Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

Sua Nova Tia Favorita

CassiaPeireira11 min

Natalie veio para a casa de praia assim que as férias de primavera começaram. Ela estava feliz por estar quase terminando o último ano da faculdade e estava determinada a aproveitar ao máximo aquele ano. Ter a chance de se bronzear e reduzir aquelas sardas chatas fazia parte do plano. E quem melhor para passar o tempo do que sua Tia Jane?

Ela encontrou Jane esperando por ela, sentada na varanda da frente no ar quente da primavera. A brisa do mar bagunçava seus longos cabelos castanhos canela e beijava aquelas bochechas morenas e lisas. Jane nunca esteve tão bonita, usando um longo vestido branco e sandálias. Ela levantou os óculos escuros quando Natalie subiu a passarela, com a mochila pendurada no ombro como se ainda estivesse na primeira série.

"Ei, gatinha!" Jane sorriu. "Espero que esteja com fome! O almoço está quase pronto."

Natalie subiu os últimos degraus correndo e abraçou a tia. "Faminta! O que vamos comer?"

"Pizza caseira." Jane piscou e bagunçou o cabelo da sobrinha. "E uma salada, porque sua mãe nunca me perdoaria se eu deixasse você comer só besteira a semana inteira!"

Elas riram, e Natalie apoiou o rosto no ombro de Jane. Ele era largo, e Jane era mais alta que a maioria das mulheres. Na verdade, ela era diferente em vários aspectos.

Ela fora criada como menino junto com o pai de Natalie, mas desde que Natalie se lembrava, ela fez cirurgia de peito e tomou hormônios, tornando-se a mulher mais bonita de toda a família. Isso quase causou uma briga entre os pais de Natalie. O pai dela não queria perder o irmão que conheceu a vida toda, mas a mãe de Natalie insistia que Jane estava mais feliz assim. No fim, Jane levou o irmão para uma pescaria de fim de semana, e no final, eles fizeram as pazes. Natalie tinha uns quatro ou cinco anos quando isso aconteceu, mas ela se lembrava de Jane a pegando no colo e lhe dando um longo carinho no sofá.

Agora em Malibu, ela ofereceu sua casa para Natalie passar a semana. Jane finalmente conseguiu reconhecimento como nadadora olímpica e adorava postar fotos glamorosas online sobre sua rotina de natação na praia. Natalie deu "curtida" em cada foto que a tia postou.

Mas havia uma foto que ela salvou no celular. Tarde da noite, enquanto sua colega de quarto Christie dormia na própria cama, os dedos de Natalie vagaram para dentro da cintura da calcinha. Ela se tocou, encarando intensamente o rosto sorridente da tia, ainda molhada do mar, e o jeito como seu corpo de biquíni brilhava na luz do início da manhã. O jeito como suas curvas revelavam seios grandes e uma leve curva de um órgão diferente abaixo da cintura — algo que ela não havia removido com cirurgia, para surpresa de Natalie.

Ela seguiu a tia para dentro de casa, admirando todas as exibições de medalhas de competições de natação e fotos de premiações. Não passou despercebido a Natalie que não havia nenhuma foto da tia antes da transição. Mas ela sabia que era melhor não perguntar.

Depois de se instalar no quarto de hóspedes, Natalie arranjou uma desculpa para usar o banheiro.

Assim que entrou, ela sentou no vaso sanitário e puxou a calcinha para baixo.

Ela tirou o celular rapidamente.

Rolando até a foto que salvou, Natalie soltou um gemido suave. A visão de Jane em seu maiô, sorridente e molhada, era demais. Seus dedos rodearam o clitóris, provocando-o até endurecer, e ela sentiu seus lábios se umedecerem. Colocando um dedo dentro, Natalie mordeu a língua enquanto rodava a ponta. Ela imaginou que era Jane fazendo aquilo com ela. Que era a língua de Jane. O dedo de Jane. O sólido pau de menina de Jane entrando nela...

Ficou demais. Natalie conteve um guincho com a mão livre. Ela fechou os olhos, onda após onda jorrando através dela.

Ela disfarçou dando descarga quando já estava vestida novamente.

***

O almoço veio e passou rápido. Jane levou a sobrinha para a varanda dos fundos, que apontava para o mar. Elas aproveitaram margaritas e conversaram sobre faculdade, vida e garotos.

"Garotos, urgh..." Natalie balançou a cabeça. "Eu simplesmente não consigo lidar com eles hoje em dia."

Jane lançou um sorriso malicioso. "Não é fã do que eles têm no pacote?"

