Contos eróticos para ler inteiros.

Corno e Traição

Traição de Aniversário

betania_silva15 min

Ele estava sentado, segurando uma caneca fumegante de café preto. Não estava de ressaca. Só exausto por não ter dormido. Ficava olhando para o envelope vermelho apoiado no vaso de flores no meio da mesa, o estômago despencando cada vez que seus olhos fixavam nas palavras "Para: minha esposa maravilhosa", que ele havia riscado.

Ela entrou hesitantemente na cozinha usando seu quimono de seda vermelha, aquele que usava quando queria sexo, seus olhos constantemente vasculhando o rosto do marido, sem saber o que ele ia dizer.

"Bom dia, meu amor." Ela disse alegremente. "Feliz aniversário de casamento."

Quando ela se inclinou para beijá-lo, ele se afastou, evitando seus lábios, fazendo-a recuar. Ele nunca, jamais, havia recusado um beijo.

Ele não disse nada.

"Não vai continuar com essa bobagem por causa de ontem à noite, vai? Você está agindo como uma criança mimada. Sinto muito se não te dei tanta atenção quanto você acha que eu deveria, mas o Steve era nosso convidado, e ele estava sozinho."

"Não." Ele disse calmamente. "Ele era seu convidado, e estava sozinho porque ele e a Madge se separaram há 6 meses. E você sabia disso quando o convidou."

Uma expressão de preocupação passou pelo rosto dela quando viu, pela primeira vez, que as coisas não seriam resolvidas como ela pensara. Mas ela sabia que ele a amava acima de tudo, e qualquer indiscrição menor que ela pudesse ter cometido logo seria esquecida, especialmente depois que ela o levasse para a cama e o colocasse entre suas pernas. E afinal, era uma indiscrição menor, não era? Ela queria uma noite de emoção. Queria experimentar um pau grande pela primeira vez, não que seu querido marido não a satisfizesse, mas ela nunca tinha tido um pau grande. E isso não aconteceria de novo.

"Não seja bobo. Como eu poderia saber?"

"Porque o Steve te contou há três meses, pouco antes de te enviar uma foto do pau 'grande' dele."

Ela pareceu chocada. Ele estava supondo. Como ele poderia saber? Mas então ele puxou o celular dela do bolso do roupão e mostrou a ela. Ela sentiu o sangue sumir do rosto. Ele devia ter pegado o celular dela quando saiu furioso na noite anterior.

"Não sei por que ele enviou aquela foto. Foi nojento e eu certamente não queria vê-la."

"Mas você não a deletou, não é?" Ele disse, a voz fria e dura. "E você respondeu, e cito: 'Uau. Que beleza.'."

"Por favor, meu amor. Vejo que você está chateado e sinto muito mesmo. Não foi nada de mais. Vamos simplesmente esquecer a noite passada e curtir nosso aniversário. É nosso 50º, afinal. Olha, volta pra cama. Senti sua falta ontem à noite."

Ela deslizou o quimono pelos braços e o deixou cair no chão. Isso sempre funcionara no passado.

Ele olhou para ela. Avaliando seus seios fartos e maravilhosos, com os mamilos sempre eretos, sua cintura fina e seus quadris largos, que ele sempre achara que a tornavam a mulher mais sexy do mundo. Mas não hoje.

"Vejo que você depilou sua boceta para ele."

Como ela pudera ser tão estúpida? Claro que ele notaria isso imediatamente. Mas aos poucos percebeu que, por si só, aquilo teria sido algo menor, a menos que ele suspeitasse que ela o havia traído.

"Eu não depilei para ele." Ela balbuciou. "Eu depilei para você!"

"Isso foi depois da conversa que tivemos sobre eu não querer que você depilasse sua boceta?"

"Como você ousa usar essa palavra comigo! Você sabe que eu odeio." Ela gritou, ficando cada vez mais preocupada porque as coisas não estavam indo como ela queria.

Ele se levantou e foi embora.

"E por favor, não se afaste de mim quando estou falando com você."

"Você não está falando, está gritando. Chamei de boceta porque putas, vadias e esposas traidoras têm boceta, e apenas damas e mulheres casadas fiéis têm xoxota. Então você tem uma boceta."

Ela sentiu seu mundo desabar, quando pela primeira vez no casamento ouviu a voz dura de um homem que não se importava mais com ela, que não podia mais ser tentado a ir para a cama conjugal para acalmar e curar suas discussões menores.

