Esposa no Retiro da Empresa
Beth suspirou alto e se recostou no banco. O marido, Michael, deu uma risadinha no banco do motorista. "É só um retiro, relaxa", ele disse.
"Um retiro da empresa", ela retrucou. "Você conhece todo mundo, é divertido pra você. Pra mim é um sábado perdido."
"Vamos só jogar o jogo e a gente some às cinco", Michael falou, olhando para a jovem esposa. "Você sabe que este ano não consegui arranjar desculpa pra você."
Isso era verdade, Beth sabia. Todo ano o CEO da empresa do Michael, a Worler Tech, convidava todo mundo pra um dia inteiro de "esconde-esconde" num velho hotel grandioso que ele alugava. No começo era só pra ser um exercício de integração pro departamento de vendas, mas depois de alguns anos ele começou a dar uma festa depois do jogo, e aí os cônjuges começaram a aparecer, e agora, umas duas décadas depois, era um evento anual que todo mundo na empresa tinha que comparecer.
Michael ia ao retiro desde que foi contratado, alguns anos atrás, e sempre arrumava uma desculpa pra Beth não ir. Mas todo ano o supervisor dele, Roger, ficava perguntando quando Beth ia aparecer, e Michael estava sentindo a pressão. Até quando Beth ia nas festas de fim de ano ou nos passeios de verão da empresa, Roger sempre dizia pra ela: "Espero ver você no esconde-esconde em breve, lindeza!". Beth ficava com nojo, principalmente quando ele dava um sorriso seboso logo em seguida. Ele se achava super charmoso, mas com aquela pança e a cabeça calva, só passava a imagem de um tarado de primeira.
"A gente vai ficar com quem conhece", Michael disse. "Donny e Sheila vão estar lá, e também o Brad, que você gosta tanto." Michael sorriu quando Beth deu um tapa no ombro dele. Uma vez, numa festa de fim de ano, Beth tinha bebido um pouco demais e comentado que Brad era o cara mais gostoso da empresa do Michael, e Michael nunca perdia a chance de provocá-la com isso.
Donny era colega de sala do Michael e seu único amigo realmente próximo na empresa, e nos anos em que trabalharam juntos, ele e a noiva, Sheila, e Michael e Beth se tornaram bons amigos. Visitavam a casa um do outro pra ver futebol e até fizeram algumas viagens juntos. Beth e Sheila até saíam pra fazer compras uma vez por mês. Vê-los seria a única parte boa dessa viagem, pensou Beth, e ela provavelmente passaria o tempo todo conversando com eles.
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Quando o carro do Michael finalmente parou em frente ao hotel, a boca de Beth se abriu de admiração. Parecia algo saído de O Grande Gatsby, com duas alas enormes e chalés menores e casas de piscina espalhados pelo terreno.
Eles estavam um pouco atrasados, então, quando estacionaram o carro e entraram no hotel pelas enormes portas da frente, quase todo mundo já estava no salão principal. Era uma multidão enorme, cheia de funcionários e seus cônjuges ou parceiros. Beth ficou preocupada de ter ido malvestida, só com uma blusa bonita de manga comprida e legging de ginástica, mas quase todo mundo parecia vestido com roupas casuais ou de ginástica como ela.
"Ah, olha, seu príncipe encantado chegou!", Michael falou, apontando no meio da multidão. Beth olhou e viu Brad à distância.
"Ah, cala a boca!", ela disse. Embora tivesse que admitir, ela continuava certa, ele ainda era o cara mais bonito do salão, com um peito largo e um sorriso de um milhão de dólares. Ele os viu e acenou. Michael e Beth acenaram de volta.
Todo mundo estava circulando e aproveitando o bar aberto, então Beth esperou enquanto Michael foi pegar uma bebida pra eles. Ela olhou em volta, tentando reconhecer alguém — lá estava Catherine no bar, e Travis conversando com umas pessoas, e uma garota de quem ela se lembrava vagamente mas não sabia o nome.
"Ei, olha quem veio!", Beth ouviu. Ela se virou e viu Roger, vindo na direção dela com um sorriso nojento. "Você está muito bonita, Beth, MUITO bonita!", ele disse com uma piscadela, passeando os olhos pelo corpo dela de cima a baixo. Instintivamente, Beth cruzou os braços sobre o peito. Ela já tinha sido assediada o suficiente na vida pra saber que tinha um corpo bonito, e malhava o bastante pra se manter firme e empinada, mas era pro Michael, não pra tarados como Roger ficarem secando. Ela se arrependeu de ter usado a legging, que provavelmente estava marcando a bunda dela.
