A Cereja de Hadley
— Aquela vadia idiota! — Jack praguejou baixinho, batendo o telefone no gancho. Se os números do segundo trimestre não estivessem tão bons, ele talvez já estivesse de péssimo humor, mas, por sorte, Henderson estava justamente atualizando-o sobre o mercado fervendo de Hong Kong quando o telefone tocou.
— Desculpe, Henderson — Jack murmurou enquanto recuperava um pouco da compostura. — Divórcio complicado, você entende.
Normalmente, ele não se deixava alterar tanto na frente de um funcionário, mas o drama com a futura ex-mulher parecia não ter fim. Primeiro, ela insistiu em ficar com a casa e que Jack se mudasse para um hotel, e agora, depois dessa última ligação com o advogado cachorro de guarda dela, parecia que ela queria deixá-lo na miséria em termos de pensão.
— Tudo bem, senhor, meu irmão acabou de passar por uma dessas... coisa feia. — Harvey Henderson sorriu com simpatia. Jack teve a impressão de que poderia cagar na mesa que Henderson ainda sorriria, compreensivo: o cara era um puxa-saco de primeira.
— Scarlet, você pode trazer um pouco de gelo, por favor? — Jack pediu à secretária pelo interfone.
— Sim, senhor, Sr. Cummings. Na hora.
— Quer tomar um drinque antes de continuarmos com os números de Hong Kong, Henderson? Depois dessa ligação, eu bem que preciso de um... — O rosto de Henderson caiu um pouco; ele estava ansioso para continuar a apresentação, mas queria mais a aprovação do chefe.
— Claro — ele disse. — Aceito um pequeno.
Na hora certa, Scarlet, a assistente de Jack, entrou com o balde de gelo cheio. Ela foi até onde Jack estava parado junto ao carrinho de bar e colocou o gelo na bandeja. Jack sentiu o cheiro do sabonete e do perfume doce dela, e só aquele aroma o deixou duro de pau, lembrando-o de todas as "sessões particulares de ditado" que teve com sua jovem assistente cheia de viço. Lembrou-se da primeira vez que chupou a boceta depilada dela, virou-a de costas e comeu o cuzinho arrebitado dela ali mesmo em sua mesa.
— Mais alguma coisa? — Scarlet perguntou, docemente. Ela ajeitou a franja atrás da orelha e mudou o peso de um pé para o outro sobre os saltos altos. Era uma pena que o caso com Scarlet (entre outros) tivesse lhe custado o casamento, mas, caralho, pensou ele, cobiçando o corpinho apertado dela naquela saia justa, provavelmente tinha valido a pena.
— Não, obrigado, querida — Jack sorriu para ela. — Te chamo se precisar. — Ele acompanhou com os olhos a bunda em formato de coração dela enquanto ela saía rebolando e fechava a porta atrás de si. Jack serviu dois uísques duplos com gelo e entregou um ao colega.
— Toma, Henderson, isso vai botar cabelo no peito — Jack disse, entregando-lhe a bebida. Virou o seu de uma vez e fez uma careta. — Estou te falando, essa vida de hotel está ficando insuportável.
Henderson estava aproveitando o repentino tom informal do chefe. Normalmente, ele não se confidenciava sobre assuntos pessoais, e Henderson queria tirar proveito da situação. Se não conseguisse aquela promoção logo, nunca mais ouviria o fim da história da mulher.
— Jack, o que você acha de vir jantar em casa hoje à noite? Uma comida caseira. Minha esposa, Trisha, vai fazer o bolo de carne especial dela. Deve ser melhor que o serviço de quarto, hein? — Henderson perguntou, esperançoso. Ele já se imaginava rindo e brindando com o chefe durante uma refeição caseira, a esposa e a filha sorrindo, e então Jack oferecendo o cargo de vice-presidente...
— Não, eu não poderia incomodá-los — Jack respondeu.
— Não é incômodo nenhum. A Trisha vive me pedindo para convidá-lo há meses. Você seria nosso convidado de honra: faço questão que venha jantar.
Jack pensou por um minuto. Estava claro que Henderson estava tentando ganhar o campeonato de puxa-saquismo, que aquilo era algum movimento tático para pedir uma promoção. Mas uma comida caseira soava incrível, e depois do mês que ele tinha tido, podia ser exatamente o que precisava. Ele assentiu e sorriu: — Claro, será uma honra.
