Telefone XXX
— Oi, John. — Beth recebeu o vizinho em casa. — Eu estava arrumando a cozinha depois do jantar. — explicou.
— Desculpe se estou interrompendo. — John pediu desculpas. Ele era bem mais alto que Beth. — Mark me pediu para dar uma olhada em você enquanto ele está fora. — explicou enquanto a seguia para dentro. Ele invejava Mark e sua esposa gostosa e fofa havia tempos. Com as leggings e a camiseta que usava hoje, ela exalava uma sensualidade casual.
— Ele acabou de sair esta manhã. — Beth soou um pouco exasperada. — Ele sempre foi meio preocupado. — Ela levou John até a sala de estar. — Quer um pouco de sobremesa?
— Não se incomode. — ele disse enquanto se sentava numa poltrona.
Ela desapareceu na cozinha por um instante e voltou com biscoitos. — Não estava planejando nada elaborado enquanto o Mark está no congresso. — Ela ofereceu um biscoito a John e os colocou na mesinha de centro. Antes que pudesse se sentar, o telefone tocou. — Oi, querido. — atendeu.
John começou a se levantar, mas Beth o fez sentar de novo com um gesto. — Que bom que o voo foi bem. — Ela fez uma pausa enquanto Mark falava. Apontou para a escrivaninha no canto e fingiu escrever.
John assentiu e foi pegar papel e lápis para Beth. Ele ficou de pé enquanto ela se curvava para anotar o número do quarto do hotel e o telefone. A visão que teve por dentro da camiseta larga foi melhor do que esperava. Admirou a curva dos seios cremosos dela enquanto olhava fixamente. Corou quando ela ergueu os olhos para ele e balançou o dedo por estar espiando. Ele voltou a se sentar e comeu seu biscoito.
— Já anotei, querido. — Ela se recostou na cadeira. — Sim, ele passou aqui logo depois do jantar. — Beth disse a Mark, embora não tenha acrescentado que ele estava sentado à sua frente. — Nada demais, só vendo um filme.
John gesticulou silenciosamente que podia deixá-los a sós, mas de novo ela dispensou o gesto enquanto se espreguiçava. Ele conseguia ver os mamilos dela espetando contra a camiseta; sua espiada anterior mostrara que ela estava sem sutiã. Seu pau começou a endurecer no short.
Beth sorriu maliciosamente. — Sim, é um daqueles filmes românticos. Eu gosto. — Revirou os olhos enquanto ouvia. — Eu também sinto falta de você estar aqui. Vai ter que me imaginar de leggings e camiseta. — Ergueu uma sobrancelha ao notar o volume crescente de John.
John sorriu e encolheu os ombros, como se dissesse que não conseguia se controlar. Seus olhos continuaram a percorrer as curvas dos seios e das pernas torneadas dela.
A expressão dela mudou um pouco enquanto ouvia. — Tenho certeza de que ele gostaria da vista. — apontou. — O quê?! Você está brincando? Ele te contou isso? — Ela encarou John.
John sentiu o calor subir enquanto ficava vermelho, imaginando o que poderia ter contado a Mark. Seus pensamentos correram: não, Mark nunca contaria a ela sobre aquilo.
— Ele até tem um binóculo para me ver? — Beth repetiu, e os temores de John se confirmaram. — E você não pensou em me dizer nada sobre isso? — Ela ralhou com os dois. — Vocês dois discutiam minhas atividades?
John começou a se remexer, e Beth sorriu enquanto o observava, ouvindo o marido. Apontou para o celular dele e fingiu um 'shhh'. John pegou o telefone e o colocou no silencioso.
— Você ainda confia nele para ficar de olho em mim? — Ela provocou. — Ou você gosta da ideia de que ele possa estar de olho em mim? — Riu. — Você está muito duro?
John se contorceu na poltrona quando seu celular vibrou. Havia uma mensagem de Mark: 'Olha a janela, talvez tenha um show hoje à noite.' Ele olhou da mensagem para Beth e de volta, sentindo-se meio arranjado.