Ele a deixou ainda gritando e desfrutou de um longo banho quente. Voltou para a cozinha meia hora depois, puxando sua mala.

"Por que você está com sua mala?" ela disse, a voz embargada.

"Porque depois que você tiver a chance de dizer o que quer, eu vou embora."

O rosto dela empalideceu e lágrimas escorreram por seu rosto.

Ele lhe entregou o cartão de aniversário.

"Aqui está o cartão que eu estupidamente comprei para você."

O rosto dela se desfez quando viu que ele havia riscado a mensagem normalmente amorosa no envelope. Quando abriu e leu o cartão, no entanto, ela soluçou.

A mensagem deveria dizer "Para minha esposa amorosa. Obrigado por ser meu amor e minha amiga. Aguardo nossos anos futuros juntos."

Em vez disso, havia sido alterada em letras grandes e em negrito para: "Para minha esposa infiel." A frase seguinte estava riscada. "Aguardo nosso divórcio."

"David, por favor, não seja tão bobo." Ela soluçou "Só porque não dancei com você ontem à noite. Eu já disse que sinto muito. O que mais posso fazer ou dizer? Isso é absolutamente ridículo."

"Bem, você pode começar não mentindo para mim. Vamos começar do início, certo? Você me comprou um cartão de aniversário? Como você mesma disse, é nosso 50º, afinal."

Os soluços dela ficaram mais altos.

"Não." Ela sussurrou.

"Ponto um.

Você sabia que eu havia planejado o jantar e o baile de ontem à noite como uma comemoração especial, não sabia?"

"Sim."

"E ainda assim você achou bom convidar o Steve, apesar de ser nosso 50º aniversário."

"Sim, mas só porque somos amigos do Steve e da Becky há tanto tempo, e achei que você gostaria da companhia deles."

"Mas você sabia que eles haviam se separado."

"Sinto muito, David. Não pensei direito."

"Claro que pensou. Você pensou em tudo. Planejou a noite inteira do início ao fim sem pensar ou se importar uma única vez comigo e com meus sentimentos. Você queria um pau maior do que o do seu maridinho patético, e sabia exatamente onde e quando conseguir." Ele sentiu sua raiva crescer e fez uma pausa para respirar.

"Oh David, como você pode pensar que eu faria algo assim?"

"Porque, infelizmente, é verdade. Vamos falar sobre a noite, certo? O jantar foi bom, exceto pelo fato de que você efetivamente me ignorou o tempo todo.

E então o baile. O Steve pediu a primeira dança e, em vez de recusar e me levar ao salão, você pegou a mão dele, olhou amorosamente em seus olhos e foi embora. Você não se desculpou comigo, nem deu qualquer tipo de desculpa, simplesmente foi embora sem nem olhar para trás.

Depois de 40 minutos sentado sozinho e ficando cada vez mais puto, decidi que ia para casa, já que claramente eu não era querido, muito menos necessário. Fui procurá-la para te avisar e te encontrei com os braços enrolados no pescoço do Steve, sua língua firmemente alojada na boca dele e a mão dele agarrando suas nádegas enquanto puxava sua boceta contra a virilha dele."

"Não, isso não é verdade! Ele tinha acabado de me contar sobre a separação, por isso não tínhamos voltado para a mesa, eu estava tentando consolá-lo e o beijei na bochecha."

"Ah, então foi por isso que você agarrou o pau claramente ereto dele e o arrastou para fora da pista de dança?"

"Ah, não seja tão ridículo. Você está imaginando coisas."

Os soluços dela ficaram mais altos enquanto ele mostrava o vídeo que havia feito com o celular, ela com o vestido ainda arregaçado atrás, a mão agarrando o pau do Steve e a clara expressão de luxúria no rosto. Ele já vira aquele olhar um milhão de vezes e sabia o que significava.

"Não me preocupei em procurá-la depois disso. Simplesmente decidi ir para casa e fazer as malas, então liguei para o motorista da limusine e combinei de encontrá-lo lá fora em 30 minutos, depois de terminar minha dose enorme de uísque.

Estava justamente colocando o paletó para sair quando, vejam só, quem vem correndo? Minha querida esposinha, com o batom borrado e cabelo despenteado. E o que você disse? 'E aonde você pensa que vai?' E quando eu te contei e o motivo, você me disse para não ser bobo e tentou me beijar. Foi quando eu senti o cheiro do esperma dele no seu hálito. Meu coração se partiu. Você não só havia chupado outro homem no nosso aniversário, como deixou ele gozar na sua boca. E a pior parte? Você só me fez uns doze boquetes em todo o tempo em que estamos casados, mas nunca, jamais, me deixou gozar na sua boca. Aparentemente era nojento demais.

