Um Machucadinho para o Papai
— Oi, papai.
— Oi, querida. Como estão seu novo alojamento e sua nova colega de quarto?
— Esse apartamento no campus é muito melhor do que aquele quartinho que eu tinha no ano passado. Temos uma sala de estar legal e uma cozinha. A Heather e a Jennifer dividem um quarto — você as conheceu no ano passado —, e a Jasmine e eu dividimos o outro. A Jasmine é uma aluna transferida de L.A. É uma garota negra, super legal. A gente se dá muito bem. Muito bonita. Ela fez alguns trabalhos como modelo em L.A.
— O que ela está fazendo do outro lado do país?
— Bom, dizem que temos o melhor programa de engenharia de plásticos. É a especialização dela.
— É um curso difícil. Ela deve ser inteligente.
— Ah, sim, papai, ela é muito inteligente. Ei, você se importa se ela vier para casa comigo no Dia de Ação de Graças? Ela não quer ir até L.A. por poucos dias quando vai ficar em casa por três semanas no Natal.
— Claro que não me importo, Sarah. Você vem para casa neste fim de semana? É o feriado do Dia do Trabalho, você sabe. Pergunto porque a UPS acabou de entregar seu computador novo aqui em casa.
— Você quer trazer o computador para cá? Você poderia ver minhas novas acomodações e conhecer a Jasmine.
— Não posso. Vou trabalhar no fim de semana prolongado. Escolhi por causa da antiguidade e fiquei com o Dia do Trabalho no lugar do de Ação de Graças e do Natal.
— Tudo bem, eu vou aí por volta do meio-dia no Dia do Trabalho para pegar o computador. Acho que não vou te ver, então. Você poderia configurar o computador e ter certeza de que tudo funciona?
— Claro, querida. Vou instalar alguns programas que você provavelmente pode usar, como o Microsoft Office.
— Obrigada, papai!
* * *
O pai de Sarah tinha montado o computador na noite anterior, mas ele esqueceu de carregar o Microsoft Office e os outros programas que ela poderia gostar. Então ele almoçou mais cedo no Dia do Trabalho e foi para casa fazer isso. Não demorou muito.
Ele se sentou na cama da filha por alguns minutos e começou a pensar nela. Por alguma razão, ele foi tomado pela vontade de vasculhar as gavetas dela. Ele — e não sua falecida esposa — sempre tinha lavado as roupas e sempre dobrava cuidadosamente as roupas da filha e as colocava nas gavetas. Ele começou a acariciar as lingeries dela e logo decidiu tirar suas roupas e experimentar uma calcinha.
De repente, ele ouviu Sarah e Jasmine entrarem em casa, conversando e brincando alto. Sobressaltado e envergonhado, ele agarrou suas roupas e se escondeu no armário, ainda usando nada além da calcinha. A porta do armário tinha venezianas. Ele podia espiar por entre elas.
— Uau, que computador incrível! — Jasmine disse com admiração.
Sarah ligou o computador e brincou um pouco com ele. — Eu adorei! Muito mais rápido que o meu antigo. Bem, vamos embalar isso. — Elas fizeram isso, enquanto conversavam sobre vários assuntos.
— Você nunca vai adivinhar o que eu fiz no laboratório de engenharia de plásticos ontem.
— O que foi, Jasmine?
Jasmine puxou o grande dildo vermelho de sua bolsa. — Se o Dr. Montgomery soubesse para que propósito eu uso os recursos da universidade. — As duas começaram a rir.
— Talvez você devesse mostrar a ele. Você provavelmente ganharia um A.
Agora elas ficaram histéricas. — Acho que ele realmente gosta de dar o cu, Sarah. Percebo porque ele olha mais para os garotos do que para mim, mesmo quando uso aquela minha minissaia branca e sento na primeira fila. Mas é melhor eu testar o equipamento antes de me oferecer para preencher o fudge dele. Certificar de que está totalmente funcional.