— Quer que eu o provoque, querido? — Beth arqueou uma sobrancelha para John e o chamou com um gesto. Olhou para a mensagem e articulou 'OH!' em silêncio. Voltou ao telefone: — Só se você quiser, querido. — Ela esfregou os mamilos por cima da blusa.
John sentou no sofá bem ao lado da poltrona. Seu celular vibrou de novo: 'Vendo alguma coisa?' Ele considerou a resposta. Seu quarto tinha uma visão clara do quarto do casal, mas não da sala de estar. Respondeu: 'O quarto tá escuro, só luzes na sala.'
— Ah, sim, adoro sua boca nos meus peitos grandes. — Ela levantou a borda da blusa acima dos seios. — Consigo imaginar sua língua lambendo meu mamilo inchado. — disse, erguendo o seio esquerdo.
John observou Beth oferecendo-lhe o seio. As grandes auréolas estavam todas inchadas e o mamilo era um broto duro no centro. Ele lambeu os lábios inconscientemente. Beth baixou o seio e o chamou com um gesto. Ele balançou a cabeça que não, tentando resistir à tentação que lhe era oferecida. Ela assentiu enquanto falava com o marido e ergueu o seio de novo, rolando o mamilo entre o indicador e o polegar.
— Mmmm... Você sabe que adoro quando você chupa. Vou fazer o possível para imitar, mas ninguém chupa como você, querido. — disse e ergueu o seio, passando a língua sobre o mamilo.
John não conseguiu mais resistir. Ele deslizou de joelhos na frente dela e ergueu as mãos, segurando o seio esquerdo com ambas. Seus lábios logo seguiram, sugando o mamilo em sua boca quente.
Beth arfou quando ele se agarrou ao mamilo. — Ai, Deus, isso é tão bom, querido. — disse no telefone. — Quero sentir mais um gostinho por você. — Ela deixou cair o telefone perto da boca de John. Os sons de sucção dele eram o único barulho no ambiente. — Você gosta de ouvir isso, querido? — Sorriu quando Mark respondeu excitado.
Ela trocou o telefone de mão e ofereceu o seio direito. John mudou de lado avidamente e devorou o outro seio. — Estou sentada na sua poltrona na sala brincando com meus peitos. — respondeu a Mark. — Por que eu iria para o quarto? Estou vigiando o John?
John olhou para cima, a boca ainda presa ao seio dela. Um breve momento de preocupação seguido pela realização de que Mark estava a 800 quilômetros de distância. Ele sorriu e sugou com mais força enquanto ela sorria para ele. — Talvez eu vá ao quarto pegar um brinquedo se as coisas esquentarem demais. Você está se masturbando? — ela perguntou.
Beth sorriu ao ouvir a resposta. — Queria ter um pau grande como o seu aqui para eu brincar. — Ela abaixou a mão e se esfregou por cima das leggings. — Toda essa brincadeira com os peitos está me excitando. — disse a ele. Recostou a cabeça e escutou enquanto John continuava a chupar e mordiscar seus seios.
Mark continuou falando por alguns minutos antes de perguntar o quão molhada Beth estava. — Parece que estou bem molhada, mas ainda estou de leggings. — explicou. Depois de uma pausa: — Sim, eu poderia subir e tirá-las. Tem certeza de que quer que eu provoque John assim? — Ela se endireitou e desprendeu John o mais silenciosamente possível. — Mmmm... Sim, estou subindo para o quarto. — Tirou a blusa ao se levantar da poltrona.
O celular de John vibrou quando se levantaram. 'Ela está subindo, se prepara.' Mark mandou. John escreveu de volta: 'luzes apagadas e estou esperando ela aparecer. Tem certeza de que ela está de acordo?' Isso foi rapidamente seguido por Mark: 'Ela adora se exibir, fica super excitada pensando que alguém está observando.' Beth leu por cima do ombro de John e corou um pouco enquanto iam para o quarto.
