Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

Tudo em (Step) Família Cap. 10

helemluft21 min

— Damon? Você tá acordado? Damon?

Denise enfiou a cabeça no quarto de Damon. Ares olhou para ela e latiu baixinho, como se pedisse silêncio. Ela se abaixou para coçar atrás das orelhas dele antes de se aproximar e sacudir Damon gentilmente.

— Ei, dorminhoco, acorda.

Damon grunhiu, resmungou e se virou, olhando para ela.

— Oi. — ele disse, bocejando e se espreguiçando. — Bom dia, mana.

Ela sorriu para ele:

— Você passou a semana toda esperando para dizer isso, né?

— Talvez. — ele respondeu, sorrindo e se sentando. — Desculpa não ter ido te ver ontem à noite.

— Tudo bem. — ela disse. — Eu estava tão exausta que capotei assim que encostei a cabeça no travesseiro.

— Pois é, entre o casamento e levar a Michelle de volta para o hotel, eu estava morto de cansado. — Damon falou, convenientemente omitindo o motivo do cansaço.

— Enfim, a mamãe me mandou aqui para avisar que o café da manhã está pronto. — Denise avisou.

Damon e Denise desceram para a sala de jantar, onde os pais e avós já estavam comendo.

— Ele ressuscitou! — Clay exclamou. — Bom dia, filho.

— Oi, pai. — Damon disse, e olhou para Sonja, que tinha um brilho malicioso nos olhos. — E mãe.

— Ele passou a semana toda esperando por isso. — Denise comentou. Damon olhou de lado e sorriu de canto antes de dar bom dia aos avós dele e de Denise.

— Correu tudo bem ontem à noite? — Sonja perguntou, enquanto Damon se sentava e pegava um pouco da comida que ela e a mãe dela tinham preparado para o café.

— Sim, deixei a Michelle no hotel sã e salva. — ele disse.

— Que bom. — Sonja falou, com um sorriso discreto nos lábios que Damon não deixou passar despercebido.

Todos comeram em silêncio por alguns minutos.

— Eu sei que já falei isso. — Denise comentou. — Mas a cerimônia ontem foi mesmo linda.

— Obrigada, querida. — Sonja respondeu. — Fico feliz que você pôde estar aqui. Vocês também, pai e mãe.

— Não perderia por nada nesse mundo. — Jake disse. — Mas, como já falei ontem, não vou fazer isso de novo.

— Não se preocupe, pai. — ela disse. — Nem eu. Tenho tudo o que quero bem aqui.

Ela segurou a mão de Clay e sorriu para ele, depois olhou ao redor da mesa e sorriu para a família.

Pouco depois de terminarem de comer, o telefone de Sonja tocou.

— Oi, ‘Chelle. — ela atendeu, vendo que era Michelle ligando. — Ah, é? Uma surpresa? O que é? Malvada. Sim, posso mandar ele. Tá bom, fala aí.

Ela desligou e encontrou Damon na sala, ajudando o pai a dobrar o sofá-cama onde os avós estavam dormindo.

— Ei, Damon. — ela chamou. — Você se importa de buscar a Michelle? Ela disse que tem uma surpresa para mim.

— Ah, claro. — Damon respondeu. — Deixa eu tomar um banho rápido.

Alguns minutos depois, Damon, recém-saído do banho e vestido, pegou as chaves do carro do pai e saiu.

No quarto de hotel, Michelle também tinha tomado banho depois de ligar para Sonja e pedir que Damon fosse buscá-la. Ela tinha acabado de vestir a calça jeans e ia colocar o sutiã quando bateram na porta. Olhou pelo olho mágico e viu Damon do outro lado. Sorriu para si mesma e abriu a porta nua da cintura para cima. Damon se assustou por um instante, depois sorriu ao entrar no quarto. Sem dizer nada, ele e Michelle se abraçaram e trocaram beijos ardentes.

— Você sempre atende a porta assim pelada? — ele perguntou, beliscando de leve os mamilos dela.

— Só para você e para sua mãe. — ela disse, massageando o volume na calça dele. — Estou quase pronta, só preciso cuidar de umas coisas.

Ela se ajoelhou e rapidamente tirou o pau de Damon para fora. Olhou para cima e sorriu antes de engolir o membro dele num movimento suave. Damon gemeu de prazer enquanto os lábios e a língua de Michelle trabalhavam sua mágica no pau pulsante. Ele acabou tendo que se apoiar na parede, pois as pernas ameaçavam bambear.

