Vamos, Tio Pt. 01 - O Tio se Muda
Encarei o espelho de corpo inteiro no meu quitinete pela última vez.
Que porra aconteceu com você?Sem emprego. Antes da pandemia, eu me virava trabalhando numa funilaria e fazendo bicos de marido de aluguel. Fui demitido da funilaria durante a pandemia. E depois que minha carteira foi suspensa pela segunda DWI, ficou difícil chegar nas casas pros bicos.
Sem mulher. Um solteirão de 42 anos. Nunca consegui manter o interesse por muito tempo.
Me olhei no espelho. 1,73m de altura. Cabeça ainda cheia de cabelo cacheado e macio, mesmo que a maior parte esteja grisalha. Talvez sejam os genes porto-riquenhos. Sobrancelhas fortes, uma barba por fazer, olhos castanhos suaves que sempre fisgavam as mulheres e traços faciais masculinos que ainda tinham um quê de juventude. Eu podia passar por um homem de 30 e poucos anos e definitivamente tentava. Minha pele morena clara, apesar de todo o trabalho ao ar livre, em garagens, debaixo de carros, em porões e quintais, mostrava poucas rugas e pouco desgaste para mais de 20 anos de trabalho braçal.
Ombros fortes, peitorais robustos onde qualquer mulher gostaria de deitar a cabeça, e bíceps e antebraços sólidos que claramente eram trabalhados diariamente. Pelos cobriam meus ombros, peito, braços e desciam pelo abdômen até os pentelhos. Nunca acreditei nessa moda de depilar homem. Não tinha barriga de cerveja, mas tinha o estômago de quem comia bem e gostava de beber. Eu não era mais tão definido quanto antes.
O quitinete estava vazio. Só restava o espelho. Fiquei ali parado, nu, enquanto meus olhos baixavam para minha posse mais valiosa. Abaixo de uma moita cheia de pentelhos grossos, meu pau pendia em toda sua glória. Incircunciso, com uma veia visível descendo pelo centro até a cabeça, mantido quente e pronto sob a cobertura do prepúcio. Vários centímetros de macheza mole repousavam sobre um saco cheio e pesado. Meu escroto parecia duas bolas de bilhar num saco plástico. Meu pacote descansava entre coxas grossas e peludas. Quadríceps, glúteos, panturrilhas ainda tinham algum músculo, mesmo que cobertos por pelos e um pouco de gordura. Ficar em casa todos esses meses cobrou seu preço. Mas mesmo que eu não fosse mais o monstro musculoso da juventude, ainda tinha 86kg sólidos e encorpados.
"Anda, Tio! Tenho lição de casa!" Fui tirado do meu transe pela buzina da minha caminhonete lá fora. Meu sobrinho devia estar puto se eu conseguia ouvi-lo aqui do segundo andar.
Viado impaciente. Depois de ficar sem dinheiro e vender o que pude pra pagar o último mês de aluguel, minha irmã Maria ofereceu o quarto de hóspedes enquanto eu resolvo as coisas. Não somos próximos desde que éramos jovens. Ela foi pra faculdade e ficou politizada. Agora que é advogada, com marido advogado, com sua casa bonita e amigos de estado azul... "Tio!!!" A buzina soou de novo. Porra. Prometi a ela que não falaria de política nem diria viado. Fechei os olhos, suspirei e me recompus.Rapidamente vesti uma camiseta velha, cueca samba-canção que eu provavelmente deveria trocar, uma calça jeans surrada, meias brancas e minhas botas. Coloquei meu boné de caminhoneiro, peguei minha mochila e saí pela última vez. Que se foda este lugar.
Minha caminhonete estava estacionada na beira da estrada, a bandeira americana orgulhosamente pendurada na traseira. Joguei a mochila e entrei no banco do passageiro. Mesmo que meu sobrinho Daniel estivesse chateado, ele sempre foi respeitoso... além de me chamar de "Tio". Ele sabe que não gosto que falem espanhol perto de mim. Sou americano. Isto é a América.
"Pronto pra ir, Tio?" Este país de merda. Enquanto entrava no banco do passageiro, observei Danny. Não faço ideia de onde o pai dele é. Contanto que não seja um ilegal, não me importo. Mas Danny tinha uma pele morena caramelo, suave e macia, cabelo liso e sedoso que quase tocava os ombros, e lábios escuros, rosados e cheios, mas não desproporcionalmente grandes. Seus cílios retos emolduravam olhos castanhos marcantes que combinavam bem com seu sorriso largo, branco e constante. Ele não se parecia comigo nem com o nosso lado da família. E embora sua voz fosse comum para um adolescente chegando ao fim do ensino médio, seu brinco, suas unhas pintadas com cores do arco-íris e a camiseta cropped teriam feito qualquer Rivera balançar a cabeça de vergonha. Eu disse que seria bonzinho. "Sim, tô pronto. Vamos."