— Maravilha! Vou garantir que a Scarlet lhe passe o endereço, você pode vir às 19h. A Trish vai ficar encantada. — Henderson não conseguia acreditar na própria sorte. Depois de conhecer sua charmosa esposa e filha, e comer uma das refeições deliciosas da Trisha, a promoção seria praticamente garantida.
O resto da reunião correu bem, e quando Henderson saiu do escritório, Jack estava de melhor humor. Pensou em chamar Scarlet para uma reuniãozinha de comemoração. Agora que a esposa o deixara, Jack estava mais insaciável do que nunca.
— Ei, Scarlet? Pode vir aqui, por favor? — Jack perguntou pelo interfone. Scarlet riu baixinho e pegou seu bloco de notas, mesmo sabendo que não precisaria dele. O chefe dela sempre tinha um certo tom de voz quando queria mais do que apenas ditar um memorando. Ela não se importava; na verdade, adorava a atenção do chefe bonito e sabia que o processo de divórcio em andamento devia ser estressante para ele.
— Chamou, senhor? — Scarlet disse e fechou a porta atrás de si. Embora nunca se vestisse de forma inadequada, o corpo curvilíneo tipo ampulheta de Scarlet tornava até a roupa de trabalho mais conservadora algo provocante. As saias pretas justas de lápis que usava, realçadas por saltos altos, sempre pareciam abraçar o bumbum redondo, e a blusa vermelha com babados que usava hoje tinha o decote baixo o suficiente para deixar entrever os melões de dar água na boca, os mamilos carnudos espetando o tecido sedoso.
Jack sorriu para a sexy assistente. Afastou-se da mesa e recostou-se na cadeira. Scarlet sorriu, largou o bloco e tirou os saltos altos, aproximando-se do chefe com um pequeno rebolado provocante e então se ajoelhou entre as pernas dele. Ela levou as mãos de unhas feitas à fivela do cinto dele e desabotoou a calça. Passou as unhas de leve sobre o volume crescente na cueca e olhou para cima, lambendo os lábios. Enfiou a mão na cueca e puxou o pau enorme do chefe, que ainda nem estava totalmente ereto. Jack recostou na cadeira e fechou os olhos sonhadoramente enquanto sua assistente de 24 anos enrolava os lábios carnudos pintados de vermelho na cabeça do pau dele e o sugava para dentro da boca quente e molhada.
Scarlet nunca tinha visto um pau tão grande antes de conhecer Jack, mas assim que o enfiou nos três buracos, ficou totalmente viciada. Ela sugava e chupava feliz o pau monstruoso dele enquanto ele crescia e endurecia até o tamanho máximo. Envolveu a base com o punho e ainda sobrava pau, que ela tentava levar o mais fundo possível na garganta. Jack observava a bela assistente dar prazer ao seu pau e suspirava satisfeito. Adorava ver sua grande pica entrando e saindo da boca dela, os lábios grossos se esticando com esforço ao redor da cabeça do tamanho de uma ameixa, enquanto ela babava e lambuzava aquela carne imensa.
Ela tirou o pau da boca com um estalo audível, e um longo fio de saliva molhada se esticou dos lábios cobertos de batom até a glande inchada, que vertia pré-gozo. Ela masturbou o pau escorregadio com uma mão, totalmente ensopado com sua saliva, baixou a cabeça e começou a besuntar as bolas pesadas de saliva. Chupou cada uma na boca, mamando-as. Gemeu enquanto enfiava o saco bem no fundo da boca, e Jack sentiu as vibrações por toda a virilha.
Depois de alguns minutos disso, ele estava pronto para gozar. — Abre bem — ele disse, levantando-se e apontando o pau para a boca bonita dela, enquanto punhetava o pau com força. Ela se inclinou para trás e olhou para ele, abrindo bem os lábios vermelhos e pondo a língua para fora em antecipação. Jack deu mais algumas punhetadas finais na pica enorme e gemeu enquanto o primeiro jato de gozo saía das bolas agitadas e caía sobre a língua que o esperava.
Jack não só tinha um pau particularmente grande, como também gozava litros, e hoje não foi exceção. Cordões grossos de porra leitosa esguicharam do pau e encheram a boca aberta dela. Ele deixou uns jatos espirrarem pela bochecha e nariz dela, para completar. Quando finalmente tirou a última gota de gozo do pau exausto para dentro da boca cheia de Scarlet, ela engoliu a carga cremosa inteira, lambendo o gozo dos lábios vermelhos.
