Contos eróticos para ler inteiros.

Gays

Show de Sexo ao Vivo do Tio

roniel_200635 min

Dillon estava de pé, vendado e exposto, no meio do quarto do tio Matt. O rapaz alto e esguio de 18 anos vestia apenas uma jockstrap verde brilhante que o tio lhe dera justamente para esse propósito. Seu tronco magro e estreito era modestamente tonificado. Braços e pernas longos contribuíam para sua aparência, algo entre desajeitada e graciosa. Sua forma tendia ao atlético, mas ele não venceria nenhum concurso de homem forte.

Seu cabelo liso, loiro escuro com um brilho dourado natural onde a luz batia, caía logo abaixo dos ombros. Lábios de um rosa avermelhado profundo se entreabriam com a respiração nervosa. Os ângulos de seu rosto evidenciavam a beleza peculiar de um jovem modelo, jovial e marcante.

Escondidos atrás da venda, um par de olhos brilhantes e gentis aguardava para contemplar suas circunstâncias misteriosas. O arco de suas sobrancelhas se elevava, sua testa franzida de preocupação.

O tecido do bolso da jockstrap se esticava severamente, tentando conter seu conjunto genital substancial. Tio Matt tinha bom instinto para escolher uma peça que realçasse os dons naturais de um homem.

E Dillon certamente sentia que suas partes íntimas estavam realçadas, para seu constrangimento. Ele estava tenso, no limite com a consciência de que seu corpo nu estava sendo transmitido ao vivo para um número desconhecido de estranhos.

Tio Matt se posicionou atrás do sobrinho e circulou os braços ao redor do rapaz esbelto. Suas mãos pressionaram a carne de Dillon, sentindo seu peito em forma, seus flancos finos, descendo por sua barriga lisa. Dillon reprimiu um arrepio provocado por esse escrutínio manual. Dillon era um jovem simpático e atraente, mas ainda não havia mergulhado no mundo das interações físicas íntimas com outras pessoas. Ser tocado assim era totalmente novo, mas ser tocado pelo próprio tio era particularmente inquietante.

O homem mais velho continuou, suas mãos tateando até o volume do bolso da jockstrap de Dillon. Esse novo contato fez Dillon se sobressaltar.

"Hhhhnn", respirou o adolescente. "T-tio..." Seu comportamento, já tenso, ficou agitado enquanto a mão grande manipulava suas partes. No que ele tinha se metido? Será que aquilo valia mesmo a pena?

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Dillon estava decidido a comprar um carro usado. Ele trabalhava meio período enquanto terminava o ensino médio, mas ainda precisava de mais dinheiro. A mãe de Dillon sugeriu que ele fosse visitar o tio Matt. O homem era inteligente e certamente conseguiria pensar em algo. Dillon pegou o carro da mãe emprestado e dirigiu até a casa do tio para uma conversa.

"Posso lhe dar uma parte", disse o tio Matt. Eles estavam na cozinha de Matt, bebendo café. Matt era um cara tranquilo e adorável, e sempre fora gentil com Dillon. Aos 31 anos, era bem mais novo que a mãe de Dillon. Ele era alguns centímetros mais alto que Dillon e estava em boa forma e era bastante bonito, não que Dillon reparasse nesse tipo de qualidade no próprio tio.

Matt olhou para o nada, contemplando o pedido do sobrinho por um momento. Seu olhar se voltou para Dillon, percorrendo-o de cima a baixo. "Sei como você pode ganhar o resto", disse finalmente. "Se estiver disposto."

"Qualquer coisa!", respondeu Dillon animado.

Matt agarrou o ombro do sobrinho e colocou a mão em seu peito. "Você é um cara ativo."

"É mesmo?", respondeu Dillon com um tom questionador. "Estou na equipe de natação e na de atletismo. Você sabe disso."

"Você é magro", disse Matt, deslizando as mãos pela estrutura esbelta de Dillon. "Não quero assustar você quando disser isso. Você não vai surtar, vai?"

