Contos eróticos para ler inteiros.

Interraciais

Trabalho de Crédito Extra

estela9117 min

Belinda engoliu em seco, nervosa, e tocou o interfone do apartamento. Ela estava ali para uma tarefa extraclasse incomum. Normalmente, Belinda jamais consideraria fazer esse tipo de crédito extra. Mas ela estava correndo o risco de reprovar em antropologia. Precisava passar, ou tanto ela QUANTO seu marido Michael perderiam as bolsas de estudo.

A aula de antropologia era toda sobre culturas do mundo. A tarefa extraclasse: engravidar de um bebê negro.

"O quê!" Michael dissera, quando Belinda explicou a tarefa. "Isso é ridículo!"

"Eu sei!" Belinda respondera. "Mas o que mais podemos fazer? Olha!"

Ela havia gesticulado para a tela com as notas das provas.

Eles precisavam desesperadamente daquelas bolsas. Não havia outra opção. Michael admitiu, relutante, que eles ESTAVAM planejando ter família. Só que não seria o bebê DELE, nem o tom de pele DELE.

Era por isso que Belinda estava parada ali, no seu dia de folga da aula, tocando o interfone do apartamento desse cara, um cara que ela nunca tinha visto antes. Para poder transar com ele e engravidar de um bebê negro e passar na aula de antropologia.

Vamos dar uma olhada mais de perto na Belinda enquanto ela espera ali na porta.

Belinda era aluna de graduação na Carnegie Mellon. Tinha cabelo loiro acobreado com um corte pixie. Um grampo estiloso mantinha a franja longe dos olhos. Seus seios eram de tamanho apenas mediano, mas, para compensar, seus mamilos despontavam por baixo da camisa quando ela estava excitada, o que era praticamente o tempo todo. De alguma forma, eles conseguiam aparecer até através do sutiã, então ela desistiu de tentar esconder e simplesmente se acostumou com os caras encarando. O visual de universitária era completado por uma calça jeans elástica que acentuava seus quadris curvilíneos. Sim, Belinda era uma esposa troféu, e o portador do troféu era Michael, seu namorado do colégio e, recentemente, marido.

Pelo perfil do aplicativo de namoro, Belinda esperava um cara negro, grande e musculoso, com peitorais enormes, sem mangas, tatuagens por todos os braços.

Ela se surpreendeu quando uma miúda garota chinesa abriu a porta.

"Oi!" disse a garota chinesa. "Você é a Belinda, né? Eu te conheço da aula de antropo."

"Ah, oi," disse Belinda. "Você tá aqui pelo crédito extra também?"

"Sim," disse a garota chinesa. "Meu nome é Kim." Elas se cumprimentaram com um aperto de mão. "Meus pais são super rígidos com notas. Eles me matam se eu tirar um 'B' nessa matéria."

'Puta metida de olho puxado', pensou Belinda. 'EU QUERIA estar tirando B. Suas vagabundas arrozal estragam a curva de notas.'

"Prazer em conhecer você!" disse Belinda em voz amigável. "Cadê o André?"

Kim levou Belinda para dentro do cafofo, onde André estava esparramado no sofá.

"Eeei, bem-vinda ao palácio," disse André, despindo Belinda com os olhos.

Kim subiu no colo de André. Estava claro que ela estava sentada ali antes de Belinda tocar a campainha.

"Como é que funciona isso?" disse Belinda, olhando ao redor, nervosa. "Eu só vim pra engravidar. Quero resolver logo, por favor. Sou casada."

Apesar de si mesma, Belinda não conseguiu evitar ficar animada. Seus mamilos começaram a despontar por baixo da camisa, a traindo. Os mamilos de Belinda sempre inchavam quando ela sentia tesão. E vendo como André era musculoso e negro, sentado ali vestindo só sua calça de moletom, Belinda não pôde deixar de ficar excitada.

"Calma, gatinha," disse André. Ele passou Kim para um de seus joelhos e deu um tapinha no outro joelho, convidativamente.

Kim voltou a beijar os peitorais e bíceps de André, como fazia antes de Belinda tocar.

Belinda foi hesitante até o sofá e se sentou no outro joelho de André.

"Primeiro vamos nos conhecer," disse André. Ele passou um braço em volta de Belinda e a puxou para um beijo envolvente.

Belinda se contorceu, mas sua resistência não durou muito. André era um talento nato, e a universitária indefesa já conseguia sentir-se caindo por ele.

