabos, eu te chupo o dia inteiro, mas agora eu preciso sentir o pauzão do meu irmão na minha bocetinha de vadia."
Ashley ajoelhou na cama, jogou a perna sobre os quadris dele e se empalou no pau. Sam ofegou mais alto que ela quando seu pau preencheu a boceta extremamente molhada e incrivelmente quente e apertada da irmã.
— Isso, porra! — Ashley gritou e quicou em cima dele, cavalgando rápido e com força. — Deus, você tem um pau tão gostoso! Nunca mais vou te xingar, Sam! Não enquanto você continuar enfiando esse caralhão na minha boca e na minha boceta!
Puta merda! Ela estava fazendo parecer que não seria só dessa vez! Ashley se inclinou e, apoiando as mãos no peito dele, bateu os quadris para cima e para baixo com tanta força que beirava a dor, mas ele com certeza não estava reclamando.
Ashley soltava um gritinho cada vez que o enterrava dentro de si, e seus olhos estavam selvagens e o rosto corado. Ela se curvou, balançando os peitos na cara dele, e riu enquanto os movia de um lado para o outro, e ele lambia e chupava cada mamilo alternadamente.
Caramba, a irmã dele era qualquer coisa! Cavalgando nele como uma gata selvagem descontrolada e lhe dando os peitos para mamar. A boceta dela não parava de se contrair em volta do pau dele, e ele soltava gemidos baixinhos cada vez que isso acontecia.
— Isso é tão gostoso pra caralho! — Ashley gemeu. — Mas eu quero bem fundo!
Ela escorregou de cima dele e ficou na cama ao seu lado, de quatro.
— Bem, o que você está esperando, um convite? — Ela riu e rebolou a bunda para ele. — Tá bom, irmãozinho, por favor, vem me foder!
Sam rolou para ficar de joelhos tão rápido que quase caiu da cama. Ashley olhava por cima do ombro e riu dele.
— Você sempre foi um desastrado — ela provocou.
— Você sempre foi uma vadia — ele retrucou, mesmo enquanto ficava atrás dela e admirava sua bunda perfeita.
— Então que tal você dar uma lição na sua irmã mais velha vadia e foder ela bem gostoso?
— Não posso — ele disse baixinho, olhando fixamente para a bunda dela e sua rachinha lisa entre as coxas. — Tenho que fazer isso primeiro.
Escorregando da cama para ficar de joelhos no chão, ele abriu as nádegas dela e enfiou a língua no cu dela.
— Ah, seu menino mau! — Ashley exclamou, depois gemeu quando ele empurrou a língua rígida no cu da irmã.
— Hum, olha só você dando uma lambida no cu da sua irmã! — ela murmurou, rebolando a bunda enquanto ele enfiava a língua em seu cu, depois provocava ao redor das bordas do seu botão de rosa.
Sam deu um tapa na bunda dela, e ela gritou, o que o fez dar um tapa mais forte no outro lado.
— Ah, isso, bate na sua irmã sapeca! — ela gemeu e empurrou a bunda contra o rosto dele.
Sam deslizou a língua do cu dela para sua rachinha escorrendo e mais uma vez enfiou a língua dentro dela. Ashley suspirou quando ele rodou a língua dentro de sua boceta quente e grudenta, e, deslizando a mão entre as nádegas dela, Sam arriscou e enfiou o dedo no cu.
Ashley soltou um guincho agudo e gritou: — Menino pervertido! Eu adoro! Enfia o dedo no meu cu e chupa meu clitóris!
Sam chupou forte, enchendo a boca com os fluidos dela e revirando os olhos com o gosto. Ele enfiou o dedo mais fundo no cu dela, e ficou tão admirado por ter a coragem de fazer isso quanto por ela ter gostado.
Algo me dizia que a irmã mais velha dele gostava de praticamente tudo, e enquanto ele subia a língua até o clitóris dela, percebeu o quão incrível isso poderia ser. Se ela estivesse falando sério sobre fazer isso o tempo todo, as possibilidades eram infinitas.