"Oi, Roger, o Michael chega já já", ela murmurou. Roger a ignorou. "Muito feliz que você veio. É um jogo divertido. A gente pode correr por todo esse hotel lindo. Uma dica: as camas são um ótimo lugar pra se esconder", e ele piscou pra ela de novo antes de ir puxar papo com outras pessoas.
Michael se juntou a ela logo depois e os dois foram até Donny e Sheila, que estavam no canto. Beth ficou aliviada ao ver os rostos deles — a doce e animada Sheila, e o atrapalhado e gentil Donny. Os quatro conversaram sobre séries de TV que tinham assistido recentemente.
Depois de meia hora, uma corneta soou e todo mundo ficou em silêncio. Beth olhou na direção da corneta e viu o CEO parado no alto da escada. Ele deu as boas-vindas a todos e explicou as regras: todo mundo ia jogar esconde-esconde, onde todos se escondiam, menos uma pessoa que ia procurar os escondidos; assim que o pegador tocava num escondido, o escondido virava o pegador e tinha que encontrar outra pessoa pra tocar. O complexo inteiro estava liberado pra se esconder, a menos que a porta estivesse trancada. Pra manter os escondidos se movendo, toda vez que a corneta soasse, todos os escondidos teriam que sair do esconderijo e se esconder num lugar novo a pelo menos 6 metros de distância.
Este ano, acrescentou o CEO, o pegador teria que carregar um aparelho de GPS e digitar o nome dele assim que fosse tocado. Quem ficasse mais tempo como pegador não seria elegível pro bônus de Natal daquele ano. Isso era pra incentivar o pegador a procurar com afinco e garantir que ninguém fosse só relaxar e ficar de bobeira como nos anos anteriores.
Houve um murmúrio na multidão com essa nova regra. Donny disse: "Isso é uma má ideia, as pessoas precisam desses bônus."
"Acho que ele não vai levar isso adiante, ele só quer que o jogo flua", Michael falou.
Ele se virou pra Beth. "Acho que temos que nos garantir pra não sermos pegos", acrescentou.
Beth assentiu e engoliu em seco. Ela nunca foi boa em jogos, e não ficou animada com a possibilidade de Michael perder o bônus por causa dela.
O CEO anunciou que Charlie, um dos contadores, seria o primeiro pegador e, ao seu sinal, todo mundo teria dois minutos pra se esconder. Ele acrescentou ainda que, como sempre, funcionários e seus cônjuges tinham que começar o jogo em alas diferentes.
"Isso eu não sabia!", Beth sussurrou pra Michael.
"Tudo bem", Michael disse. "Divirta-se e eu te encontro logo."
Beth suspirou por dentro. Parece que ela teria que simplesmente achar um quarto e se esconder até Michael encontrá-la.
O CEO então levantou a corneta e a tocou. Michael beijou Beth e correu pra esquerda, em direção à ala oeste. Beth o viu correr e então seguiu a debandada de funcionários pra direita.
Claramente todo mundo já tinha jogado esse jogo, porque enquanto Beth corria pelo corredor principal, a multidão foi desaparecendo rapidamente, conforme as pessoas entravam nos quartos e se escondiam. Em pânico, ela abriu a primeira porta que viu e entrou correndo.
Ela olhou em volta. O quarto parecia um quarto de hóspedes, com uma cama onde ela podia se esconder embaixo e um armário onde podia se enfiar. Pensando rápido, ela correu até o armário e puxou a porta — mas Brad estava lá!
Beth quase gritou de susto, mas se conteve, saindo apenas um gritinho agudo. Brad disse "shhh!" e segurou o pulso dela, puxando-a para dentro do armário.
O armário era raso, mas largo, então Brad se encostou na parede do fundo e Beth recuou contra ele. Com todas as roupas penduradas entre eles e a porta, essa era a melhor forma de se cobrirem de alguém que olhasse.
"Não queria invadir seu esconderijo!", Beth sussurrou, olhando pra trás.
"Fico feliz que seja você!", Brad sussurrou de volta.
Beth sorriu. "Eu também!", ela respondeu. Ela não se importava de flertar um pouquinho com Brad — afinal, ele ERA o cara mais bonito do escritório. E de pé, com as costas coladas no peito dele, ela podia sentir o perfume amadeirado dele, que ela adorava.
Eles ouviram o som da porta do quarto se abrindo, rangendo. Depois, a voz de Charlie: "Ooooí? Alguém escondido aí?"
