Sua Professora, a Transexual
Greg estava atrasado para a aula. Ele correu pelos corredores. Eles eram bem rigorosos com pontualidade ali. A professora de saúde especialmente. Ela era muito focada nessas coisas. Greg já tinha se atrasado duas vezes essa semana. Ele não podia evitar que seu carro vivesse quebrando. A Sra. Sin era bem durona e não aceitava desculpas.
Greg só tinha começado seu último ano do ensino médio ali depois de completar dezoito anos alguns meses atrás. Ele estava preocupado com a impressão que estava causando. Chegou na porta da aula de saúde e olhou o relógio apreensivamente. Eram 7:58. Greg comemorou com um soco no ar. Não estava atrasado para a aula das 8:00. Ele rapidamente ajeitou a roupa depois de toda aquela correria e girou a maçaneta para abrir a porta.
Dentro da sala, todos os alunos já estavam sentados. Ele olhou e viu que a Sra. Sin tinha parado de ler o livro didático. Ele engoliu em seco, suando pela energia que acabara de gastar para correr até a aula.
"Fico feliz que decidiu se juntar a nós, Sr. Turner." A Sra. Sin se levantou de onde estava sentada em sua mesa e foi até o armário da classe, pegou um livro didático e o entregou a ele, "Sente-se agora, Greg. Não se atrase de novo."
Greg não discutiu. Ele caminhou até sua carteira e abriu o livro na página indicada no quadro.
"Você está atrasado de novo, G. Essa não é a quarta aula do Sr. Lee. Você não pode se atrasar para a aula de saúde da Sra. Sin." Andy, seu melhor amigo, sussurrou de uma carteira ao lado.
Greg não tinha se atrasado. Eram 7:58 quando ele entrou pela porta e a aula só começava às 8:00! Mas ele deixou pra lá, concordando com a cabeça e olhando para frente para ouvir a lição da Sra. Sin.
A Sra. Sin não era linda de morrer no estilo modelo anoréxica de Hollywood. Ainda assim, algo nela mantinha a atenção de Greg. Não é que ela não fosse bonita. Ela era. Ela também era muito intimidadora. Tinha quase um metro e oitenta, fato acentuado pelos sapatos de salto que ela sempre usava. Tinha cabelos longos e escuros e um sorriso caloroso, com lábios carnudos e cheios, além do batom carmesim que ela adorava.
Nada escondido na blusa da Sra. Sin estavam seus seios amplos. A saia preta que ela usava hoje esticava-se para se ajustar perfeitamente em volta de sua bunda grossa. Os olhos de Greg vagaram da lição da Sra. Sin para suas pernas lisas e musculosas. Ela pulou de volta para sua mesa, de frente para a turma, e cruzou as pernas. Os olhos de Greg lutavam para ver além do vale de carne das coxas para dentro de sua saia.
Ele sentiu um toque no ombro e olhou para Andy. "Eu nem sabia que tínhamos uma glândula ali, G. Essa matéria é louca. Por que você estava atrasado, afinal?"
Greg olhou de volta para a Sra. Sin e viu que ela tinha saído da mesa, estava de costas para eles, escrevendo algo no quadro negro. Greg olhou para Andy e sussurrou, "Eu não estava atrasado."
"Ah, estava sim. Por que você acha que a Sra. Sin te advertiu na frente da turma?"
Greg ficou nervoso, "Eu não estava atrasado. OK!" Ele disse um pouco alto demais.
A turma olhou para Greg. A Sra. Sin virou a cabeça e lhe lançou um olhar severo, que gradualmente suavizou.
"Você não estava atrasado, Sr. Turner? O relógio da sala conta uma história diferente." A Sra. Sin andou com passos lentos pelo corredor das carteiras até parar na de Greg, ela envolveu a mão no pulso dele e levantou o braço do relógio para mais perto de seus olhos.
"Mmmhmm." A Sra. Sin bateu com a unha no vidro do relógio dele e então apontou para o relógio da sala, "Seu relógio está um pouco adiantado aqui, Greg." Sua testa franziu por um momento, "Hmm.. isso é uma boa ideia." Ela apertou a mão dele e então a soltou. A Sra. Sin voltou para a frente da classe, seus quadris balançando.
"Classe," Ela começou, "O Sr. Turner levantou um ponto importante. Quero que todos vocês sincronizem seus relógios com o relógio da parede. Não se atrasem para esta aula." A Sra. Sin sorriu. Ela acrescentou, "É a mais importante, afinal." Concordando na direção de Greg.
A aula continuou de maneira habitual. Finalmente o sinal tocou e os alunos começaram a sair da sala. Greg pegou seus livros e foi em direção à porta.
