Contos eróticos para ler inteiros.

Hipnose e Controle Mental

Terras Perdidas: Garanhão Goblin

daniisidio19 min

A noite costurou uma linha vermelha irregular no horizonte. As árvores do Bosque de Arame se erguiam, retorcidas no ar como mãos arranhando os céus que lhes eram negados. Sob suas frondes e galhos o mundo era escuro e pesado com arbustos selvagens. Um lar para o estranho, o selvagem e o faminto.

Lukas Wright sabia disso, e amaldiçoou a si mesmo novamente enquanto conferia o céu que escurecia. Ele estava perdido. O pequeno caminho de terra que margeava a borda do bosque não era aquele em que ele deveria estar, isso estava claro. E enquanto o mundo enegrecia, o jovem mascate sabia que estava encrencado. As Terras Perdidas não eram seguras nem nos melhores momentos. À noite, e tão perto do Bosque de Arame, ele estava praticamente implorando para ser oferecido a um dos monstruosos habitantes daquela floresta demoníaca.

Seus olhos vagaram, e ele se animou ao avistar uma solitária casa de fazenda encostada contra o bosque. Os mourões da cerca que delimitavam a modesta área brilhavam fracamente com proteções contra a escuridão, projetadas para manter à distância as bestas que rondavam o mundo.

Ele apressou o passo, sua mochila um peso pesado nas costas, e a noite se espalhava rápido. As sombras das árvores se alongavam, envolvendo a terra. As estrelas que cintilavam no alto piscavam para ele.

Algo farfalhou.

Lukas lançou um olhar para trás, e viu a grama alta se abrir enquanto algo se movia através dela. Seu coração acelerou. Ele abandonou o andar, correndo com desespero rumo à casa da fazenda. O sussurro sibilante da grama aumentou, o predador oculto correndo atrás dele. Seus passos batiam na estrada de terra batida. Seus pulmões queimavam. Ele atingiu a cerca, abrindo o portão e girando, batendo-o atrás de si.

Cada respiração vinha quente e curta. Ele observou a grama se agitar enquanto seu perseguidor se movia incerto lá dentro. Os símbolos escritos nos velhos mourões zumbiam com um poder sutil, e a coisa na grama recuou sorrateiramente.

O silêncio caiu sobre a estrada solitária mais uma vez. Lukas cambaleou para trás, segurando o peito para tentar acalmar seu coração martelante.

Seguro.

Ele soltou um suspiro pesado e olhou de volta para a casa da fazenda. Bem. Ele estava aqui agora. Ele seguiu pelo caminho, notando as flores desabrochando ao redor. A casa em si era uma imagem de beleza pastoral. As venezianas estavam abertas, deixando um brilho dourado e acolhedor fluir para a noite. As paredes eram pintadas de um agradável branco casca de ovo e a porta era grande e robusta. Lukas sorriu e bateu. Então se assustou ao ver quem abriu.

A criada goblin era como todas de sua espécie. Talvez metade da altura de Lukas e formada inteiramente de curvas. Seus seios voluptuosos inchavam contra um modesto avental floral, sua bunda magnificamente definida por uma saia curta que se avolumava junto com ela. Seu cabelo era um rosa neon que emoldurava um rosto pequeno com olhos grandes e um nariz de botão.

Por um momento Lukas ficou tenso. Dizia-se que antes de os portões se abrirem e os demônios inundarem o mundo, os goblins tinham sido incontáveis, suas tribos predando mulheres para se tornarem vadias reprodutoras. Mas depois, nenhum goblin gerara um macho. A raça foi devastada em números, restando apenas fêmeas.

E como resultado, os goblins restantes tinham apenas um impulso. Reproduzir.

Quem não importava. O que quer que tenha amaldiçoado sua raça mudou as fêmeas de outras maneiras. Deu-lhes habilidades e conhecimentos nunca antes ouvidos. Elas drogavam com comida e seduziam suas presas, mimando-as e atraindo-as, fodendo seus garanhões indefesos até que seus corpos verdes ficassem grávidos de filhotes. Mantendo seus garanhões drogados e excitados. Drenando sua virilidade, talvez libertando-os uma vez que sua semente vingasse. Talvez não.

