Validação
— Isso não é livro — é uma abominação!
Lindsay inclinou-se para o microfone e encarou os olhos da repórter da TV local. — São exatamente o tipo de degenerescência corrosiva que está destruindo nossas famílias e nossa nação.
— Mas o que mais podemos esperar? — Lindsay continuou, balançando a cabeça com uma mistura convincente de tristeza e nojo. — Nossas bibliotecas são administradas por humanistas seculares, progressistas liberais e anti-família. Eles fazem questão de usar o dinheiro dos nossos impostos para enfiar esse tipo de degradação sexual distorcida goela abaixo!
Os olhos azuis de Lindsay faiscaram. Ela sorriu e ficou ereta como uma estaca em seu uniforme de blusa branca, saia marinho, pérolas e confiança. Nada a fazia se sentir mais viva do que estar na frente de uma câmera ou no palco, liderando a carga como porta-voz da Cruzada pelos Valores Bíblicos. Duvidava que algo pudesse.
— Você provavelmente conhece a série 'Quarenta Tons de Perversão'. Mas você realmente entende o que ela contém? Isso é um 'livro' que detalha o desejo perturbado de uma jovem por submissão, dor e degradação. Está bem ali, atrás daquelas portas, para quem quiser chafurdar! A série inteira está à esquerda, logo depois do bebedouro.
Lindsay ergueu uma longa lista de livros para a câmera.
— Pelo futuro da nossa cidade, da nossa nação e da nossa sociedade, esses ultrajes à decência precisam ser detidos. Junte-se a mim. Junte-se à nossa causa! Juntos, podemos tornar nossa nação limpa novamente.
A repórter e o cinegrafista começaram a guardar o equipamento, e Lindsay juntou suas anotações e panfletos. A entrevista tinha ido bem. A jovem repórter a deixara falar e não questionara nenhum de seus pontos.
Lindsay White era atraente e articulada, com cabelos escuros e um sorriso que já atraíra olhares de admiração de estudantes e professores na Universidade da Liberdade. Desde que se formara, sete anos antes, ela usava sua habilidade com a mídia e sua aparência saudável de garota da porta ao lado com eficácia como porta-voz do grupo conservador de defesa dos valores familiares.
Enquanto atravessava o gramado da biblioteca em direção à rua, um homem alto se aproximou pelo lado.
— Você não é Lindsay White? Da Cruzada pelos Valores Bíblicos?
Bem na hora, pensou Lindsay. Ela se preparou para uma enxurrada de críticas sobre seu trabalho para restaurar a decência nacional, que o homem certamente faria.
Mas ele não fez.
— Deve ser tão difícil defender suas crenças como você faz — disse ele, com uma voz profunda e surpreendentemente tranquilizadora. — Admiro muito isso. Como você consegue?
Lindsay respirou fundo e sentiu os ombros relaxarem com o elogio inesperado do homem. Ela olhou mais de perto. Ele era em forma, bem-vestido e tinha cabelos grisalhos. E, aparentemente, tinha valores sólidos.
— Não é fácil — disse ela. — Nossa sociedade está se afogando em imundície, sexo, pornografia e imoralidade. Os liberais estão tentando acelerar nosso colapso. Eles me atacam. Atacam nosso grupo. Eles não gostam de ouvir, mas estão fazendo a obra de Satanás. As pessoas não entendem o quanto é importante defender Deus.
O homem perfurou Lindsay com seus olhos verdes, pendendo a cada palavra dela. — Isso deve ser difícil. Ouvi você dizendo que trabalha tanto para salvar a sociedade da imoralidade, e as pessoas não só não entendem, como a atacam.
Lindsay sentiu um calor peculiar e um formigamento na espinha. Apesar de seus motivos e anos de trabalho duro, muitas vezes era caracterizada como extremista. Era revigorante conhecer alguém que parecia entender de verdade — ou pelo menos queria.
Ele era pelo menos uma década mais velho, provavelmente mais. Talvez Deus o tivesse enviado como um mentor espiritual, ou mesmo um confidente.
— Que prazer conhecê-la — disse ele, com o mais leve esboço de sorriso. — Sou Nick. Nick Obedire. Devo lhe dizer, Lindsay, que acompanho seu trabalho há algum tempo e é realmente impressionante. Confesso que tenho desejado entrar na sua mente.