"Espere aqui um momento, Greg." Ele ouviu a Sra. Sin chamar.
Os pés de Greg pesaram mais que o normal enquanto ele voltava para a mesa dela. Ele sabia que a Sra. Sin era disciplinadora e não queria cair em suas graças.
"Sim, Sra. Sin?"
"Ah, fico tão feliz que você ficou. Geralmente quando chamo os alunos para ficarem, eles já estão na porta. Dá muito trabalho trazê-los de volta aqui," Ela riu. "Quero te dizer..."
O sinal tocou de novo.
"Minha próxima aula chega em um minuto e você não deve se atrasar para outra aula. Vá. Só venha me ver depois da escola. Estarei aqui." Sua próxima turma começou a entrar pela porta. Greg concordou com a cabeça que tinha ouvido e escapuliu pela porta.
Ele se perguntou, o que foi aquilo? Ela ia dar uma bronca nele depois da escola? Greg não teve muito tempo para considerar as possibilidades antes de ouvir alguém chamar do fim do corredor, "Turner!" Era Andy. Greg andou mais rápido para alcançar o amigo pelo corredor movimentado.
"Ei G. O que aconteceu? Estou surpreso de te ver aqui. Achei que a Sra. Sin ia fazer um estofado de você."
"É culpa sua!" Greg gritou para o amigo, empurrando-o de brincadeira, embora não estivesse a fim de diversão. Ele só estava bravo com Andy. "Ela quer me ver depois da escola."
"Ah cara. Que droga. Aposto que ela quer te dar uma bronca sem alunos entrando."
"Você acha?" Greg murmurou.
Não houve resposta. Greg olhou e percebeu que Andy já tinha ido embora para pegar sua próxima aula. Greg ainda tinha alguns minutos para chegar a sua aula. Greg se forçou a ir rápido e correu para sua próxima aula, chegando bem na hora.
As horas passaram lentamente. Greg e Andy se encontraram no almoço e fizeram suposições sobre a reunião depois da escola com a Sra. Sin. Greg sempre poderia dizer que estava se sentindo mal se precisasse. Suas aulas da tarde passaram mais rápido. Até uma aula interessante de ciências não conseguia tirar sua mente do incidente na aula de saúde.
O sinal final tocou e enquanto todos os alunos corriam pelo prédio e saíam pelas portas, Greg andou devagar, matando tempo. Greg realmente se sentiu mal quando chegou na porta da aula de saúde. Estava escrito: Sra. Sin Sala 96 Aula de Saúde
Sua mão suada envolveu a maçaneta e a girou, abrindo a porta. Ele entrou e viu a Sra. Sin sentada em sua mesa. Ela estava corrigindo provas e não o reconheceu imediatamente. Ele fechou a porta, agarrando a alça da mochila e a tirou do ombro. Greg exalou alto caso a Sra. Sin não o tivesse ouvido.
"Sente-se. Já falo com você em um minuto." Ela não olhou para cima.
Greg sentou na carteira exatamente oposta à mesa dela. Ele juntou as mãos apreensivamente enquanto ela marcava algo em seu livro. Greg não pôde deixar de notar que alguns botões da blusa dela estavam desabotoados. Eles estavam abotoados no início do dia escolar. Ele tentou não olhar porque sentia que ela perceberia se o fizesse.
Seus olhos focaram no decote apesar dos desejos de seu cérebro. Não era como se os peitos dela estivessem saltando da blusa. Não era isso. Greg podia ver mais do que tinha visto pela manhã. Isso foi o que chamou sua atenção. Ele não admitiria, nem para Andy, mas havia algo na Sra. Sin que deixava Greg louco. Isso era evidente pela ereção crescendo nas calças de Greg.
Os olhos da Sra. Sin dispararam para os de Greg, "Fico feliz que você não fingiu esquecer de me ver depois da escola ou fingiu estar doente, ou algo assim," Ela revirou os olhos, "Você ficaria surpreso com o que alguns desses alunos tentam. Essa é a maneira de facilitar as coisas para você."
"Não entendo, Sra. Sin. Estou encrencado?" Greg tinha uma expressão confusa no rosto.
A Sra. Sin sorriu, "Não, querido. De jeito nenhum. Não queria te envergonhar tendo essa conversa durante a aula." Ela se levantou, andando até ele, "Greg. Eu gosto de você, então tenho te dado uma folga. Mas você precisa perceber que não pode se atrasar para minha aula. Você precisa se esforçar para chegar aqui na hora e uma vez que chegar, não pode conversar com seus amigos. Você sabe como isso é desrespeitoso?"
