Contos eróticos para ler inteiros.

Hipnose e Controle Mental

Trio da Tentação

daniisidio21 min

— Hora de acordar, dorminhoco.

Nick Casten, em outras circunstâncias conhecido como Freezer, gemeu e abriu os olhos. A princípio, o clarão da luz o cegou, e quando tentou proteger os olhos, percebeu que não conseguia mexer os braços.

Ficou completamente desperto num instante, se endireitando num sobressalto, só para descobrir que estava firmemente amarrado a uma pesada cadeira de metal, e por mais que puxasse, não conseguia sequer afrouxar as amarras.

Risadinhas saudaram suas tentativas de se soltar, e ele se virou bruscamente na direção das vozes. As manchas se definiram, e ele se viu sentado em um quarto surpreendentemente bem decorado, com paredes pintadas de vermelho e adornadas com arcos gregos dourados. Lustres espalhados pelo quarto brilhavam fracamente, envolvendo o ambiente em uma penumbra sensual. Cortinas ricas pendiam pesadamente das paredes, emoldurando pinturas de cenas totalmente devassas e estranhamente pastorais.

— Tão feliz que você acordou — disse uma das manchas, que foi se definindo em um rosto terrivelmente belo e muito familiar. Ela era quase uma cabeça mais alta que ele, vestida em um macacão justo de látex que não fazia nada para disfarçar o peso imenso de seus seios. Maiores que bolas de basquete, eles tensionavam o tecido apertado, seus mamilos óbvios, junto com os piercing que os atravessavam. Seu cabelo era cacheado e castanho, e de sua cabeça saíam dois chifres pontudos de vaca. Uma mulher de meia-idade, mas sem carecer de beleza, uma máscara de dominó emoldurava seus olhos cálidos, enquanto seus braços e pernas eram firmes de músculos.

— Minotaura — Nick disse, reconhecendo sua inimiga de longa data de imediato.

— Em carne e osso. E dificilmente sozinha.

— Exatamente — disse uma segunda voz.

Ele voltou sua atenção para a próxima figura, cuja pele verde se destacava vividamente no quarto, junto com as vinhas que eram suas únicas roupas. Flores desabrochavam ao longo das vinhas e em seu cabelo, seu corpo sensualmente belo, completamente nu e totalmente tentador.

— Pollena — Nick disse.

— E não só ela — disse uma terceira voz. — Mas eu também. Mas certamente você poderia perceber.

Nick virou a cabeça e rangeu os dentes. Uma terceira mulher estava não muito longe, seu corpo vivaz, inteiramente vestida em borracha escura que ondulava com estranhos padrões vermelhos que atraíam o olhar, cintilando e rolando, seus olhos sendo a única coisa visível de seu rosto, e eles eram vermelhos com longos cílios e sobrancelhas afiadas.

— Spira — Nick disse. Ele olhou para as três novamente, uma a uma, sentindo o calafrio do alarme percorrê-lo. — O que é isso?

— Você se lembra de alguma coisa? — Minotaura disse.

Nick estremeceu. Ele se lembrava, mas pouco. Seu rastreador havia detectado o alarme de um ladrão no Museu de História e ele havia corrido para lá. Encontrou uma janela quebrada, entrou, e então uma veneziana bateu atrás dele. Gás rosa havia preenchido a sala, e então... nada.

— Foi uma armadilha — ele finalmente disse.

Pollena bateu palmas. — Muito bem — disse ela zombeteiramente. — Você sempre foi rápido, herói.

— Rápido o suficiente para te pegar — ele disse.

Ele viu seus lábios se contraírem.

— Ora, ora, ele tem razão — Minotaura disse, erguendo a mão, o movimento fazendo seus seios balançarem em seu collant apertado. — Você capturou todas nós em algum momento, Nicholas. Ou devo dizer, Freezer. Mas desta vez, estamos com a vantagem sobre você. E pretendemos garantir que não aconteça novamente.

— Então me matem e acabem logo com isso — Nick disparou.

Risos irromperam das três, confundindo-o ainda mais.

— Matar você! Ah, não. Isso seria fácil demais — Pollena disse.