O beijo foi surpreendentemente profundo e apaixonado. Era o tipo de beijo que Belinda associava a cortesãos elegantes, em filmes. Seu marido, Michael, nunca a beijava assim. Ela, subconscientemente, se achegou mais perto de André, coxas roçando na perna dele. Não tinha muito espaço, com Kim no outro joelho de André. Ambas as garotas estavam agora passando as mãos pelo peito de André. Era excitante sentir os músculos retesos do homem negro. O lado competitivo de Belinda começou a aflorar. Ela não ia deixar aquela vagabunda chinesa superá-la na atenção de André.

"Bzzzz," fez o telefone de Belinda. Ela continuou beijando André por mais alguns segundos antes de interromper o beijo para ver quem estava mandando mensagem.

"Ei," era seu marido Michael. "Tô pensando melhor sobre isso."

Belinda revirou os olhos. O telefone vibrou de novo, e depois uma terceira vez. Belinda colocou no mudo. "Desculpa por isso."

Nesse meio tempo, Kim havia roubado os lábios de André. Uma pontada de inveja atravessou Belinda ao ver o grande cavalheiro negro se amassando com sua competidora.

Para não ficar atrás, Belinda deslizou do joelho de André e se ajoelhou, começando a puxar a calça de moletom dele para baixo. Foi difícil tirar as pernas da calça com Kim ainda sentada no joelho de André, mas Kim era REALMENTE pequenininha. Ela não devia pesar nem cem quilos; talvez pesasse mais perto da metade disso.

Belinda puxou o grande pau negro de André para fora da cueca samba-canção. CARAMBA! era enorme. No fim das contas, era uma boa tarefa extraclasse: Belinda já estava apreciando a cultura mundial. Ela começou a massagear o membro de André com suas mãos macias e pálidas. Ficou chocada com o quão cheio de veias o pau de André era, o quão quente ao toque era.

Kim interrompeu o beijo e desceu do sofá. Logo, as duas garotas estavam chupando e beijando o lindo pau negro de André. Kim daria um beijo na ponta, e era obsceno porque Kim era tão miúda que a cabeça do pau de André era maior que toda a sua boca. Então Belinda passaria sua linda língua para cima e para baixo ao longo do comprimento do tronco, parando para dar beijinhos carinhosos nas bolas de André. As bocetas de ambas as garotas estavam INUNDANDO a essa altura, perfeitamente prontas para serem completamente inseminadas.

"Mmmm, isso é gostoso," disse André. "Agora se revezem chupando o pirulito de vocês. Vou decidir qual de vocês, lindas, vou emprenhar primeiro."

Belinda estrategicamente deixou Kim chupar primeiro, presumindo que a coelhinha de arroz não conseguiria enfiar aquela coisa em sua boquinha minúscula. Mas para o espanto de Belinda, Kim conseguiu abrir sua pequena boca chinesa só o suficiente para deslizar seu rostinho bonito para baixo e lentamente acomodar o capacete de André na boca. A diminuta garota asiática parecia estar fazendo um boquete num taco de beisebol, de tão absurdamente desproporcional que aquele pau negro era para ela. Belinda estava fervendo de raiva, como aquela puta ousava! Logo o ar se encheu de sons fofos de engasgo quando André começou a bombar a cara da sua pequena preciosidade oriental. Obviamente Kim estava trapaceando de alguma forma, como todo estudante chinês faz.

"Tá bom, já chega, não quero desperdiçar essa porra," disse André. Kim obedientemente puxou seu rosto do colo dele e olhou para cima, nos olhos dele, radiante. A prostituta estava orgulhosa de si mesma.

De repente, ouviram-se pancadas na porta. Uma voz de homem começou a gritar algo em chinês.

Kim revirou os olhos e se levantou. "Desculpa, André," ela disse. "É o meu namorado de quem eu te falei. Ele é muito carente, caralho."

Kim ajeitou a blusa (ela tinha ficado toda bagunçada, então seus seios cor de açúcar mascavo estavam para fora). "Volto já," ela disse, e saiu do quarto para ir acalmar o namorado.

"Você não vai mesmo colocar essa coisa linda naquela nojenta vagabunda de olho puxado, vai?" disse Belinda. Ela sugou a cabeça do pau de André para dentro da boca e a chupou com perícia, deixando-a inchar suas bochechas bonitas enquanto subia e descia o rosto nela. As sardas nas bochechas de Belinda ficavam adoráveis naquela escandalosa tenda de PNC (Pau Negro Comprido).

