Travessura ou Tratamento!
Mike e seus amigos do último ano do ensino médio, Eric e Kevin, finalmente arrumaram tempo para dar uma passada naqueles quiosques de fantasias de Halloween que brotam no shopping a cada temporada. Eles sabiam que faltavam apenas dois dias para o Halloween e quatro dias para a festa à fantasia do fim de semana na casa do Ryan. E precisavam de fantasias. Então, às compras!
Vasculhando cabides e prateleiras, Mike se maravilhou com a variedade de máscaras de borracha que cobriam a cabeça inteira. Enfiando uma caveira com asas de morcego, virou-se para Eric e rosnou. Eric riu. "Muito maneiro, cara. Até sua mãe não te reconheceria com isso!" Voltando ao espelho, Mike percebeu que Eric estava certo. Sua mãe, Jen, NÃO o reconheceria com aquela máscara...
Mike escolheu uma capa preta e um machado de batalha de plástico para completar a fantasia, depois explicou calmamente suas escolhas e ideias aos dois amigos, que então fizeram escolhas parecidas.
De volta à casa do Eric, eles vestiram as fantasias e se olharam no espelho. Eram basicamente do mesmo porte: cerca de 1,80 m e 72 kg. Kevin era negro, mas com as fantasias era impossível alguém ter certeza de qual dos garotos era qual. Então se sentaram para bolar o plano.
O Halloween caía numa quinta-feira naquele ano. O pai de Mike já havia explicado para Jen que teria que viajar naquela semana para supervisionar a finalização do novo depósito. Mike acrescentou que tinha sido escalado para trabalhar naquela noite mesmo, então Jen teria que lidar com a horda de crianças do bairro pedindo doces.
Observando a mãe preparar as tigelas de doces e as abóboras de Halloween para a noite, Mike não resistiu a olhar de novo para o corpo gostoso e sexy da mãe.
Desde a puberdade, ele passou a olhar para a mãe gata de um jeito diferente. Aos 36 anos, Jen era só 18 anos mais velha que o filho, 1,65 m, 61 kg, cabelo loiro na altura dos ombros, grandes olhos cor de avelã e uma boca carnuda e sexy que tinha um sorriso tão fofo. Mike muitas vezes admirava os seios fartos de Jen, o corpo firme, a bunda redonda e empinada e as pernas longas e torneadas também. Ele sabia que a mãe usava sutiã 36c, de tanto bisbilhotar os sutiãs dela no cesto de roupa. Também já tinha "pegado emprestado" as calcinhas sexy da mãe do cesto de roupa mais de uma vez, cheirando o perfume perfumado da boceta dela enquanto batia punheta para o próprio pau duro.
Antes de sair para o trabalho de meio período, Mike conferiu pela segunda vez a câmera babá eletrônica sem fio que pegara emprestado da casa do Kevin. Posicionada como estava, Mike podia monitorar a localização de Jen no andar térreo da casa pelo celular sem que a mãe soubesse. Ao passar por ela a caminho da porta, reparou que ela havia caprichado de novo naquele ano, vestida na mesma fantasia fofa e levemente putinha de Bruxa do ano anterior.
"Boa noite, mãe!" ele sorriu. "Chego em casa mais tarde, acho. Devo fechar a loja."
"Tá bom, você também se cuida", ela acenou. Mike já tinha guardado a fantasia no carro, e era só uma viagenzinha curta até a casa do Eric. Os pais do Eric tinham saído para algum evento de arrecadação de fundos, então os garotos estavam com a casa só para eles. Eric e Kevin já estavam com as fantasias, menos as cabeças de caveira, e Mike levou só um ou dois minutos para vestir a fantasia igual à deles. Depois esperaram, repassaram o plano e assistiram a um dos infinitos filmes de terror de Halloween na TV. As luzes de fora e do andar de cima estavam apagadas para as crianças da vizinhança não virem pedir doces.
Por volta das 20h30, Mike enfiou a máscara e saiu pela porta dos fundos do Eric. As ruas já estavam quase desertas, os pedintes de doces já em casa por ser noite de escola. Do lado de fora da casa, ele checou o aplicativo da câmera babá no celular e viu Jen já encerrando a noite. Rápido, mandou mensagem para Eric e Kevin virem encontrá-lo. Quando os garotos chegaram, Jen já tinha apagado as luzes externas e tirado a fantasia de Bruxa. A câmera mostrou que agora ela estava de roupão curto sobre sutiã e calcinha de renda preta. Era agora ou nunca...
