Wilson, Seu Pai e Eu
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(Todos os personagens maiores de 18 anos)
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Pode parecer que eles tinham uma relação normal de pai e filho, Wilson e o pai dele. Eu pensava assim, antes de tudo acontecer. Eu era amigo do Wilson há anos, e o Jorge sempre foi um cara muito gente boa e tranquilo. Eu não era mais amigo do Wilson. Eu pertencia a ele. E ao pai dele. Eu era forçado a ficar nu na presença deles... e isso era só o começo.
Começou quando o Wilson terminou com a namorada. A gente começou a ficar mais próximo porque eu também estava solteiro, enquanto todos os nossos outros amigos estavam namorando. Então, naturalmente, a gente tinha mais tempo junto.
O Wilson era um cara alto e magro, sem dúvida o mais nerd e inteligente do grupo. Mesmo assim, era bonito e atraente. Engraçado, com um humor meio irônico. Nenhum de nós fez faculdade, mas o Wilson não fez porque já tinha um futuro planejado com o pai. Ele também era um cara muito tarado, que pensava e falava muito sobre sexo. Só estava solteiro agora porque traiu a namorada e foi pego.
Eu era um loiro musculoso, bombado, viciado em academia e apaixonado por futebol. Mas, fora isso, não tinha muita coisa rolando pra mim. Eu me sentia burro e lento.
Durante a temporada de futebol, eu vivia na casa do Wilson, geralmente com os outros caras, mas muitas vezes sozinho. O pai dele trabalhava o dia todo e dava muita liberdade pro filho, liberdade pra usar a casa como quisesse. Eu me sentia em casa lá.
Como eu disse, a gente começou a passar muito tempo juntos, eu e o Wilson, enquanto estávamos solteiros, e eu notei que ele começou a ficar sem camisa com frequência. No momento em que eu entrava no quarto dele e deitava na cama, ele tirava a camisa e mostrava o corpo. Eu via isso como um jeito dele me dizer que confiava em mim, porque o Wilson era o cara mais magro do nosso grupo e estava tentando ganhar músculo. E ele estava conseguindo, com certeza.
Ele era um cara muito agitado, sempre andando de um lado pro outro no quarto, falando sem parar, sem camisa, enquanto eu olhava da cama. Eu era mais calmo por natureza, então gostava de deixar o Wilson dominar a conversa e só ouvi-lo.
Então, depois de muitas vezes vendo ele tirar a camisa na minha frente e se exibir, pensei em validar o esforço dele.
"Ei, cara, você tá bonito", eu disse. "Seu corpo, quero dizer. Seus músculos."
"Valeu, cara. Sério que você acha?" O Wilson ficou de pé na minha frente, flexionando. Eu me sentei na cama, observando. "E a minha bunda? Ela tá maior? Odeio não ter bunda. Queria que a minha fosse igual à sua", disse o Wilson, virando de costas pra mim.
Eu sorri, porque o Wilson sempre fazia palhaçada assim.
"Sua bunda também tá bonita", eu disse, balançando a cabeça.
"Valeu, mano", o Wilson disse, sentando do meu lado. Ele tinha um sorriso enorme no rosto.
Nossos olhares se encontraram. E o olhar não se quebrou. Continuou, como se a gente não conseguisse parar de se encarar. Algo mudou. De repente, senti uma diferença no olhar do Wilson, e o sorriso dele ficou menos amigável e mais intrigante. O sorriso dele me forçou a perceber que estávamos sozinhos na casa, sozinhos no quarto dele, e ele estava muito perto.
Por um momento, fiquei nervoso, porque senti algo. Não eram nem pensamentos gays, mas uma energia gay. Eu senti o Wilson e era bom que ele estivesse ao meu lado, e talvez se ele quisesse se aproximar mais, eu não me importaria.
Mas isso era loucura. A única coisa que me confortava era que o Wilson era o mulherengo mais safado que eu conhecia. Ele era muito másculo, muito hétero, pra fazer qualquer coisa gay. E mesmo sendo vergonhoso pra mim admitir que eu não confiava em mim mesmo, pelo menos eu podia confiar no Wilson.
"Bruno", o Wilson disse. "Você parece um pouco tenso, amigão." Ele deu um toque nos nossos ombros.