— Sim, certamente Jasmine, vamos testá-lo!
As duas garotas começaram a se despir. Nuas, elas se abraçaram em um longo beijo apaixonado.
— Sarah, você tem que me prometer uma coisa.
— E o que é, Jasmine?
— Prometa que você não vai se apaixonar por mim.
— Jasmine, eu não vou me apaixonar por você! Isso é só uma chupada e foda entre amigas. Eu gosto é de homens. Só queria encontrar alguém como o meu pai. Ele é um homem macho de verdade, exalando testosterona. Acho que a maioria dos caras no nosso campus só fica nos quartos jogando no computador e batendo punheta.
O pai de Sarah, no armário de calcinha e puxando seu pau, engasgou ao ouvir o último comentário. Por um momento ele temeu que elas pudessem tê-lo ouvido.
— É, eu também gosto de homens, Sarah. Uma chupada e foda entre amigas. Gostei dessa! Para que serve uma amiga, afinal?
— Exatamente!
* * *
O aniversário do meu pai cai justamente no Halloween e eu nunca, jamais perdi. Não em mais de vinte anos. Não me lembro dos primeiros, mas sempre tivemos uma baita tradição desde que me lembro. Eu me fantasiava de bruxa ou de um diabinho vermelho e assustava meu pai. — Buu, papai! — eu gritava. — Buu! — E ele fingia ficar apavorado e desmaiar de terror. Eu o reanimava com beijos só para descobrir que ele tinha se machucado. — Ah, papai, deixe-me beijar seu dodói! — eu insistia. A primeira vez que consigo me lembrar claramente de toda a nossa diversão foi no ano do jardim de infância. Papai deslocou um dedo. Ele conseguia, quando queria, tirar o dedo da articulação e deixá-lo grotesco. Quando eu tinha sete anos, ele torceu o tornozelo e, interpretando até o fim, me levou para pedir doces de Halloween usando muletas. Claro que eu beijava os dodóis dele e os curava.
Longe de casa no último ano da faculdade, fiz reservas online para o voo de volta uma semana antes do aniversário do meu pai no Halloween. Eu só poderia ficar fora um dia por causa do meu horário de aulas e trabalho. Meu voo estava programado para chegar às 17h do dia 31 e partir ao meio-dia do dia seguinte. Logo depois de fazer as reservas, liguei para minha melhor amiga Laurie, que estudava em uma faculdade a umas duzentas milhas dali.
— Sarah, o que você está vestindo? — Laurie perguntou, de cara.
— Só calcinha, só isso. Por quê?
— Você já fez sexo por telefone? Estou com saudades!
— Laurie! A gente não decidiu nada de sexo? Uma com a outra, quero dizer.
— É, eu sei, mas você foi minha primeira garota e eu...
— Caramba, Laurie! — interrompi. — Estou com um grande problema aqui. Quero tornar o aniversário do meu pai no Halloween muito especial este ano. É o primeiro aniversário dele desde que a mamãe faleceu. Você tem alguma ideia do que eu poderia fazer por ele? — Ouvi por alguns minutos enquanto Laurie falava. E então gritei no telefone: — Laurie, eu não posso fazer isso! Por que... por que... isso... eu... isso... eu... — Desliguei na cara da minha amiga, chocada com o simples pensamento. — Caramba, essa garota tem uma mente muito suja.
E então pensei sobre aquilo, pensei mais, e pensei ainda mais. Sei que corei. Minha calcinha ficou úmida. Eu me masturbei.
* * *
Meu pai me pegou no aeroporto. Quando nos abraçamos, pareceu diferente dos nossos abraços passados. Ele não disse uma palavra sobre o que eu estava vestindo. Não até chegarmos em casa, ele preparar uma bebida para cada um e nos sentarmos no sofá da sala.
— Buu, papai! — pulei em cima dele.
