Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

Vendo em Dobro

sadraque8718 min

Aviso: Toda atividade sexual é entre personagens maiores de 18 anos. Espero que gostem...

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Eu estava namorando a Amy há umas cinco semanas, e já tínhamos passado de encontros semanais para dois por fim de semana, até quase todas as noites. Ela tinha 26 anos contra meus 28, 1,65m, loira de cabelos longos e porte atlético. Nós nos conhecemos numa balada, e depois de dançarmos juntos por duas horas, ela me deu um número de telefone que acabou não sendo falso, e aceitou quando liguei convidando-a para jantar no fim de semana seguinte.

Mas ainda não tínhamos transado. Geralmente, eu só precisava de cinco ou seis encontros para levar uma garota pra cama, mas com a Amy já íamos para doze, e eu ainda não tinha passado da segunda base. A gente saía, tinha um encontro incrível, fosse jantar, dançar ou ir ao cinema, rachava o bico a maior parte do tempo e ficava pelo menos uma hora se agarrando no meu carro em frente ao prédio dela, antes de ela dar boa noite e sair. E vou te contar, era um par de peitos glorioso de brincar, copa C com mamilos grossos, e eu percebia que ela tinha pequenos orgasmos com a estimulação, mas ela empurrava minha mão se esta passasse mais para o sul e dizia "Ainda não.". Mas nunca parecia que ela estava de cu doce, mesmo que minhas bolas doessem depois de algumas daquelas noites e eu tivesse que me masturbar para conseguir dormir.

Era mais como se ela estivesse esperando algo, algo que lhe desse permissão para ir adiante. Eu não sabia o que era, mas estava disposto a descobrir. Já estava me apaixonando e não havia jeito de eu estragar isso sendo exigente demais. Na verdade, eu até tinha olhado umas joalherias, porque sabia que o aniversário dela estava chegando. Não um anel de noivado, ainda não, mas achei que um colar ou uns brincos legais seriam um bom passo nessa direção.

Era uma terça-feira, e ela me mandou uma mensagem dizendo que queria se encontrar depois do trabalho na praça de alimentação do shopping perto do meu escritório, e a gente veria quais filmes estavam em cartaz para assistir ou decidir aonde ir. No final da mensagem, ela disse "Te amo!". Ainda não tínhamos dito essas palavras cara a cara, então imaginei se a Amy tinha encontrado sua permissão. Tomara que sim, meu pau precisava de alívio.

Terminei meu trabalho de programação por volta das seis e mandei uma mensagem rápida para a Amy dizendo que estava a caminho. O shopping ficava a só dez minutos do trabalho, mas eu esperava terminar lá pelas cinco e meia. Mas quando você está depurando código, às vezes tem que resolver um problema ou vai pensar nisso a noite toda.

Enfim, estacionei o carro e entrei no shopping. Levei só cinco segundos para avistá-la, perto do restaurante chinês. Ela estava usando uma blusa azul que eu já tinha visto nela, e eu caminhei até lá, inclinei a cabeça, levantei o queixo dela e dei um beijo de língua de dez segundos.

"Ahem," ouvi à minha direita. Virei os olhos e vi a Amy me olhando com uma expressão divertida, usando uma blusa vermelha com o mesmo estilo de jeans. "Que diabos?" pensei. Rompi o selinho no meio e olhei para baixo... para a Amy. Ou pelo menos achei que fosse. Meu coração deu um salto e precisei de dois segundos para a lâmpada acender, depois explodir. "Ah, meu Deus, você tem uma gêmea?"

"Garoto esperto, Josh," disse a Amy de vermelho. "Então você quer dar à sua namorada pelo menos uma saudação tão boa quanto a que acabou de dar à minha irmã Kate?" Eu me inclinei sobre ela do mesmo jeito e fiz o meu melhor para superar o primeiro beijo. Parei quando o primeiro gemido escapou da garganta da Amy. Estávamos em um lugar público e dava para ver que todo mundo, e eu disse todo mundo, estava nos encarando naquele momento.

Sentei do lado oposto da mesa às duas garotas e fiquei olhando de uma para a outra por uns vinte segundos, procurando alguma diferença entre os rostos. Sem sardas, sem cicatrizes, os cabelos do mesmo comprimento e estilo. Percebi que estava em choque e finalmente falei. "Sinto muito, Kate. Vocês duas são exatamente iguais. Não consigo ver uma única diferença."

