Contos eróticos para ler inteiros.

Sedução Forçada

Riley e os Franks - Cap. 01

jhessica2216 min

Uma Lição de Respeito

Já fazia quatro meses que a mãe de Riley tinha deixado a família, mais ou menos na mesma época em que ela completou 18 anos. Riley odiava a mãe por isso. Deixá-la com o padrasto e seus dois filhos, seus dois meio-irmãos. O pai, Brad Frank, tinha 43 anos, enquanto seus dois meninos, Andy e Michael, tinham 23 e 18 anos, respectivamente. Riley queria ir embora também, mas não tinha como, nem uma faculdade ou emprego engatilhados. O fato de Brad ser rico também não ajudava a motivá-la a sair.

Riley e o padrasto nunca foram próximos, mas ele não se importava que ela ficasse em casa e lhe emprestasse dinheiro de vez em quando. Um boquete ou uma foda ocasional ajudava a motivar Brad a ajudá-la.

A primeira vez que Brad estuprou Riley foi há dois meses. Brad não planejou nem queria realmente. Mas com a mãe de Riley os deixando, ele não pôde deixar de sentir ressentimento pela garota. Ele não queria, mas aconteceu. Esse ressentimento se manifestou como uma luxúria agressiva um dia em que Riley falou com ele de forma desrespeitosa.

Riley estava usando um vestido curto, justo, vermelho e florido que abraçava seu corpo e a parte superior das coxas, com meias-calças marrom-claras. Ela tinha acabado de se filmar para suas várias contas de rede social. Riley tinha seguidores suficientes para ser considerada uma pequena influenciadora. Brad pedira que ela abaixasse o som de seu quarto.

"Vai se foder, Brad", ela dissera com indiferença e tentou fechar a porta do quarto. Quase que por instinto, Brad enfiou o pé para bloquear a porta. Algo no homem mais velho estourou.

Riley olhou em choque por um momento, Brad olhou de volta. Seus olhos deslizaram pelo seu corpo pequeno e atlético, apertado pelo tecido do vestido.

"O que você acabou de me dizer?", Brad perguntou, a voz baixa mas severa.

"Hah... Uh... Eu só estava brincando...", Riley disse, assustada com a energia que o padrasto estava emanando.

"Não...", Brad disse, empurrando a porta mais para abrir. Riley se afastou da porta.

"Uhm... O que você está f-fazendo, Brad?...", Riley perguntou, timidamente. Na verdade, Brad não sabia bem o que estava prestes a fazer. Ele sabia que estava bravo e que seu pau estava se enchendo de sangue diante da visão da figurazinha gostosa da enteada. Brad era muito maior que a enteada.

"Acho que estou prestes a dar uma lição na minha garotinha levada...", Brad disse, parecendo não saber de onde estavam saindo essas palavras. A adrenalina e a euforia que ele sentia eram como nada antes. Brad perseguiu essa sensação. Brad encurralou a enteada contra a parede.

"Brad...", Riley disse, medo em sua voz. Riley estava assustada, mas havia uma parte significativa dela que estava excitada, que formigava. A garota pequena tremia um pouco contra a parede de medo e excitação... Ela podia se sentir ficando molhada enquanto lágrimas se formavam nos olhos.

"Me chame de Papai...", Brad ordenou. Riley mal podia acreditar no que ouvia.

"O-o quê?...", Riley perguntou timidamente.

"Você me ouviu, puta! Me chame de Papai ou essa noite vai ser muito longa para você!", Brad ameaçou a filha, erguendo a mão direita e envolvendo-a em volta de seu pescoço macio e fino. Riley estava presa contra a parede. Brad aplicou apenas uma leve pressão com a mão em volta do pescoço dela, o suficiente para obter uma resposta de Riley.

"Ahh-argh! O-okay! O-okay!", Riley gritou de medo quando a mão do pai envolveu seu pescoço.

"Ok quem? Puta!

"O-okay! P-Papai! O-okay, P-Papai!", Riley se corrigiu.

"Isso aí, puta! Continue sendo uma boazinha vadiazinha para o Papai, mas você ainda vai ser punida por aquele comentário atrevido de mais cedo.", Brad sussurrou no ouvido de Riley antes de lamber suas bochechas, sentindo o gosto das lágrimas que rolavam por elas.