Sexo nos quartos, no chuveiro quando os pais não estivessem em casa... caralho, na mesa da cozinha! Ashley usaria roupas sexy e vulgares para ele e faria tudo o que ele quisesse. Ele a imaginou entrando sorrateiramente em seu quarto no meio da noite, chupando ele até ficar duro e então subindo em cima, cavalgando o irmãozinho enquanto os pais dormiam lá embaixo.
Ele trabalhou a língua o mais rápido que pôde ao redor do clitóris dela, e Ashley deslizou a mão por baixo e abriu bem os lábios para ele. Mantendo o dedo no cu dela, ele chupou o clitóris e conseguiu enfiar dois dedos da outra mão na boceta dela.
— Ah... porra, Sam! — ela gemeu. — Assim mesmo, irmãozinho! Vou gozar tão rápido na primeira vez!
Primeira vez? Ele adorava isso! O dia todo, os pais deles ficariam fora o dia inteiro, porra! Sam bombeava os dedos nos dois buracos dela, e ela agora balançava para frente e para trás, empurrando-os mais fundo. Sam alternadamente lambia e chupava o clitóris dela, e podia sentir as coxas dela tremendo contra seus ombros enquanto ele chupava a boceta dela por trás.
— Enfia outro dedo... nos dois!
Os olhos de Sam se arregalaram, mas ele enfiou um terceiro dedo na boceta dela e adorou como ela choramingou enquanto sua rachinha apertada se esticava ao redor dele. Ele enfiou o segundo dedo no cu dela, e Ashley o surpreendeu ao empurrar para trás e enterrar o dedo bruscamente no cu.
Ela jogou a cabeça para trás e uivou longa e alto enquanto seus buracos se contraíam ao redor dos dedos dele. Sam continuou movendo-os enquanto lambia, e ficou espantado por ter dois malditos dedos no cu dela!
Ele podia sentir os dedos se movendo entre a pele fina entre a boceta e o cu dela enquanto ambos se apertavam ao redor dele. Ashley estava guinchando tão alto que ele só podia imaginar os vizinhos contando para a mãe e o pai que um dos filhos dele devia ter alguém em casa.
Isso não era grande coisa, pois se ambos ficassem de castigo, teriam tempo de sobra para foder. Falando em foder, os gritinhos de Ashley estavam ficando mais baixos e o balanço dos quadris muito mais lento à medida que o orgasmo fluía por ela.
O pau de Sam doía de necessidade de estar de volta dentro da boceta apertada da irmã, mas ele continuou lambendo suavemente até o corpo dela relaxar e ela parar de gemer. Ele tirou os dedos dos buracos dela e se levantou para ficar na cama atrás dela.
— Eu gozei muito forte! Eu... Ah, porra! — Ashley gritou quando Sam agarrou os quadris dela e se enterrou dentro dela.
Sam não tentou provocá-la ou ir com calma na posição. Em vez disso, ele puxou para trás e meteu com força na boceta ainda trêmula da irmã. Ashley gritava a cada estocada, mas quando ela se virou para olhar por cima do ombro para ele, havia uma expressão de luxúria no rosto que o fez foder ainda mais forte.
— Isso, é isso aí! Mete na sua irmã mais velha vadia! Pensa em todas as vezes que eu fui má com você e desconta na minha bocetinha apertada!
Sam estava fazendo exatamente isso, amando o fato de que esta era sua irmã mais velha de quatro com a bunda no ar, deixando-o foder o mais forte que podia. Ele levantou a mão e deu um tapa em um lado da bunda dela, depois no outro.
— Isso! Mais forte! Faz sua irmã mais velha se arrepender de ter sido sapeca!
Sam deu vários tapas fortes em cada nádega dela, deixando a bunda vermelha e as marcas de suas mãos na pele lisa. Ashley agora balançava para trás contra ele, os quadris se movendo no ritmo de suas estocadas longas e fortes para enterrá-lo ainda mais fundo.
