Contos eróticos para ler inteiros.

Interraciais

Você Não É Meu Pai de Verdade

DalianeSasaki15 min

Aquele dia em que cheguei do trabalho mais cedo mudou minha vida. Eu sei, eu sei. Você já ouviu isso antes. Mas esta não é apenas mais uma história. Isso realmente aconteceu.

Eu estava de muito bom humor naquele dia, pensando que teria a casa só para mim durante a tarde, enquanto minha esposa, Karen, estava no trabalho e minha enteada, Melody, na faculdade.

Quando entrei na garagem, porém, vi imediatamente um Chrysler 300 familiar. Ele pertencia ao namorado de Melody, Dontrell. O carro era elegante, musculoso e preto, muito parecido com seu dono. Dontrell era um negro de constituição poderosa, um running back do time de futebol americano da Beaver Brook College.

Percebendo que minha tarde solitária tinha ido por água abaixo, estacionei ao lado do "Bentley de pobre" e entrei pela porta lateral. Notei de imediato que a casa estava em silêncio. Silêncio demais. Era uma sensação estranha, como a calmaria antes da tempestade. Eu ia anunciar minha presença quando ouvi Melody gritar do fundo do corredor.

"Isso, isso!! Ai, meu Deus! Isso! Bem aí! É tão bom!"

Andei pelo corredor, parei na porta do quarto de Melody e ouvi Dontrell grunhir como se estivesse se esforçando muito.

"É, sua puta! Você gosta quando o Trem-D te fode na cama do seu papai, não gosta?"

Fiquei pasmo. As vozes vinham do quarto principal! Meu rosto ficou quente de uma mistura de raiva e humilhação, mas não corri para o quarto nem derrubei a porta. Em vez disso, fui silenciosamente pelo corredor e espiei no meu quarto, fazendo o possível para não ser visto.

"Ele não é meu pai de verdade, mas eu ADORO! Me fode, Trem-D! ME FODE!"

Não conseguia acreditar na cena diante de mim: minha esbelta enteada sendo martelada como uma prostituta na minha cama! A cabeça dela balançava para os lados, o cacete enorme do negrão abrindo bem seus delicados lábios vaginais. Notei que o pau dele tinha a grossura do meu pulso e estava brilhante com os fluidos de Melody enquanto mergulhava de novo e de novo em sua boceta faminta.

Meu pau ficou duro como pedra. Nunca tinha pensado na minha enteada de 19 anos daquele jeito, mas agora, vendo-a se debater sob o peso daquele negão grande, não consegui me controlar. Abri as calças e liberei meu membro, notando como era pequeno e pálido comparado à enorme besta negra que sondava as profundezas da boceta de Melody.

"AI, MEU DEUS!" ela berrou. "ISSO! TÔ GOZANDO! ME FODE! TÔ GOZANDO!"

Melody se atirou contra o amante negro. O jovem investiu com ainda mais força, encontrando cada estocada.

"Isso aí, sua putinha! Você adora cacete preto, não adora?"

"SIM! SIM!"

"Vou gozar na sua bocetinha apertada. Tá pronta pra minha porra, vadia?"

"SIM! ME ENCHE, AMOR! FAZ ISSO! FAZ!"

Só de pensar na boceta da minha linda enteada cheia da porra de um negro, cheguei ao limite. Meu próprio pau teve um espasmo de repente, esguichando uma pequena carga no chão do corredor.

Enquanto isso, o enormenegão estava derramando sua própria carga no corpo contorcido da filha da minha esposa. Ela gritou, apertando o corpo contra o dele, as virilhas se esfregando. Ela gozou de novo enquanto ele esvaziava as bolas no ventre jovem dela.

Eu os observei por um tempo, beijando-se e conversando baixinho na minha cama. Logo, o pau do negro amoleceu e ele o puxou para fora, com porra branca e grossa escorrendo no edredom. Eu sabia que, se aquilo tudo estava saindo dela, devia ter muito mais dentro do útero.

Melody tinha um olhar sonhador, com as pálpebras pesadas, no rosto jovem e bonito. Mas Dontrell não a deixou descansar. Quando minha enteada, bem fodida, tentou ficar mais confortável, ele exigiu que ela voltasse ao trabalho.

"Você não terminou, vadia," ele disse asperamente. "Limpa meu pau."

Saí cambaleando de casa, com os pensamentos em turbilhão. Ainda não conseguia acreditar que a cena tinha me excitado tanto. Só de pensar na pele pálida da minha enteada contra aquele corpo negro reluzente tinha sido o suficiente para me fazer gozar. Eu já tinha lido sobre isso antes, mas até aquele momento não tinha percebido como sexo entre negro e branca podia ser excitante.