"S-sim, P-Papai", Riley disse. A garota estava assustada, mas também estava excitada, e ela não tinha nenhum raciocínio lógico para isso.

"Agora... Riley... Eu vou tirar minha mão do seu pescoço, e você vai se virar devagar, colocar as mãos na parede e empinar essa bundinha gostosa para mim, ok?", Brad deu suas próximas ordens. Riley não podia acreditar no que ouvia.

I-Isso não pode estar acontecendo... Riley pensou consigo mesma, ainda em choque e descrença com o que estava acontecendo.

"P-por favor... P-Papai... N-não faça isso...", Riley tentou implorar, mas não funcionou. Brad não respondeu, ele apenas olhou para a garota e apertou o cerco em volta da garganta dela bem de leve, "Aargh! O-okay! P-Papai! Eu vou f-fazer o que você m-mandou!", Riley soltou um suspiro surpreso antes de ceder rapidamente à ordem do padrasto.

"Boa.", Brad comentou. Ele tirou a mão do pescoço da enteada, mas permaneceu perto dela enquanto ela lentamente se virava e colocava as mãos na parede. Riley esperou um segundo antes de empinar a bunda como foi mandada. Brad sentira uma pontada de culpa por ter estrangulado levemente sua garotinha, mas vê-la se virar e empinar a bunda rapidamente aliviou Brad de sua culpa.

"Aah...", Riley arfou, sentindo as mãos grandes e ásperas do padrasto agarrarem sua bunda redonda e firme através do tecido das meias-calças.

"Mmmm... Você se transformou numa bela mocinha, não foi?", Brad provocou a enteada orgulhosa enquanto acariciava e apalpava sua bunda.

"Oh... S-sim, P-Papai... Eu me transformei...", Riley disse em voz alta. A garota podia se sentir ficando mais vermelha de humilhação enquanto ficava mais quente de excitação. Riley nunca havia pensado no padrasto dessa forma antes, mas naquele momento, ela ficava mais e mais molhada conforme ele a tocava. Sua excitação não passou despercebida por Brad, ele podia ouvir em sua voz.

O que Riley e Brad não sabiam na época era que, nos últimos 4 meses, Andy e Michael estavam colocando no shake matinal de Riley o forte afrodisíaco, "Pétalas de Leão". Os shakes de proteína matinais que Riley bebia depois da corrida diária. Os meninos cobiçavam a meia-irmãzinha havia um tempo. Ironicamente, o pai deles foi quem, sem saber, se beneficiou dos frutos do trabalho deles. Eram apenas traços do afrodisíaco cada manhã, Riley nunca sentiu o gosto, mas com o tempo isso deixou Riley muito sensível e muito excitada. Infelizmente para Riley, os efeitos das "Pétalas de Leão" só desapareciam com o tratamento de algum outro remédio oriental.

"Eu deixo você ficar na minha casa... Sem pagar nada... Sem perguntas...", Brad começou a enumerar seus pequenos ressentimentos enquanto puxava a mão direita para trás, deixando a esquerda acariciar e apertar as nádegas da filha, "E você tem a audácia de ser desrespeitosa?!?", O padrasto perguntou, retoricamente, antes de estapear a mão na bundinha empinada da filha.

"Ai-ow!", Riley gritou de dor. As meias-calças que ela usava pouco fizeram para bloquear a força da mão de Brad.

"Mantenha as mãos onde estão ou isso vai ficar muito feio para você!", Brad disse depois de ver Riley tentar tirar as mãos da parede, "Isso aí, mantenha as mãos aí em cima e essa bunda empinada!"

"Ah! S-sim, P-Papai!", Riley respondeu, obedecendo ao pai. Havia lágrimas escorrendo pelo seu rosto, mas ao mesmo tempo ela podia sentir sua calcinha e meias-calças ficando ensopadas com seus próprios fluidos na virilha.

"Você não faz nada em casa exceto usar suas roupinhas de puta e tirar fotos para suas páginas estúpidas de rede social!", Brad sibilou nos ouvidos de Riley antes de espancá-la mais três vezes, alternando as nádegas a cada palmada.

"Oww! Oww! OWW!", Riley gritou. Suas pernas começaram a fraquejar um pouco, ela chorou ainda mais e ficou ainda mais molhada.

