Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

Encontro no Drive-In com a Mamãe

sueli9836 min

— 21 anos. Não acredito, Will.

Mamãe me olhou do outro lado da mesa de jantar com seus olhos adoradores de sempre. Era meu aniversário, e eu acabara de soprar as velas do bolo que ela fizera para mim.

Éramos só nós dois. Papai estava fora de cena havia alguns anos, tendo trocado a mamãe pela secretária, que era 15 anos mais nova. Eu achava que ele era um idiota, e nosso relacionamento sofreu por muito tempo. Mamãe ficou de luto pela infidelidade do papai e pelo fim do casamento por um tempo, mas não demorou para se recuperar. Ela tinha um bom emprego e conseguia se sustentar muito bem. Eu estudava administração na faculdade, mas morava em casa para economizar.

Mamãe preparara enchiladas de frango e um bolo de chocolate, meus favoritos. Ela era uma ótima cozinheira.

— Está ótimo, mãe — eu disse. — Muito obrigado. Eu realmente agradeço.

— É um prazer. — Ela esticou a mão sobre a mesa e apertou meu braço. Fiquei impressionado com o quão jovem ela parecia, os olhos arregalados e a pele impecável, e o cabelo castanho escorrendo pelos ombros. Enquanto ela se inclinava sobre a mesa, a blusa revelou o decote — muito decote. Senti um formigamento estranho. Um filho normalmente não sente esse tipo de formigamento pela mãe. Mas eu senti.

Mamãe parecia alheia à impressão que causava, e eu deixei pra lá, ou tentei.

Limpamos a cozinha juntos quando o jantar acabou.

— 21 — disse mamãe, enquanto lavávamos a louça. — Era o número da sua camisa de futebol, não era?

— Sim — respondi. — Nos dois anos do time principal. — Eu jogava como strong safety no time do colégio.

— Sabe — disse mamãe —, eu fui líder de torcida no colégio. Era a chefe das líderes no último ano.

— Não sabia disso — falei. — Acho que é a primeira vez que você me conta isso.

— Sério? — ela perguntou. — Estou surpresa que você não soubesse. Acho que ainda tenho meu uniforme de líder de torcida em algum lugar da casa.

— Mãe, eu não fazia ideia. Quando foi a última vez que você usou?

— Desde o colégio — ela disse.

— Por que você não experimenta? — perguntei. — Eu gostaria de ver.

Depois que as palavras saíram dos meus lábios, pensei que talvez fosse uma coisa estranha de dizer — querer ver minha mãe de quarenta e poucos anos com roupa de líder de torcida. Mas eu queria vê-la assim.

— Não sei, Will — ela disse.

— Vamos, mãe — insisti. — Me faça a vontade. É meu aniversário.

— Não sei bem onde está — ela disse. — Mas, já que é seu aniversário, vou procurar. Mesmo que encontre, não sei se ainda sirvo.

— Vá com calma — falei. — Ainda é cedo.

Era cedo mesmo. Mamãe voltara mais cedo do trabalho para fazer meu jantar de aniversário, e já tínhamos terminado, e eram só 18h30.

Mamãe me olhou, divertida, e suspirou.

— Lá vou eu — disse.

Depois que mamãe saiu do cômodo, eu também saí da mesa e fui para o meu quarto. Peguei minha velha camisa de futebol do armário. Mamãe estudara no mesmo colégio que eu, vinte e tantos anos antes, mas eu tinha quase certeza de que as cores — branco, verde e dourado — ainda eram as mesmas, e achei que seria divertido ver se combinávamos. Tirei minha camiseta e vesti a camisa de futebol. Voltei para a cozinha, sentei à mesa e esperei.

Demorou o que pareceu uma eternidade, mas, enfim, o som dos passos suaves de mamãe chegou aos meus ouvidos, e ela dobrou a esquina — e voilà! — lá estava mamãe em seu velho uniforme de líder de torcida.

