Sussurros Perversos: Uma Provocação no Dez
Jake pisou fundo no acelerador, a caminhonete roncando pelas estradas de terra empoeiradas do interior do Tennessee. Os pneus levantavam cascalho enquanto o sol do fim da tarde dourava a terra. Sua mão direita segurava o volante, mas a esquerda estava firme em volta da de Lily — sua esposa, a mulher por quem ele mataria, fodería, morreria.
"Vamos dar uma parada na casa do meu pai por uns dias, amor", ele disse com seu sotaque arrastado, a voz baixa e quente, os olhos cor de avelã brilhando de desejo ao lançar um olhar para ela. "É tranquilo lá, você vai adorar. O Tommy também está por lá — faz tempo que não vejo meu irmãozinho."
Lily exibiu aquele sorriso sensual, os lábios carnudos e vermelhos se curvando como uma provocação dos infernos. Os longos cabelos negros caíam sobre os ombros em ondas selvagens. Ela usava um vestido de verão branco e transparente que grudava nela como o próprio pecado, abraçando cada curva — aqueles peitos grandes e saltitantes balançando a cada solavanco, a pele cremosa aparecendo através do tecido fino, as coxas esguias escapando pela fenda enquanto o vento brincava com o vestido. O peito de Jake inchou, o pau latejando só de olhar para ela. Caralho, a Lily é um tesão... eu te amo tanto que até dói, ele pensou.
A cabine era uma fornalha, o ar-condicionado quebrado, e o calor só a deixava mais gostosa. Gotas de suor se formavam em seu pescoço, escorrendo entre aqueles montes fartos, deixando o vestido quase transparente onde grudava na pele. Jake não conseguia manter os olhos na estrada, não com ela ali sentada como uma fantasia molhada ganhando vida.
"Você está me matando com esse vestido, amor", ele rosnou, a mão livre deslizando do câmbio para pousar na coxa dela. Seus dedos cravaram na carne macia logo abaixo da barra.
Lily soltou uma risadinha, um som que foi direto para o pau dele, e se aproximou, o joelho roçando no dele. "O quê, essa coisinha velha?", ela ronronou, lançando-lhe um olhar que dizia que ela sabia exatamente o que estava fazendo. "Está calor demais para qualquer outra coisa."
A mão dele subiu mais, os dedos calejados traçando círculos lentos e provocantes na parte interna da coxa dela, avançando em direção àquele ponto doce que ele conhecia bem demais. "Calor, hein?", ele murmurou. "Você está me deixando mais quente que uma churrasqueira em julho." O polegar dele roçou a borda da calcinha dela — renda, ele sentia, provavelmente já encharcada.
Lily se remexeu, a respiração ofegante, aqueles olhos grandes se voltando para ele com uma mistura de malícia e tesão. "Jake... você vai fazer a gente capotar se continuar assim", ela avisou, mas as pernas se abriram só um pouco, convidando-o a entrar.
Ele sorriu, deslizando a mão por baixo do vestido, as pontas dos dedos roçando a boceta dela através do tecido úmido, sentindo o calor pulsando contra ele. "Foda-se a estrada, amor... prefiro capotar em você", ele falou com a voz rouca, esfregando-a lenta e firme, observando-a morder aquele lábio carnudo para abafar um gemido.
Ela agarrou o pulso dele, mas não o afastou — de jeito nenhum, ela o pressionou com mais força, os quadris se mexendo contra o toque dele. "Você é um desgraçado... não para", ela sussurrou, a voz grossa de necessidade. A mão livre dela tateou o cinto dele.
Jake gemeu quando ela abriu o zíper dele, puxando as calças jeans para baixo só o suficiente para libertar aquele pau grosso e latejante, já pingando pré-gozo na ponta. "Jesus, Lily...", ele sibilou. Os dedos macios dela se envolveram em volta dele, acariciando-o devagar e com força, enviando choques pela espinha dele. A caminhonete deu uma leve guinada, mas ele não deu a mínima — não com ela batendo uma punheta para ele daquele jeito, o vestido levantado, a boceta pingando através da calcinha enquanto ele esfregava o clitóris dela em círculos.
