Tyler e Nate Pt. 01 - Verdade ou Desafio
Já passava da meia-noite quando a quarta garrafa de cerveja bateu na mesa com um leve tilintar.
Tyler encolheu as pernas no sofá, o moletom meio fechado e com uma sensação quente do álcool e do calor do verão entrando pela janela aberta. Ele tomou outro gole e olhou para Nate do outro lado da sala, que estava largado numa poltrona gasta, um braço esticado preguiçosamente sobre o lado, a regata colada ao peito. O short subia o suficiente para mostrar um vislumbre da coxa grossa e bronzeada.
"Beleza, cara," Nate disse, abrindo um sorriso e jogando uma tampinha na direção do lixo. "Tenho que dizer, essa é a sexta-feira mais chata que a gente já teve em muito tempo."
"Ei, você que não quis sair," Tyler respondeu, recostando um pouco no sofá.
Nate revirou os olhos. "É, bem. Balada é sempre a mesma coisa. Caras suados, música ruim, bebida cara."
"Não é fã de caras suados?" Tyler provocou, sorrindo por cima da borda da cerveja.
Nate bufou. "Só quando é dia de perna." Os dois riram, e o som preencheu a sala silenciosa. Era confortável. Eles eram amigos há mais de uma década e geralmente passavam a maior parte do tempo juntos, seja na academia ou assistindo alguma série na casa do Nate.
"Tá, sério," Nate disse, se endireitando. "Vamos fazer algo idiota. Verdade ou desafio?"
Tyler ergueu uma sobrancelha. "Você tá brincando, a gente tem cinco anos?"
"Não. Vamos lá. Como nos velhos tempos."
Tyler hesitou, depois deu de ombros enquanto tomava outro gole da cerveja. "Tá. Verdade."
Nate coçou o queixo, sorrindo. "Certo. Qual foi o lugar mais estranho onde você já bateu uma?"
Tyler quase engasgou com a cerveja. "Jesus, começando pesado, hein?"
"Você aceitou jogar, mano."
Tyler suspirou, esfregando a nuca. "Tá. Uh... sei lá, talvez no vestiário da academia."
Nate piscou. "Ah, merda, onde eu tomo banho?"
Tyler riu sem graça. "Uma noite, tarde. Não tinha ninguém. Eu estava... precisando."
Nate ergueu a sobrancelha, intrigado, mas não insistiu. "Sua vez."
"Verdade ou desafio?"
"Desafio."
Tyler sorriu maliciosamente, encorajado. "Manda mensagem pra sua ex e fala que tá com saudade."
"De jeito nenhum," Nate disse imediatamente, mas já estava pegando o celular com um brilho travesso nos olhos. "Você é um desgraçado, sabia?"
Tyler sorriu e observou Nate digitar algo e enviar. "Pronto. Você vai pagar por essa."
Eles continuaram a brincadeira por um tempo. Tyler desafiou Nate a fazer vinte flexões sem camisa. Nate retaliou fazendo Tyler virar uma dose de uísque. Depois voltou.
"Verdade ou desafio?" Nate perguntou de novo, inclinando-se para frente. Havia algo em sua voz agora, baixa e provocante.
"...Verdade," Tyler disse, puxando a gola do moletom.
Nate sorriu. "Certo. Que tipo de pornô você assiste?"
Tyler hesitou. "Isso é privado."
"Esse é o jogo."
Ele expirou lentamente. "Depende do clima. Mais o de sempre, sabe."
Nate virou a cabeça. "Mais o de sempre?"
Tyler desviou o olhar, corando. "Às vezes umas paradas assim... sabe. Enfim, sua vez."
Nate não riu. Nem sequer sorriu. Ele apenas assentiu. "Interessante." Um silêncio passou entre eles — curto, mas carregado.
"Sua vez," Tyler disse de novo, tentando disfarçar. "Verdade ou desafio?"
Nate recostou, braços cruzados atrás da cabeça. "Verdade."
Tyler sorriu, tentando bancar o descolado. "Já fez um ménage?"