Amy riu. "A maioria não consegue. Nossos pais tiveram que nos dar brincos com estilos diferentes quando éramos bebês para saber quem era quem, e às vezes brincamos com eles que nos confundiram antes disso, então eu posso ser a Kate, e ela a Amy."

Kate estendeu a mão e tocou a minha, e disse: "Não precisa se desculpar, Josh, aquele beijo valeu a pena pelo pequeno constrangimento. Você beija muito bem."

Conversamos por meia hora, sobre as infâncias delas, nossos respectivos empregos (Kate como assistente administrativa numa empresa de marketing aqui em Boston, Amy como gerente numa Macy's do subúrbio, eu como programador para uma seguradora), quando fiz a pergunta que selaria meu destino para sempre: "Então, ouvi falar que gêmeas idênticas às vezes trocam de lugar em encontros com os namorados. Vocês duas já fizeram isso?"

Elas se olharam por um segundo, depois deram as mãos, e em uníssono disseram: "Sempre."

Minha cabeça girou, minha visão escureceu um pouco, enquanto olhava para as duas. "Então... quer dizer... ah, céus... eu estive namorando as duas?"

Balançando a cabeça rapidamente, disseram em uma só voz: "Isso!"

Amy (ou pelo menos achei que fosse, agora não tinha certeza) começou: "Josh, na verdade fazemos isso..."

(Kate) "...desde os 16."

(Amy) "Quando um cara chamava uma de nós para um segundo encontro..."

(Kate) "...a gente trocava..."

(Amy) "...e via se ele percebia."

(Kate) "Só que ninguém..."

(Amy) "...jamais percebeu..."

(Kate) "...nem mesmo os caras que sabiam..."

(Amy) "...que éramos gêmeas."

Tive que fechar a boca com a mão. "Ah, meu Deus, vocês até completam as frases uma da outra?"

(Em uníssono) "Todas as gêmeas idênticas não fazem isso?" Elas riram.

"Então... o que acontecia depois do segundo encontro?"

(Amy) "Às vezes, nós duas decidíamos..."

(Kate) "...não levar adiante..."

(Amy) "...ou decidíamos continuar para..."

(Kate) "...ver quem gostava mais dele."

"E se não fosse a que ele pensava estar namorando?" perguntei.

Amy riu. "Você ficaria surpreso como 'Acho que minha irmã gosta mesmo de você' funcionava bem durante um término, para fazê-lo chamar a outra."

(Kate) "De qualquer jeito, depois éramos exclusivas..."

(Amy) "...com o cara, até onde durasse."

Kate corou antes de dizer: "Na verdade, nós duas perdemos a virgindade com um garoto chamado Brad assim, depois de completarmos 18. Eu deixei ele me foder num dos meus encontros com ele, mas terminei no dia seguinte depois de uma discussão e contei que a Amy achava ele gostoso, e três encontros depois, ela também foi para a cama com ele..."

(Amy) "...aí a mamãe descobriu o que estávamos fazendo e nos deu um sermão por uns dois dias. Na verdade, ela não nos proibiu de fazer troca-encontro, mas..."

(Kate) "...nos fez prometer duas coisas — que jamais dormiríamos com um cara se as duas ainda estivessem secretamente namorando ele..."

Eu soube na hora por que estava estacionado na segunda base, com não uma, mas duas garotas. Obrigado, mãe.

(Amy) "...e jamais machucá-lo ou uma à outra de propósito por ciúmes."

"E vocês já contaram a algum cara que estavam as duas namorando ele?"

(Em uníssono) "Você é o primeiro."

"Por que estão me contando, e vão me dizer qual de vocês gosta mais de mim?"

(Amy) "Por que estamos contando?"

(Kate) "Porque não conseguimos escolher. Você é o primeiro cara com quem fizemos troca-encontro tantas vezes..."

(Amy) "...e nós duas achamos que estamos nos apaixonando por você..."

(Kate) "...o que nunca aconteceu antes."

(Amy) "Decidimos que precisávamos contar..."

(Kate) "...para VOCÊ escolher."

"Então, como eu deveria fazer isso? Eu achava que estava pronto para dizer 'eu te amo' também, mas agora não sei para qual de vocês dizer. Presumo que tive meia dúzia de encontros com cada uma e realmente não percebi que eram duas garotas diferentes. Isso significa ou que vocês são muito boas em imitar uma à outra, ou que eu sou um cabeça-dura, e não acho que sou burro. De qualquer forma, estou com dificuldade em pensar em diferenças entre vocês, mesmo com as duas bem na minha frente."

