Contos eróticos para ler inteiros.

Primeira Vez

Uma Lyndsey Completa

Jocili200315 min

Jude tinha um metro e sessenta e oito, era esguio e tinha um rosto que poderia ser mais bem descrito como bonito do que como charmoso; Lyndsey era loira, linda e CORPULENTA: um metro e oitenta e oito de salto alto, peitos gordos como melões maduros, coxas suculentas e um popozão que Jude poderia apoiar o antebraço. Os dois adoravam deixar os amigos constrangidos com sessões de beijos improvisadas ou manter os vizinhos acordados todas as noites com gemidos prazerosos vindos do apartamento.

Eram realmente o casal mais apaixonado que se poderia ver, ainda que fosse um casal incomum de se olhar.

Incrível pensar que o relacionamento deles começou com uma pegadinha.

No início, Jude ficou surpreso com a generosidade do amigo naquela noite. Arrumar um encontro para ele não era o tipo de coisa que Jason costumava fazer, mas ele achou que merecia uma folga depois de se formar na faculdade sem conseguir o número de telefone de uma única garota em quatro anos.

Ele tomou banho, se barbeou, vestiu seu melhor — e único — terno e foi ao restaurante. O medo de que encontraria uma garota sem graça do clube de xadrez desapareceu imediatamente quando ele viu a anja esperando por ele na mesa: lábios carnudos que imploravam por beijos, grandes olhos azuis, cabelos como seda dourada e um decote generoso explodindo do vestido preto.

— Você é Jude?

Ele engoliu em seco. — Sim.

— Eu sou Lyndsey, prazer em conhecê-lo.

Ela o achou charmoso e doce; ele a achou encantadora e engraçada. Jude não conseguia acreditar na sorte que tinha.

Cerca de vinte minutos depois do início do encontro, Lyndsey disse: — Vou dar um retoque no nariz. — Quando ela ficou de pé em toda a sua altura majestosa, Jude de repente se sentiu como se estivesse em um templo grego antigo. Ela sorriu e se afastou; um homem sentado em uma das outras mesas olhou para ela enquanto passava, então fixou os olhos em Jude e começou a rir.

Jude bufou. Puxou o celular e mandou uma mensagem para Jason:

Haw! hHaw! Muito engraçado, idiota.

A resposta de Jason foram três emojis de carinhas rindo com três berinjelas.

Ele pensou em ir embora naquele momento, mas seria rude com Lyndsey. Melhor seria aguentar o encontro até o fim e depois mandar uma mensagem no dia seguinte com alguma desculpa vaga de que estava ocupado demais para namorar agora.

Lyndsey voltou logo depois que o garçom colocou os pratos na mesa.

— Você não adora quando volta do banheiro e a comida já está te esperando? — perguntou ela, sentando-se.

— Hum, sim, é ótimo. — Ele cutucou o salmão.

Lyndsey começou a enrolar fetuccine no garfo, com um sorriso sem graça no rosto. — Aposto que você ficou surpreso com a minha altura, né?

— O quê? Ah, não. Quer dizer... você não é tão alta assim.

— Por favor, não. Tenho a mesma altura dos meus dois irmãos. — Ela riu. — Não tenho complexo com isso, pelo menos não mais. Mas o colégio foi difícil. — Comeu uma garfada de macarrão.

— Sei como é. Estou surpreso que você não tenha fugido quando viu como eu era baixo.

— Para falar a verdade, não sou dessas garotas que ficam obcecadas com a altura dos caras, seria hipócrita se fosse.

Jude sorriu com isso. — Jason é um idiota, achou que estava sendo muito engraçado ao nos arranjar um encontro.

— Olha, eu não me ofenderia se você quisesse terminar isso agora.

— Não, você é legal.

Riram e conversaram enquanto comiam, terminando uma garrafa inteira de vinho. Quando Lyndsey convidou Jude para ir ao apartamento dela, ele estava alegre demais para recusar. Ela o levou para o sofá assim que entraram.

— Faz um tempinho que eu não trazia um cara aqui — ronronou ela, acariciando a coxa de Jude.

— Aham. — O pau dele estava ficando duro. — Eu também. Quer dizer...

— Eu sei o que você quer dizer. — Ela cheirava a flores.

— Você é linda.

— Obrigada. — Ela colocou as mãos nas bochechas dele e o puxou suavemente para um beijo. Seus lábios eram tão macios. Ele deixou a língua dela penetrar em sua boca.

Depois de alguns minutos, ele se afastou.

— Algum problema? — perguntou ela.

— Preciso te contar uma coisa.

— O quê?

— Eu sou... — Ele respirou fundo. — Eu sou... virgem.