Dillon já estava um pouco incomodado com a maneira como o tio o apalpava. Mas pensou em seu objetivo. Pensou no carro.

"Não", disse Dillon. "Não vou surtar. Prometo." Deu um grande sorriso ao tio, esperando que fosse convincente.

"Bem", disse Matt, deslizando a mão por baixo da camiseta de Dillon, tocando seu abdômen firme. "Há muita gente que pagaria para ver um cara como você... nu."

"Nu?!", exclamou Dillon, recuando. "Do que diabos você está falando?!" Ele queria dizer 'que porra', mas mesmo nas circunstâncias atuais, ele era eterno servo de seu condicionamento. Fora ensinado a ser sempre educado, e mesmo agora, Dillon não conseguia se libertar de seus modos.

"Um rapaz jovem e em forma como você, corpo lapidado pelos esportes da escola. Você tem 18 anos agora. Tem muito a oferecer. E as pessoas vão oferecer muito a você."

"Bem... mesmo que eu dissesse sim, como isso funcionaria?" A curiosidade se misturava com a dúvida. Ele queria aquele dinheiro e poderia considerar deixar de lado seu conforto pessoal para consegui-lo.

"Eu criaria um canal de webcam para você. As pessoas assistiriam pelo computador e enviariam gorjetas."

"Você quer me transformar em um camboy?!", perguntou incrédulo.

Matt riu. "Sim, acho que sim. Mas tem mais."

"Como o quê?", perguntou Dillon, desconfiado.

"Se não me engano, você gosta de caras, certo?"

Dillon ficou surpreso. Ele não tinha contado a ninguém da família, mas sabia muito bem que achava os homens atraentes. Ele não sabia se era gay ou bi ou pan ou sei lá o quê, mas sabia que certos caras o excitavam. E tinha pastas no computador cheias de pornô para provar.

"Bem, sim, mas... como você sabia?"

"Chame de intuição. Eu mesmo gosto muito de companhia masculina. Faz um tempo que tenho pensado em você. Bem, de qualquer forma, quero dizer que posso, hum, guiar você. Na câmera, quero dizer. Dois caras vão render muito mais dinheiro do que você sozinho."

Dillon ficou pasmo. "V-você quer dizer... que quer que eu... faça coisas... com você? Em uma transmissão ao vivo?!"

"É exatamente o que quero dizer." Nesse momento, a mão de Matt voltou ao abdômen de Dillon. "Você parece estar em ótima forma. Mas eu gostaria de ver com o que estamos lidando. Tudo bem?" Ele segurou a barra da camiseta de Dillon, esperando uma resposta.

"Hum...", Dillon hesitou. Sua mente rodopiava com um turbilhão de choque e possibilidades. "Sim", disse finalmente. Matt puxou a camiseta do adolescente pela cabeça. Dillon ergueu os braços e ela saiu.

"Ah, muito bom", disse o tio Matt, os olhos cravados no corpo nu do sobrinho. Suas mãos percorreram a frente magra e sexy de Dillon. O adolescente era lisinho, sua pele perfeita exibindo os suaves vales e montes de sua forma esbelta. Os únicos pelos visíveis estavam nas axilas e uma pequena quantidade nos antebraços.

O adolescente estava horrorizado, congelado no lugar sob essa inspeção. Mas apesar do choque, ele se sentiu ficando meio duro enquanto Matt provocava sua tenra carne jovem. Muito contra sua vontade, ele sentiu seus jeans ficando mais apertados na frente.

"Hmmm-mm-mm-mm", Matt riu com um satisfeito murmúrio. Sua mão foi até o volume do sobrinho e apertou.

"--Ah!", Dillon guinchou. Atordoado, sua postura estava rígida, seus olhos arregalados e seu queixo caído.