A goblin abriu a boca em surpresa. "Oh!" ela exclamou. "Uma visita!"

Lukas deu um passo rápido para trás. "S-sinto muito. Eu não... quero dizer..."

A goblin apenas riu. "Oh, não se preocupe com isso, querido. Você deve ter levado um susto terrível! Por favor, entre. Entre."

"Oh, eu hum, não sei se deveria," Lukas disse, mesmo enquanto a peituda mulher verde pegava sua mão, puxando-o para frente. O brilho acolhedor da casa o chamava em conforto caseiro comparado à escuridão sussurrante que o esperava às suas costas.

"Não seja bobo! Não podemos deixar você sozinho aí fora durante a noite. Estamos muito perto do Bosque de Arame, afinal. As proteções manterão as coisas do lado de fora, mas não vão impedir você de voltar para elas."

"Eu não acho que eu iria..."

A goblin deu um tapinha gentil em sua mão. "Claro que não, docinho. Mas os monstros lá fora são terrivelmente traiçoeiros. É o negócio deles seduzir rapazes bonitos e bobos para que venham até eles, para que possam lavar seus pensamentos e torná-los seus."

Lukas corou. "Hum, bem. Acho que você está certa."

"Isso é um bom garoto. Agora, entre onde está quentinho."

Embora ainda incerto, Lukas deixou a goblin puxá-lo para dentro da soleira. Ele lançou um último olhar para fora, para a porta e para as gramas, e quando as viu se agitarem na noite sem vento, estremeceu e se virou para frente.

Antes o diabo que você conhece.

E foi fácil entrar. A casa estava quente e carregada com aromas de fornada fresca. A sala de jantar e a cozinha eram ambas o mesmo, dominando a casa. Ele olhou para uma mesa lateral e viu uma variedade estonteante de tubos de vidro e frascos. Ele ouvira que as criadas goblins eram químicas brilhantes, suas poções sendo desejadas por todas as terras. Ervas estavam penduradas acima, secando, seu aroma tentador fazendo cócegas em seu nariz. Frascos vazios brilhavam nas prateleiras e um caldeirão borbulhava sobre a lareira.

"Por favor! Sente-se. Eu estava justamente preparando o jantar."

"Oh, ah. Não, obrigado. Não estou com muita fome," Lukas disse rapidamente, mesmo enquanto puxava uma cadeira e se sentava à mesa. Só um tolo comeria comida preparada por uma goblin.

Para sua surpresa, a goblin não insistiu. Ela apenas sorriu novamente e pulou para a cadeira oposta a ele. "Se você tem certeza! Mas me diga, o que você está fazendo tão longe no Bosque de Arame? E tão tarde! Você deve ter sido muito bobo para se perder até aqui."

Lukas corou. Bobo. Lá estava aquela palavra de novo. Não era ruim. Não era insultante como ser chamado de idiota. Mas era estranhamente... degradante. De uma maneira diferente. Fazia-o formigar com uma vergonha sutil que era difícil de identificar.

"Eu estou ah... eu me virei, só isso. Sou um mercador viajante, na verdade."

"Você é!" a goblin sorriu radiante. Ela se inclinou sobre a mesa, apoiando o queixo nas palmas das mãos, seus olhos arregalados brilhando. "Nossa, isso deve ser simplesmente fascinante!"

Lukas relaxou um pouco. Não havia nada ameaçador na mulher suave olhando para ele. Na verdade, ela parecia um tanto avoada. Ele sorriu, sentindo-se um pouco mais confiante. "Oh, sim," ele disse. "Lukas Wright. Mascate extraordinário. Na verdade, eu estava a caminho das terras da Rainha Vermelha para tentar vender alguns dos meus produtos."

"Você estava? Oh, isso é tão maravilhoso! E eu aqui pensando que você era só um garoto bobo que se perdeu no bosque," a goblin disse feliz.

Lukas corou um pouco. "Oh, hum, bem. Você sabe. As Terras Perdidas podem ser traiçoeiras."