"Talvez," disse André.

Do lado de fora do apartamento, ouviam-se sons de uma discussão em chinês. O namorado de Kim estava gritando algo e Kim estava gritando algo de volta. Para Belinda, aquilo era uma oportunidade a ser aproveitada. Ela se levantou e tirou sua calça jeans apertada e a blusa. Ela deu uma volta, exibindo seus atributos. Rebolando os quadris, ela deslizou para fora da calcinha em seguida. O tufinho de pelos pubianos no seu monte de Vênus era suficiente para mostrar a André que ela era uma loira de verdade. Então ela subiu no colo de André e começou a esfregar seus lábios vaginais para cima e para baixo no pau lindo dele, umedecendo-o com seu suco de boceta.

Kim voltou para o quarto. "Desculpa por isso, amor," ela disse.

"Tá tranquilo," disse André.

Kim viu o que Belinda estava fazendo e rapidamente tirou todas as suas próprias roupas. Kim tinha um corpo realmente bonitinho. A princípio, Belinda tinha presumido que Kim era só uma daquelas garotas asiáticas de palito, magricela de tanto comer só arroz o dia todo. Mas sem as roupas, ficava óbvio que Kim se cuidava. Ela tinha um bom tônus muscular e se portava com confiança. Ao contrário do tufinho ralo de Belinda, Kim tinha uma SELVA de pelos pubianos pretos grossos, exóticos e emaranhados.

Kim subiu no sofá de quatro e começou a beijar o grande pau negro de André, mesmo enquanto Belinda ainda esfregava sua boceta nele.

Ávida por manter o pau só para si, Belinda se curvou e o agarrou para ajustar o ângulo. Então ela começou a se empurrar para baixo, sobre ele.

O telefone de Belinda apitou de novo. Porra! Ela tinha silenciado as mensagens, mas não tinha silenciado as Mensagens do Facebook.

"Pode pegar e descobrir o que meu marido quer, Kim?" Belinda estava lutando com uns dez centímetros do lindo grande pau negro de André dentro dela a essa altura. Era difícil enfiar mais porque, além de ser mais comprido que Michael, André era umas TRÊS vezes mais GROSSO também. Belinda sentiu que seus mamilos poderiam explodir, de tão inchados que estavam de excitação.

André, por sua vez, estava totalmente tranquilo. Só relaxando e curtindo os esforços de Belinda, ocasionalmente acariciando seu quadril ou sua bunda bonita, deixando que ela fizesse todo o trabalho de negociar com aquele pau monstruoso.

Kim pegou o telefone da pilha de roupas de Belinda no chão.

"O nome do seu marido é Michael?" ela perguntou.

"Sim," disse Belinda, com a voz um pouco esganiçada.

"Ele diz: por favor, amor, volta pra casa. Vamos achar outro jeito de conseguir seu crédito extra."

"OH!" disse Belinda. Algo dentro dela cedeu e mais cinco centímetros de pau negro deslizaram para dentro dela. Ela estremeceu com um pequeno orgasmo, e então começou a beijar André de língua, apaixonadamente.

"Devo responder?" disse Kim.

Belinda não conseguia responder. Ela estava no paraíso do pau negro. Depois do beijo de língua, André finalmente tomou alguma iniciativa. Ele começou a chupar os lindos seios universitários de Belinda. Enquanto isso, Belinda continuava brigando para enfiar mais daquele pau para dentro dela. Sua boceta já estava lotada e ainda havia muito mais PNC pela frente. Belinda estava adorando. Ela queria continuar fodendo com André para sempre. Cada centímetro do seu corpo estava formigando e brilhando agora, cada nervo e cada capilar estava emocionado e pulsando.

Kim começou a digitar. "Vou dizer ao Michael que você não pode atender o telefone, que você está ocupada demais sendo enegrecidamente empreenhada."

Belinda reuniu suas forças e empurrou seus quadris para baixo com todo o seu esforço, finalmente colocando aqueles últimos centímetros para dentro. Parecia que o pau de André estava em seu útero! Quando ela sentiu aqueles grandes testículos viris contra a parte interna de sua coxa, Belinda perdeu o controle e começou a gozar loucamente.

Houve um clarão. Depois outro. Kim estava tirando fotos e enviando para Michael.