Beth segurou uma risadinha. Brad a puxou para mais perto e passou os braços em volta da cintura dela. Isso deu um arrepio na espinha de Beth. Os braços dele eram fortes e grossos! Não era muito apropriado, claro, mas Beth supôs que ele só estava tentando mantê-la quieta, então deixou as mãos dele na sua cintura. Ela até prendeu um pouco a respiração pra deixar a barriga mais durinha.
Mas de repente, as mãos dele começaram a subir pelo torso dela. Antes que Beth entendesse o que estava acontecendo, as mãos de Brad agarraram firmemente os seios dela!
Beth arfou de surpresa, alto o bastante pra Charlie se virar para o armário. "Shhhh", Brad fez. Mas ele não tirou as mãos. Na verdade, ele começou a massagear lentamente os seios dela por cima da blusa!
Beth não sabia o que fazer. O colega de trabalho do marido dela estava abertamente apalpando os seios dela! Ela abriu a boca pra gritar, mas se conteve. Isso entregaria a posição pra Charlie, e ele os pegaria, e aí ela poderia ter que ser a pegadora. Ela não queria isso... mas também não podia simplesmente deixar Brad apalpá-la!
Enquanto a mente de Beth corria, as carícias de Brad ficaram mais agressivas. Agora ele estava provocando os mamilos dela por cima da blusa, roçando os dedos de leve. A estimulação começou a fazer efeito em Beth. Ela já se sentia atraída por Brad e agora, tê-lo tocando-a tão habilmente começou a excitá-la. Ela deixou escapar um gemido e imediatamente se arrependeu, quando Brad começou a puxar e beliscar os mamilos dela por cima da roupa.
De repente, Charlie enfiou a cabeça no armário! Ele estava tão perto que Beth teve certeza de que tinham sido pegos, mas então percebeu que, pelo ângulo da cabeça de Charlie, ele ainda não via Beth e Brad. Mesmo assim, Beth conseguia ver o rosto de Charlie enquanto ele olhava ao redor. Agora o Brad vai parar, pensou Beth, ou o movimento pode chamar a atenção de Charlie.
E, como ela previu, as mãos de Brad desceram de volta pra cintura dela.
Mas em vez de ficarem ali, Brad agarrou a barra da blusa de Beth e começou a levantá-la. Enquanto os olhos de Beth se arregalavam, Brad subiu a blusa cada vez mais, até chegar ao sutiã. Então ele agarrou a parte de baixo dos bojos e, com um puxão firme, levantou a blusa e o sutiã até o pescoço dela!
Beth segurou um grito. Ela estava de seios de fora! Se Charlie virasse um pouco mais a cabeça pra direita, ele a veria ali parada com os seios nus completamente expostos!
Brad a deixou ali, paralisada de terror enquanto Charlie olhava ao redor. Num momento, ele quase virou o suficiente pra Beth ter certeza de que tinha sido pega, mas não pareceu ver nada na escuridão, e então tirou a cabeça de volta do armário.
Brad imediatamente voltou a apalpar os seios de Beth. Agora, com acesso livre aos mamilos, ele começou a beliscá-los e puxá-los. Beth gemeu de novo, mais alto. Talvez tenha sido porque ela já estava com os botões sendo apertados, mas a adrenalina de quase ter sido pega seminua por um contador nerd a deixou muito excitada. E as carícias de Brad a estavam excitando ainda mais. Isso era definitivamente agressão sexual, mas então por que ela estava ficando tão molhada?
Uma das mãos de Brad deslizou pra dentro da legging dela. Antes que ela pudesse pensar em apertar as pernas, ele já estava acariciando a boceta dela por cima da calcinha. Imediatamente, Beth estendeu a mão pra trás e agarrou o pau de Brad. Ela não fazia ideia do porquê, talvez fosse apenas um instinto residual dos tempos de colégio, mas no segundo em que o agarrou, soube que tinha ido longe demais. Não podia parar agora, não depois de ter retribuído o toque. Além disso, o pau de Brad parecia grande e duro por cima da calça, e ela estava tão excitada que mal conseguia enxergar direito.
Os dois ficaram assim por um tempo, ele apalpando os seios durinhos e nus dela e enfiando a mão contra a boceta dela, enquanto ela massageava o pau dele por cima da calça. No fundo da mente, ela sabia que aquilo era errado e que estava traindo Michael. Mas naquele momento ela estava fantasiando sobre o que ele poderia fazer com ela ali mesmo. Se ele a dobrasse, ela resistiria? As mãos dele puxando a calcinha dela para baixo—
À distância, uma corneta soou. E de repente Brad abriu a porta do armário e sumiu. Foi tão rápido que Beth quase cambaleou pra fora do armário, com os seios de fora.
