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Incesto

Universidade Livre: Pt. 01: A Designação de Alice

Paginasdecamila16 min

—Querida, café da manhã! Não vou falar de novo — ouvi minha mãe chamando do andar de baixo. Olhei para o relógio: já eram quinze minutos de atraso para o primeiro dia na Universidade Livre. Merda. Amarrei o cabelo em um rabo de cavalo e me olhei no espelho. Meu pai tinha me ajudado a escolher a roupa na noite passada: uma camiseta branca cortada, shorts esportivos rosa dobrados duas vezes e tênis brancos novos com meias listradas até o tornozelo. Minha camiseta mal continha os peitos enormes que brotaram durante o verão — agora, qualquer coisa que eu vestia era um possível desastre de vestuário, especialmente com a regra de proibição de sutiãs dentro de casa que meu pai havia imposto.

Eu sabia que a faculdade seria diferente, mas me senti pronta o verão inteiro — pronta para conhecer gente nova, aprender coisas novas e, mais do que tudo, descobrir qual time esportivo eu estaria servindo.

Algumas garotas — a nata — conseguiam ser o depósito de porra designado para vários clubes e programas esportivos da faculdade, para ser usadas da maneira que o time decidisse. As garotas serviam mais para moral do que qualquer outra coisa, um jeito de os rapazes aliviarem o estresse antes de grandes jogos ou quando ficavam entediados no ônibus indo para eventos em outro estado.

Meu pai tinha dito que essa roupa me fazia parecer atlética, e que talvez eu tivesse chance de ir para o clube de futebol americano, a posição mais cobiçada por uma garota na minha escola.

Não consegui evitar de sorrir ao pensar em poder servir nosso time de futebol: ser usada no vestiário no intervalo, ser curvada na lateral do campo durante os treinos... "Alice!" minha mãe gritou.

—Caramba, mãe, já vou! — respondi, juntando minha jaqueta e alguns cadernos dentro da mochila.

—Linguagem! — disse meu pai quando entrei na cozinha.

—Desculpa — murmurei, me inclinando sobre o balcão da cozinha para devorar o pastel que minha mãe tinha preparado para mim.

Meu pai suspirou, um sorriso surgindo no rosto. —Vem cá, docinho — ele disse. — Você saiu da camiseta.

Olhei para baixo e vi que um seio macio e branco-leitoso tinha escapado pela barra da minha camiseta, deixando meu mamilo rosado e inchado à mostra. Meu pai puxou minha camiseta para cobri-lo, enfiando meu seio enorme de volta sob o tecido fino. Ele se afastou para ajustar minha camiseta, passando os dedos sobre os mamilos que saltavam.

Então meu pai veio por trás, passando a mão sobre minha bunda, que estava escapando do shorts.

—Não fiz um bom trabalho com a roupa do primeiro dia de aula, Marge?

Minha mãe ergueu os olhos brevemente da pilha de pratos na pia. —Sim, querido, fez.

—Você está linda, docinho — ele disse. — Muito bonita.

Meu pai continuou a passar as mãos pelo meu corpo, me inspecionando com os dedos da cabeça aos pés. Senti suas mãos separarem minhas pernas e puxarem meu shorts de lado enquanto enfiava um dedo indicador dentro de mim, para testar o quão molhada eu estava. Como garota designada para um time, eu teria que estar molhada a qualquer momento, pronta para ser usada sem aviso. Eu vinha treinando para isso.

—Boa menina — ele disse, pressionando fundo dentro de mim com seu dedo grosso. —Ela está molhada como sempre, Marge! — comentou para minha mãe, do outro lado da sala.

—Que bom, querido — mamãe respondeu.

Eu podia ouvir a respiração do meu pai se tornando mais pesada enquanto pressionava a ponta dura do seu pau contra o tecido do meu shorts.

—Ai, meu Deus, pai, já vou me atrasar — tentei dizer, mas ele abaixou meu shorts assim mesmo. Olhei para minha mãe. —Mãe, vou me atrasar no primeiro dia!

Ela suspirou e balançou a cabeça. —Bem, Alice, não sei o que te dizer. Você deveria ter ficado pronta mais cedo. Você conhece as regras.

Dei uma mordida no meu pastel e revirei os olhos enquanto meu pai enfiava o comprimento total do seu pênis dentro de mim e começava a bombar.

—Está animada para o seu primeiro dia? — ele perguntou, suas bolas enormes batendo nas minhas coxas.

—Sim — respondi, mal conseguindo conter minha empolgação e esquecendo o quanto eu ia me atrasar. —Eu só quero muito ir para o time de futebol.

Meu pai enfiou a mão por baixo da minha camiseta para apertar meus seios macios, que balançavam suavemente para a frente e para trás enquanto ele me fodia. —Ah, eu sei que minha garota vai se destacar onde quer que vá.

