Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

Ritual Noturno

silmarabertolino15 min

Era 2h da manhã de um sábado quando Suzanne saiu da cama, tentando desesperadamente não acordar o marido. Ela tomou cuidado para não fazer barulho ao abrir a porta do quarto, deslizar para fora e seguir pelo corredor até o quarto à direita. Abriu essa porta com o mesmo silêncio da anterior e entrou.

Ela ficou parada logo depois da porta, esperando seus olhos se ajustarem à luz fraca do quarto pequeno. Havia uma cama de solteiro no meio do quarto, encostada na parede. Deitada nela estava alguém muito especial para Suzanne: sua filha de 19 anos, Megan.

Suzanne caminhou silenciosamente na ponta dos pés e parou aos pés da cama, olhando para a coisa mais linda da sua vida.

Megan tinha um corpo incrível. Pernas longas, bunda torneada, barriga definida e um par de peitos que deixariam qualquer mulher com inveja e qualquer homem de queixo caído. Ela era um arraso, com um sorriso magnífico e olhos verdes deslumbrantes. Seu longo cabelo ruivo cacheado caía em cascata sobre a fronha de cetim. Ela era deslumbrante e graciosa, mesmo dormindo.

Suzanne não se lembra do que a levou a essa situação, mas estava entrando sorrateiramente no quarto da filha de madrugada todas as noites nas últimas três semanas. Estava começando a perder o controle. Seu foco era único, e esse foco era sua linda filha.

Nas últimas noites, a tentação de fazer mais estava incomodando Suzanne, e ela achava que não conseguiria se impedir do que estava prestes a fazer. Seu desejo era persistente e visceral demais para ser superado.

Ela foi para o meio da cama, do lado direito, e se inclinou. Sem tocar na filha, começou a cheirar. Não estava perto o suficiente para sentir bem o aroma, então se inclinou mais. Seu nariz estava a um centímetro da virilha da filha, e agora ela conseguia senti-la. Era um cheiro delicioso e inebriante. A calcinha de Suzanne ficava cada vez mais úmida quanto mais ela cheirava a flor coberta pela calcinha da filha. O odor era intoxicante.

Ela sabia que tinha ido longe demais dessa vez, mas agora estava decidida. Queria que Megan a flagrasse no ato. Tinha fantasias de Megan acordando com a visão da própria mãe inclinada, dando fungadas profundas em sua boceta. Ela lutou contra seu instinto maternal de sair do quarto. Estava se arriscando e aproveitando a adrenalina de fazer algo tão pervertido.

Suzanne não percebeu o movimento quase imperceptível da cabeça de Megan, que a levantou levemente para observar a mãe. Ela temia que sua boceta, que estava escorrendo rapidamente, fosse notada pelos receptores olfativos da mãe. Estava claro que o que sua mãe vinha fazendo estava causando um aumento significativo em sua excitação.

Megan estava completamente acordada desde que a mãe entrou no quarto. Ela tinha acordado todas as noites nos últimos cinco dias, observando a mãe através de olhos semicerrados enquanto ela cumpria sua rotina noturna. Ela não sabia há quanto tempo isso vinha acontecendo, mas estava animada por estar acontecendo.

Megan notou um padrão nos últimos dias. Sua mãe nunca ficava mais de cinco minutos e nunca a tocava. Ela chegava perto o suficiente para, se quisesse, esticar a língua e prová-la. Até agora, só tinha havido cheiradas… até esta noite.

Suzanne estava forçando os limites da propriedade esta noite. Seu nariz estava mais perto da virilha de Megan do que nunca. Era hora, pensou Suzanne, enquanto estendia a mão hesitante, lentamente. Com muito cuidado, ela levantou a lateral da calcinha da filha para expor os pelos curtos ao redor de sua boceta. O odor aumentou, e Suzanne quase desmaiou de prazer por ter ido um pouco longe demais, mas precisava. Ela precisava tocá-la.

Com apreensão, moveu o dedo indicador para dentro da abertura que fizera e sentiu as dobras da filha. Tão quente, tão molhada, tão excitante. Ela não manteve o dedo ali por muito tempo. Só o suficiente para cobrir a ponta com uma boa quantidade de suco. Ela retirou o dedo, levou-o ao nariz e inalou com um tremor, para então imediatamente enfiá-lo na boca, fazendo Suzanne ter um pequeno orgasmo ali mesmo, diante de sua bela adormecida.