"Ai meu Deus—"

"Brincadeira, querida! Eu prometo!" Jane riu e mexeu um dedo longo distraidamente na bebida. "Eu sei, você é jovem. Ainda está se descobrindo. Não se preocupe. Você tem a vida inteira dos vinte anos para conhecer novas pessoas. Ter novas experiências..."

Sentada à sombra da varanda, Jane parecia tão adorável aos olhos de Natalie. Silhuetada pelo mar no entardecer, com os gritos distantes das gaivotas e as ondas quebrando atrás dela, ela poderia ser tema de uma bela pintura. No início, Natalie não percebeu, mas sua mão tinha deslizado para dentro da frente da calça jeans, esfregando até seu botãozinho. Ela abafou um gemido com a bebida, cruzando as pernas e torcendo para que a tia não percebesse nada.

Elas chegaram ao jantar algumas horas depois, saboreando comida japonesa para viagem da rua de baixo. Jane serviu duas taças de vinho branco para acompanhar a refeição. Ela se deleitou em ver Natalie comer à vontade e elogiou como ela manteve bem o peso longe dos quilos a mais durante a faculdade.

"Afinal," Jane provocou, "você não iria querer que algum cara ou garota perdesse seu melhor corpo!"

Natalie corou, o que só fez Jane rir. Ela passou o braço pela cintura da garota e puxou a cadeira dela mais para perto na mesa da cozinha.

"Só brincando, amor," ela sussurrou no ouvido de Natalie. "Você sabe disso, né?"

O rosto de Natalie ficou vermelho. Ela queria fugir, mas o peso do braço da tia em volta da cintura era demais. Não ajudava quando Jane se inclinou ainda mais perto e a beijou logo abaixo da orelha. Ela lutou para conter um suspiro — e um gemido.

Um beijinho, e ela já estava ficando molhada de novo.

"Hum..." Natalie se remexeu na cadeira, apertando as pernas juntas. "Eu... preciso ir ao banheiro."

"Vá." Outro beijo suave, dessa vez na bochecha de Natalie. "Eu limpo aqui, tá?"

Enquanto corria para o banheiro, Natalie ficou grata por realmente precisar fazer xixi. Todo aquele vinho branco e guioza tinham passado direto por ela. Mas mesmo enquanto usava o vaso, ela lutava contra o impulso de provocar a mão ao longo da boceta e imaginar o que a tia poderia fazer com ela. Ah, as coisas que fariam, se ao menos pudessem...

***

Era hora de dormir algumas horas depois. Natalie desejou boa noite a Jane e correu para o quarto. Ela tentou dormir, mas sem sucesso. Se revirando no escuro, ela queria gozar de novo, mas não queria fazer barulho. Saber que Jane poderia ouvir seu gemido abafado...

"Ei, querida," uma voz chamou.

Natalie congelou. Com a mão dentro da calcinha, ela estremeceu.

Olhando para cima, ela viu Jane de roupão, parada na porta. As luzes estavam apagadas, mas Jane parecia deslumbrante na luz da lua que entrava pela janela de Natalie.

Ela via cada curva através daquele roupão de seda. Seus dedos se contorceram para se dar prazer novamente.

"Não quis interromper, mas achei que você estava tendo um pesadelo." Jane sorriu maliciosamente. "Acho que é outra coisa, hein?"

"Tia Jane..." Natalie franziu a testa. "E-eu sinto muito, eu não—"

"Shh." Jane se aproximou. Ela sentou na cama ao lado de Natalie, envolvendo-a em seus braços. "Está tudo bem, bebê. Você está bem."

Natalie fechou os olhos e se apoiou no peito da tia.

"Sabe, eu também me sinto sozinha." Jane deu de ombros. "Não tenho mais encontros. Tipo, metade dos caras daqui ficam estranhos quando descobrem que sou trans. Quer dizer, alguns são legais com isso, mas não tem segundo encontro, e esquece ir para a cama comigo..."

"Você é linda," Natalie deixou escapar.

Jane encarou, a sobrancelha levantada. "Você acha?"

Natalie assentiu.

Quando um sorriso surgiu no rosto de Jane, ela se inclinou para frente. Natalie pôde ouvir sua respiração acelerar.

Seus lábios se encontraram num beijo rápido. Natalie piscou. Jane riu e a beijou de novo.

Mas no terceiro beijo, sua língua passou pelos lábios de Natalie.

Gemendo, Natalie se agarrou ao corpo atlético da tia. Elas tombaram de volta na cama, mãos se movendo por toda parte, provocando através dos cabelos e ao longo da pele nua. Jane atrapalhou-se com o roupão, tirando-o às pressas, enquanto Natalie arrancava a camiseta de dormir e o sutiã. Quando seus mamilos ficaram livres, Jane sorriu. Ela deslizou para frente, lambendo-os um de cada vez o mais devagar que podia. Sua boca sugou cada seio, e Natalie não conteve o gemido que veio do fundo da garganta.