Naquela noite, foi difícil não ficar encarando Melody, imaginando-a sacudindo na minha cama com um cacete preto e grosso martelando a boceta. Estava tão envolvido em meus pensamentos que mal notei minha esposa discutindo com a filha.

"Eu só acho que você não deveria mais ver Dontrell."

"Mãe, por favor! Você está sendo tão racista!"

"Não é por ele ser negro, Melody! Ele é muito mais velho que você e não acho que seja um relacionamento saudável. Certo, David?"

Quase perdi a pergunta. Minha mente estava no "relacionamento" de Melody com o jovem negro. Com certeza tinha parecido saudável naquela tarde.

"David?"

Saí do meu devaneio. Pessoalmente, não via nada de errado no "relacionamento" de Melody. Na verdade, depois do que eu tinha testemunhado naquela tarde, eu era totalmente a favor de minha enteada continuar vendo o negão.

"Não sei, querida. Afinal, Melody tem 19 anos. Acho que ela pode tomar as próprias decisões, não acha?"

Karen ficou atônita. Eu sempre concordava com ela nas questões sobre Melody. Agora, eu estava tomando o partido da filha na discussão.

Melody ficou encantada e bateu palmas como uma garotinha. Correu até mim e jogou os braços no meu pescoço, me beijando na bochecha.

"Obrigada, papai."

Meu pau se mexeu dentro das calças. Melody sorriu e saiu do quarto, me deixando com o olhar furioso da mãe.

"Como você pode aprovar o relacionamento dela com aquele... aquele..."

"Aquele cri--," sugeri, sem intenção de dizer a palavra.

"Não diga isso!" minha esposa me repreendeu. "E não seja presunçoso. Você sabe como as pessoas vão olhar para ela. Meu Deus! E se ela engravidar, David?"

Minha mente voltou ao cacete preto do Trem-D saindo da boceta de Melody e à enorme quantidade de porra que escorreu.

"Escuta, Karen. Ela vai ver ele, quer a gente permita ou não. Brigar com ela só vai fazer com que ela queira mais ainda ficar com ele."

Karen ainda não estava feliz, mas não discutiu mais. Em vez disso, deitada ao meu lado na cama naquela noite, senti seu silêncio como a forma de levar a briga para o quarto. Normalmente, isso teria me incomodado, mas naquela noite me virei e pensei em Melody e Dontrell transando loucamente na mesma cama horas antes.

***

Não dormi muito naquela noite, meu pau dolorosamente duro. Finalmente, por volta das 3h30, fui sorrateiro ao banheiro aliviar a pressão. Bati uma punheta rápida, esguichando minha carga na privada. Me senti melhor e consegui dormir umas duas horas.

Ainda assim, fui inútil no trabalho no dia seguinte. Estava cansado e meus pensamentos sempre voltavam à minha jovem enteada. Por fim, parei de fingir que trabalhava, disse ao meu chefe que estava doente e fui para casa.

Quando cheguei, vi o 300 na garagem, estacionado na frente da porta fechada. Meu pau já estava enrijecendo na expectativa de ver minha enteada com o negão. Talvez eu conseguisse vê-la chupar o cacete dele!

Entrei em casa furtivamente, na ponta dos pés, indo até o quarto principal, parando para escutar nas portas e ter certeza de que Melody e Dontrell não tinham decidido transar em outro lugar. Todos os quartos estavam vazios. No fim do corredor, a porta do meu quarto estava aberta.

Quando me aproximei da porta, ouvi a voz grave de Dontrell.

"Isso aí, vadia! Você sabe que quer esse cacete, agora chupa!"

Minha garganta se apertou e eu estava prestes a olhar para dentro do quarto quando ouvi a voz de uma mulher.

"Dontrell, não podemos. Isso é errado. Sou uma mulher casada."

Parei, sentindo um frio na barriga de repente. Comecei a respirar pesado. Reconheci a voz... e não era da minha enteada.

"Vamos, Sra. Coulson. Você tá com ciúmes da sua filhinha gostosa desde que ela começou a dar pra mim. É por isso que você quer que ela pare de me ver. E quanto ao seu marido bundão, eu sei que ele não tem nada comparado a isto!"

Mãos invisíveis agarravam minha cabeça, me forçando a olhar para dentro do quarto. Eu já sabia o que veria. Vi minha esposa, sentada na beirada da cama, o corpo pálido coberto por um sutiã e calcinha brancos finos. De pé sobre ela estava Dontrell, sua enorme cobra negra balançando entre as pernas. Minha esposa ofegou.

"Ai! Meu Deus! Eu não fazia ideia de que era tão GRANDE!"

Seus olhos estavam arregalados, hipnotizados pelo cacete enorme.

"É, vadia! Me diz que você quer esse cacete!"