(Em uníssono) "Mas precisamos que você escolha!"

"Como? Vocês claramente sabem como esconder as diferenças entre si, fisicamente e até emocionalmente. Como vou saber quais partes são reais e quais são encenação? Ou são realmente tão iguais? Acho que muitos caras ficariam muito putos com vocês por isso, mas por algum motivo eu não estou. Porque meu coração diz que as partes das duas que mais gosto são provavelmente as reais, e características que vocês realmente compartilham."

(Em uníssono) "Obrigada por não estar bravo."

"Olha, não vou escolher esta noite. Quero que a gente saia em vários outros encontros, tanto separados quanto nós três juntos, se vocês prometerem largar a encenação e serem vocês mesmas, para eu poder descobrir onde são verdadeiramente diferentes, e assim ter alguma base para uma escolha."

Fiz uma pausa. Deveria dizer aquilo que acabava de pipocar na minha cabeça? Decidi arriscar. "Ou talvez eu acabe decidindo que amo as duas e peça para as duas ficarem na minha vida. Nós três juntos. Vocês aceitariam isso como resposta, se for o que eu quiser?"

Elas pareceram chocadas por um breve instante. Ainda estavam de mãos dadas, e vi cada uma apertar a mão da outra, como se uma comunicação silenciosa passasse entre elas. Teria que descobrir se também eram telepáticas.

Amy disse: "Nesse caso, decidimos que não queremos mais que você escolha."

Kate estendeu a outra mão para segurar a minha. "Se você nos aceitar as duas, deixar a gente compartilhar você, nós queremos isso, mais do que pode imaginar. E prometemos, nada mais de encenação, apenas nós..."

(Amy) "...se você não se importar que a gente torça para você não conseguir decidir entre nós."

Eu me inclinei sobre a mesa para beijar cada uma delas por vez. Até beijavam igual. "Bem, acho que perdemos a sessão daquele filme que eu queria levar a Amy. Querem pegar comida pronta aqui e levar esta conversa para a minha casa, abrir uma garrafa de vinho e ver como as coisas vão?"

Pedimos vários pratos do restaurante chinês ao lado do qual estávamos sentados há uma hora. O dono, que tinha nos observado o tempo todo, até apontou o dedo para mim e falou que eu era um homem de sorte. Kate decidiu ir comigo no carro, com Amy seguindo no dela. Kate segurou minha mão no caminho, mas ficamos em silêncio, pensando cada um em seus pensamentos. Os meus estavam focados em quão duro meu pau estava naquele momento.

Eu tinha um sobrado de dois quartos, comprado com dinheiro de opções de ações quando trabalhei numa startup do Vale do Silício uns anos antes, antes de voltar para Boston, e usava o segundo quarto como escritório. Abri um Pinot Noir bacana e servi três taças grandes, esvaziando a garrafa. Sentamos na cozinha americana, realmente nos divertindo, enquanto eu começava a ver pequenas diferenças entre as garotas, agora que estavam se soltando comigo. Kate tinha a risada mais alta, mas Amy contava piadas melhores e franzia o nariz do jeito mais fofo quando eu a provocava sobre algo. Ela deu um tapa no meu braço quando perguntei se as duas gozavam quando eu brincava com seus peitos, depois me beijou e disse que era uma das coisas que ambas amavam em mim. Houve muitos beijos trocados e conseguimos terminar toda a comida e metade do vinho.

Sem sobras, joguei as embalagens vazias no lixo, enxaguei os talheres e pratos e coloquei na lava-louças. Amy perguntou: "Você tem Netflix na TV? A gente podia procurar um filme, já que era o que originalmente planejamos para hoje."

"Sim. Sei de uns dois filmes que acabaram de entrar no catálogo esta semana e que eu já teria visto se não estivesse saindo com vocês. E até são comédias românticas." Levamos nossas taças para a sala, quando as garotas pediram licença para ir ao banheiro, juntas. Deixaram as taças na mesa de centro em frente ao sofá. Eu sentei, liguei a TV e estava procurando um daqueles filmes quando elas voltaram do banheiro...