Ela parecia envergonhada. Ficou parada na porta, inquieta.

— O que você acha? — perguntou com uma voz baixinha e trêmula.

O que eu achava? Eu não sabia o que pensar. Nunca tinha visto mamãe assim antes. Nunca a tinha visto usar uma saia tão curta. Era minúscula. Mostrava muita perna. Suas pernas eram finas mas torneadas sob a barra da sainha plissada. Considerando que o uniforme servia nela no colégio, era incrível como ainda caía bem. Estava um pouco apertado, especialmente na barriga e, bem, nos seios, que transbordavam sob o top branco e as letras verdes e douradas do nome do colégio.

Mas, no todo, mamãe estava incrivelmente bem. Eu estava um pouco maravilhado. A princípio, não disse nada.

— Hum — fez mamãe. — Você não falou nada, Will. Estou ridícula?

— Não, mãe! — respondi. — Você está fantástica. Não acredito como o uniforme ainda lhe cai bem.

— Obrigada — disse ela. Parecia aliviada, mas cética.

— Nós combinamos — falei, apontando para o número verde e dourado na minha camisa. Ao contrário do uniforme de mamãe, minha camisa ficara mais folgada desde o colégio, já que eu perdera um pouco dos músculos que ganhara naquela época com horas de musculação.

— Você está muito bonito — disse mamãe. Mamãe dizia esse tipo de coisa para mim o tempo todo, mas desta vez foi um pouco diferente, com ela me olhando na minha camisa de futebol e eu encarando ela — sim, eu estava encarando — na saia justa e no top de líder de torcida.

Ficamos ali por um instante nos olhando, talvez ambos nos sentindo um pouco nervosos, um pouco ridículos, e um pouco… de algo mais.

Mamãe quebrou o silêncio.

— Foi divertido. Hora de parar de bancar a boba e tirar essa coisa. — Ela se virou para voltar ao quarto.

— Não faça isso! — deixei escapar. — Fique assim. Eu continuo com minha camisa. Vai ser divertido. Vai ser como se eu fosse o capitão do time e você a chefe das líderes de torcida, meu par.

Não sabia bem de onde aquilo viera. Eu não fora capitão do time — esse papel coube ao quarterback, um babaca convencido de queixo com covinha. Mas eu o invejara porque ele SAIU com a chefe das líderes, uma ruiva chamada Allyson por quem eu sempre tivera uma queda. Eu queria levá-la ao baile de boas-vindas, mas minhas esperanças se frustraram quando descobri que ela ia com ele.

— Par? — Mamãe me olhou com ar interrogativo. — Aonde você pretendia me levar?

Eu não fazia ideia. Não tínhamos planos para aquela noite.

Forcei o cérebro para ter uma ideia e, depois de alguns momentos pensando e sem falar, percebi que estava olhando para os seios apertados de mamãe porque, de repente, ela cruzou os braços sobre eles. Batia o pé.

— Vamos ao drive-in — falei, o pensamento surgindo do nada.

— Drive-in? Não me lembro da última vez que algum de nós foi ao drive-in. Por que lá?

— Não sei. Só parece combinar com o que estamos vestindo. Um jogador de futebol e uma líder de torcida indo ao drive-in. — Por dentro, tive de admitir, a ideia era ridícula.

— Bem, é seu aniversário, então, se você quiser, podemos, mas, se eu for ao drive-in, tenho que me trocar. Não vou usar isso na rua.

— Qualé, mãe — insisti. — Você está ótima. E, como você disse, é meu aniversário. Você tem que fazer o que eu quero.

Ela ergueu as sobrancelhas ao meu comentário. Não estava convencida.

— Vamos, mãe, vamos fazer isso — falei. Refleti sobre minha escolha de palavras assim que elas saíram. Um leve esboço de sorriso nos lábios dela sugeriu que também captara a implicação das minhas palavras.

— Não sei…

— Ninguém vai ver você além de mim — insisti. — Vai estar escuro, e você pode ficar no carro enquanto eu pego a pipoca.