Algumas semanas se passaram desde que me mudei. Me acomodei no quarto de hóspedes ao lado do de Danny. Tirando o fato de ter que falar com a Maria sobre o Danny andar só de cueca, tudo estava bem. Ela disse que era porque ele estava acostumado a ficar sozinho em casa. Depois que eles conversaram, agora ele usa shorts. Moleque de merda.
Maria tinha razão sobre Danny ficar sozinho. Ela e o marido Juan estavam sempre fora a trabalho. Juan é sócio de um grande escritório e Maria é uma advogada importante para o Partido Democrata estadual. Lembre-se, nada de política. Até Danny está fora na maioria dos dias, entre escola, clubes depois da aula, times esportivos (natação ou atletismo, algo assim). Minha carteira ainda está suspensa, então eu geralmente fico em casa fazendo pequenos trabalhos onde posso: consertando o encanamento; fazendo um anexo no deck; mantendo os dois quintais e identificando oportunidades para projetos futuros, como trocar algumas janelas.
Semana passada foi o aniversário de 18 anos do Danny. Maria me chamou de lado e agradeceu por eu respeitar o "estilo de vida" dele, que era o jeito dela de me agradecer por ficar quieto. Não concordo com o jeito que Danny se tornou. Acho que talvez se a Maria tivesse mantido os valores com os quais crescemos e não fosse tão mole, as coisas poderiam ser diferentes. Mas convivendo com Danny, não posso negar que ele se tornou um bom rapaz. Ele é um aluno nota A, atlético, alto e sempre sorrindo, não importa o quê. Depois de um ano de merda, não posso negar que estar perto dele e daquele sorriso magnético tem sido... nada mal.
Hoje, Maria me avisou que eles vão viajar no fim de semana. Não somos próximos há anos, mas ela confia em mim e deixou a casa aos meus cuidados. Não prestei atenção nos detalhes. Só sei que não como ninguém há uma eternidade e isso cheirava a oportunidade. Não saí do meu quitinete com muita coisa. Roupas, minhas ferramentas, alguns pesos e umas coisas aleatórias como meu aparelho de DVD e alguns DVDs. Sem TV. Sem computador ou celular pra ver pornô como os jovens de hoje. Meu flip phone era só pra ligações e mensagens. Então não é surpresa que eu esteja doido pra molhar o bicho.
Quando a noite caiu, considerei minhas opções. Porque minha carteira está suspensa, não consigo ir aos meus bares favoritos há meses e minha lista de contatinhos secou. Rhonda vai dar. Mandei uma mensagem:
MR>E aí, linda R>>Olha só quem tá falando MR>Tava pensando se você queria colar aqui hoje à noite R>>Não te vejo por aqui há meses. Vai dar as caras hoje? MR>Não, pensei que talvez você pudesse vir pro subúrbio e curtir. Tenho uma TV grandona. A gente pede comida. Tenho umas duas garrafas de tequila. Você sabe. R>>Ah... agora você tem uma casa, né. Ouvi falar que tu tava quebrado, mano. Então você quer uma xoxota. Vai me buscar? Puta vagabunda MR>Qual é, baby. Eu sei que você dirige. Vou fazer valer a pena. Você sabe que não encontra um pau como este em lugar nenhum. R>>Mano, tu sabe que não vou dirigir até uma casa que nem é tua pra um pau meia-bomba. A não ser que tenha grana, te vejo na próxima vez que você aparecer Puta negra do caralhoMas ela tá certa. Da última vez que tentamos transar, não consegui manter. Botei a culpa no álcool, mas não era isso. Rhonda tem seios de matar e mamilos grandes que eu poderia chupar por dias. Adoro uma auréola grande pra lamber e chupar como um bebêzão. Ela chupa um pau com gosto e adora quando eu gozo minha porra quente em cima dos peitões dela. Mas eu não consigo gozar com uma mulher há um ano. E da última vez, nem consegui ficar duro.
Foda-se. Vou pra cozinha e procuro nos armários pela tequila. Mas só encontro uísque. Serve. Pego um copo bonito e coloco no balcão. Prometi à minha irmã que diminuiria a bebida... mas ela não está aqui. Com gelo. Não vão sentir falta de uma garrafa.Meia garrafa depois, estou conectando desajeitadamente meu aparelho de DVD na TV de 60 polegadas da sala. Finalmente, consigo fazer funcionar. Coloco Latinas Mal-Idade 3 e atravesso a sala até o sofá, com a garrafa de uísque ao alcance numa mesinha de centro próxima. Sento minha bunda peluda na toalha que estendi. Completamente nu, sento e espero enquanto o filme começa.