— Você não está me assustando, Sarah. Desta vez, não. Deixaram você entrar no avião vestindo isso?
Ele me examinou cuidadosamente no meu traje de arrumadeira. Consistia em um top cropped de renda e cetim, minissaia evasê com avental removível, calcinha de babados, faixa de cabelo, gargantilha, liga de perna, luvas de renda, espanador e meia-calça arrastão.
— Ah, papai, não seja tão puritano! Não estou mostrando nada que você não veria se eu usasse minha minissaia verde-limão Nina Ricci e o top combinando. Sabe, aqueles que você me comprou.
— Na verdade, não comprei aqueles, Sarah. Você passou os $495,99 no meu cartão de crédito depois que eu deixei você pegar emprestado porque disse que precisava muito de produtos femininos e não tinha dinheiro.
— Tanto faz. Ninguém reclamou da minha roupa no avião. A maioria eram membros de um time de futebol ou algo assim. Eu só disse que estava a caminho de uma festa de Halloween. O técnico gritou com eles por falarem comigo. Ele berrou algo como: 'Chega de escândalos!' O que quer que isso significasse.
— Bem... você está bastante... hã... você... hã...
— Papai, não sou mais sua garotinha. Sou uma mulher. Bem, ainda sou sua garotinha. Mas você entende o que quero dizer.
— Sim, querida, acho que entendo.
— Papai, você pode pegar outra bebida para mim, por favor?
— Não, acho melhor não. Você não tem idade legal para beber neste estado. — Ele olhou para baixo, constrangido, para sua virilha.
— Papai, você sabe muito bem que fiz vinte e um em abril. — Eu podia ver o volume em suas calças e sabia que ele não queria se levantar porque estava de pau duro. — Deixa, eu mesma pego. Você quer outra? — Ele assentiu.
Voltando com as bebidas, me sentei de novo no sofá. Nós apenas nos encaramos por alguns minutos, sem dizer nada. Meu pai olhou para a mala que eu tinha largado perto da porta.
— O que você tem na bolsa, querida? Você geralmente não traz roupas quando vem para casa, já que tem tantas aqui. E eu sei bem, já que paguei por elas.
— Minha fraternidade fez um show de Halloween para ajudar as vítimas do furacão. Arrecadamos muito dinheiro. Esquetes de filmes e tal. Eu fui a diretora de figurino. — Enfiei a mão na bolsa e puxei alguns itens. — Aqui, papai, vista isso. — Entreguei a ele um jaleco de médico e um espelho de faixa para a cabeça. — Agora feche os olhos. — Ele fechou e eu tirei o traje de arrumadeira e vesti a fantasia de enfermeira sexy com frente de alcinha e zíper, que eu não fechei quase nada.
Papai abriu os olhos bem arregalados e perguntou: — Que tipo de enfermeira você é, RN ou LPN? Nunca vi uma enfermeira assim e já estive no hospital meia dúzia de vezes ao longo dos anos por várias doenças.
— Sou enfermeira-chefe, papai.
— Ah. E que esquete você fez usando isso?
— Tem um vídeo de sexo engraçado, Hypno Fucked 1, que é um cult no campus. Fizemos um pequeno esquete sobre ele. Tem um clipe de papel enorme que faz parte do seu figurino, mas um idiota de uma fraternidade roubou o meu. Ele não devolve porque diz que agora é seu amuleto de sorte. Droga, você realmente se parece com o Dr. Mesmer do vídeo. Ei, acho que vou colocar uma música. Estou com vontade de dançar. Minha amiga da faculdade gravou um CD para mim com algumas músicas de Halloween e outras coisas que gosto.
— Dance você, querida. Eu assisto.
Coloquei "Monster Mash" de Bobby "Boris" Picket e comecei a rebolar loucamente, estilo stripper. Dava para ver que papai estava impressionado. Então a música avançou para outra canção.
— Querida, onde você aprendeu a dançar assim? Que música é essa? Parece familiar.
