Bebês 101
Foi minha mãe que, na verdade, começou toda essa história, acredite ou não. Mamãe é enfermeira, e todo mundo da família naturalmente corre para ela com seus problemas médicos. No ano passado, ela até me remendou quando torci o ombro jogando rugby.
Mamãe ligou no sábado passado e perguntou se a gente podia almoçar. Achei que ela estava falando dela e da minha família; mas, pelo jeito, ela tinha outras ideias. Ela pediu para me encontrar num Starbucks local... a sós. Isso despertou uma curiosidade imensa; foi o fim.
Mamãe e eu nos encontramos, e, entre um latte e um bagel, ela contou uma história que eu jamais imaginei que fosse me envolver. Quer dizer, não é todo dia que sua mãe pede para você engravidar sua irmã; ou, neste caso, irmãs.
Eu sou o mais comum que você pode imaginar; pelo menos, sempre me considerei assim; mas parece que eu tinha um talento oculto que nem eu conhecia; para explicar, preciso dar um pouco do histórico familiar.
Meu nome é Ray Compton e estou prestes a fazer trinta anos. A vida tem sido bem boa para mim. Casei com minha namorada do colégio aos vinte; e, em três anos, três filhos surgiram. Na última vez, minha esposa Dee concluiu que já estávamos completos; então ela fez a laqueadura logo após o parto. Achamos que isso economizava dinheiro e era mais fácil; e, antes que todas as mulheres gritem, foi ESCOLHA dela.
Enfim; tenho três irmãs; Angel, Carrie e Belle. Se você ainda não percebeu, minha mãe é uma grande fã de cinema e nos batizou com nomes de pessoas de TV ou filmes. Mas voltando à minha história; minhas irmãs são todas mais novas que eu. Angel tem vinte e seis, Carrie tem vinte e dois e Belle agora tem vinte.
As três são casadas; mas nenhuma tem filhos. Não por falta de tentar, como eu viria a saber. O que é interessante para você, leitor, saber; é que meu pai... não é pai delas. Eu sou do primeiro casamento da minha mãe; em que ela acabou grávida aos dezoito, me teve aos dezenove; e se divorciou aos vinte. Por quê? Tente dois outros bebês; dele, mas não dela.
Você entendeu, meu pai era muito do lado fértil; e gostava de variedade de boceta. Mamãe se casou de novo, e foi daí que minhas irmãs vieram. É, eu sei, meias-irmãs; mas quando você passa a vida toda crescendo junto; elas são tão minhas irmãs quanto qualquer outra coisa.
Então, chega de histórico; de volta ao Starbucks. Estávamos lá havia uns quinze minutos, atualizando algumas coisas; quando mamãe literalmente soltou uma bomba do nada.
"Ray, eu queria pedir", ela me olhou. "Você sabe que a Angel está tentando ter um filho."
"Sim", concordei. "Ela fala disso; muito", eu disse.
"Sim", mamãe concordou de volta. "Você sabia que a Carrie e a Belle também estão tentando?"
"Não, isso eu não sabia." Tomei um gole do meu latte.
"Bem", mamãe mexeu na sua xícara. "Elas... as três... parecem ter um problema bem parecido."
Fiquei em silêncio; imaginei que ela precisava de espaço para colocar tudo para fora; ela parecia nervosa. Finalmente, ela me olhou e continuou.
"Eu levei umas amostras." ela disse baixinho.
"Que tipo de amostras?" perguntei.
"Amostras... você sabe... esperma." Ela mexeu de novo.
"Como você conseguiu?" fiquei surpreso. Não via nenhum dos meus cunhados supermachos se submetendo voluntariamente a um questionamento sobre sua vitalidade.
"Boquetes são muito eficazes", ela sorriu.
"Puta merda", quase caí da cadeira.
Primeiro, que mamãe fosse tão direta sobre sexo; quer dizer, ela sempre tinha sido a rocha conservadora da minha casa. O fato de admitir que minhas irmãs haviam enganado os maridos me deixou atordoado.
"Suas irmãs queriam saber, eu disse que precisava de uma amostra", ela me olhou com as bochechas vermelhas. "Disse para elas fazerem um boquete, irem ao banheiro e guardarem as amostras." Meu Deus, ela era uma graça quando ficava constrangida.
"Imagino que os resultados não foram promissores", falei devagar.
Mamãe bufou. "O mais alto não passou de oito ou nove milhões." Ela disse.
"O que isso significa?" Eu não fazia ideia do que ela queria dizer.
"O normal fica entre 15, no mínimo, e 200 milhões, no máximo", ela disse.
"Ah", pensei a respeito. "Ah, merda", disse baixinho, conforme os números iam fazendo sentido.
"É", mamãe concordou. "Contagem baixa não é a palavra."
"Então o que elas planejam, in vitro?" perguntei.
"Elas fariam", mamãe concordou. "Só que nenhum dos maridos delas sabe que elas enviaram as amostras."
"Ah, porra", sussurrei. Só a ideia de dar essa notícia para qualquer uma das três não era uma boa imagem.
"O interessante foi a última amostra." Mamãe me olhou.
"O quê?" OK, agora ela estava insinuando, percebi.
"Tinha mais de 300 milhões." Ela simplesmente me encarou.
"Bem, isso é uma fábrica de fazer bebês", ri. "Você contou para qual das minhas irmãs?"
"Não precisei", mamãe continuou me encarando. "Ela já sabia... ela tem três filhos."
"Tem três... o quê??" Olhei para ela. "Eu? Mas como..."
"A Dee foi muito prestativa", mamãe deu um sorriso fraco.
Tentei lembrar das nossas últimas transas; afinal, a gente ainda fodia como coelhos, tenho que admitir. O que foi, três ou quatro dias atrás, a Dee me finalizou com a boca; e depois desapareceu no banheiro. Eu tinha assumido que ela tinha engolido, quer dizer, aquela mulher AMAVA porra.
De repente, foi como se uma lâmpada acendesse na minha cabeça. Três homens, todos com contagens baixas; sem saber; e um homem com uma contagem excepcionalmente alta; puta merda.
"Mãe, você está sugerindo..." Eu nem consegui terminar a frase.
"Na verdade... não", ela olhou nos meus olhos. "Sua esposa está."
"Dee... o quê... como..." fiquei chocado.
"Você sabe como essas crianças são preciosas para ela", mamãe sorriu ao pensar nisso. "A ideia de suas irmãs não poderem compartilhar essa alegria..." ela me olhou de novo. "Sua esposa... está oferecendo seus... serviços. Eu sou só a intermediária, digamos."
"Ai, meu Deus", sussurrei.
"Eu diria que isso é uma piada de mau gosto", falei com a voz rouca. "Mas não é, é?" perguntei.
"Por que você não vai para casa e pergunta à sua esposa?" Mamãe disse baixinho.
"Ela está com as crianças no parque." respondi sem graça.
"Não." mamãe me encarou. "Angel está com as crianças. Sua esposa está em casa, pelada na sua cama, esperando você."
Mamãe se levantou da cadeira e me encarou. "Isso é com você, Ray, sou só a mensageira." Ela se abaixou e pousou a mão no meu ombro.
"Tudo que vou dizer é que ter vocês, filhos; foi a melhor coisa que me aconteceu na vida." Mamãe suspirou. "Se eu pudesse ter outro, teria." Ela me olhou. "Ser informada de que você nunca terá filhos... de nunca conhecer essa alegria... quebraria meu coração."
Mamãe se inclinou e beijou o topo da minha cabeça. "Eu te amo, bebê", ela sussurrou; e então se foi.
Fiquei lá sentado por mais cinco ou dez minutos, tentando digerir o que ela tinha dito. Tudo parecia saído de um sonho. O fato de a Dee estar envolvida nisso era o que mais me desconcertava.
No caminho de volta para casa, tentei pensar em como a gente ia discutir isso; mas eu devia conhecer minha esposa melhor. Quando cheguei à porta do nosso quarto; tudo que vi foi aquela linda mulher de trinta e um anos. Não, ela era uma puta gostosa de trinta e um anos. Deus, ela estava estirada na cama, nua; dois dedos enfiados na sua boceta já encharcada, me olhando com uma fome ardente nos olhos.
"Me fode", Dee rosnou para mim.