"Tô bem", eu disse.
"Posso te contar uma coisa? Tá? Entre você e os caras, você é o que eu mais gosto. Você é tão tranquilo, cara. E tem o corpo mais bonito também."
Senti minhas bochechas esquentarem. Não parecia a brincadeira normal do Wilson. Parecia que vinha do coração.
"Eu também gosto de você", eu disse.
"Queria ser corajoso o bastante", o Wilson disse, me dando arrepios. Olhei pra ele, tentando entender o que ele tinha acabado de dizer, tentando achar uma razão pra fugir e evitar mais disso, mas, na verdade, eu só queria ficar.
"O quê?", perguntei, me traindo.
"Quero fazer uma coisa, mas se eu estiver errado, tô ferrado", ele disse.
"Você tem que arriscar tudo, cara, tem que confiar nos seus instintos."
Eu estava me sentindo muito ousado, mas quando ele se aproximou, eu congelei, assustado e preocupado. Até senti minhas bochechas esquentarem. Ele chegou perto, sentou bem do meu lado.
"Tudo bem se eu sentar aqui?", ele perguntou.
"Claro", eu disse, olhando pra ele. "Então, o que você queria me contar?"
"Certo. Eu quero que você tire a roupa."
"Ah." O fogo se soltou no meu corpo. Eu queimei. "Acho que posso fazer algo a respeito."
Ele me ajudou. Eu levantei os braços enquanto ele tirava minha camisa. Meus mamilos eram pequenos e de um rosa suave, e ele os encarou, me fazendo corar mais uma vez. Ele me olhou de um jeito que eu não podia interpretar mal.
"Valeu, cara", ele disse. "Olha só você, tão grande e peludo."
"Não é nada. Sua casa, suas regras, né?"
"Isso mesmo. Mas ainda não tá perfeito."
"Hm?", eu disse. Ele esfregou um dos meus mamilos suavemente. Eu deixei.
"Tira o resto também."
Meus mamilos estavam duros. Ele apertou as pontas, não com força, não precisava ser forte e bruto pra me fazer suspirar. Eu mal prestei atenção nas palavras dele. Mas concordei com elas.
"Eu tiro, se você quiser."
Ele sorriu, assentindo.
Ele apertou meus mamilos com mais força, me dando uma dor leve em cada um. A área ao redor deles ficou vermelha. Era difícil pensar. Mesmo assim, tudo que eu fazia era olhar enquanto ele apertava e beliscava as pontas e os músculos, e me deixou querendo mais.
Ele me ajudou a levantar. Depois se deitou de volta na cama, relaxando, abrindo as pernas como um rei. Ele nem tentava esconder o volume entre as pernas. Não tinha medo de que eu achasse estranho.
Talvez porque eu não conseguia esconder minha própria excitação. Eu estava duro.
Eu abaixei devagar as calças, revelando minha ereção apertada, estourando na cueira branca justa. Meu instinto era me cobrir, mas eu sabia que ele não queria isso, e... eu não queria desagradá-lo? Deixei as mãos ao lado do corpo, e senti o peso do olhar dele sobre mim, sobre tudo, especialmente lá embaixo.
E os olhos dele brilhavam de diversão.
"Continua", ele disse.
Hesitei por um momento. As coisas estavam acontecendo rápido demais. E eu era lento demais pra perceber o perigo. Mas não tinha mais volta.
Comecei a abaixar a cueira apertada, me libertando, duro e curvado, balançando pra cima e pra baixo em profundo prazer por estar tão exposto. Eu não era grande, mas nada do que ter vergonha. Mas eu tinha vergonha porque tinha certeza de que o Wilson estava me medindo. Me senti pequeno. Me forcei a ficar reto e estufar os ombros. Flexionei os músculos, me exibindo. Ele assobiou.
Passei o resto do dia nu. O Wilson me disse pra deitar na cama e relaxar. Não fizemos mais nada, mas quando foi a hora de ir embora, ele pegou minha cueira e me disse pra esfregá-la no rosto. Eu fiz. E ele riu de mim. Mas o som da risada dele me agradou. Esfreguei minha própria cueca no rosto e senti meu cheiro.