— Muito certo — sussurrou Spira, seu braço se apoiando nas costas da cadeira dele, sua cabeça se aproximando, sua voz ressonante um sussurro que o fez estremecer. — Não vamos matar você, herói. Você foi um incômodo grande demais para isso. Em vez disso, temos um plano para você nos compensar.

— Como minha companheira rimadora diz — Minotaura disse enquanto se aproximava, seus seios massivos balançando em seu spandex apertado. — Você tem sido um espinho em nosso lado por tempo demais, Nicholas. E pretendemos consertar isso. Mas matar você seria um desperdício. Oh, sim — ela respirou, se inclinando, acariciando sua perna, enviando arrepios pela sua espinha, sua mão subindo, segurando o volume em sua calça. — Uma pena mesmo...

Nick sugou uma lufada de ar. Apesar do perigo, ele estava inacreditavelmente duro. Não era surpreendente. O trio diante dele eram as inimigas mais adoráveis que já enfrentara. Ele encarou Minotaura.

— Vocês vão tentar me fazer uma lavagem cerebral de novo, não vão? — ele disse, sorrindo. — Como se já não tivessem tentado e falhado antes. Ou vocês esqueceram como eu escapei do seu Labirinto da Ameaça e libertei todos os seus escravos do leite?

Minotaura suspirou, inclinando a cabeça e apoiando-a na palma da mão. — Sim, você fez. E fiquei muito chateada com você por causa disso.

— E Pollena — ele disse, olhando para a mulher verde furiosa. — Eu me lembro do seu pólen de quando você tentou transformar aqueles capitalistas de risco em seus brinquedos sexuais hipnotizados. Um aroma bonito, mas eu passei por ele numa boa.

— Hmph! — Pollena bufou.

Ele olhou por cima do ombro para a figura turbilhonante de Spira, seu contorno todo de mulher, seu interior um redemoinho de vermelhos e negros. — E Spira? Pensei que você fosse mais esperta. Ou esqueceu como eu destruí seu Escravizador de Telas antes que suas espirais pudessem dominar a cidade?

— Eu não esqueci, não tema. Mas terei minha vingança, meu caro.

Nick bufou, então ofegou quando Minotaura apertou seu pau por cima das calças, acariciando-o suavemente. — Exatamente — a vaqueira peituda disse. — Você derrotou todas nós antes, e superou nossas várias técnicas de controle mental. Mas isso me fez pensar, Nicholas, querido.

— O-o quê? — Nick disse, inquieto com o brilho no olhar dela enquanto se inclinava mais perto, sorrindo amplamente.

— Quão eficazes nossas técnicas seriam... todas de uma vez?

Os olhos de Nick se arregalaram brevemente, então se estreitaram. — Eu nunca vou ceder — ele disse com os dentes cerrados.

— Ah, é? — Minotaura disse, retirando a mão. Ela levantou os braços, os dedos enganchando nas alças de seu collant, seus olhos quentes e sorriso zombeteiro. — Vamos descobrir?

Ela puxou as alças para baixo dos ombros, e sem a barreira, seus seios praticamente explodiram para fora. Nick não pôde suprimir um suspiro. Seus seios pareciam ainda maiores do que antes, sua leve flacidez apenas enfatizando sua plenitude, os piercing de argola em seus mamilos reluzindo como ouro.

Minotaura riu de forma gutural, segurando seu busto impressionante. — Gosta disso, herói? Pensei que sim. Mesmo quando lutava comigo, eu podia perceber o quanto você amava meus grandes... macios... peitos de vaca. E aqueles garotos e garotas bobos que você 'resgatou' de mim? — Novamente ela riu. — Ora, eu nem precisei esperar uma semana antes que eles estivessem brigando entre si para me ver nas visitas conjugais da prisão. Veja, Nicholas, uma vez que você prova dos meus grandes... saltitantes... seios... Você sempre vai desejar mais.

Nick cerrou os dentes, encarando-a e apertando os punhos ao lado do corpo. Minotaura apenas sorriu, lentamente se ajoelhando diante dele, seus seios se acomodando em seu colo enquanto ela abria suas calças. Nick sugou o ar quando seu membro saltou para cima, pulsando no ar quente do quarto.