Lyndsey sorriu e acariciou suavemente a bochecha dele. — Tudo bem.

— Sério? Você ainda quer ficar comigo? — Jude sorriu aliviado, agora seu pau estava duro como um diamante.

— Claro, acho isso fofo. Sempre quis tirar a virgindade de alguém. — Ela se levantou e chutou os saltos. — Vou fazer desta uma noite muito especial para você.

Ela alcançou as costas e abriu o zíper do vestido, depois o puxou para baixo, deixando os peitos saltarem. Eles pareciam ainda maiores nus: carnudos, redondos e cada um do tamanho da cabeça de Jude. Jude estendeu a mão para eles, mas seus braços eram curtos demais e ela era alta demais. Lyndsey se inclinou, pegou as mãos de Jude e as colocou sobre os seios; ele os apertou, eram tão macios e quentes.

— Você os ama? — perguntou ela.

— Ah, Deus, sim. — Ele lutava para conter a carne abundante em suas mãos delicadas; pré-gozo começou a escorrer da ponta do pau.

— São todos seus.

Ali estava aquele exemplo imponente de perfeição feminina se oferecendo a ele, quase não parecia real.

Ela o deixou acariciá-la por mais um minuto antes de se virar e deslizar o resto do vestido, revelando sua bunda pálida e voluptuosa. Era como duas luas gêmeas diante do rosto de Jude, e ele sentiu como se fosse se transformar em um lobisomem. Ela arrancou a calcinha fio dental e deu um tapa na nádega direita.

— Eu amo minha bunda. — Ela se inclinou para fazer twerk. O rosto de Jude ficou quente, seu pau parecia prestes a explodir da calça enquanto ele observava o popozão pálido de Lyndsey tremendo diante dele.

Ela se virou, puxou Jude pela gola e disse: — Você está pronto?

Ele assentiu. Depois de jogar fora o paletó, tentou desabotoar a camisa, mas seus dedos não paravam de escorregar.

Lyndsey tocou a mão dele. — Tudo bem, eu cuido disso. — Ela desabotoou cada botão com cuidado, depois deslizou a camisa, sorrindo e mantendo contato visual caloroso o tempo todo. Jude não estava apenas prestes a perder a virgindade; ele ia perdê-la para uma anja linda que realmente se importava com ele. Mas foi quando ela arrancou o cinto dele que ele de repente ficou nervoso.

— Espere, preciso te contar...

— Tudo bem — ela abriu o zíper da calça dele —, eu não me importo muito com... — ela puxou a cueca dele e engasgou — ...tamanho. Ai, meu Deus! — Ela acariciou o órgão dele. — É como uma abobrinha. É como o braço de um bebê segurando uma ameixa. — Jude se encolheu, sentia que poderia gozar a qualquer segundo. Ela tocou as bolas dele. — Estas parecem inchadas, quando foi a última vez que você se masturbou?

— Nunca. — Ele se encolheu de novo. — Quando eu tinha treze anos, minha mãe me flagrou. Ela passou o dia todo me dizendo como eu era sujo. Desde então, tenho medo de me tocar.

— Ah, coitadinho, você não conhece o prazer. — Ela segurou o pau dele com as duas mãos e deu um leve aperto. — Não se preocupe, vou ordenhar essa cobra-rei para você.

Lyndsey acomodou Jude de volta no sofá, se posicionou sobre ele e deslizou sua boceta encharcada no membro enorme de Jude; ambos estremeceram. O sexo quente e úmido dela em torno de sua masculinidade foi a maior sensação que ele já sentira; ele precisou reunir toda a sua força de vontade para não gozar naquele instante.

— Isso é tão bom — sussurrou Jude.

— Está prestes a ficar ainda melhor.

Ela começou a se esfregar lentamente de um lado para o outro, roçando o clitóris no osso púbico dele. Ele passou os braços em volta da cintura dela, a sensação de finalmente ter a pele de uma mulher contra seu corpo era boa o bastante para fazer uma lágrima rolar por sua bochecha.

Ela envolveu o rosto de Jude em seu decote enquanto começava a cavalgar, ondulando os quadris para frente e para trás com um ritmo praticado. Jude deslizou as mãos para as nádegas dela, apertando-as como um homem se segurando para a viagem de sua vida.

— Bata na minha bunda, amor — gemeu Lyndsey.

Jude deu um tapinha hesitante nas nádegas dela.

— Eu disse para bater — ordenou ela. — Eu aguento.

Ele levantou as mãos o mais alto que pôde e desferiu duas palmadas estrondosas no popozão da amante.

— Isso é mais como eu gosto, amor.