— Obrigado, querida — ele disse, guardando o pau lambuzado de batom de volta nas calças e ajudando-a a se levantar. — Você foi de grande ajuda, como sempre. — Piscou para ela enquanto ela pegava o bloco de notas e os saltos. — Ah, e Scarlet, querida, pode comprar uma boa garrafa de vinho tinto e umas flores para a esposa do Henderson?
***
Às sete em ponto, Jack entrou de carro no tranquilo bairro suburbano dos Henderson e estacionou em frente à charmosa casa em estilo Tudor. Jack jogara um pouco de squash na academia, tomara banho, se barbeava e passara colônia fresca antes de dirigir até o jantar; ele se sentia relaxado e com o humor muito melhor. Pegou a garrafa boa de Cabernet Sauvignon e o buquê de tulipas roxas do banco do passageiro, subiu o caminho de pedras bem iluminado e tocou a campainha. Depois de alguns instantes, uma mulher loira na casa dos quarenta abriu a porta.
Jack tinha 44 anos, mas bem que podia passar por 34. Cuidava bem da forma, e os poucos fios grisalhos que começavam a aparecer nas têmporas o deixavam com um ar bonito e distinto. Entre a estrutura magra e musculosa de um metro e oitenta, o rosto bonito com olhos azuis profundos e cabelo castanho-escuro, e o pau mais do que avantajado, Jack era incrivelmente atraente para qualquer padrão. E foi exatamente isso que Trish pensou ao ver o chefe do marido na entrada de casa.
— Ah, olá, você deve ser o Jack! Sou a Trish, esposa do Harvey. Estamos tão empolgados em recebê-lo. — Ela deu as boas-vindas a Jack, e ele entrou no hall de entrada confortável e agradável. Ela o conduziu à sala de estar.
— São para você, claro — Jack disse com um de seus sorrisos irresistíveis, estendendo o vinho e as flores. Trish se derreteu com os presentes e bateu os cílios para Jack. Com o cabelo loiro platinado e as calças capri sob medida, ela lembrava aquelas mães suburbanas de jogador de futebol, que se arrumam com cardigãs cor-de-rosa e pérolas só para ir ao supermercado. Até que era atraente para a idade, mas algo no sorriso forçado dela o repeliu um pouco.
— Essas flores são as mais lindas, Jack! Você é tão atencioso! — ela exagerou. Henderson entrou na sala, radiante por o chefe estar finalmente em sua casa. — Olha, querido! — Trish falou, virando-se para o marido. — Jack nos trouxe uma garrafa de vinho! Isso vai combinar perfeitamente com o jantar. Por que vocês não se sentam enquanto sirvo as bebidas?
Jack sorriu para a anfitriã e se acomodou no sofá de camurça marrom. Ele e Henderson ficaram sentados em um silêncio constrangedor por alguns instantes antes de Trish voltar com uma bandeja de coquetéis. — Vi a receita no Pinterest — ela disse radiante. — É tipo uma versão moderna do old-fashioned. — Ela entregou um drinque a Jack e observou ansiosa enquanto ele o provava.
— Muito bom — Jack disse. Estava um pouco doce para o seu gosto, mas o álcool caía bem depois do treino pesado.
— Nossa filha já deve se juntar a nós, ela chega do treino a qualquer minuto — Henderson disse.
— Treino? — Jack perguntou. Ele esquecera que Henderson tinha uma filha. Quantos anos ela teria agora, quatorze? Quinze?
— Hadley é ginasta — Trish disse, orgulhosa. — Temos muito orgulho dela: ela ganhou uma bolsa de ginástica para a LSU no outono. — Ela segurou uma foto de uma menina pequena de 12 anos, de collant, apontando os dedos dos pés e saltitando na trave. — Isso é de anos atrás.
— Ela é muito bonita, Trish — Jack elogiou. — Vejo que a maçã não caiu longe da árvore... — Trish riu como uma colegial e deu um tapa brincalhão no braço de Jack.
Foi nesse momento que a porta se abriu e entrou a garota adolescente mais perfeita que Jack já havia posto os olhos: olhos verdes felinos, cabelo longo morango loiro preso em rabo de cavalo, narizinho arrebitado salpicado de sardas e lábios cor-de-rosa delicadamente curvados como os de um querubim italiano. Hadley acabara de completar 18 anos, mas com 1,57m de altura e 46 kg esguios, parecia muito mais nova. Jack não conseguia acreditar que o sem-graça do Henderson e sua esposa cafona pudessem ter criado aquele anjo à sua frente.