...usando apenas os cintos que seguravam suas calças jeans, um vermelho, o outro azul. Eu estava diante de duas visões de encanto, tudo idêntico, mamilos eretos, bocetas raspadas e parecendo muito molhadas. Meu pau reagiu e eu estava duro de novo antes que elas dissessem uma palavra. A garota do cinto vermelho disse: "Decidimos que, se você está bem em ter um ménage conosco, queremos começar hoje à noite. A regra da mamãe está oficialmente enterrada."

Eu não sabia mais quem era quem. "Você é a Amy ou a Kate?"

A de vermelho riu e disse: "Amy, uma sarda no quadril esquerdo," e apontou.

Kate apontou para o lado oposto: "Kate, duas sardas no quadril direito. Decidimos que vamos sempre usar essas cores nas roupas para você — vai ajudar a nos diferenciar?"

"Meninas, acho que devo ter morrido hoje, porque sinto que estou no céu e os anjos acabaram de chegar. Vocês são tão lindas! Se não se importam, acho que vou realmente, realmente curtir ficar confuso sobre quem é quem — vou ter que amar vocês igualmente e esperar que saibam que estou amando as duas. Devo deixar a TV ligada ou nos retiramos para o meu quarto?"

(Em uníssono) "Quarto. Agora. Mostre o caminho."

Assim que subimos as escadas e entramos no meu quarto, as garotas começaram a puxar minhas roupas, me deixaram nu em quinze segundos, então pularam na minha cama e deitaram de costas.

(Em uníssono) "Vem cá, lindo."

(Amy) "Vem nos foder, nos chupar..."

(Kate) "...o que você quiser. Deixe a gente compensar você por te deixar com bolas azuis por cinco semanas."

Eu engatinhei na cama e fui primeiro na Amy, acomodando meu rosto entre suas coxas e comecei a prová-la, lambê-la e chupar seus lábios, antes de ir para o clitóris. Senti um movimento na cama, e quando olhei para cima, vi Kate começando a abaixar sua boceta sobre a boca de Amy.

"Imagino que vocês sejam bi?"

Kate sorriu para mim e respondeu: "Só uma com a outra. Quando começamos essa história de troca-encontro, a gente contava cada detalhe de como os encontros iam, e descobrimos que nos excitava mais compartilhar o que os encontros tinham feito conosco em termos de beijos e tal do que os próprios caras nos excitavam. Uma coisa levou à outra, e somos amantes desde os 17."

Amy tirou a boca de lamber a irmã e disse: "Continuamos com a troca-encontro porque era um tesão quando estávamos juntas. Mas você é o primeiro cara que nos excitou mais do que uma à outra. Isso é especial para nós. Agora, volte ao trabalho, amor. Quero gozar muito esta noite!" E voltou a chupar Kate sem esperar resposta.

Eu estava tão excitado que realmente me dediquei à Amy, dando-lhe três orgasmos com a boca antes de subir e enfiar meu pau de quinze centímetros nela. Posso não ser comprido, mas me disseram que tenho uma espessura agradável, e Amy deve ter concordado, pois gemeu alto quando me aprofundei o máximo que pude.

"Ah, Deus, sim, fode!" ela gritou. "Vai, Josh!"

Minha posição deixou meu rosto diante dos seios de Kate, e comecei a chupar cada mamilo dela por vez, enquanto metia e tirava de sua gêmea. Vi Amy enfiar dois dedos na boceta de Kate, movendo-os no mesmo ritmo em que eu a fodia. Quando eu aumentava o ritmo, Amy fazia o mesmo. Quando eu desacelerava, movendo meus quadris em círculos, Amy acrescentava o polegar para esfregar o clitóris de Kate, novamente acompanhando meu ritmo. A ilusão de que eu controlava o que acontecia com Kate através do que eu fazia com Amy foi um tesão enorme.

Senti minhas bolas se apertarem e gritei: "Ah, vou gozar! Você quer dentro ou na sua barriguinha?!"

Ela gritou, obviamente no auge de outro orgasmo: "Dentro! Por favor, preciso sentir dentro de mim!"

Eu gozei, com a maior intensidade que me lembro de já ter gozado antes. Eu tirei o pau, deslizei para trás e para o lado um pouco, e comecei a chupar o peito de Amy, e esfreguei seu clitóris com a palma da mão para impulsionar seu orgasmo a alturas maiores. Ela gritou, com a língua dentro do buraco de Kate, e isso desencadeou em Kate um orgasmo de aparência linda, suas costas arqueadas e sua boca aberta sem som até que ela gritou "Amy, Josh, eu amo vocês dois! Ah, porra, porra, porra!" Ela desabou, se afastando da boca e dos dedos de Amy.