Satisfeita por ora, Suzanne saiu do quarto da filha e voltou para a cama com o marido. Seus sonhos foram preenchidos com a fantasia de dar o próximo passo em seu jogo perverso. Em seus sonhos, ela permitiu que seu dedo entrasse na abertura da filha. Em seus sonhos, ela dedilhou Megan até ela gozar em toda a mão da própria mãe. Ela acordou na manhã seguinte com um sorriso e a necessidade de trocar de calcinha.

Quando Megan sentiu o dedo de sua mãe tocar seus lábios externos, foi preciso toda a sua força para não gemer de satisfação. Quando viu sua mãe provar a ponta do dedo, ela gemeu, mas passou despercebido devido ao tremor induzido pelo próprio orgasmo de Suzanne. Quando sua mãe saiu do quarto, Megan tirou sua calcinha molhada e se dedou furiosamente até ter múltiplos orgasmos. Quando finalmente acordou, ela também tinha um sorriso feliz nos lábios.

Megan havia tomado uma decisão sobre o que fazer com sua deliciosamente pervertida mãe.

Seu banho matinal foi mais longo que o normal naquela manhã, a maior parte do tempo ocupada por ela se masturbando sob a cascata de água quase quente demais.

De volta ao quarto, Megan vestiu seu par mais minúsculo de shorts boyshort rosa e a camiseta baby doll mais justa que possuía, uma relíquia dos tempos do fundamental que parava logo abaixo do umbigo. Era rosa desbotada com a imagem de um ursinho carinhoso com um coração no centro do peito. Sua roupa não a fazia parecer tão mais jovem, pois acentuava seus atributos empinados e seu traseiro durinho.

Ela desceu as escadas bem quando seu pai estava saindo para uma pescaria com o irmão, tio Thom, o pastor da igreja a algumas cidades dali. Ele ficaria fora até pelo menos as 22h. Seu plano era flertar com a mãe naquele dia. Provocá-la com seus encantos femininos e sexualidade.

Megan não se considerava lésbica. O pensamento não havia passado por sua cabeça até a manhã da terça-feira anterior, quando ela flagrou a mãe cheirando sua calcinha enquanto ela ainda a vestia. Desde aquela primeira noite, ela imaginava constantemente a mãe entre suas pernas, chupando sua boceta até um orgasmo explosivo. Ela estava perpetuamente molhada entre as pernas.

Ao entrar na sala, encontrou sua mamãe (ela não pensava em chamá-la assim havia anos) relaxando no sofá. Ela parecia perdida em um devaneio e não percebeu Megan entrar e se sentar na poltrona reclinável oposta à mãe. Esse assento permitia a Megan ter uma boa visão dentro da perna do short folgado de sua mamãe. Pelo que Megan percebeu, ela não estava usando calcinha.

Ela decidiu se levantar e ligar a TV, nem que fosse só para se posicionar entre sua mamãe e a mesa de centro. Deliberada e estrategicamente, ela se curvou na cintura para pegar o controle remoto. Ela ouviu uma leve inspiração quando fez isso. Um sorriso começou a se formar em seus lábios com o som. Seria um dia divertido, e uma divertida 2h da manhã por vir. Ela tinha planos.

Suzanne foi abruptamente tirada de seu devaneio quando sua filha se curvou e exibiu sua deliciosa bunda redonda a apenas um palmo do rosto da própria mãe. Se Suzanne não soubesse, teria pensado que a ação foi deliberada. Ela não conseguiu conter o suspiro que escapou de sua garganta. Só esperava que Megan não percebesse.

"Oi, mamãe, desculpa, achei que você estava dormindo", disse Megan, virando-se para Suzanne. Ela pôde perceber onde os olhos de sua mãe estavam antes de se virar. Ela sentiu aquela sensação entre as pernas enquanto erguia os pés da mãe para se sentar no sofá e os colocava de volta em seu colo. Ela manteve a mão no tornozelo esquerdo enquanto folheava os títulos no menu do aplicativo de streaming. Ela não estava realmente procurando nada específico.

Como nada chamou sua atenção, ela decidiu sair do sofá e começar a "arrumar" o quarto já impecável. Balançando a bunda para frente e para trás enquanto tirava o pó das prateleiras sem pó. Ficando na ponta dos pés e se esticando o máximo que seu 1,57m permitia para limpar as pás do ventilador de teto. O movimento levantou a barra de sua camiseta minúscula até logo abaixo de seus seios sem sutiã. Pelo canto do olho, Megan percebeu a mãe encarando.