"Sim. Sim, Sra. Sin. Sinto muito. Meu carro não é confiável. Preciso..."
"Não," Ela o interrompeu, seu tom mais sério, "Não há desculpas. Entendeu?"
Greg concordou.
"Sou uma garota à moda antiga. Respeito é muito importante para mim. Você me mostra respeito e eu faço o mesmo. Sou sua professora e exijo sua atenção total nesta sala de aula. Tenha isso em mente da próxima vez que quiser se comportar mal na aula. Está dispensado."
Greg se levantou, seu rosto vermelho, e pediu desculpas novamente. Ele pegou sua mochila e fechou a porta da sala da Sra. Sin atrás de si. Ele não ia se atrasar amanhã.
Greg foi para casa e passou a maior parte da noite fazendo lição de casa. Ele conversou online com Andy, mas não entrou em detalhes sobre o que aconteceu depois da escola.
Já era a manhã seguinte. Greg saiu cedo para garantir que chegaria na hora. Ele foi um dos primeiros alunos em suas carteiras na aula de saúde. A Sra. Sin lhe deu um olhar, sinalizando que viu que ele estava no horário.
Não demorou muito e o sinal tocou e a aula começou. Começou com uma tarefa no livro didático. A Sra. Sin recolheu aqueles, então colocou seu giz no chão e esfregou o resíduo de seus dedos. Ela andou pelos corredores das carteiras lentamente.
"Esta é a aula de saúde. Fazemos mais do que apenas trabalho ocupado aqui," A Sra. Sin apontou para um livro didático na carteira de um dos alunos. "Conhecimento é poder, senhoras e senhores. Eu ensino as consequências do uso de drogas. Vocês aprendem o básico aqui sobre anatomia." A Sra. Sin passou pela carteira de Greg, seu braço deslizando sobre as costas dele enquanto ela se espremia pelo corredor.
"Mas também falamos sobre a vida, viver saudável e relacionamentos. Discutimos questões de sexo com um tom adulto. Pretendo usar minha plataforma aqui para ensinar que conhecimento também é tolerância. É hora de destacar a comunidade LGBT. Todos nós sabemos o que é isso?" A maioria da turma gritou afirmativamente.
"O 'T' em LGBT significa transgênero. Alguém pode me dizer o que é um transgênero?" A Sra. Sin perguntou à turma.
Alguém do fundo respondeu, "Não são aqueles caras que correm por aí com meias enfiadas na camisa e usam perucas e coisas assim?"
"Deixe-me explicar. E não grite da próxima vez." A Sra. Sin sentou-se em cima de sua mesa, "Esse é um assunto muito sensível que não tem sido tratado dessa forma por muitos anos. Você está pensando em um crossdresser. Ele ou ela, como quer que escolham se referir ao seu gênero, pode ser gay ou bissexual, mas não são necessariamente transgêneros. Pessoas transgênero são pessoas que se identificam primariamente com o gênero oposto e decidem fazer algo a respeito."
A Sra. Sin cruzou as pernas, "Isso pode significar homem ou mulher. Vamos pegar alguém que nasceu em um corpo masculino que se identifica com características femininas. Quando decidem começar esse processo, tornam-se transgêneros ou transexuais. Eles tomam hormônios e/ou colocam implantes de silicone nos seios. Eles vivem como o gênero oposto, nesse caso, como uma garota. Há transexuais pós-operatórios e pré-operatórios. Transexuais pós-operatórios passaram por cirurgia de redesignação sexual. Transexuais pré-operatórios não."
A Sra. Sin cruzou e descruzou as pernas novamente. Greg estava forçando os olhos para ver entre suas pernas maravilhosas.
"Também há algo chamado transexual não-operado. Geralmente chamamos essas mulheres de shemales. Elas vivem como mulheres e aumentaram seus seios de alguma maneira, mas também gostam do equipamento que receberam ao nascer. Vou ser direta aqui, turma. São senhoras com paus."
A turma riu da linguagem da Sra. Sin e da natureza séria da discussão sendo reduzida a isso. A Sra. Sin riu também e se reajustou na mesa. Foi então que os olhos lascivos de Greg tiveram sua visão completa. Para total surpresa de Greg, olhando de volta para ele estava a cabeça de um pênis flácido. Tinha que ter quinze ou dezoito centímetros flácido, metade dele para fora da calcinha rosa da Sra. Sin. Foi o choque da vida de Greg. A Sra. Sin era uma transexual. Uma SHEMALE!
A turma tinha se acalmado do comentário da Sra. Sin e ela continuou, "Shemales mantêm seus paus e têm o mesmo ou até um apetite maior por sexo do que a maioria dos homens e mulheres também. Elas gostam de usar seus pênis tanto quanto os homens. Muitas shemales são parceiras dominantes. Agora eu gostaria de..."
