Contos eróticos para ler inteiros.

Coroas

Um Acordo com o Demônio

MonikNicolini16 min

A tensão se estendeu ao longo do dia de Linda. O caso Henderson pesava em seus nervos. Os detalhes e evidências podiam inclinar o caso para qualquer direção. Ela conseguia lidar com isso, mas a lembrava de que estava envelhecendo. Comandar um escritório de advocacia combinava com uma alma mais jovem e animada, não com uma mulher na casa dos 50.

Mesmo assim, ela era resiliente. Não tinha escolha. Crescer em Tijuana a tornara assim. Seus pais a criaram dessa forma, lutando para levá-la para os Estados Unidos. Ela lutou, sobreviveu e prosperou, tornando-se a mulher que era hoje. Sabia o que queria e não tinha problemas em encontrar a melhor maneira de conseguir. Essas características não passaram para seu filho, Marco. Ele cresceu um fracote assustado. Não herdou isso dela nem do pai.

Que ele se dane.

A preocupação com ele poderia apodrecer em outro dia. Naquela noite, ela estava feliz por estar em casa, embora a tensão a acompanhasse. Sua luxuosa casa de dois andares servia como seu refúgio. Linda afastou a tensão da mente ao sair da garagem. Durante o dia de trabalho, ela prendera o cabelo preto em um rabo de cavalo. Soltou-o ao virar no corredor, satisfeita por os fios grisalhos ainda não terem dominado.

Ela não havia planejado receber visitas.

Linda gritou quando as luzes se acenderam. "Mas que porra é essa?!"

Marco parecia petrificado, tremendo ao lado do balcão da cozinha. "M...m...mãe." Marco grasnou com uma voz tão seca que soou como um sussurro.

"Oi. Mãe." Um homem negro grande estava sentado em um banco ao lado dele. Uma mão enorme, do tamanho de uma pata de urso, agarrava a nuca de Marco, a pele esticando sobre seu pomo de adão. O homem tinha pele cor de amêndoa. As calças camufladas largas e a camiseta preta o faziam parecer mau, mas eficiente, tático.

"Meu bebê!" Terror atravessou seus olhos castanhos profundos. "O... O que você está..."

"Seu filho me deve dinheiro."

Marco piscou os olhos, com medo de encarar a mãe ou seu traficante. Ele só queria um estimulante para o fim de semana, mas estava sem dinheiro. Outros traficantes haviam desaparecido ou se recusavam a vender para ele. O Demônio, como o homem grande era chamado, só lhe oferecia maconha. Isso o irritava. Ele queria as coisas mais pesadas. Não tinha uma boa brisa havia meses. Tempos drásticos levaram a decisões idiotas. Roubar um dos subordinados do Demônio foi a primeira. Puxar uma faca para o próprio Demônio foi a segunda.

"S...solte meu filho." Linda tremeu. Sua voz estremeceu a cada palavra.

"Não posso." O Demônio respondeu.

"Por... por que não?"

"Eu já disse." O Demônio se levantou, ainda segurando o pescoço de Marco. "Ele me deve dinheiro."

Os olhos de Linda iam de Marco para o homem grande. Ela precisava proteger o filho. "Por favor." Linda deu um passo em direção a eles. Já havia se envolvido em brigas de soco antes, mas lutar estava fora de questão. O homem a superava em peso e tamanho. "Solte-o. Nós... nós podemos chegar a um acordo."

"Você não tem escolha a não ser chegar a um acordo. Ele fez uma cagada enorme."

"P...por favor, pode levar o que quiser."

O Demônio ergueu uma sobrancelha enquanto olhava ao redor.

"Mãe." Marco grasnou. "Não deixe ele me machucar." Ele olhou de relance para o Demônio, recusando-se a fazer contato visual. Desviou os olhos de volta para a mãe. "F...foi um erro." Uma lágrima brotou no canto do olho. Seu peito arfou. "P...por favor, mãe."

"Está tudo bem, Marco." Linda olhou para o Demônio. "Por favor. O que ele dever, eu pago. Eu pago!"

O Demônio olhou para Marco, depois para Linda. Ele soltou o aperto. Marco estava livre.