Eu ansiava por ouvir minha esposa dizer ao jovem que não tinha nenhum interesse no cacete dele, mas ela não disse nada. Em vez disso, sua mãozinha branca se moveu para frente, enrolando-se lentamente ao redor da haste monstruosa. O pau dele de repente saltou na mão dela e ela riu.

"Ai, meu Deus! Ele está vivo!"

Karen começou a acariciar lentamente o monstro negro, hipnotizada pelo seu peso escuro na mão. Logo, ele ficou duro, apontando para os lábios rosados da minha linda esposa. O anel de noivado de diamante com o qual a pedi em casamento brilhava intenso contra a pele ônix dele.

"Você quer chupar, não quer, Sra. Coulson?"

O uso do nome de casada de Karen doeu fundo, lágrimas vindo aos meus olhos. Minha esposa balançou a cabeça lentamente, olhando para o rosto do garanhão com penetrantes olhos azuis.

"Não posso fazer isso. Nunca chupei um tão grande antes."

Dontrell riu.

"Bem, já tá na hora de você chupar o cacete de um homem de verdade. Agora, chega de perguntar!"

Karen olhou para o cacete de novo, a cabeça pingando um líquido pré-gozo viscoso. Então, eu a vi fazer algo que nunca tinha feito antes. Sua língua rosada saltou da boca e ela lambeu o lábio superior, deixando-o molhado. Ela se inclina para frente, beijando a ponta bulbosa do pênis de Dontrell, sugando o pré-gozo.

O movimento sensual me fez esquecer, por apenas um segundo, que aquela era minha esposa outrora fiel. Senti meu pau pulsar dentro das calças e uma onda de vergonha me lavou. Como aquilo podia estar me excitando? Eu deveria ter entrado correndo e tirado o negro de cima da minha esposa, mas ele era grande. Odeio admitir, mas fiquei com medo dele.

Impotente, continuei grudado no lugar enquanto o beijo sensual da minha esposa se transformava em uma lambida furiosa, lavando toda a extensão do cacete dele, deslizando a boca até o saco escrotal pendular e depois voltando à cabeça enorme.

"É, sua vadia!" O amante negro zombou. "Meu cacete fica tão lindo contra seu rosto. Você é muito melhor nisso do que sua filha."

"Por favor, não mencione minha filha."

A voz de Karen era suplicante, os olhos cheios de vergonha. O negro apenas riu e deu um tapa com o cacete pesado na bochecha dela.

"Vai se foder, puta! Eu falo o que quiser. Você não passa de uma branquela vadia agora, implorando por um cacete preto bem grande. Agora me diz que quer chupar esse cacete de crioulo!"

Minha esposa olhou para o chão. Dontrell segurou a cabeça dela para poder olhá-la nos olhos.

"Fala, vadia! Me diz que quer chupar esse cacete de crioulo! Fala agora, ou vou embora!"

Meu coração se partiu quando ouvi a voz suave de Karen começar a implorar.

"Por favor, não vá. Eu quero chupar esse cacete de crioulo."

"Fala de novo!"

"Eu... eu quero chupar esse cacete de crioulo," minha esposa gaguejou.

"É melhor mesmo, vadia! Abre a boca!"

Fiquei pasmo quando minha esposa abriu a boca para engolir a haste enorme. Não conseguia acreditar que ela o estava chupando na nossa cama. Eu sabia que tinha perdido minha esposa, mas ainda não conseguia mover as pernas.

"Essa é uma boa vadia!"

Dontrell gemeu enquanto enfiava seu cacete enorme no rosto da minha esposa, gemendo enquanto ela se esforçava para colocar o máximo possível na boca. Pelo tamanho dele, não era muito, mas pelo jeito que ele gemia, devia estar uma delícia. Dontrell queria mais, porém, e empurrou o cacete ainda mais para o fundo até que minha esposa outrora fiel estava engasgando no comprimento imenso, tossindo cuspe na haste enorme e pelo queixo. Mesmo assim, ela nunca tentou recuar, querendo agradar seu jovem garanhão. Continuou enfiando aquele cacete no rosto até eu pensar que ela ia desmaiar!

Finalmente, ele deixou minha Karen respirar, empurrando-a com força de costas. Abrindo bem as pernas dela, ele começou a enfiar o cacete na boceta da minha esposa.

"Ai, Deus! Dontrell, seu cacete é tão grande! Nunca tive um tão grande antes!"

Me senti humilhado ao ouvir Dontrell rir.

"Seu maridinho branco não tem um cacete grande o bastante pra você, tem, vadia?"

"Não mais! Enfia esse cacete grande em mim! Vamos, Dontrell, me fode! Quero sentir ele todinho!"

