Titia Quer um Bebê
— Saia da porra da minha casa — disse Diane.
Camilla Mondell suspirou profundamente, já esperando essa reação da irmã. Embora seu instinto natural fosse entrar numa discussão acalorada com a irmã, ela teve que engolir a vontade como se fosse fel. Tomou um gole do chá verde para se acalmar e tentar ser mais diplomática; mais se pega moscas com mel do que com fel.
— Posso dizer uma coisa? — perguntou Camilla.
— O que raios há para dizer?! — gritou Diane. — Não vou deixar você dormir com meu filho!
Camilla tinha ido naquela manhã de sexta-feira para tomar café da manhã com a irmã. Diane achou o gesto bastante inesperado; Camilla odiava cozinhar para qualquer um. Diane ficou surpresa ao sentar-se à mesa comendo panquecas de mirtilo, ovos mexidos e salsichas. Camilla ainda trouxera vários sacos de laranjas para fazer suco. Depois que Diane devorou dois pratos fartos do café caseiro de Camilla, ela começou a sua proposta para a irmã mais velha. A proposta não foi bem recebida.
Aos 41 anos, Camilla Mondell levava uma vida muito boa. Era dona e gerenciava um restaurante de alto padrão e era casada com Phil, um bem-sucedido agente esportivo. Estavam casados há 20 anos, desfrutando de um estilo de vida de festas luxuosas, férias pelo mundo e gastos exorbitantes.
No entanto, um ano atrás, Camilla começou a sentir ânsias maternas. Pode-se chamar de crise de meia-idade, mas de repente ela queria um bebê. Inicialmente, Phil foi contra, oferecendo em vez disso reformar a casa ou comprar um iate, mas ela não cedeu. Por fim, ele concordou, e eles começaram a tentar engravidar. Seus esforços não tiveram sucesso.
Talvez fosse porque Camilla tomava pílula desde os 18 anos. Apesar das tentativas, não conseguiam conceber. Depois de consultar seu ginecologista e vários especialistas em fertilidade, concluíram que seus órgãos reprodutivos ainda funcionavam.
Mas quando os médicos sugeriram que Phil fizesse um exame de contagem de esperma, eles sem querer cruzaram uma linha. Depois disso, Phil retirou seu apoio para engravidar Camilla. Chegou até a dormir num quarto separado.
Camilla ficou tão magoada e furiosa que decidiu que se não podia ter um bebê de Phil, teria de outra pessoa.
— Aliás — disse Diane —, por que o Michael, seu próprio sobrinho... de sangue? Tenho certeza de que há montes de outros caras que adorariam te engravidar!
— Bem — começou Camilla —, eu andei pesquisando muito e aprendi que as crianças tendem a herdar muitos traços de personalidade e físicos dos pais. Quero dizer, olha o Michael! Ele está no Quadro de Honra Nacional, está no time de futebol americano e de luta livre da escola...
— E tem bolsa integral na Seton Hall! Acho que ele não quer virar pai antes de ir para a faculdade!
— Bom, isso não o impediu de quase engravidar algumas garotas da escola dele — retrucou Camilla.
Diane recuou em choque. — Como diabos você sabe disso?
— Mamãe.
— Claro — resmungou Diane.
— É engraçado, na verdade — disse Camilla, segurando um sorriso. — Mesmo usando camisinha com todas as namoradas, ele AINDA conseguiu engravidá-las!
— Sim, bem, sorte nossa que elas... interromperam cedo.
— Pois eu não vou interromper nada! Tenho tudo planejado, Diane! O Phil vai pensar que o bebê é dele, então nós vamos criá-lo. O Michael não terá obrigação nenhuma de sustentar essa criança.
Diane riu com desdém. — Não acredito que estou tentando racionalizar isso com você. A resposta é não.
Enquanto Diane juntava a louça suja e a levava para a pia, Camilla decidiu que era hora de usar sua tática final. Meteu a mão na bolsa, tirou um pequeno pedaço de papel e o colocou sobre a mesa. Quando Diane voltou à sala de jantar e viu a irmã — agora sorrindo — e o pedaço de papel, ficou desconfiada.
— O que é isso? — perguntou Diane, olhando o papel sobre a mesa.
— Com o que se parece? — perguntou Camilla com falsa doçura.
— Parece um cheque.
— É exatamente o que é.
— Você não pode me subornar para dormir com meu filho.
— Sério? Porque ter um filho na faculdade não é barato. Além disso, pelo que você me contou, cortaram as horas do Alan no trabalho. Deve ser difícil ver seu marido levar um corte no salário desses.