"É, isso vai funcionar muito bem", disse o tio Matt com um sorriso satisfeito. "Você é um talento natural, Dillon." Levantando a outra mão, ele afastou o cabelo do garoto, prendendo-o atrás da orelha. "Você é tão lindo." Ele tomou o lado do rosto bonito de Dillon na palma da mão, acariciando sua bochecha vermelha com o polegar, admirando a adorável estupefação de Dillon. "O jeito como você responde ao meu toque... perfeição." Sua mão flexionou no pau duro de Dillon.

"Bem, agora", ele disse. "Eu estou satisfeito com você. Mas você está satisfeito com a minha oferta? Quero que você entenda o que está aceitando."

Tio Matt abriu o zíper de Dillon, permitindo que sua cueca se expandisse para fora com sua carga inchada. Ele deslizou a mão sobre o tecido apertado, traçando as curvas do pau e das bolas do sobrinho.

"Eu quero muito conseguir esse dinheiro para você. E posso quase garantir, se você seguir meus planos." A outra mão avaliou o peito de Dillon, os dedos brincando com seus mamilos empinados. "Não quero que você aceite, depois surte no meio e fuja. Então pense bem. Você está disposto a me dar tudo o que eu quero..." Sua mão foi para trás, dentro dos jeans de Dillon, para apertar os montes carnudos de sua bunda. "... para conseguir tudo o que você quer?"

O coração de Dillon disparou. Tio Matt estava tão perto, suas mãos tomando posse de seu corpo, seus olhos consumindo sua presença submissa. "Tipo... nós vamos fazer aquilo, tipo... até o fim?", perguntou Dillon. Um problema se formou em sua testa enquanto barreiras de tabu se quebravam e perspectivas perturbadoras se abriam.

Dillon olhou para o tio com novos olhos. Em seu estado excitado, com os hormônios adolescentes correndo por ele. Ele podia admitir que o tio Matt era meio... gostoso? Onde o físico de Dillon era magro e sutil, Matt era mais encorpado, com uma constituição mais abertamente forte. Pela primeira vez, perguntas sobre o pau do tio se formaram em sua mente. Como era? Quão grosso? Quão comprido?

Dillon abaixou a cabeça, fechando os olhos para afastar os novos pensamentos confusos. Matt soltou o sobrinho e deu um passo para trás.

"Eu sei que acabei de soltar uma bomba em você", disse Matt com simpatia. "O velho tio Matt é um verdadeiro tarado, Dillon. Só que não tenho vergonha disso. E você não deveria ter vergonha de ganhar uns trocados." Matt entregou a camiseta de Dillon e recuou. "Eu realmente acho que você é o material ideal para esse tipo de coisa. Olha como você está excitado."

Dillon vestiu rapidamente a camiseta e puxou a barra para baixo numa tentativa de cobrir seus jeans abertos e o volume constrangedor.

"Toda essa sua vibração de 'amador ingênuo' vai funcionar muito bem com as massas taradas prontas para desembolsar a grana. Tire um dia para assimilar isso. Pense na minha oferta. Se aceitar, venha aqui em casa no sábado às 20h."

Dillon, sentindo-se vermelho de calor, enfiou-se de volta nos jeans e fechou o zíper enquanto voltava para o carro. Por todo o caminho de volta e durante todo o dia seguinte, ele lutou com impulsos conflitantes.

A própria ideia era doentia. Eles eram parentes. Claro que não deveriam fazer aquilo. Tio Matt era um doente e Dillon deveria ficar longe. Mas então, por que o pau de Dillon ficava duro toda vez que ele pensava naquele momento na cozinha, com as mãos do tio Matt por todo o seu corpo? Ele queria voltar e continuar de onde pararam. Ele queria a mão grande e quente de Matt apertando seu pau. Ele queria abrir as calças de Matt e enfiar a mão lá dentro para sentir a cobra grossa do homem. Mas aquele era seu tio! Ele não podia!

Essas ideias eram incompatíveis.

Dillon também sentia uma obrigação. Ele pedira ajuda ao tio, e Matt fora gentil o suficiente para lhe oferecer uma solução. Uma solução alucinante e vulgar, mas uma solução. Ele não queria parecer ingrato. Não conseguia escapar de seus malditos modos.