"Já." Nate disse sem hesitar.
"Sério?"
Nate assentiu. "Eu, uma mina que eu tava saindo e a colega de quarto dela. Noite louca. Champanhe, banheira de hidromassagem... você pode imaginar o resto."
Tyler piscou. "Caralho."
"Certo, agora tá ficando bom," Nate disse. "Verdade ou desafio?"
Tyler tomou um gole da cerveja, o coração batendo um pouco mais rápido. "Verdade."
Dessa vez, Nate fez uma pausa. Não por hesitação, mas com precisão. "Você já ficou com um cara?"
Tyler congelou.
A sala parecia mais silenciosa do que antes. Sem música. Apenas o zumbido baixo da geladeira e a batida suave do seu coração.
Ele limpou a garganta. "Não."
Nate assentiu lentamente. "Mas você já pensou nisso."
Não era uma pergunta. Nate tinha fixado os olhos em Tyler.
Tyler deu um aceno mínimo com a cabeça.
Nate não provocou. Não sorriu. Apenas sustentou o olhar de Tyler. "Acho que é sua vez de perguntar," ele disse, a voz mais baixa agora.
"Certo..." Tyler olhou para a cerveja. "Verdade ou desafio?"
"Desafio," Nate disse, sem perder o ritmo.
Tyler hesitou. Depois sorriu nervosamente. "Eu desafio você a, hã..., tirar a camisa."
Nate ergueu uma sobrancelha e riu. "Só isso?"
Tyler ficou vermelho. "Bom, eu não sei, não jogo esse jogo faz tipo 10 anos, então sei lá." Ele estava se sentindo um pouco constrangido, mas ainda muito curioso com o suspense que estava começando a se formar.
Nate riu, agarrou a barra da regata e a puxou pela cabeça num movimento fluido. Seu peito era liso, firme e bronzeado. Os abdominais se contraíram sutilmente quando ele se recostou.
"Melhor?" ele perguntou, notando os olhos de Tyler demorarem.
"Claro," Tyler murmurou.
Nate se inclinou para frente novamente. "Verdade ou desafio?"
A boca de Tyler estava seca. "Desafio."
Nate não perdeu o ritmo. Seus olhos se estreitaram ligeiramente, e ele se recostou na poltrona, abrindo mais as pernas.
"Lambe minhas bolas."
As palavras atingiram Tyler como um soco no peito. Ele piscou. "O quê?"
"Você me ouviu," Nate disse, o tom firme, frio. "Ou você vai desistir?"
Tyler abriu a boca, depois fechou de novo. O coração martelava por trás das costelas. Eles costumavam brincar assim o tempo todo, mas dessa vez era diferente. Havia algo carregado na voz de Nate. Um desafio. Um convite. Quase uma exigência.
"Eu..." Tyler olhou para baixo, depois para cima de novo.
Nate não se moveu, não vacilou. Apenas o encarou com aquela expressão estável e indecifrável. Antes que sua boca se abrisse novamente: "Vem aqui e fica de joelhos."
Tyler hesitou por mais um fôlego. Então se moveu. Ele escorregou do sofá, o carpete macio sob as palmas das mãos enquanto engatinhava para frente. Cada centímetro parecia surreal, como se ele estivesse fora do corpo se observando fazer aquilo. No entanto, ele podia sentir os batimentos cardíacos acelerarem e a respiração prender na garganta.
Nate se recostou ligeiramente, as mãos apoiadas nos braços da poltrona, as coxas bem abertas. Ele não usava nada além de um short atlético largo. Tyler alcançou a cintura e fez uma pausa.
"Faz isso, abaixa eles," Nate disse, com uma voz baixa e firme.
Tyler os puxou para baixo. O pau de Nate saltou para fora, já meio duro, grosso e pesado enquanto descansava contra a coxa. Suas bolas pendiam cheias e lisas por baixo, o cheiro de suor e pele atingiu o nariz de Tyler imediatamente.
Ele encarou por um segundo, o que aparentemente foi tempo demais de acordo com Nate. A mão de Nate desceu para o cabelo de Tyler. "Não me faça falar duas vezes."