O sinal tocou.
"Ah certo. Vão. Saiam daqui, turma. Sem lição de casa hoje!" A Sra. Sin chamou enquanto os alunos começavam a arrumar as coisas para a próxima aula.
Greg fez o mesmo, com uma sensação de afundamento no estômago. Ele sabia o segredo da Sra. Sin. Ele não conseguia acreditar que sua professora era uma shemale. Todo aquele tempo ele estava babando e fantasiando sobre uma shemale!
"Greg. Venha aqui. Quero falar com você." A Sra. Sin olhou para ele.
O quê? Ela sabia que ele sabia? Muitos pensamentos loucos estavam passando por sua cabeça enquanto ele andava até a mesa da Sra. Sin.
"O que... O que foi, Sra. Sin?" Ele olhou para o chão.
"Quero te dizer que aprecio você estar na aula cedo hoje. Fico feliz que você aceita instrução e segue minhas regras aqui. Isso conta muito." Ela fez uma pausa, "... Tem algo errado, querido?"
"Não. Não, nada. Só tenho que ir para minha próxima aula." Ele gaguejou, ainda sem fazer contato visual.
"Tudo bem. Vá andando. Te vejo na aula amanhã bem cedo, certo?"
"Uh.. sim. Obrigado, Sra. Sin."
O resto do dia foi sem acontecimentos. Greg fez o possível para evitar todo mundo. Tanto que Andy correu para alcançá-lo depois da escola.
"O que há de errado, G?"
"Nada. Só nada."
"Você está pirado desde a aula de saúde! Vamos, que diabos está errado? Nem te vi desde o almoço."
"Eu disse nada!" Greg respondeu rispidamente.
Andy levantou os braços, "Ok. Ok. Estou indo." Ele foi embora em uma direção direta e deixou Greg sozinho. Sozinho com seus pensamentos. Como ele poderia continuar na aula da Sra. Sin sabendo o que sabia? Ele não conseguia nem encará-la. Essa era a mulher para quem ele estava se masturbando há meses! Ela tinha um pau! Um puta pau grande.
Greg dormiu até mais tarde na manhã seguinte. Ele resolveu perder a aula da Sra. Sin completamente. Greg chegou a tempo para a segunda aula e tentou tirar a aula de saúde da cabeça. Isso durou até a hora do almoço quando a Sra. Sin o encontrou no refeitório.
"Sr. Turner. Aí está você!" A Sra. Sin andou até a mesa de Greg, inclinando-se sobre ele e colocando os punhos na mesa, "Pensei que você ia chegar na hora para minha aula esta manhã. Imaginei que você estava doente quando não apareceu de jeito nenhum. Imagine como fiquei surpresa quando soube que você tinha vindo para a escola afinal, e bem a tempo para a segunda aula!"
"Umm... sim. Foi.. err... certo! Meu carro. Desculpe...." Ele olhou fixamente para seu almoço
"Sou professora há quase quinze anos. Não me insulte com essas desculpas, jovem. Isso é uma total falta de respeito. Quero te ver na minha sala depois da escola. Entendeu?"
"Sim... entendi..."
"Esteja lá, Sr. Turner." Ela o encarou.
Greg se arrastou pelo resto do dia, preocupando-se incessantemente em ver a Sra. Sin depois da escola. O sinal final tocou cedo demais. Greg sabia o que tinha que fazer. Ele andou pelos corredores como se fossem seus últimos passos, suspirando pesadamente na porta da sala da Sra. Sin.
A Sra. Sin estava sentada em sua mesa corrigindo provas como da última vez que Greg esteve ali. Dessa vez porém ela olhou para cima imediatamente para Greg, "Sente-se, Sr. Turner."
Greg relutantemente jogou sua mochila e sentou em uma das carteiras. A Sra. Sin rapidamente o seguiu e surpreendeu Greg sentando em cima da carteira onde ele tinha se sentado.
Ela começou imediatamente, "Sou boa juíza de questões e tenho a sensação de que algo está errado," A Sra. Sin cruzou as pernas, "Por que você matou minha aula hoje?"
Greg virou o rosto e murmurou algo que a Sra. Sin não pôde ouvir.
"Quero uma resposta, Sr. Turner." Ela lhe disse severamente.
"Eu... Eu não sei. Eu só..."
A Sra. Sin agarrou seu queixo e o usou para mirar seus olhos nos dela, "Olhe para mim enquanto estamos conversando." Ela o repreendeu.
"Não sei a resposta, Sra. Sin!"
