Treinando Carter
— Vamos, amor, você está pronto para isso, você consegue... — Emma incentivava, as mãos repousando sobre as coxas lisas e esguias dele, acariciando e apertando com avidez enquanto ficava deitada de costas, olhando para o garoto, seu namorado, que se inclinava para trás com flexibilidade, uma das mãos apoiada na coxa mais grossa dela como suporte enquanto a outra segurava o comprimento lubrificado e duro dela, guiando a ponta grossa entre as nádegas empinadas dele para beijar contra sua estrelinha.
Carter soltou um pequeno gemido e mordeu o lábio quando as sensações familiares do pau de Emma o penetrando percorreram todo o seu corpo. Lento e constante, as duas mãos agora apoiadas nas coxas dela enquanto ele arqueava as costas e começava a se abaixar, sentindo cada centímetro cheio de veias pressionando dentro dele, faíscas de prazer ondulando através de si enquanto ela gemia, mas eram faíscas que ele sabia que tinha que suprimir.
Pronto e treinado como estava, levou apenas alguns longos momentos para que o comprimento impressionante dela desaparecesse dentro do seu corpo esguio, envolto no calor íntimo da bunda dele onde pertencia, o próprio pau, não pouco impressionante em tamanho, descansando contra a barriga dela, completamente mole.
— P-p-pronto, bom garoto Carter, agora vem, começa a quicar... E nem se atreva a ficar duro... — Ela arrulhou, apertando as coxas dele enquanto se ajeitava de volta em sua cama, olhando para as feições coradas dele com seu olhar azul-gelo através dos óculos arredondados.
Carter inclinou a cabeça para trás e apertou o pau dela com a bunda, arrancando um gemido dela enquanto ele se movia para obedecer, erguendo-se antes de se deixar cair mais uma vez, se perguntando por um momento, enquanto começava a cavalgar o pau suculento da namorada, como diabos ele tinha se metido naquela confusão com ela.
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— Eu não entendo? — Carter disse, olhando para ela com uma sobrancelha erguida enquanto caminhavam juntos pelo parque branco coberto de neve, ambos embrulhados confortavelmente em várias camadas. — Isso é mesmo possível?
— Mmhm! — Emma respondeu alegremente, um copo de café de papelão em uma mão, a outra enlaçada no braço de Carter, segurando-se junto a ele enquanto andavam, a neve rangendo sob suas botas enquanto passeavam. — Já vi online e tal, demora um pouco, mas a gente consegue totalmente fazer isso.
Carter lançou-lhe um olhar cético que só foi recebido com uma vibração ansiosa. — Tá... Mas, por quê? — Ele perguntou.
— Você não acha excitante? — Ela entusiasmou-se. — Estar fodendo outro cara, estar no controle, mas o cara ficar mole?
Ele balançou a cabeça. — Eu realmente não vejo como isso é sexy...
Emma franziu os lábios e olhou para ele com aquele olhar azul-gelo característico. — Ah, vamos lá, Carter... Tipo... É como se o prazer não fosse mútuo, faz tudo ser sobre mim, tipo, você está tão focado em me dar prazer que renuncia ao seu próprio prazer e é com isso que eu gozo! Saber que você quer me fazer sentir tããão bem tããão intensamente que meu prazer vem primeiro.
— Mmm... — Ele emitiu, sem se comprometer enquanto olhava adiante. — Tá, eu meio que, mais ou menos, talvez consiga entender de onde você está vindo... Mas não sei, saca?
Ela bebericou seu café doce por um momento em contemplação silenciosa antes de puxar o braço dele, chamando sua atenção. — Tá... Vou encontrar um meio-termo? — Ele olhou para ela curioso, esperando que continuasse. — ...Você faz isso por mim e a gente consegue, e eu vou furar meus mamilos.
Ele piscou e diminuiu o passo, olhando para ela com uma expressão incrédula. — Sério? Isso significa tanto assim para você? — Ela sempre estivera em cima do muro sobre fazer qualquer tipo de piercing, algo que Carter achava muito atraente.