— Espera. — ele pediu, puxando Michelle para que se levantasse. Levou-a até a cama, desabotoou a calça, baixou-a e se sentou na beira. Michelle novamente se ajoelhou e voltou com a boca ao trabalho.

Michelle estava esperando por isso desde que Damon tinha ido embora na noite anterior. Tinha se masturbado até um orgasmo intenso depois que ele saiu e mais uma vez no banho, minutos antes. Queria muito transar de novo, mas sabia que não teria tempo; pelo menos daria um boquete.

Damon se recostou e assistiu enquanto Michelle ora chupava seu pau como se não houvesse amanhã, ora diminuía o ritmo e olhava sedutoramente para cima enquanto girava a língua ao redor da cabeça sensível do membro grosso, e então voltava a engolir todo o comprimento. Ele ainda não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo. Ninguém jamais acreditaria se ele contasse como passava as férias de verão — e ele NÃO contaria a ninguém, em parte porque sabia que ninguém acreditaria, e também não queria que a notícia chegasse à Alicia. Pensar em todo o sexo que tinha feito na última semana, e no quanto mais poderia fazer, especialmente com os pais saindo para a lua de mel em dois dias, foi o suficiente para levá-lo ao limite.

— Ai, Deus, Michelle. — ele gemeu. — Vou gozar!

Dessa vez ela estava preparada e, assim que sentiu o pau de Damon pulsar dentro da boca, engoliu as duas primeiras jorradas com facilidade, subiu para respirar e rapidamente envolveu os lábios no membro para pegar a terceira e a quarta, voltou a respirar e então o tomou na boca para engolir as duas últimas.

Damon tinha tombado de costas quando o orgasmo veio, e finalmente se apoiou nos cotovelos enquanto ele diminuía.

— Uma delícia. — Michelle murmurou, lambendo os lábios, antes de se inclinar para beijar Damon. — Por mais que eu amasse transar de novo, tenho planos com a Sonja. Me dá alguns minutos para terminar de me arrumar.

Meio decepcionado, Damon puxou as calças, pegou o controle da TV e mudou de canal enquanto Michelle finalmente prendia os peitos enormes no sutiã e vestia uma blusa.

Ela desapareceu no banheiro por alguns minutos para passar maquiagem, escovar os dentes e arrumar o cabelo.

— Pronto, tudo certo. — ela disse quando terminou.

Quando chegaram de volta à casa, Amy e Bridgette já tinham passado.

— Olha só, o bonde está completo. — Damon brincou, parando para abraçar a tia e a prima.

— E qual é essa grande surpresa que você não podia contar pelo telefone? — Sonja perguntou a Michelle.

— É o meu presente de casamento. — Michelle explicou. — Um dia de spa. Só eu e você.

— Falando em presentes de casamento. — Andre entrou no assunto. — Como está o seu golfe, filho?

— Ah, está bom. — Clay respondeu. — Não tenho tido muito tempo para jogar. Deixa eu adivinhar: você marcou uns horários para nós?

— Bingo. — Andre confirmou. — Jake, você pode vir também.

— Claro. — o pai de Sonja concordou. — Mas aviso que estou meio enferrujado.

— Tudo bem. — Andre disse. — É só por diversão.

Michelle se virou para Amy:

— Eu te convidaria para ir com a gente, mas infelizmente só consegui um pacote para duas pessoas.

— Tudo bem. — Amy tranquilizou. — Na verdade, eu vim ver se podia pegar o Damon emprestado. Ainda temos aquela cômoda para montar.

— Certo. — Damon lembrou. — Quase esqueci.

— Bem, então. — Shelly, a mãe de Sonja, comentou, olhando entre Sheila, a mãe de Clay, e as respectivas netas. — Isso deixa só nós, garotas, para fofocar e revelar segredos de família.

— Ai, pai. — Clay revirou os olhos. — Pelo menos deixem a gente sair antes de nos envergonhar, mãe.

— Ei, Bridgette. — Damon avisou. — Lembra, nada de histórias de animais da fazenda.

— Ótimo, agora fiquei sem assunto! — Bridgette retrucou, com falsa indignação.

Minutos depois, Clay, Andre e Jake partiram para o campo de golfe no SUV de Clay; Sonja e Michelle foram ao spa no carro de Sonja; e Amy e Damon seguiram para a casa de Amy.

— Você veio mesmo para eu te ajudar a montar a cômoda? — Damon perguntou.