Sua pegada em seu queixo ficou mais forte, "Você está mentindo para mim, Greg."
Greg lutou para se levantar, mas a Sra. Sin agarrou seus ombros e o manteve sentado na cadeira. Ela era muito mais forte que ele.
— Droga. Por que não consigo fazer você falar! Por que não me diz o que está errado! — ela gritou com ele, frustrada com a situação.
Lágrimas quentes e ardentes escorreram pelo rosto de Greg enquanto ele lutava para se levantar. — Eu vi você ontem! Tá bom. Você sabe. Eu vi que você tem... que você é... — Greg parou de lutar e baixou a cabeça.
As mãos da Sra. Sin de repente agarraram o ombro de Greg com tanta força que doeu. — O quê! O que você viu?!
— Você tem uma porra de um pênis! Foi isso que eu vi. A mulher pra quem eu tô batendo punheta tem uma porra de um pênis! — ele gritou de volta.
A Sra. Sin se deu conta de que ainda estavam na escola. Ela se levantou sem dizer uma palavra e abriu a porta para verificar se havia alguém por perto. O lugar estava deserto. Ela olhou para o relógio. Eram 16h. Os professores provavelmente já tinham ido embora também. A Sra. Sin fechou a porta novamente e a trancou. Ela caminhou até a carteira de Greg e sentou-se na carteira ao lado dele.
— Tá, então você sabe que eu sou uma transexual. Uma shemale. Tem algum motivo pra você estar evitando minha aula? Não vejo problema em ser uma shemale. Você vê?
— Não. Não. Acho que não. Me desculpa. Eu não queria te ofender. É que... eu não sei.
— É que...? É que... você tem se masturbado pensando em mim?
— Sra. Sin. Eu... me desculpa.
— Você não precisa se desculpar por isso, Greg. Você já assistiu minha aula. Sabe que não há nada de errado com a masturbação. Na verdade, é bem lisonjeiro que você pense em mim.
— Eu tô tão confuso, Sra. Sin. Eu tava tentando dar uma espiada em você, e aí... e aí... eu vi...
— Shhh, querido. Tá tudo bem. Eu entendo o que você tá passando. — A Sra. Sin se levantou e envolveu Greg com os braços, puxando a cabeça dele contra o peito.
— Você... você se sente confuso agora? — ela perguntou.
A cabeça de Greg estava enterrada no decote da Sra. Sin e ele não fez nenhum esforço para se soltar. Os montes grandes e macios de carne eram ótimos contra seu rosto, mesmo com a blusa dela vestida.
— Sentir isso é normal, querido. — Os braços dela acariciaram o pescoço e as costas dele. Ela pressionou os lábios contra a cabeça dele e o beijou carinhosamente.
O pau de Greg tinha crescido dentro da calça. Seu pau estava no comando quando suas mãos alcançaram o corpo maravilhoso da Sra. Sin e agarraram suas nádegas cheias.
— Eu poderia perder meu emprego por isso. Eu sei que você tem dezoito anos, mas ainda é antiético. — ela raciocinou brevemente. Seu pau tinha despertado e assustou Greg quando pressionou contra o peito dele.
A Sra. Sin removeu os braços e deu um passo para trás, sua ereção armando uma barraca na saia. — Tá tudo bem, querido. Por que não tentamos algo que nós dois com certeza vamos gostar? — ela sorriu.
Greg assentiu com a cabeça, mas ainda não tinha encontrado a voz.
A Sra. Sin se ajoelhou no chão e puxou as pernas de Greg para fora da carteira. Suas mãos pressionaram as coxas dele e finalmente começaram a apertar a ereção dele por cima do jeans.
— Isso é bom, né? — Suas mãos continuaram a apertá-lo.
— Sim! — ele guinchou.
A Sra. Sin riu baixinho, seus dedos ágeis encontrando o botão e o zíper da calça dele, ela os abriu lentamente até que a ereção ficasse coberta apenas pela cueca boxer.
— O que você tem pra Sra. Sin? — ela disse com uma voz rouca, puxando tanto a calça quanto a cueca de Greg pelas pernas. Seu pau duro saltou livre.
— Que pau lindo. Eu preciso colocá-lo na boca. A menos que você ainda esteja confuso? — ela perguntou maliciosamente.
— Não! Não, eu não tô, quer dizer.
A Sra. Sin umedeceu os lábios carnudos com a língua antes de envolvê-los ao redor da cabeça do pau de Greg. Essa era uma sensação nova e maravilhosa para Greg. A língua dela deu uma volta sobre a ponta. Ela criou um selo apertado ao redor do eixo e começou a enfiá-lo profundamente na boca. A Sra. Sin não parou até que seus lábios encontraram os pelos pubianos juvenis dele.