"Amor... você sabe..." caminhei até a lateral da cama.
"Só me fode", ela rosnou de novo. "Me fode como você vai foder suas irmãs."
"Ai, Jesus", gemi.
"Ah, eu sei que você vai, senhor", ela puxou os dedos com um som úmido de sucção.
"Me diz que a Angel não tem um par de peitos que você adoraria chupar", seus dedos começaram a desabotoar minha calça.
"Dee", arfei.
"E a Belle; Deus, a bunda daquela garota, pense em meter nela de quatro; ou você já pensou", a voz dela estava me deixando louco.
A essa altura, minha calça estava no chão, e ela puxava minha cueca para baixo, libertando meu pau duro e pulsante. Sua mão envolveu meu tronco grosso e começou a bombear devagar.
"Porra, você está tão duro, amor", ela gemeu. "Isso é pela Carrie... alguém quer enfiar o pau duro na boceta apertada dela?"
"Ah, porra", gemi com as palavras dela.
"Vamos, irmãozão", Dee se esticou de novo na cama, abrindo bem as pernas. "Fode sua irmã", ela sibilou para mim.
"Ai, Cristo", rosnei enquanto subia na cama entre as coxas abertas dela.
Dee se esticou e agarrou meu pau, me guiando mais para baixo; alinhando a cabeça grossa com seus lábios protuberantes. A gente já tinha feito jogos sexuais antes, mas isso era totalmente novo; Dee queria aquilo, eu percebia.
"Você quer que eu foda minhas irmãs safadas", olhei nos olhos dela.
"Me fode, irmãozão", seus olhos brilharam de luxúria.
"Essa é para você, Angel", rosnei; e então cravei meus quadris para frente.
"SIIIIIMMMMMM", Dee gritou enquanto meu pau abria seus lábios e a penetrava até a raiz.
"Ai, Deus... me fode... mais..." ela gemeu enquanto eu começava a bombear dentro dela. "Me emprenha, amor." Ela grunhiu.
"É isso que você quer; você quer meu bebê", cravei forte.
"Ah, porraaaa", Dee gemeu. "Me chama... fala..." ela disse com a voz rouca.
"Assim mesmo, Belle", sussurrei no ouvido dela. "Você gosta do pau do seu irmão dentro de você."
"POOORRRA, SIIMMMM", Belle gemeu alto.
Senti o corpo dela convulsionar sob o meu; jorros quentes espirrando para cobrir meu pau e minhas bolas. Cristo, eu mal estava dentro dela havia cinco minutos e ela já gozava como uma fonte.
"Irmão... fodendo... Ai, Deus... Ai, Deus", Dee balbuciava enquanto eu sentia a barriga dela flexionar sob mim.
"É isso, Angel, goza no pau do seu irmão." Chupei de leve o lóbulo da orelha dela.
"Ah, porra... eu vou... de novo..." Dee gemeu.
Eu sentia as paredes vaginais dela ondulando ao redor do meu pau num orgasmo quase constante. Pelo jeito como o corpo inteiro dela vibrava, eu sabia que aquilo ia ser gigantesco. Senti minhas bolas começarem a se contrair enquanto eu escalava para o meu orgasmo.
"Eu vou gozar dentro de você, Carrie", minha voz ficou rouca. "Minha semente quente... grossa... de bebê; na minha irmã", rosnei.
"Me emprenhaaa", vi os olhos de Dee virarem para trás enquanto ela enrijecia sob mim. "Emprenha sua IRMÃÃÃÃÃ", senti as unhas dela cravarem nas minhas costas.
"POOORRRA", rugi enquanto minha semente viril jorrava do meu pau; enchendo seu túnel apertado.
Eu estava gozando; dentro das minhas irmãs; enquanto enchia minha esposa de creme quente.
"Tão bom... ai, Deus... irmão... irmã... grávida..." Dee balbuciava enquanto um segundo jorro grosso irrompia dentro dela.
Quando finalmente desabei na cama ao lado dela; Dee estava estatelada de costas; o corpo inteiro tremendo com os tremores posteriores; enquanto meu creme quente vazava dela.
"Você quer mesmo isso?" eu estava assombrado.
"Eu quero que elas curtam uma família, como a gente", Dee rolou de lado e me olhou. "Sentir a dor e a alegria do parto; e saber que criaram uma vida; com um homem que amam." Ela disse baixinho.
"Você sabe que uma vez só pode não garantir", olhei para ela.
"Se eu tiver sorte... não vai", Dee sorriu.
Então foi assim que as coisas começaram. Juro por Deus que não fui eu quem teve a ideia brilhante; na verdade, me senti como um peão enquanto minha esposa e minha mãe tramavam a estratégia quase impossível. Foi ideia delas engravidar minhas irmãs, sem o conhecimento dos maridos; e fazer parecer que os maridos eram os pais orgulhosos.
Foi Dee quem criou o que ela chamou de 'ABC dos bebês'; A de Angel, B de Belle e C de Carrie. Começamos com o Plano A.
Mamãe, a enfermeira, convenceu Angel e o marido de que parte do problema deles podia ser que estavam tentando demais. Que transar todo dia não era o jeito certo; eles precisavam dar mais tempo para o esperma dele se regenerar entre os encontros sexuais.
Eu não entendia bem como aquilo ia funcionar, até o quarto dia. Mamãe os convenceu a esperar uma semana; o que aparentemente era algo a que Angel não estava acostumada. Ficar sem sexo por quatro dias teve um efeito inacreditável nela. Ela ficou mal-humorada, trêmula às vezes, e totalmente esquecida; juro que parecia que ela estava tendo algum tipo de síndrome de abstinência.
"Ela está, amor", Dee riu quando eu comentei.
"Hã?" olhei para ela enquanto a gente se aprontava para dormir naquela noite. "Ela está usando alguma droga?" agora eu estava preocupado.
"De certo modo", Dee riu. "Ela está sentindo falta da sua injeção diária... de esperma", Dee sorriu.
"Ai, meu Deus", eu não conseguia acreditar no quanto minha esposa estava ficando obscena.
"O que me lembra", Dee deu um sorriso quase maligno. "Nada para você esta noite, menino levado", ela me disse.
"O quê?" fiquei chocado.
"Angel vai vir aqui amanhã de manhã para um café", ela se enfiou na cama. "Quero você pronto e preparado."
Ficamos deitados no escuro, enquanto minha esposa detalhava seus planos para a manhã seguinte. Preciso te contar, dormir com um tesão gigantesco é algo novo; e eu odiei. Tive os sonhos mais ardentes com Angel chupando cada gota de porra de mim; é um milagre eu não ter gozado enquanto dormia.
Dee parecia conhecer minhas irmãs melhor do que eu. Pelo jeito, Angel era uma puta de armário; dada a oportunidade, a mulher foderia qualquer coisa que passasse; e aparentemente tinha feito isso no colégio. O fato de ela ter casado e ficado com um só homem foi um choque para Dee e seu círculo de amigas.
Dee planejou usar isso contra Angel; explorar brutalmente aquele histórico de putaria crua. Depois que ela desceu; e eu ouvi Angel chegar; fiquei no andar de cima, estirado na cama. Dez minutos do boquete mais gostoso e foda da minha vida tinham me deixado latejando e duro como um cano de aço.
"É só usar o banheiro do nosso quarto", ouvi a voz de Dee ao pé da escada. "Ele está dormindo profundamente, então não tem problema."
Fiel ao plano de Dee, ela tinha dito a Angel que o banheiro de visitas estava com problema; e depois de dois copos de café, Angel, de bexiga pequena, precisava de alívio. Fiquei deitado, ouvindo os passos suaves subindo a escada. Minha mão envolveu meu pau pulsante, subindo e descendo devagar; o bastante para manter a dureza.
Ouvi uma entrada súbita de ar e me virei para a porta. Ali, parada no arco da porta com um olhar chocado e faminto nos olhos, estava Angel. Uma mão agarrava o batente de madeira, a outra pressionava a barriga lisa logo acima da cintura. Seus olhos estavam fixos na minha mão enquanto ela deslizava lentamente para cima e para baixo.
"Tesão matinal", falei baixinho.
"Ai, Deus", Angel gemeu enquanto pressionava mais forte a barriga.
"Você precisa... parar", ela disse com a voz rouca.