— Siiim, tipo, você não tem ideia, amor... Por favor? — Ela fez beicinho com os lábios carnudos, os olhos praticamente brilhando de esperança.
Ele riu um pouco e voltou a andar, apertando suavemente o braço dela. — Tá bom, tá bom, caramba, não precisa usar esse olhar de cachorrinho pidão comigo assim...
Ela riu feliz e o abraçou mais forte, já planejando como ia conduzir o novo treinamento dele.
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Carter arfava pesadamente enquanto se erguia e se abaixava lentamente sobre o membro dela, sentindo a forma como a espessura alargava sua estrelinha, o prazer disso subindo por sua espinha até seu cérebro onde exigia reciprocidade. Ele podia se sentir querendo ficar duro, querendo compartilhar do prazer dela, mas através da força de vontade e de seu treinamento, ele resistiu.
— Bom garoto, isso é tão gostoso, olha para você, todo molinho, tão perfeito... — Emma instigou, estendendo uma mão sob sua camiseta do Warcraft para apertar os seios cheios e pesados, mordendo o lábio enquanto encarava o garoto afeminado claramente lutando para ficar mole enquanto o prazer do pau dela disputava o controle contra sua força de vontade.
Geralmente ela dispensaria a camiseta, nem um pouco constrangida com suas curvas, mas nas últimas vezes que tentaram isso, a visão que ela lhe oferecera de seu corpo nu tinha sido demais para ele resistir, eventualmente levando-o invariavelmente a ficar ereto. Eles esperavam que dessa vez, com ela um tanto coberta, ele pudesse conseguir.
Ela brincava com um mamilo duro e espesso, extraindo pequenos arrepios extras de prazer enquanto ele cavalgava seu comprimento escorregadio, a sensação das nádegas redondas e femininas dele pressionando contra suas coxas grossas sendo algo que ela sempre apreciava. Tinha sido a bunda dele, afinal, que primeiro chamara seu olho sempre carente quando se conheceram.
— É isso aí, Carter, amor, cavalga essa rola, vamos, mais forte... — Ela gemeu, arqueando as costas e se remexendo confortavelmente na cama enquanto Carter obedecia, seus movimentos lentos acelerando agora a ponto de o som de seus corpos se encontrando começar a ecoar pelo quarto pequeno dela, seus olhos azul-gelo vidrados de luxúria e do desejo por muito mais.
Carter mastigava o lábio enquanto quicava para cima e para baixo, estar por cima tornando muito mais difícil permanecer mole enquanto seu pau balançava ansiosamente por aí, querendo mais do que tudo ficar duro. Apertando as coxas dela, ele pensou de volta ao seu treinamento, tentando tirar a mente do prazer, focar só nas ações...
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— Não, serve, não... Não, assim não... Não! Ah! Só, só fica parado por um segundo, quase prendi meu dedo... — Emma lamuriava-se.
— Quase prendeu seu dedo? Ah, eu sinto taaanta simpatia... — Ele disse e atraiu um olhar irado enquanto ela ajustava a gaiola em volta do pau e das bolas dele.
Ela mostrou a língua de forma infantil enquanto fechava o pequeno cadeado com um clique, dando um passo para trás e olhando para o pau pálido dele trancado em sua nova gaiola de aço. — Como se sente?
Carter franziu os lábios e apoiou as mãos nos quadris curvilíneos e femininos, remexendo-se para frente e para trás, a gaiola balançando enfaticamente. — ...O peso é estranho. O peso é muito estranho. — Ele disse honestamente.
— Está tudo bem! Você vai se acostumar a não ficar duro nessa coisa! ...Eu espero. — Ela mordeu o lábio, as bochechas corando com o pensamento e Carter não pôde deixar de sorrir maliciosamente.
— Você é esquisita.