Ela tinha engolido todo o comprimento do pau dele na boca quase sem esforço. Ter cada centímetro do seu pau envolvido na boca dela era indescritível. As sensações conflitantes de quente, úmido e apertado se juntaram quando ela começou a chupar.
Greg foi compelido a empurrar os quadris para cima na boca sugadora da Sra. Sin. Ela sorriu ao redor do pau dele, girando a língua sobre o eixo. A Sra. Sin deixou tudo, exceto a ponta, sair da boca, pegajoso de saliva, e balançou a cabeça para frente e para trás nele.
Greg não conseguiria durar muito mais. Era bom demais. Ele era inexperiente e quando a Sra. Sin começou a rolar as bolas dele nos dedos, ele soube que não conseguiria evitar de gozar.
— Sra... SRA. SIN! Vou...! — ele exclamou. Para sua surpresa, a Sra. Sin respondeu garantindo que o pau dele estivesse completamente enterrado em sua boca, ela afundou as bochechas, criando um casulo de prazer.
O gozo bombeou pelo eixo e jorrou em golfadas da ponta do pau. A Sra. Sin manteve a boca firmemente enrolada nele, engolindo a carga com avidez. Greg lutava por ar, agradecendo à Sra. Sin pelo que ela estava fazendo.
A Sra. Sin engoliu as últimas gotas e só então deixou o pau murcho cair de seus lábios carnudos. Ela lhe deu um sorriso. Greg, dominado pelo que fizeram, puxou os lábios dela para os dele. A Sra. Sin respondeu sugando a língua dele para dentro de sua boca. Greg pôde até sentir o gosto do próprio gozo, mas não se importou. Isso era todos os sonhos molhados se tornando realidade para ele.
Os lábios dela estalaram contra os dele quando o beijo finalmente se rompeu. — Obrigado... muito obrigado, Sra. Sin. — Ele murmurou mais palavras de elogio pela chupada maravilhosa dela. Enquanto isso, a Sra. Sin desabotoou a blusa e os olhos de Greg foram presenteados com o banquete de seus seios. Ela alcançou as costas e, com um movimento rápido, tirou o sutiã também, largando-o junto com a blusa no chão.
Os grandes globos bateram um contra o outro e os mamilos dela pareciam convidativos demais. Greg imediatamente enterrou o rosto na carne protuberante. Seus lábios e língua encontraram os mamilos inchados dela e, para o deleite da Sra. Sin, ele começou a sugá-los. Ela envolveu as mãos ao redor da cabeça dele e arrulhou.
Greg finalmente olhou para cima dos seios dela e falou: — Eu também quero te fazer se sentir bem, Sra. Sin. Você quer que eu... que eu...?
Ele parecia tão doce e inocente entre os seios da Sra. Sin. As mãos dela acariciaram o cabelo dele gentilmente. Ela estava tão excitada que sua ereção estava queimando um buraco através da saia.
— Você quer dizer retribuir o favor? Você deveria saber, Greg, que se nós cruzarmos essa linha, não terá volta. E se a gente começar, não dá pra parar. Eu tô com muito tesão.
— Eu sei... — Ele olhou para baixo, para a barraca rígida na saia dela. Suas mãos deslizaram pela frente dela e apertaram a massa grossa em suas calças. — O que você quer que eu faça?
A Sra. Sin se levantou e pegou sua cadeira acolchoada da mesa. Ela a puxou até a carteira de Greg e sentou-se.
— Eu quero que você fique de joelhos.
Greg obedientemente caiu de joelhos diante da Sra. Sin. Ele olhou para cima, para ela, esperando mais orientação. A Sra. Sin estava nua da cintura para cima. Isso não era suficiente. Ela remexeu na saia e a arrastou pelas coxas e, finalmente, para fora dos saltos altos. Ela estava nua agora, sentada em sua cadeira.
Os olhos de Greg se arregalaram quando ele viu o pau dela totalmente duro. Tinha vinte e três ou vinte e cinco centímetros e parecia praticamente tão grosso quanto um taco de beisebol. Suas bolas lisas e sem pelos pareciam ovos de um dinossauro extinto. A Sra. Sin riu da expressão no rosto dele quando viu o pau dela. Ela adorava aquele olhar.
— Vou aceitar outro beijo agora, se você não se importar. Bem aqui. — Ela apontou para o pau.
Greg se aproximou de joelhos até ficar entre as pernas da Sra. Sin. Seus lábios tocaram o eixo dela com cuidado. Foi como eletricidade disparando através do pau dela.
— Faça isso de novo. — Sem fôlego, ela lhe disse.
