Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

Sempre Amor

contosayla18 min

Meu quarto dividia a parede com o quarto da minha irmã. Então, não havia muito segredo entre nós. Desde o verão depois do primeiro ano dela na faculdade, ela dividia o quarto com a colega de quarto da faculdade.

Gabriela era do Brasil. Natal, no litoral norte. A família dela fazia o possível para juntar o dinheiro da mensalidade para colocá-la na faculdade, então ela passava os verões e as férias escolares com a gente, em vez de gastar um dinheiro que não tinham para ficar viajando de avião.

Era uma mulher miúda. Uns um metro e quarenta no máximo. Pele e cabelos escuros, com olhos exóticos e lábios carnudos e sensuais. Apesar da baixa estatura, tinha um corpo incrivelmente atlético e bonitinho. Ela mal chegava aos ombros da minha irmã Jenna. Falava com um sotaque moderado, o que às vezes dificultava conversar com ela, porque ela ficava muito animada quando se empolgava. E quando gozava, costumava ser bem barulhenta.

Como eu sabia disso? Meu quarto dividia a parede com o quarto da minha irmã. E Jenna e Gabriela eram mais do que simples colegas de quarto. Eram amantes. Era incrível para mim que mamãe e papai parecessem não perceber esse fato. Talvez nunca tenha passado pela cabeça deles. Talvez fosse porque Gabriela frequentava muito a igreja. Ela era católica devota e nunca perdia a missa de domingo. Mas assim que a missa acabava...

Eu já perdi as contas de quantas vezes ouvi as garotas se pegando. Imaginava na minha mente. Jenna era muito bonita. Loiro natural com um corpão, ela namorou muito no colégio, e talvez essa fosse outra razão para mamãe e papai não terem percebido. Mas não demorou muito para eu entender o que eram aqueles sons que vinham pela parede.

Mamãe e papai eram golfistas devotos, e jogavam sempre que podiam. E, de modo geral, uns dez minutos depois de eles saírem para o clube de campo, Jenna e Gabriela estavam no quarto da Jenna, se pegando como estrelas pornô. Uma gritaria alta de palavrões em português, espelhada pelos sons sensuais da própria Jenna. Era difícil não escutar. Eu estava no meio de uma seca danada. Então, na maioria das vezes, eu entrava sorrateiramente no meu quarto e batia uma, embalado pelo sexo delas.

Foi mais ou menos no meio do verão. Acontece que Jenna sempre foi propensa a alergias, e quando batiam forte, ela tinha enxaquecas que a derrubavam por uma semana mais ou menos. De alguma forma, aquele verão estava ruim, e as coisas andavam bem quietas em casa, comparado com o normal. Eu tinha chegado do trabalho e encontrado Gabriela assistindo TV sozinha.

— Jenna está bem? — perguntei.

— Ela está bem, Tyler. Descansando... — respondeu Gabriela.

Percebi um tom distraído na voz dela e olhei interrogativamente.

— Não é nada. — ela disse. — Só estou me sentindo um pouco sozinha, só isso.

— Tem algo que eu possa fazer? — perguntei.

— Não. Vou ficar bem. — respondeu.

— Vou tomar um banho e me trocar. Faço o jantar mais tarde? — sugeri.

— Parece um plano. — concordou.

Surpreendentemente, quando entrei no meu quarto depois do banho, Gabriela estava sentada na minha cama.

— Tyler, preciso te perguntar uma coisa. — disse, me olhando.

— Tudo bem... — respondi.

— Você já... fez coisas com uma garota usando a boca? — perguntou, envergonhada.

— Hm... sim. — respondi. — Por quê?

— Se você não se importar. Gostaria que você fizesse essas coisas em mim. — admitiu.

— E a Jenna? — disse, chocado.

— Foi ideia dela. Ela sabe que eu estou com tesão agora. — revelou.

— Sério? — consegui dizer.

— Ela só não está a fim no momento, então... — Gabriela deixou a frase no ar. — Enfim, a gente sabe que você nos ouve às vezes, e provavelmente, como é mesmo que se diz... bate uma punheta?

— Sim, e daí? — respondi na defensiva.

— Então, a Jenna achou que você toparia. Até ela se sentir bem de novo. — concluiu Gabriela.

— Entendi. Então... quando vocês... — comecei.

— Agora mesmo, Tyler. — ela me interrompeu. — Agora mesmo.