"Encosta", ela arfou, os olhos selvagens, a mão bombeando-o mais rápido. "Preciso de você dentro de mim, agora."
Jake não precisou ouvir duas vezes. Ele puxou o volante com força, desviando para uma trilha de terra ladeada por campos infinitos de trigo dourado. A caminhonete parou bruscamente sob um carvalho caído. Ele desligou o motor, agarrou-a pelos quadris e a içou para o colo dele, o vestido dela se amontoando na cintura.
"Porra, amor, você está tão molhada", ele rosnou, empurrando a calcinha dela para o lado. Os dedos dele deslizaram naquele calor apertado e escorregadio, bombeando devagar enquanto ela gemia na boca dele.
Lily arranhou a camisa dele, beijando-o com força, tudo língua e dentes, esfregando-se contra a mão dele. "Me come, Jake... me fode aqui mesmo", ela implorou, a voz pingando luxúria.
Ele não perdeu um segundo — levantou-a só o suficiente para alinhar aquele pau dolorido, então a jogou para baixo sobre ele, enterrando-se até as bolas na boceta encharcada dela. "Ah, merda... você é tão apertada", ele gemeu. As paredes dela se apertaram em volta dele como uma morsa enquanto ela cavalgava, os peitos balançando na cara dele, a caminhonete sacudindo a cada estocada.
Lily jogou a cabeça para trás, gemendo alto e sem vergonha. "Isso... mais forte, Jake... me fode até eu perder a cabeça!"
Ele agarrou a bunda dela, socando para cima nela, o tapa molhado de pele contra pele ecoando na cabine. Os fluidos dela encharcaram a calça jeans dele, as bolas, tudo.
"Lá fora", ele falou rouco, excitado demais para se importar. "Quero ver você aberta no meio do campo."
Os olhos de Lily brilharam maliciosamente. Ela saiu de cima dele num pulo, empurrando a porta para abri-la, tropeçando no trigo com uma risada que o incendiou. Jake a seguiu, o pau ainda duro como aço, agarrando-a pela cintura e imobilizando-a nos talos macios e dourados.
Ela se esparramou, o vestido levantado, a calcinha arrancada até os tornozelos, as pernas bem abertas — aquela boceta lisinha e reluzente implorando por ele sob o sol poente. "Me fode, Jake... bem aqui", ela arfou, os dedos cravando na terra.
Ele caiu entre as coxas dela, enfiando-se de volta, fodendo-a crua e fundo. "Você é minha, amor... todinha minha", ele grunhiu.
À distância, escondido atrás de um trator enferrujado perto do celeiro, Tom observava, os binóculos tremendo em suas mãos. Ele tinha saído para verificar a linha da cerca quando ouviu a caminhonete sair da estrada, viu a poeira subir, e a curiosidade — ou algo mais sombrio — o arrastou para mais perto. Agora ele estava parado, congelado, o coração batendo forte contra as costelas, vendo seu filho arrombar Lily como um maldito animal, os peitos dela saltando para fora do vestido, os gemidos carregados pelo vento. Jesus Cristo do caralho... ela é uma deusa dos infernos, ele pensou, o pau velho inchando dolorosamente dentro da calça jeans, mais grosso e mais duro do que estivera em anos.
As coxas cremosas dela, aquela bundinha apertada quicando a cada estocada — era demais. Ele agarrou a borda do trator, a respiração irregular. Ela é esposa do Jake... minha nora... mas porra, eu venderia minha alma para provar essa boceta, ele pensou. A vergonha queimou através dele, mas a luxúria a afogou. A mão dele deslizou para baixo, acariciando-se através do jeans enquanto os gritos de Lily alimentavam um fogo que ele não conseguia apagar.
De volta ao campo, Jake rugiu ao gozar, bombeando porra quente fundo dentro dela. Lily estremeceu sob ele, o próprio clímax encharcando o chão. Eles desabaram, ofegantes, emaranhados no trigo, alheios ao velho observando de longe, os olhos cravados nela, uma fome crescente que ele jamais conseguiria sacudir.