Esse flerte e provocação continuaram o dia todo. Sempre encontrando um motivo para se curvar na cintura, ou levantar os braços bem acima da cabeça, e sempre onde a mãe pudesse ver. Junto com a exibição visual, Megan fez questão de tocar na pele de sua mamãe sempre que tinha chance.

Se espremendo entre a mãe e o balcão enquanto pegava uma xícara de café, ela fez questão de que sua bunda roçasse na pélvis da mãe e demorou um pouco mais do que o necessário. Agarrando os quadris da mamãe e se arrastando por trás dela só para passar seus peitos pelas costas dela. Cada toque durava o que normalmente seria uma fração de segundo a mais. Megan nunca cedeu, e ela percebia que estava surtindo efeito na mãe.

Suzanne não sabia o que pensar do jeito como sua filha estava se comportando hoje, mas não estava reclamando. Toda vez que Megan se curvava ou a tocava, ela corava e seu estômago se enchia de borboletas. Era uma tortura magnífica para seus sentidos. Ela não só estava ficando mais excitada do que conseguia se lembrar de ter ficado com o contato, como também estava ficando tonta com o cheiro da filha. O odor reconhecível de uma vagina recém-umedecida. Seria o dela ou o de Megan?

Suzanne lutou contra todos os impulsos de agarrar Megan, arrancar suas roupas, jogá-la no chão e violentar seu corpinho apertado de adolescente por medo de estar imaginando os sinais que ela esperava que fossem reais. Ela era arriscada às vezes, mas não tão arriscada.

Algumas vezes ao longo do dia, Suzanne se desculpava para ir ao banheiro e dar uma boa esfregada no clitóris para afastar os pensamentos invasivos.

Além do flerte de Megan e da relutância de Suzanne em aceitá-lo como flerte, as duas passaram boa parte do dia assando e cozinhando para o almoço comunitário mensal na igreja do tio Thomas.

Terminaram a noite se aconchegando sob uma manta no sofá, assistindo a um filme ao qual nenhuma das duas realmente prestou atenção. Mais toques "inocentes" sob a manta de ambas continuaram até que ambas decidiram que era hora de dormir.

Suzanne foi acordada às 23h24 quando seu marido entrou, tirou suas roupas fedorentas e pulou no chuveiro. Era cedo demais para seu ritual noturno, no entanto, ela estava ficando cada vez mais impaciente enquanto observava os minutos passarem no visor digital do relógio. Vinte minutos depois, o marido saiu do banheiro e se arrastou, exausto, para a cama, e prontamente caiu no sono.

Suzanne decidiu que não podia esperar até as 2h da manhã, um horário que ela escolhera sabendo que o marido e a filha estavam sempre em sono REM profundo nesse momento e nada poderia acordá-los. Sua impaciência falou mais alto, e logo após a cabeça do marido tocar o travesseiro, ela saiu porta afora e foi pelo corredor.

Ela ficou ouvindo na porta de Megan o que pareceu vários minutos. Convencida de que não ouvia nada do outro lado, ela entreabriu a porta e deslizou para dentro, esperando que não fosse a única coisa em que ela conseguiria deslizar. Mais uma vez, ela estava ao lado da cama de Megan, pronta para se inclinar e cheirar a delicada flor da filha.

Megan tinha planejado isso, só não esperava que sua mãe viesse tão cedo. Ela passou as últimas horas preguiçosamente brincando com sua boceta para aumentar o cheiro do seu sexo. Assim que ouviu o clique da fechadura da porta dos pais, ela fingiu estar em sono profundo. Seu coração começou a bater forte no peito quando sua porta se abriu e sua mamãe entrou. Era isso. Era o momento pelo qual ela esperou o dia todo.

Megan estava deitada de costas, a perna direita levemente dobrada e os braços enrolados em um de seus travesseiros macios. Apenas sua perna esquerda e a virilha estavam cobertas pelo lençol fino. Sua metade superior estava adornada com uma camisola transparente azul clara que tinha subido até os quadris. Suzanne estava mais animada do que nunca enquanto se inclinava para perto de seu prêmio. Ela começou a dar fungadas longas conforme diminuía a distância entre seu rosto e a jovem boceta da filha. Ela sabia que iria mais longe do que na noite anterior. Esta noite, ela ia explorar, e sua calcinha ficava cada vez mais encharcada a cada segundo.

Suzanne beliscou levemente o lençol entre o polegar e o indicador e lentamente o levantou para fora do caminho. Ela mal podia esperar para ver qual calcinha Megan estava usando esta noite. Ela tinha um par favorito em mente: a calcinha fio dental rosa de seda com a pequena imagem de uma rosa vermelha sobre o púbis.