Seus corpos estavam fumegantes um contra o outro; suco de boceta pingava pelo pau de Jude; manchas vermelhas brotavam no corpo de Lyndsey enquanto sua respiração ofegante ficava mais intensa. Jude estava tentando segurar o orgasmo para saborear a sensação de estar conectado a Lyndsey, mas agora estava quase no limite.

— Mmnnaspld — gemeu ele contra a carne dos peitos dela.

Lyndsey se afastou. — O que você disse, amor? — ofegou.

— Eu disse que vou explodir!

— Exploda! Exploda dentro de mim, amor. Me dê todo esse bom esperma!

Depois de mais algumas bombadas rápidas, Lyndsey congelou: seu corpo ficou rígido, seus olhos reviraram, sua boceta se apertou em volta do pau de Jude como uma armadilha; Jude se soltou: seus músculos tensionaram e suas bolas se contraíram enquanto esperma espesso era disparado para dentro do útero de Lyndsey. Houve uma descarga, depois outra, depois outra; seu pau pulsante tinha vontade própria, enviando ondas de prazer ao cérebro de Jude.

— Ah! Ah! Ah! Ah! Aaahh! Aaaahhhh! — gemeu Lyndsey. Com as costas arqueadas e o corpo trêmulo, ela agarrou o encosto do sofá como se seu êxtase cru fosse lançá-la contra o teto.

Eles tremeram com um último orgasmo antes de Lyndsey desabar sobre Jude — ele se sentiu tão pequeno com ela por cima —, de alguma forma era bom, seguro. Eles se abraçaram, ofegantes, os corpos escorregadios de suor. Quando o pau dele amoleceu, ela rolou para fora dele. Ficaram sentados, recuperando o fôlego.

— Isso foi incrível. — Lyndsey acariciou a bochecha dele. — Você é perfeito.

Então Jude começou a chorar.

— O que há de errado?

— É que... — ele tentou dizer em meio às lágrimas. — É que... eu nunca pensei que conseguiria fazer isso com alguém, especialmente alguém tão bonita quanto você.

— Ah, amor. — Ela o puxou para os braços. — Estou aqui agora. Não se preocupe, você nunca mais estará sozinho. — Ela acariciou suavemente a cabeça dele até que ele adormecesse.

Jude acordou no sofá na manhã seguinte. Primeiro, pensou que a noite anterior tinha sido um sonho, depois percebeu que ainda estava no apartamento de Lyndsey, e ainda nu. Ouviu algo chiando no cômodo ao lado, sentiu o aroma delicioso de bacon. Seguiu o nariz até a cozinha, onde Lyndsey estava de pé junto ao fogão.

— Bom dia, dorminhoco — disse ela com um sorriso radiante. Vestia apenas a camisa de Jude da noite anterior, que deixava a parte de baixo das nádegas de fora, e os dois botões de cima estavam desabotoados para acomodar o decote.

Sentaram-se à mesa de jantar com pratos de ovos fofos e bacon crocante. Não falaram muito enquanto comiam, apenas sorriram um para o outro entre as garfadas.

— Você cozinha bem — disse Jude depois de terminar.

— Minha mãe sempre me dizia: 'A melhor maneira de fazer um homem feliz é manter as bolas dele vazias e o estômago cheio'.

— Bem, missão cumprida.

Ela riu. — A noite passada foi incrível.

— Você fez a maior parte do trabalho.

— Ei, não seja modesto. Você tem o tipo de pau com que eu sempre sonhei.

Ele olhou para o próprio membro. — Sempre soube que era... acima da média, mas nunca fiz nada com ele.

Ela esfregou a mão dele. — É para isso que estou aqui. Qual é algo que você sempre quis fazer?

— Tudo.

— Tá, bem, qual é a primeira coisa que vem à sua cabeça?

Ele olhou para o peito de Lyndsey, seus peitos enormes ameaçando estourar os botões da camisa branca de Jude.

— Espanhola?

Lyndsey sorriu. Recolheu os pratos e talheres, levou-os para a cozinha, depois voltou um segundo depois e começou a desabotoar lentamente a camisa. O pau de Jude estava duro como pedra quando ela a jogou fora e se deitou na mesa.

— Vá em frente.

Jude pulou na mesa, montou na caixa torácica de Lyndsey com as coxas, enfiou o pau no decote dela e apertou os seios ao redor de si, a cabeça do pau saindo pelo topo do decote.

— Ninguém nunca conseguiu enfiar o pau inteiro — disse Lyndsey com alegria.