— Mmmm. Aí está — Minotaura respirou, seus olhos quentes enquanto pressionava seus seios maciços ao redor de seu pau. — Tão grande... mmm... e poderoso quanto eu esperava.

— P-porra! — Nick ofegou quando seu busto envolveu seu pau, engolindo-o em sua maciez quente. Já um leite perolado pingava de seus mamilos com piercing em seu colo, lubrificando seu pau para seus peitos saltitantes.

Minotaura murmurou. — Isso é bom, Nicholas? É gostoso ao redor do seu grande... carnudo... pau...?

— Isso... isso não vai me quebrar — Nick disparou.

— Não foi essa a minha pergunta, querido. Mas não se preocupe. Estamos longe de terminar...

Um movimento cintilou no canto do seu olho. Instintivamente Nick se virou para ele e viu Spira se contorcer na sua frente. Suas curvas estavam vivas com cores ondulantes. Uma tela de matizes que pareciam girar ao redor de seus seios, espiralando num espetáculo particular só para ele. Girando como redemoinhos de cores que o atraíam para seus grandes seios...

— N-não! — Nick ofegou, virando a cabeça bruscamente, fechando os olhos com força para bloquear a visão de suas cores hipnóticas.

— Qual é o problema? — Pollena sussurrou em seu ouvido, seus próprios seios pressionando contra as costas dele. — Você não quer ver as cores bonitas da Spira balançarem? Ou está com medo de que elas façam uma lavagem cerebral em você e te transformem no garanhão grande e burro que todos sabemos que você realmente é?

— E-eu não vou cair tão facilmente!

— Tão verdade. Mas estamos preparadas para tornar isso — e você — muito duro — Pollena ronronou. — Agora respire.

Nick franziu a testa para o significado dela, então sentiu o cheiro de algo. Algo doce e ainda assim pungente. Algo poderoso e tentador. Algo que provocava seu nariz e parecia infiltrar em sua cabeça como uma nuvem de perfume nebuloso e...

Pólen!

Nick balançou a cabeça furiosamente, mas isso só sacudiu mais pólen das vinhas enroladas ao redor dos seios de Pollena. — P-puta! — ele ofegou, sua língua já ficando grossa e desajeitada.

— Talvez. Você vai prender a respiração? Hm? E eu que pensei que você fosse mais esperto que isso — Pollena gargalhou.

Nick não se incomodou em tentar. Não adiantaria nada. Ele teria que respirar eventualmente. E ele estava respirando pesadamente. A sensação dos seios de Minotaura quicando ao redor do seu pau estava enviando prazer pulsando por suas veias, calor florescendo em sua virilha e se espalhando pelo peito, enrubescendo suas bochechas, queimando em suas veias.

— Você não vai abrir os olhos? — Pollena murmurou, a maciez de seus seios pressionando a parte de trás de sua cabeça. Tão macios. Tão calmantes. — Apenas abra os olhos. Spira está lá sozinha dançando. Você odiaria perder a performance dela, não odiaria? Isso é tão... tão... rude...

Sim, sim, era rude, não era? Por que ele estava sendo tão rude? Nick balançou a cabeça novamente. Não. Não! Ele não cairia por causa do perfume. Não importa o quão doce fosse. O quão preenchedor. Como isso enchia sua cabeça e o fazia se sentir tão bem enquanto seu pau... ohhhh, sua porra de pau...

— Vá em frente, herói. Abra os olhos — Minotaura gemeu de seu colo. — Você pode resistir às espirais bonitas dela. Já fez isso antes. Você consegue. Apenas... abra esses olhos bobos para nós...

Ele... ele tinha resistido a ela antes, não tinha? Ele tinha resistido ao encantamento dela. Ele tinha sido capaz de contê-lo. Ele podia... ele podia resistir a ela.

Então por que não... por que não abrir os olhos? Por que não olhar?

— Isso mesmo — a voz de Spira disse, reverberando com a força de sua compulsão. — Não há risco. Apenas um vislumbre não é um deslize.