Tyler engoliu em seco, fechou os olhos e então se inclinou. Ele começou devagar, nervosamente, apenas um toque suave da língua. A pele era quente e salgada. Nate expirou forte pelo nariz.
"Mais," ele murmurou, os dedos apertando o cabelo de Tyler. "Passa a língua nelas."
Tyler obedeceu. Lambeu de novo, depois outra vez, arrastando a língua por um lado, deixando deslizar entre as bolas de Nate, circulando-as com atenção cuidadosa.
"Porra, isso aí," Nate disse. A outra mão desceu, agarrando a base do próprio pau e fazendo uma punheta lenta enquanto Tyler trabalhava embaixo. "Não pensei que você fosse fazer isso de verdade. Mas olha só para você."
Tyler gemeu baixinho, o som abafado. Não foi intencional, mas o elogio, cru e inesperado, o atravessou por inteiro. Ele se sentiu pequeno, mas desejado.
"Você gosta disso?" Nate perguntou, puxando a cabeça de Tyler para trás o suficiente para fazê-lo olhar para cima.
Tyler assentiu, os lábios úmidos.
"Fala."
"Eu gosto," Tyler sussurrou.
"É?" Nate sorriu, lento e malicioso. "Então não para. Quero elas molhadas. Como se você quisesse de verdade."
Tyler obedeceu. Lambeu mais minuciosamente agora, deixando-se cair no ritmo, as mãos apoiadas nas coxas grossas de Nate. Sua língua explorou cada centímetro da pele, saboreando o gosto, o peso, o jeito como Nate tensionava e soltava um grunhido baixo quando ele acertava um ponto sensível.
"Porra, isso é bom," Nate rosnou. "Você é um talento natural. Talvez você estivesse esperando por isso. Só precisava de alguém para assumir o controle, hein?"
Tyler não respondeu, não conseguia. Mas seu corpo respondeu. Seu pau latejava dolorosamente dentro da calça jeans.
Nate se masturbava lentamente, provocativamente, observando-o. "Tira a camisa," ele disse. "Depois engatinha entre as minhas pernas. Quero sua boca no meu pau em seguida."
A respiração de Tyler tremeu enquanto ele tirava o moletom pela cabeça, jogando-o de lado e revelando seu torso em forma. Ele olhou para cima, vendo o sorriso largo de Nate, o pau duro como pedra.
"Agora," Nate disse, acariciando o pau lentamente, "engatinha entre as minhas pernas. Devagar e com vontade."
Tyler obedeceu, movendo-se para frente sobre as mãos e joelhos, chegando perto até se aninhar entre as coxas de Nate. O pau de Nate estava agora mais pesado, vermelho e grosso, a ponta brilhando.
"Abre a boca."
Tyler olhou para cima, os lábios se entreabrindo.
Nate sorriu sombriamente. "Mais."
Enquanto Tyler obedecia, Nate se inclinou para frente, agarrou um punhado de seu cabelo loiro e o usou para guiá-lo para baixo, arrastando a cabeça do pau pelos lábios de Tyler.
"Lambe a ponta. Só a ponta."
A língua de Tyler saltou para fora, traçando um círculo lento e deliberado. O gosto era forte, salgado, terroso, masculino.
Nate soltou um gemido baixo. "Bom," ele murmurou, puxando a cabeça de Tyler para trás pelo cabelo. "Agora olha para mim."
Tyler obedeceu, os lábios molhados do pré-gozo de Nate.
"Você está realmente fazendo isso," Nate disse, mais para si mesmo do que para qualquer outra pessoa. "Não pensei que você tivesse coragem. Mas você gosta disso. De ser usado."
Tyler não falou.
"Você quer que eu te diga o que fazer?"
Tyler assentiu.
"Fala."
"Eu quero que você me diga o que fazer," ele sussurrou, a respiração tremendo. "Por favor."
Nate sorriu e o guiou de volta para baixo. "Então chupa meu pau."