E quanto à lingerie caríssima que eu comprei para nossa noite especial? Eu a vi? Não, porque você se escondeu no quarto para vesti-la, para que eu não visse que você tinha depilado sua boceta. A única parte que vi, até mais tarde naquela noite, foi sua calcinha. Sabe, aquela que você colocou na bolsa. Aquela em que o fundilho estava tão molhado que dava para torcer. Estas." Ele disse, jogando-as sobre a mesa. "Estavam claramente ainda molhadas e muito sujas."

Pelo menos ela teve a decência de ficar envergonhada. Suas bochechas ficaram vermelhas enquanto olhava para o chão e soluçava.

"Você sabe que eu esperei por mais de uma hora e meia você voltar para casa com o garanhão do Steve. Uma hora e meia. Você estava claramente preocupada com nosso relacionamento, nosso casamento, por isso correu para casa."

"Mas você levou o carro. Tivemos que pegar um táxi."

"Você poderia muito bem ter vindo a pé em uma hora, sua puta mentirosa." Ele gritou, a paciência esgotada. Ela recuou. Nunca o tinha visto tão bravo, tão absolutamente arrasado, e naquele momento percebeu que o havia magoado além do reparo. E o pior ainda estava por vir.

"E quando o Steve foi embora?" ele perguntou calmamente após alguns momentos.

"Ele foi embora quando chegamos em casa. Ele sabia que as coisas entre nós estavam um pouco tensas, então quis ir." Ela respondeu, o rosto pálido. "Por que você não me deixou entrar no nosso quarto? A porta estava trancada. Fiquei batendo, mas você não atendeu. Então fui dormir no quarto de hóspedes."

"Eu não queria te encarar até me acalmar. Mas só uma pergunta - quem estava te fodendo no quarto de hóspedes, então? Eu sei que era você lá, porque reconheci a lingerie caríssima que alguém que um dia te amou comprou. Mas quem era o homem cujo pau você apertava entre as pernas e colocava contra o seu cu antes de dizer: 'Vai, Steve, mas vai devagar, nunca fui fodida no cu antes.' Sei que não era eu."

Ele a segurou quando ela desmaiou.

Quando ela finalmente voltou a si, explodiu em lágrimas e cobriu o rosto.

"Sinto muito, muito mesmo. Sei que te magoei, mas realmente não significou nada. Foi só sexo. Você sabe que antes de você só houve um outro homem, e eu queria sentir a emoção de estar com outro, de ser cortejada, de ser perseguida."

"E fodida com um pau maior que o meu." Ele acrescentou friamente.

"Mas meu amor, não foi nada especial." Ela soluçou "Você sabe que eu amo seu pau. Ele encaixa perfeitamente. Ele era só alguém com um pau grande me macetando. Não significou nada. Por favor, me deixe compensar você, por favor. Me deixe te mostrar o quanto eu te amo. Podemos consertar isso. Podemos."

Ele não disse nada enquanto ela soluçava, o peito arfando e sacudindo, fazendo seus peitões balançarem, lembrando-o de como ela era sexy, de como ele a havia amado um dia.

"Como você gravou aquela cena horrível?" ela perguntou baixinho depois de um tempo.

"Você quer dizer a cena de você fodendo outro homem na nossa casa, de você chupando o pau de outro homem enquanto seu marido estava no quarto, de você dando o cu para um pau que não era o do seu marido e a quem sempre foi negado esse ato de amor? Eu encontrei a câmera de segurança que compramos mas ainda não instalamos. E o benefício é que está tudo em glorioso HD, então posso ver seu ânus se esticar para acomodá-lo."

"Ah, não!" Ela gritou. "Quanto você assistiu?"

"Tudo." Ele disse calmamente. "Cada estocada, cada chupada, cada punheta no pau do seu amante. E o benefício da tecnologia moderna é que eu pude ouvir tudo. Absolutamente tudo, porra." Ele disse amargamente.

"Eu não gostei. Você tem que acreditar em mim. Estava pensando em você o tempo todo."

A risada dele foi amarga e dura.

"Então como é que eu ouvi você ter três orgasmos, um deles quando ele estava com o pau enfiado no seu traseiro? E como é que, quando você o acompanhou até a porta como uma boa dona de casa, você disse a ele que tinha acabado de ter o sexo da sua vida? Que você amava o pau grande dele. Hmmm."