Foi o começo. Muitos começos pra essa história.
Encontrei o Wilson de novo na academia com os outros caras. Não podíamos mencionar o que tinha acontecido entre a gente, mas agora nos olhávamos de um jeito diferente. Como se tivéssemos um segredo.
Ele me observou treinar de perto. Eu estava muito consciente dos olhos dele enquanto fazia agachamentos. Ele até mordeu o lábio, e isso me fez tremer.
Eu estava descobrindo que gostava de ser olhado.
A gente arrumou alguma desculpa pra ir pra casa dele sozinhos. O pai dele estava em casa, mas a gente se trancou no quarto e ele rapidamente começou a me dizer o que fazer. Tirar a roupa, ficar nu, desfilar minha nudez pelo quarto, e depois ele me disse pra cheirar a cueca suada dele.
Eu fingi que não queria fazer no começo. Hesitantemente, enquanto ele olhava, eu encostei o nariz e dei uma fungada no cheiro dele. Era forte. Me puxou pra dentro.
"Você cheira bem", eu disse pra ele. Ele sorriu, muito feliz. Me fez repetir as palavras enquanto eu esfregava a cueca no rosto. Depois ele pegou de mim e ele mesmo esfregou no meu rosto todo.
O cheiro de pós-academia dele virou meu novo vício. Uma vez eu nem esperei o treino acabar, fomos pro banheiro e ele me deixou enfiar o rosto na axila dele. Nós dois ficamos um pouco imprudentes.
Mas a casa do Wilson era nosso santuário, e às vezes eu me preocupava que o pai dele nos pegasse. A gente ia direto pro quarto dele, como duas crianças levadas, mas ele só nos cumprimentava e depois esquecia da gente.
No quarto, a gente era livre pra brincar.
"Implora", o Wilson me disse. Ele ficou na minha frente, mãos na cintura, como o super-homem, só de cueca. O volume dele era incrível. Ele o agarrou, com as mãos cheias. "Se você quer isso, seu boiola, você tem que implorar."
E eu não sabia se ele ainda estava falando do cheiro. Parecia que estava falando do pau dele.
Nunca tínhamos tentado aquilo. Nunca passamos de tocar um no outro, agarrar e cheirar.
Eu estava excitado.
"Por favor, Wil, eu preciso. Pensei nisso o dia todo." Eu estava nu, de joelhos, olhando pra ele. Ele olhava pra mim de cima. "Você não entende, eu preciso... eu preciso."
"Você é tão patético", ele disse. "Eu gosto."
"Eu sou, sim, por favor, me deixa cheirar você. Quero saber como um homem de verdade cheira."
"Você vai cheirar direto da fonte..." ele sussurrou. Soou como uma promessa, uma ameaça.
Nesse momento, a porta do quarto se abriu e o pai dele entrou, com os olhos arregalados. Fiquei tão chocado que não consegui me mexer, mas o Wilson sorriu. "Ei, pai."
O Sr. Jorge era um homem calvo e magro, que parecia mais jovem do que a idade. Ele tinha se divorciado da esposa há um tempo e basicamente criou o Wilson sozinho.
O pai do Wilson me olhou, nu e ajoelhado. Balançou a cabeça.
"Meu pai nos ouviu há um tempo e eu expliquei tudo pra ele", o Wilson disse. "Ele quer assistir."
"Ele quer?", eu disse.
"Sim", disse Jorge.
Então havia dois homens me olhando nu, de joelhos. E eu não conseguia explicar meus sentimentos, exceto descrevendo como meu pau pulsava e vazava como louco. O Wilson agora estava fazendo um show pro pai, e agarrou minha cabeça, me puxando pra virilha dele, pra cueca. Eu abri a boca pra ele.
Primeira vez cheirando ele direto da fonte. Mesmo através do tecido, eu ainda sentia a diferença. O cheiro era muito mais potente.
Eu também senti o calor nos meus lábios, nas bochechas, no rosto todo. E a dureza também. Estava duro e quente. Ele me fez lamber e cheirar embaixo, onde estavam as bolas. Ele esfregou o volume no meu rosto. "Isso aí, amigão, não esquece esse cheiro, é assim que um homem de verdade cheira."