— Fode essa boceta! Fode pela primeira vez hoje! — Ashley o incitava. — Vai em frente e me fode o mais forte que puder! Goza bem rapidinho agora! Tira a vontade para a gente foder por um tempão da próxima vez!
— Da próxima vez — ele repetiu, enquanto apertava os quadris dela com tanta força que tinha certeza de que ia deixar hematomas.
— Da próxima vez e da outra depois! A gente tem o dia inteiro pra foder, Sam, e a única hora que a gente vai sair dessa cama é para foder no chuveiro e depois ir pra minha cama!
— Ah, porra, isso soa ótimo! — ele agora dava estocadas curtas e fortes, pois suas coxas já tremiam e suas bolas se apertavam.
Ele começou a desacelerar, mas ela continuou pressionando-o para terminar.
— Vai em frente, irmãozinho! Goza para mim! Me fode até você estar pronto para jorrar uma carga bem grande!
Isso ia acontecer em mais uns trinta segundos, do jeito que ele estava se sentindo, enquanto continuava a fazer algo que dois dias atrás o teria horrorizado: foder a irmã mais velha. Mas agora a irmã dele parecia mais gostosa do que o inferno.
De joelhos, o cabelo comprido espalhado pelas costas e os olhos esbugalhados enquanto ele a rasgava. A boca dela estava aberta em um lamento contínuo, e seus quadris batiam para trás nele com tanta força que era como se ela estivesse tentando enfiá-lo até além das bolas.
— Tá quase lá, irmãozinho?
— Tão perto — ele gemeu.
— Então para!
— O quê... não! — ele exclamou quando ela puxou para frente, tirando-o de dentro dela.
— Confia em mim — Ashley girou de joelhos para ficar de frente para ele e, deslizando as pernas para baixo para ficar deitada de bruços, colocou o pau dele na boca.
Apoiada nos cotovelos, ela pegou o pau brilhante dele na boca e balançou a cabeça rapidamente.
— Ai, meu Deus, isso é tão gostoso! — ele gemeu enquanto ela chupava rápido e forte.
Ashley mantinha a boca bem aberta e fazia sons altos e molhados de engasgo enquanto batia o pau dele na garganta disposta. Ela olhava nos olhos dele e, ao piscar, segurou as bolas dele e as apertou.
— Ah, porra! — ele gritou quando o pau explodiu na boca da irmã.
Ashley soltou um gemido borbulhante e molhado enquanto o irmão jorrava sua carga enorme na garganta dela. Sam ficou ajoelhado, gemendo e ofegante, enquanto a irmã continuava a sugar cada esguicho comprido de porra, enquanto suas bolas se esvaziavam na boca dela.
Ashley puxou o pau dele para fora e começou a punhetá-lo, espirrando a língua, o queixo e as bochechas com o resto da carga. Quando não sobrou nada além de algumas gotas, ela chupou só a cabeça, fazendo-o choramingar enquanto sua língua provocava a glande sensível, mas conseguiu arrancar mais algumas gotas dele.
— Ah, uau... — ele gemeu quando ela o soltou da boca.
Ashley deu um beijo no pau dele, depois se levantou de joelhos e, de frente para ele, abriu bem a boca para mostrar que tinha engolido tudo o que ele esguichara em sua boca.
— Ainda acha sua irmã uma vadia? — ela provocou.
— Acho minha irmã incrível pra caralho.
— Você só está dizendo isso porque eu estou com sua porra na cara! — ela riu e então, agarrando a ponta do lençol dele, limpou o esperma do rosto.
— Ei! Agora eu vou ter que lavar isso.
— Bom, pelo menos você vai ter lençóis limpos de verdade pela primeira vez. — Ela sorriu. — Você quer sua irmã nesta cama, é melhor parar de ser tão nojento.
— Eu... qualquer coisa que você quiser, mana. — Ele disse a ela.
— Cuidado com isso — ela estendeu a mão e agarrou o pau pingando dele. — Você não tem ideia do quanto eu quero.
— Eu aguento, você sabe, pelo time.