— Seria tãããão boooom — Pollena arrulhou atrás dele, seus seios começando a quicar preguiçosamente ao redor de sua cabeça.

Suas pálpebras tremeram. Lentamente, muito lentamente, ele começou a abri-las.

E a viu.

Spira estava balançando diante dele, suas cores girando e lavando sobre suas curvas. Ele ficou boquiaberto, hipnotizado, mais uma respiração enchendo sua cabeça com uma rajada de pólen tentador vindo de trás.

— Tão corajoso — Spira disse, sua voz parecendo vibrar através dele, ressoando em seus ossos e tornando seu interior mole e fraco. — Tão corajoso por abrir seus olhos. Agora veja minhas cores girarem... e seja meu...

Nick assistiu, ofegante, seus olhos grudados no show. Seu pau latejando. Sua cabeça nadando. Seu corpo doendo e se contorcendo e tensionando com uma resistência que lutava contra a facilidade que tentava preenchê-lo. Ele sabia que não devia estar assistindo. Que aquilo era perigoso. Ainda assim, não conseguia desviar o olhar. Ele tinha que assistir às espirais e respirar o pólen e sentir os seios massivos de Minotaura quicarem ao redor do seu pau.

— Mmmmm. Posso sentir o quanto você está pronto, herói — Minotaura gemeu, os piercing em seus mamilos tilintando como sininhos de prata a cada quicar de seus peitos em seu colo. — Posso sentir o quanto seu pau está necessitaaado. Vá em frente. Goze. Você não consegue se concentrar enquanto está todo reprimido. Todo necessitado. Apenas goze para a mamãe. Goze para os peitões dela. Goze e jorre para Minotaura. Goze, herói. Goze. Goze nos meus peitos. Goze nos meus grandes peitos de vaca.

— Goze para nós, herói — Pollena murmurou atrás dele.

— Goze para nós — Spira suspirou, balançando, girando. — Traia suas luxúrias. Qual é o alvoroço?

— Apenas goooze — Minotaura gemeu.

— Goze — Pollena ronronou.

— Goze.

— Goze!

Nick ofegou, arfando, seus olhos doendo. Sua cabeça latejando. Pressão pulsando através dele. Irradiando de seu pau. Seu pau necessitado. Suas bolas doloridas. Ah, porra. Ah, porra, ele tinha que gozar. Ele não conseguia pensar. Não conseguia lembrar por que não deveria. Ele gemeu, arfando, gemendo.

E então Minotaura empurrou seus seios para baixo, revelou a ponta de seu membro.

E envolveu seus lábios macios e amorosos ao redor dela.

— P-porraaaaaa! — Nick gritou, a cabeça se debatendo nos travesseiros dos peitos de Pollena enquanto gozava, seu pau pulsando entre os seios da mulher-vaca, seu esperma jorrando impotente em sua boca ansiosa.

— Mmmm — Minotaura gemeu, seus cílios tremulando enquanto seus lábios trabalhavam, engolindo cada gota de sua semente jorrante, a tensão aparentemente indo junto, drenando de seu pau, deixando seu corpo mole e pesado.

Nick gemeu, afundando de volta na cadeira, sua cabeça afundando mais nos seios de Pollena, sua respiração trêmula sugando outra rajada de seu pólen divino, enchendo sua cabeça com nuvens de doce prazer.

Minotaura ergueu os lábios, seus seios subindo de ao redor do pau dele, lustrosos enquanto ainda pingavam seu creme. Ela se levantou, elevando-se sobre ele, uma deusa de curvas sorrindo de cima de seus seios imensos. — Mmm. Delicioso, Nicholas. Isso foi um deleite. Mas temo que só demos a quatro dos seus sentidos nossas doces atenções. Hora do número cinco.

— C-cinco? — Nick balbuciou.

Minotaura riu de forma gutural, movendo-se para o lado da cadeira. A cabeça de Nick pendeu, observando-a se agachar sobre ele, seus seios imensos vindo descansar diante de seus olhos atordoados. Minotaura segurou seu busto amplo, empurrando uma teta rechonchuda em direção ao seu rosto, seu reflexo brilhando de volta para ele no piercing dourado no mamilo.