Sempre tive uma rotina pra ver pornô, desde adolescente quando pegava as revistas Playboy do meu pai escondido. Sentado nu, pernas escancaradas, pau e bolas descansando e tomando ar fresco, não me toco por pelo menos 15 minutos. Em vez disso, deixo meu pau crescer lentamente. Sinto o sangue encher lentamente a placa de carne mole entre minhas coxas. Como o ponteiro grande de um relógio, meu pau sobe lentamente. Fico excitado pelo tamanho dele. É grosso, pesado e mesmo a meio pau, sempre deixa um olhar de choque em qualquer mulher que já conheci. Na tela grande, a primeira latina mal-idade está tendo a boceta perfurada por um homem mais velho com um "caralho" enorme. Encaro minha peça enquanto ela quase atinge seu potencial máximo. Mal consigo fechar a mão ao redor do corpo quando puxo o prepúcio. Com o prepúcio puxado, o pré-gozo escorre pelo corpo enquanto um fluxo constante vaza da minha glande. Aposto que eu a foderia melhor. São 23 centímetros. Não os 23 falsos, mas 23 reais, sólidos, cheios de veias e grossos. Bato o corpo do pau na palma da mão algumas vezes. É um *thump* *thump* *thump* sólido. Do tipo que você sente reverberar pelo corpo.
Solto meu pau e me recosto no sofá. Tenho tempo. Outro gole da garrafa. O quarto gira um pouco. Vadia do caralho. Olho ao redor da sala. Fotos de família preenchem o espaço nas paredes, prateleiras, mesas de centro. Que porra eu tô fazendo? Antes que eu comece a pensar no estado da minha vida, pego a garrafa de novo. Tem uma foto do Danny na mesa de centro, ao lado da garrafa de uísque. Enquanto tomo outro gole, olho a foto emoldurada. Ele está sorrindo como sempre, mas com uma regata decotada, segurando uma bandeira arco-íris. Deve ser recente porque ele está igual... cabelo comprido... olhos sorridentes... dentes brancos perfeitos... mamilos morenos grandes... Coloco a foto virada pra baixo e volto pro pornô.
Finalmente, é hora de me masturbar lentamente. Puxo o prepúcio e esfrego pré-gozo na palma da outra mão. Tem de sobra. Com tanto pré-gozo, nunca uso lubrificante... as minas geralmente lambem como se fosse a única coisa pra beber num deserto quente e seco. Por enquanto, vai ajudar a molhar meu pau. Fecho os olhos enquanto besunto o pré-gozo pra cima e pra baixo no corpo. Os gemidos de uma jovem sendo enrabada de ambos os lados enchem a sala. É a 3ª ou 4ª cena... não consigo acompanhar. Minha cabeça está girando, mas meu pau continua duro como pedra.
Minhas punhetadas continuam ritmadas, mas ficam mais rápidas e apertadas. A garrafa está vazia e mal sei distinguir o que é pra cima, mas meu pau ainda está duro e totalmente molhado de pré-gozo. Quando minhas mãos começam a ficar um pouco secas, esfrego as palmas e dedos sobre a glande. Na tela, uma morena cavalga um cara branco de pau grosso enquanto grita de prazer. Não consigo evitar focar no pênis dele sendo engolido pela boceta apertada dela, o corpo ficando cada vez mais molhado enquanto as bolas dele contraem e relaxam. Puxo minhas próprias bolas e percebo como estou suado. Levo o dedo ao nariz instintivamente... cheira a suor e almíscar. Queria saber como as bolas dele cheiram. Meu pau pulsa com o pensamento. Porra. De novo não. Passo a mão no saco peludo e suado e cheiro os dedos de novo. Meus olhos reviram um pouco enquanto entro numa nova zona de êxtase.
O DVD termina e a bebida acabou. Que porra? Como ainda tô nisso? Não consigo gozar. Tô com um tesão da porra, mas não consigo gozar. Não tô afim de levantar pra trocar o DVD, então acho que minha imaginação vai ter que dar conta.
Memórias. Olhos fechados. Penso na minha professora de inglês do ensino médio, na minha namorada ioiô dos anos 2000, naquela stripper gostosa que comi uma vez atrás do bar, Rhonda, nada me leva à beira.