"Oh, absolutamente!" ela disse alegremente. "Ora, eu nunca recebo visitas morando tão longe sozinha. É um deleite ter um rapaz simpático vindo me visitar," ela riu, saltitando no lugar, seus seios forçando o avental que ela usava. Aqueles orbes verdes e firmes ameaçando saltar para fora a cada movimento saltitante.

Lukas se viu olhando para os seios dela. Ele se ajeitou, suas calças parecendo mais apertadas do que um momento antes. "Isso é estranho. Eu ah, pensaria que você teria montes de visitas por aqui..."

"Mm. Bem, minhas filhas me visitam às vezes, mas todas têm suas próprias vidas para viver. E você tem que tomar cuidado hoje em dia com quem você deixa entrar. Não dá para saber se alguém pode ser um demônio disfarçado ou uma escrava beembo que veio te enganar para você beber um mel doce. Ops! Tontinha bobinha!" ela riu, batendo na testa. "Esqueci de te dar meu nome! Midzie. É um prazer te conhecer."

"Ah, igualmente," Lukas disse.

"Esta é na verdade uma grande oportunidade," Midzie continuou. "Veja, eu sou uma espécie de alquimista! E eu estava pensando que talvez você pudesse vender algumas das minhas poções!"

"Vender? Oh, hum, não sei..."

"Ohhh. Você tem certeza? Talvez pudesse ser como pagamento por ficar aqui esta noite. Tudo bem?"

Lukas hesitou. Ele... supôs que não seria tão ruim se ele fizesse isso. E se isso a impedisse de tentar conseguir algum outro tipo de 'pagamento', ele supôs que poderia aguentar alguns frascos em sua mochila. "Bem, quero dizer, eu suponho..."

"Ótimo! Deixe-me ir pegá-las. Já volto!"

Lukas permaneceu onde estava enquanto a goblin saltitava para longe, embora não pudesse deixar de notar como sua bunda se movia contra sua saia apertada, apertada. Ele se ajeitou na cadeira, desconfortável mas incerto do que fazer. Ele não podia muito bem ir embora. Então, ele teria que apenas entreter a goblin enquanto estivesse lá. Isso soava bem.

Seu raciocínio sólido, Lukas observou enquanto Midzie retornava, seus braços transbordando com frascos tilintantes. Ela os arrumou diante dele, a luz do fogo filtrando-se através do vidro multicolorido e dos líquidos agitados.

Sorrindo animadamente, Midzie pegou um. "Isto é um perfume. Tem um aroma floral distinto que as mulheres vão adorar. Aqui." Ela borrifou um pouco em seu braço e o estendeu. "Dê uma cheirada."

Curioso, Lukas se inclinou e cheirou. O aroma floral era de fato espesso e enjoativo. Ele quase podia saboreá-lo, dançando em sua língua em um súbito formigamento de penugem almiscarada. "Isso é... isso é bom," ele disse.

"Você acha? Maravilhoso! Aqui. Que tal este? Eu o fiz com um pouco de mel de beembo que consegui numa troca. Tem um aroma muito doce que tenho certeza que você vai simplesmente adorar."

Novamente aquele sopro suave de perfume, desta vez em seu outro braço. Ela estendeu aquele membro verde e Lukas se inclinou, inalando profundamente. A doçura melada rodou em seu nariz, sua cabeça girando com a intensidade. Ele ofegou, recuando. "Oh. U-uau. Isso é doce."

"Não é?" Midzie riu.

Lukas percebeu abruptamente que a goblin havia subido em seu colo. Ele corou, sentindo suas curvas macias e rechonchudas repousando contra ele. Sua bunda rechonchuda e redonda descansando em seu colo. "O que... o que você está..."

"Você não se importa, não é? Só que é tão difícil fazer você se inclinar para cheirá-los. Muito mais fácil se eu estivesse no seu colo. Você está bem com isso, não está?" Midzie disse, seus olhos brilhando para ele. Seus lábios carnudos sorrindo.

Lukas engoliu em seco, mas não conseguiu bem encontrar palavras para objetar. Não com todas aquelas curvas macias e voluptuosas tão perto. Aqueles aromas entrelaçados enchendo o ar. "Eu... eu acho que não..."