Ela freneticamente puxou a blusa e o sutiã de volta e ajeitou a legging. Por um minuto, Beth ficou parada no quarto, petrificada. O que tinha acabado de acontecer?! Ela tinha sido atacada! Tinha sido? Deveria ir ao RH? Ela nem sabia como fazer isso, e será que o RH a ajudaria? Ela não era funcionária. E se ela fosse, isso colocaria Michael em apuros?
O som de pessoas correndo do lado de fora trouxe Beth de volta à realidade. Ela precisava ir pra algum lugar seguro e sozinha, pra poder pensar no que fazer sobre Brad.
Ela saiu correndo do quarto e desceu as escadas, vendo outras pessoas entrando e saindo dos quartos pelo caminho. Precisava ir pra mais longe, decidiu, e quando viu uma porta de saída no fim do corredor, correu por ela e se viu do lado de fora, nos jardins do hotel. Andou até dar de cara com uma das casas de piscina. "Aqui com certeza ninguém entra", pensou, e entrou, fechando a porta.
Mas quando Beth se virou pra ver o cômodo, viu Catherine e Travis. Os dois estavam largados no sofá, com as pernas entrelaçadas. Travis fumava um baseado e o cheiro de maconha estava no ar.
"Ah, merda, achei que a gente tinha trancado a porta", Catherine disse.
Beth já tinha visto Catherine em outros eventos da empresa e ouvido falar dela por Michael, que se referia a ela como a líder da panelinha das "garotas descoladas" do trabalho. Ela sempre tinha cara disso, também, com cabelo longo e escuro, um corpo magro de peitinhos de modelo e um jeito muito fashion e metido que fazia Beth ter medo de falar com ela. A Travis ela tinha sido apresentada algumas vezes, era um cara bonitinho do departamento de vendas, mas Beth sempre sentia dele uma vibe de que ele era cheio de si demais pra falar com quem não conhecia.
"Desculpa, é pra eu ir embora?", Beth perguntou. Ela imediatamente percebeu que estava deslocada. Embora soubesse que Catherine e Travis tinham parceiros (Travis não era casado?), os dois pareciam prestes a arrancar as roupas um do outro.
"Não, não, fica à vontade. Por favor", Travis disse.
"Você gostaria disso, não é?", Catherine riu para Travis. Depois se virou pra Beth e disse: "É, mas tranca a porta, não vamos fazer disso uma festa."
Beth trancou a porta e foi até uma cadeira próxima.
"Você é a esposa do Michael, né?", Catherine perguntou. "Primeira vez jogando o Esconde?"
"É", Beth gaguejou nervosa.
"Já está se divertindo?", Travis disse, provocando. "Você PARECE que já está se divertindo."
Beth ficou vermelha de vergonha. Não sabia se as roupas dela ainda estavam bagunçadas por causa de Brad ou se estava com o rosto corado. Era tão óbvio assim?
"Tudo bem", Catherine riu. "Todo mundo usa esse jogo como desculpa pra dar uns amassos nos parceiros dos outros. Na verdade, estou surpresa que você veio, achei que Michael fosse mais certinho."
Isso atingiu Beth como uma bomba. Não era de admirar que Brad tivesse sido tão agressivo! Ele achou que o flerte dela era um sinal verde! Será que Michael SABIA que esperavam que ela ficasse com outros? Será que ele QUERIA isso? Será que ELE estava ficando com alguém?
Beth tentou afastar os pensamentos e não parecer que estava prestes a chorar. "Eu, hm, não sabia que vocês estavam juntos...", ela disse.
"Não estamos", Catherine respondeu. "A gente só enjoou do jogo alguns anos atrás, então agora a gente foge pra cá o tempo todo e fica de boa."
"Aliás, acho que nem vejo a Catherine no escritório o resto do ano", Travis disse.
"Não, estamos em andares diferentes agora, então esse é nosso encontro anual pra transar", Catherine explicou pra Beth. "Então! Com quem você ficou hoje?"
"Com o Brad. Mais ou menos..." Beth deixou escapar. Não sabia por que estava sendo tão sincera, talvez fosse a maconha no ar ou talvez porque eles pareciam estar sendo honestos com ela.
"Ah, Brad, boa escolha", Catherine disse. "Ele tem um grandão."
"Ei, como você sabe disso?", Travis disse, fingindo-se de ofendido.
"Ah, cala a boca, eu não venho SEMPRE correndo pra cá todo ano", Catherine rebateu.
"Eu também tenho um grandão, sabe", Travis falou pra Catherine, e então sorriu pra Beth.
"Com certeza tem", Catherine ronronou, e acariciou o pau de Travis por cima da calça. Travis gemeu.