— Bem, vou colocar da seguinte forma. — Amy respondeu. — Não estou usando calcinha.

O sorriso malicioso de Damon se transformou num sorriso escancarado. Assim que chegaram à casa de Amy, quase correram escada acima até o quarto dela e arrancaram a roupa, agindo mais como adolescentes apaixonados do que como dois parentes separados por 31 anos de idade. Nus, se abraçaram e caíram na cama, com Damon por cima da tia, e ele começou a beijá-la, descendo pelo corpo até alcançar o vale doce entre as pernas dela. Sem hesitar, afastou os lábios de Amy, encontrou o clitóris e começou a lamber e sugar com tudo que tinha.

Amy gemia e suspirava quando a língua de Damon tocou seu ponto sensível. Ela ajeitou os travesseiros atrás da cabeça para poder olhar, por cima dos peitos arfantes, e ver Damon lamber sua boceta. Lembrou da primeira vez que Clay tinha ficado com o rosto ali embaixo e novamente se maravilhou com a semelhança de Damon com o pai. Estendeu a mão e passou os dedos pelo cabelo dele, que ergueu o olhar.

— Não para. — ela pediu, abrindo as pernas o máximo que podia. — Só quero ver você lamber minha boceta. Volta ao trabalho.

Damon apenas sorriu e mexeu as sobrancelhas antes de enfiar dois dedos na boceta encharcada da tia e voltar a trabalhar com lábios e língua no clitóris. Muito parecida com Michelle, Amy não queria nada mais do que pôr as mãos (e outras partes do corpo) em Damon. Tinha usado o vibrador na noite anterior, depois de chegar em casa, e nem se preocupou em colocar calcinha antes de ir ver se conseguia que ele a ajudasse com a cômoda... depois que ele a fodesse.

Damon, ainda com os acontecimentos dos últimos dias frescos na mente, incluindo aquela manhã com Michelle, lambeu a boceta da tia como se fosse a última coisa que faria na vida. Ele mal podia esperar para enfiar o pau nela, já que não tivera a chance com Michelle. Seu membro estava duro como nunca, e Amy já estava molhada de antecipação — e a atenção dele só a deixara mais encharcada. Justo quando Amy pensou que fosse gozar, Damon parou de lamber e ela observou enquanto ele rastejava de volta pelo seu corpo.

— Eu estava assim de perto. — ela protestou, mostrando os dedos a menos de dois centímetros de distância.

— Desculpa. — Damon sussurrou, e sem um pingo de hesitação enfiou o pau em Amy, arrancando um guincho de prazer. — Isso é melhor?

Amy sorriu e envolveu os braços ao redor do pescoço dele:

— Mmm... muito melhor. — ela suspirou. — Agora me fode, me fode gostoso e com força.

Damon obedeceu e começou a socar o pau para dentro e para fora da boceta suculenta da tia, fazendo barulhos obscenos de líquidos enquanto a martelava sem piedade.

— Mais forte, caralho! — Amy rosnou para ele. — Você sabe o que eu quero, me dá!

Damon agarrou as pernas da tia e as jogou sobre os ombros, se firmou e deu tudo de si, fodendo a tia com toda a intensidade que conseguia reunir. Amy se debatia e gemia como um animal selvagem enquanto Damon martelava sua boceta com o pau enorme. Em poucos minutos, ambos estavam suados e sem fôlego... e ainda queriam mais.

Sem precisar trocar palavras, rolaram para que Amy ficasse por cima, cavalgando Damon como se não houvesse amanhã. Ele estendeu a mão e apertou os peitos suados e arfantes dela. Amy mordeu o lábio, jogou a cabeça para trás e soltou um gemido sem palavras que veio bem do fundo.

— Ahhhhhh, porra... — ela gemeu. — Caralho, Damon, você já está me fazendo gozar!

— Goza para mim, tia Amy. — ele pediu, olhando para ela. — Quero ver você gozar no meu pau.

Amy baixou os olhos e prendeu o olhar de Damon segundos antes de o orgasmo explodir, e ofegou “ai meu Deus” repetidamente enquanto gozava. Damon pôde sentir a boceta dela se apertar ao redor do seu pau enquanto o corpo todo de Amy tremia de prazer orgástico. Ela rangeu os dentes e gemeu.

— Nnnnnnngggghhhhh... Ahhhhhhhhh, porra! — ela gritou quando o orgasmo a atingiu como um golpe físico. Seu corpo sacudiu, ela jogou a cabeça para trás e a respiração ficou irregular. Sentia seus fluidos escorrendo ao redor do pau grosso do sobrinho enterrado fundo nela.