Ele ergueu uma pequena mochila preta casualmente sobre o ombro e deixaram a biblioteca para trás, conversando animadamente sobre salvar o mundo pelo poder da piedade e remover livros. Nick parecia entender, pensou ela, exatamente como ela se sentia sobre este mundo caído e pecaminoso.
— Ouvi sua entrevista — disse ele. — Você estava tão apaixonada quando descreveu as ameaças à nossa cidade.
— Bem, é a mídia liberal — disse ela. — Quem sabe se vão realmente usar alguma coisa.
— Ah, eles vão usar — disse ele, com outro leve sorriso. — O Senhor trabalha de maneiras fascinantes.
Que estranho, pensou ela. Consigo me sentir abrindo para ele, como se sua voz firme e sedosa estivesse brincando de esconde-esconde com todos os lugares carentes da minha mente.
Antes que percebesse, estavam em frente à sua pequena casa amarela.
— Eu gostaria de ouvir mais, Lindsay — sobre como isso a faz se sentir. Ajude-me a entender como realmente é lutar tanto pela decência.
Por um segundo ela hesitou, mas se viu pegando as chaves na bolsa. — Tenho muito mais a compartilhar com você — disse ela. — Você não tem ideia dos tipos de coisas nojentas e perigosas que estão acontecendo nesta cidade, neste exato momento.
Sentaram-se conversando no sofá, sob a luz da tarde. Ele nunca parecia falar de si mesmo, mas focava nas palavras dela.
— Há tantos livros nojentos na biblioteca da cidade — disse ela. — Alguns pensam que não os conhecemos, mas eu já li todos, às vezes três ou quatro vezes, e tenho um entendimento profundo da imundície que contêm.
Nick assentiu.
— Sei que esta é apenas uma cidade, mas é só o começo. Há 116 mil bibliotecas públicas neste país. Meu objetivo final é nada menos que um retorno total aos valores divinos. — Ela se inclinou para ele e sussurrou. — Vamos liderar um boicote nacional à Amazon, até que concordem em remover sua vasta biblioteca de obscenidades e 'brinquedos' sexuais nojentos.
Nick colocou a mão reconfortante na coxa dela.
— Lindsay, você se importa tanto com nossa nação, não é? Deve ser desgastante. Você alguma vez relaxa?
— Eu... o trabalho do Senhor me mantém tão ocupada. Acho... acho que não relaxo com muita frequência.
Ele se aproximou por trás e começou a massagear suavemente seus ombros. Era tão bom ser tocada daquele jeito.
— Quero detalhes, Lindsay. Conte-me mais sobre as coisas nojentas que você está combatendo. Quais são as coisas específicas que são tão perigosas para nossa sociedade?
Algo puxou sua mente, e ela percebeu que queria contar tudo a ele. As palavras começaram a jorrar enquanto ele massageava seu pescoço e uma névoa felpuda descia em dobras sobre seu cérebro. Era uma sensação estranha, mas não desagradável. Pelo contrário — era um alívio ser apreciada e compreendida. Ser validada.
— Todo tipo de imoralidade — disse ela. — Sexo antes do casamento. Devassidão. O tal do BDSM. Degradação. É tudo tão preocupante... Atos sexuais antinaturais que violam a vontade de Deus para uniões procriativas casadas na posição missionária. Submissão. Dominação. Mulheres adultas chamando homens de 'papai'.
— Ahhh, entendo — disse Nick. — Isso é preocupante. E você se sente completamente sozinha, lutando contra isso, não é?
Ele se levantou, e ela sentiu as mãos dele deslizarem por sua blusa e começarem a acariciar seus seios firmes.
— O que... O que você está fazendo?
— Estou tentando entender verdadeiramente seu trabalho, Lindsay. Pode me ajudar? Então... acabamos de nos conhecer, e certamente não somos casados. Este é o tipo de contato sexual que está destruindo nossa moral social?
— S-Sim... Sim, é isso mesmo — gaguejou ela, os mamilos endurecendo sob seu toque.
Por que estava deixando ele tocá-la daquele jeito? Uma vozinha dizia que podia ser errado, mas ela percebia que Nick queria tanto entender, e era satisfatório ajudá-lo.
Ele retirou uma mão e traçou o lábio inferior carnudo de Lindsay com o polegar.
— As mulheres realmente chamam os homens de 'papai' na cama? Isso é tão nojento, e no entanto você é tão corajosa por contar às pessoas.
— Sim, elas... elas chamam. — Ela percebeu que tinha começado a chupar o polegar de Nick.
— Lindsay, por que não tenta me chamar de 'Papai' e vê se é tão ofensivo quanto suspeita?