— Uma das minhas irmãs de fraternidade é dançarina exótica. Paga a mensalidade dela. Ela me ensinou alguns movimentos. Acho que o nome da música é 'Purple Pecker Eater', papai.
— Não é! Agora reconheci. É 'Purple People Eater' de Sheb Wooley.
— Tanto faz. 'Danny Boy' está tocando agora, uma lenta. Por favor, dance comigo, Daniel. Ou você prefere que eu te chame de Danny Boy como a mamãe fazia? — Ele deu de ombros e se levantou relutantemente, e dançamos. Eu o segurei apertado. Olhei para cima para ele. Seus olhos estavam marejados. Vi uma lágrima. Ela caiu no meu peito.
— Hã... desculpe, Sarah — ele murmurou pedindo desculpas enquanto puxava o lenço do bolso e a limpava, abrindo mais o zíper da minha blusa para poder limpar tudo. Um dos meus peitos escapou e ele o empurrou de volta.
— Não chore, papai. É seu aniversário! É Halloween! Vamos festejar!
Ele franziu a testa e então sussurrou: — Sinto falta da sua mãe.
— Também sinto falta dela, papai. Ela gostaria que você se divertisse. Ela adorava ver a diversão que você e eu tínhamos comigo te assustando e seus dodóis.
— Sim, ela adorava, querida.
— Bem, deveríamos nos divertir agora. Pela mamãe.
De repente, me afastei do meu pai e agarrei as joias da família, de brincadeira, mas com firmeza. — Ai! — ele gritou.
— Ai, papai, você está com um dodói? — Me ajoelhei na frente dele, abri suas calças e as deixei cair nos tornozelos. — Você usa cueca box rosa? Eu nunca teria adivinhado.
— Elas eram brancas, mas eu sem querer as lavei com um moletom vermelho novinho.
— Bem, vamos tirá-las e vou deixá-las de molho em água sanitária. — Puxei-as para baixo. — Mas vamos cuidar desse dodói primeiro, vamos?
— Ahhhhh — ele gemeu ao primeiro toque provocante do meu pau com meus lábios quentes e molhados.
— Por favor, cuidado com os dentes, querida. Os da sua mãe eram bem afiados. Ela tinha incisivos incríveis.
— Não se preocupe, papai. Sou enfermeira-chefe, não uma vampira. — Alguns caras gostam de uma mordidinha, mas acho que ele não, então cobri meus dentes com os lábios e o coloquei na boca. — Agora você me diz se quer mais suave, mais rápido ou mais devagar. Comunicação é essencial para fazer um ótimo boquete, sabe.
— Vou sim, querida. Mas de alguma forma acho que não vai fazer muita diferença. Só de ver você colocar meu pênis na boca já me deixa quase pronto para gozar uma baita carga.
— É isso que eu quero, papai. Goze na minha boca e em todo o meu rosto.
Levei minha mão direita até a base e até a ponta do seu pau, acompanhando minha boca enquanto acariciava suas bolas com a mão esquerda. Para cima e para baixo, para cima e para baixo, boca e mão em uníssono. Tirei a boca momentaneamente para poder falar e usei a palma da mão para deslizar e girar sobre a cabeça do pau como se estivesse espremendo uma laranja.
— Ahhhhh... meu... isso... é... ahhhhh... — ele gemeu.
— Então você gosta de boquete, né, papai? — Ele assentiu entusiasticamente. — Já se perguntou por que sempre tínhamos tantos legumes na geladeira? Passei horas e horas praticando em cenouras, abobrinhas e picles grandes. Bananas são muito óbvias.
Inclinei a cabeça para trás e o puxei para mim pelas nádegas. O pau dele deslizou pela minha garganta, inteiro. Meus lábios pressionaram contra seus pelos grossos enquanto eu o engolia até o fundo. Alternei entre beijar, lamber e acariciar o pau dele e engoli-lo todo.