"Por quê? Não vai baixar sozinho", falei calmo.
"Ai, Deeeus, Ray", ela gemeu.
"Você não gosta?" provoquei.
"Demais", Angel arfou.
"Sabe em quem eu estava pensando?" Olhei nos olhos dela. "Em você."
"Ray... não..." Angel quase ofegou.
"Enfiando ele na sua bocetinha molhada e apertada", falei.
"Ray", ela arfou.
"Você está molhada, não está?" sorri enquanto ela tremia.
"Ray... por favor", ela choramingou baixinho.
"Você pode tocar, maninha", falei.
"Eu não posso... a gente não devia..." Angel gemeu.
Ela estava enfraquecendo, e eu percebi. Precisava ser empurrada do precipício, e, mais uma vez, foi Dee quem veio ao resgate. Tendo subido sorrateira atrás de Angel, ela se inclinou, com a voz quente preenchendo o ouvido da cunhada.
"Deus, olha como ele está duro para você", Dee sussurrou. "É só... um toque." Ela instigou Angel.
"Ai, Deus", Angel murmurou.
Foi como ver alguém em transe, conforme ela caminhava lentamente para a cama. Eu nunca teria acreditado em Dee antes, mas conseguia ver a fome queimando nos olhos da minha irmã. Ela estava havia quatro dias sem pau; e agora qualquer pau, até o do irmão, era o bastante para derrubá-la.
"É tão duro", Angel sussurrou enquanto dedos finos envolviam meu tronco.
"Porra", não pude evitar grunhir quando Angel deslizou o punho até a ponta e depois de volta para a base.
"Isso, bate uma para o pau duro... grosso do seu irmão", Deus, Dee estava pesando a mão.
"Eu não devia... tão duro..." Angel encarou enquanto sua mão bombeava lentamente para cima e para baixo.
Uma gota transparente de pré-porra escorreu da ponta; achei que ia perder a cabeça quando Dee empurrou Angel ainda mais.
"Vai", a voz de Dee pingava luxúria. "Prova... só um gostinho."
Gostinho, Cristo, Angel nem resistiu quando a cabeça dela desceu, dobrando na cintura; e uma boca quente engolfou toda a minha glande. Vi as bochechas dela sugar enquanto aplicava um vácuo apertado; porra, parecia que ela estava tentando puxar meu sêmen para fora das bolas.
"Mmmmmmmm", Angel gemeu com a boca cheia de pau.
OK, me rendi; Dee estava certa; Angel era uma puta completa por pau. Minha irmã começou a balançar a cabeça para cima e para baixo, conforme seus lábios deslizavam pelo meu tronco; minhas bolas passaram de fervura branda para ebulição em minutos, enquanto Angel me dava um dos boquetes mais quentes bem na frente da minha esposa.
— Ah, merda... Ah, Deus... — Eu me contorci na cama. — Angel... continua assim e eu vou gozar — eu engasguei.
— Mmmhmmmm — Angel murmurou.
— Ah, não — Dee sibilou enquanto puxava o ombro de Angel para trás.
Com um estalo obsceno, meu pau se soltou da boca sugadora da minha irmã. Eu vi saliva escorrendo pelo canto da boca dela enquanto ela encarava meu pau com pura luxúria. Eu observei Dee estender a mão e desabotoar os shorts de Angel.
— Você sabe o que é isso — Dee sussurrou de forma quente no ouvido da cunhada. — Isso é um fazedor de bebês — ela disse a Angel.
— Ah, Deus — Angel pareceu recuperar um pouco de si mesma ao se virar e olhar para Dee.
— Você quer esse bebê; então aqui está a sua chance — Dee sibilou para ela. — Olha essas bolas; cheias de semente quente e viril.
— Eu não posso... ele é seu... ah, porra... — Angel soltou um suspiro quando ouvi um som suave de sucção.
— Você está encharcada — Jesus, Dee tinha acabado de enfiar os dedos na boceta da minha irmã. — Você quer o pau do seu irmão, não quer?
— Ah, Deus, Dee... não... — Eu observei Angel perdendo o controle de novo; era inacreditável.
— Você quer senti-lo, dentro de você — Dee continuou. — Te enchendo.
— Deus me ajude. — Angel começou a se mover de novo. Nua da cintura para baixo, ela engatinhou para a cama, montando nas minhas pernas. A mão dela ainda agarrava meu mastro enquanto ela se posicionava sobre mim.
— Me fode, Ray — ela gemeu. — Fode sua irmã vadia — ela gemeu.
Caramba, quem era eu para discutir, especialmente com minha esposa bem ali incentivando a coisa toda. Eu estendi a mão e envolvi minha cintura fina com as mãos e a segurei.
— Assim — eu grunhi. Ao mesmo tempo em que puxava sua cintura para baixo, eu impulsionei meus quadris para cima.
Eu sei, as pessoas se gabam do tamanho do pau, eu nunca realmente me comparei a outros caras, como no vestiário. Eu sei que nos tempos de escola eu me medi e tinha entre dezenove e vinte centímetros. Respeitável, eu sempre achei. Pela reação de Angel, eu presumi que eu era um pouco maior do que ela estava acostumada em casa.
Com um sorver obsceno, ela se empalou em mim; cada centímetro do meu pau entrando com força dentro dela. Os olhos dela se arregalaram, e a boca ficou aberta enquanto eu tentava empalá-la em mim. Quando a pélvis dela se chocou contra a minha, ela soltou um som borbulhante, e o corpo inteiro tremeu.
— Porra... porra... porra... — ela repetia; enquanto um jorro de fluidos quentes de repente cobriu meu pau e minhas bolas.
Uma penetração e ela já estava gozando; eu soube então que ela tinha desistido de lutar. Eu a levantei lentamente de volta no meu pau, e soltei seu corpo meio mole de volta para baixo, enfiando o mais fundo que pude.
— AAAGGHHHHHHHHHHHHHHHH — Angel gritou.
As mãos dela desceram e bateram no meu peito nu, as unhas cravando na minha pele. Ela olhou para mim com fogo nos olhos.
— Tão grande... tão grande pra caralho... — ela grunhiu.
Eu a levantei de novo e a segurei, enquanto ela me encarava com olhos arregalados. Quando soltei sua cintura, ela se jogou de volta para baixo em mim, eu pude ouvir o colchão protestar enquanto ela tentava enfiar meu pau na barriga.
— FUUUCCKKKKKKKKKKKKKKKKK — Angel gritou de novo quando mais fluidos quentes jorraram para cobrir minha barriga.
— Me fode... ah, Deus, Ray, me fode... por favoooooor — ela choramingou.
Eu já não reconhecia nada além das paredes apertadas envolvendo meu pau; eu já tinha superado o fato de que essa era minha irmã; e bem superado o fato de que minha esposa estava a poucos metros de distância. Com um movimento brusco, eu rolei nós dois na cama, caindo com Angel de costas, meu pau ainda alojado profundamente dentro dela.
— Sim; me fode... me fode... me enche, irmãozão... — Angel balbuciava.
Eu estendi a mão para trás e agarrei as pernas dela, puxando-as para cima até os tornozelos apoiarem nos meus ombros. Meus quadris subiam e desciam enquanto eu começava a martelar para dentro dela. Minhas bolas pesadas e cheias batiam contra as nádegas dela enquanto meus quadris se chocavam contra ela. Eu dei a ela exatamente o que ela pediu. Eu FODI ela.
Angel tinha voltado a gorgolejos e choramingos enquanto eu martelava dentro dela. Creme escorria ao redor do meu pau e pela rachadura da bunda dela enquanto um orgasmo seguia o outro no fundo do ventre. A natureza puramente proibida do que estávamos fazendo, e do que planejávamos, estava me levando ao limite.
— Eu vou gozar dentro de você, mana — eu gemi. — Eu vou encher essa sua barriga fértil.
— Dentro de mim... Deus, sim... não para... não para... — Angel estava balbuciando de novo.
As unhas dela arranharam meu peito enquanto o corpo convulsionava sob o meu. Eu vi os olhos dela revirarem quando um orgasmo massivo a rasgou.
— RAAAYYYYYYYYYYYY — Angel gemeu; mesmo enquanto as paredes da boceta dela se apertavam ao redor do meu pau.