"Você quer que ela veja?", Catherine o provocou. "Beth, você quer ver o segundo maior pau da empresa?"
— Ei! — Travis riu. Catherine abriu o zíper da calça dele, enfiou a mão e puxou para fora um pau impressionante, começando a masturbá-lo. Então Catherine piscou para Beth e envolveu a boca nele.
Beth ficou ali sentada, chocada mas incrivelmente excitada, enquanto a ultra-cool Catherine começava um boquete lento e provocante em Travis. Beth se sentiu ainda mais encharcada ao ver Catherine subir e descer no pau grosso dele enquanto o masturbava com a mão.
Travis fez contato visual com Beth e lhe deu um sorriso cúmplice. Ele percebeu o efeito que aquilo estava tendo nela, e Beth imediatamente se sentiu envergonhada e com ciúmes de Catherine. ELA também queria fazer Travis se sentir bem.
Seguindo um instinto que surgiu do nada, Beth agarrou a camisa e a puxou para cima, revelando os seios. Os olhos de Travis brilharam quando Beth abaixou as conchas do sutiã, exibindo seus seios empinados tamanho C para o colega do marido. — Caralho... — ele sussurrou.
Catherine olhou e tirou a boca do pau de Travis. — Uau, belos peitos — ela disse, e voltou a chupá-lo.
Beth estava tão excitada que não conseguiu se conter. Enfiou os dedos por dentro da calcinha e começou a se tocar, mantendo contato visual com Travis. Com Travis olhando para ela, Beth imediatamente sentiu uma onda crescendo, e em poucos segundos começou a gozar. — Ahhh ahhh ooooooooh! — ela gemeu.
A visão dela tendo um orgasmo levou Travis ao limite, e quase sem aviso ele começou a jorrar a porra na boca de Catherine. Os dois cavalgaram seus orgasmos juntos, Beth se contorcendo contra uma mão enquanto beliscava um mamilo com a outra, Travis enfiando o pau pulsante goela abaixo de Catherine.
Depois que terminaram, Catherine tirou a boca do membro de Travis. — Uau, isso foi quente — ela disse.
Os três ficaram sentados ali por alguns minutos, Catherine e Travis conversando sobre trabalho como se nada tivesse acontecido. Beth estava envergonhada e ajeitou a camisa e o sutiã de volta no lugar. Ela nunca tinha se masturbado na frente de ninguém antes, nem mesmo de Michael, mas agora tinha dado um show pornô para duas pessoas com quem mal tinha conversado antes. Para sua sorte, nenhum dos dois pareceu se importar muito.
Depois de um tempo, Catherine começou a masturbar o pau de Travis de novo. Ele gemeu, em parte de prazer e dor, enquanto endurecia até ficar totalmente ereto novamente.
Catherine se virou para Beth. — Certo, agora é a minha vez, e eu não vou ficar pelada na frente de outra mulher, então você tem que sair — ela disse, alegre mas firme.
— Sim, tudo bem — Beth murmurou. — Obrigada... — embora não soubesse pelo que estava agradecendo.
— Até o ano que vem! — Catherine disse, enquanto Beth saía tropeçando.
Beth vagou pelo terreno pelos minutos seguintes, tentando entender exatamente no que tinha se metido. Será que Catherine e Travis estavam certos sobre Michael, que ele a tinha trazido aqui para se divertir com as pessoas da empresa dele? Será que ELE vinha aqui fazer isso nos últimos anos, quando estava casado com ela?
Quanto mais pensava, mais decidia que devia ser verdade. Michael não era burro, e se todo mundo estava fazendo isso como Catherine e Travis tinham dito, então certamente ele também fazia parte. O que significava que ou ele queria que ela fizesse isso ou não se importava. De qualquer forma, ELE devia estar fazendo também, o que encheu Beth de fúria e ciúme. Com quem ele ficava nessas festas? Dana da contabilidade? Aquela garota bonita cujo nome ela não lembrava da gerência?
De qualquer jeito, aquele orgasmo anterior não tinha feito quase nada para saciar a excitação de Beth. Ela ainda estava tão excitada depois de ser apalpada e exposta que estava desesperada para gozar de novo. Começou a voltar para o armário onde estivera com Brad. Talvez ele estivesse se escondendo lá de novo e talvez eles pudessem se divertir um pouco mais.
Ao entrar novamente no hotel principal, Beth ouviu alguns gritos de surpresa e deu a volta para evitá-los. Subiu na ponta dos pés de volta para o andar de cima e para o quarto onde ela e Brad tinham estado. Ela ouviu alguém no armário fechando a porta. Brad, ela pensou.