Na porta da frente, Mike tocou a campainha, uma, duas, três vezes, insistentemente, para que a mãe se sentisse obrigada a atender. A porta interna se abriu e, antes que ela pudesse falar, todos gritaram "Doces ou travessuras!!" Mike viu que Jen ficou surpresa ao se deparar com "crianças" daquele tamanho na porta. Ela abriu a porta de tela para repreendê-los por tocar a campainha tão tarde e para ralhar que já estavam velhos demais para pedir doces.
Mas antes mesmo que pudesse abrir a boca, Mike a agarrou pelo pulso e a puxou para o degrau da frente. Ainda de salto alto, a loira tropeçou e perdeu o equilíbrio. Usando o impulso contra ela, os três adolescentes a arrastaram do degrau para as sombras, longe da porta.
Mike a segurava por um pulso, Eric pelo outro. Enquanto era levada para a escuridão, Kevin agarrou o roupão fino dela, arrancando-o pelos braços e depois totalmente do corpo, enquanto ela cambaleava desequilibrada para as sombras ao lado da casa, vestindo apenas um sutiã transparente que mal continha os peitões e uma minúscula calcinha fio-dental de renda. Caramba, a mãe do Mike nunca esteve tããão gostosa!
Os garotos combinaram antes que seria mais rápido não usar cueca por baixo das fantasias. Jen gritou em protesto quando Kevin empurrou a mãe do Mike para o chão. Antes que pudesse se recompor, ele afastou as dobras da capa e enfiou o pau duro na boca dela.
"Mmmmmppphh", ela engasgou, lutando para lidar com aquela piroca grossa. Agarrando a nuca dela, ele começou a foder a boca da confusa loira milf com avidez. O pau do Mike estava duro como pedra ao ver a mãe de joelhos chupando o pau do amigo. Ele agarrou o sutiã de renda dela e puxou com força, meio arrancando, meio rasgando do torso. Mesmo na penumbra, os garotos viram os peitos firmes saltarem, os mamilos rijos no ar fresco da noite. As mãos fortes dele apalparam a carne dos seios da própria mãe, apertando e massageando os mesmos peitos que o haviam amamentado quando bebê.
Jen resistiu um pouco no começo, mas percebeu que os garotos eram fortes demais para ela. As mãos em seus seios sensíveis estavam começando a deixá-la excitada também, mesmo naquelas circunstâncias.
Eric se ajoelhou atrás e alcançou as coxas dela. Puxando a calcinha para baixo, enfiou a mão "lá embaixo". Ela ficou envergonhada ao ouvi-lo anunciar para os outros garotos: "Ei, ela tá bem molhada. Acho que ela tá gostando!" Mas era verdade, ela estava gostando, o que tornava a situação ainda mais humilhante. Os dedos de Eric esfregavam de um lado para o outro na racha suculenta dela, então um dedo penetrou na umidade que babava. Jen não conseguiu abafar um gemido baixo. Um segundo dedo veio, depois um terceiro. Todos podiam ouvir os sons molhados, escorregadios e chapinhantes dos dedos dele enfiando fundo no buraco de mamãe, e os gemidos de prazer que ela era incapaz de negar. Apesar da vergonha, Jen não conseguiu evitar que os quadris rebolassem de volta nos dedos invasores do garoto. Ao mesmo tempo, ela agora chupava com avidez o pau duro do Kevin.
Mike não ousava arriscar falar, pois havia a chance de a mãe reconhecer a voz dele. Fez sinal para Eric se afastar, então rapidamente se ajeitou atrás da mãe. Agarrando o próprio pau, esfregou a ponta para cima e para baixo na fenda de foda dela, lubrificando-o nos sucos quentes da boceta. Incapaz de se conter mais, guiou a cabeça grossa da piroca latejante para dentro da fenda suculenta entre as pernas dela e empurrou os quadris.
Jen gemeu alto ao sentir a carne grossa do pau dele deslizar para dentro de sua vagina encharcada. Fazia quase um mês que não transava com o pai do Mike, e ela precisava desesperadamente de uma boa foda. E o pau desse garoto era tããão grosso e comprido. Ele a esticava tão gostoso, mesmo ela sabendo que aquilo era errado.