A caminhonete voltou a roncar na estrada de cascalho, os pneus rangendo enquanto Jake a conduzia em direção à casa da fazenda de seu pai. Os campos de trigo dourado desapareceram no retrovisor. Lily se esparramava ao lado dele, ainda recuperando o fôlego, aquele vestido de verão branco e transparente amontoado nos quadris, grudento de suor e da bagunça deles no campo. As coxas dela brilhavam, a boceta ainda formigando de onde ele a havia fodido crua sob o céu aberto, a porra escorrendo pelas pernas dela até o banco.
"Jesus, amor... você vai ser minha morte", Jake rosnou, uma mão no volante, a outra deslizando pela coxa dela. Seus dedos roçaram a calcinha encharcada dela, ainda empurrada para o lado da cavalgada selvagem.
Lily soltou uma risadinha, a voz rouca e exausta, afastando a mão dele sem muita convicção. "Você é o animal, Jake... me fodendo lá fora daquele jeito", ela disse. "Espero que ninguém tenha nos visto." Ela puxou o vestido para baixo, mas mal a cobria, aqueles peitos grandes forçando o tecido, os mamilos duros e escuros através do algodão úmido.
Jake sorriu, o pau se contraindo com o pensamento. "Quem veria?", ele perguntou. "Só vacas e milho por aí... a menos que o papai tenha binóculos ou algo assim." Ele riu da ideia, alheio à verdade, entrando na entrada de terra da velha casa da fazenda. A madeira desgastada e a varanda caída surgiram à vista.
Tom estava do lado de fora, encostado num mourão de cerca, o cabelo grisalho brilhando no sol tardio. Ele fingia mexer num rolo de arame, mas seus olhos fundos estavam cravados na caminhonete, aguçados e indecifráveis, uma tempestade se formando por trás daquele rosto encarquilhado. Ele tinha visto tudo — Lily aberta no trigo, gemendo como uma estrela pornô dos infernos enquanto Jake a socava sem dó — e aquilo acendera um fogo nele que ele não conseguia apagar. Ela é uma vadia gostosa... dançando por aí assim, gritando por aquilo, ele pensou, o pau se mexendo dentro da calça jeans, grosso e pesado com uma necessidade que ele não sentia há anos.
Jake saltou, batendo a porta, sorrindo como um tolo enquanto se espreguiçava. "Ei, pai! Chegamos — tá tudo bem aí?", ele chamou.
Tom assentiu rigidamente, forçando um sorriso, a voz mais áspera que o normal. "Sim, filho... tudo muito bem", ele disse. "Que bom que vocês chegaram." Seu olhar relanceou para Lily enquanto ela descia, as pernas bambas, aquele vestido de verão grudado em cada curva como uma segunda pele, os peitos balançando soltos por baixo, a barra subindo o suficiente para dar um vislumbre daquelas calcinhas de renda que ele já havia memorizado. Porra do caralho... ela é uma provocadora dos infernos, ele pensou, engolindo em seco, os olhos escurecendo com uma fome que ele não conseguia sacudir.
Lily captou o olhar dele por um segundo, rápido demais para decifrá-lo, e exibiu aquele sorriso brilhante e inocente. "Ei, Tom! Tem alguma cerveja gelada aí dentro?", ela perguntou. "Está mais quente que o cu do diabo aqui fora!" A voz dela era toda doçura, sem a menor ideia de que acabara de atiçar um fogo nas entranhas do velho que estivera frio por décadas.
Jake passou o braço em volta dela, alheio, conduzindo-a para dentro. "Vem, amor, vamos nos refrescar", ele disse. "O papai tem das boas guardada em algum lugar."
Tom seguiu atrás, as botas pesadas nos degraus da varanda, a mente um caos de culpa e luxúria crua e latejante. Ela é esposa do meu filho... mas Deus me ajude, eu mataria para provar essa boceta, ele pensou, o maxilar tenso, o pau forçando o zíper enquanto ele observava os quadris dela balançarem, aquele desejo proibido crescendo a cada passo que ela dava.