Era demais. Eu enfiei com força e a prendi contra a cama enquanto meu pau inchava dentro dela. Eu achei que meu orgasmo seria intenso, e então Dee o colocou totalmente fora da escala.
— Enche ela, amor, engravida sua irmã. — Ela sussurrou rouca no meu ouvido.
— AWWWWW FFFUUUCCCKKKKKKK — eu rugi quando senti a primeira corda grossa jorrar do meu pau, lavando as paredes dela.
— Sim... Ah, Deus, sim — Angel gorgolejou enquanto se contorcia e tremia sob mim.
Eu senti como se um galão de semente quente estivesse jorrando do meu pau e para o fundo da barriga fértil da minha irmã enquanto eu olhava nos olhos da minha esposa. Nós já tínhamos tido sexo bruto e animalesco antes, mas nada se comparava a esse momento.
— Eu te amo — eu sussurrei suavemente.
— Eu te amo... papai — Dee se inclinou e me beijou nos lábios.
Eu tenho que admitir, não sou tão velho, mas levou uns bons dois dias só para me recuperar depois de Angel. Claro, o fato de eu ter fodido a esposa até ela perder os sentidos naquela mesma noite não ajudou meus níveis de energia. Mas Dee era implacável. Eu tentei dizer a ela que tínhamos tempo, quero dizer, merda, não dá para saber se está grávida por pelo menos, o quê, duas semanas.
Mas, parecia que a própria Dee tinha um plano; e pior, dessa vez a mamãe estava envolvida. Nós fomos para o Plano B quase sem demora nenhuma. Belle, minha irmã mais nova, ao que parecia, tinha um lado que só a querida mamãe conhecia.
Belle e o marido tinham uma floricultura que ele herdou dos pais. Belle queria ser a debutante em ascensão; mas aparentemente havia um lado sombrio na minha irmã. Ela era uma mestre total do fetiche; e quero dizer, merda, coisas que eu nunca sonhei.
Era sábado à tarde, e eu estava sentado com a mamãe no terraço dela. O sol quente tinha me relaxado, e a sangria estava descendo muito bem. Dee tinha me dito que a mamãe cuidaria da Belle, então eu só tinha que seguir as instruções dela.
— Então deixa eu ver se eu entendi direito, minha irmã é submissa. — Eu disse enquanto tomava um gole da minha bebida.
— Totalmente — mamãe sorriu. — Ah, ela faz sexo com o marido, mas se ele algum dia a soltasse, ela o comeria vivo. — Mamãe riu.
— Quão submissa ela é? — Eu perguntei.
— Totalmente — mamãe olhou para mim. — Me amarra, me possui; tudo isso — mamãe tomou um gole de sua bebida. — Eu conheci algumas garotas na faculdade como ela, não era a minha praia, mas poderia ser excitante nas circunstâncias certas.
— Jesus, mãe, informação demais — eu ri.
— Digamos só que sua irmã tem tesão por qualquer coisa que seja... proibida. — Mamãe me disse.
— Por proibido você quer dizer fetiche. — Eu a observei atentamente.
— Não, quero dizer proibido mesmo. Por exemplo, ela gosta dos dois lados. — Mamãe disse calmamente.
— Putz — eu suspirei.
— Querido, a Belle tem um lado quase sombrio; eu acho que ela pode ter herdado... de mim. — Mamãe admitiu.
— De você? — Eu fiquei chocado.
— Como você acha que eu conheci seu pai? — Mamãe sorriu. — Eu estava deitada de costas, pelada, em uma orgia de fraternidade universitária no meu primeiro ano.
— Ah, meu Deus — Eu não consegui evitar a reação enquanto o sangue fluía para o meu pau ao pensar na mamãe sendo comida por oito ou mais caras.
— Imagino que não seja um pensamento tão terrível — os olhos da mamãe piscaram para a minha virilha.
— Minha mãe era uma vadia — Eu finalmente tive que dizer.
— Não era... — mamãe deixou a frase no ar. — Então, tudo o que você tem que fazer; é simplesmente tomá-la. Com a pressão certa, ela vai ceder como um castelo de cartas, Ray. — Mamãe me disse.
— E como eu faço isso — Eu tentei ignorar o olhar fixo da mamãe.
Mamãe se levantou da cadeira e veio até mim. Ela estava usando um biquíni bege no sol de verão; e eu tinha que admitir que para uma mulher de mais de cinquenta anos; ela ainda tinha tudo. Ah, os quadris dela eram um pouco mais largos, e havia uma certa flacidez nos seios pesados; mas acredite em mim, mamãe tinha aquele corpo de 'vem me comer' que os homens gostam. Eu vou dizer que bati muitas punhetas pensando nela quando eu era mais novo.
Antes que eu pudesse me mexer na cadeira, mamãe montou no meu colo, e como um gato dando o bote, caiu sobre mim. Meu pau meio duro de repente foi preso entre nós enquanto olhos fumegantes encaravam os meus.
— Você gosta disso, bebê — a voz dela estava baixa e rouca. — Você gosta da boceta quente da mamãe em você.
— Ah, porra, mãe — eu suspirei.
— Ah, é isso — ela começou a balançar os quadris, deslizando a boceta coberta pelo biquíni para cima e para baixo no meu pau que endurecia. — Você quer me foder, quer? Você quer enfiar esse pau gordo... duro... na mamãe. — A voz dela praticamente pingava luxúria.
— Ah, Deus — eu gemi enquanto ela pressionava com mais força.
— Eu poderia te possuir agora mesmo, Ray, e você sabe disso — a voz dela estava quente no meu ouvido. — É assim que você... faz.
De repente, a pressão no meu colo desapareceu; eu olhei para ela, arfando por ar enquanto meu pau armava uma barraca nos meus shorts. Eu queria arrancar aquele biquíni dela e fodê-la bem ali. Ela se inclinou e sussurrou no meu ouvido.
— Nós vamos terminar essa... discussão depois — Deus, eu não consegui impedir o arrepio que percorreu meu corpo. — Sua irmã estará aqui em meia hora, vai pegá-la, tigrão — mamãe riu.
Felizmente, minha ereção furiosa tinha diminuído um pouco quando Belle apareceu. Mamãe a convenceu a se juntar a nós no terraço; e quando Belle disse que não tinha maiô, Mamãe a convenceu a usar um dos dela.
Uma coisa sobre a Belle é que ela se parece mais com o papai do que com a mamãe; ou seja, sejamos honestos, ela não é tão magra quanto a mãe ou a irmã. Mas com esse tal de peso extra, veio um par de seios 38 D que qualquer homem babaria. Então, colocá-la no biquíni da mamãe teve um efeito interessante. Montes de carne de peito mal estavam contidos no top enquanto ela se espreguiçava entre nós. Eu honestamente já estava meio duro e frequentemente encarando as firmes esferas de carne quando as coisas realmente começaram a esquentar.
Eu estava esperando uma oportunidade, e foi a mamãe quem abriu a porta. Ela ergueu o copo de sangria e olhou para Belle.
— Você poderia ser um amor e me trazer um refil na cozinha. — Mamãe olhou para Belle.
Foi incrível, Belle estava de pé antes mesmo de reconhecer o pedido; eu realmente pude ver as palavras da mamãe enquanto minha irmãzinha se apressava para obedecer. Eu dei a ela uns dois minutos e então me levantei da cadeira, olhando para a mamãe eu fui para a cozinha carregando meu copo vazio.
Eu tentei pensar em todos os vídeos pornô de estilo dominador que eu já tinha assistido. Eu teria que ir com o fluxo, mas com sorte as coisas dariam certo. Para minha sorte, Belle estava parada no balcão da cozinha terminando de encher o copo da mamãe. Eu fui até ela por trás e estendi a mão, colocando meu copo vazio no balcão na frente dela.
— Você não pediu para encher o meu — eu disse no ouvido dela.
— Desculpa — ela disse automaticamente.
— Você precisa ser mais atenciosa — eu resmunguei enquanto pressionava contra ela por trás.
— Des... ohh — ela deu um pequeno suspiro quando meu pau pressionou uma nádega de sua bunda. Não tinha como ela não notar a dureza pulsante contra seu corpo.
— R... Ray... — ela meio que gemeu. — Você não está um pouco... perto — ela reclamou; mas não fez nenhum esforço para se afastar.