"Corra, Marco." Linda gritou.

Ele já estava correndo. Saltando sobre o sofá, moveu-se como se sua vida dependesse disso. Disparou pela porta da frente, batendo-a atrás de si.

O Demônio ficou parado como uma estátua enquanto observava a figura magricela correr. Um sorriso surgiu em seu rosto. Ele berrou. Sua risada ecoou pela cozinha. "Que filho você tem aí." Ele enxugou uma lágrima do olho.

Linda não estava rindo. "Que diabos, Damon?" O tremor deixou sua voz. Aço a substituiu. Ela ficou ereta, braços cruzados.

"O quê?" Damon, o Demônio, ergueu uma sobrancelha para ela.

"Não me venha com 'o quê'! Que diabos foi isso? Invadir minha casa. Fazer meu filho de refém..."

"Eu te disse que ele me devia dinheiro."

"Ele sempre te deve dinheiro."

"Você não deveria estar preocupada com ele chamar a polícia?" Damon sorriu.

Linda revirou os olhos. "Ele vai correr para o apartamento dele e se esconder. Você provavelmente o fez se cagar de medo. Mas deixa ele pra lá, que diabos foi tudo isso?" Seus braços continuavam cruzados.

"Ele fez uma merda grande." Damon imitou Linda, cruzando os próprios braços. "Tentou roubar um dos meus caras..."

"E isso é motivo suficiente para aparecer na minha casa? E se os vizinhos te vissem?"

"Parece problema seu. Além disso, você sabe que sou cuidadoso." Ele fez uma pausa. "Ele também fez isso." Damon tirou a camisa. Uma bandagem envolvia seu peitoral esquerdo e ombro. Sua testa se franziu. "Veio para cima de mim com uma faca enquanto eu estava de costas. Fique feliz por eu não ter arrebentado a cabeça dele."

"Merda." As drogas eram normais. Roubar era raro. Assaltar alguém de frente era novidade. Esfaquear Damon era simplesmente estúpido. "Mas... nós temos um acordo." Linda gemeu. "E se alguém te viu?"

Damon a encarou. Seu olhar enviou arrepios por sua pele bronzeada. Ele deu um passo em direção a ela. "Você está certa. Nós temos um acordo." As palavras rolaram como veludo, suaves e frias. "Eu vendo maconha boa e limpa para o seu filho, um maldito de 22 anos. Um homem. Da mesma idade que eu. Mantenho ele longe das coisas pesadas e fecho qualquer um que tentar vender coisas mais pesadas para ele." Ele se aproximou dela. "Certo?"

Linda sentiu a geladeira nas costas. "Sim."

Ele continuou. "Também mantenho o pequeno vício dele em segredo para não ferrar com a sua reputação, certo?"

"Sim."

Damon a pairou sobre ela. "E eu fiz a minha parte, certo?"

"...sim."

Ele se inclinou, colocando os lábios contra a orelha dela. "Então por que você não atendeu a porra do telefone?" Ele sibilou.

O acordo começou oito meses atrás. Linda descobriu quem estava vendendo para Marco, e Damon, o Demônio, era o mais atraente. Mais que inteligente, ele era forte e sábio.

Quando se conheceram, ele recusou o dinheiro dela.

Ele ofereceu um acordo diferente.

Ela aceitou.

"Eu..." Linda escondeu as mãos atrás das costas. Apesar da idade, o blazer e a saia curta a faziam parecer uma colegial culpada. "Eu estava ocupada."

"Não pode estar tão ocupada assim."

Ele tinha razão. Da última vez, ela passou duas semanas sem atendê-lo. Um caso complicado tomara sua atenção, levando a horas extras. Ele apareceu no escritório depois que sua equipe saiu à noite. Ele estava furioso. Debruçando-a sobre a mesa, ele a fodeu até ela perder os sentidos. Isso a deixou atordoada e leve nos pés por dois dias.

O sexo até agora tinha sido incrível, mas aquela foi a melhor foda da sua vida.

Ela queria ver o que aconteceria se resistisse por mais tempo.