— Ahhhhh... eu... estou... ohhhhh... isso... eu... oh... oh...
No momento da verdade, ele fez uma careta de êxtase e rangeu os dentes enquanto seu corpo tremia e explodia na minha garganta.
— Adoro sua porra, papai — arrulhei enquanto segurava o pau dele e deixava cada última gota cair na minha boca aberta. — Afinal, essa é a coisa que me fez.
— Não acredito que você engoliu tudo, Sarah. Sua mãe não conseguia fazer isso. E ela tirou as amígdalas quando era criança.
— Tem um truque, papai. Eu chamo de 'estourar o furão'. Como está seu dodói? — brinquei, balançando o pênis flácido dele.
— Todo melhor, muito obrigado.
— Sim, de fato, a felação cura uma infinidade de problemas de saúde, não é, papai? Como bolas azuis. — Ele assentiu feliz e me olhou com amor. — E o que você gostaria de fazer agora?
— Bem, que outras fantasias você tem?
Enfiei a mão na bolsa de novo e entreguei a ele a fantasia de lobo mau. Máscara de látex e macacão de pele. Ele vestiu. — Feche os olhos de novo. — Vesti o minivestido vermelho de 'visual molhado' com o capuz combinando.
Ele abriu os olhos e disse: — Ah, conheço essa história.
— Eu também. Quer dizer, você costumava ler essa história para mim quando eu era pequena. Vovó, que orelhas grandes você tem.
— São para te ouvir melhor, minha querida.
— Não, papai, você deveria dizer: 'São para te comer melhor, minha querida.' Porque eu vou te puxar pelas orelhas enquanto você me chupa.
— Acho que estou com fome agora, querida. Muita fome.
Eu não tinha me incomodado com a calcinha da fantasia, antecipando o que poderia vir a seguir. Eu, esperava. Meu pai me empurrou gentilmente de costas no sofá e levantou a saia para dar uma olhada.
— Quero te comer, minha querida. Quero colocar minha língua bem entre suas longas e lindas pernas e enfiar meu nariz naquele arbustinho vermelho.
— Por favor, papai! Me chupe! Mas por favor, tire a máscara. Não quero queimaduras de borracha na parte interna das minhas coxas.
Meu pai arrancou a máscara e enfiou a cabeça sob o vestidinho. Ele começou a lamber, mordiscar e beijar a parte interna das minhas coxas, dos joelhos até a virilha. Muito ternamente. Levantei a saia para poder vê-lo me chupar. Ah, como eu queria que ele colocasse aquela língua investigativa bem no meu ponto quente. Mas não, ele brincou comigo um pouco mais.
— Ah, porra, papai! Isso é tão gostoso pra caralho. Ah... ah... ah... isso. Estou pronta agora, papai. Enfia essa porra de língua dentro de mim.
Ele começou a lamber minha xoxota da entrada até o clitóris. A língua dele era macia. Ele passou a língua entre meus grandes e pequenos lábios de um lado, enquanto os mantinha juntos com os lábios. Depois fez o outro lado.
Meus gemidos ficaram mais altos. Comecei a empurrar o quadril e puxá-lo pelas orelhas para baixo em mim. Exatamente como eu disse que faria. "Porra... porra... ai, porra..."
Ele começou a chupar meu clitóris. Puxando-o e depois soltando. Então alternou a chupada com lambidas rápidas por toda a área. À medida que sentia eu responder cada vez mais, ele acelerou o ritmo. Mais forte e mais rápido.
"Ai, meu Deus do caralho!" gritei repetidamente. "Não para! Continua fazendo isso, papai! Não para! Isso... ai, porra..."
E então, de repente, perdi o controle e apertei as pernas no rosto dele enquanto ele continuava me chupando até eu parar de tremer. Isso só aconteceu depois de eu ter três orgasmos fantásticos. Então ele se ergueu, ofegante. "Nossa, querida, você fala muitos palavrões quando... está... hã... você sabe."