"Ei, diga algo para o seu marido," disse Kim, quando Belinda recobrou os sentidos o suficiente para ouvi-la.

"Oi, querido," disse Belinda, com uma voz sonhadora. "Estou tendo a experiência mais incrível."

De repente, André agarrou Belinda em um abraço apertado. Ele estava mudando de posição para ficar por cima dela. Sem remover um centímetro do seu falo, o amante experto reposicionou Belinda. Ela estava agora deitada de costas no sofá. Belinda ergueu uma perna e a pendurou sobre as costas do sofá, dando a André mais espaço para operar.

"Olha só isso," disse Kim, narrando a cena para Michael. "Eles não são simplesmente lindos?"

A essa altura, André começou a meter em Belinda. Belinda começou a miar e a soluçar. Ela estava em puro êxtase demais para concatenar dois pensamentos coerentes.

"Vamos fazer um close e ver se André está usando camisinha," Kim narrou. Ela aproximou mais o telefone. Claro que não havia camisinha. "Ah, minha nossa!" disse Kim. "Sua esposa está desprotegida! Isso é excitante???"

Belinda estava empurrando seus quadris de volta contra André, realmente entrando no clima.

"Belinda, querida, quer falar algo para Michael?"

Belinda mal conseguia respirar, quanto mais se comunicar.

"Sendo... enegrecida..." ela conseguiu dizer. "É tão gostoso..."

O corpo de Belinda começou a tremer enquanto mais um pequeno orgasmo a percorria.

"Querido," ela disse de novo, no breve espaço entre dois orgasmos. "Querido, eu tô conseguindo!" *soluço* "Querido, eu vou voltar pra casa grávida! Vou voltar pra casa com um bebê negro na barriga!"

Bem nessa hora, André teve o suficiente. Ele rugiu e começou a jorrar rios de gozo potente em sua companheira de graduação. Suas bolas estavam pulsando enquanto bombeavam suco de bebê, engravidando a estudante universitária loira. Pela quantidade de sêmen que ele estava dando a ela, ela possivelmente engravidaria de gêmeos negros.

"Ah, minha nossa, isso é tão incrível," disse Kim, narrando. "Você gosta de ver sua esposa ser cruzada, Michael?"

André recobrou as forças e se ergueu de cima de Belinda, felizmente a tempo de evitar sufocá-la sob seu corpo enorme. Ele ainda mantinha seu pau dentro dela, o falo enorme estava visivelmente fazendo sua barriga inchar.

Belinda estava respirando pesadamente e descendo de um clímax gigantesco. Tudo em que ela conseguia pensar era: Eu consegui! Estou grávida de um negro!

"Vamos dar uma olhada nessa creampie," disse Kim. Ela estava segurando o telefone de Belinda bem perto de onde André e Belinda ainda estavam fundidos. André começou a puxar aquele glorioso pau de fazer bebê para fora. Finalmente, a cabeça escapou da boceta branca e esticada de Belinda. Imediatamente, o gozo começou a escorrer para fora, uma creampie de aparência saudável.

"Aposto que você queria estar aqui para provar," disse Kim para Michael, provocando.

"Ei," disse André. "Por que você não mostra a ele."

André pegou o telefone de Kim. Kim se pôs de quatro e começou a beijar a boceta dolorida de Belinda.

"Caralho, mano!" disse André para Michael. "Sua esposa e a amiguinha dela aqui são qualquer coisa, cara."

Belinda soltou uma risadinha. Ela nunca havia tido atração por garotas, mas depois daquela cruza alucinante que ela acabara de receber, era confortável ser chupada preguiçosamente pela sua nova amiguinha chinesa.

André não ia ficar sentado de braços cruzados. Seu pau nunca nem amoleceu depois de cruzar Belinda. Ele estava totalmente pronto para começar a cruzar Kim agora.

"Olha só isso, irmão," disse André para Michael. "Ponto de vista em primeira pessoa."

Ele estalou a bunda de Kim, e a pequena estudante asiática gemeu contra a boceta de Belinda. Outro tapa, e Kim começou a rebolar a bunda, brincalhona. Mais um tapa e Kim finalmente entendeu o recado. Ela arqueou as costas para dar a André acesso total. Ela ainda estava beijando a boceta de Belinda, lambendo globos de esperma negro dali.