Ambos riram, e Ashley deitou de costas e se espreguiçou. Sam observou seu corpo longo e esguio, seus olhos demorando-se nos seios dela.
— Você é sexy pra caramba, mana. Você sabe disso?
— Sei — ela riu.
— Modesta, hein? — ele perguntou enquanto se esticava ao lado dela.
— Bem, como você disse, todos os caras diziam à Naughtykitten que ela era sexy, então acho que sou. — Ela estendeu a mão e segurou a dele. — Mas só um conseguiu me foder, não é mesmo, irmãozinho?
— E eu vou continuar fazendo isso em toda chance que você me der. — Ele suspirou. — As pessoas dizem que isso é tão errado, mas caramba, foi ótimo!
— Você era exatamente o que eu queria. Um cara doce, em quem eu pudesse confiar o suficiente para ser pervertida. Em quem posso confiar mais do que no meu irmãozinho sexy?
— Eu digo o mesmo para você. Você me acha sexy? — ele perguntou.
— Você é muito bonito, Sam — ela deslizou a mão para baixo e agarrou o pau dele. — E não estou brincando, esse pau é incrível!
— Você também é, mana — ele virou a cabeça e lhe deu um beijo suave.
— Ah, você é fofo! — ela riu e o surpreendeu corando. — Viu, isso era o que eu queria. Um cara que pudesse me foder como uma vadia, mas que fosse doce comigo depois.
— Sabe, só tem uma coisa errada nisso — ele refletiu.
— Estou deitada aqui com o gosto da porra do meu irmão na boca, e você enfiou a língua no meu cu. — Ela riu. — Sam, tem muita coisa errada nisso!
— Quando você coloca desse jeito — ele sorriu. — Você está certa, mas só é errado se formos pegos, não é?
— E não seremos. Então, o que você ia dizer que estava errado nisso?
— Droga de Kevin! — ele suspirou. — Queria que você não tivesse feito aquilo com ele.
— Mas ele nunca vai saber. — Ela o lembrou. — Além disso, como eu disse, ele foi um fracasso.
— Bom.
— Mas tinha um pau bonito — ela lhe deu um sorriso travesso.
— Maior que o meu?
— Não sei. Vou ter que foder com ele para descobrir.
— O quê? — ele rolou de lado para encará-la. — Você está...
— Brincando! — ela caiu na gargalhada e colocou a mão suavemente na bochecha dele. — Tenho quase certeza de que você vai ser o único que eu vou foder de agora em diante.
— Uau, uma irmã que é namorada. — Ele estalou os dedos. — Economizo dinheiro em aniversários e Natal.
— Você é um bobão mesmo — ela disse, mas estava sorrindo para ele.
— Então, chega de Naughtykitten, certo?
— Ah, não sei sobre isso.
— Como assim?
— Eu estava pensando, já que adoro me exibir e você pareceu gostar também, talvez a gente pudesse, sabe, fazer um show juntos?
— O quê?
— Eles têm categorias de casais. Podemos manter a webcam abaixo do pescoço e até usar máscaras para ficarmos ainda mais seguros. — Ela se sentou, com uma expressão animada no rosto.
— Pensa nisso! Você e eu fodendo na frente um do outro, e ninguém sabe que somos nós. As pessoas do outro lado vão achar gostoso, mas só a gente vai saber a verdade! Que eles estão assistindo um irmão foder a irmã!
— Eu gosto. — Ele gostou tanto que seu pau começou a subir. — Quer tentar qualquer hora?
— Qualquer hora? — ela abaixou a cabeça e, colocando-o na boca incrível, o deixou duro novamente em segundos. Levantando a cabeça, ela pegou a mão dele e, saindo da cama, puxou-o para segui-la.
— Vamos fazer login agora mesmo!
Nota do Autor: Se alguém estiver curioso para ver a inspiração deste vídeo, procure no Google "Cyber sex mistake". As expressões nos rostos deles são hilárias. Como sempre, seus votos e comentários são apreciados. Obrigado por ler e apoiar meu trabalho. Lovecraft68