E no fim das contas, se significasse conseguir o dinheiro, um pouco de incesto realmente machucaria alguém?

Mas fazer qualquer coisa daquilo, ficar nu, fazer sexo, na frente de uma câmera? Com estranhos assistindo? Essa era mais uma camada de angústia. O adolescente ansioso não queria se abrir para uma plateia crítica e lasciva. Ele não sabia se seria melhor ou pior que todos fossem anônimos, escondidos pelo véu da internet. Eles poderiam estar pelo mundo todo. Alienígenas, desconhecidos para ele, mas entrando para assistir seu corpo jovem e nu realizar atos obscenos.

Ugh. Dillon estava todo confuso. Sua cabeça era uma bagunça, uma tabulação constante de prós e contras, mas sem nunca chegar a uma conclusão. O dia fatídico chegara. Ainda não convencido do plano distorcido, Dillon mesmo assim foi para a casa do tio. Sem o carro da mãe, ele foi forçado a pegar o ônibus. A jornada era mais um argumento a favor de fazer o show de sexo para conseguir dinheiro para um carro.

Ao chegar, tio Matt recebeu o sobrinho com um grande sorriso. "Então, você decidiu?", perguntou.

"Bem... eu estou aqui, não estou?", disse Dillon de forma evasiva. Ele evitou o olhar do tio Matt, cruzando os braços timidamente sobre o tronco, como que para se esconder da decisão iminente.

"Sim, estou vendo. Mas você tem certeza?" Ele colocou uma mão tranquilizadora no ombro de Dillon. "Preciso saber antes de começarmos. Nós vamos fazer isso?"

A hora havia chegado. Com grande apreensão, Dillon fez contato visual com o tio Matt e acenou afirmativamente. "Sim", disse com timidez. "Sim", repetiu sua afirmação com mais confiança.

"Fantástico", disse Matt. Ele levou o sobrinho ao banheiro do andar de cima. Ele instruiu o jovem sobre os rigorosos procedimentos de limpeza e apontou para o novo pacote de cueca que ele deveria vestir. Matt saiu e Dillon se despiu. Ele tomou um banho, prestando atenção especial, com sabão, em seu buraquinho, como o tio Matt havia instruído. Depois de terminar e se secar, ele abriu o pacote de cueca.

Era uma jockstrap verde. Aquela escolha de peça escassa parecia especialmente projetada para roubar sua dignidade. Ele vestiu a peça, enfiando suas partes no pequeno bolso. Ele se olhou no espelho. Ele parecia bem, mas se sentia tão ridículo naquela cueca reveladora. Sua virilha protuberante com seu pau e bolas mal escondidos empurrando para fora. O cós se ajustava firmemente ao redor de sua estrutura estreita, cavado baixo nos quadris. As duas tiras traseiras emolduravam as curvas redondas de sua bunda nua. Ele mal tinha começado e Dillon já se sentia envergonhado.

O adolescente tenso se vestiu novamente com sua camiseta e jeans. Com medo correndo por seu coração, ele se despediu da solidão do banheiro e de seus últimos momentos de privacidade por um bom tempo.

Tio Matt esperava para conduzir Dillon até o quarto. A cama de Matt estava empurrada contra uma parede e, perto do pé, havia uma mesinha com um laptop. Havia um tripé com uma câmera apontada para o lado da cama, e outra câmera com tripé para o espaço vazio no centro do quarto.

"Para nossa proteção", disse Matt enquanto colocava uma máscara preta barata de bandido. "Não quero que ninguém nos identifique." Para Dillon, ele tinha uma venda, que amarrou sobre os olhos do jovem. "Só para manter as coisas interessantes", disse com ar perverso. Dillon não tinha certeza sobre ser incapacitado assim. Apesar de sua reserva, ele não fez objeção, sempre deferente aos seus superiores. Talvez fosse melhor bloquear a tela do computador e as câmeras.