— Não — eu me inclinei com mais força, sussurrando em seu ouvido.
Eu senti meu pau duro deslizar pela bunda coberta de tecido até se aninhar no sulco entre suas nádegas.
— Ooo... k — ela meio que gemeu.
Eu pude ver as mãos dela tremerem enquanto descansavam no balcão na frente dela. Deus, a mamãe estava certíssima. Minha querida irmãzinha estava se desmanchando como tijolos secos quando um homem assumiu o comando.
— Você tem peitos bonitos — eu sussurrei no ouvido dela.
— Ah, Deus... Ray — ela gemeu dessa vez.
Eu estendi a mão e peguei as bordas do top do biquíni dela na minha mão. Eu puxei e elas deslizaram para os lados; aquelas esferas se soltando enquanto dois mamilos duros apareciam.
— Peitos muito bonitos — eu disse a ela. Eu segurei ambos os seios balançantes nas minhas mãos, passando os polegares sobre as borrachas duras dos mamilos.
— Ray... — ela suspirou enquanto eu praticamente a violentava nos seios. — O que você está... nnghhhhhh — suas palavras se transformaram em um gemido quando eu pressionei com força.
Eu senti o corpo dela estremecer enquanto meu pau se enfiava entre as nádegas, enquanto eu pressionava sua pélvis contra a borda do balcão da cozinha.
— Olha como você me deixou duro — eu sibilei no ouvido dela. — A culpa é toda sua.
— Eu s... s... sinto muito — ela suspirou.
Eu afrouxei e deslizei minhas mãos até seus ombros nus. Virando-a lentamente, eu a trouxe para me encarar. Seus olhos estavam arregalados de choque, e eu pude ver aquele brilho de luxúria incontrolável escondido neles.
— Não sinta muito — eu encarei seus olhos. — Seja uma boa garota; e cuide disso.
Eu pressionei levemente seus ombros, mostrando a ela que queria que ela se ajoelhasse. Esse era o ponto crítico, se Belle estivesse resistindo; ela tinha a capacidade de lutar contra aquele leve empurrão; a escolha agora era dela. Mas, não houve escolha quando Belle lentamente deslizou para seus joelhos na minha frente.
— Não deveria... irmão... errado... — ela murmurou enquanto se ajoelhava. — Ah, Deus — ela murmurou quando seus olhos se fixaram no volume nos meus shorts.
— Tire para fora. — Eu disse a ela.
— Incesto... não devemos... — ela murmurou de novo; mas suas mãos se moveram rapidamente para desabotoar meus shorts, enfiando a mão ela puxou meu pau duro de aço para fora.
— Chupa. — Eu ordenei.
— Ray... — ela olhou para mim, meu pau pulsando ainda em sua mão.
— Seja uma boa garota, e chupa — eu disse suavemente.
Eu vi os olhos dela ficarem vidrados com minhas palavras; ela soltou um leve gemido e então se inclinou para frente, com a boca aberta. Um calor úmido incrível deslizou sobre meu pau quando ela desceu em mim.
Eu nunca tinha sido tão dominante antes, mas enquanto sua boca quente começava a subir e descer no meu pau, foi como se as coisas simplesmente fluíssem naturalmente.
— Ah, siiim.... chupa... que boa garota. — Eu gemi.
— Mmmmhmmmm — Belle gemeu enquanto sua língua circulava a ponta do meu pau.
Eu estendi a mão e enrolei minhas mãos em seus cachos, o som da sucção enchendo a cozinha. Deus, ela estava quase possuída enquanto sugava para cima e para baixo no meu pau. Eu só a encarei enquanto sua boca se soltava, abaixando-se mais ela chupou primeiro uma bola pesada e depois a outra para dentro de sua boca coberta de saliva, enquanto sua mão continuava a bombear meu pau pulsante.
— Isso, boa garota — eu ouvi a voz da mamãe. — Cuida do seu irmãozão — A mão da mamãe desceu e acariciou o cabelo de Belle enquanto minha irmã miava sua concordância.
— E você — a voz quente da mamãe estava suave no meu ouvido. — Possui essa vadia — ela sibilou suavemente.
Mamãe não tinha se afastado nem meio metro quando eu puxei a cabeça de Belle para trás. — Por que você não fica e assiste — eu disse à mamãe enquanto levantava Belle.
— Não... Ray, não podemos... eu sou casada... mãe. — Ela olhou desesperadamente para a mãe.
Eu levantei Belle e a joguei no balcão da cozinha enquanto mamãe se virava para nos encarar. Eu abri as coxas da minha irmã; e estendendo a mão; puxei o fundilho da calcinha do biquíni para o lado. Porra, ela estava depilada como no dia em que nasceu; seus lábios gordos e molhados brilhando na luz.
— Ray... não... — Belle suspirou tentando recuperar o fôlego. Eu me movi para entre suas coxas lascivamente abertas.
— Mãe... por favor... — ela implorou suavemente. Eu pressionei minha glande inchada contra aqueles lábios inflamados.
— É errado, não podemos... — ela começou a se virar para mim. Eu simplesmente a ignorei e enfiei meus quadris para frente.
— AAWWWWW SHHHITTTTTTTTTTTTTT — Belle gritou quando cada centímetro do meu pau entrou com força em seu buraco encharcado.
Apertado não era a palavra, eu já tive virgens na minha vida que não eram tão apertadas quanto minha irmã. Suas paredes aveludadas se apertaram ao redor de mim como um torno enquanto eu a preenchia.
— Grande... tão grande... não posso... ahhhh Deeeeeus — Belle gorgolejou enquanto sua barriga se expandia para me caber.
Porra, meu cunhado não podia ser muito grande se ela era tão apertada assim, eu pensei. Estendi a mão e virei o rosto de Belle para mim, nossos olhos se fixando.
— Você é minha agora, eu TE POSSUO — eu rosnei.
Eu puxei para trás até a glande coroada e então enfiei com força; a sala se encheu com o barulho molhado de sucção enquanto sua boceta me aceitava mais fundo.
— Minha boceta — eu grunhi enquanto enfiava mais forte, fazendo seus peitos sacudirem com meu impulso.
— Minha XOTA — eu enfiei com toda minha força.
Eu fui tão fundo que senti a parede esponjosa do colo do útero contra a ponta do meu pau.
— Ah, Meu Deus do Céééééééééu — Belle gemeu enquanto seu corpo convulsionava no balcão da cozinha.
Ouvi os fluidos quentes espirrarem no chão da cozinha enquanto o orgasmo dela explodia. Continuei com a martelada incessante, não dando alívio enquanto empalava seu corpo quase mole repetidas vezes.
"Tão bom... porra, tão bom... meu irmão... fodendo... ai, Deus..." Belle balbuciava enquanto seu corpo começava a subir pela segunda vez.
Belle me olhou com olhos selvagens enquanto meus quadris batiam nos dela. "Não para" ela gemeu. "Tão perto... Ai, Deus, Ray... tão perto" ela gemia.
Eu podia sentir suas paredes se apertando, ordenhando meu pau. Sabia que se ela gozasse de novo eu perderia o controle. Não sei de onde tirei a força de vontade; mas com um puxão rápido arranquei meu pau de sua boceta encharcada e escancarada.
"Nããããããããããããoooo" Belle quase chorou.
As mãos dela subiram para o meu peito, as unhas cravando na minha carne; as pernas agora ao redor da minha cintura, tentando me puxar de volta. Eu só fiquei parado, a cabeça do meu pau pingando os fluidos dela no chão, arfando por ar. Foi a mãe que pareceu surgir magicamente ao lado de Belle.
"Seu irmão mais velho está te fodendo gostoso?" A voz da mãe pingava luxúria.
"Quem é seu dono agora, bebê?" A voz da mãe perfurou Belle.
"Ray... meu irmão... é meu dono... dono da minha boceta, dono da minha xoxota..." Belle balbuciou minhas próprias palavras de volta. "Por favor" ela gemeu "estou tão perto... tão perto... eu preciso..." ela começou a implorar baixinho.
"Você precisa gozar, não é?" A voz da mãe era implacável; Deus, ela estava tocando Belle como um violino.
"Sim... gozar... por favor..." Belle implorou suavemente.