Diane franziu o cenho, não gostando da indireta de Camilla sobre a capacidade de ganho do marido. Por mais que odiasse admitir, a questão de Michael ir para a faculdade tornara as discussões sobre orçamento muito difíceis. Embora ambos trabalhassem, ainda tinham uma hipoteca a pagar. E mesmo com Michael tendo bolsa integral, ainda precisavam comprar um carro para ele, dar dinheiro para gasolina, seguro do carro e alimentação. Ela nem queria pensar no que aconteceria se ele se machucasse e perdesse a bolsa.
— Você não quer ao menos ver o cheque antes de dizer não? — disse Camilla.
Diane foi rapidamente até lá e arrancou o cheque da mesa. Apesar de seus melhores esforços, seus olhos se arregalaram ao ver a quantia de seis dígitos escrita no cheque. O que antes era uma decisão firme para ela rapidamente se tornou uma luta interna, e Camilla pôde perceber isso.
— Só saia de casa por duas horas e eu já terei ido embora quando você voltar. Se o Alan perguntar de onde veio o dinheiro, diga que é um presente de formatura para o Michael.
Diane lançou um último olhar sofrido à irmã antes de pegar as chaves e a bolsa. Quando o carro dela saiu da entrada da garagem, Camilla chutou os saltos altos e subiu correndo para o quarto do sobrinho. Duas horas seria tempo mais que suficiente.
No segundo andar, ela foi até o quarto de Michael e abriu a porta silenciosamente. Seu nariz foi saudado pelo cheiro almiscarado de adolescente sem banho; o odor ofenderia qualquer um, mas, para ela, era um potente afrodisíaco. Entrou sorrateiramente no quarto e trancou a porta atrás de si.
Andando na ponta dos pés pelo campo minado de roupa suja e revistas, ela se aproximou da cama de Michael. Mais de uma vez, deliciou-se com a visão de uma revista de biquíni salpicada de porra seca, ou a sensação de uma meia crocante sob os dedos do pé. Tinha 200% de certeza de que engravidaria hoje.
Parou na beira da cama para observar seu garboso sobrinho. Mesmo estando esparramado de bruços, roncando alto com baba escorrendo da boca aberta, ela ainda o desejava. Mesmo na penumbra do quarto, podia admirar seus músculos ondulantes e cabelo loiro acastanhado; esperava que o filho deles herdasse as duas coisas.
Sem perder tempo, ela rapidamente se livrou do vestido, deixando-o cair no chão. Depois baixou a calcinha, expondo sua fenda já úmida, adornada por uma faixa discreta de pelos escuros. O gran finale veio quando ela levou as mãos às costas para desabotoar o sutiã, expondo seus seios grandes e belos. Completamente nua, começou a acordar o sobrinho adormecido. Michael gemeu e virou-se para ver quem perturbara seu sono.
— Tia Camilla! — exclamou Michael, enquanto a visão da tia nua rapidamente o fez focar.
— Bom dia, Michael — riu Camilla.
— Hm... por que você está pelada? — perguntou Michael, imaginando se era algum sonho estranho.
— Sua tia ouviu uns boatos interessantes sobre como você é... popular com as garotas da sua escola. — Camilla olhou para o volume semiduro na virilha da cueca box; podia ver a ponta do pênis dele espiando para ela por uma das pernas da cueca. — Quero ver qual é o motivo de tanto alvoroço.
— Eu... eu não... Você está falando sério?
— Shhh, está tudo bem — disse Camilla enquanto subia na cama e montava num Michael estupefato. — Sua mãe vai ficar fora por umas horas... vamos brincar.
Michael odiava admitir, mas houve muitas noites em que se masturbara pensando na tia Camilla. Ela estava na sua lista, junto com Kate Upton, Monica Bellucci e Lisa Ann. O fato de ela estar ali, nua e claramente excitada, estava tornando sua escolha cada vez mais clara.
— Tranca a porta — murmurou ele.
— Já tranquei.
Ele se sentou e rapidamente tirou a camiseta. Depois de jogá-la de lado, Camilla agarrou a cintura da cueca e começou a puxá-la para baixo. O batimento cardíaco de Michael aumentou enquanto permitia que a tia lhe tirasse a roupa íntima. Quando ficou tão nu quanto ela, ela agarrou o pau dele e começou a beijá-lo. Ele gentilmente segurou a nuca dela e a puxou para mais perto.
Camilla traçou seus beijos da boca dele, descendo pelo pescoço, e então até o peito. Michael gemeu enquanto a tia venerava seus peitorais esculpidos, aninhando o rosto em seu peito e até lambendo seus mamilos. Ela passou a beijar seu abdômen definido.
— Ahhh, não acredito no homem que você se tornou — sussurrou ela. — Especialmente com essa coisa.