"Você me fez gozar três vezes, papai! E sabe, meu joelho estava me incomodando, mas não dói mais. Torci ele jogando tênis. Cunnilingus me faz muito mais bem, clinicamente falando, do que aqueles comprimidos."
"Você é uma garotinha tão levada, Sarah. Talvez eu devesse te castigar por usar palavras muito feias."
"Não quero ficar de castigo agora, papai. Mas você poderia me dar palmadas. Sabe, você nunca me bateu." Não esperei resposta. Rapidamente me deitei no colo dele e levantei a saia da fantasia de enfermeira acima da minha bunda.
"Você não vai colocar outra fantasia?"
"Bem, eu poderia colocar a fantasia de macaco e você poderia bater uma punheta, mas essa coisa é quente pra caralho. Eu já estou quente pra caralho, com certeza. Viu, papai, falei mais palavrões. Agora bate na minha bundinha!"
Meu pai lambeu os lábios de um jeito estranho, pensei. "Você não deveria usar palavras como 'porra', minha pequena." Pá! Pá!
"Ei, papai, isso dói!"
"É para doer, querida." Tapa! Tapa!
"Ai! Ah, papai, eu tento ser boazinha, mas é tão chato."
"Sua bundinha linda está ficando vermelha." Pá! Pá!
"Papai, essa surra está me excitando muito. Podemos foder agora?"
"Você promete não usar mais essa palavra feia 'foder'?"
"Claro que sim. Agora me come, papai! Me dá gostoso!"
Meu pai me rolou do colo dele. "Você tem uma fantasia para isso também?"
"É claro. Fecha os olhos de novo." Tirei a fantasia de enfermeira safada e vesti a roupa de Mulher-Gato. Era um pouco diferente da do filme. Um top bustiê de malha vinílica preta e minissaia combinando. Não me preocupei com a calcinha fio dental. Ele abriu os olhos. "Bu!" gritei. "Te assustei, papai? Olha, sou a Mulher-Xoxota!"
"Uau! Claro que me assustou, querida, mas não a ponto de deixar meu pau mole. Mas eu não ganho outra fantasia?"
"Claro que ganha." Peguei a mala. Mostrei a roupa de Virgem Maria. "Eu usaria essa, mas é sacrilégio demais para mim."
"Ah, você é 'tecnicamente' virgem?"
"Você não compraria um carro sem dirigir antes, compraria? Quero casar com um homem exatamente como você. Até agora as audições foram decepcionantes. Quero que você me f... hã... quero que você me coma, papai. Agora! Tira toda a sua roupa e veste isso." Entreguei a ele a meia fina de náilon. Ele puxou sobre a cabeça.
"O que eu deveria ser?"
"Uma camisinha. Eu sempre insisto em proteção. Agora me f... hã... me come, papai!" Ansioso, ele me empurrou de costas no sofá, abaixou a parte de baixo da minha fantasia de Mulher-Gato e se posicionou entre minhas pernas com o pau grande na mão. "Não!" protestei.
"O que foi, querida? Achei que você queria."
"Assim não. Posição missionário? Nunca vou gozar. Você quer que seu bebê tenha um orgasmo, não quer?"
"Bem, claro que quero. Sua mãe gostava de fazer assim. Ela gritava, 'Ai, amor!' umas cem vezes."
"Sim, com certeza ela gritava. Você deita de costas no sofá e eu vou por cima. Quer dizer, não faz diferença para você de que jeito enfia seu pau em mim, faz?"
"Não, acho que não."
Ele atendeu ao meu pedido e eu o montei, de costas para ele, e enfiei o pênis dele na minha xoxota molhada e quente. Ele puxou o top bustiê da fantasia de Mulher-Gato para baixo e apertou meus seios e beliscou meus mamilos de brincadeira. Eu levantei a minissaia para que ambos pudéssemos ver o pau grande dele entrando e saindo. E então eu fodi com ele, com vontade, até que nós dois estávamos gritando palavras com P e gozamos simultaneamente como uma erupção vulcânica.