Beth ficou na janela olhando para fora. — As luzes dele estão apagadas, deve ter saído com os amigos. — Ela rebolou o traseiro para John sentado na cama atrás dela. — Acho que ele poderia estar sentado no escuro batendo punheta. — Ela repetiu a sugestão dele e assentiu para John enquanto ouvia a próxima instrução de Mark. John observou e puxou o pau para fora para se masturbar enquanto olhava, imitando o que o marido sugerira que ele talvez estivesse fazendo.
Beth baixou o telefone e puxou as calças justíssimas pelas coxas. Ela tinha optado por ficar sem calcinha já que ia passar a noite em casa. Sua pele cremosa contrastava com o material escuro das leggings. John conseguia ver os lábios vaginais recém-depilados e brilhando com seus fluidos. Ele fixou o olhar no dela e lambeu os lábios enquanto digitava no celular. 'Porra, ela está fazendo um show ao tirar as calças.' e enviou para Mark. Beth ficou vermelha e deu uma rodadinha agora que estava nua para que ele visse cada centímetro dela.
— Nua e em exibição agora, querido, só queria saber se ele está vendo ou não. — Beth disse ao se sentar na cadeira e pegar o telefone de novo. — Claro que posso imaginar, querido. Abrindo minha buceta para o olhar dele. — Ela baixou a mão e provocou os lábios enquanto observava John se masturbando na beira da cama. Via o pré-gozo brilhando enquanto ele se acariciava. — Estou tão molhada e gostosa esta noite. — Chupou um dedo para que Mark ouvisse. — Talvez ele pudesse vir aqui e me lamber já que você está tão longe. — sugeriu, e então riu da resposta do marido. — Acho que ele adoraria.
John aceitou a deixa e foi se sentar no chão entre as pernas dela. Beijou a coxa dela e foi subindo com mordidinhas até a boceta. Ela estava doce e ácida esta noite, e ele a lambeu com fome. Sua língua percorria os lábios e depois entre as dobras para sondar a fenda. Ele ouviu Beth continuar: — Quase consigo sentir a língua dele subindo e descendo pela minha boceta molhada, querido. — disse a Mark. Ela sorriu enquanto ouvia e a mão livre desceu para passar pelos cabelos de John, segurando-o entre as coxas.
John recuou, o queixo brilhando com os fluidos dela e um enorme sorriso no rosto. Pegou o celular e digitou. 'Ela deixou as luzes acesas, consigo ver perfeitamente. Valeu pelo aviso, só queria que ela fizesse mais do que se esfregar.' Mostrou para Beth que corou e sorriu também, então apertou enviar.
Um momento depois, Beth ouviu atentamente e então se levantou, ajustando a cadeira com barulho. — Você está gostando, não está? Ok, a cadeira está na janela. — Estava na frente da janela e virada para John no quarto, não para o outro lado. — E se ele estiver num encontro e perder o show? — disse no telefone enquanto se sentava na cadeira e jogava as pernas sobre os braços.
Sua boceta brilhava ao se escancarar levemente pela posição bem aberta. — Só para você, querido. — Ela baixou a mão esquerda e enfiou um dedo na buceta. — Me dedilhe, querido, me alargue para um pau grande. — disse no telefone e então fez uma pausa, erguendo uma sobrancelha. — Você quer mesmo que eu diga isso? — Ela fez sinal para John se aproximar de novo, e ele se ajoelhou entre as pernas dela.
— Ok, querido. Me dedilhe, John, me prepare para esse seu pau gostoso. — Beth disse no telefone. John pareceu meio chocado por um segundo, mas seguiu as direções e passou um dedo pelos lábios dela, enfiando-o suavemente. Beth gemeu no telefone enquanto o dedo serpenteava para dentro. — Ah, porra, isso, mais um, John, por favor. — No ouvido dela, Mark encorajava Beth enquanto mandava a próxima mensagem para John.
'Que tal esse serviço? Estou com ela no telefone agora, dando instruções a ela.' dizia a mensagem de Mark no celular de John. Levou um minuto para John responder. 'Desculpa, digitando com uma mão. Ela sabe que estou vendo?' Ele retornou a mensagem.