Quando ela levantou o lençol o suficiente para dar uma espiada na calcinha da filha, foi surpreendida pelo choque, e sua respiração parou na garganta. Megan não estava usando calcinha alguma. Seu rosto ficou quente e seu estômago deu um nó quando ela teve sua primeira boa e longa visão da boceta nua da filha. O aroma subiu às narinas de Suzanne, e ela respirou fundo e soltou um suspiro longo e silencioso. Ela continuou a remover a cobertura pelo resto do caminho e se inclinou para um exame visual mais minucioso da fonte de seu cheiro favorito.

Megan estava esperando por este momento. No instante em que sua mamãe chegou perto o suficiente de sua boceta, Megan abaixou a mão e passou os dedos pelos lindos cabelos ruivos longos da mãe e, com uma leve pressão, empurrou o rosto dela contra sua carne quente. Olhando para essa visão gloriosa, ela disse: "Oi, mamãe, estou tão feliz que você veio. Agora me faça gozar". Ela continuou a acariciar a nuca de Suzanne e ergueu os quadris para esfregar sua boceta no nariz da mamãe. Ambas soltaram gemidos simultâneos.

Assim que sentiu os dedos passando por seus cabelos, ela soube. Soube que sua filha devia estar ciente de suas escapadas noturnas e não estava chateada com isso. Na verdade, ela estava muito a fim. O comportamento provocante que levou a esse momento manteve Suzanne à beira de um orgasmo explosivo, um orgasmo que certamente teria sido forte o suficiente para fazê-la desmaiar se ela não tivesse se aliviado periodicamente no banheiro ao longo do dia.

Quando Suzanne sentiu aqueles dedos em seus cabelos e as unhas arranharem seu couro cabeludo, ela estava quase lá. Assim que ouviu as palavras de Megan, "Oi, mamãe, estou tão feliz que você veio. Agora me faça gozar", a boceta de Suzanne jorrou e ela soltou o gemido gutural e reprimido do fundo do ser.

Suzanne não conseguia acreditar em sua sorte quando Megan a segurou perto e começou a se esfregar em seu rosto. Seu nariz estava praticamente dentro da boceta da filha, e ela estava no céu.

Suzanne subiu na cama e se posicionou entre aquelas pernas longas e suaves. Não perdeu o contato com seu prêmio nem por um instante. Ela estava prestes a devorar a boceta da filha e estava gozando o tempo todo. Pingando uma poça aos pés da cama. Manchar lençóis era a última coisa em sua mente no momento. Agora era sua hora de se banquetear, e ela se banqueteou.

Suzanne não atacou a linda boceta molhada. Ela queria ir com calma. Prolongar a liberação inevitável que certamente jorraria em seu rosto. Ela levou seu tempo explorando as dobras e a carne ao redor. Ela deixou vários chupões subindo e descendo a parte interna de cada coxa da filha. Ela não poderia usar shorts curtos por um tempo. Ela lambeu e beijou cada centímetro de carne que seus lábios puderam alcançar.

O tempo todo, Megan se contorcia sob os carinhos incansáveis da língua e dos lábios de sua mãe. O êxtase era requintado, e ela nunca queria que parasse. Isso, para Megan, era o auge do prazer. A melhor sensação que ela já experimentara... até que sua mãe deslizou as mãos sob sua bunda e ergueu seus quadris, e começou a explorar seu cu com a língua. Ela não conseguiu se conter e soltou um bom grito que certamente acordaria seu pai. Nesse momento, ela não se importou. Pensou consigo mesma que poderia morrer agora, satisfeita com o conhecimento de que estava experimentando a melhor coisa que a vida neste planeta tem a oferecer.

Suzanne nunca parou. Eram quase 2h30 da manhã, e relutantemente ambas decidiram se limpar e tentar dormir. Amanhã era o almoço comunitário na igreja, e elas precisavam estar atentas e alertas para evitar qualquer fofoca sobre as duas mulheres Grace. Era bobagem pensar que alguém saberia o que elas fizeram para se manter acordadas pela maior parte da noite, mas elas sentiram que era uma dose saudável de paranoia.

Enquanto Megan e Suzanne estavam sentadas lado a lado no fundo da igreja, Megan deslizou a mão por dentro da saia da mãe, inclinou-se e sussurrou no ouvido dela: "Tente ficar quietinha. Vou te dedilhar até o fim do culto. Tudo bem pra você, mamãe?"

Tudo o que Suzanne conseguiu fazer foi morder o lábio e acenar que sim.

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