— Beba, meu escravo hipnotizado. Beba da mamãe...

A boca de Nick pareceu se abrir sozinha, seus lábios envolvendo o mamilo apresentado avidamente. Minotaura gemeu enquanto ele dava uma chupada terna, o gosto mais maravilhoso fluindo para sua boca. Leite rico, espesso, cremoso inundando suas papilas gustativas em jorros gulosos, matizado pela frieza metálica de seu piercing.

— Ah, siiiiim — Minotaura gemeu. — Me ordenhe, Nicholas. Me ordenhe, herói. Mmmm. Não tem um gosto boooom? Não tem um gosto... ha... maravilhoso? Oh, bom garoto. Boooom garoto.

— Mmmm — Nick gemeu, afundando na cadeira, sua respiração ficando pesada. Lenta. Inspirando mais do pólen. Seus lábios sugando amorosamente da teta leitosa da vilã, enchendo-o de calor. De calor. De um peso que se acumulava fundo em suas bolas, doendo até seu pau, enrijecendo-o de novo.

Bem a tempo de Spira subir em seu colo.

Seus olhos voltaram para a mulher sedutora, seu corpo uma massa rolando de cores que instantaneamente o hipnotizou, seus lábios diminuindo a sucção enquanto sua atenção ia para os matizes giratórios de Spira. Ele gemeu quando a vilã esfregou sua boceta contra seu pau, seu membro lambuzado de saliva deslizando contra as dobras da mulher matizada, seus olhos brilhando quentes em meio à tela de sua forma.

— Apenas me observe, herói. Observe e sinta. Hora de fazer seu pau se render...

Ele gemeu quando Spira desceu em seu pau endurecido, seu corpo o engolindo em prazer apertado. Os olhos de Spira ficaram semicerrados, suas mãos repousando nos ombros dele enquanto seus quadris começavam a rolar, cavalgando no topo de seu pau, cada enterrada dele dentro dela fazendo os padrões ondulantes em sua pele saltarem, mudarem.

— Ah, siiiiim — Spira ofegou. — É iiisso. Me foda. Me foda com precisão. Posso sentir sua necessidade de procriar.

Nick gemeu, seu pau preso, e ele não queria escapar. Não podia sonhar com isso. Sentiu Minotaura dar tapinhas em sua bochecha.

— De volta ao trabalho, querido. A mamãe está tão cheia de creme.

Nick assentiu trêmulo, retomando sua sucção gulosa. Sim. Sim, não podia... não podia decepcionar a mamãe. Tinha que chupar. Tinha que ordenhar.

Tinha que assistir às espirais bonitas girarem.

Ele sentiu de repente as amarras ao redor de seus braços afrouxarem, caírem. A princípio não sabia o que fazer com essa liberdade recém-descoberta. Então, uma mão encontrou seu caminho até o quadril de Spira, agarrou-o, as cores de sua pele se quebrando ao redor de seu toque como rios encontrando um novo curso. Ele gemeu, empurrando-a para baixo com mais força em seu pau. Sua outra mão embalou o seio de Minotaura, começando a massagear e ordenhá-la.

— Ah! — Minotaura ofegou, seus cílios tremulando. — Ah, siiiiim. Me ordenhe, baby. Ordenhe o peitão da mamãe.

— Me tome! — Spira ofegou. — Me empurre para baixo! Me monte como um cão no cio!

Nick estava perdido em uma tempestade de prazer. Sua mente afundando, lavada em creme e cor e aroma. Cada sentido assaltado, traindo-o para os prazeres do trio. Lutar contra isso nem sequer lhe ocorria mais. Era bom demais para resistir. Para fazer qualquer coisa além de se submeter às suas amantes como um bom escravo. Um bom animal de estimação.

Um bom herói bimbo.

— Siiiim! — Spira gritou, se enterrando uma última vez no topo de seu pau, os padrões por todo seu corpo oscilando como ondas oscilantes. — Sim! Ohhhh satisfaça minha necessidaaade. Goze. Goze e me encha com sua semente!