Eu estava tonto, com o som da minha esposa vomitando obscenidades para o amante negro ecoando nos meus ouvidos. Comecei a me virar da porta quando senti uma presença atrás de mim. De repente, fui empurrado contra o batente da porta, mãos suaves me envolvendo, circulando minha cintura. Ouvi uma voz suave no meu ouvido.

"Gostou do que viu, papai?"

Não disse nada, mudo de choque com a presença da minha enteada esfregando o corpo firme nas minhas costas. A língua molhada dela saiu e roçou minha orelha.

"Não fique tão surpreso, papai." Melody sussurrou. "Eu sabia que você estava aqui ontem, e sabia que você voltaria. Achei que era uma boa hora para mamãe e meu namorado terem uma conversinha. O Trem-D sabe mesmo como manter uma conversa, não sabe?"

"É, vadia, vou te foder agora!"

Dontrell enfiou o cacete com força no corpo trêmulo de Karen. Eu gemi baixinho, minha humilhação completa. Minha esposa abriu ainda mais as pernas, escancarando-se para permitir que mais do comprimento de Dontrell desaparecesse em sua boceta molhada.

"A mamãe gosta desse cacete. Quem não gostaria, não é mesmo, papai?"

Melody riu, deslizando a mão para minha virilha. Ela notou que meu pau estava duro, esfregando contra o tecido das calças.

"Parece que você também gosta, não gosta, papai? Eu sabia que você ia gostar."

Ela abriu o zíper da minha calça jeans. Tentei me mexer e a voz dela ficou fria.

"Não se mexa, papai! Se você fizer, vou contar a todo mundo como você adora ver um cacete preto bem grande foder sua esposa. Você e a mamãe não vão mais poder sair nesta cidade."

Eu não conseguia acreditar na garota malvada que minha enteada tinha se tornado. Ela tinha armado aquilo, sabendo que eu veria Karen com o namorado negro, sabendo que aquilo me excitaria. Ela tinha abaixado minhas calças. Começou a esfregar meu pau com força na mão.

Na cama, Karen estava agora de quatro, se esfregando vigorosamente contra o amante negro, gritando de paixão. Dontrell tinha uma mão na bunda dela, mantendo-a firme enquanto a aterrava no colchão.

"AI, MEU DEUS! ISSO! ME FODE, DONTRELL! VOCÊ É TÃO BOM PRA CARALHO!"

"Isso mesmo, Sra. Coulson. De agora em diante você vai me deixar foder sua filha a hora que eu quiser, não vai?"

"SIM! SIM! QUALQUER COISA!"

"E eu vou te foder a hora que eu quiser, não é mesmo, vadia?"

"SIM! ME FODE A HORA QUE QUISER! FAZ ISSO!"

"E quanto ao seu marido bundão?"

"ELE NÃO CONSEGUE ME FODER ASSIM! EU QUERO UM HOMEM DE VERDADE!"

"Ouviu isso, papai?" Melody sussurrou, "adeus, amor verdadeiro."

Minha enteada me bateu uma punheta com mais força. Apesar da náusea que eu sentia, meu pau começou a latejar incontrolavelmente. De repente, esguichei minha carga na parede. Melody soltou meu pau chorão, limpando a mão nas costas da minha camisa.

"Bem, papai, espero que tenha gostado. De agora em diante, você vai ter que se virar sozinho."

Com isso ela me deu um tapa na bunda e foi embora, meu pau patético murcho e inútil. No meu quarto, minha esposa infiel estava tendo um orgasmo bem vocal.

"AI, PORRA! ISSO, TÔ GOZANDO, AMOR! NÃO PARE! ME FODE COM ESSE CACETE DE CRIOULO! ME FODE COM ESSE CACETE DE CRIOULO! PORRA! ISSOOOO!"

"Vou gozar também, vadia, bem na sua boceta de casada!"

"ISSOOO! ENFIA ESSA PORRA NESSA BOCETA! PORRA, ISSO! ESSA BOCETA É SUA AGORA, AMOR! ME DÁ ESSA CARGA!"

Dontrell não conseguiu mais se segurar. Eu vi quando a bunda dele se retesou, esvaziando suas bolas enormes de cada gota de sua semente. Depois do que pareceu uma hora, ele puxou para fora, o cacete coberto de porra. Esfregou a cabeça grossa na bunda cremosa da minha esposa, deixando um rastro gosmento.

Eu me afastei sorrateiro da porta, os gritos de luxúria da minha esposa ainda ecoando pelos corredores do nosso lar outrora feliz. Saí de casa e acabei num bar, ficando bêbado. Não sei o que fazer agora. Minha esposa e minha enteada são ambas escravas do cacete daquele bastardo negro. Podem até estar grávidas.

Pedi um Lagavulin single malt e o entornei goela abaixo, depois levantei o dedo, fazendo sinal para o barman que preciso de outro.

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