— Oi, mãe. Oi, pai. Desculpa o atraso, o treino se estendeu — Hadley disse, pendurando o casaco e largando a mochila. Ela vestia o uniforme de saia xadrez da escola local só para meninas, e a saia curta plissada mostrava as pernas suaves e torneadas, parando alguns centímetros abaixo da bunda arredondada. Jack ficou instantaneamente de pau duro.
— Hadley, venha conhecer o Sr. Cummings, chefe do seu pai — Trish disse e conduziu a pequenina deusa para dentro da sala.
— Prazer em conhecê-lo, Sr. Cummings — Hadley disse e apertou a mão de Jack. Jack sorriu calorosamente.
— Por favor, me chame de Jack — ele pediu. Ela franziu o nariz ao sorrir para ele.
Hadley foi ajudar a mãe na cozinha, e Jack a estudou enquanto ela se afastava: os tênis brancos pequenos, as meias soquetes brancas, a saia xadrez curta plissada, a camisa polo azul celeste, o longo rabo de cavalo morango loiro balançando nas costas enquanto caminhava. Meu Deus, pensou Jack, nunca vi algo tão perfeito.
— Ela é adorável — Jack comentou com Henderson, ainda se perguntando como aquele cara baixinho de óculos e cabelo combinado podia ter produzido uma cria tão milagrosa.
Henderson sorriu. — Temos muito orgulho dela — respondeu.
— Muito bem, rapazes, o jantar está servido! Escolham seus lugares à mesa! — Trish chamou da sala de jantar.
O jantar foi muito bom, ficando ainda melhor com o vinho tinto trazido pelo convidado. Contaram histórias do trabalho e Trish ria um pouco alto demais a cada coisa que Jack dizia. Algumas vezes, Jack ergueu os olhos do prato e pegou Hadley encarando-o com aqueles olhos de gata. Na primeira vez que a pegou, ela corou e desviou o olhar, mas depois, ele ficou satisfeito ao encontrá-la encarando-o de volta, os olhos verdes brilhando com malícia.
Hadley não conseguia deixar de pensar que Jack era o homem mais bonito que já havia conhecido. Aos 18 anos, nunca teve namorado, mas não por falta de pretendentes. Vários garotos do colégio só para garotos vizinho já a convidaram para sair, mas eles pareciam simplesmente meninos para ela. Algumas amigas saíam com garotos da idade delas, e, pelas histórias, eles pareciam uns animais. Ela achava que não estava perdendo nada. Sempre se imaginou com alguém mais velho e experiente, então se resignou a esperar a faculdade para começar a namorar. Além disso, a ginástica tomava muito do seu tempo para se importar com garotos de qualquer jeito.
Após o jantar, Henderson e Trish foram tirar os pratos e limpar, e Jack e Hadley foram para a sala.
— Então, sua mãe me disse que você é ginasta? — ele perguntou, desesperado para iniciar qualquer conversa com a adolescente encantadora.
— Sim — Hadley sorriu. — Fui campeã estadual elite no individual geral ano passado.
— Aposto que você é ótima — Jack disse, tentando imaginar o corpinho pequeno dela naqueles collants coladíssimos.
— Não sou má — ela riu e requebrou os quadris de um lado para o outro. Jack sentiu a calça ficar mais apertada. Ele se ajeitou no braço do sofá.
— Mostra alguns movimentos — ele pediu.
— Agora? — Hadley riu, envergonhada, e cobriu o rosto.
— Por favor? — Jack insistiu, sorrindo aquele sorriso lento e caloroso para ela.
— Tá bom — ela concordou. Ela ficou de pé no meio da sala e dobrou uma das pernas esguias, deslizando o pé direito pela parte interna da coxa. Estendeu a perna, agarrou o tênis delicado com a mão direita e puxou a perna até a orelha, fazendo um espacate de pé. Jack quase conseguiu ver por baixo da saia curta, mas não exatamente.
— Incrível — ele disse. — Mostra outro.
— Outro, é? — Hadley pensou, e soltou a perna de volta ao chão. — Ah, já sei. — A pequena loira plantou as palmas das mãos no chão e chutou os pés para cima, ficando de cabeça para baixo. A saia xadrez curta caiu sobre a cabeça, revelando uma calcinha de algodão branca. Lentamente, equilibrando-se nas mãos, Hadley abriu as pernas suaves e cremosas, escarranchando-se em um espacate. Através da calcinha de algodão branca, Jack viu a suave protuberância da boceta adolescente dela, o tecido fino pressionado na fenda dos lábios vaginais e delicadamente enfiado no sulco profundo das nádegas redondas. Jack foi tomado pela vontade de enfiar o rosto na virilha da ginasta e inspirar, lamber a boceta dela através do tecido úmido.