Dentro de casa, a fazenda era uma sauna, o velho ventilador de teto rangendo inutilmente no alto. Lily chutou as sandálias, andando descalça sobre as tábuas gastas, o vestido grudado nela como uma carícia de amante, delineando cada centímetro daquele corpo de arrasar.
"Porra, aqui dentro está mais quente que lá fora", ela murmurou, abanando-se com a mão. Os peitos balançaram com o movimento, alheios à tempestade que ela estava criando na cabeça de Tom.
Ela pegou um pano na cozinha, achando que ia ajudar, e começou a limpar a mesa de centro de carvalho arranhada na sala de estar. O calor do Tennessee pressionava como uma mão pesada, o suor se formando em seu pescoço, escorrendo lento e provocante pelo decote, encharcando aquela blusa fina até que ela ficasse quase transparente contra a pele. Ela se abaixou, a bunda para cima, aqueles shorts jeans cavados tão baixos que mostravam o começo da rachadura, o tecido cravando em suas nádegas como uma maldita promessa.
Tom sentou-se na varanda, agarrando aquela chave-inglesa enferrujada como se ela fosse salvá-lo, fingindo consertar uma espreguiçadeira quebrada. Seus olhos não paravam de disparar pela janela aberta, roubando vislumbres que ele sabia que não deveria tomar. Ela é linda demais... vou direto para o inferno por isso, ele pensou, a garganta seca como poeira, aquele pau encarquilhado inchando mais grosso a cada espiada.
Lily se endireitou rápido, pegando-o em cheio, o olhar dele cravado em seu peito como se ele estivesse faminto por aquilo. "Tom... o que você está olhando?", ela gaguejou, a voz trêmula, meio chocada, meio envergonhada. Aqueles mamilos se apertaram sob o olhar dele como se estivessem implorando por mais.
Tom se sacudiu como se tivesse levado um choque, as palavras tropeçando umas nas outras. "Eu... merda, não foi por mal, querida", ele deixou escapar. "Não liga para mim!" Ele se levantou de um salto, quase tropeçando nas próprias botas ao disparar para o quintal, o coração martelando contra as costelas como uma fera enjaulada. Porra, ela é esposa do meu filho... estou perdendo a porcaria do juízo, ele amaldiçoou em silêncio, aquele pau grosso latejando dolorosamente dentro da calça jeans.
Lily puxou a blusa para cima, cobrindo aqueles montes maduros, a mente girando como um pião. Ele viu meus peitos... ah Deus, isso é tão constrangedor pra caralho, ela pensou. Mas ele não fez por mal, certo? Foi só um descuido... Ela não queria ficar puta — porra, não conseguia — apenas deixou para lá com um encolher de ombros tímido e continuou esfregando, embora a pele formigasse onde os olhos dele a haviam queimado.
No final da tarde, o calor era um tirano dos infernos, levando-a ao banheiro para enxaguar a sujeira do dia. Ela se despiu devagar, deixando a água fria cair em cascata sobre suas curvas nuas, riachos escorrendo entre aqueles peitos pesados, pela barriga lisa, pingando daquela boceta lisinha e depilada que ela mantinha assim só para a boca faminta de Jake.
Ela suspirou, esfregando sabão na pele, a espuma grudando em seus mamilos enquanto ela se arqueava sob o jato. "Finalmente, um alívio... esse calor é uma desgraça", ela murmurou para si mesma. Seus dedos demoraram um pouco demais entre as coxas, roçando aquele clitóris sensível, um gemido suave escapando antes que ela se contivesse. Porra, agora não... o Jake está lá fora, ela pensou.
Ela saiu, enrolada numa toalha frouxa em volta do corpo molhado. Uma calcinha fio dental branca de renda — quase um trapo de tecido, do tipo que cravava na rachinha dela e mostrava cada maldita curva — estava jogada sobre o encosto de uma cadeira ali perto. Ela a tinha usado de manhã, a renda úmida ainda carregando o cheiro dela de horas de suor e aquele aroma almiscarado e fraco de excitação que Jake sempre provocava nela.