— Essa... Essa é uma boa ideia. Papai.
— É bom falar assim, não é, Lindsay? Contar coisas especiais e privadas para mim?
Suas palavras acariciaram sua mente assim como suas mãos haviam trabalhado seus ombros. Cada vez que ele a encorajava, ela sentia o vínculo entre eles crescer, e sabia que, independentemente do que ele dissesse ou fizesse, Papai queria o melhor para ela.
Ela chupou, e seus olhos se fecharam. Abriu-os um minuto depois — ou teria sido uma hora? — e percebeu que havia escorregado do sofá para os joelhos. E teria tirado a roupa em algum momento também? Papai estava de pé diante dela, a mão em sua bochecha enquanto a olhava com uma expressão carinhosa. Ele acariciava seu pênis ereto, que brilhava, a centímetros de seus lábios. A saliva começou a se acumular em sua boca.
— Você gasta tanta energia combatendo toda essa sujeira horrível, e não está conspurcada por ela mesma, está? Você permanece piedosa e limpa, não importa o que esteja acontecendo ao seu redor. Isso deve exigir tanta força. Você é uma pessoa forte, Lindsay.
Lindsay sorriu radiante.
Nick agarrou sua ereção, pingando lubrificação natural, e a espalhou pelo rosto bonito de Lindsay.
— Você estava me contando o quanto despreza qualquer coisa que pareça degradante — disse ele, olhando para ela com interesse.
— Sim! Desprezo. É horrível. É doentio. Às vezes eu... assisto a vídeos. Para pesquisa. Estão cheios de tanta degradação e humilhação. Congelo as cenas e as assisto repetidamente, para ter certeza de que entendo plenamente o nível de indecência no mundo. — Ela inclinou a cabeça para trás para dar a ele melhor acesso ao seu rosto.
— Deve ser um desafio — disse Nick, borrando o rímel da jovem com sua glande inchada e cuspindo em sua testa, onde se lia "VADIA" em batom vermelho fresco. — Você precisa se esforçar para permanecer inabalável.
— Ah, sim, Papai. É uma luta constante — disse Lindsay, olhando para cima através do rímel e do líquido seminal e assentindo entusiasticamente.
Nick se virou, tirou um pequeno espelho da mochila e mostrou a Lindsay seu rosto. Ela observou a garota no espelho — que parecia bagunçada, mas tão compreendida — enquanto uma deliciosa glande roxo-avermelhada pressionava seus lábios.
Lindsay respirou contente e, de repente, estava em outro lugar. Não conseguia superar isso. Quanto mais conversava com Papai, melhor se sentia. Ele parecia saber exatamente o que ela estava passando.
— É incrível — disse Nick, sua voz se aprofundando. — Você se importa tanto com nossa nação. Você é uma das poucas pessoas que realmente entende o quão degradante e doentio é o que estou prestes a fazer com você.
Ele agarrou os cabelos negros de Lindsay e os segurou com força enquanto investia em sua boca, segurando o espelho com a outra mão para que ela pudesse ver o eixo túrgido desaparecer entre os lábios da garota feliz. Sua cabeça caiu para trás no que Lindsay sabia que devia ser oração. Finalmente. Deus lhe enviara um homem moral que a entendia e afirmava.
Ela sentiu seu novo Papai forçar o membro ao longo de sua língua escorregadia, e relaxou, dando boas-vindas ao pênis em sua boca e banhando-o com sua saliva quente e úmida.
Lindsay acariciou amorosamente a parte inferior do pênis dele com a língua, e sentiu orgulho quando Papai gemeu. Era bom saber que estava de joelhos, sendo tão útil. Seus olhos se fecharam, e ela se deu conta do zumbido distante de um cortador de grama e das risadas felizes de pessoas passando na calçada lá fora, os sons reconfortantes da vida de cidade pequena, dos valores familiares e da decência. Ela colocou as mãos na parte de trás das coxas musculosas dele, puxando-o para mais perto, e as sentiu tensionar enquanto ele investia com dominância animal em sua garganta apertada e úmida, suas bolas pesadas batendo ruidosamente contra seu queixo. Ela gemeu ao redor do pênis dele e estendeu a mão para encontrar seu clitóris inchado.
— Mppphh... ommmmmmmpphhh... mppphhhhhhhh...