— Hadley Patricia Henderson! — Trish gritou, entrando na sala. — Eu consigo ver sua calcinha! Desça já daí.
A princesinha pequenina saiu da pose graciosamente e se levantou. — É só meu collant, mãe — Hadley deu de ombros.
— Não é decente, não na frente do nosso convidado. Sinto muito, Jack. — Trish colocou uma bandeja com cafés na mesa e voltou para a cozinha.
— Desculpe, Sr. Cummings, eu o ofendi? — Hadley perguntou inocentemente. A pele entre as sobrancelhas franziu de preocupação.
— Não, de jeito nenhum, Hadley, não seja ridícula. Fui eu que pedi, lembra? Achei você maravilhosa. — Jack piscou para Hadley, e ela sentiu um friozinho no estômago. De repente, sentiu-se um pouco audaciosa.
— Não era bem meu collant — ela disse, um sorriso levemente travesso curvando os lábios angelicais.
— Eu percebi — Jack sorriu. Será que essa deusa adolescente está flertando comigo?, pensou. Jack deu um passo mais perto dela. — Eu gostaria de ver sua calcinha de novo algum dia.
O coração de Hadley começou a bater forte. Será que esse homem bonito me quer desse jeito?, ela se perguntou...
— Hadley, está na hora de começar sua lição de casa. Dê boa noite para o Sr. Cummings e suba para o seu quarto. Os adultos querem conversar. — Henderson entrou carregando um prato de biscoitos, seguido por Trish.
— Sim, papai. Boa noite, Sr. Cummings — Hadley disse e bateu os cílios loiros para Jack. Então ela se virou lentamente e pegou sua mochila. Quando ela se abaixou, Jack teve um vislumbre rápido de sua calcinha branca novamente aparecendo por baixo da saia curta plissada. Ela olhou para Jack enquanto subia os degraus para o quarto. Jack a observou até que seus tênis brancos desaparecessem lá em cima.
O resto da noite é um borrão para Jack, ele nem fingiu prestar atenção nas histórias de Trish e Henderson sobre a viagem deles a Palm Springs. Ele não conseguia parar de pensar na pequena ginasta adolescente. Jack sentiu seu pau se mexer enquanto tentava imaginar como ela era por baixo da calcinha... Será que sua mata também é loira morango? Ou ela raspa aqueles lábios doces da boceta? Jack mal podia esperar para chegar em casa e bater uma punheta, tirar aquele tesãozinho doce do seu sistema.
Finalmente, ele se levantou e bocejou e educadamente se despediu. — Obrigado por tudo — ele disse, beijando Trish nas duas bochechas para seu grande prazer —, o jantar estava delicioso e sua família é encantadora.
— Você é bem-vindo a qualquer hora — Trish disse, deslumbrada. Ela tinha certeza de que a noite foi um sucesso.
— Vejo você no batente, Henderson — os dois homens apertaram as mãos e Jack saiu para o ar da noite. Enquanto caminhava pela passarela até o carro, ele olhou para cima e viu Hadley olhando para ele da janela. Ela estava usando uma camisola curta, com babados, branca. Ela sorriu e acenou para ele.
Ela é tão deliciosamente, refrescantemente inocente, Jack pensou, diferente de todas as outras mulheres com quem estive...
Quando estava no ensino médio, Jack parecia atrair apenas as garotas realmente experientes, e sendo honesto, ele nunca teve tempo para virgens. Elas sempre pareciam muito esforço para ele, e nunca valia a pena. Até sua ex-esposa teve muitas escapadas selvagens antes de se conhecerem, e ele estava totalmente bem com isso. Mas agora, algo na inexperiência e simplicidade de Hadley tocava seu coração. Ele estava dominado pelo desejo por ela...
Lá em cima no quarto, Hadley observou Jack acenar, depois entrar no carro e ir embora. Ela se sentia molhada e com cócegas entre as pernas desde a interação na sala de estar. Ela se deitou na cama e imaginou como seria beijá-lo e se viu deslizando uma das mãos por baixo do elástico da calcinha de algodão. Ela separou a carne molhada com os dedos e os deslizou para frente e para trás sobre seu clitóris inchado. Ela tentou imaginar como Jack era por baixo de todas as roupas.