De pé, ela levou a mão até a barra do vestido de verão e puxou por cima da cabeça. Estava nua e pude ver a mancha de pelos entre as pernas enquanto ela se deitava na minha cama e abria as pernas. O tom marrom dos lábios externos contrastando com o rosado do interior. Os mamilos eretos de cor quase vinho. Ela era espetacular em todos os sentidos. Ela me olhou com expectativa enquanto eu me juntava a ela no colchão.

Ao me aproximar da buceta dela, comecei a sentir seu cheiro. Era rico e quase picante, e eu sabia que o gosto seria incrível. Sem pressa, beijei a parte interna das coxas, enfiei o nariz nos pelos pubianos e respirei fundo. Passei a ponta da língua ao longo dos lábios da buceta, fazendo-a tremer antes de voltar minha atenção para o clitóris.

Alternando a atenção entre o buraco apertado e o clitóris, logo encontrei a combinação certa e senti as coxas dela começarem a tremer. Ela começou a gemer e um fluxo de português lascivo começou em gemidos roucos enquanto eu a fazia gozar, se debatendo de um lado para o outro na cama e socando o colchão com os punhos fechados.

Eu estava no paraíso, e passamos as duas horas seguintes aliviando o estresse dela dessa forma. As coisas naturalmente foram diminuindo e, quando ela indicou que estava satisfeita, me puxou para perto e me deu um beijão. Pegando meu pau duro, me masturbou até eu gozar na mão dela.

— Obrigada, Tyler. — disse recatadamente, me dando um último beijo. — Isso foi bom.

E a cada poucos dias, pelas duas semanas seguintes, enquanto Jenna se recuperava, Gabriela aparecia no meu quarto e eu a chupava e, em troca, ela me batia uma. Às vezes a gente se pegava um pouco, mas no geral tinha virado uma rotina. Talvez mais do que eu suspeitasse, porque depois que Jenna melhorou, Gabriela continuava aparecendo no meu quarto de vez em quando.

Jenna e eu, sendo próximos em idade e vindo de uma família onde os parentes mais próximos ficavam a centenas de quilômetros, sempre andávamos juntos. Quando ela começou a sair com Gabriela, isso mudou. Mas depois da recuperação, parecia que nós três tínhamos criado um vínculo, e nos víamos procurando coisas para fazer juntos.

Um dia, depois de ficarmos à beira da piscina, decidi pegar refrigerantes para nós. Jenna foi atrás de mim na cozinha e se aproximou enquanto eu tirava as garrafas da geladeira.

— Ty? — começou.

— Sim? — respondi.

— Acho que nunca agradeci direito por... hm... cuidar da Gabriela enquanto eu estava mal. — Jenna despejou. — Valeu, mano.

— Foi um pouco inesperado. Estranho no começo. Mas foi divertido. — reconheci.

— Bem... o negócio é que ela gosta de algumas coisas que você faz com ela. Deixa ela toda excitada e, por causa disso, tivemos o melhor sexo do nosso relacionamento. — Jenna explicou.

— Eu sei. Consigo ouvir vocês. — respondi.

— Eu sei que você ouve. Quando eu estava doente, às vezes eu também ouvia vocês. — Jenna admitiu. — Era excitante. Sujo e ao mesmo tempo doce. Você a fez feliz, e isso me fez feliz também.

— Fico feliz em ajudar. A Gabriela é gostosa. — confessei.

— Bem. Ela também tem um lado tímido. — Jenna disse.

— O que você quer dizer? — perguntei.

— Tem... uma coisa. Uma coisa que ela queria te pedir, mas está com medo. — Jenna disse em um quase sussurro.

— Do que você está falando? — questionei.

— Ela quer... bem, ela quer que você a foda. — Jenna revelou. — Eu também quero que você a foda, Tyler. Quero dividi-la com você.

— Você está falando sério?! — arfei.

— Sim. Estou... Nós estamos... muito. — Jenna disse suavemente.

Mamãe e papai estavam fora em uma viagem de golfe de uma semana. Jenna, Gabriela e eu passamos o dia no lago, comendo algo no caminho de volta para casa. Chegamos por volta das oito horas, e era óbvio que as garotas estavam com um clima animado. Em pouco tempo, eu as ouvi no quarto da Jenna começando a se pegar. Deixaram a porta aberta, e eu podia ouvi-las transando.

Foi logo depois do segundo round que Jenna saiu de lá com uma camisola leve de seda.