"Eu... eu... eu..." Linda não conseguia encontrar uma desculpa. Ela havia planejado uma, mas esperava que ele aparecesse no escritório de novo. Parado na frente dela, na sua própria cozinha, as palavras lhe escaparam.

Ele colocou as mãos nas bochechas dela. "Eu fiz a minha parte, certo?"

Ela ergueu os olhos para os olhos castanhos escuros dele. "Sim."

"Então parece que você precisa fazer a sua parte." Seus olhos queimaram nos dela. Ele passou o polegar sobre o lábio dela. "Pode começar colocando essa boquinha bonita e amuada para trabalhar."

Linda escondeu seu entusiasmo. Deslizando contra a geladeira, ela ficou de joelhos. Olhou para a figura imponente na sua frente. Mãos trêmulas desabotoaram o cinto e o zíper dele. Um pau carnudo e grosso saltou para ela.

"Vai trabalhar." Damon comandou.

Ela obedeceu. Agarrando o pau dele, ela o envolveu com a boca. O pré-gozo já estava brotando na ponta. Ter um pau na boca nunca a excitara até conhecer Damon. Seus mamilos endureceram sob a blusa. Um vai-e-vem frenético começou. Suas habilidades no boquete haviam melhorado nos últimos oito meses. O pau ficou lubrificado em pouco tempo. Ela gemia e babava subindo e descendo em seu comprimento. Gemidos e arrulhos seguiram enquanto ela trabalhava o pau de Damon. A calcinha de Linda ficava cada vez mais molhada enquanto ela devorava o pau de Damon.

"Tira essas mãos." Damon a encarou de cima. Suas calças escorregavam cada vez mais para o chão. "E olhe para cima." Com os olhos travados, Damon começou a foder o rosto dela. Os olhos de Linda reviraram. Ela não se lembrava da última vez que ele fizera isso com tanta força, mas adorava. A sensação do pau deslizando contra sua língua fez seus mamilos formigarem. Ela abriu o blazer e enfiou a mão sob a blusa, feliz por ter dispensado o sutiã naquela manhã.

Mãos fortes agarraram sua cabeça. Damon martelava sua garganta. "Isso..." Ele gemeu. Sua boca ficou aberta. Sua respiração ficou rouca. Ele diminuiu o ritmo. "Isso." Ele recuou, deixando apenas a ponta.

Gozo inundou a boca de Linda. Ela lutou para acompanhar, engolindo o máximo que podia. O gozo escorreu pelos cantos da sua boca. Seus olhos tremularam enquanto ela saboreava o gosto doce e salgado. Ela lambeu cada gota, girando a língua ao redor da ponta.

Linda deixou o pau escapar de seus lábios. Ela estava orgulhosa do seu trabalho. Não teve tempo de recuperar o fôlego. Damon a puxou pelos braços, içou-a sobre o ombro e seguiu para o quarto dela.

Eles nunca haviam transado na casa dela.

Ele já sabia o caminho.

Elegante, mas aconchegante, descrevia o quarto principal. Uma espaçosa cama queen-size servia como ponto focal, digna de uma rainha. Estava adornada com lençóis de cetim roxos e um dossel de metal preto a envolvia.

Funcionava bem para foder também.

Damon estendeu Linda na cama e puxou sua saia e calcinha para baixo. Linda sacudiu o blazer. O balanço dos seus peitos na blusa de seda macia despertou uma veia cruel em Damon. Ele rasgou a blusa com facilidade. Botões voaram em direções diferentes. Rasgos se abriram na manga e nas costas. Ela nunca mais a usaria.

"Droga, Damon!" Linda fez biquinho. "Eu gostava dessa blusa."

"Supera." Ele sorriu enquanto olhava para o belo par de seios à sua frente. Ele bateu o pau duro contra a boceta dela. "Hmm. Já está molhada, como uma boa putinha, hein?"

Linda escondeu outro sorriso. Abrindo as pernas, sua boceta molhada recebeu ansiosamente o pau pulsante dele. Fazia apenas algumas semanas desde a última sessão, mas o pau de Damon parecia estranho dentro dela. Ela sentia falta da sensação de ser preenchida pelo Demônio. Naquela noite, ela quase esquecera o quão grande era. "Porra." Ela gemeu ao ceder à circunferência dele.