Não era tão suave quanto sua boceta molhada, mas ainda assim era gostoso. Ele rolou os quadris enquanto massageava a carne quente e macia dos peitos dela em volta do membro. Precisava ir devagar, mas isso só significava que podia saborear mais a experiência.

Os olhares se encontraram, sorriram um para o outro.

O prazer de Jude continuava aumentando. Quando sentiu que estava chegando ao clímax, parou de ondular os quadris e começou a sacudir os peitos de Lyndsey como bolas oito gigantes; Lyndsey ergueu a cabeça e abriu a boca. Ele parou, disparou uma carga no rosto dela. Ela engoliu.

Enquanto Jude ofegava, Lyndsey limpou um pouco do esperma residual no nariz com o mindinho e levou à boca, dizendo: — Isso tem um gosto tão bom.

Percebendo como seus joelhos doíam de se ajoelhar na mesa, Jude pulou para fora, Lyndsey o seguiu. Ficaram de frente um para o outro — mesmo descalça, o rosto de Jude só alcançava os seios de Lyndsey, então ele precisava olhar para cima para encontrar os olhos dela. Ele colocou as mãos na cintura dela, depois deslizou as mãos sobre os quadris para agarrar sua bunda voluptuosa. Não conseguia acreditar que na noite anterior estivera pensando em dar o fora. Aquela mulher tinha um rosto como o de Margot Robbie, um corpo como o de Kate Upton, um bumbum como o de Beyoncé, e era todinha dele. Quanta sorte um cara poderia ter?

— Quer tomar um banho? — perguntou ela.

Ficar cobertos pela água quente, esfregar espuma pelo corpo um do outro, era quase tão prazeroso quanto o sexo em si. Jude explorou cada centímetro da figura amazônica de Lyndsey com as mãos, polindo-a como um devoto polindo o ídolo de uma deusa. Ela lavou o cabelo dele com xampu, lenta e docemente. Depois passou as mãos pelo torso dele para começar a lavar seu pau — se Jude não tivesse se esgotado com a espanhola, teria ficado duro como pedra.

Depois de se secarem com a toalha, Jude foi procurar suas roupas. Sua calça estava perto do sofá, ele a pegou e puxou o celular do bolso para ver se tinha alguma mensagem. Havia um SMS de Jason:

Ei, cara, desculpe pela noite passada. Sem ressentimentos? Vem aqui e conversamos sobre como posso compensar.

Lyndsey saiu usando uma toalha em volta do peito. — O que foi?

— É o Jason, ele me convidou para ir lá pedir desculpas. — Ele sorriu maliciosamente. — Quer vir comigo?

— Me ajuda a escolher uma roupa.

Lyndsey usou um top bebê azul claro com decote coração que mostrava seu decote amplo, e uma calça jeans apertada para valorizar as curvas de seu popozão. Jude achou que ela estava bonita, mas nem de longe tão bonita quanto a cara de Jason quando ele abriu a porta e os viu juntos.

— Eu trouxe a Lyndsey — disse Jude, dando um aperto na nádega direita dela —, tudo bem?

— Hum... sim. — Jason os encarou sem graça.

— Não vai nos convidar para entrar? — perguntou Lyndsey.

— O quê? Ah, sim. Entrem e sentem-se.

Jason ocupou a poltrona, Lyndsey e Jude se aconchegaram juntos no sofá.

— Foi muito legal da sua parte nos convidar para ver como foi nosso encontro — disse Jude com um sorriso safo.

Jason continuou encarando. — Ugh...

— Obrigada por me apresentar um cara tão doce — disse Lyndsey, passando os dedos pelo cabelo de Jude. — Nos divertimos muito na noite passada.

Começaram a se beijar — gemendo, metendo descaradamente as línguas na boca um do outro. Jason os observou por mais de um minuto inteiro antes de dizer: — Tá bom, tá bom, podem parar.

Jude afastou o rosto do de Lyndsey. — O que você quer dizer, Jason?

— É — disse Lyndsey —, uma garota não pode dar um pouco de carinho para o seu novo homem?

— Eu sei que vocês estão só me zoando.

— Por que você diz isso? — perguntou Lyndsey.

— Qual é, não tem como uma garota como você ser tão apaixonada por um cara como ele.

Jude semicerrara os olhos. — Que amigo você é.

— Desculpa, mas estou só sendo honesto. Lyndsey, o que ele poderia ter para você se apaixonar depois de um encontro?

Lyndsey desabotoou o cinto de Jude, abriu o zíper da braguilha e puxou para fora sua sucuri. Os olhos de Jason se arregalaram.

— Que tal isso? — disse Lyndsey.

Jude deu a Jason um sorriso satisfeito, depois voltou a beijar Lyndsey.

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