"Então ele vai gozar" a mãe disse a Belle. "Dentro da sua barriga fértil, com a semente quente e grossa de bebê dele."
Belle se virou e encarou a mãe, os olhos selvagens e famintos.
"É isso que você quer, você quer o bebê do seu irmão?" a mãe sibilou. "Então implore por isso, sua puta" a mãe martelou as palavras.
Belle se virou e me encarou por alguns segundos; então todo o seu corpo relaxou em rendição.
"Me dá, Ray" ela disse com voz rouca. "Me dá sua semente, me dá seu bebê" Belle implorou baixinho. "Eu preciso... eu quero seu corpo. Me engravida, irmão mais velho."
"Eu quero o seu BEBÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ" Belle gritou quando eu enfiei de volta.
Senti fluidos quentes espirrarem contra minha pélvis enquanto um orgasmo massivo rasgava Belle; ela apenas cavalgou as ondas de prazer em total rendição.
"Goza comigo" Belle gemeu baixinho. "Goza, Ray; goza dentro de mim" ela olhou nos meus olhos.
Eu tinha ficado parado, enterrado até a raiz dentro de sua boceta apertada; sentindo as ondas de suas paredes; ouvindo a troca quente entre mãe e filha. Era simplesmente demais; quando, sem nem me mexer, meu pau pulsou dentro da boceta de Belle.
Os olhos de Belle se arregalaram quando ela sentiu o creme grosso a preenchendo. Ela era tão apertada que não havia como esconder a sensação do meu esperma grosso jorrando dentro dela.
"Unnnnnnnnnnn" soltei um gemido suave quando minhas bolas tiveram um segundo espasmo.
"Eu sinto; Deus, eu sinto, nosso bebê" Belle gemeu.
Vi uma lágrima escorrer por uma bochecha; e estendendo a mão, limpei a umidade. Pensei que tinha feito algo terrivelmente errado, ou que de alguma forma a havia violado.
"Você está bem?" perguntei gentilmente.
"Estou perfeita" Belle suspirou. "Obrigada, irmão mais velho" ela deu um pequeno sorriso.
"Obrigada por quê?" perguntei a ela.
"Por me dar o que meu marido não conseguiu, e que eu queria há tanto tempo." Seus olhos brilharam.
"Bem, vamos torcer para que tenha funcionado" soltei uma risada.
Belle agarrou os bíceps dos meus braços e se alavancou para mais perto, ainda sentada no balcão.
"Se não funcionou" seu hálito quente estava no meu ouvido. "Me faça um favor e da próxima vez, simplesmente venha ao meu quarto alguma noite e me tome." Ela beijou suavemente minha bochecha.
Três dias depois, depois que as crianças foram pegas pelo ônibus para a escola; e eu estava terminando meu café da manhã antes do trabalho; Dee entrou na cozinha e jogou um envelope pardo sobre a mesa ao meu lado.
"O que é isso?" perguntei.
"Os resultados dos testes das amostras de esperma." Dee foi em direção à cafeteira. "Hora do plano C" ela disse calmamente.
Eu tinha me perguntado sobre o Plano C, ou melhor, Plano Carrie. Minha irmã do meio ia ser um osso duro de roer, e eu me perguntava que esquema a mãe e a Dee tinham bolado.
Você tinha que conhecer minha irmã; ela era muito parecida com o pai. Instruída, profissional; sempre no controle, é como você chamaria Carrie. Ela analisava tudo, planejava tudo; e odiava absolutamente surpresas. Eu a chamaria de afetada, mais do tipo certinha; ela era vice-presidente da Associação de Pais e Mestres, membro da Câmara de Comércio; e se encaixava no molde da nova geração em ascensão.
"Então qual é o plano?" perguntei a Dee enquanto bebericava meu café.
"Sem plano" minha esposa se virou e me olhou. "A própria Carrie vai pedir a você."
"Como é?" fiquei pasmo. "Como você imagina isso?" perguntei a ela.
"Simples" Dee foi até lá e bateu no envelope. "Todos os dados estão aqui, todo o prognóstico está aqui; e..." ela fez uma pausa para efeito "a solução também está."
"OK, não sou estúpido" eu disse. "Mas do que diabos você está falando?"
"Carrie quer um bebê" Dee disse calmamente. "Ela tem sido muito vocal sobre eles estarem tentando há mais de um ano; e muito vocal sobre o fracasso deles."
"Os resultados do teste de esperma" de repente fez clique no meu cérebro.
"Dois pontos para o macho" Dee riu. "Nossa pequena Carrie clínica vai analisar os dados, chegar à rápida conclusão de que o querido maridinho nunca vai lhe dar um bebê." Dee olhou direto nos meus olhos enquanto falava. "E que se ela quer tanto assim, o candidato perfeito está bem nessa mesma pasta."
"Como você sabe que ela quer tanto assim?" tive que perguntar.
Dee riu. "Por que você acha que eu a fiz de babá nos últimos dois fins de semana?" ela deu um sorriso maligno.
"Ai, meu Deus" sussurrei. "Você simplesmente balançou o que ela mais quer bem na frente dela; e agora está dizendo a ela que talvez nunca tenha."
"Exatamente" Dee deu aquele sorriso de novo. "A menos que ela aceite os dados."
"Deus, você é uma mulher perversa" eu disse baixinho.
"Pra caralho, e não se esqueça" Dee riu.
"Então como você vai contar a ela?" perguntei apontando para a pasta.
"Ah, eu não vou; você vai, irmão mais velho." Dee sorriu. "Você vai almoçar com ela hoje; eu já combinei com os escritórios de vocês dois."
Não havia como negar essa mulher uma vez que ela punha as coisas em movimento; então às onze eu estava sentado a uma mesa no DelMonoco's, observando Carrie atravessar o restaurante lotado em minha direção.
Eu tinha que admitir, ela tinha o corpo para dar a qualquer cara um sonho molhado. Alta e esguia, ela era viciada em fitness e frequentava a academia religiosamente. Ela usava a roupa certa para permanecer recatada, mas ainda assim acentuar sua forma e figura; algo que todo homem na sala notou quando ela passou.
Carrie tinha escolhido seu marido tanto por pedigree quanto por aparência; tudo que minha irmã fazia era pré-calculado. Eu precisava jogar isso direito.
"Então como vão as coisas, mana?" perguntei quando ela terminou de fazer seu pedido.
"Praticamente a mesma coisa... infelizmente." Ela respondeu. Imaginei que essa era minha melhor porta de entrada e a aproveitei.
"A coisa do bebê?" perguntei.
"Acho que só precisa de mais tempo" Carrie suspirou.
"Não vai funcionar" a cabeça dela se ergueu de repente e ela me olhou. "Ele não pode te engravidar." eu disse calmamente.
"O que você está dizendo, Ray?" sua voz estava tensa.
"Eu disse..." comecei de novo.
"Eu ouvi" ela me cortou bruscamente. "Você não tem direito..." deslizei a pasta sobre a mesa para ela quando ela parou de falar.
Sem uma palavra, Carrie abriu a pasta e puxou os papéis para fora. Pelos dez minutos seguintes ela foi de folha em folha. Nossa comida chegou e ela nem tocou enquanto lia. Finalmente ela colocou os papéis ao lado do prato.
"Filho da puta" ela sussurrou. Foi uma das poucas vezes que a ouvi xingar. "Ele sabe?" ela me olhou.
"Não, não sabe" eu disse honestamente. "E não vou contar a ele." eu disse a ela.
"Por que não?" eu podia ver fogo em seus olhos pela primeira vez.
"Como você gostaria se eu questionasse sua condição de mulher, duvidasse da sua feminilidade?" eu disse a ela.
"Eu arrancaria seus testículos" ela disse com gelo na voz. "OK, ponto aceito" ela suspirou.
Carrie pegou as páginas e deu uma olhada nas duas primeiras. Ela me olhou de novo.
"Belle e Angel sabem?" ela perguntou.
"Sim" concordei.
"E...?" ela deixou a pergunta no ar.
Essa ia ser a parte mais perigosa. Eu precisava ser honesto porque Carrie detectaria qualquer outra coisa, mas eu precisava que ela entendesse que a escolha também tinha um papel.
"Se tiverem sorte, ambas estão grávidas agora" eu disse calmamente.