Michael gemeu quando ela começou a acariciar seu pau latejante. O corpo de Camilla experimentou uma onda de calor ao ver a luxúria estampada no rosto dele. Ela rapidamente largou, deslizou para baixo e o levou à boca.
— OHHHHHH! — berrou Michael.
Camilla riu consigo mesma enquanto chupava a vara enorme de Michael. Amava muito o marido, mas ele não tinha nem de longe o tamanho de Michael. Ela amava o gosto do pau jovem e sujo dele na boca. Enquanto suas mãos sentiam suas coxas torneadas e musculosas, ela se esforçava para lembrar a última vez que estivera com um homem tão jovem e viril. Tirou o pênis de Michael da boca e começou a masturbá-lo enquanto lambia suas bolas peludas.
— Adivinha, Michael? — perguntou Camilla. — Sua tia quer que você meta a porra do pau nela até não aguentar mais.
Michael então agarrou a cabeça da tia e a puxou para cima, afastando-a de sua virilha. Depois de lhe dar outro beijo babado, ele a empurrou bruscamente de costas e pulou em cima dela. Camilla rapidamente abriu as pernas e assistiu com a respiração suspensa enquanto Michael agarrava seu monstro de 23 centímetros e o enfiava dentro dela.
— Uuuuungh! SIM! — gritou Camilla.
Ela podia sentir seus lábios vaginais sendo abertos enquanto lutavam para permitir a passagem do grosso pau de Michael. Os lábios de Michael se agarraram a um de seus mamilos rosados e eretos e começaram a sugá-lo furiosamente. Camilla não fez nada para tentar abafar seus gritos; a casa era deles, e ela queria que Michael ouvisse o quanto estava gostando do sexo.
— SIM! Ah, Michael! Vou gozar!
A única resposta de Michael à sua declaração foi começar a sugar o outro seio. Camilla teve um orgasmo barulhento, sentindo como se uma explosão tivesse ocorrido dentro de seu cérebro. Michael não pareceu se importar; continuou a estocar a vagina encharcada da tia com abandono imprudente.
— Michael, por favor! — guinchou Camilla, tentando se livrar de debaixo dele. — Vamos dar um tempo!
— Não, ainda não! — suplicou Michael.
Com grande dificuldade, Camilla finalmente conseguiu tirar Michael de dentro dela. Rastejou para fora de baixo dele e rolou da cama para o chão. Infelizmente, seu garboso sobrinho conseguiu pegá-la enquanto estava de quatro. Ele a montou e começou a foder dentro dela loucamente. Michael agarrou um punhado do cabelo preto da tia enquanto a fodia contra o chão.
Camilla ofegava enquanto era violentada. Que tipo de monstro ela havia despertado? Lá no fundo, estava contente, pois não queria realmente fazer amor ou brincar; ela queria ser emprenhada.
E era exatamente isso que Michael estava fazendo. Um arrepio de luxúria lhe subiu pela espinha quando ele soltou seu cabelo e levou a mão por baixo para apalpar seus seios balançantes. A sensação de ter os peitos apertados e os mamilos provocados a deixava mais molhada.
— Ahhhhh, isso — grunhiu ela. — Me fode! Mostra o que esse seu pauzão forte consegue fazer!
— Vou mostrar o que ele consegue fazer! — exclamou Michael.
Ele saiu de dentro da tia, agarrou-a pelas coxas e a ergueu no ar. Camilla passou o braço pelo pescoço forte de Michael, enquanto ele a segurava pelas coxas. Michael usou uma das mãos para alcançar e enfiar o pênis de volta dentro dela. Seus olhos pestanejaram quando ele retomou o acasalamento numa posição de cowgirl reversa em pé. Mais uma vez, sua feminilidade era sitiada pela vara poderosa de Michael.
— Ah, sim! Ah, Michael. Me dá esse pau! — gemeu Camilla enquanto o beijava. — Ah, esse pau doce que dá vida! Eu amo! Eu amo!
— Caralho, tia Camilla! — grunhiu Michael enquanto bombeava mais forte. — Quando você fala assim, me deixa excitado pra caralho!
Michael odiava admitir, mas ela o estava desgastando, e isso depois de uma boa noite de sono. Enterrou o nariz nos cabelos escuros e ondulantes dela, absorvendo sua doçura perfumada. Lá embaixo, a tia deixava suas virilhas unidas ensopadas.
— Ugh, minhas bolas! Eu... eu acho que vou gozar!
— Que porra você acabou de dizer? — disse Camilla, olhando-o com raiva.
— Eu... eu vou gozar, tia Camilla — disse Michael, fazendo uma careta.
— Me põe no chão!