Ele travou os olhos com sua presa e deu a ela um sorriso digno de seu apelido de "demônio". Sedutor e cruel ao mesmo tempo. Apoiando-se nos nós dos dedos, ele começou a bombar. Enterrando o pau o mais fundo que podia, recuava o suficiente para a ponta ficar dentro e enfiava todo o comprimento de volta, repetindo o movimento com abandono imprudente.

Linda estremeceu.

As estocadas misturavam os estilos de um caso tórrido, uma rapidinha descontrolada e um ritual sombrio. Um toque de paixão adicionado na medida certa. Não havia amor entre eles. Eram o meio para o fim sexual egoísta um do outro.

A cama se deslocava e sacudia sob eles. O dossel chacoalhava acima, balançando ao ritmo das suas ondulações. Linda agarrou os lençóis. Cada estocada animalesca a fazia deslizar pela cama. Damon a puxava de volta para receber a próxima estocada. Ele se sentou, segurando as pernas dela contra o peito, e aumentou a intensidade, batendo o pau na boceta dela.

Os peitos saltavam e balançavam na frente dele. Ele os admirou, a forma, o jeito que se moviam.

Bons peitos para uma mulher na casa dos 50, ele pensou consigo.

O suor brotou em sua pele. O som de seus corpos batendo um contra o outro se juntava ao conjunto que crescia ao redor deles.

Ele acelerou. "Pronta para outra carga?"

Linda abriu os olhos. Não se lembrava de tê-los fechado. "Aham." O calor aumentou dentro dela.

"Não parece." Ele a encarou com luxúria.

"Sim... por favor." Um tremor subiu por sua perna. O calor ficou mais quente.

"Parece que você não quer." Ele aumentou a intensidade.

O orgasmo a atingiu mais forte do que da última vez. Ela arrancou os lençóis da cama. Seu coração disparou. Grito após grito irrompeu do fundo de seu ser. Suas pernas tremeram, presas nas garras de Damon. Ela engasgou com as palavras, balbuciando.

"O que é, puta?"

As palavras encontraram um jeito de sair. "Sim! Eu quero essa porra." Ela chorou. "Quero sua porra de gozo dentro de mim. Quero que você encha minha boceta até a última gota."

"Era o que eu pensava." Ele abriu as pernas dela e deitou-se completamente sobre ela. Linda envolveu a cintura dele com as pernas enquanto os tremores secundários do seu orgasmo pulsavam por seu corpo. Ela mordeu o ombro bom dele com força suficiente para deixar uma marca.

Era o que ele precisava. Ele rugiu enquanto uma enxurrada de gozo jorrava em sua boceta.

Linda gemeu, relaxando ao ser preenchida. Sentando-se um pouco e tirando o pau, ele deixou mais jorrar sobre os lábios da boceta dela. A mistura de gozo e dos fluidos dela escorreu até seu botão de rosa. Damon admirou seu trabalho. Ele bateu o pau contra o clitóris dela, lambuzando a ponta com a mistura.

Linda estremeceu em resposta. Ela recuperou o fôlego. No que lhe dizia respeito, a espera valeu a pena. Ela se sentia mais leve do que da última vez. Sua pele brilhava com a mistura do suor dos dois. Sentia-se como uma rainha satisfeita. Damon entregou a surra que ela estava procurando.

Ele ainda não havia terminado.

Ele a agarrou pela perna e a virou de bruços. "Hmm." Ele rosnou. "Belo traseiro para uma mulher de 50 anos."

"52." Ela se espreguiçou enquanto o corrigia. Sentiu uma mão na base das costas enquanto o pau semirrígido dele cutucava entre suas nádegas bem torneadas. Estava lubrificado pela mistura dos fluidos dela e do gozo dele. "O que você está..." Chegou cada vez mais perto do seu orifício anal. A mesma combinação de gozo e fluidos o cobria. "O qu..."

Damon deitou-se totalmente sobre as costas dela. Ele falou em seu ouvido com aquele tom frio e aveludado. "Relaxa. Me segurou por semanas e acha que eu terminei?"