"A quarta pessoa" ela colocou os papéis sobre a mesa de novo.
"Sim" reconheci.
"É você, não é?" Carrie me olhou.
Fiquei sentado em silêncio, sem admitir nem negar. O que isso deu a Carrie foi uma admissão tácita, enquanto protegia minhas irmãs; e ela sabia disso. Ela estendeu a mão e pegou sua taça de vinho, tomando um gole lento. Sentei-me em silêncio enquanto ela enfiava a mão na bolsa e puxava o celular. Apertando a discagem rápida, ela esperou.
"Grace, sim, é Carrie" ela disse calmamente. "Tenho uma emergência familiar, quero que você limpe minha agenda pelo resto do dia." Seus olhos se cravaram em mim enquanto ela falava. "Obrigada" ela disse; e então desligou o telefone.
Carrie sentou e me encarou em silêncio, eu sabia o que era para eu fazer, mas precisava que ela mesma fizesse essa escolha; não que pudesse alegar que foi coagida.
"Por favor" sua voz saiu suavemente.
Puxei meu celular do bolso do paletó, meus olhos nunca deixando Carrie. Apertando a discagem rápida do escritório, esperei até minha secretária atender.
"Diane" eu disse calmamente. "Tenho um problema familiar, então não volto hoje; cancele meus compromissos, dê minhas desculpas e remarque." Os olhos de Carrie suavizaram enquanto ela ouvia. "Sim, volto amanhã, obrigado." Desliguei meu telefone e fiquei sentado observando minha irmã.
"Onde?" Carrie perguntou.
"O Hotel Carlton" eu disse a ela.
"Você já tem um quarto?" ela pareceu um pouco surpresa pela primeira vez.
"Analisei as possibilidades e planejei de acordo." eu disse.
"Muito bem, irmão mais velho" eu pude ver admiração em seu olhar desta vez. "Vamos?" ela começou a se levantar da cadeira.
"Uma condição" ela congelou. "Eu estou no comando."
"Ray..." ela começou a dizer.
"É pegar ou largar" eu a cortei.
"Você sabe o quanto eu quero isso" eu concordei com a afirmação dela. "Você está se aproveitando." ela disse de forma cortante.
"Estou" admiti. "Você também faria, negue." eu a encarei.
Carrie me olhou de volta por um momento, e então um brilho veio aos seus olhos. "Você está no comando" ela disse num sussurro suave.
Quando entramos no quarto no Carlton, eu sabia exatamente o que queria fazer. O almoço tinha sido a parte complicada; isso ia ser fácil. Eu ia dar à senhorita certinha a foda da vida dela. Quero dizer, o pacote completo de grunhidos, suor, cópula animalesca como ela nunca tinha tido antes do Sr. Calça Reta, o marido dela.
"Ray, a gente precisa... RAY!" Carrie gritou.
Ela tinha batido no pé da cama e estava se virando para me encarar. Estendendo a mão, agarrei a frente da blusa dela e com um puxão rápido, botões voaram pelo quarto do hotel. Um par perfeito de 36 D apareceu quando eu abri sua blusa com força.
"O que você está... ai, Deuuuuuuuuus" Carrie gemeu quando enterrei meu rosto no decote de seus peitos envoltos no sutiã.
Minha mão desceu com precisão, por baixo de sua saia lápis, minha mão se enrolando no tecido fino de sua calcinha.
"Ah, nããããão" ela gemeu; enquanto o tecido de repente se soltava com um som suave de rasgo.
Segurei o tecido esfarrapado, deixando-a ver os restos de sua calcinha antes de jogá-los no chão.
"O que você está fazeeeeendoooooo" Carrie gemeu.
Minha mão desceu de volta, e enfiei dois dedos grossos entre suas dobras. Calor envolveu meus dedos; ela não estava totalmente molhada ainda, mas só precisei de algumas bombadas da mão para os fluidos começarem a pingar.
Suas mãos agarraram meus ombros, enquanto eu estendia a outra mão para cima, puxando o bojo de um seio. Quando o mamilo apareceu, me inclinei e o engoli em minha boca quente. Eu não queria dar a ela nem um segundo para tentar pensar nisso.
"Ray... Ai, Deus, Ray... o que você está... ai, merdaaaaa..." ela gemeu enquanto eu atacava seu corpo.
Senti seu corpo começar a tremer violentamente, e obscenidades jorraram dessa mulher certinha que fariam um marinheiro se envergonhar.
"Fode minha xoxota, seu bastardo" ela de repente gemeu. "Me deda, faz isso... fode, simmm... me faz gozar... me faz gozar..." ela balbuciava.
Minha mão foi à velocidade de britadeira enquanto eu martelava meus dedos dentro dela. Eu podia ouvir sons molhados e squelching quando adicionei um terceiro dedo, esticando suas paredes apertadas. Senti suas unhas cravarem em meus ombros através da camisa quando ela se ergueu na ponta dos pés.
"Ai, Meu Deus... sim... SIM... SIIIIIIIIIIIIIIIM" Carrie gemeu alto enquanto seu corpo convulsionava.
A maioria das mulheres só goza, há aquelas poucas que realmente jorram, quase como um homem quando elas têm um orgasmo. Carrie era o que eu chamaria de jorradeira. Fluidos quentes lavaram minha mão e pulso, cobriram ambas as suas coxas, e espirraram no chão entre suas pernas abertas.
Ruídos guturais e pequenos gemidos saíram dela, enquanto eu via os músculos de sua barriga se flexionarem em ondas. Eu nunca tinha visto uma mulher gozar tão forte e isso quase me assustou. Finalmente senti seus joelhos começarem a fraquejar quando ela soltou um grande suspiro; eu a amparei para trás e com um som obsceno de chupão meus dedos deslizaram para fora quando Carrie se esparramou de costas na cama, suas pernas pendendo sobre a beirada.
"Ghaaa... nugggggghhhh" Carrie gemeu enquanto ela se contorcia e tremia com os tremores secundários.
Roupas voaram quando aproveitei a chance para me despir; nunca soube que podia tirar a roupa tão rápido, mas não queria que o efeito passasse; não queria que ela tivesse chance de pensar, de usar seu cérebro para controlar as coisas; eu queria que isso fosse emoção crua e descontrolada.
Abaixando-me, virei seu corpo praticamente mole até que ela ficasse de bruços na cama. Carrie agora esparramada sobre o pé da cama do hotel, a parte superior do corpo deitada de bruços enquanto suas pernas pendiam sobre o pé, seus joelhos apoiados no chão; sua bunda apertada ainda na saia empinada no ar me convidando a entrar.
Ajoelhando-me atrás dela, puxei o tecido de sua saia para cima e sobre aquelas nádegas redondas, amontoando-o em sua cintura. Eu não queria nem perder tempo despindo-a.
"Ray... espera... a gente precisa..." eu a ouvi murmurar nos lençóis.
Não, pensei; lá vem o cérebro dela entrando em ação de novo; posicionei a cabeça grossa do meu pau entre suas nádegas, aninhado contra suas dobras encharcadas. Agarrando um punhado de nádega em cada mão, eu as abri bem, vendo como as pétalas de seus lábios da boceta se abriam para me mostrar seu interior rosa brilhante.
"Você sabe o que a gente precisa fazer, mana" eu rosnei para ela. "A gente precisa FODER." Eu bati meus quadris para frente e com um som de sucção, afundei dentro dela.
As costas de Carrie arquearam quando sua cabeça saiu da cama; sua cabeça se jogou para trás e ela olhou por cima do ombro para mim, o choque registrado em seu rosto quando meu pau invadiu seu corpo. Ela não emitiu nenhum som naqueles poucos segundos que levou para meu pau afundar totalmente nela; e quando meus quadris finalmente vieram descansar contra as nádegas de sua bunda; eu vi seus olhos lentamente revirarem até ficarem apenas o branco.
Pensei que ela fosse soltar um grito de gelar o sangue que assustaria qualquer um nos quartos vizinhos e comecei a estender a mão para tapar sua boca.
Em vez disso, um estranho ruído gorgolejante saiu quando fluidos quentes jorraram dela pela segunda vez. Eles encharcaram meu pau e bolas e então os lençóis sob ela enquanto eu sentia um tremor percorrer suas nádegas. No silêncio, eu puxei para trás e bati em casa de novo. O som dos meus quadris batendo em sua bunda pareceu sacudi-la de volta.