Foi seu grito final. Um gemido de deleite enquanto gozava, sua boceta se apertando deliciosamente em seu pau, sugando-o avidamente enquanto cavalgava seu orgasmo sobre ele.

— Mmmm! — Nick gemeu no seio de Minotaura, seus olhos quase revirando ao sentir seu corpo se render mais uma vez, seu pau pulsando com um prazer dolorosamente maravilhoso, se debatendo sob a adorável hipnotista enquanto jorrava sua carga em sua boceta faminta. O corpo de Spira pareceu sugá-la, drenando seu pau até a última gota, tomando-o com êxtase trêmulo.

— Você já teve o suficiente. É a minha vez — Pollena disse, erguendo os travesseiros de seus peitos de ao redor da cabeça dele.

— Mmm. Paciência é uma virtude. Até para os... os impacientes também — Spira arrulhou, o balanço de seus quadris diminuindo enquanto se acomodava em seu colo, os matizes nadantes de cores diminuindo preguiçosamente.

— Isso nem faz sentido. E mal rimou. Era para foder ele até ficar burro, não você — Pollena disse, contornando-o e indo até Spira impacientemente.

"Meninas, por favor!" Minotauria sussurrou enquanto bombeava o seio na boca faminta de Nick. "Mmm. Não vamos brigar. Estamos juntas nisso. E o querido Nicholas tem esperma suficiente para todas nós. Não tem, bebê?" Minotauria perguntou, afastando o seio da boca dele e inclinando sua cabeça para trás.

Nick gemeu, a negação do creme maravilhoso, mesmo que por um momento, era quase mais do que podia suportar. Seus olhos estavam vidrados, embaçados pela luxúria impotente enquanto olhava vagamente para o rosto sorridente de Minotauria.

"S-sim... sim, s-senhora," arfou, a boca pesada com o gosto de creme, sua mente girando e se agitando em mares de matizes ondulantes, seu corpo pesado com perfume e submissão polinizada. "Preciso... preciso g-gozar para as senhoras..."

"Que bom garoto nós temos. Tão educado," Minotauria disse, acariciando suavemente seu cabelo, fazendo Nick estremecer e gemer de êxtase. "Eu não disse a vocês, meninas? Sob os homens mais abrasivos estão as mais doces bonequinhas."

"E os melhores paus," Pollena disse, lambendo os lábios enquanto envolvia sua mão em torno do membro dele, acariciando-o faminta, seus olhos brilhando quando ele enrijeceu quase instantaneamente até seu comprimento total e sensível. "Oooooh... eu estive esperando por isso por um teeeeempo tão longo."

"Então tome, Pollena," Minotauria disse enquanto guiava a boca de Nick para seu outro seio, o ex-herói gemendo enquanto seus lábios se prendiam ansiosamente e começavam a sugar famintamente de sua teta fresca. "Mmmm... E não se preocupe com... ha... falta de esperma. Meu doce leite manterá nosso novo animal de estimação bonzinho e viril pelo tempo que precisarmos."

"Parece bom para... miiiim!" Pollena gemeu ao se encaixar no topo do pau de Nick, afundando até a base, gemendo de prazer ao tomá-lo com um único movimento voraz.

"M-mmmmm!" Nick gemeu no seio de Minotauria enquanto seu pau era mais uma vez tomado, o perfume de Pollena soprando em seu rosto enquanto a mulher verde cavalgava nele, fodendo-se em cima dele com arfante avidez. Sua mão foi atraída para o quadril dela, agarrando-a enquanto ela montava seu pau com estocadas bruscas, seus seios firmes saltando diante de seus olhos, seu sorriso encantado, triunfante e cruelmente ávido.

"Siiiiim!" a vilã herbal gritou. "Porra, sim! Me dá seu pau, herói. Me dá seu pau lavado cerebralmente! Porra, sim. Oh, porra. Pooooorra! Me fode, puto. Fode sua senhora. Enche ela com seu esperma! Não desperdice uma gota. Não... mnnnnn... ouse. Ah. Ah. Oh, sim. Porra, sim. Isso. Isso! Me fodeeee!"

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