Tom entrou arrastando os pés alguns minutos depois, as botas raspando nas tábuas gastas do chão, com a intenção de pegar uma toalha no cabideiro depois de um longo dia fingindo que não estava perdendo a cabeça por causa dela. Seus olhos pousaram naquele fio dental minúsculo, ali como um chamado de sereia dos infernos, e ele congelou, o estômago se revirando com força. Calcinha da Lily... porra, por que estou olhando para isso? ele pensou. A vergonha gritou para ele dar meia-volta e correr, mas a luxúria rugiu mais alto, o pau dele inchando grosso e pesado na calça jeans.
Ele hesitou, dedos trêmulos roçando a renda, o tecido macio elétrico sob seu toque. De jeito nenhum... mas eu quero tanto... só uma cheirada, que mal vai fazer? ele barganhou consigo mesmo, perdendo a luta mais rápido que um pecador numa tenda de avivamento.
Ele a agarrou, levando-a ao nariz, inalando fundo — uma lufada doce e almiscarada da pele dela o atingiu, misturada com suor e aquele aroma inebriante da boceta dela. Seus joelhos quase dobraram, a mente girando. Ela cheira como o paraíso... estou ficando louco! ele pensou.
A luxúria tomou conta, afogando cada pingo de culpa. Ele se escondeu num canto escuro do banheiro, abrindo o zíper da calça jeans com mãos trêmulas. Aquele pau encarquilhado saltou para fora — grosso, cheio de veias, já pingando na ponta só com o cheiro dela.
Envolvendo o fio dental dela em volta dele, a renda provocando a haste, ele bateu uma punheta lenta e deliberada. "Lily... porra, sua boceta deve ser tão apertada...", ele murmurou baixinho, imaginando aquela boceta doce e lisinha pingando molhada e implorando por ele.
As punhetadas ficaram frenéticas, os quadris se enfiando no punho, o fio dental absorvendo cada gota de pré-gozo. "Ah merda... Lily...", ele gemeu baixo e gutural. Porra quente e pegajosa explodiu, salpicando a renda, pingando pelos nós dos dedos dele enquanto ele arfava, o peito ofegante como se tivesse corrido uma maldita milha.
A realidade desabou com força no segundo em que ele recuperou o fôlego. Que porra eu acabei de fazer? Ela é esposa do meu filho! ele pensou, o pânico o dominando. Ele correu para a pia, enxaguando o fio dental sob a torneira, esfregando freneticamente com sabão para apagar as evidências. Se ela descobrir, sou um homem morto, ele rezou em silêncio, as mãos tremendo, a água respingando pela borda.
Lily voltou ao banheiro mais tarde, a toalha ainda enrolada frouxa em volta das curvas molhadas, para jogar a roupa suja na lavadora. Ela avistou aquela calcinha úmida jogada sobre a cadeira, franzindo a testa ao pegá-la, aproximando-a — um cheiro forte e primitivo a atingiu, cortando os fracos resquícios de sabão como uma faca.
Os olhos dela se arregalaram, o coração dando um salto. Molhada? E... puta que pariu, isso é porra? ela pensou. Ela olhou ao redor — Tommy ainda estava fazendo a maior farra com os amigos, e Jake não batia punheta como um pervertido desesperado; eles fodiam sempre que bem entendiam.
A mente dela se fixou, um rubor subindo pelo pescoço. O Tom estava aqui... não, porra, será que ele...? ela se perguntou, o calor inundando o rosto, uma mistura distorcida de choque e vergonha dando um nó em seu estômago. Ele bateu uma com a minha calcinha? Isso é tão errado... mas por que não estou puta? O pobre coitado está sozinho há uma eternidade...
Ela ficou ali, dividida, o cheiro almiscarado pairando como um segredinho sujo que ela não conseguia sacudir. Sua boceta formigou de leve enquanto ela segurava o fio dental, um arrepio percorrendo-a que ela não ousava nomear.