"Nós também te amamos!" Amy e eu dissemos em nosso próprio uníssono, e rimos.

Kate e eu deitamos em lados opostos de Amy, ajudando a limpar os fluidos de Kate do rosto de Amy, e os de Amy do meu, e eu já tinha recuperado minha ereção quando estávamos limpos. Hora de ficar sujos de novo.

Trocamos de posição, e eu conchei Kate e a penetrei por trás, metendo com firmeza mas devagar, enquanto Amy estava virada na frente dela, num 69, lambendo o clitóris de Kate, os lábios e a parte de baixo do meu pau conforme ele entrava e saía. Enquanto Kate chupava Amy, eu juntei um pouco dos fluidos de Amy, e os usei para esfregar seu cu, e gradualmente inseri um dedo em seu ânus.

"Seu menino safado!" ela guinchou, depois gemeu.

Eu perguntei: "Você já fez?"

"Não, mas acho que vou deixar você ser o primeiro, se prometer fazer com a Kate também."

Eu pensei por uma fração de segundo e disse: "Se é isso que ela quer. Não há razão para vocês duas gostarem das mesmas coisas igualmente. Vocês não estão mais fingindo ser uma a outra, lembram?"

Kate afastou a boca de mordiscar os lábios vaginais de Amy, e disse "O que a Kate quer é pelo menos mais três orgasmos e um monte das suas gozadas na minha boca e boceta! Agora para de falar e volta para o sexo!"

E foi exatamente isso que fizemos. Eu aumentei o ritmo, afastei o cabelo dela de lado para mordiscar seu pescoço, e estendi a mão ao redor para beliscar seu mamilo, causando o orgasmo #1. Ela gozou ainda mais forte quando Amy começou a dar pequenas mordidas em seu clitóris, entre longas lambidas que acariciavam tanto a boceta de Kate quanto meu pau. E o orgasmo #3 veio quando eu agarrei seus ombros e realmente comecei a meter com força nela e comecei a chupar seu lóbulo da orelha. Minhas bolas se contraíram de novo, e eu gozei de novo, a enchendo completamente.

Eu tirei o pau, e a língua de Amy imediatamente tomou meu lugar, buscando lamber toda a minha porra de dentro de Kate. Eu me recostei, e observei essas duas gêmeas amorosas continuarem a fazer seu amor incestuoso uma com a outra. Eu soube naquele momento que ia escolher as duas, me esforçar ao máximo para fazê-las felizes, e nunca deixá-las partirem.

No final da semana, já estávamos fazendo planos para as garotas se mudarem para minha casa, encerrando o contrato do apartamento de um quarto que elas tinham. Troquei minha cama Queen por uma King, com espaço suficiente para nós três dormirmos juntos sem nos sentirmos apertados, não que alguma vez dormíssemos sem nossos corpos estarem em contato uns com os outros.

Isso foi há cinco anos. A única dificuldade que já tive com nossa vida juntos foi um ano depois, quando comecei a pensar em casamento, mas sabia que nunca poderia me casar com apenas uma e deixar a outra sem o mesmo nível de compromisso. Mas finalmente decidi comprar alianças para as duas, perguntei se elas se considerariam casadas comigo. Você nunca ouviu um "SIM" mais alto na sua vida! Aí encontrei um pastor de mente muito aberta, marcamos uma cerimônia de compromisso para nós três, e revelamos nosso relacionamento às nossas famílias, que nos aceitaram muito bem. Pode não ser oficial para o governo, mas não nos importamos. O amor que sentimos uns pelos outros traz o melhor de nós, e isso é tudo que importa.

Minhas filhas, Rose, via Amy, e Melanie, via Kate, nasceram com duas semanas de diferença há dois anos, e Kate está grávida de novo, do meu primeiro filho, previsto para daqui a dois meses. As meninas chamam as duas de Mamãe. Acabamos de comprar uma casa de 4 quartos nos subúrbios, porque o sobrado estava ficando apertado demais. Recebemos olhares estranhos dos vizinhos quando nos mudamos, mas depois que eles nos conheceram, aceitaram que nosso amor é real e especial.

E eu ainda não consigo diferenciá-las no escuro.

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