"Ótimo! Afinal, seria tão bobo não querer tornar as coisas... fáceis. Só um pouco simples."

Lukas se sentiu quente. Bobo. Ele estava descobrindo que não se opunha mais tanto a isso. "Sim," ele respirou, relaxando um pouco. "Sim. Você está certa."

"Tão feliz. Agora, eu também tenho um batom. É feito de Vinho de Rosa. Flor muito especial."

Lukas assentiu vagamente, observando-a destampar um bastão de vermelho rubi. Sua respiração se aprofundando enquanto aquele bastão brilhava sobre lábios macios e carnudos. Contornando-os. Brilhando neles. Midzie franziu os lábios, inclinou-se e o beijou na bochecha com um estalo alto e molhado.

O beijo formigou através de Lukas. Ele estremeceu, gemendo suavemente. "Mmm. Bom, não é?" Midzie riu.

"Eu... sim..."

"Aw," Midzie disse, aqueles lábios maravilhosos fazendo um biquinho. "Você não parece tão certo, Lukas. Eu quero que você esteja absolutamente certo. Só o melhor para o meu mercador bobo! Aqui."

Lukas gemeu enquanto novamente aqueles lábios macios estalavam em sua outra bochecha, deixando para trás um vermelho florescente. De novo. De novo. Beijos choveram sobre seu rosto sem resistência. Sua cabeça parecia densa e pesada. Ele estava ofegante. Respirando. Ela estava inclinada sobre ele, seus seios macios pressionados contra seu peito.

"Oh Lukas, seu pobre rapaz! Você parece quente. Aqui. Vamos ajudar com isso."

"Hum. S-sim. Quente... 'tá quente," Lukas ofegou enquanto Midzie desabotoava seu casaco. Ele estava quente, mas mesmo perder a camisa não pareceu ajudar. Ele afundou na cadeira, ofegante. Midzie riu e beijou seu peito, fazendo-o gemer ao sentir aqueles lábios quentes pressionarem outro broto carmesim nele, seu coração palpitando de deleite.

"Hmm. Parece que você gosta do meu batom," a goblin riu. "Gostou, Lukas?"

"S-sim. Sim. Muito. Gostei... nn... muito..."

"Bom! Oh, mas Lukas, você está bem? Você está soando terrivelmente... bobo agora. Um pouco burrinho. Tem certeza que está bem?"

"S-sim," Lukas ofegou, sua cabeça girando. Seu hálito vaporoso. "'tou bem. Só... só... quente..."

"Mmm. Bom garoto. Você está indo tão bem," Midzie riu.

Lukas se contorceu sob ela. Oh. Oh, era tão bom ser chamado de bom garoto. Ser um bom garoto era tão bom. E se ele estava... estava sendo um pouco bobo, tudo bem também. Não parecia que nada estava errado. E ela estava sendo tão legal com ele. Ele sorriu radiante para a criada goblin, que retribuiu seu sorriso, seus olhos um pouco mais brilhantes do que antes. Um pouco mais astutos.

"Hmm. Que tal voltarmos ao perfume, sim? Eu trouxe este especial," Midzie cantarolou. Lukas mal a ouviu. Seus olhos estavam grudados em seu avental enquanto ela o deixava cair, revelando um corpete apertado por baixo. Ela o provocou para cima, para fora, desnudando um par de seios verdes escuros. Perfeitos e cheios. Perfeitos e empinados, mamilos negros como carvão e duros. A boca de Lukas se encheu d'água. Ela borrifou outro jato de perfume no vale de suas tetas verdes e macias e as segurou, levantando-as.

Lukas se inclinou para frente, sem pensar. Midzie riu enquanto tocava sua cabeça, guiando-o entre seus seios. Seus cílios tremeram enquanto aquela maciez envolvia suas bochechas. Enquanto ele inalava aquele doce perfume, misturado com o próprio aroma inebriante de Midzie.

Oh deuses. Sua cabeça estava girando. Ele se sentia tão quente. Confuso. Indefeso e excitado.

"Meu mercador gosta disso?" Midzie riu. "Meu garanhão bobo gosta dos meus peitões? Mmm. Aposto que sim. Todos os bons garotos gostam. E você quer ser um garoto tão bom para a Midzie. Não quer? Um bom garanhão bimbo para mim."