Beth aproveitou a atenção enquanto John trabalhava os dedos. Mark falando com ela aumentava a intensidade da experiência. — Como assim você sabe que ele está vendo? — Ela mudou os quadris para roçar com mais força nos dedos de John. — Ele está te mandando mensagem? Ah, merda! Vocês armaram para mim, não foi? — Sua boceta escorria molhada quando John enfiou um terceiro dedo nela. Ela sentiu o estiramento e gemeu enquanto tremores subiam por sua espinha.
Beth olhou para John, que sorria para ela, ouvindo a parte dela da conversa. — Estou com três dedos dentro de mim agora, mas pode não ser o suficiente. — Ela observou depois de alguns minutos de Mark falando. — Você vai... gozar pensando em mim me exibindo para ele? — incitou Mark. — Talvez eu deva pegar um vibrador ou dois. Com você tão longe e eu precisando de um pau grande para encher minha boceta.
John puxou os dedos para fora. Beth gesticulou para uma caixa debaixo da cama. Ele a puxou e a abriu. Estava cheia de vibradores e consolos. Ele levantou um rosa de tamanho médio; Beth balançou a cabeça. Depois um grande marrom, e ela assentiu. — Acho que o consolo marrom grande vai servir.
Beth se levantou e baixou o telefone. Pegou o consolo de John e o empurrou para a cama. Pondo o consolo de lado na cama, ela agarrou o pau dele na mão. Acariciando-o enquanto ele se sentava na cama. Pegou o telefone de volta: — Ah, isso parece uma delícia, Mark, posso chupar, por favor. — pediu em tom suplicante.
Ela sorriu ao ouvir e abaixou a cabeça. Mantendo o telefone perto, lambeu a haste e fechou os lábios sobre a ponta. Fazendo barulho alto de sucção enquanto subia e descia no mastro quente e latejante. John gemeu quando sentiu os lábios dela, mas Beth gemeu assim que o ouviu para encobrir o som. Recuando, falou no telefone: — Ah, eu adoro o gosto de pau, querido. — Então voltou a chupá-lo por mais vários minutos. Espuma se formando nos lábios dela enquanto o enfiava até o fundo. Engasgando nos últimos centímetros.
John ouviu seu celular vibrar baixinho na cama e o pegou. 'Você devia ouvir como ela está engasgando nesse consolo. Tá gostando?' dizia a mensagem. Ele olhou para baixo, para Beth gorgolejando e sorrindo enquanto o observava ler. 'Vendo de perto com o binóculo, quase consigo sentir os lábios dela.' Ele respondeu. Uma resposta rápida de Mark: 'Eu gozei quando a ouvi engasgar, mal posso esperar para ouvi-la meter nele.'
O pau de John tremeu quando leu a resposta. Beth olhou para cima e se soltou, ofegante, ao telefone. John mostrou a mensagem, e ela sorriu maliciosamente. — Mmmm... está bem molhado agora, você acha que John já gozou? — disse no telefone. Sua mão acariciando John lentamente. — Você já? Já gozou, o que te deu aquele empurrão extra, querido? — perguntou.
Ela acariciava e ouvia. John estendeu a mão para esfregar a boceta dela enquanto ouvia e a achou encharcada. — Ele disse isso, bem, quase posso imaginar que é o pau dele que estou chupando em vez do consolo. — provocou. — Quer que eu chupe mais um pouco enquanto você fica duro de novo, querido? — acrescentou e saiu da cama, ficando de quatro. Uma breve pausa e então: — Ah, você quer o pau grande dele enterrado fundo na minha boceta desesperada? — Beth provocou pelo telefone.
John começou a lamber a boceta dela enquanto ela se ajoelhava. Sua língua serpenteava pelos lábios inchados e mergulhava na fenda úmida. Seu queixo brilhava quando o telefone vibrou de novo. 'Se prepara.' era tudo que dizia. Ele o baixou e voltou à boceta de Beth.
— Ai, Deus, sim, eu adoraria que ele me fodesse de quatro como uma cadela no cio. — Beth disse no telefone, sabendo que ambos os homens reagiriam. Ela não se decepcionou. John se ergueu e esfregou o pau na fenda dela, enfiando-o nas dobras úmidas. Ela olhou para trás e pôs os dedos nos lábios para lhe dizer shhh... John assentiu. — Vou colocar no viva-voz por um minuto, querido. — Ela apertou o botão.