Pegando minha mão, ela simplesmente disse: — Vem comigo, Ty. — E me levou até o quarto dela.

Gabriela estava nua na cama, com as luzes baixas. Jenna me levou até a beira da cama e fez que sim para a garota. Virando-se, atravessou o quarto até a cadeira que normalmente ficava em frente à penteadeira, mas agora estava no canto oposto. Gabriela começou a tirar minhas roupas, me beijando enquanto fazia isso. Deitando-me novamente, me aconcheguei ao lado dela e comecei a beijá-la profundamente, aproveitando as sensações do corpo nu dela contra o meu.

Deixei minhas mãos explorá-la, provocando-a e deixando que ela me provocasse de volta. Jenna já a tinha deixado excitada, e ao tocar as pétalas da boceta dela, ela estava mais do que pronta. Lancei um olhar de soslaio para Jenna, sentada na cadeira, com a frente do robe solta e os dedos trabalhando firmemente entre as pernas. Os lábios estavam entreabertos e o peito subia e descia em um ritmo constante, os olhos grudados em nós dois.

Gabriela me rolou para cima dela e, abaixando a mão, envolveu meu pau ereto com a mão pequena. Guiando-o para sua umidade, esfregou a cabeça na fenda por um tempo até que eu ficasse coberto de seus fluidos. Como se fôssemos amantes há tempos, ela me incentivou a entrar. Ouvi Jenna ofegar do outro lado do quarto, sabendo que ela tinha uma visão perfeita do meu pau desaparecendo dentro da garota. A boceta de Gabriela era quente e apertada, e ela soltou um gemido selvagem quando eu cheguei até o fundo.

Transamos com uma luxúria primal. A boceta apertada pulsando no meu membro enquanto ela balançava os quadris no ritmo das minhas investidas. Gemendo meu nome, com os braços ao redor do meu pescoço, eu a comia com toda a vontade. Ela era uma força da natureza, eu já sabia, mas aquilo era incendiário. Ela gozou três vezes, cada vez jogando a cabeça para trás e socando o colchão. Depois do terceiro orgasmo, tirei o pau da boceta e ela imediatamente esguichou, jorrando um fluxo constante de ejaculação por uns bons cinco segundos.

Não perdi tempo voltando para dentro dela. Ela estava tão molhada que eu podia ouvir minhas bolas batendo na bunda dela, espirrando enquanto eu a comia com toda a força. Ela gozou de novo, e eu sentia meu próprio orgasmo se formando. Gemi em aviso e comecei a tirar o pau, ficando cada vez mais duro.

— NÃO! — ela gritou, e senti as unhas dela cravando nas minhas nádegas. Agarrando-me com as duas mãos e panturrilhas, ela contraiu a boceta ao redor do meu membro e nós dois começamos a gozar. Eu podia sentir a buceta dela me ordenhando e, com as bolas enfiadas dentro dela, explodi como fogos de artifício, enchendo-a com minha porra enquanto ela ordenhava até a última gota.

Rolei para fora dela, exausto e ofegante como se tivesse corrido uma meia maratona. Vi Jenna, com um braço caído sobre o encosto da cadeira, o outro acariciando lentamente a boceta. Ela se levantou, a camisola caindo no chão. Caminhou sedutoramente até os pés da cama. Gabriela olhou para ela, ainda sem fôlego. Seus olhos se travaram com uma eletricidade intensamente íntima.

As pernas de Gabriela se abriram, os joelhos caindo para cada lado. Foi aí que aconteceu. O primeiro filete opaco do meu esperma começando a escorrer do buraco bem fodido. E minha irmã, Jenna, inclinando-se e passando a língua em um movimento forte e constante do cu de Gabriela até o clitóris, limpando-a do meu esperma que vazava. Voltando para enfiar a língua no buraco lambuzado de Gabriela para pegar mais. Até ter apanhado tudo.

Eu ainda estava no pós-gozo, mas elas estavam começando o próximo round. Dois pensamentos flutuaram para a frente da minha mente. O primeiro era que minha irmã era gostosa. Quer dizer, eu sabia disso... tecnicamente. Eu a tinha visto em biquínis cavados o suficiente para saber como ela era de corpo. Mas algumas mulheres ficam melhores com pouca roupa do que nuas. Jenna não era uma dessas mulheres. Ela era proporcionalmente perfeita e, nua, exalava sensualidade.