"S-sim," Lukas ofegou, seu rosto enterrado em seus seios perfeitos. Suas pernas presas entre as coxas dela. "Sim. Quero... quero ser b-bom garoto... bom..."

"Oh Lukas," Midzie cantou. "Ora, você não está falando muito bem. Você está bem? Oh querido. Oh querido, meu lindo rapaz. Acho que você está sendo só um pouquinho... bobo, não está? Você está sendo um pouco de um bimbo bobo, se deixando ficar todo bêbado com meus perfumes. Foi realmente demais para você, não foi? Demais para um garoto mercador bobo que simplesmente ama beijar meus peitos grandes e macios."

"Sim," Lukas gemeu, beijando seus seios, lambendo o perfume onde ela o colocara. E oh como aquele gosto dançava em sua língua. Como o deixava tão duro e quente e fraco e bobo por sua amante maravilhosa. "Sim! B-bobo. Bimbo bobo. Eu... nnnn..."

Midzie riu. "Tudo bem," ela cantarolou, acariciando seu cabelo, acalmando suas preocupações, agitando seus pensamentos agitados até o nada. "Eu gosto dos meus garanhões bem bobos," ela disse, sua outra mão deslizando entre eles, afrouxando suas calças. "Eu gosto dos meus reprodutores grandes e sexy bem bobos e burrinhos para mim. Porque garanhões bonitos não precisam pensar. Eles não precisam se incomodar com todas aquelas preocupações. Eles só precisam se concentrar em fazer sua amante feliz. Eles só precisam pensar em reproduzir suas vadias goblins sexy. E isso significa que as filhas que eles dão são as bimbo mais adoráveis, mais bonitas. E todo mundo ama reprodutores bimbo. Não amam?"

"Uh-huh," Lukas gemeu, choramingando enquanto seus dedos verdes agarravam seu pau pulsante. Enquanto ela o acariciava. Oh porra, ele estava tão duro. Tão necessitado. Tão bobo e excitado e desesperado para foder a gloriosa deusa verde que o sufocava em seus peitos grandes e macios.

"E bons garotos ganham recompensas. Mm. Eles podem foder grandes goblins bimbo e enchê-las com sua semente. Eles podem deixar Midzie bem grávida e leitosa e grande para eles. Não podem? Bem? Você quer isso, Lukas? Você quer ser meu garanhão bimbo grande, bobo e excitado? Você quer foder Midzie toda cheia de porra gosmenta? Você quer reproduzir sua linda esposa goblin?"

"Sim," Lukas ofegou, além de registrar suas palavras. Ele ergueu os olhos de seus seios, seus olhos opacos e vidrados. Sua boca entreaberta e ofegante. "Sim. Sim! Bom garanhão. Ser um... um bom garoto..."

Midzie riu. "Garoto bobo," ela arrulhou, dando outro beijo rosado em seus lábios ofegantes.

E o embainhou em sua boceta.

Lukas gemeu quando sua boceta aveludada e macia envolveu seu pau necessitado e faminto. Ele caiu para trás na cadeira enquanto Midzie se empurrava para frente, a baixinha curvilínea montando nele, gemendo em seus lábios enquanto seus quadris a levantavam, a baixavam, quicando suas curvas abundantes no poste rígido de seu pau.

"Mmnnn! Boooom garoto," Midzie gemeu enquanto ela o fodia sob ela, quicando e quicando e quicando. "Oh, tão bom... ah... garanhão bimbo bobo! Oh porra. Sim. Sim! Meu bimbo bobo! Meu lindo garoto reprodutor! Me fode! Enche sua vadia com sua semente! Oh nossa! Oh p-porra, sim! Eu preciso da sua porra. Goza em mim, garoto bobo. G-goza!"

"Nnnnnnn!" Lukas gritou, ficando tenso, seu pau tremendo enquanto ele gozava, jorrando na goblin saltitante. Bombeando em sua boceta faminta a cada grito choroso.