Tyler envolveu os lábios na ponta e avançou lentamente, aceitando mais. A língua pressionou a parte inferior, traçando as veias, sentindo cada pulsação de calor.
"Mais fundo," Nate rosnou. "Vai devagar. Você tem uma boca bonita, usa ela."
Tyler engasgou levemente quando Nate empurrou mais fundo, o aperto em seu cabelo se intensificando. Ele não parou, apenas o segurou ali por um momento, deixando Tyler sentir o peso do pau grosso enchendo sua boca.
"Porra, isso," Nate sibilou. "Isso aí. Vadiazinha gostosa."
Tyler gemeu, a palavra atingindo algo profundo dentro dele.
Nate moveu os quadris suavemente, fodendo sua boca com estocadas curtas e controladas. "Mantém as mãos para trás," Nate ordenou. "Quero ver você se esforçar um pouco."
Tyler moveu as mãos para trás, expondo o peito. Seus olhos azuis observavam enquanto Nate cuidava bem de sua garganta.
"É assim que eu gosto de você. Indefeso." Nate soltou o cabelo de Tyler e deu um tapa leve em sua bochecha. "Você vai merecer cada gota que eu te der esta noite."
Ele se inclinou para frente novamente, a voz agora baixa e áspera no ouvido de Tyler. "Tá pronto para o seu próximo desafio?"
Tyler assentiu, ainda ofegante.
"Abre a calça. Quero ver como você está duro. Mas não se toca até eu mandar."
Tyler atrapalhou-se com o botão, abrindo a calça jeans, seu pau saltando livre, pingando pré-gozo, desesperado por contato.
Nate olhou para baixo e soltou um murmúrio baixo e satisfeito. "Caralho. Olha para você. Pingando, e eu nem te toquei ainda."
Ele passou o polegar pelo lábio de Tyler, espalhando a saliva e o pré-gozo que haviam se acumulado da boca fudida anterior.
"Próximo desafio," ele disse, a voz como cascalho. "Me diz que você é meu brinquedo agora."
A voz de Tyler falhou, mas ele disse. "Eu sou seu brinquedo."
"Mais alto."
"Eu sou seu brinquedo, Nate."
Nate sorriu, depois se recostou novamente.
"Bom," ele disse. "Agora me mostra o quanto um brinquedo aguenta."
E com isso, ele agarrou Tyler pelo cabelo novamente e o puxou de volta para o seu pau, dessa vez sem hesitação.
Tyler engasgou quando o pau de Nate encheu sua boca, quente e implacável. Sua garganta apertou, mas Nate não cedeu, o aperto no cabelo de Tyler firme, seus quadris movendo-se para frente com estocadas lentas e punitivas.
"Você vai engolir cada centímetro," Nate rosnou, a voz grossa de excitação. "Essa boca foi feita para isso."
Tyler choramingou, saliva escorrendo pelo queixo, os olhos vidrados quando Nate puxou para trás apenas o suficiente para deixá-lo respirar, depois enfiou de novo. De novo e de novo.
"Você não vai gozar até eu mandar," Nate disse, puxando a cabeça de Tyler para trás e batendo o pau em seu rosto vermelho. Sons molhados ecoavam no quarto.
Ele bateu no rosto de novo, uma, duas vezes antes de deixar seu pau pesado arrastar pela bochecha de Tyler, lambuzando-a com saliva e pré-gozo.
"Olha para você," Nate disse, quase em admiração. "Brinquedinho vadio, babando por pau."
O pau de Tyler pulsou, dolorosamente duro, intocado.
Nate envolveu a mão no pau de Tyler, uma vez. Uma punheta lenta. Depois soltou.
"Brinquedos não gozam até receberem ordem."
Tyler gemeu, os quadris se movendo para frente instintivamente, desesperado por mais, mas Nate já estava de pé.
Ele agarrou Tyler pelos braços e o puxou para cima num movimento fluido. Tyler tropeçou para frente, atordoado e doendo, mas Nate não lhe deu tempo para se recuperar.