Enquanto ele fodia seu rosto com gosto, grunhindo e gemendo, a baba começou a cair em longos fios sobre seus seios, e Lindsay pensou na próxima vez que poderia vê-lo. Talvez Papai pudesse ir com ela ao culto de domingo e depois à Marcha na Capital Contra a Perversão. Ela precisava vê-lo novamente em breve.
— Você odeia ser tratada como uma boneca sexual, não odeia, Lindsay? — Ele entrelaçou seus cabelos nos nós dos dedos, arrombando seu rosto e forçando o membro em sua garganta, repetidamente. Suas pérolas, cobertas de baba, batiam contra seu esterno, marcando o ritmo de suas investidas e do tapa de suas bolas. Lindsay engasgou e tentou dizer que sim, odiava, e que aquilo estava destruindo nossa nação, mas tudo o que saiu foi um úmido "gluck gluck gluck". Ela sabia que Papai entendia, porém, e isso fez sua boceta deleitada jorrar contra seus dedos.
Quando ele finalmente removeu seu pênis ingurgitado de sua garganta, ela desabou, ofegante.
— Acho que estou começando a entender, Lindsay — disse ele, seu pau molhado balançando acima dela na luz da tarde. — Acabamos de reduzi-la a nada mais que minha bainha de pau submissa, não foi? O fato de as pessoas obterem tanto prazer com esse tipo de degradação é o que a preocupa.
— Hmmm — disse ele pensativamente. — E se eu a chamasse de alguns nomes degradantes, para ajudar em sua pesquisa?
— Obrigada, Papai — disse ela. — Você... você me chamaria de 'vadia', como está escrito no rosto da garota no espelho? Ouço essa palavra humilhante em vídeos, hã... quase toda noite no meu quarto. Espero conseguir que leis sejam aprovadas para removê-los da internet.
Nick sorriu levemente e prendeu o cabelo de Lindsay atrás das orelhas, depois posicionou a jovem firmemente de quatro e se moveu para trás dela.
— Bundinha para cima, vadia — disse ele.
Lindsay arqueou e sentiu sua bunda ser aberta, e então a emoção da boca faminta dele em sua boceta lisa e pingando. Ela estremeceu. Seu novo Papai estava lambendo sua boceta inchada por trás, sugando seu clitóris para dentro da boca. Depois, sentiu a língua dele em seu cu, e ofegou. Milhões de terminações nervosas se acenderam de excitação, e ela gemeu alto. A cada movimento contra a boca dele, ela pedia desculpas a Deus por se jogar naquela cama deliciosa de imundície desenfreada. De alguma forma, esse homem soubera que ela responderia exatamente a esse tipo de perversão. Provavelmente significava coisas ruins para sua alma, mas agora ela queria o máximo que pudesse.
Nick enfiou o dedo em sua boceta apertada e molhada, deu uma última lambida longa em seu cu e se levantou para pegar um pequeno frasco de líquido transparente na mochila. — Agora, empine a bunda para mim — disse ele. — Apresente-se para o Papai. Você vai me mostrar que vadiazinha suja você realmente é.
Sem pensar, Lindsay fez como lhe foi dito. Seria ela realmente uma vadia? Achava que não, mas era difícil pensar com sua mente banhada nas palavras reconfortantes de Papai.
Ela sentiu as mãos fortes dele em suas nádegas, abrindo-as, sentiu o líquido frio escorrer entre suas nádegas, e então algo pressionar seu ânus rosado e apertado.
De repente, ela voltou a si. — Não! — exclamou. — N... Isso não, Papai... Eu não... Não vou fazer isso. É antinatural e dói e... e é sujo...
Ela sentiu o polegar dele deslizar para dentro de seu cu lubrificado, entrando e saindo.
Lindsay começou a balançar a cabeça. — Não. Isso... é um ultraje! Contra Deus! É... é... os sodomitas...
— Ouço suas preocupações — disse Nick, passando as palmas das mãos com firmeza ao longo de sua coluna e depois empurrando sua cabeça novamente contra o chão. — Você acha que sexo anal é sujo.
— Sim! — disse Lindsay. — É isso! É... É sujo!
— Você também não quer fazer porque vai ser doloroso — disse ele.
— Sim! — disse ela. Graças a Deus, Papai entendia o que ela estava dizendo.
Seu cu franziu e se contraiu ao redor do polegar de Nick, enquanto seus músculos esfincterianos tentavam puxá-lo para dentro. Sua boceta estava pingando no chão.
— Entendo — disse ele. — E também é antinatural. — Ela o sentiu remover o polegar. Algo maior e inchado pressionou seu cu apertado.