Depois ficamos deitados abraçados, conversando sobre coisas do passado. Depois de um tempo, minha mão roçou no pênis do meu pai, já excitado de novo.
"Papai, você já fez fudge com a mamãe?"
"Hã?"
"Sexo anal, papai. É disso que estou falando. Você já fez isso com ela?"
"Hã... não... eu... nós... nunca..."
"Então quem disse que não se pode ensinar truques novos a um cachorro velho? Ainda bem que tenho lubrificante na bolsa. Fecha os olhos de novo." Coloquei a fantasia de gênio com o véu, calças harém transparentes e top de cordão. "Ok, papai, você tem três desejos!"
"Quero beijar sua bunda, quero enfiar minha língua no seu cuzinho e quero foder seu cu."
"Seus desejos são ordens!" gritei de alegria enquanto me virava, abaixava minhas calças harém e enfiava minha bunda na cara dele.
Na meia hora seguinte, depois que ele me relaxou com a língua, meu pai socou meu botão de rosa e me fez guinchar como um porco no abate. Sexo anal realmente pareceu atraí-lo. Finalmente desabei e nos abraçamos de novo.
"Uau, gostei muito disso," ele disse. "É tão apertado e o jeito que você agiu me excitou de verdade."
"Estou tão feliz que você gostou, papai. Faria qualquer coisa por você."
"Qualquer coisa?"
"Qualquer coisa."
"Sarah, tenho uma confissão."
"Ah, e qual é, papai?"
"Você sabe quando veio para casa rapidinho no Dia do Trabalho para pegar seu computador? Com a Jasmine?"
"Claro que me lembro. Mas não te vi. Você estava no trabalho ou algo assim."
"Mas eu te vi."
"Hã?"
"Eu estava no seu quarto quando vocês duas chegaram. Só estava usando sua calcinha. Me escondi no armário. Vi você... e a Jasmine... eu vi—"
"Papai, não acredito!" Mas comecei a rir, o que aliviou muito a mente dele sobre o incidente.
"Nunca teria imaginado fazer sexo com você, querida. Mas ver você e a Jasmine fazendo aquelas coisas uma com a outra meio que... plantou a semente... digamos assim. Você ainda faria qualquer coisa por mim?"
"Papai, eu te amo muito, muito mesmo. Farei o que você quiser. Pode falar."
"Bem... hã... eu... hã..."
"Desembucha."
"Aquele pinto vermelho com que a Jasmine te fodeu?"
"Sim?"
"Poderia... você... hã... hã... poderia... você... hã—"
"Foder você no cu com ele?"
"Sim!" ele gritou.
"Não!" gritei de volta.
"Mas... você... disse... qualquer coisa... você..."
"A Jasmine está fazendo um azul igualzinho para mim. Vai ficar pronto até o Dia de Ação de Graças. Você pode esperar até lá, papai? Para enfiar no seu traseiro? Vou chamá-lo de Boo-boo e te dar um susto daqueles!"
O sorriso do meu pai derreteu meu coração.
* * *
Tive que voltar para a escola no dia seguinte. Mas papai e eu estamos realmente ansiosos pelo Dia de Ação de Graças. Vamos brincar de "Gobble, Gobble" e comer coisas que os Peregrinos nunca imaginaram. O grande pinto azul estará pronto e nosso lema para as festas é "Faz aos outros o mesmo que te fizeram." Jasmine está no cardápio também. E meu irmãozinho nerd virá para casa no Dia de Ação de Graças. Ele é calouro na faculdade. Já é hora de ele provar um pouco, não acha? Então fiquem ligados para minha história "Recheando a Irmãzinha." Ah, eu mencionei que essas histórias estão sendo transformadas em filme? Você pode me enviar um e-mail se quiser detalhes.