— Jesus Cristo do caralho, isso foi intenso. — ela arfou quando o orgasmo passou e conseguiu recuperar o fôlego.

Ela lentamente se ergueu do pau de Damon e olhou para baixo. Ele ergueu uma sobrancelha ao encará-la.

— Tia Amy? — Sim? — O que você está planejando nessa sua mente suja? — ele perguntou. — Não sei do que você está falando. — Amy respondeu, manobrando devagar para se posicionar entre as pernas dele. — Mentira. — ele retrucou, sorrindo. — Tá bom, tudo bem. — ela cedeu, com falsa exasperação na voz. — Você me pegou. Vou chupar esse seu pau enorme e gostoso.

Antes que Damon pudesse reagir, Amy fez exatamente isso, envolvendo os lábios no pau dele, ainda úmido de seus fluidos, e a cabeça de Damon tombou para trás na cama enquanto ele se deleitava com a sensação. Fechou os olhos e as imagens de Sonja, Denise, Bridgette e Michelle (todas nuas, é claro) surgiram ao redor, vendo Amy fazer sexo oral nele. Todas observavam atentamente, deslizando as mãos gentilmente sobre seu corpo, sem dizer nada, apenas vendo e tocando.

Os olhos de Damon se abriram de repente, como se esperasse vê-las ali pessoalmente, mas eram apenas ele e a tia. Ele estendeu a mão e afastou o cabelo castanho avermelhado dela para poder ver seu pau desaparecer e reaparecer na boca da tia.

— Deus, tia Amy, isso é bom pra caralho. — ele ofegou quando ela acelerou o ritmo.

Amy só pensava na grande bocada de porra que Damon teria para ela, totalmente alheia a que ele já tinha dado uma porção para Michelle poucas horas antes. Ela só queria o que achava que só ela receberia, e queria agora. Usou um truque que funcionara com Clay: passar as unhas gentilmente para cima e para baixo no saco de Damon. Funcionou como mágica, como tinha feito com o pai dele.

Damon soltou um grito sem palavras de prazer orgástico ao explodir na boca de Amy. Ela engoliu ansiosamente as duas primeiras jorradas que ele disparou em sua boca ávida, subiu para respirar, e o próximo jato voou do pau dele e aterrissou no estômago. Rapidamente tomou o membro de volta na boca e engoliu o resto da porra enquanto Damon ainda tinha mais a dar. Quando ele terminou e começou a descer do auge orgástico, Amy lambeu o pau dele até limpá-lo e, de forma sedutora, lambeu a porra que tinha respingado na barriga. Rastejou pelo corpo dele e o beijou ao chegar ao rosto.

— Você nunca se cansa, né? — ele perguntou. — De você? Não, não posso. — ela respondeu. — Está reclamando? — Parece que estou reclamando? — Achei que não. — ela disse.

Ficaram deitados em silêncio por alguns minutos.

— Bem, aquela cômoda não vai se montar sozinha. — Amy finalmente falou. — Que tal a gente tomar um banho e depois ir trabalhar nisso? — Parece um plano. — Damon concordou.

Amy o levou ao banheiro, e eles se lavaram, fazendo questão de ensaboar um ao outro com capricho. Depois de prontos, se vestiram e desceram, onde a cômoda desmontada aguardava, ainda na caixa. Assim como fizeram com as mesas e cadeiras, conferiram tudo antes de começar.

— A melhor ideia que vejo é eu montar a estrutura de base e você montar as gavetas. — Damon sugeriu, quando tinham tudo espalhado. — Parece um plano. — Amy repetiu.

Na hora seguinte, trabalharam em suas respectivas tarefas: Damon montando o corpo da cômoda enquanto Amy montava as gavetas. Terminado isso, subiram cuidadosamente a estrutura para o quarto de Amy, e depois desceram para carregar as gavetas.

— Qual o problema com esta aqui? — Damon perguntou, apontando a cômoda que Amy já tinha no quarto. — A gaveta de baixo está quebrada. — ela explicou, abrindo para mostrar que o trilho por onde a gaveta deveria correr tinha despencado completamente e lascado a madeira.

Levaram alguns minutos para transferir as roupas da cômoda antiga para a nova, desmontaram a velha e a levaram para baixo. Ela escondera os brinquedos sexuais que tinha usado com Sonja dias antes no armário, não querendo que Damon os encontrasse — pelo menos, não ainda.