— Também posso ver que você está preocupada em ser fiel à sua religião, Lindsay. Estou prestes a colocar meu pênis ingurgitado na sua bundinha bonita, e estou ouvindo você dizer que não quer isso porque é errado e vai torná-la suja aos olhos do Senhor. É isso?
— Escute-me. Estou tão feliz que você me contou tudo isso, Lindsay. Sei como é importante se sentir validada. Espero que saiba que vou manter tudo o que você me disse em mente enquanto estiver arrombando sua bunda com força.
Os olhos de Lindsay se arregalaram enquanto ele a segurava com firmeza. Ele gemeu, e ela sentiu um choque de dor ardente quando o homem mais velho penetrou seu cu virgem.
— Mmmmmmmm... Aí está. Essa é a boazinha e vadiazinha do Papai — disse ele, dando um tapa feroz em sua bunda que ecoou no quarto.
— AH! MEU DEUS!! — ela gritou. — Ngh! OHH! Meu... Deus! P... Papai! OH! OOH! Você... você está m... me fodendo... meu... meu... cu! — Ele a agarrava com tanta força que a pele de Lindsay ficou vermelha, e seu cu estava pegando fogo, e ela não queria fazer aquilo, e Papai entendia tudo.
Ela sentiu seu cu se esticar, repetidamente, para acomodar o membro dele, e o ritmo constante de suas bolas pesadas batendo contra sua boceta molhada.
— Mmmmmmmmm — grunhiu Nick. — Deus não gosta disso. Eu sei. Eu entendo. — Ela o sentiu puxar para fora, dar uma palmada forte em sua bunda e depois empurrar, com as bolas para dentro, de volta. — Deus odeia que um homem — um homem que você mal conhece — tenha seu pênis ereto dentro do seu reto. Agora. Mesmo.
"OH! OHH! Isso! Meu Deus! Deus... Porra... s...sim! Ngh! M...Me fode o cuzinho virgem, Papai! M...Me usa! Me...transforma...na...sua...p...putinha!" Lindsay odiava tanto aquilo e ela estendeu a mão para trás e abriu mais as nádegas para que ele pudesse penetrá-la mais completamente. Meu Deus, Papai era tão incrivelmente compreensivo.
"Isso mesmo!" ele disse, o suor deslizando do seu peito firme sobre a bunda dela. "Mostra pro Papai exatamente como você odeia isso! Me mostra que putinha suja você é. Me diz como é errado enquanto oferece essa sua bunda de vagabunda pra eu usar como boceta anal!"
"T...tão...e...errado," Lindsay gemeu. "Deus...não...f...fez...isso...pra..." A mão dela serpentou entre as pernas para esfregar furiosamente o clitóris inchado e molhado com os dedos. "Isso...Isso é...anti...OHH...unnnh...antibíblico!"
Nick rangeu os dentes e arremeteu repetidamente contra a bunda torneada da mulher escancarada diante dele.
"Isso mesmo... Nnghhh... Me diz. Empurra de volta pra mim e me faz ir mais fundo, Lindsay. Assume isso. Esfrega esse grelinho gostoso pro Papai... Nnghh... Papai tá te fodendo no cu, não tá? E é tão sujo... tão degradante e antinatural..."
"S...Sim! Sim, Papai!" Lindsay estendeu a mão para trás e agarrou as mãos dele, levando-as para os seios que balançavam. Ele começou a beliscar os mamilos dela e a acariciar seus peitos, e logo ela se ouviu emitindo sons animais e guturais. Era tão desumanizante, e o corpo inteiro de Lindsay formigava de prazer.
"Eu entendo, Lindsay. Agora você está com medo, não está? Medo de que ser uma putinha capa de rola pro Papai possa ser errado? Que você está fazendo a obra de Satã ao me oferecer esses seus buraquinhos solteiros e docinhos? Medo de jogar fora sua salvação e trair suas crenças... tudo porque você é uma putinha suja e carente que anseia ser usada?"
"SIM! S...SIM! É...É ISSO! M...MEU DEUS, SIM, PAPAI!" Lindsay se ouviu gritar.
"Se chama de puta, Lindsay! Me diz o que você é."