Sorri. Ele realmente sempre sabia como acalmar meus nervos.

—Não é, Marge?

Mamãe foi até o balcão e tomou um gole de café, observando meu pai arrombar minha boceta.

—Vai ser ótimo, Alice. Eu sei que vai. — Eu esperava que eles estivessem certos.

Enquanto ele bombeava entre minhas pernas, minha mãe juntou suas coisas na bolsa. —Jack, quando terminar com ela, você garante que ela saia pela porta?

—Sim, não vai demorar — ele respondeu. —Só preciso encher minha garotinha antes que ela vá para o seu grande dia. — Com isso, meu pai deixou sua carga jorrar fundo dentro de mim, puxou para fora e subiu meu shorts. —Vai, pirralha.

Eu sentia o esperma dele deslizando dentro da minha calcinha, deixando tudo molhado e grudento; respirei fundo e tentei me convencer de que era apenas um dia normal.

***

O processo para as novas garotas receberem suas designações era longo. Antes do ano letivo começar, as garotas tinham que enviar suas fotos, junto com suas medidas, seus interesses e seus hobbies. A escola queria que as designações fossem definitivas e, antes do processo de seleção ser implementado, garotas muitas vezes acabavam sendo designadas para times cujos respectivos esportes elas mal se importavam. As garotas estavam lá para apoiar a moral dos times, para ser uma válvula de escape para os rapazes antes de grandes competições ou logo após um longo dia de aula — ajudava se as garotas estivessem pelo menos um pouco interessadas nos esportes que passariam uma temporada assistindo.

Eu havia enviado uma coleção de fotografias que minha mãe me ajudou a tirar durante o verão: nadando nua na nossa piscina familiar, brincando sem a parte de cima na areia, e até algumas minhas sorrindo radiantemente com um pau na boca. Eu queria que eles soubessem que eu era experiente, que havia passado o verão servindo todos os amigos do meu pai durante churrascos e jogos de pôquer tarde da noite, e que estava pronta para encarar qualquer desafio. Queria que eles vissem que eu era motivada, voluntariosa e entusiasmada em tomar o maior número de paus possível. Só esperava que tivesse sido o suficiente.

Quando entrei na escola naquela manhã, passei por uma sala de aula aberta, onde pude ver uma das garotas mais veteranas já sendo usada por um grupo de rapazes. Eles a tinham curvado sobre uma mesa, formando um semicírculo ao redor dela, revezando-se para foder sua boca e sua boceta. Entre suspiros, eu a ouvi gritar: —Não bagunce minha maquiagem, Sean. Passei muito tempo fazendo ela esta ma... — antes que Sean imediatamente enfiasse o pau de volta na boca dela e começasse a enfiar na garganta. Pude ver que sobre a mesa, embaixo dela, havia um livro aberto, "Como Ser uma Boa Vadiazinha da Porra: Um Guia Prático", que ela lia passivamente, quando sua boca não estava sendo usada. Um fio de baba saindo de sua boca escorreu sobre a página.

Não pude evitar de parar e olhar: eu não estava acostumada a dividir a escola com rapazes. Antes da faculdade, todas as escolas são segregadas, para evitar problemas práticos. As garotas recebem a educação básica que precisam sem distrações — é muito mais fácil lembrar a fórmula quadrática quando você não está sendo enrabada enquanto aprende — e as professoras não são implacavelmente fudidas por seus rapazes superexcitados.

Mas a faculdade era a hora de aprendermos como ser úteis a todos os homens na sociedade, embora o treinamento informal muitas vezes começasse em casa depois do décimo oitavo aniversário das garotas, como tinha acontecido comigo.

Fico me perguntando quando vou ser usada assim, pensei, observando essa garota tomar pênis atrás de pênis, toda sorrisos. Tive que me afastar da porta onde estava; não queria me atrasar para a última parte do processo de avaliação.

As garotas já estavam reunidas no auditório, paradas em grupos ansiosos e risonhos. Na frente da sala, estavam sentados os capitães veteranos de todos os times esportivos. Uma mulher de meia-idade bateu palmas, tentando chamar nossa atenção.

—Bem-vindas, garotas — ela disse. Eu sentia meu coração batendo forte no peito. —Sou a Sra. B. Estamos muito felizes em recebê-las na Universidade Livre. Sei que foi um verão longo de espera, mas a espera finalmente acabou. — Ela sorriu.

Examinei os cerca de vinte capitães de time na frente da sala. Pude ver mais do que algumas protuberâncias crescendo em suas calças; alguns até agarravam suas ereções distraidamente, claramente admirando o esforço que pusemos em nossas roupas. Alisei meu cabelo e me certifiquei de que meus shorts estavam puxados para cima, mostrando os lábios inchados da minha boceta através do tecido apertado. Sentia vários pares de olhos em mim, e queria dar um bom espetáculo.