— Você é gostoso nessa coisa, todo engaiolado longe de mim... — Ela ronronou, passando a mão pela figura curvilínea, traçando a pele sob sua camiseta de 'referência à cultura pop' antes de, sem aviso, pegar o pulso dele e arrastá-lo dali.
— E-ei, aonde estamos indo? — Ele protestou, seguindo-a descalço com um passo estranho enquanto era puxado da sala de estar para o quarto dela, cada passo difícil com seu novo equipamento e cada superfície plana do quarto dela ostentando algum tipo de memorabilia de jogos.
— Você vai me fazer sexo oral ou eu vou jogar a chave na descarga! — Ela riu de forma fofa enquanto girava a chave no chaveiro em volta do dedo.
— E-ei, isso não é justo! — Ele corou intensamente, mas afundou de joelhos diante da beirada da cama, observando enquanto ela se sentava nela com um sorriso brincalhão.
— Você está gostoso demais, a culpa é sua... — Ela disse simplesmente e embora ele tenha emitido um gemido de protesto, não pôde deixar de sorrir um pouco com a expressão de puro desejo dela por ele.
— Tá bom, tá bom... — Ele cedeu, inclinando-se para segurar a calça jeans dela, puxando-a para baixo...
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Isso tinha sido dias atrás, ele recordou, deitado de costas, pernas abertas enquanto sua namorada, agora misericordiosamente por cima, o comia, a camiseta pendendo solta sobre o peito enquanto ela pairava sobre ele, seu comprimento espesso pressionando fundo dentro dele enquanto o fodia com força, o rosto acima do dele vermelho, os óculos há muito descartados enquanto sua paixão a dominava.
— P-porra, isso é tão excitante, Carter, fica mole para mim, amor, me deixa te usar! — Ela gemeu baixinho, as mãos agarrando os tornozelos dele enquanto a cama balançava sob eles, o buraquinho rosa macio dele não tão pequeno com o pau dela o preenchendo, suas paredes apertadas e quentes comprimindo o comprimento dela, a ponta grossa carmesim constantemente acariciada e estimulada.
Ele olhou para onde eles se encontravam, os lábios entreabertos enquanto o fôlego era expulso de seus pulmões pela força do corpo dela, seu pau pálido permanecendo mole, deitado contra a barriga enquanto quicava frouxamente a cada investida dela.
Ele tinha que admitir que era incrivelmente excitante, ver o membro impressionante dela desaparecer dentro dele a cada segundo como um truque de mágica, cada ato causando choques elétricos de prazer desabrochando no fundo dele, arqueando pela espinha mas passando ao largo de seu pau que, embora certamente estivesse se sentindo maravilhoso, tinha sido bem treinado para ficar mole.
— Você está indo tão bem, amor! Viu, toda aquela dor e sofrimento valeram a pena! A-ah, ooh porra, amor, vou chegar perto logo, você consegue ficar mole para mim? Você consegue fazer isso por, ah, por mim? — Ela gemeu com força, apertando-o enquanto se lançava nele.
— S-sim! — Ele gritou de volta, sentindo todo o seu corpo tremer com a força das investidas dela, recordando a dor e o sofrimento que ela o fizera passar para 'ajudá-lo' a alcançar seus objetivos.
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— A-ah!! P-pooooor favor! Qual era a palavra de segurança?! — Carter gemeu de forma fofa, arqueando as costas da cama dela enquanto lutava contra as algemas fofas cor-de-rosa que o prendiam. Quando concordara com o treinamento dela, 'não importa o que', não fazia ideia do que ela tinha guardado.
— Acho que não combinamos uma, docinho! Olha, é fácil, é só não ficar duro e vai ser só prazeroso, tá? — Ela respondeu, a voz doce como mel enquanto enfiava e tirava o vibrador texturizado de seu anelzinho apertado, sorrindo maliciosamente enquanto seu corpinho lutava contra as quatro amarras que o mantinham no lugar.
Enquanto fazia isso, ela observava atentamente o pau dele, atualmente mole, a gaiola vazia deitada ao seu lado na cama, mas ele estava latejando, o comprimento pálido ansioso para se erguer, embora ele lutasse contra a tentação, puxando suas amarras enquanto sentia o prazer do vibrador dela ecoar por todo ele.