"Mas não se preocupe, Riley... Eu tenho uma ideia do que você pode fazer...", Brad disse, suas mãos agora acariciando suavemente as nádegas doloridas da filha...

"O-o-que é isso, P-Papai?", Riley perguntou entre seus fungados. Ela tinha uma boa ideia de onde seu padrasto pervertido estava querendo chegar com isso.

"Desde que sua mãe foi embora... Eu tenho estado bem sozinho...", Brad começou, "Então acho que é justo que a filhinha puta dela... seja uma boa garotinha e mantenha o pau do papai quentinho...", o padrasto concluiu.

Isso é tão errado... Riley pensou consigo mesma, apesar de sentir uma necessidade intensa de ser fodida.

Houve um momento de silêncio entre o padrasto e a filha, apenas pequenos suspiros e gemidos enquanto Brad continuava a acariciar sua bunda.

"P-por favor, P-Papai... V-você não pode... i-isso não é certo...", Riley implorou mais uma vez, tentando permanecer racional e não admitir em voz alta que ela queria que o padrasto a fodesse. Brad sorriu e apertou a bunda da filha com força.

"Bom... Bom, finja relutância, me dá mais motivo para espancar sua bundinha fofa.", Brad respondeu, puxando a mão para trás novamente.

"Não... P-por favor, Papai!", Riley gemeu, sua bunda ainda estava dolorida da saraivada de um minuto atrás. Brad ignorou a garota, absorto na visão das meias-calças em volta da bunda dela começando a rasgar e romper com as palmadas e também com as carícias e apalpadelas ásperas. Brad desce a mão, alternando as nádegas mais uma vez. "Aiiyee-oww! OWW OWWW!", Riley guinchou quando a mão do padrasto conectou contra suas nádegas em rápida sucessão.

"Mmm... É o que você merece, sua vadiazinha!", o padrasto provocou a filha antes de descer a mão em sua bunda mais três vezes.

"Oww! OWW! OWWWW!", Riley gritou mais. Ela queria tanto tirar as mãos da parede e cobrir a bunda de mais palmadas, mas estava com muito medo de descobrir o que aconteceria se fizesse isso.

"Ooohh... P-Papai! P-por favor! N-não mais!!", Riley gritou quando o padrasto ergueu o braço mais uma vez, "P-por favor, P-Papai! Eu vou ser uma b-boa menina!", Riley estava chorando, seu rímel estava escorrendo pelo rosto, ela olhou de volta para o padrasto com olhos suplicantes. Brad encarou a enteada por um momento, uma parte dele se sentiu mal, mas outra parte, mais primitiva, fez seu pau ficar ainda mais duro.

"Tarde demais, garotinha!", Brad respondeu, descendo a mão mais uma vez, batendo na bundinha redonda e apertada da enteada repetidas vezes.

"Oww! Aiye! Ahh-Porra! Oww! Não mais! P-por favor!", Riley gritou de dor, lágrimas escorrendo pelo rosto, mas Brad continuou a espancá-la sem parar, alternando em qual nádega e a quantidade de força de cada tapa. As pernas de Riley estavam fraquejando de dor. Mesmo assim, enquanto queria que a surra e a dor parassem, Riley queria algo para enfiar na sua boceta ainda mais...

Eventualmente, Brad parou de espancar sua garotinha. O material das meias-calças que Riley usava estava inteiramente rasgado em volta da bunda, revelando sua bundinha fofa, brilhantemente vermelha quando o padrasto terminou de espancá-la. Riley estava fungando, pernas tremendo...

"Minha garotinha já foi punida o suficiente?", Brad perguntou, acariciando suavemente a bunda nua, vermelha e brilhante de Riley. Ela fez uma careta quando ele a acariciou.

"S-sim, Papai... Não mais... P-por favor, P-Papai... Eu vou s-ser uma b-boa garotinha... Eu posso m-manter seu p-pau quentinho...", Riley disse, quebrada.

"Boa menina...", Brad comentou enquanto tirava um momento para admirar a visão de sua enteada provocante e sexy de puta curvada contra a parede, lágrimas escorrendo pelo rosto, bunda vermelha. Enquanto admirava a visão, ele viu que acima dela na parede havia ganchos metálicos para casacos e isso lhe deu uma ideia. Brad puxou o cinto da cintura.