A determinação de mamãe pareceu vacilar.

— O que está passando? — ela perguntou. Agora eu estava animado.

Olhei para o celular.

— Tem o novo Velozes e Furiosos começando em meia hora. Dá para chegar se formos agora.

— Esses filmes são idiotas — disse ela.

— Mas são idiotas divertidos — respondi. — É o tipo de filme que se deve ver no drive-in. — Na verdade, nas poucas vezes em que levei uma garota ao drive-in, foi para ver um suspense erótico. Mas esta era a mamãe, então aquilo não parecia apropriado.

— Tá, Will — ela disse. — É seu aniversário. Mas não vou sair do carro. Você vai ter que pegar a pipoca e as bebidas. Não quero que as pessoas vejam sua velha mãe ridícula.

— Você não está nada ridícula, mãe. Você está muito bonita.

Acho que ela quase corou.

— Obrigada. Não acredito que eu pareça bem com essa roupa, é tão apertada, mas obrigada.

Na verdade, mamãe estava bem porque a roupa ERA apertada. Ela abraçava as curvas dela incrivelmente bem. Podia estar um pouco apertada, mas, aos meus olhos, não demais. No ponto certo. A cintura era surpreendentemente fina, e o caimento justo da blusa acentuava o tamanho do busto. A pele das pernas era lisa, e me chamou a atenção o quão alta na coxa batia a barra da saia curta e plissada.

— Temos que ir agora — falei.

— Como eu disse, é seu aniversário — ela respondeu, resignada por fim.

— Então é um encontro — eu disse. — Obrigado, mãe! — Sorri radiante. — Ei, já que acabei de fazer 21, vamos levar algo conosco. — Corri até o armário de bebidas e peguei uma garrafa de rum, dois terços cheia.

— Não acho que seja permitido levar bebida alcoólica ao cinema, Will — ela disse, bancando a mãe.

— Ninguém vai saber — falei. Segurei a mão dela com a mão livre e a puxei para a garagem.

E lá fomos nós. Abri a porta da garagem para mamãe, e depois abri a porta do carro para ela, estendendo a mão num gesto exagerado de cavalheirismo. Mamãe sorriu para mim, parecendo apreciar tanto a bobagem quanto a gentileza do gesto. Fechei a porta atrás dela, entrei no banco do motorista do sedã familiar e partimos.

Chegamos ao cinema drive-in faltando apenas 5 minutos para o filme começar. O crepúsculo enfim dera lugar à noite. O céu acima estava escuro e limpo, e as estrelas brilhavam sem lua à vista.

— Eu pego as bebidas e a pipoca — falei. Eu sabia do que mamãe gostava — Coca Diet, e pipoca com pouca manteiga. Eu preferia Coca normal. Corri até o bar e voltei ao carro com a comida, as bebidas e muitos guardanapos nas mãos, e faltava só um minuto para o filme começar.

Abri a porta, entrei no carro e me sentei.

Notei logo que o banco não era especialmente confortável, e tive uma ideia.

— Vamos sentar atrás — sugeri. — Vai ser mais espaçoso e confortável. Vou tirar os apoios de cabeça e empurrar os bancos da frente até o fim para dar mais espaço.

— O que você quiser, aniversariante — ela disse.

Gostei de ouvir mamãe num estado de espírito complacente. Era raro.

Ajustei os bancos da frente e joguei os apoios de cabeça para a frente, e tomamos nossos lugares no banco de trás. Logo notei que o único problema eram os bancos à nossa frente. Eu era alto o bastante para que isso não fizesse diferença, mas mamãe, sendo baixinha e pequena, teria dificuldade para enxergar por cima do banco do passageiro. Então, ela se deslocou para a esquerda e sentou no meio, bem ao meu lado, sem nenhum banco bloqueando a visão. Como o banco de trás era um banco corrido liso revestido de couro, era muito mais confortável para ver um filme do que os bancos dianteiros individuais. Mas, com mamãe sentada no meio, ao meu lado, o espaço ficou mais apertado do que eu esperava. Fiquei pensando se fizera a escolha certa, mas os trailers começaram, então nos ajeitamos no banco de trás para assistir ao filme.