— A-ah! V-vamos, Emma, eu não consigo evitar! — Ele choramingou, remexendo-se impotente enquanto seu pau se erguia um pouco de sua barriga, começando a engrossar e alongar.
— Eu sei, amor, mas você vai conseguir logo, tá? — Ela disse docemente, puxando o membro vibratório de seu anelzinho fofo, arrancando um suspiro dele enquanto o fazia. Curiosa, ela estendeu a mão e cutucou seu comprimento duro, emitindo um pequeno tsque para si mesma.
— N-não faz isso! — Ele implorou de forma adorável.
Ela franziu os lábios e pensou por um momento, então estendeu a mão e pegou o saco de ervilhas congeladas, pressionando-o contra o pau e as bolas dele, mantendo-o no lugar enquanto ele inevitavelmente começava a se debater, guinchando como uma garota.
— A-Aahh!! Emma! Por favor, está tão frio!! Pare!! — Ele arfou, quicando na cama enquanto seu corpo tentava escapar do frio entorpecente que o trespassava, seu pau murchando rapidamente e defensivamente até estar pressionado mole contra seu corpo, que estremecia enfaticamente quando ela finalmente removeu as ervilhas, incapaz de se conter enquanto sorria maliciosamente.
Ela esperou pacientemente, ajoelhada ao lado da cama, inclinando-se para frente para apoiar os seios na beirada como suporte enquanto ele se acalmava, brincando ociosamente com as ervilhas frias no saco, sentindo-as se moverem entre seus dedos.
— ...Já está melhor? — Ela perguntou docemente depois que ele se aquietou, a respiração do femboy esguio saindo alta, mas controlada.
— S-sim... — Ele arfou suavemente, ajeitando-se no edredom ao qual estava efetivamente acorrentado.
Ela sorriu maliciosamente, erguendo o vibrador o suficiente para que ele pudesse vê-lo. — Pronto para outra?
Carter engoliu em seco e apertou os olhos, inspirando profundamente, o peito liso subindo e descendo enquanto ele se fortalecia.
— S-sim. Eu consigo dessa vez. — Ele disse, um tom de determinação na voz que arrancou uma risadinha de Emma.
— Tá bom, durão... Bem, se não conseguir, as ervilhas ainda estão geladas!
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Carter arfava pesadamente enquanto enterrava o rosto no travesseiro. Ele não tinha certeza se tinha sido o uso frequente da gaiola ou as várias sessões de seu treinamento específico, mas enquanto se ajoelhava na cama, coxas pálidas bem abertas enquanto erguia a bunda e arqueava as costas para baixo sentindo a cama contra o abdômen, ele podia sentir seu pau mole sob ele, sua força de vontade impedindo-o de crescer enquanto ela metia seu pau nele de um novo ângulo, montando-o como uma cadela.
— P-porra, Carter, amor, isso é tããão gostoso! — Emma gemeu, finalmente livre da camiseta agora que, com a cabeça dele pressionada no travesseiro, ele não conseguia se distrair com seu busto deslumbrante.
Suas mãos cravavam nos lençóis da cama enquanto todo o seu corpo balançava com a força das investidas dela, seus corpos batendo ruidosamente enquanto as bolas dela batiam contra as dele a cada estocada profunda dentro dele, seus seios, pesados e cheios, quicando a cada impulso, seu rosto vermelho enquanto algumas gotas de suor escorriam por sua forma voluptuosa.
As mãos dela cavavam nas nádegas macias dele enquanto o alargava, a cama rangendo sob eles enquanto ela fodia sua bunda empinada e feminina. Ela observava, através dos poucos fios de cabelo rebeldes que tinham caído sobre seu rosto, que desse ângulo ele era indistinguível de uma garota, ainda que uma com um corte de cabelo adoravelmente curto.