"Ah! O-o que você está fazendo, P-Papai?!?", Riley exclamou quando seu padrasto a empurrou com força e brusquidão contra a parede, prendendo-a lá. Riley podia sentir o pau duro como uma pedra dele através do tecido das calças contra sua bunda.

"Você sabe exatamente o que vai acontecer, garotinha.", Brad disse no ouvido de Riley, lambendo bem atrás dele, causando uma sensação mista de nojo e excitação percorrer seu corpo.

"Isso não é necessário, Papai...", Riley afirmou em resposta a Brad agarrando seus pulsos e juntando-os para amarrá-los com seu cinto. "Ah-ow!", Riley fez careta quando Brad amarrou firmemente seu cinto em volta de seus pulsos pequenos. Brad então forçou Riley a ficar na ponta dos pés com os pulsos acima da cabeça, colocando suas mãos amarradas sobre o gancho na parede.

"Perfeito.", Brad disse a si mesmo, recuando um momento para absorver a visão de sua pequena enteada. Riley estava amarrada impotente, forçada a ficar na ponta dos pés, com a bunda vermelha ainda empinada, rímel manchado no rosto, tudo em seu vestido vermelho justo de verão. Brad se aproximou novamente de Riley, puxando seu pau para fora das calças no processo.

"Não...", Riley gemeu baixinho, apesar de querer qualquer pau ou qualquer coisa para encher sua bocetinha carente.

"Agora, Riley, você disse que ia ser uma boa garotinha e manter o pau do papai quentinho enquanto a Mamãe estivesse fora.", Brad lembrou a Riley de como ela cedera mais cedo e dissera que manteria o pau dele quente.

"Eu sei, Papai... Eu só estou... Eu só estou c-com medo, eu acho...", Riley disse timidamente. Brad pousou as mãos na bunda dolorida de Riley, acariciando-a por um momento antes de deixar sua mão direita contornar e explorar sua virilha...

"Não parece que você está com medo...", Brad disse, sentindo o quão ensopada sua pequena enteada estava, suas meias-calças estavam encharcadas com seus próprios fluidos. "Parece que você é uma putinha tão grande quanto Andy e Michael dizem que você é!"

"Ah!", Riley arfou quando Brad rasgou mais as meias-calças, em volta de sua virilha, deixando sua calcinha vermelha de algodão como a única camada restante em volta de sua boceta adolescente apertada. "Nãããoo..!", Riley guinchou quando Brad arrancou sua calcinha, facilmente.

"Diga ahh...", Brad comandou enquanto levava a calcinha ensopada até a boca dela em uma bola na mão.

"Ahh...", Riley abriu a boca, "Aaammpgrh..", Ela soltou um gemido abafado.

"Agora não deixe isso cair da sua boca, ou então!", Brad ameaçou antes de pegar seu pau grosso de 23 centímetros e pressioná-lo contra a boceta indefesa da garota impotente.

"Gaammmpgrh...", Riley soltou um gemido baixo contra sua própria vontade. Por causa do afrodisíaco com que foi drogada, só de sentir a ponta do pau de Brad mal tocar os lábios de sua boceta molhada causou uma onda poderosa de prazer percorrer o corpo pequeno de Riley. Riley não se importava que estava provando a si mesma pela primeira vez, e quão humilhante essa experiência deveria ser, mas sim ela estava focada na sensação do pau de Brad contra sua boceta.

"Você realmente é uma puta!", Brad comentou enquanto enfiava seu pau lentamente dentro de sua pequena enteada impotente, "E você é tão apertada quanto uma gatinha!"

"Grraaaaaammpgrhh!", Riley gemeu mais alto quando o pau de Brad lentamente foi mais e mais fundo dentro dela. Teria sido extremamente doloroso se não fosse pelo quão excitada e molhada ela realmente estava. "Graaammmpgrh! Grammpgrh!", Riley gemeu novamente, sentindo-se perto de gozar, e o pau do padrasto nem estava totalmente dentro dela ainda.

"Puta merda!", Brad gemeu, sentindo a boceta adolescente apertada da enteada ficar ainda mais apertada enquanto ela agarrava seu pau quando ele enfiava mais ainda.