—Hoje começaremos o processo final de avaliação para garotas de time, e esperamos ter suas colocações até o final da próxima semana. Como tenho certeza de que estão bem cientes, vamos designá-las a um capitão de time com base nas redações enviadas com suas inscrições. Eles as terão por um período completo de vinte e quatro horas, durante o qual vocês serão de uso livre para eles e seus companheiros de time. Passarão uma noite na casa deles, para que suas famílias também possam usá-las, e façam uma avaliação minuciosa de suas habilidades.

Um murmúrio animado percorreu as garotas.

—Ao final desse período de teste, os capitães de time decidirão se é uma boa combinação.

Passei um dedo para cima e para baixo nos lábios da minha boceta, que tinham escapado do tecido do meu shorts; estava ficando tão molhada imaginando 24 horas inteiras sendo usada, e com uma nova família ainda por cima. Fechei os olhos e fiz uma prece para que o capitão com quem eu fosse designada tivesse irmãos.

Uma a uma, a Sra. B chamou as garotas para a frente da sala, passando o dedo indicador por uma folha fina de papel presa a uma prancheta. E uma a uma, as garotas saíram com seus capitães de time. Alguns tinham camisetas temáticas ou bonés para dar às suas garotas — um sinal de grandes esperanças de que a garota seria uma boa combinação — e outros saíram apressados com suas garotas a tiracolo, presumivelmente para encontrar um canto nos corredores onde pudessem esvaziar sua carga em seu novo prêmio.

—E agora para o time de futebol americano, capitaneado por James Holloway.

Minha espinha se eriçou.

—James? Cadê o James?

Um homem que parecia uma parede se levantou, ajeitou a camisa e suspirou, parecendo entediado. Para os rapazes populares, as garotas de time tinham menos apelo — garotas se ofereciam a James onde quer que ele fosse, e a novidade de ter uma boneca sexual de 24 horas para encher de porra não era tão emocionante quanto era para, digamos, os capitães tímidos da liga de boliche. Eu quase esperava ouvir meu nome quando a Sra. B abriu a boca; não tinha percebido o quanto eu dependia dessa posição até agora. Então, quando outro nome — Sarah alguma coisa — saiu da boca da Sra. B, fiquei chocada.

Como isso pôde acontecer? pensei. Eu era uma combinação perfeita: atlética, extrovertida, bem treinada. Eu tinha respondido todas as perguntas corretamente, eu achava. "Adoro me sujar. Sou uma jogadora de equipe. Na verdade, sou mais uma garota de rapazes."

A sala estava girando ao meu redor. Quase não ouvi a Sra. B chamando meu nome em meio aos pensamentos acelerados na minha cabeça. —Alice Bright está aqui?

—Ah! Sim, estou aqui! — respondi, tentando me recompor. Abri caminho pela multidão.

—Muito bem, Alice Bright, clube de boxe.

Ela colocou um crachá na minha camiseta, alisando os cantos.

—Capitão Jag Sanders. Nos vemos amanhã de manhã para as designações finais.

Ela olhou para mim com expectativa, gesticulando para a figura alta que estava atrás dela.

Jag, Jag, quem é Jag? Eu tinha ouvido histórias sobre James, obviamente, e sobre a maioria dos outros capitães de time — basquete, beisebol, todos os esportes normais — quais rapazes eram amigáveis, quais gostavam de anal, coisas bem pervertidas. Mas não tinha ouvido nada sobre Jag.

—Vem — ele disse, me conduzindo pelas portas do auditório com uma mão firme na base das minhas costas.

Ele era forte, mas esbelto, com meias-luas escuras sob os olhos e cabelo loiro tingido rente à cabeça. Tinha um rosto infantil, sem barba, algumas sardas, mas um olhar maldoso. Pude ver tatuagens onduladas aparecendo sob o colarinho da camisa, e o resto da pele era salpicada de hematomas roxos profundos.

—Tenho química aqui — ele disse, me indicando para segui-lo até uma sala de aula, que estava lotada de alunos, todos rapazes.

Ele sentou num lugar no fundo da sala. Puxei uma cadeira e sentei ao lado dele, tirando um caderno e uma caneta. Minhas aulas formais de treinamento de uso livre não começariam até amanhã, mas eu queria que Jag soubesse que eu era capaz de foco e dedicação. A única coisa pior do que não conseguir uma designação para o time de futebol seria não conseguir designação nenhuma. Ou pior, um dos clubes de interesse como xadrez ou jornalismo. Eu tinha que impressioná-lo.

Mais ou menos no meio do seminário, Jag resmungou algo.

