Sex Positive
— Jeremy, querido, você concorda que sempre fomos uma família positiva em relação ao sexo, né?
Jeremy se virou e olhou para a mãe, depois pegou o controle e desligou a TV. — Desculpa, acho que ouvi errado.
— Positiva em relação ao sexo. Nós fomos, né?
— Tá, deixa pra lá, eu ouvi direito — disse Jeremy. — Fantástico. Todas as conversas mais normais e não traumatizantes começam assim.
— Ah, para de ser tão dramático. Só quero dizer que seu pai e eu nunca fizemos você ter vergonha de sexo, né? E você sentiria que a gente pode falar sobre esse tipo de coisa sem ficar muito estranho?
Ele deu de ombros. — Acho que sim.
— Tipo, a gente te disse que se você for ter uma vida sexual ativa, tudo bem fazer isso aqui, só tome cuidado pra se proteger.
— É, vocês falam isso, mas eu sei de primeira mão que as paredes aqui não são das mais grossas.
Ela fez uma pausa. — Como assim? — Ele lhe deu um olhar significativo. — Ah! — Ela corou, mas continuou: — Bem, pelo menos você sempre soube que seus pais tinham uma vida sexual saudável. E tenho certeza de que tentamos garantir que você nunca tivesse vergonha de se masturbar, ou assistir pornografia; embora, sabe, alguns desses artistas não são bem tratados, e é importante estar ciente de quão eticamente sua diversão é produzida...
— Mãe, se eu concordar que sempre fomos positivos em relação ao sexo, você concorda em pular logo pro ponto?
— Tudo bem, então você já foi a clubes de strip, né?
Ele ergueu uma sobrancelha. — Bom, claro, uma ou duas vezes. Na verdade, são meio uma merda.
— Ah, por quê?
— Então, fui com uns amigos numa festa de despedida de solteiro. E tem algo meio estranho em assistir a uma performance feita pra te excitar em público enquanto tá com os amigos.
— Ah — disse ela. — Acho que faz sentido. Mas você saberia reconhecer uma boa performance se visse uma, né?
Ele deu de ombros. — Claro, acho que sim.
Ela sorriu radiante. — Ótimo! Então, obviamente já estabelecemos que seu pai e eu temos uma vida sexual saudável.
— Então isso não é sobre eu visitar clubes de strip?
— Mais ou menos. Quero fazer uma surpresa pro seu pai, e queria a opinião de um homem.
— Se a surpresa for levá-lo a um clube de strip, a opinião deste homem é 'não se incomode'.
— Não exatamente. Ou meio que sim, de certa forma.
— Aham.
— Quer saber, só espera aqui um momento, já volto.
Ela saiu da sala, e ele deu de ombros e ligou a TV de novo. Depois de alguns minutos, a mãe voltou vestindo um uniforme de enfermeira. Não um uniforme de enfermeira de verdade, tá. Ele desligou a TV. — Esse uniforme não parece estar dentro dos padrões.
Ela riu. — Tá bom, mas parece algo que você poderia ter visto num clube de strip?
— De novo, só fui umas duas vezes — disse ele. — Mas claro, embora eu nunca tenha visto uma stripper com uma fantasia de enfermeira de verdade, não parece que estaria completamente fora do lugar.
— Bom o bastante — disse ela. — E que tipo de música eles costumam tocar?
Ele deu de ombros. — Sei lá, qualquer tipo de música que dê pra dançar. Às vezes elas têm tipo, uma persona inteira, e tão só dançando uma música que combine com essa persona.
— Ah, então eu deveria dançar alguma música de enfermeira.
— Ah sim, música de enfermeira. Talvez um enfermeiracore. Ou um enfermeirawave.
— Hã, claro — disse ela. — Algo assim parece bom, mas acho que não tenho nenhum desses. — Ela foi até a central de entretenimento e ligou uma música.
Ele ergueu uma sobrancelha. — Não se ouve muita música clássica em clubes de strip.
— E eles ficam piores por isso — disse ela. — Além do mais, seu pai gosta de música clássica.
Ele deu de ombros. — O cliente sempre tem razão, acho.
— Não é exatamente o que isso significa — disse ela —, mas tudo bem. — Ela começou a se mexer, meio desajeitada no começo, basicamente só balançando de um lado pro outro.
— Ah sim, bem dança de colégio — disse ele. — Talvez você devesse ter ido com uma roupa de colegial.
— Rude — disse ela —, mas seu ponto foi entendido. — Ela começou a mexer mais o corpo, girando os quadris de um lado pro outro, depois, ainda balançando os quadris, virou-se lentamente até ficar de costas pra ele, a bunda sacudindo de um lado pro outro na frente dele.