Greg entendeu a deixa e beijou o eixo cheio de veias dela de cima a baixo. Seus lábios macios e jovens pareciam destinados ao pau inchado e rígido dela.
A Sra. Sin não conseguia mais esperar para colocar seu pau naquela boca doce. Ela agarrou seu pau e um punhado do cabelo dele. A Sra. Sin apontou o pau para a boca dele. — Eu vou te alimentar.
Greg abriu bem a boca. Ela usou a abertura para empurrar o pau entre os lábios. A cabeça roçou pelos lábios, entrando na boca dele pela primeira vez. Ela gemeu e deixou ficar ali por um minuto, absorvendo todo o prazer.
A Sra. Sin enfiou mais um centímetro na boca disposta de Greg. Ele não sabia o que fazer com a língua e a passou levemente sobre a cabeça do pau dela. Isso a encorajou a ir mais fundo. De repente, Greg pôde sentir aquele bastão gigante bater no fundo da sua boca pequena, ele momentaneamente entrou em pânico, tentando tirar a boca do pau dela, mas a Sra. Sin não permitiu. Ela segurou a cabeça dele com firmeza.
— Não se desespere!
Greg tentou se acalmar. Era difícil quando a Sra. Sin continuava enfiando mais da carne do seu pau na boca dele, até que a cabeça atingiu a abertura da garganta.
— Eu quero que você crie um selo a vácuo. — ela lhe disse.
Seus lábios e boca molhada se envolveram mais apertados ao redor do pau dela. A Sra. Sin jogou a cabeça para trás, mantendo o aperto firme na cabeça dele constante. Seus quadris começaram a se mover para frente e para trás, enfiando o pau para dentro e para fora da boca dele. Greg tentou repetir o que a Sra. Sin tinha feito com o pau dele e girou a língua ao redor do eixo. O pau dela era muito maior, no entanto. Cada vez ia mais fundo na boca dele e pressionava em sua garganta apertada.
— Eu sabia que ia ter você chupando pau em pouco tempo.
Greg suprimiu o engasgo com a carne grande. Ele chupou e manteve o selo a vácuo ao redor daquele dragão grande. Ele se lembrou do que a Sra. Sin tinha feito com ele e estendeu a mão para massagear as bolas dela. Seus dedos fizeram cócegas nas nozes grandes.
— Você aprende rápido! Isso é tão gostoso pra caralho. Eu tô perdendo minha força de vontade. Mas eu TENHO que ter seu cu.
A Sra. Sin puxou a boca sugadora de Greg para fora de seu pau inchado. A ponta saltou de sua boca, de uma cor roxa profunda e brilhante de saliva.
— A primeira gozada tem que ser no seu cu. Tire a roupa agora.
Greg respondeu puxando a camisa e tirando as calças que estavam nos tornozelos. Ele as jogou na pilha com as roupas da Sra. Sin.
A Sra. Sin admirou o corpo nu de seu jovem aluno. Seu pau bonito estava duro novamente. Ela mal podia esperar para entrar em seu buraquinho apertado.
Ela puxou Greg para seus braços e enfiou a língua na boca dele, sentindo o gosto de onde seu pau estivera momentos antes. As mãos da Sra. Sin desceram pelas costas esguias de Greg e pararam em suas nádegas. Ela amassou a pele macia que era tão boa em suas mãos. Greg derreteu em seus braços. Os dedos dela provocaram a fenda dele.
A Sra. Sin levou a mão entre os lábios deles e chupou o dedo. Ele puxou o dedo seguinte dela para a boca e fez o mesmo de forma obscena. A Sra. Sin deslizou esses dedos entre a fenda dele e esfregou seu cu pela primeira vez. Esse buraco não era mais privado. Era da Sra. Sin para saquear.
— Vire-se. — ela sussurrou entre os beijos.
Greg se afastou e virou o rosto para longe dela, virando a bunda em direção a ela. A Sra. Sin abriu as nádegas dele e sorriu. Ela envolveu os braços ao redor da cintura dele e trouxe a bunda dele para baixo contra a ponta de sua cobra.
— Vá com calma. Só vai descendo. — a Sra. Sin sussurrou no ouvido dele.
Greg cerrou os dentes enquanto a cabeça do pau da Sra. Sin pressionava através de seu esfíncter. O buraco virgem apertado poderia ter feito a Sra. Sin desmaiar, o prazer intenso era quase demais.
— Urgmumg..mm. — Greg lutou para aceitar a carne grossa do pau. A Sra. Sin usou seus braços firmemente como alavanca para puxá-lo mais para baixo e pressionou gentilmente para cima com os quadris, de modo que seu pau cavasse mais fundo em seu cu.