Mas ela NÃO fazia ideia do quanto era errado, quando Mike começou a bombear o pau para dentro e para fora, mais fundo e mais forte. Isso o excitava além da conta pensar que estava fodendo a mesma boceta que o havia parido 18 anos antes.
Ele tinha planejado tirar antes de gozar, dizendo a si mesmo que seria pervertido demais despejar a porra dele na própria mãe. Mas agora sabia que não conseguiria se segurar, que o abraço aveludado da boceta dela era bom demais para parar. Ele IA bombear o SEU esperma na mãe, e nada impediria aquilo. Passou pela cabeça dele que a mãe não tomava mais pílula.
Mike sabia que o pai tinha feito vasectomia anos antes. SE ele esvaziasse os testículos inchados na boceta da mãe, havia uma chance de ela engravidar. Grávida do filho DELE!! A ideia era tão tesuda de se pensar que quase o fez gozar na hora. Imagina... ele seria o pai do próprio irmão! E a mãe dele seria a mãe do primeiro neto!
Esses pensamentos o deixaram com tanto tesão que ele começou a meter o pau na boceta da Jen o mais forte que podia. Do seu lado, a confusa mas superexcitada mãe loira não conseguia evitar de rebolar de volta contra as estocadas ávidas do garoto. Apesar da humilhação, ela sabia que ia gozar gostoso e não conseguia se controlar.
Na boca quente dela, Kevin também perdeu o controle do pau e começou a jorrar sua pesada carga na boca da Jen. Muita porra, porra demais. A mãe loira lutou para engolir, mas não deu conta. O pau do Kevin saltou da boca dela e continuou esguichando, banhando o rosto bonito da Jen com a gala dele. Cobriu o cabelo, o rosto, os olhos, pingando do queixo. Ela parecia uma puta total, lambuzada de porra.
Ver o pau preto do amigo pintando o rosto da mãe com esperma foi demais para Mike. Ele começou a detonar a fenda de foda suculenta da mãe loira. O orgasmo da Jen estava tão próximo agora e, apesar da vergonha, ela não conseguiu evitar que a bunda recuasse contra o pau do garoto. Os peitões dela balançavam e saracoteavam obscenamente enquanto o prazer aumentava.
Entre as pernas dela, o garoto que a fodia começou a grunhir alto, prestes a gozar. "N-nããão, por favor, N-não", ela implorou. "Por favooor, tira! Você n-não pode gozar dentro. Eu-eu não tomo anticoncepcional". Mas ao mesmo tempo ela não conseguia negar a luxúria perversa em seu corpo, tão sujo e puto se sentir daquele jeito.
"Tarde demais", ele rosnou, e perdeu a carga, bombeando o que pareceu um litro de esperma e sêmen na boceta convulsa dela. Ele tinha se enfiado até o fundo e manteve o pau pressionado contra o colo do útero dela, os jorros latejantes inundando as partes femininas com tanta porra que esguichou para fora da boceta esticada, passando pelos lábios carnudos da bacurinha.
"OooohhhmeuDeus nããão", Jen choramingou. Mas apesar da humilhação, ela não conseguiu evitar de gozar ao sentir os próprios sucos quentes se misturando com o esperma adolescente.
As bolas de Mike finalmente se esvaziaram, sua carga pesada de esperma jogada tããão fundo no... útero da mãe. Deus, e se ela REALMENTE engravidasse? Ele tirou o pau melado da boceta dela, vendo a gala gosmenta vazar e babar da boceta arreganhada da Jen.
Mas era a vez do Eric agora, e o pau grosso dele entrou molinho na boceta lambuzada da mãe do Mike. Jen estava exausta do orgasmo poderoso que tivera com o pau do Mike, mas assim que o próximo garoto começou a arar a boceta bagunçada dela, ela sentiu a excitação voltar. Meu Deus, ela se sentia como uma grande puta, reagindo daquele jeito aos paus dos garotos safados. Mas não conseguia se controlar, e eles sabiam.
Mike enfiou o pau semiereto na boca ofegante da mãe, e ela o aceitou sem protestos, chupando-o e sentindo a dureza dele retornar. Uau! Garotos dessa idade pareciam sempre duros e tarados. Ela se perguntou por um instante se o próprio filho dela era assim.
"Isso, puta, chupa essa piroca", Mike grunhiu, sentindo a boca quente da mãe devolvendo a rigidez ao seu pau adolescente. Foda! A própria mãe dele era uma chupadora de pica incrível! Quem diria?