— Tá bom — disse ele —, eu tava cético em relação à música clássica, mas tô começando a achar legal.
— Isso aí — disse ela. — Nada como um pouco do velho Ludwig van pra fazer o sangue bombar.
— Isso é algum tipo de carro?
Ela balançou a cabeça, depois tirou o chapéu de enfermeira e jogou pro lado. Desabotoou a blusa do uniforme, deslizou pra fora dela e olhou pra Jeremy por cima do ombro. — O que você acha até agora? Acha que isso seria uma boa surpresa pro seu pai?
Ele deu de ombros, sem se comprometer. — Talvez? Não quero falar por outra pessoa, pessoas diferentes gostam de coisas diferentes.
— É mesmo?
— Sim, quer dizer, talvez ele não curta a coisa do strip, vai saber.
— Bem, tudo bem, tem mais. Fica aí. — Ela se virou pra encará-lo, deslizou pra fora da saia do uniforme também, e a chutou na direção dele; ela caiu no rosto dele. Ela desfilou até ele. Ele empurrou a saia pro lado, e olhou pra cima pra vê-la virar de costas pra ele de novo e empinar a bunda. Ela se agachou até ficar quase no colo dele, depois começou a girar a bunda de um lado pro outro.
— Você não vai tentar fazer twerk, vai?
Ela riu. — Seria tão ruim se eu fizesse?
— Sei lá — disse ele —, sinto que você é um pouco branca demais pra twerk.
Ela riu de novo. — Bem, vou ter isso em mente pra futuros strips. — Ela se agachou ainda mais, depois sentou na perna esquerda dele; começou a se esfregar pra frente e pra trás nela. — Vai me deixar fazer todo o trabalho sozinha, é?
— Ei, não pode tocar nos clubes.
— Bem, vamos fingir que quando eu surpreender seu pai, a gente vai agir como se ele estivesse na sala de champanhe.
— Bom, eu nunca estive lá.
— Você pode tocar, tá bom? — disse ela. — Só põe as mãos nos meus quadris ou algo assim.
— Sei lá — disse ele. — Talvez já tenhamos ido longe demais. Sinto que meio que já entendi a ideia.
— Ah, qual é — disse ela —, só me deixa terminar a rotina. E se for menos estranho, segura na minha cintura ou algo assim.
Ele suspirou. — Tá bom, beleza. — Mas ele agarrou os quadris dela. Ela virou a cabeça e ergueu uma sobrancelha. Ele deu de ombros. — Só parece uma pegada melhor aqui. — Ela continuou a se esfregar ao longo da perna dele, ajudada por ele gentilmente empurrando e puxando ela pelos quadris.
Ela foi se esfregando até o topo da perna dele, as costas contra o peito dele, depois juntou as pernas dele, montando nele, a bunda no colo dele. Ela continuou a esfregar a bunda no colo dele, pra frente e pra trás, de um lado pro outro. Ela soltou o sutiã; era de fecho frontal, então ele não percebeu inicialmente o que ela estava fazendo. Ela cobriu os seios com um braço, enquanto com a outra mão deixou o sutiã cair na cabeça dele.
— Uau — disse ele. — Sério? — Ele não soltou os quadris dela, porém, e não parou de ajudá-la a se esfregar no colo dele.
— As strippers que você viu não ficaram de topless em algum momento?
— Bem, sim, mas...
— Tô quase no fim da rotina, querido, você pode aguentar o último pedacinho de estranheza, né?
Ele suspirou. — Tá bom.
— Me segura — disse ela. — Ainda não tentei esse movimento com uma pessoa, você tem que garantir que eu não caia. Se prepara pra segurar minhas pernas.
— Que movimento?
Usando a bunda como ponto de pivô no colo dele, ela girou o corpo inteiro, as pernas balançando por cima dos ombros dele. Ele moveu as mãos freneticamente, tentando garantir que a mantinha no alto, depois segurou as coxas dela quando ela parou. Ela riu. — Não sei se esse movimento fica na rotina, mas eu queria tentar.
Ele riu também. — Qualquer show pode usar um pouco de comédia.
— Tá bom, preciso mexer as pernas. Segura na minha cintura. — Ele obedeceu, e ela apontou os dois dedões do pé pra cima, depois abriu bem os pés pra que as pernas ficassem em forma de 'v'. Depois ela as trouxe de volta juntas, e de volta na direção do torso, joelhos no peito, as canelas quase tocando o rosto.