— Issso! — Midzie guinchou de prazer, quicando mais rápido. Mais rápido. — Isso! Ah. Nnn! Isso! M-me fode! Me fode, seu garanhão bobão e bobo! Ah, isso! Me enche! Me emprenhaaaa!

Lukas gritou enquanto ela o ordenhava. Ele desabou na cadeira. Indefeso. Esgotado. Sua mente um mar de perfume e prazer e beijos maravilhosos.

Midzie riu baixinho ao deslizar para fora do seu colo, Lukas gemendo quando o pau escorregou das profundezas aveludadas dela. — Ah, meu pobre bobão bobo está todo acabado — cantarolou Midzie. — Não se preocupe. A mamãe Midzie tem a cura certinha. O batom lindo dela não serve só para fazer garanhões bobos ficarem caidinhos por ela.

Lukas a observava vagamente, ainda arfando enquanto a goblin se ajeitava entre suas pernas. Ela aplicou outra camada daquele batom vermelho brilhante e estalou os lábios carnudos. Com um sorriso malicioso para ele, inclinou-se para frente e deu um beijo adorador no seu pau.

— Uuuuuh — Lukas gemeu quando um calor doce se espalhou pelo seu pau flácido. Seus quadris deram um solavanco quando outro beijo foi depositado na sua haste latejante, seu pau se erguendo, endurecendo, tremendo com a intensidade da sua luxúria nua. Midzie riu de prazer.

— Uuuuh! O que é isso? Meu bobão bobo já está todo pronto para foder a mamãe do bebê dele de novo? — sussurrou Midzie, a língua dela lambendo a cabeça pulsante do seu pau. Seus lábios depositaram um beijo quente nas suas bolas pesadas. — Ou será que ele prefere que a sua linda esposa chupe o leitinho malcriado dele até cair na boca?

— Ah! — Lukas engasgou. — P-por favor. P-por favor!

— Mnnn. Isso soa como um sim para mim. Aaaah, mas não se preocupe — ela disse, a língua deslizando pela parte de baixo do seu pau, fazendo um remoinho provocante na cabeça. — Não vou te deixar querendo por muito tempo. Temos a eternidade para garantir que você me deixe bem recheadinha de filhinhas lindas. É só deixar tudo com a mamãe Midzie. Tá bom?

Lukas só conseguiu assentir. Ele estava além de pensar. Além de raciocinar. Ele concordaria com tudo que Midzie dissesse. Se ela dissesse que o céu era roxo, ele balbuciaria que concordava. Porque ele era só o garanhão estúpido dela. E um garanhão não precisava pensar. Ele só precisava gozar.

Midzie sorriu ainda mais, inclinou-se e engoliu o pau dele na sua boca quente, muito quente.

— Poooooorra! — Lukas choramingou quando Midzie começou a boquetear, trabalhando o pau dele com toda a habilidade de uma verdadeira vadiazinha bobona. A língua dela rodopiava ao redor da haste, sugava para cima, provando o batom que marcava o pau dele. Suas bolas se apertaram, e com um grito de puro êxtase Lukas gozou.

Midzie gemeu, sugando a semente dele, os olhos semicerrados com o mais puro prazer enquanto bebia sua essência. Seus lábios se soltaram do pau dele com um estalo, e ela riu quando a haste continuou dura como ferro.

— Mnnn. Parece que funciona ainda melhor do que eu esperava — cantarolou Midzie, agarrando a haste dele e dando uma carícia provocante. Lukas gemeu de prazer quando ela subiu de volta para o seu colo. — Não se preocupe, meu garanhão bobão e bobo. Vou cuidar de você direitinho. Você nunca mais vai precisar ir embora e se preocupar em se perder de novo. Está em casa agora, meu lindo reprodutor. E vou garantir que você seja tão feliz.

Ela o beijou, e Lukas só conseguiu pressionar os lábios nos dela em adoração. Gemeu quando a boceta dela mais uma vez se afundou na sua haste pulsante. Quando ela começou a quicar nele de novo, ele relaxou totalmente na cadeira, afundando nas curvas infinitas da goblin, deliciando-se quando gozava de novo e de novo dentro do ventre faminto dela. Porque ele era só o garotinho bobão e bobo dela.

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