Abro os olhos e olho ao redor. É quase meia-noite e mal tô acordado, mas preciso terminar essa punheta. Encaro o monstro grosso entre minhas coxas. Só o luar atrás de mim ilumina a sala, destacando meu pau pulsante com a veia característica latejando no centro. Olho a garrafa vazia e pego a foto emoldurada que virei de bruços antes. Ajeito ela como estava antes. Lá está Danny sorrindo pra mim. Danny com seus mamilos grandes e morenos escuros. Danny, que estava neste sofá ontem, virando-se com seu grande sorriso e me recebendo de volta do quintal... Danny no sofá, com seus shorts curtos... com suas pernas lisas de caramelo moreno apoiadas na mesinha baixa da sala... seus pés macios tamanho 44... seus ombros largos quando se virou de volta pra TV, suas costas finas mas lisas...
ugh...Porra...o primeiro jato branco e sólido voou por cima e atrás da minha cabeça. Já era tarde demais pra voltar atrás. Nem percebi que estava me masturbando devagar, mas enquanto apertava a base do pau com o prepúcio puxado, o próximo míssil de porra disparou em direção ao meu rosto e caiu em algum lugar acima da testa. Os jorros seguintes foram borrifos de porra branca pura no meu pescoço, no topo do peito. Meus dedos dos pés se curvaram, minhas bolas se contraíram e minhas coxas tensionaram enquanto esguichos de porra cobriam meu torso como uma névoa de limpa-vidros numa janela. Joguei a cabeça pra trás enquanto ondas de prazer continuavam percorrendo meu corpo. Como uma torre caindo, meu pau finalmente desabou sobre a coxa direita. Espremi mais da minha gozada sobre a perna peluda... Nunca gozei daquele jeito na vida. Jatos grossos e concentrados de esperma se transformaram num spray mais diluído pelo meu corpo e agora... Porra quente e espessa escorria pela parte interna da coxa e descia lentamente pela toalha. Caramba.---
A porta? Não lembro de ter pegado no sono. Ainda tô dormindo? Mas eu ouvi a porta se abrir. Porra... eles voltaram mais cedo? Pensamentos mal conseguiam se processar na minha mente nebulosa e chapada. Eu não conseguiria me mexer mesmo que quisesse. Mal conseguia enxergar, mesmo que quisesse. Eu não estava mais sentado no sofá. Estava deitado, com a nuca virada para o corredor da entrada. "Tio? Tá acordado?" pude ouvir do corredor. Merda, a Maria não disse que iam passar o fim de semana fora? Ou o Danny tava incluído? Tô bêbado demais pra pensar com coerência, mas acordado o suficiente pra ouvir passos se aproximando e então parando...---
Não abro os olhos. Mal consigo me agarrar à semi-consciência. Se aquilo era um sonho ou não, eu não conseguia saber nem me importar. Ele ainda estava lá parado? Eu ainda estava nu no sofá, pau mole com um fio de porra residual saindo do prepúcio. Acho que ele se sentou na poltrona atrás de mim e à minha esquerda, ao alcance da mesinha baixa da sala, mas fora do meu campo de visão. Acho que soltei um gemido na tentativa de formar alguma palavra, mas tô longe demais.
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Será que dormi de novo? Tô sonhando? O Danny ainda tá aí? Ele sequer esteve? Acho que ouço algo atrás de mim... de onde acho que é a poltrona. Será que ele ainda tá aí? Parece um roçar de tecido, de roupas... mas ritmado. O que tá acontecendo... será que ele? Ainda tô fora de mim, sem conseguir abrir os olhos... mas sinto aquele pulso familiar lá embaixo. Esfrego o peito com a mão esquerda... passo os dedos pelos pelos do abdômen e descendo até os pentelhos. O que tá rolando? Tô no piloto automático a essa altura... minha virilha está quente, carente. Minha mão vai pro pau e o encontra em posição de sentido. Quantas noites bêbado eu já me toquei? Mas na sala da minha irmã? Com meu sobrinho aqui? Ou ele tá? Meu corpo está agindo por conta própria agora. Puxo o prepúcio e sinto o pré-gozo frio escorrer nos dedos. No quarto silencioso, de olhos fechados, ouço o que parece uma boca se abrir e mais sons ritmados, mais rápidos.Acordo com um cobertor por cima de mim. É dia claro e tenho uma dor de cabeça latejante. Todo o resto está como estava na noite passada. O que aconteceu? Pego meu short de malha do chão e visto. Ele mal esconde meu pau mole balançando, mas subo as escadas. "Danny?" Nenhuma resposta. Abro a porta do quarto dele e está vazio. Acho que essa foi minha última bebida por um bom tempo.
Continua...