"EU SOU UMA PUTA IMUNDA, PAPAI! EU SOU UMA PUTINHA ANAL SUJA! OH-H! O...Obrigada...Obrig...o...brigada...Unnhhhh...UNNHHHH...OHH...OH! PORRA! P...PORRA! UNNNNNHHHHHH... DEUS... DEEEEUUUUUSSSSS..." O corpo dela começou a ter espasmos, onda após onda de orgasmo. Ela arremeteu para trás, apertando o pau dele com o cu enquanto gozava repetidamente. A boca dela se abriu e o quarto lentamente se transformou em névoa através das pálpebras pesadas. Conforme sua bunda empinada diminuía o ritmo, tudo o que ela sentia era prazer e a voz do Papai, e eles eram a mesma coisa, não eram?
Nick arremeteu nela com tanta força que quase a fez cair estatelada no chão. "Eu te escuto," ele gemeu. "Eu te vejo... Eu sei o que você quer... Papai... entende... Nghhh! Me dá isso... Boa menininha! Boa PUTINHA! M...Meu Deuuusss! GNNNNghhhhh!" Ele gemeu e a penetrou uma última vez, jorrando esperma quente e cremoso no cu da cruzada moralista. Enquanto explodia, ele puxou a bunda dela contra si com uma mão e empurrou os ombros dela para baixo com força com a outra. Ele a sentiu apertar ao redor dele, como se quisesse prendê-lo dentro. Conforme a pulsação do pau dele diminuía, ele se retirou e usou as nádegas avermelhadas de Lindsay para ordenhar seu pênis ainda duro, espremendo as últimas gotas de porra do pau e as soltando na rachadura dela.
Lindsay desabou e respirou o mais fundo que conseguia se lembrar. Em meio à confusão mental, um pensamento flamejava: Finalmente — finalmente — todos os seus medos, raivas, dúvidas e esperanças se sentiam completa e totalmente validados.
Ela gradualmente percebeu que Papai estava agachado na frente dela, segurando seu queixo na mão. "Muito obrigado por me ajudar a entender, Lindsay," ele disse, sorrindo. "Agradeço tudo o que você compartilhou comigo hoje. Aquece meu coração ver você responder tão completamente ao entendimento que estava precisando.
"Você está se sentindo um pouco estranha agora, não está, sua putinha?"
"Estranha," Lindsay repetiu sonolenta.
"Tente ouvir que eu explico. Veja bem, quanto mais eu te afirmo, mais você fica maleável, feliz e obediente. Quanto mais obediente você fica, mais eu te afirmo. E aí, tudo se reforça da maneira mais maravilhosa.
"Não vou entrar em detalhes, mas eu tenho uma habilidade muito especial que aparece na minha linhagem familiar. Nós chamamos de ‘A Validação’. Às vezes usamos em fanáticos religiosos como você," ele disse. "Cruzadores equivocados, políticos, evangelistas: você na verdade faz parte de um grupo de elite, Lindsay. Você deveria se sentir honrada."
"Honrrada..." Lindsay disse, sorrindo sonolenta e rolando para o lado. A mão dela flutuou novamente para a boceta vermelha.
"Claro, o que é mais recompensador é a dimensão pessoal," Nick continuou, acariciando a cabeça dela. "Ajudar jovens mulheres a encontrar alívio, sabendo que não precisam carregar suas responsabilidades morais sozinhas. E claro, elas são sempre tão... gratas. Entende? Eu também sou um cruzado, Lindsay, do meu próprio jeito.
"Como você está se sentindo agora, sua putinha?"
"Tão feliz, Papai," Lindsay disse e sorriu para ele através do cabelo suado e da maquiagem borrada.
Nick abriu a mochila e tirou uma pequena bolsa de veludo preta. Um "L" cursivo estava bordado ordenadamente na lateral, em roxo.
"Agora, tome um banho e vista algo conservador, e depois vamos inserir seu novo plugue anal. Vou te levar para um jantar legal e quero que você explique todas essas perversões em ainda mais detalhes. Eu tenho um extenso teste de fetiches que quero que você faça para mim, para que eu possa realmente entender todas as coisas que você considera moralmente repugnantes. Todos os seus limites.
"Depois do jantar, vamos tomar sorvete naquele lugarzinho no centro e depois vamos de carro até a biblioteca, e você me chupa no carro, para as câmeras de segurança."
Desde que ela pudesse se sentir compreendida pelo seu novo Papai, aquilo soava tão perfeito para Lindsay. Ela sorriu com profunda satisfação enquanto o sêmen morno escorria do seu cu dolorido e avermelhado. Amanhã seria um novo dia para deter a imoralidade que assolava a nação, e ela sentiu energia e propósito renovados. Ela se sentiu validada.