Depois de esvaziar as bolas pretas na boca quente da Jen, Kevin agora estava ansioso para ter um pouco de boceta de mamãe branca também. Mas como o Eric já estava enfiado fundo na bacurinha suburbana dela, ele pensou em experimentar a bunda torneada.
Exigiu umas acrobacias criativas, mas com a ajuda dos outros dois garotos, eles levantaram Jen até as pernas bambas, depois a ajudaram a se agachar desajeitadamente sobre o pau adolescente duro do Eric, até que ela estivesse cavalgando ele de vaqueira. Mike rapidamente enfiou o pau de volta na boca da mãe. Isso deixou Kevin com a manobra para se posicionar atrás da mãe loira.
De pau na mão, ele esfregou a cabeça preta e grossa para cima e para baixo na fenda gosmenta entre as nádegas trêmulas da Jen. Ela ia e voltava no pau do Eric, e cada vez que se inclinava para frente, o cu rosa e pregueado ficava vulnerável.
Adivinhando o movimento certo, Kevin pressionou o pau contra o cu exposto dela e enfiou para frente. Todos os garotos sentiram Jen retesar e resistir quando o pau duro como pedra do adolescente negro forçou a entrada em seu cu apertadinho. Mike pôde ver a careta de dor e surpresa no rosto da mãe, os olhos arregalados com o choque e a humilhação de sentir a bunda torneada invadida pelo pau duríssimo do garoto.
Hesitante no começo, depois com mais determinação, o adolescente negro empurrou os quadris, enfiando o pau mais fundo na bunda da mãe loira. Espetada como estava entre o pau do Eric na boceta, o do Mike na boca e agora o do Kevin atrás, a mãe envergonhada realmente não tinha escolha a não ser aceitar o que estava sendo feito com ela.
Os garotos podiam ouvir os grunhidos baixos dela a cada centímetro de pau que penetrava seu cu. Então, quase imperceptivelmente, a pélvis dela começou a empurrar para trás, correspondendo ao ataque insistente do garoto negro. Jen começou a rebolar a bunda contra a carne adolescente dura do Kevin, combinando as estocadas dele para aceitar mais e mais dele dentro dela. Metade do pau dele já estava enterrado no cu.
Ansioso e louco para sentir o pau completamente enfiado na bunda de mamãe, Kevin forçou os centímetros restantes para dentro com uma única e longa estocada, até as bolas baterem com força nas nádegas redondas.
Mesmo com a boca cheia do pau do Mike, eles puderam ouvir o gemido abafado da Jen, metade de dor, metade de prazer perverso. Kevin fez uma pausa por um momento, saboreando o abraço aveludado dos músculos incrivelmente apertados do cu dela agarrando o pau dele.
Embaixo de Jen, Eric continuava a enfiar o pau para dentro e para fora da boceta cheia de porra, o ar da noite ruidoso com os sons molhados-chapinhados de boceta molhada e carne adolescente dura.
Conforme Kevin retomava o deslizamento do pau pelo cu da Jen, os três caíram numa espécie de ritmo. Quando ele deslizava para dentro, Eric recuava, e Jen era sacolejada entre eles como uma marionete sexual suja. Ela imaginava que conseguia sentir os dois paus adolescentes se encontrando dentro dela, esfregando um no outro com apenas as finas paredes da boceta e do cu entre eles. Era como se eles estivessem se masturbando mutuamente com o corpo dela, usando os buracos esticados dela como capas de pau. A imagem pareceu tão incrivelmente suja para ela que seu corpo foi subitamente dominado pelo próprio orgasmo violento.
Para a mãe loira no clímax selvagem, pareceu que AMBOS os seus buracos quentes estavam tendo cada um um orgasmo, dois que se fundiram num único supergozo monstruoso que a fez girar a cabeça, o cu enfiado de pau convulsionando e a boceta esticada espasmando. As agitações selvagens dela puxaram Eric e Kevin para o gozo dela, os dois garotos grunhindo alto e esvaziando os testículos inchados nos buracos quentes dela. Jen sentiu como se pudesse sentir cada jorro dentro de si, inundando suas entranhas com o esperma adolescente grosso deles.