O segundo pensamento era que Jenna comeu minha porra. Devia haver alguma regra que nós tínhamos acabado de quebrar, certo? Tudo bem, ela comeu da boceta da namorada, mas comeu. O que me chocou, acho, foi o quão erótico aquilo foi. Como se ela estivesse em uma espécie de transe sexual. Mas ela obviamente gostou, o que me deixou confuso.

Levantei para ir ao banheiro e as deixei se agarrando na cama, tentando o quinto round? Fechei a porta do quarto atrás de mim e, depois de fazer o que tinha que fazer, me recolhi à minha própria cama, onde fui embalado para dormir ao som de Gabriela e Jenna se fodendo sem parar.

Os dois dias seguintes foram surpreendentemente normais. Nós ficávamos juntos e fazíamos coisas. Elas não tocaram no assunto sexo, então eu não queria pisar no que poderia ser uma potencial mina terrestre. Então Jenna bateu na minha porta.

— Ty? Você está aí? — perguntou.

— Sim, estou lendo. — respondi.

— Com as duas mãos, espero. — Jenna brincou.

— Sim, com as duas mãos. — respondi.

— Hmm, sobre a outra noite? — perguntou.

Tudo bem, aqui estava. Hora da mina terrestre. Explosão em 5, 4, 3, 2... — Sim? — consegui.

— Vamos fazer de novo hoje à noite. Esteja lá. — disse.

— Ah... tá bem... — respondi.

Eu tinha saído e comprado pizza, e ficamos sentados à mesa da cozinha comendo.

— Só para deixar claro. Você está bem com o que aconteceu? — perguntei.

— Você não está? Mas sim, ver a Gabriela fazendo aquilo foi tão excitante pra caralho... — Jenna respondeu.

— E você não está brava comigo por isso? — verifiquei.

— Não, Ty. Não estou brava com você por nada. — respondeu.

— Tudo bem. Só verificando. — respondi.

— Vem pra cama. — foi a resposta de Jenna.

Gabriela me encontrou na porta do quarto. Conduziu-me até a cama e tirou minhas roupas, me cobrindo de beijos o tempo todo. A surpresa veio quando deslizei na cama ao lado dela. Senti Jenna atrás de mim. A mão dela guiando meu pau duro em direção ao tesouro de Gabriela. Senti a boca da minha irmã na minha orelha me beijando.

— Fode ela. — foi o que ela sussurrou no meu ouvido. E eu fodi. Eu podia sentir os seios da minha irmã nas minhas costas, o braço ao redor da minha cintura enquanto eu fod a garota dela e Jenna gemia no meu ouvido. Era além do excitante. Eu estava como ferro dentro da buceta de Gabriela e ela estava me fodendo de volta com cada grama de sua vontade.

Os seios da minha irmã pressionados nas minhas costas, houve um momento, talvez emoldurado entre os movimentos, em que nos fundimos. Viramos uma besta sexual. Eu estava perfurando Gabriela e Jenna acariciava meu pau enquanto eu fazia isso. Pensei brevemente em objetar, exceto que era incrivelmente bom. Ela ia me fazer gozar dentro da garota dela e eu simplesmente sucumbi à paixão.

E quando comecei a descarregar dentro da buceta fumegante de Gabriela, senti a boca de Jenna no meu pescoço, me beijando. E as mãos de Gabriela estendendo-se para trás para brincar com os seios de Jenna enquanto ela começava a gozar.

Depois, observei Gabriela dar minha porra para Jenna. Os olhos de Jenna presos aos meus enquanto ela comia minha porra e esfregava a boceta. A balança pendeu. Eu vi nos olhos dela. O fogo que tínhamos acendido estava chegando ao rubro e nós três estávamos agora perdidos nele.

Passei a noite na cama da minha irmã, ajudando-as a gozar. Até chupei Jenna enquanto Gabriela cavalgava o rosto dela. Por um lado, eu não conseguia acreditar que estava fazendo aquilo. Por outro lado, ela estava amando cada segundo, gozando repetidamente enquanto comia a boceta pingando de Gabriela.

A manhã nos encontrou emaranhados na cama, Jenna de um lado de mim ao lado de Gabriela, que roncava suavemente. Os peitos de Jenna pressionados contra mim como travesseiros macios, e eu estava duro como pedra pensando nas nossas travessuras da noite anterior.