Virei-me para mamãe.

— Obrigado por ter dito “sim” a isso. Você está sendo muito legal, e vai ser divertido.

— Sem problema — ela disse, virando-se para mim com um sorriso adorável. — Tudo o que posso fazer pelo aniversariante.

Mais uma vez, pensamentos estranhos e meio formados subiram ao meu cérebro antes que eu os afastasse.

Despejei um pouco de rum em cada um dos nossos copos de Coca quando o filme começou. Tá, talvez mais do que um pouco. Era meu aniversário, e eu estava a fim de me permitir.

Mamãe tinha razão, claro: o filme era idiota. Era cheio de acrobacias que nunca poderiam acontecer na vida real. Mas isso era parte da graça.

Ficamos ali sentados em silêncio pelos primeiros 15 minutos. Senti um agradável torpor se expandindo pela cabeça.

— Uau — disse mamãe, quebrando o silêncio. — Você pôs muito rum nesta Coca. De repente estou sentindo.

Mamãe era bem menor do que eu, então imaginei que o álcool teria mais efeito sobre ela do que sobre mim.

A tigela de pipoca estava aos nossos pés, entre nós, e eu me abaixei para pegar um punhado, mas, ao fazê-lo, perdi um pouco o controle do copo, e um pouco de Coca derramou na minha camisa.

— Merda — falei. — Mãe, você pode pegar os guardanapos? — O suprimento extra de guardanapos estava à direita dela, no banco dela.

Mamãe pegou um maço deles e os pressionou contra minha camisa para absorver a bebida derramada. Ela espremeu os guardanapos com a mão sobre o meu torso.

Foi uma sensação estranha, mas muito boa, sentir a mão de mamãe pressionada contra mim. Minha cabeça inchou um pouco, por causa do rum e de algo mais.

— Um pouco atravessou a camisa até a pele. Você pode secar isso?

Puxei a camisa para cima e mamãe esfregou o maço de guardanapos sobre o meu torso exposto. Quando ficou razoavelmente seco, ela afastou a mão.

— Nossa, Will — disse ela.

— O quê? — perguntei.

— Seu abdômen. É duro como pedra. Você não tem gordura.

Ela esticou um dedo hesitante e o pressionou contra o meu torso. Retirou-o rapidamente, como se pudesse morder.

— Obrigado. — Fiquei mais aquecido por dentro ainda. Era bom ser elogiado, mesmo que as palavras viessem da minha mãe.

— Não sei como você pode comer como um cavalo e continuar tão magro. Você é igualzinho ao seu pai quando era jovem. Foi uma das coisas que me atraiu nele quando nos conhecemos.

— Eu me esforço um pouco para isso — falei. — Não ganho massa como fazia no time, mas me exercito e me mantenho em forma.

— Isso é verdade — ela disse, com os olhos demorando-se nos contornos do meu abdômen nu e exposto.

Aquele torpor. Aquele torpor. Era por causa do álcool, mas também por causa do olhar dela e das suas palavras.

Apontei para as pernas dela.

— Você também está em boa forma, mãe — eu disse, colocando uma ênfase inesperada na palavra “mãe”. — Olha suas coxas. São bem firmes.

Sem mais rodeios, estendi a mão e a pus sobre a coxa mais próxima dela, apertando-a de leve. A pele era macia e lisa, mas senti o músculo por baixo.

— Você está em tão boa forma — repeti.

Mamãe estremeceu de leve sob o toque da minha mão, mas não se afastou.

— É todo aquele sobe e desce de escada na academia — ela disse.