—Perdão? — perguntei. Acho que queria que ele soubesse que eu era educada, mas estava relutante. Isso não era o que eu imaginara.

—Eu disse levante-se.

Fiz o que me foi mandado. Senti os olhos de alguns alunos em mim. O professor olhou brevemente na minha direção, mas quando Jag começou a apalpar minha bunda, ele voltou a escrever no quadro. Se Jag quisesse me usar agora, ele sabia que não havia nada que ninguém pudesse fazer para intervir; eu deveria ser usada a qualquer hora, em qualquer lugar.

—Tire isso.

Ele puxou a cintura do meu shorts, soltando para que o elástico estalasse contra minha pele. Abaixei meu shorts, expondo minha boceta pingando, e me curvei sobre a mesa. Senti Jag atrás de mim, me admirando de onde estava sentado. Mais do que alguns alunos tinham se virado para me encarar agora, e eu sorri radiante, feliz por ser útil. Abri minhas nádegas o máximo que pude e fiz o possível para ficar nessa posição, pronta para receber o pau dele onde quer que ele quisesse colocar.

Ouvi Jag se levantar da cadeira, senti seus dedos traçarem minha boceta, encontrando sua abertura. Ele enfiou dois dedos dentro de mim, massageando meu clitóris com o polegar. Um gemido escapou da minha boca involuntariamente, e eu mordi meu punho com os dentes; não queria ser distração demais para os outros alunos.

Ele se pressionou contra mim, esfregando o membro crescente contra minha bunda agora nua. Ele se esticou para apalpar meus peitos, apertando-os como se estivesse avaliando a maturação de um melão. Eu sabia que ele estava avaliando meus atributos, fazendo anotações mentais dos méritos do seu novo prêmio. Senti um filete de suco escorrer pela parte interna das minhas coxas: eu sabia que estava agradando a ele.

Ouvi o tilintar leve do cinto se desfazendo, senti que momentaneamente ele passava a ponta enorme do seu pênis para cima e para baixo em mim, espalhando meus sucos por toda parte. Sem mais palavras, ele enfiou dentro de mim. Agarrei a mesa, tentando respirar apesar da sensação do seu pau me alargando mais do que nunca. Os rapazes ao redor sorriam, olhando, me admirando. Jag apenas metia, de forma eficiente o bastante; eu podia dizer que ele só queria me encher de uma carga e terminar logo com isso, mas a emoção de vários pares de olhos em mim, os grunhidos ásperos e silenciosos de Jag atrás de mim, tudo começou a me impulsionar para um orgasmo intenso, quer eu quisesse ou não.

Fiz o melhor para parecer inabalável — eu deveria ser apenas um buraco, eu sabia — mas não pude me conter: senti um orgasmo começar a rasgar meu corpo, cada investida do pau de Jag dentro de mim me levando mais e mais alto, até que minhas pernas tremeram debaixo de mim. Senti meus joelhos fraquejarem e comecei a escorregar da mesa enquanto cavalgava as últimas ondas de prazer. Jag me ergueu pela cintura e me apoiou de volta, instruindo: —Segure-se em pé para mim.

Aceitei com a cabeça, fiz o que me foi mandado. Embora fosse esbelto, ele era absurdamente forte; não foi nada para ele segurar todo o meu peso com um braço só e me ajeitar.

Ele me reposicionou e me segurou firme pelos quadris, metendo o comprimento total do seu pau dentro de mim agora, sem contenção. O professor na frente da sala — eu tinha esquecido que ele ainda estava lá, que mais alguém ainda estava lá — chamou Jag.

Ele parou de meter por um momento, inclinando-se sobre minhas costas para apalpar meus seios, que pendiam, livres de minha camiseta.

—A meia-vida seria, hum... — ele agarrou meus seios distraidamente, rolando meus mamilos duros entre os dedos. —Dois minutos?

—Isso mesmo, Sr. Sanders. Obrigada.

O professor se voltou para outra aluna, e Jag retomou o ato de me martelar, seu pau ainda duro e vazando dentro de mim. Logo ele gozou; pude sentir jatos de porra quente sendo despejados dentro de mim. Enquanto ele se retirava, olhei por cima do ombro para ele. Ele me deu um tapinha na bunda, e pela primeira vez em todo o dia, eu o vi sorrir — um sorriso leve, imperceptível para qualquer um além de mim, mas um sorriso de qualquer forma. Meu estômago deu um nó ao pensar em agradá-lo tão completamente. Se eu pudesse ser a pessoa a deixar esse cara durão e egocêntrico da luta fraco, senti que tinha cumprido meu papel. Sorri de volta para ele, ajeitando minhas roupas e me sentando de volta no meu lugar, vazando porra.

Talvez isso não fosse tão ruim.

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