"Você precisa experimentar uma dessas vagabundas asiáticas," disse André para Michael. Ele estava alinhando seu pau com a racha chinesa excitada de Kim. "Elas são tão apertadas, caralho. Pelo menos, antes de EU dar o meu jeito nelas."

André enfiou metade do seu pau em Kim de uma só vez, sem aviso. Ela gritou em resposta, e mordeu, COM FORÇA, bem no clitóris de Belinda. Isso levou Belinda a outro orgasmo contorcido. Antes que qualquer uma das garotas pudesse processar o que acabara de atingi-las, André começou a bombar Kim loucamente por trás. Ele estava dando a ela um amor duro. A pobre garota chinesa enterrou o rosto na virilha de Belinda, como se pudesse escapar da investida.

Em um minuto, a dor se transformou em prazer e Kim começou a gozar.

Nesse instante, houve pancadas na porta novamente. O namorado grudento de Kim estava de volta, gritando algo em chinês através da porta do apartamento. Kim já estava longe demais para responder, ou provavelmente até para notá-lo. Nesse ponto, André havia enfiado seu pau inteiro na pequenina garota asiática, mesmo que isso VIOLASSE metade das leis da física para fazê-lo. Quanto a Belinda, ela tinha se recuperado do seu clímax violento. Quando o fez, o que ela viu foi uma linda garota asiática completamente fora de si de prazer, na posição de quatro com pau negro. Pensando rápido, Belinda girou seus quadris, esfregando sua virilha contra o rosto de Kim. A pobre Kim estava sendo fodida tão absurdamente que não conseguia processar o que estava acontecendo. A coelhinha do arroz estava nas nuvens, uma extremidade lotada de carne negra pulsante, a outra extremidade se afogando em creampie negro inebriante. Tudo ao vivo no Facetime para Michael assistir a coisa toda!!

"Aqui está seu crédito extra, sua vagabundinha!" disse André. À beira de um clímax gigantesco e potente, ele enfiou seu pau na pequena boneca de pano asiática com toda a força que pôde. Isso, por sua vez, empurrou o rosto de Kim COM FORÇA na virilha de Belinda, fazendo Kim morder o abusado clitóris de Belinda de novo. Ambas as garotas começaram a gritar de prazer. André rugiu como um T-rex, bombeando uma quantidade equivalente à Represa de Três Gargantas de gozo em sua fértil garota chinesa.

Quando as garotas recobraram os sentidos, o apartamento inteiro era uma destruição total. As roupas das garotas estavam espalhadas por toda parte, seria preciso um cientista forense para dizer quais calcinhas eram de qual garota. Pior ainda, havia ESPERMA em todo lugar. André era um touro: mesmo depois de encher Kim a ponto de transbordar, ele ainda tinha esperma suficiente para tirar o pau de dentro e cobrir as duas garotas de sêmen. Esperma havia respingado por todo o telefone de Belinda, por todo o sofá, por todas as duas garotas, claro, por todo o chão, pelas roupas das garotas.

As garotas se abraçaram e começaram a rir baixinho. Elas tinham começado como rivais, mas depois de se unirem pelo grande fazedor de bebês negros de André, elas eram melhores amigas para sempre.

— Porra — disse Michael, ainda assistindo pelo iPhone da Belinda. Ele tinha acabado de ver sua esposa E sua nova amiga sendo completamente emprenhadas por um negro. Agora ele observava as duas garotas se abraçando e se beijando, seus corpos nus reluzentes com a semente abundante de André. Belinda empurrou Kim no sofá e começou a retribuir o favor de chupar a porra.

— Parabéns — disse André —, sua garota ganhou os créditos extras dela. Curte, Comenta e se Inscreve se quiser ver mais, cara. E pode confiar, vai ter muito mais. — André se posicionou atrás de Belinda. Os quadris dela estavam empinados agora enquanto ela lambia esperma da boceta chinesa da Kim. André começou a alinhar seu pau AINDA duro com o sexo arruinado de Belinda. Ele estava torturando Michael, deixando Michael ver a cabeça daquele grande pau preto provocando a xoxota da universitária loira. Do lado de fora do apartamento, o namorado de Kim continuava batendo na porta, gritando exigências em cantonês.

— Depois eu te mostro mais, mano — disse André. — Mas por enquanto essas garotas vão fazer uma performance particular. — André desligou a transmissão de vídeo bem quando começava a enfiar aquele grande pau preto de volta na Belinda para ter certeza absoluta de que a aluna estava emprenhada.

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