— Podemos quebrar o resto depois. — Amy disse. — Tá com fome? — Morto.

Depois de comer, Amy de repente bateu palmas, animada: — Ah, eu quase esqueci! Quero te mostrar uma coisa!

Levou Damon de volta ao quarto e remexeu no armário. — Prometi que te mostraria isso na próxima vez que você viesse... cadê? Ah! Aqui está! Lembra que eu contei que fiz modelo nua quando tinha uns vinte anos? Voilà!

Ela presenteou Damon com um álbum de fotos enquanto estavam sentados na cama. Ele abriu e se deparou com a visão da tia em uma variedade de poses sensuais. Algumas de lingerie que deixavam muito pouco para a imaginação, em outras ela estava de topless, e no restante completamente nua. Todas as fotos eram artisticamente produzidas. Eram sensuais, não vulgares. Todas tinham aquele visual de foco suave que Damon comparou ao que se veria numa revista como a Playboy.

"Eu tinha uns 23, 24 anos quando tirei essas", ela disse, "Chamo aquela época de meu corpo BB. Antes da Bridgette. A maioria dessas fotos foi tirada no estúdio do fotógrafo, e algumas, como aquela ali, foram tiradas no jardim e no bosque atrás do estúdio."

Ela apontou para uma foto sua, em silhueta contra o sol poente, seu corpo jovem e ágil esticado, alcançando o céu. Damon sentiu o pau endurecendo enquanto olhava foto após foto da tia, em poses sensuais variadas, tão linda naquela época quanto agora. Amy notou o volume nas calças dele, libertou o pau do confinamento e começou a acariciá-lo lentamente.

"Vovó e vovô sabem dessas fotos?", ele perguntou, finalmente virando-se para olhá-la.

Amy riu: "De jeito nenhum! As únicas fotos da minha carreira que meus pais viram foram aquelas em que eu estava totalmente vestida! Tirei essas fotos para mim mesma, para eu lembrar como eu era gostosa quando mais jovem!"

Ela não contou a Damon que, além do fotógrafo, a única outra pessoa que já vira as fotos era Clay.

"Você ainda é gostosa", disse Damon, enquanto Amy tirava a blusa e voltava a masturbar o pau dele.

"Bom, obrigada.", ela disse quando Damon virou outra página do álbum. "Ah, aquelas fotos ali foram tiradas depois que a Bridgette nasceu, uns seis ou oito meses. Eu me esforcei tanto para voltar à forma depois do parto, e honestamente não tinha certeza se ainda tinha a silhueta. Então voltei ao fotógrafo e pedi para tirar mais algumas fotos para mim."

"Bom, você definitivamente ainda tinha a silhueta naquela época, e ainda tem agora.", disse Damon, pondo o álbum de lado.

"Você só está dizendo isso porque eu deixo você me comer.", disse Amy, enquanto os dois terminavam de tirar a roupa.

"Não, estou dizendo isso porque eu tenho a tia mais gostosa de todo o mundo.", disse Damon, jogando suas roupas para o lado.

Amy, agora completamente nua, pegou o lubrificante na mesa de cabeceira. "Então come o cu da sua tia gostosa."

Ela espremeu um pouco de lubrificante na mão de Damon, e ele o espalhou por todo o pau já totalmente ereto. Amy cobriu dois dedos, levou a mão para trás, enfiou-os no cu e bombeou-os para dentro e para fora, abrindo-se para Damon. Ela ficou de quatro e Damon se posicionou atrás dela. Amy gemeu ao sentir o pau comprido e grosso de Damon deslizar para dentro do seu cu. Quando ele estava todo dentro, ela olhou para trás por sobre o ombro.

"Me come.", ela gemeu.

Damon obedeceu e começou a martelar o pau para dentro e para fora do cu da tia. Amy abaixou a cabeça e gemia e grunhia enquanto o pau de Damon serrava para dentro e para fora do seu cu. Ela não sabia por que gostava tanto de sexo anal, mas gostava. Especialmente quando era Clay ou Damon fazendo. Até Sonja, com o cintaralho uns dias atrás, era melhor do que seus dedos ou seu vibrador. Dos poucos homens com quem estivera, só dois se interessavam por sexo anal, e desses dois, só um era bom nisso, mas ninguém se comparava a Clay, até agora.

"Com mais força, caralho", ela grunhiu entre os dentes cerrados para ele, "Você não esqueceu já, esqueceu? Me. Come. Com. Mais. Força."

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