"Ok, vou iniciar a transmissão ao vivo agora", anunciou o tio Matt. Ele foi até o laptop e Dillon o ouviu teclando. Pouco depois, ele sentiu a presença do tio ao seu lado novamente.

Assim que alguns visitantes entraram no chat, o tio Matt começou a falar. "Oi, pessoal. Obrigado por aparecerem. Vamos ver algumas gorjetas para começarmos!" Ele começou a tocar Dillon por cima das roupas. Energia nervosa fluía por ele. O tio parecia saber exatamente onde cutucar o pobre Dillon, pressionando um mamilo, esfregando a parte interna da coxa, acariciando seu abdômen inferior. Matt estava realmente se empolgando, e o adolescente sentiu seu pau crescendo dentro das calças.

"Meu rapazinho aqui quer tirar as roupas, pessoal. Não é mesmo?"

"S-sim, tio", disse Dillon timidamente. Ele estava na verdade mortificado com a ideia, mas sentia que precisava ser um bom esportista para o tio.

"Ajudem-no enviando essas gorjetas, pessoal", disse Matt. Ele apalpou a frente dos jeans do sobrinho, deleitando-se com o controle carnal ilícito que exercia sobre o adolescente passivo.

Com um tema jovem e gostoso como Dillon, fofo, ruborizado e excitado, o chat foi rápido com as primeiras gorjetas. *Ding!* *Ding!* *Ding!*, cada nova doação soava pelos alto-falantes do laptop. Tio Matt leu as informações atualizadas dos espectadores. Já várias dezenas de pessoas e cinquenta dólares arrecadados.

"Ok, obrigado pelas gorjetas, pessoal. Aqui vamos nós." Matt estourou o botão dos jeans de Dillon e abriu o zíper. Ele descolou o jeans apertado pelas pernas finas e Dillon se curvou para tirá-los dos pés. A barra da camiseta terminava logo antes do bolso verde brilhante de sua jockstrap, mostrando um pacote generoso.

"Olhem só para isso", disse Matt, lambendo os lábios. Ele esfregou a barriga de Dillon, logo acima do bolso protuberante do garoto. "Vocês querem ver mais?"

*Ding!* *Ding!*

Logo, Matt estava arrancando a camiseta de Dillon, deixando o adolescente envergonhado com nada além de sua jockstrap bem recheada.

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E foi assim que Dillon acabou nessa situação, seu corpo esbelto descoberto, com seu tio, por trás, agarrando seu pau que endurecia, esfregando a outra mão sobre seu peito nu e abdômen, na frente de toneladas de estranhos tarados.

Dillon achava que tinha uma ideia do que essa sessão envolveria. Mas parado ali, na realidade de tudo, ele se sentia tão indefeso, incerto se conseguiria lidar com o que estava por vir. Apenas uma fina camada de tecido apertado esticada entre seus últimos resquícios de pudor e a exposição total. E uma vez que aquilo sumisse, haveria muitos outros obstáculos a cruzar. Tantas obscenidades que ele concordara em realizar para todas aquelas pessoas verem.

Tio Matt delicadamente afastou o longo cabelo de Dillon e o garoto sentiu lábios quentes e úmidos ao longo de seu pescoço. As mãos do homem continuaram a apalpar seu volume e seu corpo enquanto o beijava, seu pescoço, seu maxilar, sua orelha. Dillon mordeu o lábio, envergonhado demais para deixar seu prazer ser ouvido.

Então, tio Matt manobrou Dillon, girando-o. Cara a cara, ele segurou os quadris do jovem e disse: "Olhem só para isso", antes de dar um leve tapa na bunda do adolescente. Dillon percebeu que o tio estava mostrando sua bunda nua, dando à câmera uma boa visão. Trazendo Dillon para perto, o homem mais velho massageou as nádegas do garoto, comentando sobre sua exuberância. Dillon ficou passivo, pressionado contra o tio Matt, permitindo ser exibido dessa forma.

*Ding!* *Ding!* *Ding!*

"Mmm, é, vocês gostam disso?", perguntou Matt, dando um tapa forte na bunda de Dillon.