"Grraammmpgrrhhhhhhh!!", Riley gemeu forte na calcinha enfiada em sua boca quando gozou forte com nem metade do pau de Brad dentro dela. Suas pernas fraquejaram enquanto estava na ponta dos pés, ela estava sendo sustentada apenas pelo cinto amarrando seus pulsos e o gancho no qual estava colocado. Brad sabia que os ganchos aguentariam o peso da garota adolescente pequena enquanto ele a fodia, porque Brad mesmo os instalara. Embora ele pensasse que ela fosse crescer um pouco mais...

"Mmm! Porra! Você tem um aperto de torno no meu pau!", Brad exclamou enquanto continuava a enfiar seu pau mais fundo na boceta da enteada. O orgasmo de Riley estava terminando quando Brad parcialmente puxou seu pau para fora, só para enfiá-lo com força novamente, forçando todos os 23 centímetros de seu pau grosso e duro fundo dentro do corpo adolescente apertado de Riley através de sua bocetinha apertada.

"Graaaamampgrh!", Riley soltou quando gozou forte novamente, perdendo-se no que parecia um crescendo interminável de prazer. A garota impotente não conseguia pensar claramente. "Graamph! Graaammpgrh!", Riley guinchou e gemeu quando o padrasto começou a bombar seu pau mais forte e rápido dentro dela.

"Aughh! Iss! Porra! Você é tão gostosa, Riley!", Brad disse enquanto forçava sua pequena enteada a gozar de novo e de novo enquanto bombeava seu pau dentro dela. Brad queria durar mais, mas sua garotinha era gostosa demais, e não demorou muito depois que ela gozou pela quinta vez, Brad jorrou uma carga bem fundo dentro dela.

"Grraaaamammpgrhh!", Riley gemeu forte quando sentiu sua bocetinha se encher com o esperma do padrasto...

"P-porra...", Brad murmurou, "Ah, cara... olha para você... toda bêbada de porra...", Ele comentou sobre a expressão de Riley, vidrada, sobrecarregada de prazer. "Você não é a putinha de porra do papai, hein?", Brad perguntou enquanto tirava a calcinha da boca dela, tudo isso mantendo seu pau pulsando dentro da boceta da enteada.

"Auughh... s-sim... Eu sou a p-putinha de p-porra do P-Papai...", Riley respondeu, ainda bêbada de porra, lentamente voltando à racionalidade. A sensação de horror com a ideia de estar cheia do esperma do padrasto lentamente se infiltrando. Mas foi tão bom...

A própria compreensão de Brad do que havia acabado de acontecer começou a vir também. Mas ele já estava envolvido demais agora. Ele havia despertado o monstro nele e agora tinha que continuar a alimentá-lo.

"Ok...", Brad começou a dizer enquanto puxava seu pau para fora de sua enteada de dezoito anos, o pau ainda pulsando do quão gostosa ela era. Ele bateu e esfregou seu pau na bunda ainda vermelha e dolorida de Riley, e usa sua calcinha para limpar um pouco do excesso de esperma. "Diga ahh..."

—Aaah--aaamppgrhh.. — Riley abriu a boca como a boa garotinha que estava se tornando para Brad enfiar a calcinha encharcada de porra em sua boca... Ela queria implorar para ele soltá-la, mas também não queria apanhar de novo por ser má... Mas, além das duas coisas, ela queria que ele a fodesse de novo... Ela sentia o gozo do padrasto escorrer de sua boceta...

—Agora... Seja uma boa garota... Você vai ficar com essa calcinha fofa na boca até toda a minha porra escorrer da sua bocetinha apertada. — ordenou Brad. — Quando toda a minha porra tiver saído de você, você vai começar a implorar para o papai vir estuprar sua bocetinha apertada de novo, entendeu?

—Grammpgrh... — Riley gemeu enquanto balançava a cabeça para cima e para baixo.

Sem dizer mais nada, Brad foi embora e saiu do quarto de Riley, deixando sua enteada indefesa, amarrada ao gancho, forçada a ficar na ponta dos pés, com a bunda vermelha intensa, tremendo de prazer e exaustão, com a porra escorrendo da boceta e caindo sobre as meias-calças...

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