Enquanto se despiam até a lingerie, Natalie percebeu a hesitação de Jane. Ela tirou a própria calcinha, jogando-a para o lado da cama. Mas Jane foi mais devagar, respirando pesadamente, enquanto se desprendia e deslizava suas peças íntimas de renda para baixo.

Ela tinha uma ereção completa, mas sem testículos pendurados embaixo. Natalie admirou o brilho do pré-gozo naquele órgão pulsante, e quase se aproximou para provar.

"Ohh..." Os olhos de Jane brilharam na luz. "Você quer experimentar isso, docinho? Fique à vontade."

Natalie colocou os lábios no pau de menina. Enfiando-o todo na boca, ela fechou os olhos e começou a chupar. Sentir sua tia empurrar contra seu rosto era incrível. Ter aqueles dedos longos se enrolando em seu cabelo, segurando Natalie no lugar. Ela ouviu Jane gemer e choramingar, e adorou o jeito como podia fazer aquela mulher se sentir tão bem. Retribuindo por cada fantasia noturna que ela já tinha passado pela cabeça, encarando aquela foto de maiô...

Elas continuaram até que ela sentiu uma breve pontada na boca. Quando Natalie abriu os olhos, Jane estava respirando forte e a segurando pelo cabelo. Ela gentilmente afastou a sobrinha e olhou para baixo, para seu pau liso e ansioso.

"Acho," ela sussurrou, "que podemos tentar algo." Os olhos de Jane brilharam no escuro. "Você toma anticoncepcional para as menstruações, né?"

Natalie assentiu.

"Bom. E eu fiz testes recentemente, então devemos estar bem. Agora..." Mãos fortes empurraram Natalie pelos ombros para baixo, enquanto o sorriso de Jane se alargava. "Deite-se, gatinha. Deixe eu te amar um pouco mais profundamente..."

Ai, Deus, Natalie pensou, elas realmente iam fazer isso. Ela sorriu e entrelaçou os dedos com os de Jane enquanto sentia a ponta do pau deslizar ao redor de seus lábios. Gemendo, Natalie fechou os olhos. Ela soltou um suspiro quando Jane mergulhou dentro dela, centímetro por centímetro, e ela envolveu as pernas na cintura da tia. Sentir ela dentro de si era incrível. Um encaixe perfeito, considerando toda a brincadeira que Natalie fez com seus próprios brinquedos sexuais em casa.

Jane foi avidamente para outro beijo, se pressionando em cima de Natalie. Seus seios se espremeram juntos, mesmo enquanto o pau de menina de Jane entrava e saía da sobrinha. Natalie guinchou, beijando a tia de volta e flexionando os quadris. Ela queria ir tão fundo. Mesmo que não pudesse engravidar, o pensamento de sua tia enchendo seu útero fazia seus dedos dos pés se curvarem de prazer. Natalie pressionou a boca na lateral do pescoço de Jane, gemendo contra sua pele nua e suada.

"Isso, isso, garotinha..." Jane riu, empurrando um pouco mais devagar. "Ohh, que garota tão boa...!"

"Te amo, eu te amo..." Natalie estava perdida numa onda de balbucios, murmurando no pescoço da tia. Ela fechou os olhos e cavalgou o máximo que pôde.

Quando o fim veio, Natalie também veio. Ela gritou, sentindo uma correria abaixo da cintura, enquanto o pau de Jane tremeu dentro dela. Uma súbita onda de esperma veio, quente e escorregadio, e Natalie riu enquanto sua tia a enchia. Um pouco do sêmen dela escorreu para as coxas de Natalie, mas ela estava tão delirantemente feliz que não se importou. Elas desabaram de volta na cama num emaranhado suado, se beijando suavemente enquanto Jane terminava de bombear para dentro de Natalie.

Uma vez que seu pau de menina amoleceu, ela puxou para fora. Um rastro de esperma escorreu pelas pernas e lençóis de Natalie. Ela não se importou nem um pouco. Arfando por ar, ela esfregou as costas da mão na testa, limpando o suor na linha do cabelo.

"Isso..." Natalie riu. "Isso foi maravilhoso... o-obrigada, Jane..."

"Shh." Jane se inclinou para um beijo na testa. "De nada, querida. Agora, vá dormir." Ela piscou, seu pau pulsando contra a perna da sobrinha enquanto ela se ajeitava de volta sob as cobertas com ela, braços apertados em volta da cintura de Natalie. "Temos uma semana inteira disso pela frente, e eu não quero perder um segundo..."

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