Ele o empurrou de lado para que suas costas batessem na parede fria. "Coloca as mãos nos meus ombros."
Tyler obedeceu instantaneamente, apoiando-se.
Nate se aproximou, uma mão deslizando entre as pernas de Tyler, provocando a parte interna das coxas, roçando seu buraco apertado e intocado.
"Porra," Nate sussurrou. "Você já deu o cu antes?"
Tyler balançou a cabeça. "Não, só brinquedos. Dedos."
Nate beijou a lateral do pescoço, os dentes arrastando apenas o suficiente para fazer Tyler estremecer. "Bom," ele disse. "Então eu vou ser o primeiro."
Num movimento rápido, Nate agarrou Tyler por baixo das coxas e o ergueu. Tyler ofegou, os braços se atrapalhando para se equilibrar enquanto Nate o prendia contra a parede, braços poderosos o segurando no lugar. Suas pernas se enrolaram instintivamente na cintura de Nate, seu corpo tremendo.
"Você é meu esta noite," Nate rosnou. "Entendeu isso?"
Tyler assentiu freneticamente. "Sim... sim, eu sou seu."
"Fala como se sentisse."
"Eu sou seu," Tyler respirou, a voz desesperada.
Nate cuspiu na mão, lubrificou o pau rapidamente, depois desceu, pressionando a cabeça grossa contra o buraco de Tyler.
Tyler tensionou.
"Relaxa," Nate disse, beijando seu maxilar. "Eu cuido de você." Então ele empurrou para dentro.
Tyler ofegou, o corpo se esticando, agarrando-se a Nate enquanto centímetro por centímetro o preenchia. Doeu o suficiente para fazer seus olhos lacrimejarem, mas a dor se misturou a algo mais quente. Nate rosnou em seu ouvido, os quadris rolando lentamente, moendo mais fundo.
"Porra, você é apertado," Nate rosnou. "Me aguentando tão bem."
Ele começou a meter, estocadas curtas e ásperas no início, depois mais profundas, mais fortes. Tyler gemeu, as costas raspando na parede, o corpo inteiro quicando no aperto de Nate.
Nate o segurava sem esforço, uma mão agarrando sua bunda, a outra apoiada na parede para dar impulso.
"Você gosta de ser fodido assim?" Nate ofegou. "Pregado, usado e aberto só para mim?"
A voz de Tyler estava rouca. "Sim... sim, porra, eu amo!"
Nate rosnou e mordeu seu ombro, os quadris batendo para frente, o pau entrando e saindo profundamente dentro dele.
Tyler alcançou o próprio pau com uma mão, masturbando-se lentamente enquanto Nate o fodia cada vez mais forte.
"Você não vai gozar," Nate disse de novo. "Ainda não."
E Tyler choramingou, mas assentiu, soltando o pau que agora pulsava entre eles, as bolas apertadas e desesperadas. Tudo que ele podia fazer era aguentar, ceder e receber tudo que Nate lhe dava.
Tyler agarrou-se a Nate, ofegante, o corpo tremendo com a força de ser segurado e fodido contra a parede. Cada estocada lhe enviava faíscas, mas ele já estava além das palavras agora, apenas gemidos, suspiros e respiração frenética.
Então, de repente, Nate parou.
Ele baixou Tyler, suavemente mas com firmeza, seu pau escapando com um som molhado. Tyler se escorou na parede, as pernas bambas, mas Nate não tinha terminado.
"Vai para o sofá," Nate ordenou, a voz grossa como cascalho. "De joelhos."
Tyler cambaleou até lá, apoiando-se nas almofadas, bunda para cima, peito para baixo. Ele mal teve tempo de recuperar o fôlego antes de Nate estar atrás dele novamente, uma mão o abrindo, a outra guiando o pau de volta para dentro.
"Ainda tão apertado pra caralho," Nate gemeu ao enfiar com força.
Tyler gritou, os dedos agarrando as almofadas. Nate não o aliviou dessa vez. Ele o fodeu fundo, rápido, os quadris batendo na bunda de Tyler com uma precisão rítmica e brutal.