Puxei a mão de volta, e continuamos assistindo ao filme em silêncio por um tempo. Acabamos nossas Cocas e a pipoca, e eu definitivamente sentia o torpor. Achei que mamãe também sentia, porque, quando olhei de lado, seus olhos pareciam vidrados e os lábios estavam entreabertos. De perfil, seu rosto parecia lindo, e na luz fraca, eu quase podia imaginar que ela era uma garota da minha idade, e que aquele era um encontro normal.

Mas, se aquilo fosse um encontro normal num cinema drive-in, já estaríamos nos agarrando.

Virei de volta para o filme e sacudi a cabeça para clareá-la. Não funcionou de verdade.

Ainda estava com sede, mas não de Coca. Puxei a garrafa de rum do chão aos meus pés e despejei uns 30 ml no meu copo. Ofereci a garrafa a mamãe.

— Um pouquinho mais? — perguntei.

— Eu não deveria — respondeu.

— Você não está dirigindo — lembrei.

Ela vacilou, e então estendeu o copo.

— Só um pouquinho.

Despejei uns 30 ml no copo dela. Tampei a garrafa e a recoloquei aos meus pés. Bebemos o rum puro e límpido dos copos e continuamos assistindo ao filme em silêncio.

Era mesmo um filme idiota — apenas um monte de cenas de ação improváveis mas bem produzidas, costuradas pelo enredo mais fino que se pode imaginar. Mas as estrelas eram conhecidas e, em alguns momentos, a ação era tão absurda que nos fez rir em voz alta. Fiquei contente em ver que mamãe estava claramente gostando do filme, apesar da infantilidade. O rum provavelmente a ajudou a aproveitar.

Ambos bebemos dos nossos copos até a bebida acabar.

Mamãe rompeu o silêncio.

— Will, tenho que dizer, isso está legal. Um pouco estranho, mas legal.

— Fico feliz que você esteja gostando. É divertido estar aqui com você. E você está ótima como líder de torcida.

Ela soltou uma risadinha.

— Obrigada.

Ela pôs a mão atrás do meu pescoço e passou os dedos pelo meu cabelo.

— Você é um ótimo filho. Agradeço o seu apoio nos últimos anos. Foram difíceis. Feliz aniversário.

— De nada, mãe. Fico feliz em poder estar ao seu lado.

Os dedos dela eram uma sensação fantástica, correndo pelo meu crânio.

Ela puxou a mão de volta e se remexeu no banco. Estava um pouco mais perto de mim do que antes.

Sem pensar no que estava fazendo, passei o braço em volta do ombro dela e a puxei de leve para perto de mim. Mamãe ficou tensa e resistiu no início, mas depois relaxou, se inclinou e deitou a cabeça no meu ombro. Inclinei a cabeça na direção dela e inspirei o perfume doce de seus cabelos castanhos.

Já tinha estado nessa posição antes, com outras garotas, mas nunca com a mamãe. E, no entanto, assim como com as outras garotas, aquilo estava me excitando.

Senti um leve endurecimento entre as pernas.

Puxei a mamãe para mais perto de mim, devagar e com delicadeza. Dessa vez, ela não resistiu. O corpo dela se remexeu e ela se aconchegou ainda mais, até que sua coxa nua ficou pressionada contra minha perna coberta de jeans.

Ela suspirou tão baixinho que mal ouvi por causa do barulho do filme, mas ouvi.

Comecei a apertar o ombro direito dela, suave e ritmicamente. De novo, mamãe não fez nada para resistir. Continuou com a cabeça deitada em mim, olhando para frente, fingindo assistir ao filme. Mas eu achava que nenhum de nós dois estava prestando muita atenção no filme naquele momento.

Meu olhar foi da tela do cinema para as pernas da mamãe. Fiquei maravilhado de novo com a quantidade de coxa lisa que dava para ver debaixo da sainha minúscula. As pernas dela estavam um pouco abertas, e não pude deixar de pensar que a saia era tão curta que quase a expunha. Isso me fez imaginar o que havia debaixo da saia.