— Você gosta disso, amor? Ainda está mole para mim? — Ela arrulhou enquanto o usava, o calor intenso da bunda dele comprimindo seu pau enquanto ela o fodia, a sensação familiar de seu clímax se aproximando começando a percorrê-la, deixando suas pernas fracas enquanto ela o comia de quatro.
— S-sim! — Ele gemeu de volta e a sentiu apertar suas nádegas em apreço, o pau dela continuando a martelar para dentro e para fora dele, tornando-se mais potente, porém menos preciso.
Inclinando a cabeça para trás por um momento, ela engoliu em seco, arfando alto enquanto cada estocada a levava a novas alturas, o conhecimento de que seu namorado estava embaixo dela, entregando sua bunda sem nenhuma reciprocidade, preenchendo todos os seus desejos de uma vez.
— T-tão perto agora, amor! — Ela gemeu, inclinando-se sobre ele de modo que seus seios pesados primeiro repousaram e depois pressionaram suavemente contra suas costas, a suavidade sedosa de sua pele tornando as sensações algo verdadeiramente especial.
Estendendo uma mão por baixo conforme o momento se aproximava, ela tomou o pau dele em sua mão, apertando o comprimento macio e maleável entre seus dedos enquanto sentia seu próprio pau engrossar e inchar, suas bolas se contraírem enquanto a onda de prazer dominava seu corpo, impulsionando-a para frente com mais força, seu peso apoiando-se nele, empurrando-o para frente e para baixo até que ele estivesse deitado de bruços, o pau envolvido na mão dela preso entre a cama e seu corpo.
Ambos ofegaram alto quando o pau dela se enfiou o mais fundo que pôde dentro dele, cada centímetro alimentando sua bunda como uma boceta enquanto explodia dentro dele.
— Ah! — Ele gritou quando ela mordeu suavemente a parte de trás de sua orelha, a respiração quente enquanto gemia em seu ouvido, o pau dela pulsando e jorrando dentro dele, cada estocada curta e brusca dela cronometrada com o ritmo fluido de seu clímax, cada impulso para dentro coincidindo com um novo fluxo de sua espessa semente branca de garota que cobria e pintava seu interior.
Ela amava marcar sua cadela, torná-lo seu e, com uma nova caixa marcada, ela podia sentir seu prazer alcançar novos níveis de êxtase que nunca sentira antes e que sabia que estaria perseguindo por dias.
Conforme suas estocadas diminuíam e os jatos de branco diminuíam para um fio, eles ficaram deitados juntos, ele preso sob o calor macio do corpo dela, ambas as respirações vindo rápidas e quentes enquanto ela segurava o pau mole dele em sua mão, seu próprio comprimento começando a amolecer dentro da bainha da bunda dele, pegajoso com seu gozo.
— U-uau... — Ela disse suavemente, beijando sua bochecha e pescoço com os lábios carnudos. — Eu te amo tanto, Carter, você é tão bom para mim...
— A-ah... Ah... E-eu também te amo, amor... — Ele respirou de volta suavemente, tão feliz por ter conseguido, feliz por ter dado a ela uma experiência tão incrível e feliz que o treinamento tinha acabado.
Ela estendeu a mão e passou as pontas dos dedos pelo cabelo dele, acariciando-o afetuosamente enquanto eles se aconchegavam no pós-clímax quente demais, mas amorosamente íntimo. — Ah... Vem, amor, vamos colocar sua gaiola de volta...
— E-eu ainda preciso usar? Eu consigo ficar mole? — Ele respirou suavemente, um tom de súplica em sua voz.
Ela riu baixinho e aninhou-se em seu pescoço. — Eu sei, amor... Mas você chupa rola tão melhor quando eu estou ameaçando jogar sua chave pela janela... E você quer me fazer feliz, não quer, fofinho?
Ele corou intensamente enquanto sentia cada centímetro dela dominar cada centímetro seu e não pôde deixar que o arrepio de prazer o percorresse.
— S-sim, sim, eu quero...