De algum jeito, as mãos dela encontraram o pau duro do filho fodendo sua boca, e ela estava batendo punheta na piroca dele sem pensar enquanto a cabeça balançava para frente e para trás, como se tentasse tirar leite da carga dele também. Gemendo urgentemente, ele sentiu a própria porra jorrar descontroladamente na boca quente da mãe. Sem pensar, Jen continuou engolindo e masturbando a piroca dele, tirando o leite do esperma do filho goela abaixo.
Quando a carga dele se esvaziou, Mike tirou o pau da boca da Jen com um plop suave. Kevin já havia deixado o pau semiereto deslizar para fora do cu dela, e agora Eric a rolou de lado na grama e saiu debaixo dela. Exausta, ela desabou nua no gramado, como a puta usada que era. O rosto, o cabelo e os peitos estavam cobertos de gala, e globos de porra vazavam obscenamente da boceta lambuzada e do cu esticado.
Só de olhar para ela, os três adolescentes ficaram eretos de novo, e eles teriam usado os buracos dela com gosto de novo e de novo, até nenhum deles conseguir mais levantar. Mas... os faróis de um carro se aproximando os lembraram de que tinham tido sorte, até agora, e eles escapuliram para a escuridão. Na caminhada de volta para a casa do Eric, eles compararam os feitos. Tanto Mike quanto Eric tinham fodido a Jen e gozado na boceta desprotegida dela. Mike e Kevin tinham ambos despejado a própria porra pela garganta da mãe loira. Mas Kevin havia fodido a mãe do Mike no cu, e isso era algo do qual nenhum deles jamais havia participado...
Elas deixaram Jen largada na grama, nua e babando esperma. Em poucos minutos ela se recuperaria o suficiente para cambalear de volta para casa e entrar no chuveiro. Depois, serviu-se de uma taça de vinho e deitou-se na cama. Vestia uma camisola fina, mas sem calcinha. Jen se sentia cansada e dolorida, mas também completamente fodida. Tinha uma toalha de banho embaixo de si, porque mesmo depois do banho ainda havia esperma escorrendo de sua boceta e de seu cu.
Meio que incomodou a mãe suburbana o fato de que, enquanto repassava o que aqueles garotos tinham feito com ela, começou a se sentir sexualmente excitada... de novo. Por mais que não quisesse, tinha que admitir para si mesma que eles despertaram sentimentos nela que não esperava. Ela tinha agido e se comportado como uma completa vadia, e tinha gostado. Eles a usaram como uma simples boceta qualquer, um depósito de porra para o esperma deles. E não só ela não resistiu, como gostou. Pegou-se desejando saber quem eram aqueles garotos... para poder deixá-los usá-la de novo.
Descendo a mão entre as pernas, ficou perturbada ao descobrir que seu clitóris estava duro e rígido, projetando-se entre os lábios inchados de sua boceta como um pequeno pau. Envergonhada, mas incapaz de se conter, começou a esfregar a pontinha. Enfiando um dedo na boceta para cobri-lo com os restos gozados dos três garotos, massageou a gosma escorregadia em seu gordo botãozinho rosa e sentiu o terceiro orgasmo da noite se formando em suas entranhas. Com um gemido alto, deixou-se levar e gozou intensamente, de novo. Ela podia sentir fluido jorrando de sua boceta, misturando-se com a gosma lisa de esperma/sêmen que os músculos contraídos de sua xota forçavam para fora de sua fenda.
Exausta agora, e levemente bêbada, ela caiu num sono atordoado, imaginando se tinha mais vergonha do que aqueles garotos tinham feito com ela... ou de como seu corpo respondeu ao que eles a fizeram fazer.
Lá embaixo, Mike tinha chegado em casa da casa do Eric. A casa estava silenciosa, então ele supôs que sua mãe tinha ido para a cama. Sua consciência o incomodava só um pouquinho, mais por ter fodido sua própria mãe do que por deixar seus amigos fodê-la. Ele nunca tinha pensado muito sobre aquela coisa de "incesto" antes. Meio tarde agora, ele percebeu. Passando silenciosamente pelo quarto dos pais, viu que a luz do abajur estava acesa. Imaginando que a mãe ainda estava acordada, achou que deveria avisar que tinha "chegado do trabalho" e dar boa noite.
OMG!! Jen estava desmaiada na cama, pernas bem abertas, a boceta exposta e brilhando de molhada! A camisola fina não escondia nada daqueles mesmos peitos que ele tinha apalpado mais cedo naquela noite. PORRA!! Tão excitante! Incapaz de se conter, ele puxou para fora seu tesão furioso e começou a se masturbar...