O boquete foi uma coisa. A surra na boceta era o que ela queria. Ter seu cu arrombado não estava na sua lista, mas ela não podia deixar a oportunidade passar. Ela respirou fundo devagar. Seu corpo relaxou sob o peso dele como se estivesse derretendo nos lençóis amarrotados. Sua entrada cedeu o suficiente para a ponta do pau dele deslizar para dentro.

"Isso aí." Damon a encorajou. Sua voz era calmante em seu ouvido. Lentamente, ele a penetrou. O orifício anal dela se abriu, recebendo o pau dele. Enquanto ele enfiava, ela podia sentir o pau semirrígido enrijecendo-se dentro dela. O tempo desacelerou enquanto ele ia mais e mais fundo. O conjunto de sons foi substituído por respiração pesada. Finalmente, cada centímetro estava enterrado nela. Damon enfiou uma mão ao redor da garganta dela, "Pronta para mais uma carga?"

Ela não podia vê-lo. Seus olhos tremularam. "Me fode, por favor."

Damon deu a ela tempo para se acostumar com seu pau antes de acelerar o ritmo. Uma mão envolveu sua garganta. A outra apertou seus peitos juntos.

Apaixonamento sufocou Linda. Ela empurrou de volta contra o pau dele, convidando-o a ir o mais fundo que pudesse.

Damon ficou feliz em atender.

Moendo contra o traseiro dela, luxúria primitiva inflamou em Damon. Ele apertou mais ao redor dela. Grunhidos bestiais ressoaram no ouvido de Linda enquanto ele cutucava. Ele soava como um animal carente. Soava como um demônio.

Um suor febril surgiu entre eles, misturando-se e formigando a pele um do outro. Linda mordeu os lençóis. Outro orgasmo se acumulou. Seus olhos reviraram. Os lençóis sob ela estavam molhados, depois pegajosos. Ela sacudiu e empinou mais forte, gemendo através dos lençóis entre seus dentes.

"Boa... menina." Damon respirou entre as palavras, tentando manter seu ritmo vigoroso. "Pronta... para... porra!" Ele gozou antes de conseguir terminar as palavras. Jorro após jorro pintou o interior dela.

Porra, Linda pensou. Como ele pode gozar tanto? São três cargas grandes seguidas.

Damon soltou a garganta dela e usou cada mão para segurar seus peitos, acariciando-os enquanto esvaziava suas últimas gotas. Linda se espreguiçou na cama, como uma gata relaxada.

"Porra." Damon sussurrou. "Bons peitos, boa bunda, boa boceta. Porra." Ele respirou fundo e se sentou, tirando o pau devagar. O gozo escorreu atrás. Ele deu outro tapa na bunda dela. "Que putinha boa." Ele se levantou, vestindo as calças.

Linda se virou, tentando não se entregar ao pós-clímax ainda. "Então," ela disse, "sem problemas para o meu filho, certo?"

"Não, desde que ele não tente me esfaquear de novo. Da próxima vez, eu quebro o braço dele."

Linda estudou a bandagem enrolada no peito dele. A foda voraz deles a havia afrouxado. "Isso é justo, se você só quebrar. Foi estúpido."

"No que diz respeito ao resto, acordo é acordo, mas é melhor você atender a porra do telefone quando eu ligar." Ele deu um passo em direção à porta. Sua camisa ainda estava na cozinha.

Linda ainda estudava a bandagem. Ela lhe dava um ar de titã ferido. Luxúria floresceu em sua mente. Ela repassaria as cenas daquela noite em sua mente nos próximos dias. Provavelmente se masturbaria mais tarde.

Damon recuperou sua atenção. Ele a agarrou pela garganta e a levantou. Com a outra mão, agarrou sua bunda.

O aperto a chocou. Ela colocou as mãos no peito dele. Nua e vulnerável, ela olhou diretamente nos olhos do Demônio.

— E da próxima vez que você quiser ter seus miolos fodidos como eu fiz no seu escritório — o sorriso demoníaco ressurgiu enquanto ele falava —, atenda a porra do telefone e diga isso.

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