"Hmmmm, sim, senhor", eu gemi.
Então o pai dele estava grunhindo. Olhamos pra ele, e vimos que ele estava agarrando as calças, e estava mostrando.
"Wilson, acho que ele quer saber qual é o gosto de um homem de verdade também."
"Não, pai, a gente não faz esse tipo de coisa."
O Jorge ergueu as sobrancelhas pra mim com ar de quem sabe. Eu olhei pro Wilson com culpa.
Meu amigo me encarou por um tempo, entendendo aos poucos. "Você quer chupar meu pau?", ele perguntou, sempre direto.
Levei um momento pra responder. Uma parte de mim queria ter forças pra dizer não. Mas então eu assenti.
"Sim, cara, quero chupar seu pau."
Num piscar de olhos, o Wilson abaixou a cueca e enfiou o pau na minha boca. Ele mal me deu tempo pra respirar. Segurou minha cabeça e se enfiou pra dentro. "Aguenta, chupa-pau. Por que você não falou antes? Você sabe o quanto eu queria fazer isso?"
Eu sabia que o pau dele era grande. Mas tê-lo dentro da boca me forçou a apreciar de verdade o tamanho, a grossura e a cabeça volumosa. O gosto foi uma explosão. Eu babei todo nele.
Ele me fez engasgar e lacrimejar.
"Caralho, desculpa, Bruno. Irmão, você tá bem?"
"De novo, faz de novo, vai... eu aguento." Eu o puxei pela bunda, segurando as duas nádegas e apertando a bunda dura e magra dele. Ele enfiou a carne na minha boca de novo.
Eu gozei no chão todo.
Não sabia se estava indo bem. Só balançava a cabeça e chupava, esperando o melhor. Ele me parou, tirando a carne da minha boca pra se sentar. Eu o segui de quatro, arqueando as costas pra ele. Antes de enfiar na minha boca de novo, ele bateu com ela no meu rosto. Muito pesada.
Quando ele acabou com minha boca, eu tinha a porra dele escorrendo pelo peito. "Fica aí, de joelhos e não levanta até eu mandar."
Ele bateu na minha bunda antes de deitar na cama. "E o seu pai?"
"Ele teve que sair, você não percebeu porque só conseguia pensar em chupar meu pau, chupa-pau."
Fiquei de joelhos até ele relaxar. Tive permissão pra me levantar e me limpar. Mas tive que ficar nu até a hora de sair da casa dele. Agora que o pai dele sabia da gente, ele me disse que eu ficaria nu até na presença do pai.
Se nossos amigos achavam estranho o quanto eu e o Wilson estávamos nos excluindo, não disseram nada.
O Wilson e eu éramos muito bons em esconder nosso novo segredo. De manhã, a gente ficava todo mundo junto na academia. Tirando alguns olhares, e talvez uma pegada rápida e um aperto no banheiro, a gente se comportava.
Ao meio-dia, eu estava na casa do Wilson, nu, chupando pau. O Wilson me fazia chupar o pau dele na sala, enquanto ele assistia esportes com o pai. Às vezes eu me perguntava se ele estava provocando o pai. O velho batia uma enquanto nos olhava. Ele começou a me chamar de chupa-pau também. Eles mal usavam mais meu nome.
"Ei, Bruno."
Eu me assustei com aquilo. Me fez pensar se eu tinha feito algo errado. Eu estava chupando ele na sala, feliz, contente com meu papel. Minhas costas estavam arqueadas. Se eu tinha feito algo, não sabia o quê.
Parei de chupar. Lambi o excesso de saliva da ponta da cabeça volumosa, depois olhei pra ele.
"O que foi?", eu disse.
Ele riu. "Relaxa, irmão... Você não fez nada de errado."
Fiquei com vergonha do alívio que senti, me acertou como um soco.
"O que foi?", perguntei, bem mais relaxado.
"Você ficaria de boa em chupar meu pai também?", ele perguntou. "Eu meio que quero ver isso. Você é um chupa-pau incrível. E eu amo como ele nos olha. Ele fica excitado pra caralho."
Eu já tinha pensado no pau do pai dele, mas nunca falei nada porque achei que seria estranho demais. Mas o Wilson era muito mais corajoso que eu.