"Eu não disse nada disso." Ela retrucou. "Eu não diria. Eu te amo."

"Você se esqueceu da campainha com vídeo, não é?" Ele disse tristemente.

Os soluços renovados dela ecoaram pela cozinha enquanto ele tocava a gravação, sabendo que seu casamento havia acabado.

"Agora essa é a parte interessante. Ouça." Ele pausou a gravação. "Eu disse para ouvir, porra!" ele gritou.

Ele reiniciou a gravação, e eles ouviram a conversa de despedida entre Steve e sua sempre amorosa esposa.

"Você vai ficar bem?"

"Ah, sim. Sem problemas. Vou chupá-lo de manhã, o que será um raro agrado, já que normalmente não chupo o pau dele, e vai ficar tudo bem. Ele me ama e vai me perdoar qualquer coisa. Ele está emburrado no nosso quarto agora e não faz ideia de que você acabou de me foder até perder o juízo." Eles a ouviram rir.

"Você nunca teve um pau como o meu, teve?"

"Não."

"Você amou, não amou?"

"Sim. Parecia enorme quando você enfiou em mim. Minha boceta nunca foi tão esticada. Provavelmente vou ter que dar desculpas nos próximos dias para não estar muito larga ou dolorida para ele."

"O quê, o pau de lápis? Não pode ser."

Ele riu e então houve silêncio enquanto os dois se beijavam.

"E você ouviu isso?" David perguntou.

"O quê?"

"Isso." Ele disse, rebobinando a gravação para o silêncio após "pau de lápis".

"O quê? Não consigo ouvir nada." Ela disse.

"Exatamente!" disse David com raiva.

"Você não disse nada. Absolutamente nada. Nenhuma defesa do tamanho do meu pau, do meu jeito de fazer amor, do meu amor avassalador e cego por você. Nada, sua puta."

Ele se sentou de volta à mesa e digitou no laptop enquanto ela implorava para ser perdoada. Foi a bebida. Foi culpa do Steve. Foi um deslize. Nunca mais aconteceria.

Ele se levantou, colocou o casaco e agarrou a alça da mala.

"As mentiras que você me contou hoje são inacreditáveis. Verdadeiramente inacreditáveis. Não pensei que você pudesse ser tão cruel. Eu te dei de bom grado 53 anos da minha vida e você os jogou fora para dar para um pau maior. PUTA." Ele gritou, fazendo-a pular.

"Agora me pergunto quantas outras vezes você deu para um pau estranho pelas minhas costas. Quantos outros já enfiaram no seu cu. Quantos outros homens você chupou e deixou gozar na sua boca de puta."

"Nenhum." Ela gritou. "Nenhum! Eu fui fiel durante todo o nosso casamento. De verdade. Acredite em mim. Isso foi um caso isolado. Certamente você pode me perdoar por esse único erro. Por favor."

Ele a ignorou.

"Mandei um e-mail para as meninas para avisar que estou te deixando e o motivo. Se você não tivesse mentido para mim o tempo todo, eu teria deixado por isso mesmo, mas sabendo que consumada mentirosa você é e como pode distorcer a verdade, enviei a elas uma cópia da gravação da campainha com vídeo para que elas saibam que puta absoluta você é. Também disse a elas que gostaria que fizessem um teste de DNA, pelo qual eu pagarei.

Eu as informei para onde estou indo e que não devem te contar. Não as faça escolher entre nós perguntando.

Nunca mais falarei com você, então trate apenas com meus advogados, que entrarão em contato.

Guardei a gravação de você fodendo o Steve e enviei uma cópia para a Madge, caso ela precise para o divórcio. Se eu souber que você falou qualquer coisa que não seja legal sobre mim, enviarei uma cópia da gravação para todos os seus amigos, seus colegas de trabalho e qualquer outra pessoa que eu pensar. Está claro?"

Em meio aos soluços e lágrimas, ele ouviu "Sim." Enquanto saía pela porta.

"Ah, e a propósito, o motivo da separação do Steve e da Madge? Ele tem uma DST, então é melhor você se examinar e agendar check-ups regulares, porque é disso que as putas precisam."

Os lamentos dela enquanto ele saía de casa pareciam reverberar pelo bairro. Provavelmente não demoraria muito para que a notícia de sua partida e da traição dela se espalhasse, mas levariam anos até que suas lágrimas cessassem e seu coração se curasse.

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