— Caramba — disse ele. — Queria ter nem metade da sua flexibilidade.
— Devia vir fazer yoga comigo.
— É, talvez um dia.
Ainda dobrada ao meio, ela esticou a mão pra baixo, agarrou a calcinha e a puxou até os joelhos.
— Uau, espera aí — disse ele.
Ela o ignorou, dobrou os joelhos na frente dela, e puxou a calcinha quase toda pra fora, até ficar pendurada só num pé. Depois ela deu um chute com a perna, mandando a calcinha pro outro lado do quarto. Ela se endireitou lentamente pela cintura, envolvendo as pernas ao redor da cintura dele, e depois usando-as pra se puxar pra posição ereta. Eles ficaram cara a cara, peito a peito, ela ainda no colo dele. Ela envolveu os ombros dele com os braços e pôs o rosto ao lado do dele. Ela sussurrou no ouvido dele: — Então o que você acha até agora, acha que seu pai ia gostar disso?
Ele sussurrou de volta: — Sim, com certeza, mãe. Mas eu realmente acho que precisamos parar.
— Ah, qual é, tô quase terminando.
— É, eu entendo — disse ele. — Mas...
Mas ele não precisou terminar a frase. Ela tinha se ajeitado de volta no colo dele, e de repente pôde sentir. — Ah.
Ele assentiu. — Desculpa, mãe. Tô tão envergonhado.
Ela balançou a cabeça. — Não tem nada pra ter vergonha. É uma resposta física perfeitamente normal, e se tanto fico feliz, porque me mostra que trabalho bem tô fazendo.
— É, isso é ótimo — disse ele —, e vou tentar ser todo positivo em relação ao sexo e não ter vergonha da minha ereção colossal...
— Colossal?
— Deixa eu ter essa.
Ela sorriu. — Tá, você tem razão, desculpa.
— Mas — continuou ele —, essas calças são boas, e eu realmente não quero fazer uma bagunça nelas.
— Ah — disse ela. — Claro. — Ela desenrolou as pernas de ao redor da cintura dele, agachou-se pra cima pra ajudar a rearranjar os membros, depois pôs as pernas debaixo dela, de modo que agora estava ajoelhada. Depois, com um sorriso nos lábios, ela agarrou o cós das calças dele e começou a puxá-las pra baixo.
— Mãe! — Ele agarrou o pulso dela pra detê-la.
— Ah, qual é — disse ela. — Você acabou de dizer que não queria fazer bagunça nas calças.
— Sim, mas...
— E essa é a melhor forma de avaliar o quão bom trabalho eu tô fazendo!
— Suponho...
— E além do mais, é justo, você já viu tudo de mim.
Ele suspirou. — Tá.
Ele soltou o pulso dela e ela continuou puxando as calças pra baixo. — Tira a camisa também — disse ela.
— Acho que estamos nos desviando um pouco da prática padrão de clube de strip — disse ele, mas tirou a camisa e permitiu que ela puxasse as calças até os joelhos. Ela se virou e as puxou até os tornozelos. Ele as chutou pra longe e pro lado.
— Agora então — disse ela. Ela começou a se esfregar ao longo do membro dele. 'Colossal' era um certo exagero, mas ele tinha um comprimento decente, e ela se esfregava pra frente e pra trás ao longo de cada centímetro daquele comprimento. — Pode beijar na sala de champanhe? — perguntou ela.
— Acho que é um pouco tarde pra se preocupar com o que é aceitável na sala de champanhe.
— Você provavelmente tem razão — disse ela, e se inclinou pra frente e o beijou, suavemente no começo, depois um pouco mais apaixonadamente, depois deslizando uma língua entre os lábios dele.
Talvez fosse a distração de se beijarem mais apaixonadamente do que já tinham sido beijados antes, mas conforme ela se apoiou um pouco pra beijá-lo mais facilmente, ela se ergueu do colo dele. E com o peso dela não mais segurando, seu comprimento total ficou livre para ficar em sentido, apontando-se diretamente pra entrada dela. Então, quando ela relaxou e desceu de novo, ela desceu de volta sobre a dureza dele, engolindo-o completamente.
— Merda — disse ele. — Desculpa.
Ela balançou a cabeça. — Não, não, a culpa é minha. — Ela riu. — Ou melhor, eu tô em você. Você tá em mim.
— Mãe!
Ela deu de ombros. — Bem, agora já estamos aqui. — E ela começou a se esfregar nele de novo, subindo e descendo gentilmente com ele dentro dela.
— Mãe, o que você tá fazendo? — ele sussurrou, mas agarrou os quadris dela e começou a bombear gentilmente dentro dela.