— Oooh.. isso é bom, Greg. Você tem que dar pra receber. Onde esse Greg esteve escondido o ano todo? Suas notas seriam muito melhores se eu tivesse esse cu desde o começo. — a Sra. Sin gemeu.
Mais e mais centímetros desapareceram dentro de Greg. Finalmente, as nádegas de Greg ficaram rentes às coxas dela. A Sra. Sin o segurou firme, começando a bombar contra ele, seu corpo fodia o dele. As paredes apertadas do cu dele se contraíram ao redor do pau dela.
— Quica pra cima e pra baixo. Eu quero que você monte no meu pau. — Seus lábios beijaram a orelha e o pescoço dele.
Greg se levantou hesitantemente do poste dela, a dor era intensa, mas o prazer que ele sentia também. Estar tão preenchido por pau e tão perto da Sra. Sin mantinha o pau dele duro como pedra também. Ele caiu de volta no pau dela. A Sra. Sin sentiu como se seu pau estivesse em um torno. Um torno de prazer.
— Isso, Greg. Continue assim pra mim.
O cu de Greg oferecia grande resistência a cada entrada do pau da Sra. Sin. Ela começou a jogar os quadris para cima, enfiando o pau no buraquinho dele.
— Seu... pau... é tão grande...
A Sra. Sin enfiou cada último centímetro em Greg. — Diga que você gosta! — ela lhe disse.
— Eu... eu gosto. Eu gosto! Sua porra de pau grande é incrível! — As palavras saltaram de sua boca.
— Diga quem é o dono do seu cu? Diga quem é o dono! — a Sra. Sin enfiou o pau para cima dentro dele.
— Você... você, Sra. Sin! Meu cu é seu. Só, por favor, não para de foder ele!
— Oh Greg. Querido. Eu vou ter que gozar logo. Oh amor, vem cá! — a Sra. Sin levantou a bunda dolorida de Greg parcialmente para fora de seu pau por um momento para que ela pudesse virar o corpo dele em direção a ela. Eles se abraçaram fortemente, os peitos da Sra. Sin pressionando contra o peito dele.
O pau dela deslizou até o cabo em seu cu novamente. Eles se beijaram famintos. A Sra. Sin enfiou o pau selvagemente no buraco dele. O corpo inteiro de Greg quicava para cima e para baixo a cada estocada como se ele estivesse montando em um pula-pula em vez da massa enorme de carne da Sra. Sin.
— Se prepara pra eu gozar! Esse cu tá implorando por isso!
— Ah, porra, Sra. Sin, goza dentro de mim. Goza!
A Sra. Sin jogou todo o seu peso em cada estocada e foi recebida pelo ávido vaivém de Greg em seu pau.
— AÍ VOU EU!
No segundo em que o pau da Sra. Sin estava enterrado totalmente no cu de Greg, ela liberou sua carga. A bagunça pegajosa inundou o cu de Greg. Seu buraquinho ordenhou cada gota. As línguas deles se misturaram assim como seus fluidos. O da Sra. Sin era impossível de ignorar enquanto bombeava para fora de seu pau.
— Me diga como você quer cada gota!
— Ah, eu quero, Sra. Sin. Eu quero!
A Sra. Sin não diminuiu o ritmo, enfiando o pau para dentro e para fora dele, suas bolas finalmente esvaziadas dentro dele. O gozo escorreu pelo pau dela e pelas pernas dela. Tanto a Sra. Sin quanto Greg lutavam para recuperar o fôlego. A Sra. Sin levou Greg para seus peitos. Ele beijou e sugou o mamilo dela.
Alguns minutos se passaram antes que alguém falasse novamente.
— Aula encerrada. — a Sra. Sin sorriu.
Ela ajudou Greg a ficar de pé, admirando o trabalho que ela tinha feito no cu dele.
— Então você vai ser o primeiro aqui na segunda-feira, certo?
— Ah, sim, Sra. Sin. Eu vou estar aqui. Eu prometo.
A Sra. Sin segurou o rosto dele e puxou seus lábios para os dela. — Não me faça vir te procurar de novo. Da próxima vez, não vou ser tão boazinha.
Greg vestiu suas roupas novamente e acenou um adeus. Ambos sabiam que isso era apenas o começo.
A Sra. Sin olhou seus arquivos, pegou o telefone e discou um número.
— Alô. Aqui é a Sra. Sin. Sou a professora de saúde do Greg. Estou ligando porque acho que o Greg se beneficiaria muito de aulas particulares. Por favor, me retorne para marcarmos um horário...
O pau da Sra. Sin começou a crescer novamente. — Quanto antes, melhor.