Seus olhos se focaram novamente e ela me encarou enquanto eu dava mais duas estocadas duras, sentindo o torno fumegante de sua boceta enrolado em volta do meu pau. Suas mãos se fecharam em punhos nos lençóis enquanto ela se preparava para cada estocada; e então o inacreditável aconteceu. Bem quando eu empurrava para frente, a bunda de Carrie vinha batendo de volta em mim.
Com uma voz tão clínica quanto eu jamais poderia lembrar, ela começou a falar; só que as palavras não combinavam com nada que eu a tinha ouvido pronunciar antes.
"Me fode, Ray... fode sua irmã... arrebenta minha boceta como o homem que você é... me faz gozar de novo... eu nunca gozei... assim." As palavras saíam ofegantes e quentes quando comecei a aumentar a velocidade.
"Vamos, seu bastardo... me fode mais forte... me faz gozar... e quando fizer... me enche, Ray... me enche com... aquele mingau de bebê quente e grosso... como meu marido não consegue." Ela continuou sem parar enquanto eu batia dentro dela.
Puxei o tecido da blusa rasgada de seus braços; então desabotoei o sutiã nas costas, soltando-o. Aqueles seios firmes nem balançavam caídos enquanto oscilavam sob ela. Alcancei sob seu corpo, enchendo cada palma com carne dos seios; amassando-os, beliscando seus mamilos duros como pedra entre meus polegares e dedos.
"Aperta meus peitos... fode minha buceta... não para, Ray... está vindo de novo... estou sentindo..." ela apenas continuou seu monólogo enquanto eu metia nela mais rápido e mais fundo.
Deslizei uma mão pela lateral dela, meus dedos arrastando pelo suor escorregadio em suas costas. Meu dedo encontrou o anel apertado de seu cu; e molhado com seu suor; entrou até a segunda falange sem emitir som.
Os olhos de Carrie se arregalaram com a súbita sensação nova; seu corpo congelou enquanto ela me encarou por alguns segundos. "Ai, merda" ela sussurrou; e então seus olhos começaram a revirar novamente.
Soltando seu seio, rapidamente coloquei minha mão na parte superior de suas costas e empurrei; afundando seu rosto nos lençóis da cama sob ela. Cheguei bem a tempo, pois um grito abafado de gelar o sangue saiu dela.
"GOZAAAAAANDOOOOOOOOO" Carrie gritou com a boca cheia de lençóis.
Já vi vídeos de mulheres tendo orgasmos intensos; mas nunca vi ao vivo; nem mesmo Dee. Aquilo era; o orgasmo de Carrie era surreal. Do cu aos dedos dos pés, todo seu corpo tremia como se estivesse tendo algum tipo de convulsão. Ela arranhava a cama enquanto as paredes fundidas de sua buceta se contraíam em volta do meu pau. E durante tudo, ela continuava falando.
"Gozando... ai, caralho... gozaaaando... ai, meu Deus... goza em mim... me dá, Ray..." ela gemeu.
Ajoelhado atrás da minha irmã, coberto de seus fluidos, meu pau obedeceu. Enterrado dentro dela. Meus testículos se contraíram; e porra quente viajou pelo comprimento, para explodir da ponta e banhar seu colo do útero e buceta.
"Deus, sim... quero cada gota... mais, Ray... faz um bebê... não para..." Carrie gemeu.
Eu não conseguiria parar nem se minha vida dependesse disso. Senti uma segunda e depois uma terceira golfada grossa bombear para dentro dela. Era tanto gozo que eu podia sentir escorrendo ao redor do meu pau para pingar por suas coxas.
Quando finalmente expeli a última gota em sua buceta apertada, me inclinei lentamente para trás. Dava para ouvir o chupão obsceno enquanto meu pau agora murcho escorregava para fora. Foi obsceno e excitante ver um glóbulo branco e grosso da minha porra escorrer de entre seus lábios crus, e cair no chão entre seus joelhos.
O quarto fedia a sexo cru, e estava cheio de nossa respiração ofegante enquanto ambos lutávamos para nos recompor. Foi como se nada tivesse acontecido quando Carrie silenciosamente rolou e me encarou ajoelhado ali. Então, em silêncio, ambos pegamos nossas roupas e nos vestimos novamente.
Carrie só parou uma vez, quando percebeu que não conseguia abotoar sua blusa meio destruída. Entreguei a ela meu paletó, e sem uma palavra ela o vestiu sobre a blusa rasgada e abotoou a frente.
De volta ao controle; Carrie pegou sua bolsa e liderou o caminho até a porta do quarto do hotel. Lá ela parou e se virou para mim. Seu rosto estava mortalmente calmo, mas havia um fogo novo e estranho em seus olhos enquanto ela me olhava.
"Não me importo se estou grávida ou não" ela disse em voz baixa e calma. "Vamos fazer isso de novo. Não me importo com meu marido; e vou implorar para a Dee se precisar" ela disse. "Você entende, irmão mais velho" ela disse mais suavemente.
Eu apenas assenti e a segui para fora.
Epílogo
Adoraria afirmar que as três engravidaram instantaneamente pela minha proeza sexual na primeira tentativa; isso nunca aconteceu. Ah, Angel e Carrie testaram positivo, mas precisou de outra rodada para Belle.
Fiel ao seu desejo, eu a fodi em pé, às 2 da manhã. No corredor do lado de fora da porta do seu quarto, com o marido dormindo a poucos metros. Enfiei sua calcinha na boca para abafar seus gemidos; e então a mandei de volta para o marido pingando minha porra. Ela afirmou que foi o sexo mais quente que já teve.
O resultado final ainda foi o mesmo. Meses depois, encontrei cinco mulheres rindo e dando risadinhas na minha sala de estar; enquanto Dee organizava um chá de bebê comunitário. Duas estavam inchadas com quase cinco meses, uma com quatro meses; mas todas as três irradiavam alegria.
Encontrei três pais orgulhosos no pátio dos fundos compartilhando cervejas. Abrindo a tampa da minha lata, me acomodei numa cadeira enquanto o marido de Carrie falava sobre talvez ter um segundo filho. Meu pau deu uma fisgada com o pensamento. Tinha que admitir, das três, a certinha acabou sendo a mais safada de todas.
"Ei, Ray" o marido de Belle me chamou. "Vamos ao jogo de beisebol neste sábado, quer se juntar?"
Pensei rapidamente na minha agenda e balancei a cabeça. "Desculpe, rapazes, já tenho planos." eu disse a eles.
"Perda sua" o marido de Angel disse alto.
Sim, perda minha, pensei. Vocês vão assistir ao jogo. Eu vou estar metendo gostoso na esposa grávida de vocês na sua própria cama de casal, pensei. Voltei para dentro de casa, e fiquei parado na porta da cozinha observando minhas irmãs trocando presentes.
"Nunca as vi tão felizes" a voz de Dee estava suave atrás de mim. "Obrigada, querido." Ela beijou suavemente minha bochecha.
"Agradecer pelo quê?" eu me virei para olhar para Dee. "Por foder minhas irmãs?"
"Por dar a elas o que queriam há muito tempo" Dee sorriu. "E por mostrar a elas que sexo pode ser divertido" ela sorriu.
Sua mão alcançou e segurou meu pau e bolas por cima da calça jeans. Ela me deu um aperto suave enquanto beijava minha bochecha mais uma vez.
"Além disso, acho que você tem munição mais que suficiente para cinco mulheres" ela riu.
Cinco; do que diabos ela estava falando. Me virei de volta para a sala de estar e fiquei ali olho no olho com minha mãe. Abri a boca para dizer algo, sabendo que ela tinha que ter ouvido nossa conversa; mas mamãe foi mais rápida.
"Angel não pode ir sábado" mamãe disse calmamente. "Então por que você não vem, ambos." Ela enfatizou a última parte. "Tenho certeza que podemos encontrar... algo... para fazer." Ela sorriu.
"Ai, meu Deus" eu gemi baixinho enquanto mamãe se afastava.
"Vamos, garotão" Dee sussurrou roucamente no meu ouvido. "Seja um bom filho" ela apertou meu pau uma segunda vez.