— Isso é um bom garoto — ela sussurrou de volta, enquanto começava a quicar nele com cada vez mais urgência. — Esse é meu bom, doce garoto.
Ele abaixou a cabeça, beijou os seios dela um por um, e depois pegou um dos mamilos na boca e começou a chupá-lo. Ele subiu pra tomar fôlego e sorriu. — Isso ainda faz parte da rotina?
— A gente tá meio que improvisando agora — disse ela.
Ele assentiu. — Quero tentar uma coisa. Segura nos meus ombros.
Então ela se segurou nos ombros dele, ele passou um braço ao redor da cintura dela e segurou a nádega dela com a outra mão, e depois ele se levantou. — Uau — disse ela conforme ele começava a se erguer, mas ela se recuperou rápido e envolveu as pernas ao redor dele. Ele caminhou lentamente até a parede, gentilmente balançando ela a cada dois passos. Depois ele a pressionou contra a parede, desenrolando o braço de ao redor das costas dela, e segurando a bunda dela com as duas mãos.
Ela continuou agarrada ao pescoço dele enquanto ele a balançava pra cima e pra baixo e metia repetidamente dentro dela. — Puta merda — disse ela.
Ele fez uma pausa por um momento, a segurou no lugar, e a beijou. Depois se afastou e olhou nos olhos dela. — Ai meu Deus, mãe. Eu amo te foder tanto.
Ela engoliu em seco, e sussurrou de volta: — Eu também amo te foder, bebê.
Ele continuou a segurá-la no lugar e a meter lentamente dentro dela. Depois a puxou de volta pros braços e começou a andar de novo, ainda dentro dela.
— Aonde a gente vai agora? — perguntou ela.
Ele sorriu. — Só pensei que poderíamos achar algo mais confortável que uma parede.
— Dá pra pensar — disse ela.
Ele atravessou uma porta, e os olhos dela se arregalaram em reconhecimento. — Sério? — perguntou ela. Ele não respondeu, mas só a deitou na cama que ela dividia com o pai dele. Ele subiu em cima dela, se alinhou contra a entrada dela, e empurrou de volta pra dentro.
Ele se inclinou e sussurrou no ouvido dela: — Sério, mãe. — E depois ele a beijou, e começou a meter dentro dela.
Ela já estava meio excitada com o show que tinha feito, então não demorou muito até ela gozar. — Ai meu Deus! — disse ela. — Sim, sim, siiiiiiiiim!
Ele sorriu pra ela. — Não tô muito atrás de você, mãe.
Ela encarou os olhos dele. — Me dá, querido. Me dá. Dentro de mim.
Isso o levou ao limite. Ele estremeceu ao gozar, segurando-a contra o peito, esvaziando-se dentro dela. Ainda respirando pesadamente, ainda dentro dela, ele rolou os dois de lado. Ele se inclinou e a beijou nos lábios de novo, depois só ficou olhando nos olhos dela, acariciando o cabelo dela. Ela quebrou o silêncio primeiro. — Isso pode ter saído um pouquinho do controle.
— Não me arrependo — disse ele. — Você se arrepende?
Ela sorriu e balançou a cabeça. — Não. Acho que isso pode ser uma coisa que a gente não conta pro seu pai, no entanto.
Ele sorriu maliciosamente. — Claro, não podemos contar pra ele o que você tá praticando comigo, ia estragar a surpresa.
Ela revirou os olhos. — Sim, essa é a preocupação aqui.
Ele deu de ombros. — De qualquer forma, isso foi muito bom, mas acho que ainda tem algumas coisas que você pode trabalhar. Fico feliz em continuar ajudando você a praticar.
Ela ergueu uma sobrancelha. — É mesmo?
Ele assentiu, e se inclinou e a beijou de novo. — É mesmo.
Ela rolou de costas. — Mas a gente vai realmente praticar, né?
Ele sorriu. — Claro.
Ela fechou os olhos e sorriu de volta. — Claro, bebê. Fico feliz em te foder a qualquer hora.
2. Seja qual for o seu fetiche que não seja 'incesto', eu provavelmente não compartilho e provavelmente não vou escrever sobre ele. Não estou tentando 'cagar na sua onda', afinal, acabei de escrever uma história sobre um cara fodendo a própria mãe, mas pessoalmente não acho gravidez erótico e nenhuma personagem nos meus continhos eróticos jamais vai engravidar.
3. Sim, muitas vezes não escrevo as partes de sexo com muitos detalhes. Não é o meu forte, desculpe. Provavelmente nunca vai mudar.