De repente, senti Jenna se mover. A perna dela se enroscando sobre a minha, ela rolou para me montar, os peitos na minha cara. Senti-a estender a mão e agarrar meu pau como que para se certificar de que estava bem duro. Ela o acariciou amorosamente e então o pressionou na própria boceta, descendo com uma pressão constante até que eu estivesse todo dentro dela.

Comecei a dizer algo, mas ela me calou, cobrindo minha boca com a dela. A língua na minha boca vorazmente excitada. Ela martelou a boceta no meu pau matinal, gemendo na minha boca enquanto começava a gozar, a boceta incrivelmente aveludada, apertando meu membro.

— Você está me fodendo, mana. — finalmente consegui. Ela apenas grunhiu afirmativamente em resposta enquanto começava a gozar de novo.

Senti Gabriela se remexer ao nosso lado. Rolando de lado para ter uma visão melhor, ela riu.

— Eu sabia que isso era só uma questão de tempo... — observou, enquanto Jenna olhava para ela e acenava.

Saindo de dentro, virei Jenna de quatro, entrando por trás de quatro. Gabriela de alguma forma tinha conseguido se contorcer para debaixo dela e o rosto de Jenna estava enterrado entre as pernas dela. Eu podia sentir a boca de Gabriela nas minhas bolas, no meu pau, e lambendo a boceta da Jenna enquanto nós entrávamos no ritmo.

Jenna gemeu enquanto eu a acariciava, minhas mãos encontrando seus peitos saltitantes, eu os agarrei para ter mais tração, e ela soltou um grunhido enquanto Gabriela chupava seu clitóris. Suas coxas tremeram quando ela gozou, e eu pude sentir o peso dos quadris dela sobre minha ereção enquanto ela estremecia quase imediatamente com um segundo orgasmo.

Gabriela havia sugado uma das minhas bolas para dentro da boca e alternava de um lado para o outro, sua língua me deixando louco enquanto eu afundava meu pau repetidamente na buceta da minha irmã. O rosto de Jenna estava enterrado na boceta de Gabriela, e ela soltava um gemido de satisfação de vez em quando.

Jenna estava à beira do abismo, e eu também estava chegando perto. Eu estava pensando que provavelmente deveria tirar o pau quando Gabriela de repente começou a gozar, me levando junto. Eu jorrei minha porra dentro da buceta desprotegida da minha irmã. Eu a enchi bem e pude ouvi-la gemendo dentro da boceta de Gabriela enquanto gozava apenas um instante depois de nós. Eu puxei meu pau para fora da xoxota de Jenna e a boca de Gabriela imediatamente tomou seu lugar, sorvendo minha porra que vazava da vagina da minha irmã. Era tão errado. Era além de sexy.

Depois, ficamos deitados na cama, nos aquecendo no pós-clímax, olhando um para o outro como se para verificar se a noite passada e esta manhã realmente tinham acontecido. Nós realmente estabelecemos um novo padrão, e estava claro, sem necessidade de discussão, que esta seria nossa nova normalidade.

Foi apenas algumas semanas depois da formatura delas na faculdade. Nós tínhamos acabado de terminar uma sessão de sexo particularmente quente quando Jenna anunciou que sua menstruação estava atrasada. Todos nós sabíamos que isso era um resultado inevitável da nossa união, mas de alguma forma o risco aumentava a energia erótica, e para as garotas, limpar uma à outra depois do sexo havia se tornado uma espécie de ritual pervertido. Há muito tempo tínhamos aceitado que as garotas eventualmente acabariam grávidas. De certo modo, era quase um alívio.

Mamãe e papai tinham se mudado pouco tempo antes. Papai tendo se aposentado, eles compraram uma pequena propriedade em um condomínio fechado aninhado entre três campos de golfe. Eles tinham transferido a casa para nós, então nós tínhamos rédea livre há um tempo. Nós aproveitamos ao máximo nossa independência. Não nos cansávamos um do outro, e o sexo era uma constante gloriosa em nossas vidas.

Nossos pais eventualmente perceberam que Jenna e Gabriela eram um casal, e foram bastante compreensivos com isso. Então, quando Jenna, depois Gabriela, ficaram grávidas e os bebês começaram a chegar, eles ficaram um tanto surpresos. Além disso, pouco foi dito sobre de onde os bebês estavam vindo.

Honestamente, só o fato de ter netos já era uma bênção suficiente para eles. E se isso diminuiu um pouco o ritmo de nossas sessões de amor, valeu muito a pena. Fortalecendo nosso vínculo e a profundidade do amor que nós três compartilhamos até hoje.

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