"Eu faço o que você quiser, cara", eu disse.
"Você é um bom chupa-pau, não é?"
Eu assenti. "Sim, senhor."
"Então você tá de boa com isso?"
"Tô", eu disse.
"Você é a melhor putinha que eu já tive", ele disse, rindo. "Vou contar pro meu pai. Aposto que ele vai ficar animado."
No dia seguinte, foi o Jorge quem abriu a porta pra mim. "Ei, garoto", ele disse. Quando eu estava dentro da casa, ele se virou pra mim. "Você prefere ir pro quarto ou pra sala?"
"O Wilson tá aí?"
"Ele nos deu um pouco de privacidade."
"Ah", eu disse.
"Tá tudo bem?"
"C-claro..." Eu estava nervoso. O Jorge era um cara pequeno, mas era bem intimidador. Ele não era o filho. Não era jovem e durão, não ia na academia, não tinha músculos. Mas havia uma aura de masculinidade nele que tornava todo o resto dispensável. "O quarto é bom", eu disse.
O Jorge colocou a mão na minha bunda.
"Vamos, então." Ele falou enquanto andávamos. "O Wilson acha que você não é realmente um boiola. Lembra quando eu tive que dizer pra ele que você queria chupar o pau dele?"
Eu corei. "Eu..." Não tinha palavras. Meu pau estava duro e pulsando.
"Eu tenho tentado dizer pra ele que você também quer dar o cu, mas ele não me escuta."
"Eu não sei se..."
"Qual é... do jeito que você arqueia as costas pra ele. Eu já vi putas de verdade que fazem menos que você pra impressionar caras."
Eu dei de ombros. "Acho que ele não me quer assim."
―Eu aceito.
Eu tremi. Desta vez fomos para o quarto dele, com uma cama muito melhor, maior e muito mais confortável, com lençóis brancos e grossos. Senti o cheiro inconfundível de homem, sabendo que era do Jorge. Era parecido com o do Wilson, mas tinha uma diferença.
Fiquei nu na frente dele. Deitei-me de costas e meu pau estava duro e em pé.
Ele passou a mão pelo meu torso. ―Você sabe como é gostoso? ―perguntou.
Logo eu estava por cima dele, uma perna sobre as pernas dele, enquanto ele colocava a mão na minha bunda. Eu estava muito confortável contra o peito dele.
Meu pau estava esmagado contra a coxa dele, mas ele não se importava. Eu tinha certeza de que ele podia sentir a intensidade da minha ereção. Eu também estava me contorcendo muito, latejando com muito sangue quente correndo pelas minhas veias. Mal podia esperar para chupá-lo, mas ao mesmo tempo, tinha que esperar... porque eu queria que ele me dissesse o que fazer.
Ele ainda estava vestido.
Ficamos nessa posição por um bom tempo, até que ele mandou eu me levantar.
―Mostra sua bunda.
―Assim?
―Abre ―disse ele. ―Abre suas nádegas, isso mesmo, deixa eu ver. Ele tocou minhas nádegas e as abriu bem, quase me machucando. ―Hmmm, uma cereja rosa ―disse, e o jeito que ele falou me fez tremer. ―O que o Wilson diria se te visse agora...
Senti minhas bochechas queimarem. Mas ainda assim não vacilei. Mostrei minha bunda pra ele, entreguei a ele.
―Eu disse ao meu filho que ia fazer de você meu chupador de rola... mas estou pensando em pular essa parte.
―Senhor... ―eu ia protestar, mas ele agarrou meu cabelo.
―Isso mesmo, você me chama de senhor.
A cama era perfeita para o pai do Wilson me foder.
As mãos dele foram generosas na quantidade de fricção e lubrificação. Fui dedado até relaxar, o que significava que eu estava solto e pronto, escancarado para ele.
―Você tem sonhado com isso, não tem? ―perguntou enquanto me dedava.
―Sim, senhor.
―Você tem se dedado?
―Tenho, senhor.
―Você tem visto pornô, fritando seu cérebro com sexo anal?
Ai, meu deus, o dedo dele... ―Porra, sim, senhor, tenho sim!