O som de pele contra pele ecoava pelo quarto, junto com os gemidos desesperados de Tyler e a respiração rouca de Nate.
"Você gosta disso?" Nate rosnou, uma mão agarrando o cabelo de Tyler, puxando sua cabeça para trás. "Apanhando como uma boa putinha?"
Tyler gemeu, alto e sem filtro. "Sim... sim, Nate, porra, eu amo."
Nate cuspiu em suas costas, depois se inclinou sobre ele, o peito pressionado contra os ombros, a respiração quente no ouvido de Tyler.
"Você é meu para usar. Sabe disso, né? Meu buraco. Meu brinquedo."
Tyler não conseguia responder. Sua mente estava em branco de prazer, seu pau pingando entre as coxas, intocado e doendo.
Então Nate saiu de novo. "Deita de costas."
Tyler virou desajeitadamente, as pernas abertas, o rosto vermelho e úmido de suor. Nate subiu entre elas e se alinhou novamente, desta vez olhando diretamente nos olhos de Tyler enquanto enfiava de volta.
Tyler gritou, mais alto desta vez. Nate agarrou suas pernas e as empurrou para cima, dobrando-o, fodendo-o mais fundo do que nunca.
"Você fica tão lindo assim," Nate ofegou. "Escancarado. Usado e possuído."
Suas estocadas tornaram-se selvagens e profundas, punitivas, implacáveis. Tyler não conseguia mais pensar. Apenas sentir.
"Se toca," Nate latiu.
Tyler obedeceu instantaneamente, punhetando o próprio pau com movimentos frenéticos, finalmente autorizado a buscar o alívio que lhe fora negado.
Mas Nate já estava saindo.
"Não," ele disse, o peito arfando. "Eu gozo primeiro."
Ele subiu, montando no peito de Tyler, masturbando o pau rápido e grosseiramente sobre o rosto vermelho de Tyler.
"Abre a boca."
Tyler abriu bem, a língua para fora, os olhos vidrados.
"Bom garoto," Nate rosnou.
Ele bombeou mais rápido, seu pau lubrificado e vermelho, Tyler observando cada movimento, gemendo baixinho embaixo dele. Então os quadris de Nate avançaram bruscamente, e...
— Porra... toma — Nate rosnou, enquanto jatos grossos e quentes de porra espirravam pelo rosto de Tyler.
Atingiu seus lábios, sua bochecha, espalhou-se pelo nariz e queixo. Tyler gemeu, ficando imóvel, deixando que o cobrisse. Nate deixou as últimas gotas escorrerem sobre sua língua, então esfregou lentamente a cabeça do pau nos lábios de Tyler, lambuzando a bagunça.
Tyler lambeu instintivamente.
— Jesus — Nate respirou, olhos sombrios, o peito ainda subindo e descendo. — Olha só pra você.
Ele se inclinou, segurando o queixo de Tyler com uma das mãos.
— Você está uma bagunça do caralho.
Tyler sorriu de leve, porra pingando do queixo. — Eu gostei.
Nate sorriu com escárnio. — É. Deu pra perceber.
Tyler ficou deitado arfando, o rosto pintado, o pau ainda pulsando, doendo por liberação.
Nate olhou para ele, ainda se masturbando lentamente, recuperando o fôlego.
— Você foi bonzinho — ele disse, o tom baixo e áspero. — Vai. Goza.
Tyler não precisou de mais nada. Ele gemeu, a mão voando sobre a haste, e em segundos seu corpo se arqueou, porra quente espirrando pela barriga.
Ele desabou de volta no sofá, exausto, tremendo.
Por um momento, o único som foi de respiração ofegante.
Então Nate se levantou, se espreguiçando.
— Entra no chuveiro — ele disse, já indo em direção ao banheiro. — Você está imundo.
Tyler piscou, ainda atordoado.
Nate virou-se na porta, sorrindo maliciosamente.
— E não demora muito — ele acrescentou. — A gente ainda tem um jogo de verdade ou desafio pra terminar.