Michael baixou a tia de volta ao chão. Ela se virou, apontou para a cama com um dedo imperioso e disse: — Sobe nessa cama e deita de costas, porra. Se vai gozar, vou cavalgar em você enquanto goza!
Michael apressou-se a obedecer à tia, que pulou em cima dele assim que ele estava deitado na cama. Camilla mordeu o lábio ao se empalar novamente no pau duro do sobrinho, tentando não gozar de novo ao ser penetrada. Os dedos do pé de Michael se curvaram enquanto a tia quicava para cima e para baixo sobre ele.
A visão do rosto ofegante dela e dos peitos saltitantes era mais do que ele podia suportar; sentou-se na cama e enterrou o rosto no peito dela, e então ergueu a cabeça para poder beijá-la. Camilla agarrou-lhe a cabeça enquanto ele beijava e lambia seu pescoço e orelha. Dentro de sua cabeça, ela o incitava a gozar, desesperada para ter um filho dele. Queria muito contar-lhe isso, mas não queria assustá-lo. Tinha que garantir que ele gozasse dentro dela.
— Ah, vou gozar! Vou gozar, porra! Ohhhhh! Ohhhh! MMMM! — grunhiu Michael antes de esguichar sua semente dentro de Camilla.
Camilla gritou enquanto compartilhavam o orgasmo. Lágrimas de alegria escorreram de seus olhos ao sentir seu interior ser salpicado por várias jorradas do sêmen quente de Michael. Tia e sobrinho agarraram-se um ao outro, respirando pesadamente quando a luxúria foi saciada.
— Caramba, Michael! — gemeu Camilla. — Ai, minha boceta está doendo!
— Desculpe, tia Camilla — arfou ele em seu ouvido. — Eu... eu não consegui me controlar.
— Não, acredite, querido. É uma dor boa.
Michael caiu de costas na cama, levando a tia consigo. Camilla sentiu o pau cansado dele escorregar para fora de sua boceta, e um pouco de sua porra vazando dela. Seus corpos suados e doloridos estavam entrelaçados enquanto ainda se recuperavam do arrebatamento da paixão.
— Tia Camilla?
— O quê?
— Depois do descanso, podemos fazer de novo?
— Claro, querido — suspirou ela. — Agora cala a boca e me deixa chupar seu pau de novo.
Michael conseguiu mais três rodadas antes de ficar satisfeito. Antes mesmo de fazer o teste, ela tinha certeza de que a inseminação fora alcançada.
Para afastar qualquer suspeita de paternidade, Camilla seduziu Phil quando ele chegou do trabalho no dia seguinte. Quando ele a viu vestida com sutiã, calcinha, meias e cinta-liga vermelhos, toda animosidade desapareceu num instante. Ainda assim, durante todo o tempo em que fizeram amor, Camilla não conseguia parar de pensar em Michael.
Uma semana depois, Camilla mostrou o teste de gravidez positivo a Phil, que ficou eufórico com a notícia. Transformaram um dos quartos de hóspedes de sua grande casa num berçário e, nove meses depois, deram as boas-vindas a um menino saudável chamado Gregory. Todos os amigos e familiares ficaram felizes por eles.
Naquele Natal, Camilla e Phil receberam a família para um grande jantar festivo. Foi bom poder exibir seu bebê para todos os parentes. Embora estivesse feliz em ver os membros da família, havia uma pessoa em particular que ela queria ver.
Ela encurralou Michael quando ele saía de um dos banheiros do segundo andar. Estava segurando o bebê Gregory nos braços, sorrindo docemente para a expressão nervosa no rosto de Michael.
— É tão bom ter você em casa da faculdade, Michael — disse Camilla.
— Obrigado, tia Camilla.
— Já deu oi para seu priminho?
Michael apenas assentiu, tentando ignorar sua forte semelhança com o primo bebê.
— Ótimo, porque quero que você venha me visitar nas férias de primavera — disse Camilla. — Phil não para de falar em dar um irmãozinho ou irmãzinha ao Gregory, mas não sei como ele planeja fazer isso enquanto está na viagem de negócios ao Arizona. Talvez você tenha que vir aqui e me ajudar com isso. O que você acha?
— Eu... eu adoraria vir te visitar — gaguejou Michael.
— Que ótimo! Agora, você vai ter que me dar licença; seu primo precisa mamar; ele é um menino com muita sede. — Ela se inclinou e sussurrou. — Mal posso esperar para te dar um gostinho do meu leite.
Enquanto ela se afastava, Michael correu de volta ao banheiro, decidido a lidar com a ereção furiosa que a tia causara. Ele agora era dela, e com certeza passaria as férias de primavera com ela. Se ela pedisse, ele lhe daria mais sete filhos.