Me senti ousado.

"Mamãe?" perguntei.

"O quê?" ela respondeu, sem mover a cabeça.

"Pode parecer uma pergunta engraçada, mas o que você veste debaixo da saia de líder de torcida?"

Com essa pergunta, a mamãe se sentou e olhou para mim.

"Você quer saber o que tem debaixo da minha saia?"

"Bem, sim. Estava pensando nisso e fiquei curioso."

"Você jogava futebol americano, Will. Sabe o que as líderes de torcida vestem por baixo da saia. Já viu isso muitas vezes."

"Isso eu sei", eu disse, com o que tenho certeza que era uma cara de bobo. "Eu só... hã... me perguntei se era igual na sua época."

"Minha época", ela repetiu. "Não faz tanto tempo assim."

"Não estou tentando ofender. Só me perguntei se era igual."

"Will..." ela começou.

Mas ela olhou para mim, e qualquer sensação de que ela se sentia obrigada a impor limites pareceu se abrandar e vacilar sob o efeito do álcool e da intimidade peculiar que já tínhamos compartilhado. Vi o rosto dela relaxar.

"Tudo bem", ela disse.

As mãos dela foram para a barra da saia, nas laterais, e ela a puxou para trás, bem devagar – talvez por relutância, ou talvez porque quisesse dar um show, não sei dizer – mas logo uma calcinha branca de spandex, combinando perfeitamente com a saia, apareceu. Ela tinha razão. Não era diferente das calcinhas que eu tinha visto em outras líderes de torcida fazendo suas rotinas durante os jogos do meu time, muitas vezes.

Não havia nada especialmente sexy no design da calcinha. Era de cor sólida, não transparente, e bem justa para não revelar nada. Mas eu estava hipnotizado pelo jeito que ela modelava o monte pubiano dela. Eu não conseguia ver a boceta, mas conseguia ver o formato e o contorno perfeitamente. E achei que detectei uma leve fenda, um pequeno camel toe.

Senti aquele endurecimento entre as pernas de novo.

"Satisfeito?" ela perguntou.

"Sim", eu disse, a voz trêmula. "Obrigado."

Ela puxou a saia de volta, cobrindo-se.

"Vamos continuar vendo o filme."

A mamãe retomou sua posição com a cabeça no meu ombro, e eu passei o braço sobre o dela, e ficamos tão aconchegados como antes.

Minha mão recomeçou a acariciar o ombro dela.

Dessa vez, ela desceu. A mamãe respondeu se aninhando contra mim ainda mais apertado.

Eu já tinha uma rotina nesse ponto, e sabia o que queria fazer a seguir. Eu era bom em perceber quando uma mulher estava pronta para o passo seguinte, e nas ocasiões em que eu dei esse passo seguinte, nunca fui rejeitado. Mas essa era minha mãe. Eu podia dar esse passo?

Eu queria? Sim, queria. Sentia álcool e excitação suficientes correndo no meu sangue para não ter dúvidas de que queria. Mas o que a mamãe pensaria? Ela poderia reagir mal e se sentar, e então nosso aconchego terminaria e o encontro – um paraíso até agora – poderia acabar mal. Eu não queria isso, no meu aniversário.

Mas o diabo venceu meu anjo naquela noite.

Dane-se.

Deslizei a mão do ombro dela pelo peito até que meu indicador tocou o topo do seio direito, e o passei para a frente e para trás sobre o seio, por cima do top de líder de torcida. Esperei a reação da mamãe.

Ela não disse nada a princípio.

Continuei roçando o dedo no peito dela, movendo-o em círculos mais largos, roçando-o pela lateral do peito.

Por fim, a mamãe disse: "Isso é gostoso."

Bingo. Empurrei a mão mais para baixo, pegando a parte da frente do peito dela na minha mão. Apertei.

A mamãe gemeu. Sim, minha mãe gemeu quando seu seio foi apertado pela primeira vez pelo filho.

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