— Por que, querida? Você quer que eu ouça você dando para o John? — a voz de Mark saiu pelo telefone.
— Achei que podia te excitar ouvir o quanto isso me deixou molhada. — Beth respondeu, segurando o telefone perto dos quadris. — De quatro com ele me comendo.
— Caramba, Beth, você parece ensopada. — Mark comentou enquanto John a enchia com estocadas firmes. — Mas fala o nome dele para mim, quero que você implore para o John te foder.
Beth olhou para John com um sorriso engraçado e encolheu os ombros, como quem diz: o que posso fazer? — Me arromba, John, enche minha buceta suja de adúltera. — disse alto, e então gemeu enquanto John acelerava o ritmo, suas bolas batendo molhadas no clitóris dela. — Ah, porra, assim mesmo.
Mark ouviu e gemeu no telefone. — Porra, você é tão gostosa, Beth, vai fundo no pau dele, recebe cada centímetro, minha querida. — Eles podiam ouvir sons molhados de masturbação e sabiam que ele estava quase lá de novo pela velocidade dos barulhos. Beth moveu o telefone para o chão na frente dela.
— Assista ele me comer enquanto você goza na minha cara, querido. — Beth disse a Mark e foi pegar o consolo na cama. Atrás dela, John ainda a penetrava com força, seus seios balançando a cada estocada. Ela ouviu o grunhido alto e o gemido vindo do telefone e soube que Mark estava gozando de novo. — Mmmm... — Ela lambeu o consolo. — Que leitada grande e gostosa, querido, você gosta de me ver lamber você com ele dentro de mim. — Ela chupou e borbulhou no consolo enquanto eles ouviam.
John diminuiu o ritmo enquanto ela escutava Mark, seus quadris rolando lentamente para manter as coisas fluindo. — Ah, sim, estou limpando o consolo enquanto imagino que é seu pau coberto de porra. — Ela lambeu o consolo e deu uma chupada barulhenta. — Já terminou por esta noite? — Ela sorriu maliciosamente. — Sim, duas vezes numa sessão é exaustivo, acho que vou terminar com este aqui antes de dormir. — Ela pensou um segundo e acrescentou. — A menos que John venha aqui. — Ela riu da última parte, então deu um beijo no telefone e desligou.
John retomou seus movimentos quando ela desligou o telefone. Beth empurrou contra ele com mais e mais força. Ela enfiou o consolo na boca e o chupou com avidez, imaginando ser chupada e comida entre dois paus. O telefone de John vibrou. 'Terminei, cara. Aproveite o resto do show. Você estaria aberto a se juntar a nós um dia desses?'
John se inclinou para a frente, enfiando seu pau fundo em Beth enquanto mostrava a mensagem e sua resposta. 'COM CERTEZA!!' Ele lambeu o lóbulo da orelha dela e sussurrou. — Só faça ele marcar uma data.
Beth estremeceu e sua boceta jorrou. John se endireitou e agarrou seus quadris. Ele a penetrou com força e profundidade, sentindo-a tremer e estremecer sob ele. Logo seu pau pulsava e irrompia em jorro após jorro de porra, enchendo Beth. Ele a manteve contra seus quadris enquanto drenava suas bolas, então se retirou com um som molhado e sentou-se ao lado dela.
Beth se virou quando ele sentou e lambeu a porra ainda escorrendo da ponta do pau de John. O sabor combinado de seus sucos, ácido e excitante, enquanto ela boqueteava seu membro amolecido. Ela lambeu os lábios e olhou para John. — Espero mesmo que Mark não mude de ideia quando a empolgação passar. — Ela se aconchegou em seu peito.
— Se ele mudar, podemos ligar para ele de novo na próxima viagem de negócios. — John sugeriu, apreciando o calor dela ao seu lado. Com o tempo, eles se separaram, Beth para tomar banho e John para voltar para casa. Ambos esperando que Mark estivesse sonhando em compartilhá-la mais.