"Ah!", Dillon se assustou.

"Segure nos tornozelos", ordenou o tio Matt, enquanto recuava.

Dillon esfregou a bunda, depois completou a tarefa facilmente, dobrando a parte superior do corpo para baixo, os braços estendendo-se para baixo.

"Toque os dedos dos pés", ele disse. Dillon se esticou, abaixando as mãos até os pés.

"O máximo que conseguir."

As palmas das mãos de Dillon pressionaram o chão.

"Ah, como eu imaginei. Você é um garoto flexível, não é?"

"Sim, tio", Dillon disse da sua posição vulnerável.

Matt ficou ao lado de Dillon e segurou as nádegas do sobrinho novamente. Embora suas nádegas fossem bastante lisas, uma faixa esparsa de pelos mais escuros e encaracolados margeava o vale do garoto. Os dedos de Matt esfregaram aquele espaço, encontrando o botão do garoto.

"Hhuuuuhhhh", Dillon respirou pesadamente quando sentiu o toque na sua estrela sagrada. Seu pau se espremia contra o tecido apertado enquanto o dedo umedecido de saliva do tio Matt cutucava seu buraco.

"Só relaxa e se abre pra mim", Matt aconselhou. Dillon tentou ao máximo, e então, seu anelzinho se abriu ao redor da ponta do dedo de Matt. Ele estava em descrença enquanto o próprio tio enfiava o dedo mais fundo em sua bunda. Ele sentiu suas entranhas se abrindo enquanto o dígito afundava nele.

"Ooooh, Tiiiiiio...", Dillon gemeu com essa primeira intrusão anal. Uma vibração intensa se espalhou pelo seu buraco. Seu pau contido inchou em reação ao dedo invasor do tio.

O adolescente não tinha faculdades para processar essa experiência. Era bom, mas era o próprio tio fazendo isso com ele. Penetrado pela primeira vez por um parente de sangue, e transmitido ao vivo para todos testemunharem sua humilhação. Dillon não conseguia lidar com as implicações, incapaz de formar qualquer pensamento sólido com o dedo do tio Matt acariciando aquele gatilho misterioso dentro do seu cu.

"Uuuuuhhhh", ele grunhiu. Ele estava quente e suando. Seu pau exalava um jorro de fluido, uma mancha escura e úmida se formando no seu saco escrotal.

"Mmmm, muito bom", Matt disse, retirando-se da passagem de Dillon e esfregando aquele círculo rosado e sensível de músculo. "Levanta pra mim."

Dillon ficou em pé reto. Matt o colocou de perfil para a câmera. O volume do adolescente era inacreditável. Uma sequência constante de sininhos sinalizava as gorjetas dos espectadores, e o desejo deles de ver Dillon completamente nu.

O tio Matt estendeu a mão ao redor e encontrou a glande sensível e gotejante de Dillon. Ele passou o polegar sobre o círculo pegajoso e molhado e o adolescente estremeceu. Murmurando sua aprovação, Matt então enfiou os dedos na cintura do Dillon.

O adolescente sugou uma respiração afiada, cheio de temor, quando o tio Matt tirou a jockstrap para baixo. O pau de Dillon saltou para fora, balançando para cima e batendo na sua barriga. Em instantes, o garoto estava completamente duro. O grande pau adolescente de Dillon surgiu dos seus pelos pubianos com uma leve curva. Ele estava duro como pedra depois da brincadeira anal, e pingando um líquido claro e grosso pela fenda do seu pau.

Um forte rubor pintou o rosto de Dillon, descendo pelo pescoço, e pelos ombros e parte superior do peito. Ele estava envergonhado enquanto oferecia sua nudez total e excitação plena para todos verem.

"Espetacular", Matt disse, segurando o mastro de Dillon. O garoto gemeu enquanto o tio o masturbava lentamente. "Tão grande, porra. Como você escondeu essa coisa de mim todos esses anos? Devia ter te convidado pra mais festas na piscina."

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