Ao final da sessão de dedadas, eu estava babando, literalmente, babando como um idiota. Mal podia esperar para ter uma rola lá dentro.
Ele me deu. Começou esfregando a cabeça, me dando uma boa tortura. Ah, mas ele me fez implorar por uma boa estocada ali. Pisquei meu buraco para ele. Ele estava me deixando louco. Então ele empurrou para dentro, indo devagar mais fundo, enfiando a faca sem piedade.
Quando entrou, ele começou a me foder de verdade.
Ele batia na minha bunda. Não parava de me chamar de garoto, dizendo que eu era um bom menino, que eu estava fazendo um bom trabalho.
Então, por um tempo, ele desacelerou as estocadas. Entrava em mim como se estivesse acariciando meu buraco.
De repente, ele investiu com força, me fazendo gemer alto. ―Ah, porra!
Ele fez isso muitas vezes. Estocadas lentas, fazendo amor, e então, de repente, um frenesi cruel e implacável.
Os barulhos que eu fazia eram vergonhosos até para mim, embora eu não conseguisse parar. Eu me sentia como um puto.
Enquanto ele me fodia, meu pau e minhas bolas roçavam na cama dele, e era impossível não gozar. Ele não se incomodou com meu gozo nos lençóis dele.
―Vou fazer você gozar de novo ―disse ele.
Ele saiu, bateu nas minhas nádegas, abriu-as e se inclinou para olhar seu trabalho. Fui forçado a morder o travesseiro, senão ia desmaiar de tanto prazer.
Então ele foi fundo de novo. Ele balançava as coxas rapidamente, e eu podia sentir cada estocada violenta. Um ataque. Lá no fundo, eu sabia que ele estava me arruinando. Não tinha mais volta disso.
Claro que ele me fez gozar de novo.
―Eu quero muito gozar dentro ―disse ele, e eu não tinha forças para dizer não, mesmo que quisesse.
Senti ele latejando dentro de mim enquanto ejaculava, cada vez me dava um arrepio de prazer, pois eu sabia que ele estava derramando sua semente branca e espessa dentro de mim, me mudando para sempre. Ele me deixou, gozado. Escorreu lentamente de mim, descendo pela minha racha. Eu empurrei de dentro, fazendo jorrar pelo meu buraco aberto e inchado. E mesmo assim, parecia que galões do gozo dele ainda estavam dentro de mim.
―Vem aqui ―disse ele calmamente, e eu obedeci tão rápido... como se não tivesse forças para resistir. Ele me deitou de costas, levantou minhas pernas, expôs meu buraco e me fodeu de novo, indo fundo, enquanto me olhava fixamente nos olhos. Eu balancei a cabeça para ele, dando minha bênção para me destruir, destruir meu pobre buraco escancarado e cheio de porra. ―Bruno, meu garoto ―disse ele.
De alguma forma, falar meu nome daquele jeito tão gentil, em vez de termos horríveis e ofensivos, era muito mais cruel, muito mais íntimo para mim. Eu queria chorar.
―Por favor, senhor! ―chorei. ―Por favor, diga ao Wilson para me foder também.
―Ah, ele vai ficar feliz em fazer isso ―disse Jorge. Abri os olhos e olhei para ele. Ele estava sorrindo em direção à porta. Seu filho estava lá, nu, duro, se masturbando.
O pau do Wilson parecia inchado e roxo, nunca tão duro.
O pai dele saiu da minha bunda e foi até a boca. Provei do gozo dele. Chupei-o enquanto olhava direto nos olhos do Wilson. Minha bunda estava exposta, meu buraco escancarado para ele. Wilson caminhou lentamente até mim.
―Jesus, pai ―disse Wilson. ―Você acabou com ele, olha esse buraco, coitado.
―Eu te disse que se você não fizesse, eu faria.
―Pobrezinho ―disse Wilson, me dedando. O dedo dele entrou como se não fosse nada. Mas eu ainda tremia e gemia de boca cheia. ―Deus, mas isso é excitante.
―E isso é só o começo ―disse Jorge.
―Ouviu isso, amigão? ―disse Wilson. ―Você é nossa putinha agora.
Tive que parar de chupar para responder.
―Sim, sim, sim.